Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

DELITO E CASTIGO NA PROFECIA DE FÁTIMA

Cidade destruida

Uma igreja assustada por não ser mais católica!

Pelo Profeta Jeremias, oráculo de Deus que lamentou a ruína e a corrupção de Jerusalém antiga, foi dito:

“Coisas espantosas e estranhas se tem feito nesta terra: Os profetas profetizavam a mentira e os sacerdotes aplaudiam-nos com as suas mãos; e o meu povo amou essas coisas. Que castigo não virá sobre essa gente no fim de tudo isto?”

Este aviso divino é adequado às crises religiosas deste mundo, mas em modo especialíssimo a estes dias em que no nome da Igreja se profetizam mentiras ecumenistas.

À luz do bom senso pode ser lido da seguinte maneira: Os sacerdotes aplaudem os chefes que os seduzem, guiando assim o povo ao culto dos dominadores do mundo. Aplaudem o anúncio de iniciativas populares que parecem para a paz, mas são catastróficas para a vida espiritual.

Jeremias diz que falam de paz e segurança, o que presume liberdades e sucessos políticos, mas a custa das razões morais e religiosas destas.

Sobre tal crise de fé no presente não há surpresa senão nas cifras estatísticas diante dos danos à integridade e sobrevivência da religião em países outrora católicos.

Aqui vamos nos limitar a Portugal e ao Brasil.

Correio da Manhã do dia 16.4.2012

Nas terras portuguesas, onde Nossa Senhora é Rainha e para a qual prometeu a preservação «do dogma da Fé», as seitas se alastram e o catolicismo fenece.

As estatísticas são, porém, enganadoras omitindo a qualidade da fé remanescente depois de todas as «aplaudidas» visitas dos «papas ecumenistas conciliares», de Wojtyla a Ratzinger!

No Brasil a decadência católica é ainda mais evidente e escandalosa e as estatísticas não poderiam medi-lo; nem mesmo nos seus restantes 5% de praticantes habituais.

“Aparecida – Ainda na expectativa dos dados coletados pelo Censo de 2010, os 335 bispos que participam da 50ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) estão assustados com a queda do número de católicos, cuja percentagem caiu de 83,34% para 67,84% nos últimos 20 anos.

“Esses números serão ainda mais assustadores de acordo com as informações coletadas pelo Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), na previsão do jesuíta Thierry Lienard de Guertechin, do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento (Ibrades), organismo vinculado à CNBB. Padre Thierry apresentou ao episcopado um quadro das religiões baseado em levantamento da Fundação Getúlio Vargas e das Pesquisas de Orçamentos Familiares do IBGE, resultado de entrevistas com 200 mil famílias realizadas antes do censo”… A prática religiosa pelos batizados é outra coisa que preocupa dos bispos. Os católicos praticantes – aqueles que vão à missa, recebem os sacramentos e participam da comunidade – são apenas 5%, ou cerca de 7 milhões num universo estimado em pouco mais de 130 milhões de fiéis. Entre os evangélicos, a porcentagem é maior. Padre Thierry dá valor relativo ao alto índice de católicos nas últimas décadas do século 19, quando a sua participação na população ultrapassava 99%. Pelo que diz aqui esse diretor do Ibrades, parece até que esse 99% é porcentagem «soviética», de massas obrigada a ir por força à Missa, mesmo se de fé protestante, judaica ou animista! Ao recuar ainda mais na formação religiosa do povo brasileiro, padre Thierry lembra os cristãos-novos ou judeus convertidos à força ao catolicismo, que também eram perseguidos. É bom lembrar a perseguição sofrida na época pelas religiões afro-brasileiras e os preconceitos sofridos pelos protestantes, diz o diretor do Ibrades”. (Por José Maria Mayrink, Agência Estado, publicado pelo «Fratres in Unum.com»).

Talvez muitos, nos tempos passados, tenham perdido amor pela Religião e iam à igreja só para manter as aparências, mas é tendencioso do Ibrades, aludir a que eram forçados!

Desse jeito pode parecer que o povo brasileiro foi considerado católico por engano e hoje a igreja conciliar só enfrenta uma já velha problemática indiferença religiosa.

Os fatos relatam o contrário e isto não pode ser desculpa para o fracasso dessa nova hierarquia e clero, mais preocupados com a perda da freguesia outrora católica para as inúmeras seitas, que com o ocaso da Fé da Igreja posta ao pé de igualdade com as seitas.

Das palavras proféticas compreende-se que o fato espantoso, que evoca flagelos, é a mentira religiosa, Eis o grande delito.

Toda a Sagrada Escritura tem por ensino constante a presença onipotente da Causa do bem em relação aos seus efeitos. No desprezo desta sobrevêm devastadores efeitos das crises, guerras e perseguições.

