Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

“CRIME E CASTIGO” na CRISTANDADE

por Araí Daniele

III – Perseguição dos maiores amigos dos homens… e dos judeus

A pior perseguição neste mundo é contra a autoridade católica, que provem do Sangue do Sacrifício de Jesus Cristo para salvar os homens; trata-se da Igreja da Fé que representa a autoridade de Deus na Terra. Vamos em seguida falar da tentativa de «restituição» do juízo cristão ao Sinédrio judeu que condenou à morte o Salvador.

S. Paulo, escrevendo sobre o tema da relação do Velho Testamento com o Novo, cita Jeremias:

“Contrairei com a casa de Israel, e com a casa de Judá, uma nova aliança: não como a aliança que Eu fiz com os seus pais…” (Hb. 8:8-9).

Explica então, sob a inspiração infalível do Espírito Santo:

“Chamando-a nova, deu por antiquada a primeira, e o que é antiquado e velho, está chegando ao seu fim” (Hb. 8:13).

Seus seguidores ficam assim inabilitados de participar da salvação eterna proporcionada pelo Sacrifício de Jesus Cristo, a não ser que um dia abandonem estes erros (D.S. 811). Este Canon reza:

“Se alguém disser que o homem pode justificar-se perante Deus com as suas obras realizadas com as forças da natureza humana ou pela doutrina da Lei, sem a graça divina por Jesus Cristo, seja anátema”.

A Igreja Conciliar opõe-se a este dogma da Fé Católica com a sua nova doutrina, confirmada nas declarações de seus papas, melhor definida a partir do documento que cita a autoridade de João Paulo II.

É a heresia que permeia a doutrina “oficial” apresentada no documento “Orientação e sugestões para a aplicação da declaração Nostra aetate, nº. 4, (sigla O. Nae.) do Vaticano II.

Ratzinger

Orientações para tornar a Palavra de Jesus Cristo opcional.

«Os Católicos se esforçarão para compreender as dificuldades que a alma judia sente diante do mistério do Verbo encarnado, dada a noção muito alta que ela tem da transcendência divina – As comissões encarregadas das traduções litúrgicas devem pôr particular atenção no modo de expor aquelas expressões e aqueles trechos que podem ser pelos cristãos interpretados tendenciosamente […] pode-se, numa versão destinada ao uso litúrgico, tornar mais explícito o significado deste texto… É assim que a expressão “os judeus” em S. João, indica por vezes… os chefes dos judeus, ou os adversários de Jesus Cristo, expressões que exprimem melhor o pensamento do evangelista e evitam pôr em causa o povo enquanto tal – (pp.14-16)».

Somente o inverso da verdadeira noção cristã de transcendência divina pode levar a julgar inacreditável a Encarnação do Filho de Deus.

É verdade que o mistério de Deus que intervêm no mundo com a graça inestimável da sua misericórdia é inatingível pelos homens, os homens, porém, não são inatingíveis por Deus transcendente. O pensamento judeu tinha na Bíblia o meio para se predispor segundo os desígnios divinos para receber Jesus Cristo. Mas os Evangelhos revelam que o Senhor foi recusado por não se ter apresentado como libertador e o rei poderoso almejado. A vinda do Messias foi recusada pelo Povo que continuou a considerar-se eleito. Altas noções da Transcendência? A vontade divina foi rejeitada então e o é ainda hoje na recusa do Verbo encarnado por parte dos Judeus.

No dia 19 de Abril de 1985, vinte anos depois do lançamento da Nostra aetate, a Comissão para as relações religiosas com o Judaísmo foi recebida por João Paulo II para apresentar e divulgar oficialmente os seus “subsídios para uma correta apresentação dos Judeus e do Judaísmo”.

João Paulo II e Rabinos em Israel

“Como para cada documento publicado por um Departamento da Santa Sé, foram consultados os outros sectores competentes na matéria e as suas observações foram tomadas em devida consideração” (J. Mejia, secretário).

A tal O.NAe., de 24-25 de Junho de 1985, dá notícia ampla sobre a questão sob o título “Ensinamentos religiosos e Judaísmo”, referindo a ideia de João Paulo II: “O Cristianismo e o Judaísmo estão ligados pelo nível mesmo de sua identidade” (6.3.82). “Apresentou-se esta realidade permanente do povo judeu com uma fórmula teológica particularmente feliz na alocução pronunciada para os representantes da comunidade judia de Maguncia (17.11.1980), Povo judeu da Antiga Aliança, que não foi nunca revogada…”. Tal doutrina diz ser “necessário empregar ao mesmo tempo e juntando, vários termos em que se exprime a relação entre as duas economias, do Antigo e do Novo Testamento: Promessa e cumprimento – continuidade e novidade – singularidade e universalidade – unicidade e exemplaridade.”

Isto implica, para os novos “teólogos” e “catequistas”, ignorar as palavras de São Paulo aos Hebreus (8, 7): “Porque se aquela primeira aliança tivesse sido irrepreensível, não teria havido lugar para uma segunda. Pois que Deus repreendendo-os diz: – Eis virão dias, diz o Senhor, em que Eu contrairei com a casa de Israel e com a casa de Judá uma nova aliança, não como a aliança que fiz com os seus pais no dia em que lhes peguei pela mão para os tirar da terra do Egipto: visto que eles não perseveraram na minha aliança, Também Eu os desprezei, diz o Senhor. […] Dizendo nova, torna velha a primeira; ora, o que é antiquado e velho, está prestes a desaparecer”.

