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	<title>Pro Roma Mariana</title>
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	<description>Fátima e a Paixão da Igreja</description>
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		<title>Nossa Senhora Auxiliadora, ora pro nobis!</title>
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		<pubDate>Fri, 24 May 2013 08:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[A invocação a Maria Auxiliadora tem raízes no ano 1571, quando os Otomanos depois de conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, estenderam o plano de expansão à Europa. Foi então que o Papa São Pio V, solicitou os chefes das nações cristãs a unirem-se para organizar uma esquadra que defendesse o continente cristão do poder maometano. [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3307&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/nc2aa-src2aa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3308" alt="Nª Srª" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/nc2aa-src2aa.jpg?w=300&#038;h=200" width="300" height="200" /></a></p>
<p>A invocação a Maria Auxiliadora tem raízes no ano 1571, quando os Otomanos depois de conquistar várias ilhas do Mediterrâneo, estenderam o plano de expansão à Europa.</p>
<p>Foi então que o Papa São Pio V, solicitou os chefes das nações cristãs a unirem-se para organizar uma esquadra que defendesse o continente cristão do poder maometano.</p>
<p>Para esta defesa do Catolicismo o principal era invocar o auxílio de Nossa Senhora. E assim foi, apesar da disparidade de forças navais, a vitória aconteceu no dia 7 de outubro de 1571.</p>
<p>Afastada a ameaça muçulmana, o Pontífice quis que todo o mundo católico demonstrasse para sempre a sua gratidão à Virgem Maria, acrescentando nas populares ladainhas de Loreto a invocação: <b>Auxiliadora dos Cristãos,</b> ora pro nobis.</p>
<p>Quanto à festa em honra de Nossa Senhora Auxiliadora, esta foi oficialmente instituída em 1816, pelo Papa Pio VII, a fim de perpetuar mais um evento que atesta a intercessão da Santa Mãe de Deus nos tempos revolucionários de Napoleão I.</p>
<p>De fato este imperador empenhou suas forças na conquista de toda Europa sem excluir o Norte da Itália, Veneza e os Estados pontifícios, onde reinava então o Papa Pio VI.</p>
<p>O Pontífice fez então uma súplica à Mãe de Deus para que protegesse os cristãos. Naquela ocasião, era o ano 1796, esse auxílio foi concedido em modo extraordinário. “Nunca na história da Igreja, algo semelhante havia acontecido”. Essa a afirmação ousada – mas justificada – por historiadores que lidam com acontecimentos estranhos do livro de que vamos falar e que é dedicado a tal evento. Enquanto os ferozes saqueadores de Bonaparte invadiram os Estados Pontifícios, em Roma, a partir de 9 de julho de 1796, mais de uma centena de imagens (principalmente marianas) se &#8220;animaram&#8221; com expressões emocionadas, ou então, com os olhos que mudavam de cor, e às vezes de expressão. O fenômeno começou pouco antes de Ancona e foi testemunhada pelo próprio Napoleão, que ficou impressionado. Mas na capital, houve uma verdadeira &#8220;explosão&#8221;, que durou meses, sob os olhos de duzentos mil habitantes, incluindo não católicos, sem nenhuma voz discordante. Mesmo as autoridades religiosas – receosas de irritar os invasores &#8211; foram &#8220;forçadas&#8221; a abrir um processo rigoroso, onde desfilaram dezenas e dezenas de testemunhas juramentadas, alguns deles homens de ciência. No julgamento final, não foi possível hesitar: Maria tinha realmente demonstrado sua vontade de reforçar os ânimos para a proteção da cidade ameaçada. Foi assim que ficou inserida na liturgia, a &#8220;festa dos milagres da Virgem Maria.&#8221;</p>
<p>Se a lembrança dessa festa ainda é comemorada, a história, mesmo se autenticamente católica desses fatos incríveis, parece perder-se a memória, liquidados apressadamente como uma psicose coletiva. Rino Camilleri foi o autor contemporâneo que reconstruiu com objetividade e seriedade, a série de tais acontecimentos misteriosos e inéditos. Depois, confrontado a sua veracidade e seu significado com Vittorio Messori, o conhecido escritor, escreveram em conjunto este livro intitulado «Gli occhi di Maria» (Rizzoli), onde também tratam do calendário e do sentido dos milagres marianos em toda a Itália e no mundo, a partir do que acontecera em Roma no mês de julho de 1796.</p>
<p>Tudo parece escrito segundo um plano providencial, que porém não evitou a tomada da Cidade Santa e do sequestro do Papa Pio VI, que foi levado para a França onde morreu.</p>
<p>Napoleão foi excomungado pelo Sumo Pontífice Pio VII, sucessor de Pio VI. Em resposta, o imperador francês seqüestrou também este Vigário de Cristo, levando-o para Paris, onde permaneceu prisioneiro durante anos e teve que assistir à auto-coroação de Bonaparte. Mas sempre movido por fé ardente na vitória do bem e da Igreja, Pio VII recorreu à intercessão de Maria Santíssima, com a promessa de coroar solenemente a imagem de Nossa Senhora apenas fosse libertado. Quando Napoleão cedeu à pressão perante o mundo de sua responsabilidade nesse sacrilégio, e libertou o Papa, Pio VII voltou a Savona para cumprir a sua promessa. No dia 24 de maio de 1814, entrou solenemente em Roma, recuperando o seu poder sobre os bens da Igreja, que foram restituídos. Consta que Napoleão acabou por assinar a sua abdicação no mesmo palácio onde aprisionara o Pontífice.</p>
<p>Para que fosse lembrado o agradecimento à Santa Mãe de Deus, o Papa Pio VII criou a festa de Nossa Senhora Auxiliadora, fixando-a no dia de sua volta solene a Roma.</p>
<p>Dom Bosco, grande apóstolo da juventude, iria mais tarde adotar esta invocação para a sua Congregação Salesiana, uma vez que também esta viveu numa época de lutas com o poder civil. A fundação de sua família religiosa, que difunde pelo mundo o amor a Nossa Senhora Auxiliadora, deu-se sob o ministério do Conde Cavour, no auge dos ódios políticos e religiosos que culminaram na queda de Roma e destruição do poder temporal da Igreja. Nossa Senhora foi colocada à frente da obra educacional de Dom Bosco para defendê-la em todas as dificuldades.</p>
<p>No ano de 1862, as aparições de Maria Auxiliadora na cidade de Spoleto marcam um despertar mariano na piedade popular italiana. Nesse mesmo ano, São João Bosco iniciou a construção, em Turim, de um santuário, que foi dedicado a Nossa Senhora, Auxílio dos Cristãos.</p>
<p>Dom Bosco ensinou aos membros da família Salesiana a amarem Nossa Senhora, invocando-a com o título de AUXILIADORA. Pode-se afirmar que a invocação de Maria como título de Auxiliadora teve um impulso enorme com Dom Bosco. Ficou tão conhecido o amor do Santo pela Virgem Auxiliadora a ponto de Ela ser conhecida também como a &#8220;Virgem de Dom Bosco&#8221;. Escreveu Dom Bosco: &#8220;A festa de Maria Auxiliadora deve ser o prelúdio da festa eterna que deveremos celebrar todos juntos um dia no Paraíso&#8221;.<br />
A Santíssima Virgem Maria foi constituída Auxiliadora dos Cristãos por inefável desígnio de Deus. Assim, nos momentos mais atribulados na vida da Cristandade e da Igreja, nós a temos como Senhora e Protetora e Ela apareceu em Roma, em Paris, na montanha de La Salette, em Lurdes e em Fátima, só para citar os momentos mais importantes de Seu auxílio no reforço da fé dos filhos da Igreja Católica.</p>
<p>Por isto, também nesta hora mais crucial para a vida da santa Madre Igreja, devemos continuar a pedir-lhe: Dignai-vos mostrar o Vosso auxílio poderoso para o nosso tempo tenebroso. Preservai os vossos filhos de todo perigo contra a pureza e integridade da Fé, porque só nela se agrada a Deus e se encontra a salvação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3307&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>BERGOGLIO E CANTALAMESSA ACELERAM A INVERSÃO CONCILIAR</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 14:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Arai Daniele Rememoramos o momento extraordinário na História do Universo que foi a Pentecostes anunciada dez dias antes por Nosso Senhor Jesus Cristo antes de ascender aos Céus: «Ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém para que aguardassem a promessa do Pai, a qual ouvistes de Minha boca; «porque João na verdade batizou em água; [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3296&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/bergoglio-y-cantalamesa.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3297" alt="Bergoglio y Cantalamesa" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/bergoglio-y-cantalamesa.jpg?w=300&#038;h=201" width="300" height="201" /></a></p>
<p><b><i>Arai Daniele</i></b></p>
<p>Rememoramos o momento extraordinário na História do Universo que foi a Pentecostes anunciada dez dias antes por Nosso Senhor Jesus Cristo antes de ascender aos Céus: <strong><i>«Ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém para que aguardassem a promessa do Pai, a qual ouvistes de Minha boca; «porque João na verdade batizou em água; vós, porém, sereis baptizados no Espírito Santo, daqui a poucos dias». Então, os que estavam reunidos perguntaram a Jesus: «Senhor, porventura chegou o tempo em que restabelecereis o Reino de Israel?» Jesus respondeu: «Não pertence a vós saber os tempos e nem os momentos que o Pai reservou ao Seu poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e Me sereis testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e na Samaria, e até às extremidades da Terra». </i></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><i><span style="text-decoration:underline;">E tendo dito isto, elevou-Se à vista deles</span></i></strong><strong><i>. </i></strong>(At I, 4-8)</p>
<p>A pergunta dos Apóstolos sobre o restabelecimento do Reino de Israel era ligado à necessidade da grande conversão ensinada por Jesus, que dizia respeito ao mundo todo, a começar pelos mesmos Judeus. Nela foi centrado o primeiro discurso de Pedro depois da descida do Espírito Santo que os fortificou na Fé, Esperança e Caridade de Deus.</p>
<p><b>A inversão do Evangelho no «magistério conciliar»</b></p>
<p>A missão confiada a São Pedro foi exposta no seu inicial discurso magisterial infalível, registrado nos Atos dos Apóstolos. Este seguiu o admirável fragor do Pentecostes, quando com línguas de fogo todos os Apóstolos ficaram repletos do Espírito Santo, e iniciaram a falar em línguas. Estavam em Jerusalém então judeus devotos de todas as nações do mundo. «Quando ouviram o estrondo se reuniram confusos, pois ouviam os discípulos a falar na sua própria língua&#8230; cada um ouvindo as maravilhas de Deus anunciadas na própria língua! &#8230; Então Pedro, que estava ali com os outros onze Apóstolos, levantou-se e disse em voz alta: <i>“Homens da Judéia e todos os que vos encontrais em Jerusalém! Compreendei o que está a acontecer e prestai atenção às minhas palavras:  estes homens não estão embriagados como pensais, são apenas nove horas da manhã. Mas está ocorrendo aquilo que o profeta Joel anunciou:  &#8220;Nos últimos dias, diz o Senhor, Eu derramarei o meu Espírito sobre todas as pessoas. Os vossos filhos e filhas vão profetizar, os jovens terão visões e os anciãos terão sonhos. E, naqueles dias, derramarei o meu Espírito também sobre os meus servos e servas, e eles profetizarão. Farei prodígios no alto do céu e sinais em baixo na terra: sangue, fogo e nuvens de fumo. O Sol transformar-se-á em trevas e a Lua em sangue, antes que chegue o dia do Senhor, dia grande e glorioso. E todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo&#8221;. Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré foi um homem que Deus confirmou entre vós, realizando por meio d&#8217;Ele os milagres, prodígios e sinais que bem conheceis. E Deus, com a sua vontade e presciência, permitiu que Jesus vos fosse entregue, e vós, através de ímpios, mataste-O, pregando-O numa cruz. Deus, porém, ressuscitou Jesus, libertando-O das cadeias da morte, porque não era possível que ela O dominasse&#8230; Deus ressuscitou Jesus; nós todos somos testemunhas disso. Ele foi exaltado à direita de Deus, recebeu do Pai o Espírito prometido e comunicou-O: é o que vedes e ouvis&#8230; Que todo o povo de Israel fique a saber com certeza que Deus tornou Senhor e Cristo aquele Jesus que vós crucificastes».</i></p>