Não é esta a parte central da «Profecia de Fátima»?

Esta seria mais clara em 1960. Pois bem, era o tempo em que havia sido eleito João 23, o modernista filo mação que censurou Fátima e convocou o Vaticano 2 para atualizar a Igreja, liberando-a dessas «profecias de desgraças»!

Ora, a causa dos aplausos «conciliares» (do Vaticano 2) é a aparência da união e a ilusão da paz pelo compromisso diante da Fé.

Eis as aspirações falazes que ignoram a Causa da Fé, fora da qual não há salvação, o efeito só pode ser a men­tira religiosa matriz de apostasia e origem dos mais assustadores castigos. Seria pre­tender que coisas boas pudessem advir da péssima raiz ecumenista da indiferença.

Como foi possível uma conclusão tão desastrosa em um tempo tão bre­ve? A razão é elementar e univer­sal: Aplaudiram e alegraram-se com as promessas agradáveis de paz e segurança, mas o efeito cau­sado pela mentira não tardou a aparecer para o Catolicismo. Foi o estado ruinoso da corrupção em que o mundo se acostumou a viver; na enor­me mentira.

Eis o delito da paz e harmonia falsificadas sem a Lei de Deus.

Todos os aspectos da mentira são catastróficos. Ou mentiam a si mesmo considerando bom o estado em que vivem, ou mentiram aos outros considerando que a corrupção compensa e pode ser causa de bem e de paz.

A este ponto é preciso lembrar que assim como os conflitos e as guerras acon­tecem a despeito das ilusões subjetivas, assim também os pecados são cometidos contra uma moral objetiva conforme a mandamen­tos universais.

Em uma palavra, contra Deus, Causa e Justiça su­prema, revelado na Religião verda­deira.

A paz é o efeito que tem por causa a ordem na verdadeira Lei; a Lei divina ensina­da pela Igreja. Já o ensinava Santo Agostinho e sempre o ensinou a Igreja de Jesus Cristo, Príncipe da Paz.

Mas se os profetas de falsidades eram aplau­didos, claramente a mentira era cole­tiva, a satisfação geral: Refestela­vam-se na própria corrupção.

E a degradação religiosa, cedo ou tarde, explode como uma bomba.

Eis a relação direta lembrada neste século em Fátima: os pecados e a descrença são causas de con­flitos e guerras. Ao contrário, é pela penitente reparação destes e dos pecados pessoais que obtêm o efeito da pacificação. Falar, portan­to, de paz ignorando sua causa, não só é inútil, mas no especialíssimo caso atual, é alimentar a ignomínia do delito.

Todo este ensinamento constante das Sagradas Escritu­ras, que está expresso nas pala­vras dos Profetas, do Antigo Testa­mento como na Vida do Verbo Encarnado; todo esse pensamento compreensível aos homens de boa vontade, que a Igreja ensinou e os Papas sempre confirmaram; nestes dias espantosos que vivemos é transgredido deli­beradamente por quem diz falar em nome da Igreja e do Seu Chefe que diz representar.

O encontro das grandes religiões do mundo promovido por João Paulo lI e sucessor em Assis para rezarem pela paz, dispensando Jesus Cris­to, Senhor da História, não reúne, mas dispersa, não paci­fica, mas é razão de profunda apreensão católica.

Quem engen­dra tais ignomínias não serve à causa da paz, mas evoca com seu delito flagelos sem exemplo… o terceiro castigo da Profecia de Fátima.

Como a Igreja Católica é o meio para a aplicação da Graça e da Misericórdia de Deus no mundo, e o Papa é o chefe desse Obra, na falta deste o mundo vive o seu maior cataclisma social, moral e religioso.

Rezemos e testemunhemos a verdade da débâcle do Cristianismo na mesma Roma, para que os Sagrados Corações nos suscitem… «por fim»… um Papa católico que continue aquele liquidado desde 1958 com todo o seu séquito (cf. Terceiro Segredo de Fátima).

Nota:

Digno de nota o comentário do site Blogonicus:

A Vigília contra as profanações mobilizou Moscou. E nós, parte ou não dos 7 milhões de católicos brasileiros, o que fazemos diante das nossas profanações?

[…]

Cito como exemplo as manifestações pró-vida, sobretudo. Vinte pessoas se reúnem, rezam e protestam, entoam palavras de ordem pela defesa da vida do nascer ao declínio natural.

[…]

O que me deixa estarrecido é que são tão poucosPoucos é até um eufemismo quando comparamos com o tamanho do Brasil. (http://blogonicus.blogspot.pt/2012/04/foto-do-dia-exercito-russo.html)

Assim os 7 milhões ditos católicos parece ser só um valor fictício em relação a um resto realmente fiel.