<p><b>O</b> <b>anúncio de Pedro e sucessores para a grande conversão</b></p>
<p><i>«Quando ouviram isto, todos ficaram de coração aflito e perguntaram a Pedro e aos outros discípulos: «Irmãos, que devemos fazer?»  Pedro respondeu: “Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para o perdão dos pecados; depois recebereis do Pai o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é em favor de vós e de vossos filhos, e para todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar”. Com muitas outras palavras, Pedro lhes dava testemunho e exortava, dizendo: “Livrai-vos da gente corrompida”. Os que acolheram a palavra de Pedro receberam o batismo. E nesse dia uniram-se a eles cerca de três mil pessoas (At 2, 6&#8230;41).</i></p>
<p><b>O presente sinal de ruptura da missão papal</b></p>
<p>A missão expressa neste texto é como a Carta magna para a conversão de todos, a começar pelos Judeus. Só um «outro» papado, alheio ao sentido do Evangelho, pode contrariá-lo levando a pensar que, não só os da casa de Israel não precisam receber o dom do Batismo e do Espírito Santo para salvarem-se, mas que <i>“todos os justos do mundo, mesmo ignorando Cristo e a Sua Igreja, sob o influxo da graça, procurando Deus com o coração sincero, é chamado a edificar o Reino de Deus”</i> (João Paulo 2º, 6 de dezembro de 2000).</p>
<p>Segundo essa nova doutrina conciliar a Fé não seria mais necessária para edificar o Reino de Deus e salvar. Bastaria, sob o influxo de uma graça ordenada à sinceridade e à boa vontade, procurar Deus, mesmo ignorando Cristo e a Sua Igreja e portanto o que ensinaram os verdadeiros Papas desde o tempo de São Pedro.</p>
<p>Ora, o que estes sempre ensinaram é que a graça é ordenada à Fé de Cristo. Porém, esta «nova religião» da salvação pela boa vontade pode mesmo ignorar a Redenção do Salvador, que demandando a adesão pessoal, não é por isto global, como quer a heresia da enc. <i>«Redemptor hominis».</i></p>
<p>Com esta inversão, João Paulo 2º foi além do Protestantismo.<b> </b></p>
<p><b>Eis a paixão terminal da Igreja: </b>pastores em veste papal portadores da inversão do Evangelho, que cancela a missão da Igreja de pregar a necessidade da fé em Jesus Cristo em todo o mundo, segundo o mandato divino, a começar pelos Judeus.</p>
<p>O católico fiel que segue a paixão da Igreja tem o dever de testemunhar essa inversão.</p>
<p>A Providência divina com a visão da 3<sup>a</sup>. parte do Segredo de Fátima, da hecatombe do Papa com seu longo séquito católico, desvelou que o pior atentado contra a Fé pesa sobre o mundo hodierno desde pouco antes de 1960. Trata-se do “abatimento” da autoridade católica, fato que, embora obscuro, como o foi por quarenta anos o «Segredo» , está na raiz da crise universal que atinge não somente a Religião, mas os princípios mesmos da ordem, da moral e da justiça na sociedade humana.</p>
<p>Esta crise é ligada à mega metamorfose eclesial que seguiu a demolição católica e a ascensão de uma nova classe clerical ideada pelas lojas para implementar o <i>ecumenismo mação</i>. Os fatos estão aí para confirmá-lo, para quem está fundado na Fé e no Magistério da Igreja, que já condenou esse pérfido <i>ecumenismo, </i>especialmente com a Encíclica <i>Mortalium animos </i>de Pio XI, escandalosamente contrariada.</p>
<p>A Igreja é, pois, vítima de uma velada, mas evidente oposição ao seu Magistério, promovida em nome do <i>magistério pastoral </i>do Vaticano 2, que com os seus documentos <i>Unitatis redintegratio</i> e <i>Nostra Aetate, </i>levaram esse falso <i>ecumenismo</i> ao disparate hodierno de uma união religiosa global, sempre almejada pela Maçonaria.</p>
<p>Hoje, vemos essa infame inversão do Apostolado católico patrocinado por Bergoglio, que já iniciou o trabalho com suas promoções.</p>
<p>Acompanhem isto nesta nomeação do novo arcebispo de Buenos Aires na pessoa de seu comparsa Fernandez: <a href="http://pagina-catolica.blogspot.pt/2013/05/francisco-premia-rector-hot.html">http://pagina-catolica.blogspot.pt/2013/05/francisco-premia-rector-hot.html</a> .</p>
<p>E a eminência Cantalamessa é figura presente nos novos rituais. Sobre este «guru» da «nova verdade»&#8230; <strong><em>&#8220;verum est faciendum&#8221;</em></strong> da « <i>praxis» </i>ver artigo em<i> </i><a href="http://wp.me/pWrdv-Oi" rel="nofollow">http://wp.me/pWrdv-Oi</a> (<b>55 ANOS DO VILIPÊNDIO CONCILIAR-ECUMENISTA DA VERDADE, e seus festejados gurus!</b></p>
<h2 align="center"><strong>PODERÁ O &#8220;PAPA&#8221; APARENTE PRATICAR ACTOS VÁLIDOS COM SUPRIMENTO DE NOSSO SENHOR ?</strong></h2>
<p align="right"> Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral</p>
<p> A resposta é NÃO. Efectivamente, quando os heresiarcas, inclusive o supremo heresiarca, que usurparam as estruturas materiais da Santa Madre Igreja praticam algum acto, ou produzem alguma asserção, MATERIALMENTE boa, É SEMPRE PARA FAZEREM PASSAR O MAL.</p>
<p>Nosso Senhor Jesus Cristo não pode, por definição Teológica da própria bondade Divina, suprir um acto praticado com uma intenção formalmente má. E qual é essa intenção? Evidentemente que é a destruição da Igreja. Hodiernamente, quando a Santa Madre Igreja já está destruída, como realidade social e cultural; o objectivo passa a ser: TORNAR IMPOSSÍVEL A SUA RECONSTITUIÇÃO.</p>
<p>Nosso Senhor, e a própria Igreja Eterna, podem sim suprir um acto praticado com uma intenção formalmente boa, embora num registo disciplinar ou jurisdicional deficiente ou errado.</p>
<p>Se um heresiarca se converte à causa da verdadeira Santa Igreja Católica, a invalidade de raiz da sua situação disciplinar, bem como da sua Jurisdição, (mas não a invalidade da sua Ordem Sagrada) serão supridas pela Igreja Eterna, e em última análise por Nosso Senhor, O Qual constitui a Cabeça sobrenatural da mesma Igreja.</p>
<p>Nunca podemos perder de vista que o plano da maçonaria para destruir a Santa Igreja de Deus é extremamente complexo e astuto, pois que inspirado por satanás, joga a fundo com todas as virtualidades da psicologia e da fraqueza humanas.</p>
<p>Por seu lado as forças anti-sedevacantistas não hesitam em deturpar a verdadeira Teologia Católica, com o malfadado objectivo de fazerem crer que a Igreja conciliar, ateia, relativista e pederasta, é a verdadeira Santa Madre Igreja.</p>
<p>Dizem eles que para a administração válida dum Sacramento é suficiente, além da matéria e da forma, a intenção meramente exterior de fazer o que faz a Igreja.</p>
<p>Ora uma tal concepção desvirtuaria o carácter ontológico e racional dos Sacramentos; pois se na verdade é Nosso Senhor Jesus Cristo, enquanto Deus, causa principal dos Sacramentos, e enquanto Homem, causa instrumental eficiente primária dos mesmos; é também verdade que o Seu ministro sacerdote é causa instrumental secundária, MAS RACIONALMENTE CONSCIENTE.</p>
<p>Terá assim de possuir verdadeiramente a intenção interior formal de fazer o que faz a Santa Igreja, e fazê-lo efectivamente, ainda que por infelicidade e estado de confusão íntima, se encontre momentaneamente incapacitado para o acto e o hábito da Fé.</p>
<p>A Santa Igreja sempre ensinou que um Judeu, por exemplo, pode baptizar vàlidamente, se empregar a matéria e a forma correctas, e possuir a intenção interior e formal de fazer o que faz a Santa Igreja. ORA ESSA INTENÇÃO É CONTRADITÒRIAMENTE INCOMPATÍVEL COM UM ESTADO DE ÓDIO, OU ATÉ DE DESRESPEITO PELA SANTA IGREJA.</p>
<p>Neste quadro conceptual, verifica-se que a referida intenção se consubstancia, necessária e essencialmente, num vínculo formal e positivo com a Instituição fundada por Nosso Senhor.</p>
<p>Ora a intenção da maçonaria internacional era precisamente subverter a Santa Igreja de Deus A PARTIR DE DENTRO, mediante impostores, de todos os níveis hierárquicos, inclusive o mais elevado, que macaqueariam as aparências cristãs da instituição, DISSOLVENDO O SEU CONTEÚDO.</p>
<p>Quem conspira para destruir a Santa Madre Igreja, ainda que inicialmente de forma não notória, não pode possuir nela qualquer jurisdição, e confecciona invàlidamente os santos Sacramentos.</p>
<p>Após a revolução de 1789, constituiu-se em todos os países de antiga tradição católica uma sólida fina-flor, intelectual,cultural e moral, composta por leigos e por eclesiásticos, que por todo o século XIX e até ao maldito concílio Vaticano II, facultou à Santa Madre Igreja inapreciáveis serviços, tanto mais necessários, quanto a Igreja se encontrava debilitada pela divulgação das ideias revolucionárias, e por ter perdido o apoio do braço secular.</p>
<p>ORA A MAÇONARIA PROCUROU, E CONSEGUIU, ATINGIR MORTALMENTE ESSE ESCOL, RECICLANDO-O NO SENTIDO DO MODERNISMO.</p>
<p>Nunca a maçonaria se preocupou muito com a grande massa nominalista e oca; com a multidão supersticiosa que se afirma católica por mero mimetismo de fachada social.</p>
<p>O novo &#8220;Patriarca de Lisboa&#8221; é mais um liberal, que até já recebeu o prémio &#8220;Pessoa&#8221; de inspiração maçonica; sendo doutorado em História, não tem perdão, pois sabe perfeitamente que o seu percurso eclesiástico é um percurso de traição a Nosso Senhor Jesus Cristo. Cada acto seu, cada asserção sua, por muito que agrade ao mundo, configura mais um beijo de Judas.</p>
<p>Mas o Corpo Místico permanece, e permanecerá sempre.</p>
<p>Para lá de todas as traições, para lá de todos os deicídios, Nosso Senhor Jesus Cristo não abandona a Sua Igreja.</p>
<p>OS TEMPOS DE DEUS NÃO SÃO OS TEMPOS DOS HOMENS. E aquilo que hoje nos surge como a maior aberração da História Universal, Deus a contempla NA GLOBALIDADE DO PLANO DA CRIAÇÃO, que para nós, mortais, é desconhecido. Sobretudo não pretendamos analisar a Fé à luz dos acontecimentos. Analisemos, sim, os acontecimentos, essencialmente, à luz da Fé.</p>
<p>O mal, por muito grande que seja, não o olvidemos, é sempre metafìsicamente limitado pelo BEM.</p>
<p>Não absolutizemos o mal. Só  o Bem é substancialmente um absoluto &#8211; É DEUS.</p>
<p>Aliás o mal provoca sempre imensamente mais ruído do que o Bem.</p>
<p>Depositemos a mais firme esperança em Deus Nosso Senhor, em Nossa Senhora, em são José, nos santos do Céu, no nosso Anjo da Guarda.</p>
<p>Penso aliás que o primeiro grande Acto da Santa Madre Igreja restaurada num verdadeiro sucessor de Pedro deveria constituir a proclamação e definição solene dos Dogmas da Mediação Universal de Maria e de Maria Corredentora.</p>
<p>Todavia a presente geração já não o testemunhará.</p>
<p>LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO</p>
<p>ISBOA, 19 de Maio de 2013</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3296&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 10:26:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[                        Veni,   Sancte Spiritus,   et  emitte  caelitus  lucis  tuae   radium.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3289&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<dd>                        Veni,   Sancte Spiritus,   et  emitte  caelitus  lucis  tuae   radium.</dd>
</dl>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3289&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>CASTIGOS INDIVIDUAIS E CASTIGOS COLECTIVOS</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 09:23:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Alberto Carlos Rosa Ferreira Das Neves Cabral &#8220;Que o seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos&#8221; (Mat 27,25) O fundamento de todo o castigo reside na Lei Eterna, causa exemplar providencial de toda a Ordem, criada ou possível. A criatura espiritual, anjo e homem, foi criada para anunciar formalmente a Glória extrínseca [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3281&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/castigo1.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3283" alt="castigo" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/castigo1.jpeg?w=630"   /></a></p>
<p style="text-align:right;">Alberto Carlos Rosa Ferreira Das Neves Cabral</p>
<p>&#8220;<b>Que o seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos</b>&#8221; (Mat 27,25)</p>
<p>O fundamento de todo o castigo reside na Lei Eterna, causa exemplar providencial de toda a Ordem, criada ou possível.</p>
<p>A criatura espiritual, anjo e homem, foi criada para anunciar formalmente a Glória extrínseca de Deus, reconhecendo-O, amando-O e servindo-O; se assim não proceder, tal Glória será anunciada pelo castigo, temporal (ou) e eterno.</p>
<p>Tal não resulta dum decreto arbitrário de Deus, por ser intrìnsecamente, METAFÌSICAMENTE, conforme à natureza infinita e incriada &#8211; QUE É DEUS UNO E TRINO.</p>
<p>Os documentos conciliares e pós-conciliares cessaram de todo de proclamar os castigos de Deus, &#8220;olvidando&#8221; que para isso teriam de rasgar todas as páginas da Sagrada Escritura.</p>
<p>Efectivamente, o conceito de castigo Divino constitui como que a respiração sobrenatural de toda a Bíblia, Antigo e Novo Testamento; suprimido este conceito, é a própria noção de Deus que se extingue &#8211; POR NÃO IMPOR RESPEITO A NINGUÉM. Só por isso a Igreja conciliar terá de ser classificada de seita ateia.</p>
<p>O Dogma Católico ensina-nos que todo o homem, terminado o curso da sua vida terrena, será por Deus julgado, sendo de imediato pronunciada a sentença pelo JUSTO JUIZ.</p>
<p>Todo o homem que vem a este mundo vai necessàriamente edificando moralmente o seu ser à luz objectiva de Deus; mesmo que O rejeite, não perde a sua condição de criatura contingente, e a criatura não é o seu próprio ser.</p>
<p>A Doutrina Católica ilustra-nos sapientemente na sobrenatural certeza que, ao contrário do hegelianismo e do marxismo, o ente finito racional não constitui um momento na vida do infinito, mas possui um valor próprio, e é objecto do amoroso cuidado providencial de Deus Nosso Senhor.</p>
<p>O mérito da criatura é real, ainda que tenha seu fundamento POSITIVO na Divina Predestinação. O demérito também é real, mas neste caso o fundamento é puramente NEGATIVO &#8211; constitui uma não Predestinação.</p>
<p>Ao comparecermos perante Deus Nosso Senhor, levaremos connosco a forma moral do nosso acto de ser; a Graça Santificante e a Caridade, semente de infinita glória; ou a privação dessa Graça, e consequente condenação eterna. A Sanção Divina constitui a ratificação suprema, objectiva, da nossa opção fundamental, mas não se apresenta como possuindo uma natureza heterogénea a essa opção.</p>
<p>Todos os racionalistas acusam a Santa Madre Igreja de estabelecer uma falsa moral baseada na &#8220;caça&#8221; à recompensa. Mas se a alma fiel cumpre os santos Mandamentos é precisamente porque eles consubstanciam a vontade de Deus, porque eles são intrìnsecamente conformes ao Bem absoluto e incriado, como já se referiu, e não em virtude duma recompensa que seja diferente de Deus, como se de realidades terrenas se tratasse.</p>
<p>A ÚNICA RECOMPENSA PARA QUEM AMA A DEUS É O PRÓPRIO DEUS.</p>
<p>Para quem não ama a Deus, a sanção Divina ratificará então a suprema privação por toda a eternidade (pena do dano) e adicionar-lhe-á o castigo do fogo, ou pena do sentido, como punição do apego desordenado à criatura.</p>
<p>Não existe terceira via: o Céu ou o Inferno. O Limbo não constitui terceira via porque se destina a seres que  não gozaram do uso da razão neste mundo, pela pouca idade, ou por doença. O Purgatório muito menos, porque não é eterno.</p>
<p>A Igreja conciliar primeiro negou o Inferno, transformando-o num hotel de cinco estrelas para quem não aprecia Deus. E logo a seguir, necessàriamente, metafìsicamente, negou o Céu; e depois já não pôde conceber sequer a imortalidade da alma, e finalmente negou a Deus Pessoal. Evidentemente. BONUM EX INTEGRA CAUSA.</p>
<p>A VERDADE E O BEM CONSTITUINDO NO LIMITE O PRÓPRIO DEUS, OU SÃO, OU NÃO SÃO. O erro e o mal podem subsistir, e por definição metafísica, necessàriamente subsistem, parcial e limitadamente; não assim a Verdade e o Bem. Por isso vemos a ex-Igreja católica descer ao mais profundo dos infernos do erro e do mal.</p>
<p>Portanto existe uma relação pessoal, transcendental, de todo o homem (e também do Anjo) com Deus. E essa relação implica necessàriamente uma sanção eterna, objectiva e absoluta: O Céu ou o Inferno.</p>
<p>Todavia, neste mundo o homem vive, ESSENCIALMENTE, em sociedade. Os Anjos, em virtude da sua constituição ontológica, não edificam uma sociedade como os homens; e a razão é esta: Em primeiro lugar trata-se de seres puramente espirituais; além disso cada anjo constitui por si mesmo uma só espécie, e não um indivíduo; o conjunto dos Anjos é pois um género. A espécie é, ontològicamente, incomparàvelmente mais rica que o indivíduo.</p>
<p>Enquanto membro da sociedade, o homem possui deveres e direitos; em articulação orgânica com os outros membros do seu grupo social, pode o homem, ( mas não o Anjo) PERANTE DEUS, ser sujeito de castigos e de galardões, MAS SÓ TEMPORALMENTE. Os castigos colectivos, como tais, não podem possuir uma correspondência eterna, exactamente o mesmo acontece quanto aos galardões.</p>
<p>Os membros justos, e até santos, dum determinado agrupamento (família, tribo, nação, ou mesmo o conjunto da Humanidade) podem ter de sofrer castigos colectivos Divinos, impostos por algum crime, imputável a esse mesmo agrupamento, como um todo, ou a membros qualificados do mesmo.</p>
<p>Os Judeus, de todas as épocas e lugares, são colectivamente culpados de deicídio: &#8220;QUE O SEU SANGUE CAIA SOBRE NÓS E SOBRE OS NOSSOS FILHOS&#8221; (Mat 27, 25). A SANTA MADRE IGREJA NÃO TEM PODER PARA OS ABSOLVER COLECTIVAMENTE DESSE PECADO. Efectivamente, a Santa Igreja não pode absolver as colectividades dos castigos TEMPORAIS que Deus lhes queira enviar.</p>
<p>A Santa Igreja só tem poder para remitir (postas as devidas disposições) da pena eterna e da pena temporal individual devida ao pecado, infligida neste mundo, através do Sacramento da Penitência, bem como das indulgências aplicadas aos vivos; a Santa Igreja não possui jurisdição sobre as almas do Purgatório; ùnicamente o poder do sufrágio. Tal não impede que a Santa Madre Igreja procure socorrer as vítimas duma colectividade que sofra um castigo Divino óbvio, concretizado numa guerra ou numa catástrofe natural. Pode e deve ainda oferecer o Santo Sacrifício da Missa com finalidade EXPIATÓRIA E IMPETRATÓRIA.</p>
<p>Muitas vezes Deus utiliza materialmente um acto vil para operar formalmente um castigo. As barbaridades sofridas pelos Judeus durante a segunda guerra mundial, conquanto exageradas, foram reais, comportando um exemplo concreto do castigo temporal infligido a uma comunidade pelo deicídio cometido. Os crimes nazis foram monstruosos e Deus não os podia querer formalmente em si mesmos; MAS NO PLANO GLOBAL DA CRIAÇÃO FRUTO DA DIVINA PROVIDÊNCIA tais crimes foram assumidos como instrumento material para um castigo formal, colectivo e TEMPORAL, decretado pela Sabedoria Providencial Infinita de Deus Nosso Senhor desde toda a Eternidade.</p>
<p>A acção de Judas constituiu um horrível deicídio, mas numa perspectiva global da Criação, essa acção foi o instrumento material da nossa Redenção.</p>
<p>Neste quadro conceptual é absolutamente de louvar a excelsa atitude de Pio XII que providenciou, tanto quanto pôde, a salvação dos judeus perseguidos durante a segunda guerra mundial. Todavia, o decreto Eterno de Deus contra a colectividade Judaica não pode ser elidido pelo poder da Santa Igreja.</p>
<p>É falso que os verdadeiros católicos nutram sentimentos de ódio. Eles apenas procuram trabalhar pela Glória de Deus Uno e Trino, proclamando que n&#8217;Ele reside, OBJECTIVAMENTE, toda a verdade e todo o BEM, e que fora d&#8217;Ele são só trevas e dor. O contrário é que constitui a verdade: são os progressistas que odeiam os defensores da Santa Fé; reconhecendo-se apóstatas, e contemplando a sua própria ruína intelectual, espiritual e moral, só obtêm refrigério atormentando os fiéis.</p>
<p>E isto é tanto mais verdade quanto a Humanidade sofre actualmente o maior, mais terrífico, e mais extraordinário castigo colectivo que se pode imaginar: O DESAPARECIMENTO DA IGREJA CATÓLICA COMO REALIDADE SOCIAL E CULTURAL, PELA CONQUISTA DOS SEUS ELEMENTOS HUMANOS PELA MAÇONARIA INTERNACIONAL.</p>
<p>As duas guerras mundiais haviam já constituído poderoso castigo pelos pecados do protestantismo, do liberalismo e do comunismo; mas agora ficámos orfâos, sem a nossa Mãe Igreja.</p>
<p>Não desesperemos porém, porque na adoração suprema a Deus Nosso Senhor, na ilimitada veneração a Maria Santíssima, congregados na Caridade, auferiremos decerto, nós que somos o Corpo Místico, da desvelada protecção daqueles santos que nos amaram tanto, que tudo deram pela nossa salvação.</p>
<p>LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO</p>
<p>Lisboa, 14 de Maio de 2013</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3281&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A «CULTURA» DA TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO: DE PAULO 6º A BERGOGLIO</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 10:42:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Arai Daniele Hoje falar da «teologia da libertação», assim como do mesmo comunismo, parece vontade de voltar a «problemas superados» do passado. Todavia, ambas estas sedições são vigentes na vida dos povos contemporâneos – são os erros espalhados pela Rússia previstos por Nossa Senhora em Fátima &#8211; que impregnam uma «cultura geral», segundo o plano [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3268&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/menos-resuloc3a7c3a3o.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3269" alt="menos resuloção" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/menos-resuloc3a7c3a3o.jpg?w=277&#038;h=397" width="277" height="397" /></a></p>
<p><i>Arai Daniele</i></p>
<p>Hoje falar da «teologia da libertação», assim como do mesmo comunismo, parece vontade de voltar a «problemas superados» do passado. Todavia, ambas estas sedições são vigentes na vida dos povos contemporâneos – são os erros espalhados pela Rússia previstos por Nossa Senhora em Fátima &#8211; que impregnam uma «cultura geral», segundo o plano de seus ideólogos.</p>
<p>Na tentativa de implantar o marxismo superando todo limite de positivismo e materialismo, mas retornando à filosofia crítica de Kant e aos seus sucessores no idealismo alemão em especial à filosofia de Hegel, se deu ênfase à dialética das contradições como propriedades inerentes à mesma «realidade».</p>
<p>De Antonio Gramsci à Escola de Frankfurt, os povos foram levados a viver a «cultura» da reivindicação total! Os ideólogos de Adorno a Marcuse, inspiraram a nova revolução, que a partir dos anos Sessenta, como ficou cada vez mais claro, deixou de encontrar um obstáculo na Doutrina Católica da Igreja ocupada e transformada no atual aparato da «igreja conciliar».</p>
<p>Antes, a edificação do Reino de Deus na Terra partia do interior da consciência dos homens, como está na Palavra que herdamos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele é que nos liberta infundindo e vinculando-nos ao sentido espiritual da salvação humana, que será vital e no qual devemos permanecer também para o aperfeiçoamento da existência terrena, pessoal e social.</p>
<p>Ao contrário, a dialética da «cultura revolucionária» parte da urgente reforma exterior do mundo e de suas realidades, das quais os homens – dos operários aos pensadores &#8211; são vítimas inocentes e por isto devem reagir! Foi assim que acabaram cortando a cabeça de reis católicos, para em seguida morrer nas garras e guerras de seus novos imperadores.</p>
<p>Tudo em nome da liberdade, fraternidade e igualdade!</p>
<p>Ora, com a revolução do Vaticano 2 e a sua conseqüente «teologia da libertação», a ordem natural do direito ordenada ao Bem e ao seu Reino de Deus no mundo foi invertida a favor de uma nova ordem da liberdade humana segundo os ideólogos da globalização do mundo. Infiltraram estes nas sociedades a idéia que  a liberdade não deveria mais ser ordenada à Verdade &#8211; que torna livres -, mas que esta devia ser submetida à liberdade humana. Se Deus existe, quer o homem livre até para o mal!</p>