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20 Respostas para “DELITO E CASTIGO NA PROFECIA DE FÁTIMA

  1. Daniela abril 24, 2012 às 1:03 pm

    Para entender em que se baseiam estas estatísticas, seria preciso perguntar o que pensam das outras religiões, visto que tenho a impressão que as pessoas se dizem católicas, só pelo fato de serem batizadas. Se a questão fosse aprofundada, se constataria que uma maioria nem tem noção do que seja ser católico. Mas até o simples batizado deveria lembrar o voto do Batismo: renunciar a Satanás e às suas obras e profanações!

    • Pro Roma Mariana abril 24, 2012 às 1:32 pm

      Bem a propósito da débâcle católica, consequente à ocupação modernista pela qual se reconhece e se quer submeter a Igreja à autoridade conciliar, vemos em que abismo está a fé no Brasil. Se há que reagir às profanações do que é sagrado, bem poucos aparecem, mesmo do mundo conservador e tradicional dos restantes 5% que constam como católicos. Porque deveriam reagir os 7 milhões que vão à missa nova se seus chefes festejam qualquer outra religião em Assis e no mundo? Haveria que esperar a conversão da Rússia, mas nem a sua consagração é pensável através desse aparato conciliar que declara não ser necessária conversão, mas só a liberdade de toda consciência. Esse imobilismo não é carisma de «fiéis ordinários ou extraordinários brasileiros», mas a marca dessa igreja conciliar, em cuja fé – que dispensa conversão – não há salvação nem neste mundo nem no outro.
      AD

  2. Roberto F Santana abril 24, 2012 às 5:04 pm

    São 7 milhões de almas enganadas pelo Novus Ordo, é melhor que se batize a criança e não a exponha à seita conciliar.
    Pesquisas não fazem mais sentido, pois a Nova Religião sendo protestantismo puro, qualquer resultado, seja um aumento de gente nos cultos de um Marcelo Rossi ou a diminuição de dizimistas na igreja da periferia, é mera estatistica.
    A única reação aceitável do infeliz que está no Novus Ordo é largar tudo e rezar o terço, melhor, porque contar com o mundo conservador e tradicional seria prolongar a desgraça.

    • Pro Roma Mariana abril 24, 2012 às 7:00 pm

      Dois fatos não podem deixar de interessar a quem vê em Fátima a profecia trazida pela Mãe de Deus para ajudar seus filhos a superar males espantosos no nosso tempo. Estes fatos marcam a sua história: – a dificuldade de acolher tal ajuda no tempo de Bento XV, Pio XI e Pio XII; – as tentativas de obscurece-la, com a censura de João 23 e sua adaptação à pessoa de João Paulo 2.
      Entre os dois factos se coloca a visão do Segredo, isto é do evento assinalado como um castigo mais devastador para a Fé da Igreja que as duas guerras mundiais e a revolução comunista: a hecatombe do Papa e dos testemunhos católicos, que se tornaria mais clara em 1960. E visto que o tempo do primeiro fato se concluiu com a morte de Pio XII em 1958, pode-se dizer que a devastação católica é consequência da falha em recorrer à Profecia divina, e esta a sua causa próxima. Em outras palavras, por ter falhado no recebimento do aviso e da ajuda de Fátima, o Papa católico foi virtualmente «eliminado» e substituído pelo “papado conciliar” que entendia adaptar a Igreja ao «Novus ordo seclorum» e inverter os termos do Segredo de origem divina.
      Ai sobreveio a ‘decapitação’ papal predita por Jesus na comunicação à Irmã Lúcia já em Agosto de 1931: “Faça saber aos Meus ministros que, como eles seguem o exemplo do rei da França ao retardar a execução de Meu pedido, eles o seguirão na desgraça”. (Documentos de Fátima do P. Joaquim Alonso e «Entre Fátima e o Abismo»).
      Eis que o clima pestífero do «novus ordo» civil e religioso envenena o mundo enquanto um mundo tradicionalista desatinado reconhece «papas anticristos»!
      Que Deus acuda o seu «mínimo resto».

      • Roberto F Santana abril 24, 2012 às 7:31 pm

        Nunca compreendi de maneira correta Fátima, talvez por uma má influência, tipo traditio.com ou pela influência emocional e exagerada de grupos pioneiros na tradição aqui no Brasil.Isso me causou repúdio e abandono de qualquer interesse.
        Mesmo assim, procuro compreender a situação estudando a história da Igreja no século XX.
        Gostaria de um maior esclarecimento sobre a dificuldade em se acolher a ajuda de Nossa Senhora nos anos de Bento XV, Pio XI e Pio XII.
        E também, o que se tornou mais claro em 1960?