<p>Na Ordem Cristã, o Evento central da História é a encarnação da Palavra, Jesus Cristo, que nos abre o caminho da salvação. Não assim para a nova ordem, cujo direito não é mais para a libertação do Homem da escravidão do pecado, mas da «velha ordem» de governo social com a conquista da independência e autonomia da humanidade projetada num futuro, do qual Cristo seria um ponto Ômega ideal!</p>
<p>E o pensamento dos povos ficou contaminado por falsas noções de verdade e de liberdade, com as idéias utópicas que vão daquelas de filósofos como Hegel até as do jesuíta Teilhard de Chardin, «guru» das teses que influenciaram os «teólogos» do Vaticano 2.</p>
<p>Como se viu, ali prevaleceu sorrateiramente uma nova noção de verdade como quimera a ser vista segundo os tempos; algo a ser procurado pelo povo de Deus da igreja em caminho que, como o Magistério da Igreja advertiu desde sempre contra a falsa liberdade (v. Enc. «Libertas» do Papa Leão XIII) oposta à ação verdadeiramente livre que consiste na faculdade de se mover na verdade e no bem. E como aplicar essa definição à vida humana sem definir a verdade, imutável na sua relação com a razão de ser do Homem, cuja felicidade só pode estar no bem para o qual foi criado; ao seu fim último segundo os desígnios divinos?</p>
<p>Ora, como se pode constatar historicamente, toda revolução social, nascida da rebelião pessoal, vai no sentido da usurpação prometeica do poder de Deus. Isto nos tempos modernos se faz por «via religiosa». Assim foi com a revolução protestante e seguintes, para chegar à revolução final: no seio da Igreja de Deus.</p>
<p>Identifiquemos o processo. Trata-se de separar, no dualismo natural da Igreja, o aspecto espiritual do terreno, como entidades opostas. Por exemplo, «Igreja: carisma e poder» do livro de Leonardo Boff lembra Lutero, dividindo na Igreja sua existência espiritual da secular, para separar dois aspectos da mesma realidade eclesial, e assim acusar a segunda, institucional, enquanto Católica, que se perderia no seu aspecto terreno, legal de detentora de uma estrutura humana de apóstolos, sacerdotes, ordem sacramental.</p>
<p>Assim querem, como se o poder não fosse parte da mesma Igreja do Verbo de Deus encarnado neste mundo, Jesus Cristo, que «recebeu todo poder no Céu e na Terra» e instituiu Sua Igreja fundada sobre São Pedro e os Apóstolos, com poder de Ordem e de Jurisdição, com os Sacramentos e as chaves do Reino.</p>
<p>O «poder» do Vaticano dois não cancelou diretamente isto. Não, mas usou-o para outro fim, que foi o da «naturalização» da Igreja nos seus ritos e sacramentos, da sua missão e espírito. De fato, a mentalidade conciliar é cada vez mais naturalista e adaptada às verdades mutáveis do mundo. Assim, fez passar o direito à liberdade sobre a prioridade do acato à verdade («Dignitatis humanae», DH); a preferir a unidade humana sobre a unicidade da Doutrina divina («Unitatis redintegratio»); uma paz religiosa sobre a única ordem na verdade divina, com a sua abominável operação ecumenista que nivela as religiões ao sabor dos homens.</p>
<p>Estão aí os termos das perversas «liberdade, fraternidade e igualdade» revolucionárias sem a Paternidade e a Palavra de Deus Criador da ordem natural e suas desigualdades. E da realidade dualista do natural e do sobrenatural ligados em Deus, passaram a um falso dualismo em que o natural prevalece no mundo inventando o carisma na religião.</p>
<p>Isto aconteceu com o abatimento virtual do «katéchon», o Papa com todo o seu séquito fiel, como está nos fatos e na visão da terceira parte do Segredo de Fátima. Aquela visão revela uma situação sem saída para a Igreja militante, que de alto a baixo não ouviu nem parece querer entender a urgência da Profecia de Fátima, isto é, que a vida da Igreja depende da Intervenção divina no mundo. Esta ocorre por meio de homens da Igreja inspirados segundo a sua Lei e a santa Tradição. Na «vacância» dessa Fé todo mal se torna possível e atual, avançando sem freios.</p>
<p><strong>A Teologia da libertação na «sociológica» «cultura» conciliar</strong></p>
<p>Já muitos estudos e a realidade, mostraram como o Vaticano 2 quis transformar a missão da Igreja, de seu sacerdócio e de sua liturgia no sentido «sociológico». Quando se observa isto à luz do que se disse sobre o dualismo, então se pode compreender que o objetivo era de pôr a missão da Igreja sob uma nova direção pastoral humana, que arquivaria as verdades da religião que precede o Vaticano 2 e seus sinais divinos, como a Profecia de perigos de Fátima, a favor de teologias, sociológicas e libertárias, que agradassem o mundo moderno e sua ONU.</p>
<p>Eram as aberturas da Igreja a todos os erros e desvios diabólicos que a Mensagem profética arquivada previra. De alguns destes vamos falar agora, porque estão cada vez mais em ato sem que a multidão perceba, porque acobertados pelaestranha hierarquia de intenções não católicas com os nomes de promotores que sucederam ao sinistro João 23.</p>
<p>As notícias filtram aos poucos, como esta na «Fratres in Unum» do dia 4.4.2013: <i>«</i>As forças ocultas na Igreja e uma hierarquia que se deixa instrumentalizar (ou é conivente?): em preparação para Conferência de Puebla, Dom Paulo Evaristo Arns apresentou como seu texto de autoria da ONU. <a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,d-paulo-buscou-ajuda-do-vaticano-contra-ditaduras-,1015199,0.htm" target="_blank">O Estado de São Paulo</a> - Documentos diplomáticos mantidos em arquivos de embaixadas na Santa Sé revelam que a Organização das Nações Unidas (ONU) contou com os esforços do cardeal dom Paulo Evaristo Arns na tentativa de influenciar o papa Paulo VI e a Cúria no Vaticano para que a Igreja fizesse críticas aos regimes militares sul-americanos nos anos 1970. Documentos obtidos pelo Estado em Roma reforçam as indicações de que Arns atuou em cooperação com ativistas de direitos humanos, exilados e com a ONU para levar à cúpula do Vaticano alertas sobre os regimes militares no Cone Sul. Já se sabia que o cardeal havia atuado para buscar financiamento externo a fim de coletar de informações sobre a tortura no Brasil. Os novos documentos mantidos em Roma apontam, agora, que Arns também aceitou uma proposta da ONU e de órgãos de direitos humanos para levar aos demais cardeais e ao próprio papa uma posição crítica em relação às ditaduras sul-americanas. Um dos principais focos da ofensiva nos bastidores era a Conferência Episcopal Latino-Americana (Celam) que o papa Paulo VI tinha convocado para outubro de 1978, auge da repressão em diversos países da região.</p>
<p>“Adiamento. O evento, que estabeleceria uma linha para a Igreja na região e contaria com a presença do papa e do alto clero, acabaria ocorrendo apenas em 1979. Paulo VI morreu em 1978 e seu sucessor, João Paulo I, ficou apenas 33 dias no cargo, falecendo e abrindo um novo período de transição na Igreja. No dia 15 de outubro daquele mesmo ano, Karol Wojtyla foi eleito e o evento de Puebla (México) foi confirmado para o ano seguinte. Um dos documentos mantidos em sigilo revela uma reunião entre uma missão da ONU e Arns, dia 6 de janeiro 1978, em São Paulo. Do encontro participou o bispo uruguaio Marcelo Mendiharat, exilado no Brasil por causa da perseguição em seu país. O objetivo da reunião era propor que nos encontros preparatórios para Puebla os dois religiosos levassem uma proposta de texto que, no fundo, seria redigido pela ONU. “Sondei o terreno com d. Paulo (a delegação brasileira terá entre 40 e 53 bispos entre os 350 em Puebla) e Mendiharat e os dois estão dispostos a apresentar como seus um texto que nós lhes ofereceremos”, escreveu no dia 17 de janeiro de 1978 um dos representantes da ONU ao resumir a reunião. Arns, num primeiro estágio, levaria o texto redigido pela ONU à CNBB em abril daquele ano para sua aprovação, como se fosse de sua autoria. “O clero liberal contatado se responsabilizará em mobilizar as conferências episcopais nacionais onde os textos adotados pelas assembléias irão em discussão em Puebla depois das reuniões de trabalho”, indicou a ONU. Segundo o documento, a missão sugeria que outros funcionários das Nações Unidas buscassem contatos com cardeais que seguiam a mesma tendência de Arns pela América Latina para que adotassem uma posição semelhante, criando uma rede do alto clero capaz de forçar a aprovação de um texto de crítica à situação latino-americana. Essa lista incluía Ricardo Durán Flores de Callao, bispo auxiliar de Lima, o cardeal de Quito, Paulo Munoz, e o arcebispo de La Paz, Manrique.</p>
<p><b>‘Marxização’</b>. A contra-ofensiva à missão de Arns foi encabeçada pelo secretário-geral da Celam, Alfonso López Trujillo, bispo auxiliar de Bogotá e conhecido por seu conservadorismo. Sua meta era a de usar o evento para combater o que chamava de “marxização da Igreja” e, principalmente, os defensores da Teologia da Libertação. Em Roma, fontes confirmam que Trujillo impediria a ida a Puebla de bispos ligados a essa tendência e ainda enviaria a cada participante livros como Cristianismo e Marxismo, de G. Cottier e estudos sobre segurança nacional. O próprio João Paulo II – conhecido por sua posição anticomunista – colocaria seu peso na defesa da visão de Trujillo. Choque. O texto final seria uma demonstração desse choque entre diferentes alas dentro da Igreja latino-americana e da ação de Arns, que acabou conseguindo incluir referências de peso político. De um lado, a declaração de Puebla admitiu o fato de que os latino-americanos “viviam uma situação de permanente violação da dignidade da pessoa”&#8230; pedia, ao final, que a “Igreja, por um autêntico compromisso evangélico, deve fazer ouvir sua voz, denunciando e condenando estas situações, ainda mais quando os governantes e responsáveis se professam cristãos”. Mas o texto também trouxe fortes críticas contra os dissidentes, principalmente aqueles que haviam recorrido às armas. A declaração final de Puebla condenaria as “angústias pela violência da guerrilha, do terrorismo e dos seqüestros  realizados por extremismos de distintos signos que igualmente comprometem a convivência social”. O texto final ainda critica os movimentos de esquerda na região. “As ideologias marxistas se difundiram no mundo dos trabalhadores, estudantes, professores e em outros ambientes com a promessa de uma maior justiça social. Na prática, suas estratégias sacrificaram muitos valores cristãos e humanos.” Se a ação em Puebla foi a mais emblemática em termos externos, a relação entre Arns e a ONU perdurou por vários anos.»</p>
<p><b>Puebla escondia uma bomba a tempo de pavio religioso</b></p>
<p>Sobre a notícia acima há que observar a obra de um cardeal que se alinha a uma política da ONU, mas em vista de sua própria política, que não é a mesma pois segue a linha revolucionário da «teologia da libertação». De fato, quando, em vez de Paulo 6 (para reforçar Medellín), foi a Puebla João Paulo 2, que foi alertado dessa nova «teologia», foi o mesmo Arns a mobilizar a sua equipe de «teólogos», Leonardo Boff e companhia, para uma imediata contra-exegese! (Sì sì no no, nº da foto acima). E aqui revemos o artigo de Julio Fleichman: «Puebla esconde uma fraude» em Permanência nºs 126-127, onde explica que “para compreender o que significa PUEBLA é preciso antes desvencilharmo-nos da logorréia infindável [na linha sociológica do Vaticano 2] com a qual seus realizadores prepararam e atuaram esta reunião de bispos. Com efeito, esta logorréia apareceu em &#8220;documentos-base&#8221; ou &#8220;documentos-preparatórios&#8221; destinados, em geral a impressionar os tolos e ajeitar o terreno para as manobras do momento decisivo”.</p>
<p>Assim é possível entender o que a &#8220;inteligentzia progressista&#8221; mirava com a realização de uma reunião como PUEBLA, segundo certos pontos fundamentais.</p>
<p>“Desde Medellín, na Colômbia, em 1968, os bispos de esquerda do episcopado latino-americano, reunidos sob a invocação de Camilo Torres, ex-padre, subversivo (dito &#8220;guerrilheiro&#8221;), que morreu de armas na mão em combate com defensores da ordem pública, tentam organizar movimentos de subversão no continente contra os governos (em geral controlados ou exercidos por militares) que se defendem como podem contra a ameaça comunista. Batidos na pretensão de combater os exércitos latino-americanos pelo terrorismo, os comunistas e seus aliados eclesiásticos moveram-se para a insidia pseudo-religiosa.</p>
<p>“Em 1968, em Medellin, os bispos latino-americanos de esquerda conseguiram apenas os primórdios do que queriam. Os &#8220;documentos preparatórios&#8221; daquela reunião, como agora, eram terríveis, como mostramos em artigo anterior que faz um balanço da obra nefasta de Hélder Câmara. Cito, deste artigo anterior, o seguinte trecho da recomendação do &#8220;expert&#8221; Joseph Comblin que, naquele tempo, vivia em Recife, Brasil, com Helder Câmara e foi, mais tarde, expulso do país.</p>
<p>O padre Joseph Comblin pela boca de Hélder Câmara e da C.N.B.B., diz aos bispos reunidos em Medellin em 1968: &#8220;Ninguém pode acreditar que as reformas fundamentais que o desenvolvimento exige poderão ser promovidas por uma evolução política normal dentro dos princípios que regem a sociedade ocidental. Esses princípios se aplicam somente em situações de calma e sem problemas. As reformas não se farão pela persuasão nem pelas discussões platônicas em assembléias legislativas, nem por via das eleições segundo os moldes do sistema ocidental moderno. Bastaria a Igreja armar um grupo (ficaria muito mais barato do que os gastos com obras assistenciais) e tudo ficaria resolvido &#8230; &#8221; (documento-base para Medellin &#8211; Padre Joseph Comblin –apresentado à C.N.B.B. por Dom Helder Câmara- publicado em todos os jornais brasileiros e <i>na lntegra </i>no &#8220;O Estado de São Paulo&#8221; dos dias 14, 15 e 16 de junho de 1968).</p>
<p>“Mas a presença de Paulo VI em Medellin (que dali sairia comprometido) e também a denúncia pública feita naquela mesma cidade de que muitos elementos do episcopado pretendiam arregimentar politicamente os bispos… puderam, com o pretexto do &#8220;interesse pelos pobres&#8221; e a pretensão de dar relevo a questões &#8220;sociais&#8221;, colocar em marcha o grande elemento de coação que organizaram e com o qual esperavam impor aos bispos do continente uma posição uniforme contra os governos militares anti-comunistas… O grande elemento de coação acima referido é aquilo que os próprios bispos chamam &#8220;espírito de Medellin&#8221;, isto é, um <i>ambiente-coator </i>mantido em ebulição, agitado de tempos em tempos com incidentes entre bispos e governantes, como aconteceu no Brasil, no Chile, no Equador, na Bolívia e não aconteceu na Venezuela do P.D.C., no Panamá de Torrijos, na Argentina de um Peron esquerdista &#8230; Esse <i>ambiente </i>com que procuraram coagir os bispos entorpecidos ou menos inteligentes, funcionou, mas funcionou pouco para o gosto dos agitadores. Um grande impulso, entretanto, foi dado ao trabalho de &#8220;teólogos&#8221; esquerdistas como Gutierrez, do Peru; Boff, do Brasil; Segundo Galileia, do Chile e outros que começaram a elaborar o que chamavam &#8220;teologia da libertação&#8221;, baseando-se sobretudo em Karl Rahner. Esta &#8220;teologia&#8221; começou utilizando um vocabulário que hoje, por ora pelo menos, foi deixado de lado por razões &#8220;táticas&#8221;. &#8220;Opção pela luta&#8221;, &#8220;conscientização dos marginalizados&#8221;, &#8220;redenção do povo de Deus&#8221;, etc., foram exemplos utilizados até recentemente. Seus autores e seus promotores fizeram o possível para ir &#8220;além&#8221; do que ficara dito explicitamente em Medellin (pois, na verdade, pouco importa o que fica dito claramente e sim a &#8220;versão&#8221; que essa organização «bispos-intelectuais-imprensa&#8221; consegue inculcar como sendo o que Medellin quis dizer).»</p>
<p>O artigo é todo interessante, mas aqui foi citado para concluir que o que se iniciara ali, hoje está realizado não pelas armas, mas uma completa revolução «cultural» que o Vaticano de Paulo 6º, depois de João Paulo 2º (que começou relutante) e depois com Bento 16 (que parecia contrário), hoje está em ato porque era intrinsecamente na linha do direito à liberdade de consciência e de religião da DH do Vaticano 2.</p>
<p>Mas qual o resultado clamoroso que a todos atinge com a geração rebelde, de ricos e pobres, do fenômeno Lula no Brasil, que nem por isto são leitores de Marx ou Hegel, Gramsci ou Marcuse?</p>
<p>O primeiro sinal da deformação «cultural» socialistoide tem a ver com os direitos, desde os materiais aos emocionais, das novidades à felicidade geral, sem a contra-partida de deveres para com os seus ou de gratidão para com a comunidade real. A cristianização das Américas teria sido um abuso! Podem amar a idéia abstrata de humanidade, mas não o próximo nem da parentela da qual herdaram a vida e suas facilidades. Por isto também não planejam outro futuro que vai além da necessidade imediata. Usam aquilo que lhes chega ao alcance para desprezar tudo em drguida. Em uma palavra, se sentem naturalmente credores de direitos, mas sem deveres nem responsabilidades. Tudo buna atitude de aparente indiferença não é isenta, porém, dainveja crônica que vai alimentar toda rebelião em nome de uma justiça social dos direitos sem deveres.</p>
<p>A «teologia da libertação» foi e é uma das madrastas da nova igreja que, conciliar e protestantizante, usa mas despreza o que resta do poder da instituição milenar que está sendo demolida porque alheia a esse novo carisma. Trata-se da mesma concepção protestante anti-católica da igreja que descarta a autoridade divina, para que prevaleça o carisma entregue aos interpretes da Bíblia. No fim de contas, para eles, é a igreja que existe para servir o bem e a justiça terrena num mundo de princípio monístico. Pois a salvação e o paraíso futuro é coisa para este mundo de gente adulta e evoluída. E a Ordem Cristã, se quiser sobreviver na NWO, Nova Ordem mundial, deve pôr-se ao serviço da «cultura» que nega castigos divinos e profecias de desgraças! Foi a missão dos «papas conciliares», na qual agora está engajado Bergoglio.</p>
<p><em>&#8220;Fatos espantosos e horríveis ocorrem na terra: profetas profetizam mentiras, os sacerdotes os aplaudem e meu povo amou estas coisas. Que castigo não virá depois de tudo isto?&#8221; </em>(cf. Jr. 5, 30-31)</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3268&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<pubDate>Mon, 13 May 2013 09:06:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[13 de maio de 2013 &#8211; Salve Maria puríssima! O Coração Imaculado de Maria, Medianeira de todas as graças, palpita em Fátima pela salvação de nós todos, pobres pecadores.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3264&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
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<p style="text-align:center;">13 de maio de 2013 &#8211; Salve Maria puríssima!</p>
<p style="text-align:center;">O Coração Imaculado de Maria, Medianeira de todas as graças, palpita em Fátima pela salvação de nós todos, pobres pecadores.</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3264&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A QUESTÃO CRUCIAL DA LIBERDADE NA TEOLOGIA CATÓLICA</title>
		<link>http://promariana.wordpress.com/2013/05/11/a-questao-crucial-da-liberdade-na-teologia-catolica/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 May 2013 10:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Para tratar em seguida da sedição ligada à «teologia da libertação» nas suas nuanças, que vão do liberalismo democrático àquele moral e religioso do Vaticano 2, de Rahner a Bergoglio de Boff a Libânio, há que abordar a questão crucial da liberdade humana. Todos gostam de repetir as palavras de Jesus: “a verdade vos tornará [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3259&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/liberdade.jpeg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3257" alt="Liberdade" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/liberdade.jpeg?w=630"   /></a></p>
<p>Para tratar em seguida da sedição ligada à «teologia da libertação» nas suas nuanças, que vão do liberalismo democrático àquele moral e religioso do Vaticano 2, de Rahner a Bergoglio de Boff a Libânio, há que abordar a questão crucial da liberdade humana.</p>
<p>Todos gostam de repetir as palavras de Jesus: <b>“<i>a verdade vos tornará livres”</i></b>, mas de modo livre de seu profundo contexto, que é bom e justo lembrar: <i>“Se permanecerdes na minha Palavra, sereis verdadeiramente Meus discípulos e conhecereis a Verdade e a verdade vos tornará livres </i>[do pecado]” (Jo 8, 31-32).</p>
<p>A Verdade é o Evento central da História na encarnação da Palavra, do Logos, que é Jesus Cristo mesmo. Ele é Quem nos liberta da escravidão do pecado, do Original para o gênero humano na sociedade cristianizada, como do pessoal para cada um.</p>
<p>Pela Revelação compreendemos quanto somos todos pecadores, mas que podemos ser justificados com o dom gratuito de Deus dado a todos mediante a fé em Jesus Cristo.</p>
<p>Seu fruto é a libertação da escravidão do pecado na união com nosso Redentor, que nos torna livres do jugo da lei, como nos descreve São Paulo: <i>“Quando éreis escravos do pecado, éreis livres em relação à justiça. Que frutos tivestes então daquelas coisas das quais agora vos envergonhais? Nenhum, pois o fim delas é a morte. Mas agora,</i> <i>libertados</i> <i>do pecado e tornados servos de Deus, tendes por fruto a santificação e por fim a vida eterna. Pois o salário do pecado é a morte, mas a graça gratuita de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo, nosso Senhor.” </i>(Rm 6, 20-23)</p>
<p><b>A Lei é espiritual, mas nós somos carnais</b></p>
<p><i>“Sabemos, de fato, que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido ao pecado. Não entendo nem mesmo o que faço, pois não faço o bem que quero, mas faço o mal que aborreço. Mas se faço o que não quero, reconheço que a lei é boa. Então, não sou eu que o faço, mas o pecado que em mim habita. Eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita o bem, porque o querer o bem está ao meu alcance, mas não sou capaz de fazê-lo perfeitamente. Não faço o bem que quereria, mas o mal que não quero. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu que faço, mas sim o pecado que em mim habita. Encontro, pois, em mim esta lei: quando quero fazer o bem, o que se me depara é o mal. Amo a lei de Deus, no íntimo do meu ser. Sinto, porém, nos meus membros outra lei, que luta contra a lei do meu espírito e me prende à lei do pecado, que está nos meus membros. Infeliz que sou! Quem me libertará deste corpo em que habita o pecado que me acarreta a morte? Somente a graça de Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor! Assim, pois, de um lado, pelo espírito, sou submisso à lei de Deus; de outro, sirvo a lei do pecado com a minha carne.”</i> (Rm 7, 14-26)</p>
<p><i> “Agora, porém, já não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo e não andam segundo a carne. A lei do Espírito, que dá a vida em Jesus Cristo, libertou-nos da lei do pecado e da morte. </i>(Rm 8, 1-2)</p>
<p><b>O homem justificado tem a graça da verdadeira liberdade </b></p>
<p>O Reino de Deus no Céu e na Terra é a herança de Jesus Cristo. Ele é que nos liberta infundindo e vinculando-nos ao sentido espiritual da salvação humana, vital também para a nossa existência terrena, no qual devemos permanecer.</p>
<p>Ora, vimos que o Vaticano 2 e a conseqüente «teologia da libertação» invertem essa ordem da liberdade humana ordenada ao Bem e ao seu Reino de Deus no mundo. De modo que não seria mais a liberdade a ser ordenada à Verdade que torna livre, mas a Palavra de Cristo a ser ordenada à liberdade humana.</p>