      • Pro Roma Mariana abril 24, 2012 às 9:52 pm

        Sobre a dificuldade em se acolher a ajuda de Nossa Senhora:
        Bento XV pediu essa ajuda à «Regina pacis» numa carta a toda a Igreja de 5 de maio de 1917 – Nossa Senhora apareceu em Fátima 8 dias após, 13 de maio, com a resposta para a paz. Mas não foi recebida. Na Sua Mensagem consta o nome de Pio XI e os «erros da Rússia», que ele combateu, mas sem recorrer aos meios oferecidos. Pio XII, o Papa de Fátima, recorreu a estes durante a guerra e depois, mas sem efetuar a consagração solene como pedida. Quando morreu em 1958, a ajuda de Fátima ficou suspensa com a terceira parte da Profecia, que seria mais clara em 1960. Nesse ano os católicos já podiam ver que havia sido eleito «papa» o modernista e filo mação que assumiu o nome do anti-papa João 23. Este arquivou a Profecia e convocou o Vaticano 2 para abrir a Igreja à «nova ordem», declarando sua aversão às «profecias de desgraças». Eis que estas se abateram sobre a Igreja e vão se estendendo pelo mundo, desvelando esse «terceiro castigo» devastador na ordem espiritual.
        À tal apostasia, pode-se desde já saber, seguirá inevitavelmente o outro castigo: desta vez um inaudito flagelo material.
        Talvez então, muitos compreenderão que são os males espirituais, hoje causados pelo delito ecumenista conciliar contra Deus, a causa de imensas desordens no mundo. É o que as Sacras Escrituras sempre ensinaram e o Segredo de Fátima veio lembrar, para converter enquanto é tempo. Infelizmente poucos o querem entender porque a voz da Igreja foi sufocada pelos seus inimigos internos, de alto a baixo; dos «papas conciliares» ao clero ecumenista. Deve-se entender esta relação de causa e efeito, do delito ao castigo, para então testemunhá-la recorrendo como católicos à ajuda oferecida segundo os adoráveis desígnios de Deus que vêm através do Sagrado Coração de Jesus junto ao Imaculado Coração de Maria.

  3. Roberto F Santana abril 25, 2012 às 1:31 am

    Como Bento XV poderia saber de uma aparição em Portugal, a três crianças camponesas, isso considerando os meios de comunicação em 1917? Oito dias após seu apelo?
    E quando a notícia da aparição lhe chegou aos ouvidos, de que forma e através de quem?
    Acredito que deva ter levado alguns anos para que tal aparição tenha sido autênticada pela Igreja, antes de tal data, nenhum papa daria a confiança devida à aparição, se isso acontecesse seria coisa hostil à integridade da Igreja.
    Ficaria muito agradecido se pudesse me indicar link onde fosse possível ver a Mensagem que consta o nome de Pio XI.

    • Pro Roma Mariana abril 25, 2012 às 8:18 am

      http://promariana.wordpress.com/livros/ -Entre Fátima e o Abismo.
      Voltando à “dificuldade em se acolher a ajuda de Nossa Senhora”, note-se como esta se alonga no mesmo mundo católico e no tempo, até hoje.
      Pudera, os maiores sinais da Providência, como o grande milagre do sol para «autenticar» a Profecia de Fátima, passam por simples «revelações privadas» e podem ser noticiados até nos jornais; não sãp sinais que interessariam à integridade da Fé na Igreja.
      Com a aparição da Cova da Iria foi assim, e levou 13 anos para ser reconhecida, ao contrário de Lourdes e La Salette, que em breve tempo foram oficialmente reconhecidas. Compreende-se: era a mais «perigosa» de todas… para o «Adversário», que continua a operar para que se duvide de seu «Terceiro Segredo»!

  4. Daniela abril 25, 2012 às 2:59 pm

    O Papa como Vigário de Cristo é o primeiro que se deve ocupar de entender e aplicar os sinais que Cristo manda através de Sua Mãe. Se não é ele, quem mais tem essa missão e poder? Para mim, o Papado, justamente porque falhou neste seu precípuo dever, foi ferido tão duramente.

    • Pro Roma Mariana abril 25, 2012 às 3:11 pm

      Do Papa Bento XV deve-se dizer que falou sobre Nossa Senhora Medianeira da paz («È pur troppo vero» 24.12.1915) e escreveu a Carta ao Cardeal Gasparri para ser distribuída a todos os Bispos do mundo no dia 5 de maio de 1917. Nesta, recorria à «intercessão da Mãe de Deus naquela hora tremenda» da Grande Guerra, com a jaculatória – Rainha da paz, rogai por nós. Visto que a Igreja reconheceu e celebra as aparições de Fátima, se sabe que a resposta do Céu veio em seguida. Mas na Mensagem de 13 de julho Nossa Senhora diz: “A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja; os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas; (Em Portugal se conservará sempre o dogma da fé, etc… isto não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo. TERCEIRA PARTE do Segredo)… Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.”
      Aqui se deve retificar o livro «Entre Fátima e o Abismo» sobre a colocação da terceira parte do Segredo, conforme melhor explicação no escrito «Da validade do Segredo publicado em 2000». Além disso, pode-se observar que quando Nossa Senhora diz que virá «pedir a consagração da Rússia», não exclui o tempo de Bento XV, morto em 1922 sem acusar a Revolução russa e só tendo aludido indiretamente a Fátima; mas veio no momento mais propício de uma objetiva «sabedoria política», como explicado no mesmo livro (p. 28). A Profecia de Fátima inclui a mais alta visão histórica dos grandes delitos políticos e religiosos dos últimos tempos. Desde então, tudo isto se multiplicou para a perdição das almas. Enquanto o delito do aborto passou a ser «sacrifício perpétuo» na Terra, o Santo Sacrifício, fortaleza da Fé, tem sua continuidade suspensa, como profetizou Daniel, confirmado por Nosso Senhor.
      Onde quem proclame a reparação universal a tanta ignomínia?

  5. Leonardo abril 25, 2012 às 3:37 pm

    Lembro de ter lido no final dos anos oitenta num livro do Boff que ele declarava a “caneca do Jô Soares” algo sagrado. Parece piada, mas tá lá! Não é que, quando tentava estudar “teologia” de novo numa faculdade inclusive para seminaristas (éramos só 4 leigos – todos abandonamos), um aluno seminarista sacou a mesma frase do Boff numa aula sobre sacramentos. O professor era padre e pároco numa catedral. Ele concordou com o aluno que o valor humano dita o sagrado. E passava a letra daquela música de Beto Guedes: “tudo que move é sagrado…”. Eu não suportei e questionei se não achavam que se fazemos de tudo sagrado, nada mais será sagrado, pois sagrado se confunde com santo, separado por uma embaixada ou intervenção divina. O professor respondeu, então, que eu estava sendo maniqueísta. Repliquei que era ele que não admitia uma crítica que buscasse identificar conceitos e saí de sala para nunca mais voltar àquela escola. Só para citar o estado dos seminários, o professor de moral (padre que alguns diziam ser pai de família) dizia que antes do concílio valia a lei e que agora vale a pessoa. O professor de direito canônico (padre afeminado) dizia com um gozo de fazer todos seminaristas rirem que o último seminarista que se ordenou lá estava usando batom no dia da ordenação e que ao seu questionamento, respondeu que foi um padre que passou o batom nele. Ótimo para mim que acabei descobrindo de onde vieram todas estas coisas que dominam a Igreja. Mas, Sr. Araí, penso que o Sr. deve vir ao Brasil para dar palestras sobre Fátima, a conspiração contra as aparições marianas e o final da vida da Irmã Lúcia. Entre nós há muita deficiência e desvio de informações. Eu mesmo não entendi o silêncio de Lúcia na reta final de sua vida e aquela história dela ter feito um acordo obsequioso com a Cúria! Lúcia desistiu?

  6. Roberto F Santana abril 25, 2012 às 3:54 pm

    Quando a Daniela diz:

    “Para mim, o Papado, justamente porque falhou neste seu precípuo dever,…”

    O Papa é infalível e ninguém pode julgá-lo.É justamente isso que deve-se tomar cuidado quando se estuda a história de Fátima entre 1917 e 1958.
    Soma-se à história de Bento XV, o mérito do Santo Papa de ter instituido a festa (para alguns lugares) de Nossa Senhora Mediadora de Todas as Graças, 1921.
    É claro, a festa foi expurgada no missal de João XIII de 1962.