<p>Para isto, o Evento central da História não seria mais a encarnação da Palavra, que é Jesus Cristo, mas o caminho na direção da libertação do Homem. Não mais da escravidão do pecado, mas dos sistemas de governo social com a conquista da independência e autonomia do Homem projetado num futuro, do qual Cristo seria o ponto Ômega ideal! E o pensamento humano ficou contaminado por falsas noções de verdade e de liberdade com as idéias utópicas que vão daquelas de filósofos como Hegel até as do jesuíta Teilhard de Chardin. E tudo isto acabou por influenciar os «teólogos» do Vaticano 2 que, como o escrito que segue demonstra, se aplicaram a confundir a liberdade psicológica, como Deus a criou no ser humano, com a liberdade moral de seguir a Lei de Deus.</p>
<p align="center"><b> </b></p>
<p align="center"><b>LIBERDADE PSICOLÓGICA E LIBERDADE MORAL</b></p>
<p>Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral</p>
<p>Os maiores inimigos da Santa Madre Igreja, todos aqueles que ao longo dos séculos conspiraram para abatê-la, e que com o maldito concílio Vaticano II finalmente a conseguiram erradicar da face da Terra, como realidade social e cultural, utilizaram para a consumação desse objectivo toda a espécie de astúcia; um desses enganos foi precisamente a confusão entre liberdade psicológica e liberdade moral.</p>
<p>A definição CATÓLICA de liberdade é: FACULDADE DE SE MOVER NA VERDADE E NO BEM.</p>
<p>Uma tal definição tem a felicidade de se poder aplicar quer à liberdade psicológica, quer à liberdade moral. Efectivamente o espírito criado possui a faculdade de exercer, transcendentalmente, o seu acto de ser num determinado sentido fundamental, bem como de se manter, actualmente, em coerência, maior ou menor, com os princípios adoptados.</p>
<p>Essa fluidez e transparência interior, essa capacidade de auto-movimento espiritual, essa posse de si próprio, denomina-se liberdade psicológica ou livre arbítrio.</p>
<p>Todavia o espírito criado depende essencialmente de Deus, e no caso do homem está intrinsecamente, necessàriamente, inserido numa sociedade (os anjos, pela sua constituição ontológica, não necessitam para conseguir a sua finalidade, natural e sobrenatural, de qualquer vinculação orgânico-social semelhante à dos homens).</p>
<p>Só no caso de SE MOVER NA VERDADE E NO BEM é que o homem gozará de liberdade moral, perante Deus e perante a sociedade, pois que uma sociedade bem ordenada necessàriamente constituirá Deus Uno e Trino como o seu único fundamento e seu único fim. Se se afastar da Verdade e do Bem o homem deverá ser punido, temporalmente pela sociedade, eternamente por Deus, isto é: NÃO GOZARÁ DE LIBERDADE MORAL.</p>
<p>Ora os documentos do maldito concílio Vaticano II proclamam, diabòlicamente, QUE A LIBERDADE MORAL SERIA NECESSÁRIA AO EXERCÍCIO DA LIBERDADE PSICOLÓGICA, E PORTANTO MERITÓRIA, CONSTITUTIVA DO ACTO DE FÉ.</p>
<p>Ora, é precisamente o contrário: CONSTITUI UM ESTÍMULO NATURAL E SOBRENATURAL EXTRÍNSECO MUITO PODEROSO PARA A EFECTIVAÇÃO DO ACTO DE FÉ, COMO PARA A PROSSECUÇÃO DO BEM EM GERAL,</p>
<p>O SABER QUE A SANTA MADRE IGREJA, DEPOSITÁRIA INFALÍVEL DA REVELAÇÃO SOBRENATURAL, ENSINA QUE FORA DA FÉ CATÓLICA NÃO HÁ SALVAÇÃO; E QUE EXISTE UM ESTADO, BRAÇO SECULAR DA MESMA IGREJA, QUE PUNE A HERESIA E A IMORALIDADE.</p>
<p>São Tomás de Aquino ensina que o herege obstinado, sobretudo relapso, é merecedor da pena de morte, pela só heresia externa, independentemente do dano social que pudesse também causar ( S.TH.II-II Q.11 A.3).</p>
<p>E quando Nossa Senhora, em Fátima, mostrou o fogo do Inferno aos pastorinhos; acaso estava a destruir-lhes a realidade e o mérito do acto da Fé?</p>
<p>Quanto mais sobrenaturalmente elevada está uma alma mais livre é interiormente, e mais meritórios são os seus actos.</p>
<p>Esta foi mais uma armadilha fatal do maldito concílio, para conduzir as almas à aceitação, E ATÉ À EXIGÊNCIA do Estado ateu. Efectivamente. Pois se há liberdade moral &#8211; então tal constitui um decreto formal de morte de Deus. Restam apenas, aturalìsticamente, os danos sociais que o Estado ateu  punirá em nome da humanidade ofendida.</p>
<p>Aqueles mesmos que se obstinam em destruir toda a responsabilidade moral do homem perante Deus, são exactamente os mesmos que obscurecem as faculdades sobrenaturais, espirituais e racionais do mesmo homem, criado à Imagem e semelhança de Deus, sonegando-lhe ou dessorando-lhe o livre-arbítrio.</p>
<p>O Marxismo e o Freudismo dissolvem toda a liberdade espiritual do acto metafísico de ser da criatura na necessidade dum processo dialéctico global, ou na complexidade dinâmica das forças psico-orgânicas de ordem estritamente material.</p>
<p>E o estruturalismo depois de proclamar a morte de Deus, anunciou também a morte do homem, bem como de toda a entidade substancial.</p>
<p>A Verdade católica é bem diferente: A criatura possui uma DIGNIDADE ONTOLÓGICA, proveniente sòmente do acto Divino que a criou, do princípio metafísico &#8220;esse&#8221;, bem como da essência respectiva.</p>
<p>A acção de criar consiste em Deus manifestar fora de Si, algumas das perfeições que em Si contém. Essa dignidade ontológica é inamissível. Todavia tendo o ente contingente, sobretudo o racional, sido criado para anunciar a glória extrínseca de Deus, reconhecendo-O, amando-O e servindo-O, e encontrando desta forma a sua felicidade sobrenatural, a qual constitui a sua DIGNIDADE OPERATIVA, tanto na Terra como no Céu; no caso desse ente não proclamar formalmente a glória de Deus, fim para o qual foi criado, PROCLAMÁ-LA-Á DE QUALQUER MANEIRA, neste caso como sujeito do castigo eterno. É a sua própria dignidade ontológica que exige esse castigo.</p>
<p>A Teologia Católica, com sua serva Filosofia, constitui uma realidade infinita no que concerne ao seu sujeito fundamental, Deus, considerado ontològicamente.</p>
<p>Todavia, mesmo do ponto de vista lógico, constitui um magnífico edifício, o mais aperfeiçoado que o espírito humano pode conceber, pois que se consubstancia, natural e sobrenaturalmente numa irradiação eterna da Luz Divina.</p>
<p>Os heresiarcas e os falsos papas nunca conseguirão extinguir essa Luz.</p>
<p>LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO</p>
<p>Lisboa, 8 de Maio de 2013</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3259&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<pubDate>Thu, 09 May 2013 07:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[«Estando à mesa com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual ouvistes de Minha boca; «porque João na verdade batizou em água; vós, porém, sereis baptizados no Espírito Santo, daqui a poucos dias». Então, os que estavam reunidos perguntaram a Jesus: «Senhor, porventura chegou o [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3246&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:center;"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/ascenzione.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-3247" alt="Ascenzione" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/ascenzione.jpg?w=300&#038;h=210" width="300" height="210" /></a></p>
<p><strong>«Estando à mesa com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, a qual ouvistes de Minha boca; «porque João na verdade batizou em água; vós, porém, sereis baptizados no Espírito Santo, daqui a poucos dias».</strong></p>
<p><strong>Então, os que estavam reunidos perguntaram a Jesus: «Senhor, porventura chegou o tempo em que restabelecereis o Reino de Israel?»</strong></p>
<p><strong>Jesus respondeu: «Não pertence a vós saber os tempos e nem os momentos que o Pai reservou ao Seu poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e Me sereis testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e na Samaria, e até às extremidades da Terra».</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>E tendo dito isto, elevou-Se à vista deles.</strong> </span>(At I, 4-8)</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3246&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>A VIRTUDE SOBRENATURAL E O VÍCIO ANTI-NATURAL</title>
		<link>http://promariana.wordpress.com/2013/05/07/a-virtude-sobrenatural-e-o-vicio-anti-natural/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 May 2013 17:24:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral A IGREJA CONCILIAR ENCONTRA-SE INFINITAMENTE DISTANTE DA RECTA CONCEPÇÃO DE DEUS, QUER NA ORDEM NATURAL, QUER NA ORDEM SOBRENATURAL. &#8220;Sede santos, porque Eu, o vosso Deus, sou santo&#8221;- diz o Levítico (19, 2). E a Abraão Deus diz: “Eu Sou o Senhor teu Deus, caminha na Minha presença [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3228&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2010/10/duas-igrejas.jpg"><img class="size-medium wp-image-735 alignright" alt="Duas Igrejas" src="http://promariana.files.wordpress.com/2010/10/duas-igrejas.jpg?w=203&#038;h=300" width="203" height="300" /></a>Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral</p>
<p>A IGREJA CONCILIAR ENCONTRA-SE INFINITAMENTE DISTANTE DA RECTA CONCEPÇÃO DE DEUS, QUER NA ORDEM NATURAL, QUER NA ORDEM SOBRENATURAL.</p>
<p>&#8220;Sede santos, porque Eu, o vosso Deus, sou santo&#8221;- diz o Levítico (19, 2).</p>
<p>E a Abraão Deus diz: “Eu Sou o Senhor teu Deus, caminha na Minha presença e sê perfeito” (Gn 17,1).</p>
<p>A essência Metafísica de Deus denomina-se Asseidade (de Ens a se) e significa que Deus tem o ser, necessàriamente, por Si mesmo; possui em Si mesmo a razão da sua existência. Tal constitui o fundamento Metafísico da infinitude de toda a Sua realidade, bem como de todos os Seus atributos. A Sua santidade é infinita, pois que Deus é o Seu próprio Ser. A criatura, por mais perfeita que seja, nunca é o seu próprio ser.</p>
<p>Em Deus, Verdade Infinita, a NORMA do Ser é ELE mesmo. Na criatura a NORMA do Ser não é ela mesma criatura, porque é contingente.</p>
<p>Por isso a criatura, enquanto criatura, não pode ser impecável.</p>
<p>Os Anjos, dada a sua constituição ontológica, na ordem natural, são impecáveis. Só puderam pecar porque foram elevados à ordem sobrenatural.</p>
<p>No Céu os Anjos e Santos são impecáveis, tanto fìsicamente quanto moralmente, PORQUE ASSIM SÃO SUSTENTADOS POR DEUS, CONTEMPLADO FACE A FACE. A Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, embora na sua vida terrena não possuísse a visão beatífica, foi de tal modo cumulada de Graças naturais e sobrenaturais, que possuía uma impecabilidade de Direito, embora proporcionada com a sua condição de criatura em estado de via; era uma impecabilidade acidental, essencialmente diferente da impecabilidade substancial de Nosso Senhor Jesus Cristo.</p>
<p>A impecabilidade acidental possui, necessàriamente, o seu fundamento sobrenatural em Deus. Tudo o que a criatura é e possui, no plano natural e no plano sobrenatural, encontra em Deus o seu &#8220;esse&#8221; e a sua essência.</p>
<p>O mérito é REAL na criatura, mas TODO o seu fundamento metafísico e teológico está em Deus. Esta tese, constitutiva do mistério da Predestinação, representou uma das maiores conquistas do pensamento Tomista.</p>
<p>A IGREJA CONCILIAR ENCONTRA-SE INFINITAMENTE DISTANTE DA RECTA CONCEPÇÃO DE DEUS, QUER NA ORDEM NATURAL, QUER NA ORDEM SOBRENATURAL.</p>
<p>Ao pretender queimar etapas, nestes últimos cinquenta anos, a ex-Igreja Católica desceu mais baixo, intelectual e moralmente, do que qualquer heresiarca, e mesmo do que qualquer inimigo externo da Santa Madre Igreja, o fizera nos séculos passados.</p>
<p>Os Santos constituem as obras primas da Graça Divina; quanto mais o organismo sobrenatural duma alma se robustece e acrisola mais fácil se torna o integral cumprimento da Lei Divina.</p>
<p>É um grande erro pretender que a santidade é tanto maior quanto mais violentas são as tentações que sofremos e maior a dificuldade para obedecer aos Mandamentos. É PRECISAMENTE O CONTRÁRIO: quanto mais perfeito e nobre é o organismo sobrenatural (Fé, Esperança e Caridade; Graça Santificante; Dons do Espírito Santo, Virtudes Cardeais e Morais) MAIS AS ZONAS ONTOLÒGICAMENTE MAIS LONGE DO ESPÍRITO SE SUBORDINAM E INTEGRAM PLENAMENTE NESSE MESMO ESPÍRITO.</p>
<p>Em Nossa Senhora a isenção do pecado original e a super-abundância  de Graças era tal que o cumprimento da Lei Divina constítuia n&#8217;Ela um inefável gozo espiritual, sobrenatural (denominado em Teologia: Frutos do Espírito Santo).</p>