    • Pro Roma Mariana abril 25, 2012 às 6:21 pm

      Também lembro de ter lido no final dos anos oitenta num livro do Boff que ele declarava a “caneca” (ou o cinzeiro) algo sagrado. Mas era a do próprio pai, que dava como exemplo de sagrado na sua “teologia protestante”, quando o valor humano dita o sagrado; o subjetivo o objetivo. É isso: antes do Vaticano 2, valia a Lei; depois a pessoa, conforme o «personalismo» wojtyliano da «dignidade e redenção universal».
      No Brasil, dei um grande número de palestras sobre Fátima. Na Diocese de Campos, percorri as paróquias, apresentado em quase todas por Dom Mayer, que me deu também a honra de apresentar meu livro sobre a conspiração contra as aparições marianas.
      Sobre o final da vida da Irmã Lúcia – que suscita tantas dúvidas -, pela sua sobrinha tenho prova que ela leu e não contestou no meu livro nada senão o fato de ser polêmico: sim, com a maneira como ela mesma e principalmente a Mensagem de Nossa Senhora foram tratados. A deficiência e desvio de informações veio também de cima, como penso ter demonstrado no livro.
      Porém, que eu saiba, ninguém, apelando-se à infalibilidade, contestou a comunicação de Nosso Senhor: “Faça saber a Meus ministros que, como eles seguem o exemplo do rei da França ao retardar a execução de Meu pedido, eles o seguirão na desgraça”. É o que está simbolicamente na visão do «Terceiro Segredo» e corresponde à «eliminação» por um tempo do Papa católico.
      Fato é que um claro sinal dos desígnios divinos para o nosso tempo, como Fátima, foi confundido. A quem atribuir responsabilidade, senão a quem tem a maior autoridade espiritual? Não podem ser contestadas falhas históricas dos Papas? Será que a triste realidade que vivemos não deve ser vista como efeito de omissões no uso da autoridade?
      A autoridade e infalibilidade papal são talvez honrarias para a qual a função vigária, de representação da Palavra e dos sinais da vontade divina, é simples opção? Se um verdadeiro Papa declarasse que Fátima é uma ilusão devia ser ouvido pelos católicos. Mas Pio XII perguntou no fim da vida, agosto de 1958, a um grupo de peregrinos americanos conduzidos pelo padre Leo Goode: “Acreditais em Fátima?” À resposta positiva dos fiéis o Papa continuou: “Se quisermos paz, devemos todos obedecer aos pedidos feitos em Fátima. O tempo de duvidar de Fátima já passou. Agora é o tempo de agir.” (FGS, p. 73).
      Mas a ocasião passara e ele havia promovido homens que seriam os bispos, cardeais e «papas» da autodemolição da Igreja. São os fatos a demonstrar a verdade desse julgamento.

      • Roberto F Santana abril 26, 2012 às 10:48 am

        Quero reafirmar minha ignorância sobre Fatima e minha vontade em crer e aperfeiçoar-me no conhecimento da Aparição de Nossa Senhora.
        A morte de Pio X, facilitou muito a vida dos modernistas. A influência dos inimigos aumentou, assim como a infiltração em altos cargos. Julgar os homens da Igreja entre 1914 e 1958 é muito difícil, e mesmo, o atrevimento de querer julgar Papas seria mais difícil ainda, porque o simples fato de se julgar um homem que está acima de qualquer julgamento já é sinal que se quer trazer a balança para interesses pessoais. Somente o caso de heresia manifesta dobraria essa regra, o que não é o caso.
        Não podemos atribuir aos Papas, coisas que podem ter sido manipuladas na hierarquia logo abaixo do Sumo Pontífice, sem que ele mesmo tivesse conhecimento, informações importantes podem ter sido omitidas, desvirtuadas, modificadas, alteradas e mesmo fatos que lhes chegassem às mãos poderiam ser envenenados de forma rápida, principalmente tendo um Bea como confessor…
        Como eu disse, sou ignorante em Fatima, mas traço um paralelo de outro fato nesse momento dramático da história, é o caso da Comissão para Reforma Litúrgica de 1948 e as reformas da Semana Santa.
        Pio XII em 1947, já sabia que a Missa Católica corria sério perigo, em sua enorme e pesada Mediator Dei, fecha e bloqueia qualquer tentativa de destruição, a encíclica nada mais é que uma esmagadora imposição de autoridade, de dar inveja a um Nabucodonosor, nela, o Santo Padre puxa violentamente para si, tudo que diz respeito à Liturgia, não adianta. O inimigo já está nos corredores e tudo deturpa e esconde. Pio XII sozinho e enganado confia a responsabilidade do tesouro da Santa Missa a um canalha traidor, Bugnini, que o engana e menti. Começa então a destruição da Missa Católica, quando chega JP23, a coluna de concreto já tinha sido atingida, o Tríduo Pascal já levara o peso de um aríete. Continuar o relato do que veio a seguir seria falar demais.
        A isso, poderíamos falar ainda, da total desvirtuação do jejum eucarístico da meia-noite, coisa que nunca foi revogado por Pio XII na Christus Dominus de 1953, alterada sorrateiramente por modernistas, reduzindo o dever à simples três horas, coisa que não presta nem a um simples exame de sangue.
        Quase tudo que passava pelas mãos ou simples olhar do Papa, ia diretamente para as Comissões, enfestadas de malvados, eram verdadeiras máquinas da mentira, as conferências, fábricas da deturpação.
        A culpa é dos comandados e não dos comandantes, cortemos, pois, somente as gargantas dos incompetentes.
        Papas são como imperadores romanos, nada os toca, abaixo deles a arraia-miúda sempre tramando como derrubá-lo, assim como César (general), não estão imunes às apunhaladas nas costas.
        É longa a lista de incompreensões, más interpretações. Ao final, até mesmo a poderosa Mediator Dei foi movida contra seu criador, como arma capturada e roubada pelo inimigo.
        Colocar em dúvida a conduta de um Bento XV, de um Pio XI e de um Pio XII, é espalhar, não é juntar, esses homens são intocáveis, são as últimas águias que voavam antes do crepúsculo que se fechou em escuridão no outubro de 1958. Seria o mesmo que responsabilizar Nosso Senhor Jesus Cristo pelo dinheiro que sumia da bolsa dos apóstolos.
        Não temos culpa direta se o segredo, não foi revelado, mas olhar para trás em lugares que nossa visão não alcança e apontar nossos dedos para esses ungidos, ai sim vamos ter culpa e teremos que enfrentá-los cara a cara em nossos julgamentos.
        É claro, Pio XII tinha sua personalidade, assim como São Pio X tinha a sua, Sarto era homem espetacular, de uma visão histórica tremenda, via no horizonte a tempestade que vinha, mas foi Deus que imprimiu esta qualidade em sua alma, sopro do Espírito Santo na sua dramática eleição. Deus não esquece os seus, para Pacelli reservou a qualidade do vigia forte que cuida da casa, Pio XII dedicou seu reinado somente para proteger a colina Gólgota, onde todos os dias o sangue de Cristo corria de maneira incruenta, que missão! Que destino!
        Não, deixemos em paz esses homens, que nenhuma sombra de suspeita jamais passe sobre nós, se isso acontecer, tudo estará perdido. O que temos a fazer é ficar marcos de pedra nas fronteiras de nossa presunção, no limite de nossa curiosidade, no fim de nosso orgulho.
        Os cálices de della Chiesa, Ratti e Pacelli foram cheios na medida certa, transbordaram. Cumpriram suas missões, nada faltou, nada em excesso.
        As costas de Pio XII não iriam aguentar mais esse peso, ele foi até onde Deus quis que fosse.
        A luta de Pio XII foi pela Missa.
        Morreu de dor. Igual soldado.
        Morreu de tristeza. Igual soldado que vê sua pátria vencida pelo inimigo, e sua casa arrombada, sua esposa e filhos estuprados e por fim mortos.