<p>Evidentemente que no que concerne às obras exteriores que implicam dificuldade, agressão e sofrimento  de inflicção extrínseca, será moralmente mais qualificada a obra que, com igualdade de Caridade sobrenatural, for objectivamente mais penosa.</p>
<p>A Caridade sobrenatural e a Graça Santificante constituem a medida suprema da Virtude. A diferença reside em que a Caridade constitui, ontològicamente, um acidente sobrenatural que ornamenta e adere à faculdade natural da vontade, elevando-a e estabilizando-a no amor sobrenatural a Deus, sobre todas as coisas (Caridade Perfeita ) e ao próximo por amor de Deus; a Graça Santificante constitui, ontològicamente, um acidente sobrenatural que ornamenta e adere à essência mesma da alma, iluminando-a e ilustrando-a com a Imagem viva da Divindade, espelho de infinita beleza, no qual Deus Uno e Trino se contempla.</p>
<p>É pela sacrossanta Caridade que os Santos, mesmo neste mundo, tudo integram na suprema adoração de Deus. Tudo o que é, em sentido metafísico, já que o mal não é ser mas privação de ser, tudo o que é, por mais humilde que seja na sua verdade material, pode e deve ser contemplado COM UMA INTENÇÃO FORMALMENTE SOBRENATURAL, MEDIDA OBJECTIVAMENTE PELA GRAÇA SANTIFICANTE, A QUAL SE DESENVOLVE RIGOROSAMENTE A PAR DA CARIDADE. E isto é tanto mais verdade quanto o Dom da Sapiência nutre a nossa alma com UM PRINCÍPIO ABSOLUTAMENTE SUPREMO DE VERDADE E FECUNDIDADE SOBRENATURAL, O MAIS RICO E INEFÁVEL QUE PODEMOS POSSUIR, O QUAL ENOBRECE E INTENSIFICA SOBRETUDO A VIRTUDE TEOLOGAL DA CARIDADE.</p>
<p>Os Dons do Espírito Santo consistem em acções de Deus beneficiando sobrenatural e directamente a nossa inteligência e a nossa vontade. Nas virtudes Teologais e Morais somos nós que, com o auxílio da Graça, exercitamos as nossas faculdades; nos Dons do Espírito Santo é Deus que age em nós, sem nós; a nossa alma constitui a sede desses Dons, não o seu princípio. Sobretudo o Sacramento da Confirmação faculta-nos Hábitos receptivos, para melhor acolhermos os Dons do Espírito Santo.</p>
<p>Por isso os Dons relevam dum princípio sobrenatural da mais excelsa magnitude.</p>
<p>Das asserções produzidas é fácil inferir que o extremo formal duma virtude moral quase nunca coincide com o seu extremo material. É que o primeiro é medido, essencialmente, pelo objecto próprio substancial dessa virtude informado pela Caridade sobrenatural; e o segundo é determinado por uma materialidade não comensurável com o primeiro.</p>
<p>Por exemplo: Todos os principiantes nas coisas espirituais têm tendência a considerar que quanto mais jejuarem, mais se disciplinarem, mais se despojarem &#8211; mais santos serão. São Bernardo de Claraval e São Francisco de Assis caíram nesse grande erro, sendo o último depois moderado pelo Cardeal Hugolino, que veio a ser o Papa Gregório IX.</p>
<p>As grandes controvérsias que perturbaram o princípio do século XIV, revoltando contra a Santa Sé Franciscanos, chamados espirituais, que clamavam por uma, não pobreza, mas miséria absoluta, como constitutiva da maior santidade, consubstanciam esta grave miséria moral; foram estes chamados espirituais severamente repreendidos pelo Papa João XXII, o qual se agigantou com o argumento teológico infalível, já referido: É a Caridade que mede a virtude, informando sobrenaturalmente e hierarquizando a substancialidade das nossas acções. Evidentemente que não é qualquer forma intencional sobrenatural que pode informar qualquer matéria, como pretendia Pedro Abelardo, e como pretendem hoje os defensores da chamada moral de situação. De maneira nenhuma. Existe, sim, uma Lei objectiva, fundamentada na Lei Eterna, Causa exemplar providencial de toda a ordem, que harmoniza analògicamente as finalidades superiores de ordem espiritual e sobrenatural com o conjunto da Criação.</p>
<p>O Humanismo, o protestantismo, a maçonaria e todo o modernismo sempre odiaram a virtude católica. Mas para a destruírem de Direito, sabiam que primeiro tinham que destruir o Dogma, bem como o Santo Sacrifício da Missa.</p>
<p>Constitui igualmente verdade infalível que DESTRUÍDO O SOBRENATURAL, NÃO FICA O NATURAL MAS SIM O ANTI-NATURAL. Ao contrário do que sucedia em tempos da Revolução de 1789, e revoluções suas derivadas, em que a maçonaria pretendia padres casados &#8211; HOJE A MAÇONARIA QUER PADRES PEDERASTAS.</p>
<p>As forças da maçonaria são forças do Inferno. Ao filiar a ex-Igreja Católica como sua sucursal, a maçonaria manteve o celibato, por razões económicas, e premeditadamente, pela tremenda contradição intelectual e moral entre um alto ideal proclamado MATERIALMENTE, e a sonegação das forças sobrenaturais necessárias ao cumprimento desse ideal &#8211; conduzir o clero (como conduziu) à pederastia.</p>
<p>Aí estão as autoridades da ex-Igreja Católica promovendo formalmente a homossexualidade no mundo segundo o programa da maçonaria.</p>
<p>Terão as autoridades da Fraternidade São Pio X enlouquecido ou apostatado para nos virem dizer que a Igreja conciliar É a verdadeira Santa Madre Igreja?</p>
<p>EU PENSO QUE APOSTATARAM.</p>
<p>Lisboa, 4 de Maio de 2013</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3228&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>“El Último Papa”, libro del P. Malachi Martin (+ 1999)</title>
		<link>http://promariana.wordpress.com/2013/05/04/el-ultimo-papa-libro-del-p-malachi-martin-1999/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pro Roma Mariana</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Já está na internet o último filme sobre Dom Marcel Lefebvre: http://www.youtube.com/watch?v=YZ7B4ZrHXWE&#38;feature=share Monseñor Lefebvre: un obispo en la tormenta (DVD en español) mayo 1, 2013 de Foro Católico &#8220;O Inimigo está dentro do mesmo Vaticano.    E o gênero humano foi além do ponto de não retorno no que diz respeito à integridade do homem espiritual, [&#8230;]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3221&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>Já está na internet o último filme sobre Dom Marcel Lefebvre: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=YZ7B4ZrHXWE&amp;feature=share">http://www.youtube.com/watch?v=YZ7B4ZrHXWE&amp;feature=share</a></div>
</div>
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<div dir="ltr">
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<h1 id="watch-headline-title"><span style="font-size:medium;">Monseñor Lefebvre: un obispo en la tormenta (DVD en español)</span></h1>
</div>
</div>
</div>
<p>mayo 1, 2013 de <a title="Ver todas las entradas de Foro Católico" href="http://forocatolico.wordpress.com/author/forocatolico/">Foro Católico</a></p>
<p><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/p-malachi-martin.jpeg"><img class="size-full wp-image-3225 alignleft" alt="P.Malachi Martin" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/p-malachi-martin.jpeg?w=630"   /></a><i>&#8220;<strong>O Inimigo está dentro do mesmo Vaticano.    </strong></i><strong><i>E o gênero humano foi além do ponto de não retorno no que diz respeito à integridade do homem espiritual, como Deus o criou.&#8221;</i></strong></p>
<p><strong>P.  Malachi Martin: “la Iglesia es el <em>sine qua non</em> para la llegada del nuevo orden mundial”</strong></p>
<h4></h4>
<p><span style="text-decoration:underline;"><em>(Transcrito de <a href="http://forocatolico.wordpress.com/www.apocalipsismariano.com">Apocalipsis Mariano</a></em><em>/ traducción de Luis Eduardo López Padilla)</em></span></p>
<h4>El Padre Malachi Martin trabajó con los más altos dignatarios de la Iglesia Católica, tuvo 3 doctorados y acceso directo al Papa. Eminente teólogo, experto en la Iglesia Católica, ex-Jesuita y profesor en el Instituto Bíblico Obispal del Vaticano; es el autor de libros exitosos, el Vaticano, El Último Cónclave, El Rehén del Diablo, Los Jesuitas y The Windswept House (El Último Papa), entre otros.</h4>
<h4>Él estaba especializado en teología en Lovania. Allí recibió doctorados en Idiomas Semíticos, Arqueología e Historia Oriental. También exorcista por más de 20 años del Vaticano.</h4>
<h4>Como consecuencia estudió en Oxford y en la Universidad hebrea de Jerusalén. De 1958 a 1964 sirvió en Roma dónde era un allegado al renombrado Cardenal Jesuita Agustín Bea y al Papa Juan XXIII. Martin falleció a finales de 1999. Él fue uno de los que leyó el famoso Tercer Secreto de Fátima.</h4>
<h4>El controvertido sacerdote Católico Malachi Martin no vive en una rectoría, seminario, o cualquier otro lugar para clérigos. En los años 60, después de dejar su trabajo en el Vaticano, obtuvo dispensa de sus votos como miembro de los Jesuitas y comenzó a vivir como un seglar con aprobación canónica. El padre Martin oficiaba la santa misa en privado, pero estaba muy preocupado con la total alteración de “prácticamente todo lo Católico” en las últimas tres décadas (de 1960 a 1990).</h4>
<h4>Su libro más reciente, una novela titulada Windswept House (publicada por Doubleday en 1996), describe las intrigas políticas y religiosas de un pequeño grupo de miembros del Vaticano que ocupan altos cargos y trabajan para que la Iglesia Católica acepte el Nuevo Orden Mundial. La novela describe los esfuerzos de cardenales desleales que trabajan febrilmente para subvertir al Papa y la Iglesia, y no dudan en asesinar, chantajear, y practicar el satanismo.</h4>
<h4>El padre Martin fue entrevistado en su residencia de Nueva York por John F. McManus, editor del THE NEW AMERICAN.</h4>
<p>El <em>Último Papa</em> inicialmente se localizaba en 20 dólares y ahora no se consigue en menos de 100 dólares por que “está fuera de catálogo”.</p>
<h4>P. Usted dice que su libro no es ni ficción ni realidad, sino un trabajo de “hechos”. ¿Qué quiere decir con eso?</h4>
<h4>R. Windswept House es una novela. Pero en un 85% se basa en hechos reales, y muchos de los personajes que aparecen en ella son reales aunque les haya dado nombres de ficción. Hay también algunas personas vivas que menciono, como Mikhail Gorbachev, que es el mismo de la realidad. Y unos pocos personajes clave que son realmente una composición de varias personas reales.</h4>
<h4>P. Usted abandonó los Jesuitas y la vida sacerdotal ordinaria hace más de 30 años. En aquel tiempo usted estaba destinado en el Vaticano como persona de confianza del Papa Juan XXIII y del Cardenal Agustín Bea. ¿Qué causó que usted se fuera?</h4>
<h4>R. Cada vez me era más difícil ver a Cristo en alguno de mis superiores inmediatos. No había causa liberal que el Cardenal Bea no persiguiera. Incluso entonces percibía al jefe de los Jesuitas de esa época, el padre Jean Baptiste Janssens, como enemigo de la fe. Mis colegas creían que el juramento formal contra el modernismo, requerido entonces de cada sacerdote pero posteriormente descartado, era una broma. Ese juramento nos obligaba a oponernos a la “renovación” del dogma. En esencia, el modernismo sostiene que los dogmas cambian — un absurdo total. No podía seguir prestándome a esa subversión.</h4>
<h4>P. Entonces usted abandonó los Jesuitas. Pero eso no le liberó a usted de sus obligaciones como sacerdote. ¿Cuál es su estatus actual?</h4>
<h4>R. A petición mía, el Papa Pablo VI me concedió un estatus universal por el cual no estaría bajo la supervisión de ningún obispo. No me visto como un sacerdote y no ocupo ningún puesto sacerdotal. Pero aún soy un sacerdote.</h4>
<h4>P. Cuando usted quiso marcharse ¿hubo algún intento de retenerlo?</h4>
<h4>R. Sí, me dijeron que podía llegar a cardenal, que tenía conocimientos bíblicos, facilidad con los idiomas, juventud, buena salud, buena memoria, y todo ello me situaba como candidato para ser promocionado. Pero no quise quedarme porque veía que la fe estaba siendo comprometida por muchos.</h4>
<h4>P. Su libro empieza con una vívida descripción de una “Misa Negra” sacrílega celebrada en 1963 en Charleston, Carolina del Sur. ¿Ocurrió eso realmente?</h4>
<h4>R. Sí, sucedió. Y también es un hecho que participaron altos cargos eclesiásticos del Vaticano por teléfono. La mujer joven forzada en el ritual satánico aún vive, y felizmente ha sido capaz de casarse y de llevar una vida normal. Ella dio los detalles del suceso.</h4>
<h4>P. Usted se refiere a uno de sus principales personajes como el “Papa Eslavo” y otro como el “Cardenal de la Ciudad Secular.” ¿Se refiere usted al Papa Juan Pablo II y al difunto Cardenal Joseph Bernardin de Chicago?</h4>
<h4>R. No puedo confirmar esas especulaciones. He escrito un libro “factual.” No es un documental. Hay por ahí un glosario que supuestamente da los nombres reales de docenas de mis personajes.</h4>
<h4>P. Además del “Cardenal de la Ciudad Secular,” usted describe negativamente a muchos otros cardenales y obispos. ¿Están estas caracterizaciones basadas en hechos reales?</h4>
<h4>R. Sí, entre los cardenales y la jerarquía hay satanistas, homosexuales, anti-papistas, y cooperadores para conseguir un gobierno mundial.</h4>
<h4>P. ¿Hay tanta intriga y deslealtad en el Vaticano como su libro parece indicar?</h4>
<h4>R. Hay más de la que he suministrado en el libro. El Papa está rodeado de hombres con atuendo clerical que no tienen la fe Católica; trabajan con fundaciones, organizaciones, grupos internacionales, instituciones financieras, gobiernos, universidades, y otras agencias para traer un nuevo orden mundial.</h4>
<h4>P. En su libro usted dice que influencias subversivas en las posiciones clericales más elevadas de la Iglesia están trabajando para traer un nuevo orden mundial. ¿Qué quiere usted decir con “nuevo orden mundial?”.</h4>
<h4>R. En su forma completamente planeada, habrá una globalización monetaria, y el flujo de capital y mercancías será gestionado por una entidad central única, como el Banco de Compensaciones Internacionales de Suiza. Cualquier nación que no se someta al sistema globalizado perecerá.Adicionalmente, habrá unas Naciones Unidas expandidas que extenderá su nueva estructura ética… Esto reemplazará a los Diez Mandamientos y será la base de una nueva religión universal sin Dios. Todos los Cristianos, sobre todo los Católicos, serán forzados a soportar un martirio en el que se les requerirá abandonar todo lo que crean, serán presionados a que acepten la nueva forma del estado con su nueva religión. Este nuevo orden mundial no estará centrado en un grupo de edificios desde los que los emisarios saldrán a dar órdenes al mundo. Habrá legislaciones nacionales, pero los gobiernos del mundo estarán dirigidos por quienes estén en la cima.</h4>
<h4>P. ¿Qué quiere decir con la “cima”?.</h4>
<h4>R. La fuerza que subyace y de la que he escrito en Windswept House (El Último Papa) se estructura como en una pirámide. Es ancha en la base, donde muchos individuos persiguen sus intereses y esperan ser elevados a posiciones superiores. Hay cada vez menos habitantes a medida que se asciende en la estructura. Solo unos pocos llegan al último nivel de mando, la cima de la pirámide. Estos individuos no tienen ninguna lealtad a las naciones de las que proceden; son un nuevo tipo de ser humano, internacionalistas que buscan controlar a la humanidad. No tienen un Dios, pero colectivamente, pretenden usar la religión, los gobiernos, y cualquier cosa que encuentran útil para imponer su voluntad. Por ejemplo, opino, que la URSS no se desintegró de forma natural, sino que colapsó por una orden premeditada. Esas órdenes vinieron de la cima.</h4>
<h4>P. ¿Prevé usted represión física en este nuevo orden mundial?</h4>
<h4>R. Sí, aunque de un nuevo tipo. Las fuerzas determinadas a conseguir el poder total ciertamente crearán campos de detención, pero los individuos enviados a ellos serán siempre víctimas de procedimientos completamente legales; serán declarados culpables de romper la ley.</h4>
<h4>P. ¿Es la Iglesia Católica un mayor objetivo que otras iglesias?</h4>
<h4>R. Sí, porque es una organización internacional independiente a la que no se le puede permitir que exista como competidor. La Iglesia Católica tiene su propio cuerpo diplomático de embajadores destinados en las naciones industrializadas del mundo. Hay 180 naciones que han enviado embajadores al Vaticano. Ninguna otra iglesia atrae tanta atención. Los que trabajan para el nuevo orden mundial deben controlar esta organización única. El proceso que utilizan para conseguir esto se describe en <em>Windswept House</em>. En el libro escribo, “la Iglesia es el <em>sine qua non</em> para la llegada del nuevo orden mundial.”</h4>
<h4>P. ¿Usted ha descrito lo que sería prácticamente una total desintegración de la Iglesia Católica que incluye una negativa por parte de los líderes de la Iglesia para expulsar a los herejes y teólogos apóstatas, detener la falsa anulación de matrimonio, expulsar a los homosexuales, forzar a los obispos a que se adhieran a las leyes y dogmas de la iglesia, etc . En un libro anterior, usted excusa al Papa por no tomar medidas para poner fin a estos abusos, aludiendo a que había buenas razones para su sorprendente tolerancia. Ahora, sin embargo, ha  adoptado una actitud mucho más dura que ya no ofrece excusas por su inacción. ¿Por qué la nueva actitud?</h4>
<h4>R. Es demasiado tarde para tratar de encontrar excusas. El Papa debe utilizar su autoridad para salvar a la Iglesia de sus enemigos internos. El problema dentro de la Iglesia de hoy es la apostasía, el haberse apartado de los dogmas fundamentales, especialmente por aquellos que ocupan altos puestos. Esto no es lo mismo que la herejía y el cisma. Los apóstatas deberían ser expulsados. Cuando se les permite seguir dentro, el pueblo poco a poco cae en la misma apostasía.</h4>
<h4>P. ¿No cree que algunos católicos se molestarán con usted debido a su crítica al Papa y su condena a los más altos funcionarios de la Iglesia?</h4>
<h4>R. Algunos ya lo están. Sin embargo, los Papas son hombres ordinarios que son elevados a un nivel extraordinario y se les da poderes extraordinarios. En general, pero una cuestión muy concreta, son falibles como lo fueron Pedro y Judas. En cuanto a los cardenales y obispos, hay muchos grandes santos, pero la iglesia ha sido dañada durante mucho tiempo por la intriga y deslealtad de algunos de ellos.</h4>
<h4>P. ¿Lo que usted describe tiene algo que ver con los planes del Carbonari italiano del siglo 19?. Ese grupo se estableció para infiltrarse en la Iglesia de modo que el clero católico y la gente siguiera sus instrucciones?</h4>
<h4>R. Precisamente! Sin embargo, la Carbonari no fue una asociación fantasmagórica que funcionara en secreto con capuchas y sombreros altos. Si usted entiende la táctica de los Carbonari, usted sabe que sus dirigentes nunca intentaron destruir la Iglesia, sino que su intención era utilizarla. Reconocieron la Iglesia como una fuerza de estabilización social en el mundo y que querían su control para sus propios fines. Su objetivo central era rodear al Papa y al Vaticano y tener a la Iglesia siguiéndoles. Su plan siempre fue coptar a la iglesia poniendo  a su gente en los seminarios y conventos, no destruirla.</h4>
<h4>P. ¿Ha habido algo parecido a lo que describe en los 2000 años de la Iglesia Católica?</h4>
<h4>R. No, nada que se le parezca. Nunca ha habido un momento en que prácticamente en todos los niveles de la Iglesia, la apostasía es fomentada, protegida, permitida, y ni siquiera condenada. Todo esto significa una cosa para mí: Esto no significa el final de la Iglesia; significa el final de la estructura de la Iglesia tal como la conocemos.</h4>
<h4>Y yo no espero que al final la Iglesia Católica en América termine rompiendo con Roma y crear un cisma formal. Cuando hay apostasía, el desconocimiento de los católicos los hace seguir obedientes, si hay un cisma formal en lugar de la apostasía de los prelados de América – y los prelados de cualquier nación anunciando una ruptura formal – perderían la obediencia del pueblo.</h4>
<h4>P. Una de las varias personas que viven en su libro cuyo nombre en realidad es Mikhail Gorbachev. ¿Es más o menos peligroso para la humanidad ahora que ya no es el líder de la ex Unión Soviética?</h4>
<h4>R. Él es mucho más peligroso. Está destinado a grandes cosas en los planes de aquellos que están llevando a cabo “el proceso” que lleva al nuevo orden mundial.</h4>
<h4>P. ¿Su libro menciona “el ocaso de la OTAN”.</h4>
<h4>¿Quiere decir que la OTAN está a punto de desaparecer?</h4>
<h4>R. No, me refiero al ocaso de la OTAN, en relación a para que fue concebida. Originalmente se formó como una alianza militar para oponerse a cualquier posible avance soviético hacia el oeste. No hay más Unión Soviética que era la gran amenaza militar para Occidente. La OTAN debería haberse disuelto, pero su estructura es útil, por lo que se está dando un nuevo papel político y económico.</h4>
<h4>P. Usted menciona el Consejo de Relaciones Exteriores, (CFR) pero sólo brevemente. ¿Cuál es su actitud ante el CFR?</h4>
<h4>R. No es el cerebro detrás de todo esto. Hay un nivel superior de autoridad y la planificación que se basa en el CFR y otros grupos. Esta es la Cima que he mencionado anteriormente.</h4>
<h4>P. ¿Cómo han tratado los encuestados su libro?</h4>
<h4>R. No ha habido malos comentarios. Sin embargo, numerosos encuestados han hecho una revisión de mi libro y del libro “Humo Blanco” de Andrew Greeley, que recomienda la elección de otro Papa que enfrentaría los problemas que la Iglesia sufre hoy en día. Eso, por supuesto, no es lo que se necesita, sin embargo, los encuestados se refieren a él como un conservador y a mí como un radical. Es gracioso. <em>The New York Times</em> no ha revisado mi libro y yo no espero que los editores lo hagan. No hace mucho tiempo, otro trabajo mío estuvo en la lista de best-sellers del Times , y se referían a mí simplemente como “una buena lectura”.</h4>
<h4>P. ¿Qué es lo siguiente de Malaquías Martin?</h4>
<h4>R. En el siglo XII, el erudito judío Maimónides escribió para su pueblo una “Guía para los perplejos”. Espero escribir un libro parecido para ayudar a los católicos durante este período muy sorprendente en la historia.</h4>
<h4>(Traducción: LUIS EDUARDO LÓPEZ PADILLA)</h4>
<h4 style="text-align:right;"><span style="text-decoration:underline;"> </span></h4>
<h4><span style="text-decoration:underline;">Nota final de Arai Daniele.</span></h4>
<h4 style="text-align:left;">P. Martin era uma figura controversa, mas testemunha única do que acontecera no Vaticano, também em relação ao Segredo de Fátima. Por isto, muito me arrependo de não ter aceito seus convites para ir visitá-lo em Nova York e ouvir diretamente seu testemunho sobre tudo isto. De todo modo, trocamos com frequência informações e opiniões, em especial sobre o Vaticano dois. Quando publiquei meu livro na versão francesa &#8211; <i>«L’Esprit désolant de Vatican II», </i>foi apresentado com o seu breve comentário que segue: <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/eclisse-lesprit.jpg"><img class="alignleft" alt="eclisse-l'esprit" src="http://promariana.files.wordpress.com/2013/05/eclisse-lesprit.jpg?w=154&#038;h=224" width="154" height="224" /></a></span></h4>
<h4><i>“C’est surprenante comme votre livre coïncide, dans le contenu des chapitres et même dans les titres, avec ce qui j’aiprojeté d’écrire les mois passés. «Spiritus ubi vult spirat!». Je veux donc coopérer avec votre livre tranchant. “En fait, la crise de l’Eglise est à tel point cruciale, et l’humanité, à laquelle Paul VI et Vatican II ont voulue donner un nouvel ordre, et qu’Arrupe et ses jésuites se préparaient a ‘inculturer’,se trouvent dans une impasse.“L’Ennemi est dans le Vatican même*.“Le genre humain est allé outre le point de non retour concernant l’intégrité de l’homme spirituel, comme Dieu l’a créé. “Votre livre décrit bien les causes et les effets d’un telle écroulement.Vous avez enfoncé le clou, «hit the nail on the head». C’est donc impératif et urgent que votre livre soit publié en plusieurs langues.”</i></h4>
<p>* (‘The New American’, n.12, 9.6.97, ‘The Catholic Church in crisis’, p. 39-41, du P.Malachi Martin).</p>
<br />  <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=promariana.wordpress.com&#038;blog=13927649&#038;post=3221&#038;subd=promariana&#038;ref=&#038;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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