  7. Leonardo abril 25, 2012 às 10:18 pm

    Há um padre português com vídeos no Youtube a dizer (repetindo os comunistas da época) que Fátima foi invenção de algumas autoridades do clero daquele tempo que queriam investir contra o papa. Diz ainda que teriam feito algo como lavagem cerebral nos videntes. E aproveitou visitas do papa em alguns países para divulgar sua conspiração contra Fátima. As autoridades não o repelem, apesar da declaração oficial da Igreja, pois, então, a Igreja teria mentido e o “torturante” episódio custado duas vidas de menores. O padre repete as mesmas acusações da imprensa governamental na época e parece compartilhar sua orientação maçônica. Noutra parte, até aqui no Brasil, crescem as acusações contra Melanie que, para alguns, teria inventado que Roma perderia a fé depois de se sentir perseguida e de guardar rancor. Vejam como são perversos! Acusam do que fazem e depois que fizeram o mal dizem que seus adversários o fizeram! É pura maldade satânica! Estratégia lenilista! Como satanás, reiventam a mentira! Tudo isso deixa certíssima a mensagem de Nossa Senhora de que a arma de seu exército é o Rosário e a Penitência, pois nada pode vencer satanás com tantas mentiras se não a humildade de Nossa Senhora, a qual não conseguimos ter, mas por ela podemos ser favorecidos de modo sobrenatural.

    • Pro Roma Mariana abril 26, 2012 às 4:23 pm

      “Colocar em dúvida a conduta de um Bento XV, de um Pio XI e de um Pio XII, é espalhar, não é juntar, esses homens são intocáveis, são as últimas águias que voavam antes do crepúsculo que se fechou em escuridão no outubro de 1958.”
      Esse comentário reflete um sentimento de afeto pela figura do Papa, o que pode ser bom, se segue um bom raciocínio. Ora, Bento XV desfez, mantendo as aparências, muitas das barreiras postas por São Pio X contra a infecção modernista, que desde então se alastrou. Sobre qual conduta intocável se coloca a dúvida? O bom sentimento católico, neste e em outros casos, deve reconhecer a verdade para o bem das almas e a honra da Igreja e do Papado, o que está acima de qualquer homem.
      Com respeito a Fátima, é um fato histórico: depois deles e mesmo de Pio XII, só aumentou a confusão. Isto sim seria o mesmo que responsabilizar Nosso Senhor Jesus Cristo ou Nossa Senhora, pela falta de clareza transmitida aos apóstolos papais quanto à ajuda de Fátima; dada para ajudar a Igreja em nossos tempos, mas não reconhecida e sobre a qual os fiéis não se juntam, mas se espalham… e atrapalham!
      Nas questões da Igreja, não se trata tanto de sentimentos como de razões de Fé. Estas sim juntam na Verdade!

  8. Rodrigo Ruiz abril 30, 2012 às 3:56 am

    Certa feita alguém comentou comigo que Bento XV fora inimigo pessoal de São Pio X. Essa informação procede?

    • Pro Roma Mariana abril 30, 2012 às 4:12 pm

      A expressão «inimigo pessoal» entre papas católicos não parece própria. Havia, porém, uma clara diferença no modo de enfrentar as grandes questões da Ordem cristã. Bento XV era da parte do influente cardeal Rampolla del Tindaro, Secretário de Estado do Papa Leão XIII e promotor da política de ralliement, nome com o qual é definido o convite feito pelo Vaticano de adesão dos católicos franceses à Terceira República. Tal política, visto que implica uma iniciativa feita em nome da Igreja, acaba por indicar, inevitavelmente, muito mais, isto é uma tendência à conciliação com os poderes modernos por razões diplomáticas. Naqueles anos tal tendência parecia tocar apenas a política civil, mas na verdade era fruto da mentalidade conciliar de marca modernista que se difundia na Igreja. Muitos de seus promotores modernistas operavam na Igreja com tal praxis, segundo a qual a Igreja devia ser mudada desde seu interior, como depois teriam feito, na medida dos cargos que lhe foram confiados. Ora, Bento XV continuou oficialmente a condenar o modernismo, mas sem opor a este as barreiras levantadas por São Pio X, mas ao contrário deixando que seus adeptos fizessem carreira.
      Assim Roncalli, o futuro João XXIII, embora suspeito, continuou a ser secretário do bispo de Bérgamo. Em 1919 teve uma primeira audiência com o papa Bento XV e no ano seguinte foi convidado a presidir um Concílio a fim de reorganizar obras missionárias nas dioceses italianas. Roncalli em Roma (12.2.1921) foi recebido pelo Papa que o nomeia Monsignore. Haveria que indagar se esta promoção romana de um simples professor, suspeito de Modernismo, fosse normal ou resultado da influência do bispo Radini Tedeschi, homem de Rampolla, junto ao papa Della Chiesa (Bento XV). O fato é que durante o Pontificado de Bento XV os eclesiásticos apreciados por São Pio X foram marginalizados enquanto aos outros se abriram as portas vaticanas, como no caso do jovem Giovanni Battista Montini que, em Roma, com Roncalli havia iniciado uma longa amizade desde 1924. Nesse ano depois da morte de Bento XV, no reinado de Achille Ratti, aliás Pio XI, eleito em Fevereiro (1922), foi confirmado como Secretário de Estado o «rampoliano» Gasparri. Pio XI não era certamente modernista, mas foi o papa das concordatas, inimigo de compromissos «pan-cristãos» (Enc. Mortalium animos), foi continuador dos acordos diplomáticos, que procurou até com o regime de Lenin. Nisto podemos aquilatar a diferença de visão entre São Pio X e os sucessores, de Bento XV a Pio XII, tempo em que prosperaram modernistas como Roncalli, ao ponto de ser enviado como núncio em Paris. Lá, seu amigo mais íntimo foi o Barão Yves Marsaudon, neto do monsenhor Le Cam, colaborador de Rampolla, nomeado em 1946 Ministro da Ordem de Malta em Paris, irmão mação desde 1926 da Grande Loja da França, e enfim desde 1932 Mestre Venerável e 33° grau da Loja Republique. Quando, por pertencer a estas sociedades secretas, o que é proibido pela lei da Igreja, ele se aconselhou com Roncalli, foi aconselhado a permanecer sossegado na Maçonaria! Este programa exigia o conceito fraternal da tolerância, mesmo na doutrina: procurar em cada coisa mais o que une, do que aquilo que divide. Portanto, havia que deixar de lado os dogmas católicos, a necessidade de conversão, a autoridade do Vigário de Cristo, enfim, as palavras do próprio Jesus Cristo, que dividem. Eis a diferença fundamental.

  9. Izaia julho 14, 2012 às 2:24 pm

    perai parente, me explica um negócio,a Biblia fala quem morre não volta.so no dia do arrebatamento q os mortos resucitarão,comoi Maria ia aparecer se ela já morreu? e a Bíblia fala q só Deus é onipotentente,onicientee onipresente..ou ela tambem é tudo isso?

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