7) Em virtude de sua missão divina, a Igreja, que é meio geral de salvação [haveria pois outros, particulares!] e que é a única na qual se encontra “toda a plenitude dos meios de salvação (UR.3) [meios que estariam porém difundidos fora dela] pela sua mesma natureza deve anunciar Jesus Cristo ao mundo. […] Jesus afirma (Jo 10,16) que haverá “um só rebanho e um só pastor”. Igreja e Judaísmo não podem ser apresentados pois como dois caminhos paralelos de salvação [mas convergentes!] e a Igreja deve testemunhar Cristo Redentor de todos no mais rigoroso respeito da liberdade religiosa, como essa foi ensinada pelo V2 (Dh).

No dia 28 de Outubro de 1985 (note-se a data recorrente), João Paulo deu apoio incondicional ao documento pelo qual a Velha Aliança nunca foi revogada” e foi no dia 17 de Novembro de 1980 declarar à comunidade judaica da Maguncia, Alemanha, que a “Velha Aliança” nunca tinha sido “revogada por Deus“!

Na apresentação do documento, assinado pelo presidente da dita comissão, Willebrands, o secretário, Jorge Mejia, dá explicações no seu artigo intitulado “Viva consciência do patrimônio comum a todos os níveis” do mesmo número do Osservatore Romano (O.R.): “Isto não quer obviamente dizer que os Judeus não possam e não devam tirar de suas tradições dons salvíficos“. Portanto no Judaísmo, fora da Igreja, contra a Igreja, há salvação! E por ocasião do encontro para a paz promovido por João Paulo II em Assis, o mesmo J. Mejia escreveu sobre a convergência velada” de todas as religiões” (OR. 28.11.1986).

Relações entre o Antigo e o Novo Testamento, 6) Identidade cristã e identidade judia devem ser portanto acuradamente distintas na sua respectiva leitura da Bíblia. O que, todavia, nada subtrai ao valor do Antigo Testamento na Igreja e não proíbe que os cristãos possam, por sua vez, utilizar com discernimento as tradições de leitura hebraica. […] 10) Além disso, sublinhando a dimensão escatológica do cristianismo, chega-se a uma maior consciência do fato que quando o povo de Deus da antiga e da nova Aliança [aqui tornado um único povo!] considera o futuro, ele tende – mesmo se partindo de dois pontos de vista diversos – [em verdade opostos!] para fins análogos: a vinda ou o retorno do Messias. Percebemos mais claramente que a pessoa do Messias, sobre a qual o povo de Deus está dividido, constitui para este povo também um ponto de convergência. Pode-se dizer, portanto que Judeus e cristãos se encontram numa experiência semelhante, fundada sobre a promessa feita a Abraão (cf. Gn. 12, 1-3; Hb. 6, 13-18).

Efod Judaico - Maçônico

Efod - Símbolo utilizado pelos Sumos Sacerdotes Judaicos e pelos Maçons

São Paulo diz que os Judeus que querem operar como obstáculo para a Fé em Jesus Cristo, são os maiores inimigos dos homens. Estes textos do V2 demonstram-se, pois os maiores inimigos dos homens e dos Judeus, porque justificam a não conversão deles a Jesus Cristo, e os afasta da salvação. Ora, Aaron Lustiger, nomeado por João Paulo II arcebispo de Paris, declara-se judeu e cristão ao mesmo tempo, dando assim a interpretação da Nae que, pode bem ser considerada oficiosa.

11- Atentos ao mesmo Deus que falou, na escuta desta mesma palavra, devemos dar testemunho de uma mesma minoria e de uma esperança comum em Quem é o Senhor da história. Será preciso que assumamos a nossa responsabilidade para preparar o mundo à vinda do Messias, operando juntos para a justiça social, para o respeito dos direitos da pessoa humana e das nações, para a reconciliação social e internacional. Judeus e Cristãos, nós, fomos solicitados a isto pelo preceito do amor do próximo, da comum esperança do Reino de Deus e da grande herança dos profetas.

A história humana, centrada na Encarnação do Messias, Filho de Deus, vindo ao mundo por obra do Espírito Santo, para cumprir a vontade do Pai, revela seu sentido só à luz do sumo Mistério Trinitário; do Amor absoluto entre as Três Pessoas divinas, ao qual é ordenado o amor e o conhecimento do ser humano. Por isto é dito o dogma dos dogmas, pelo qual o mesmo Amor que criou o homem à Sua imagem e semelhança, de modo ainda mais maravilhoso, veio para redimi-lo e instaurar a esperança no Reino de Cristo. Ao contrário, a diluição da suprema verdade sobre o amor divino, conduz ao evento oposto, de terríveis efeitos sociais: instaura no mundo um clima destrutivo de ódios que prepara a vinda do «outro»: o anticristo. (Cfr. Jo. 5, 43)

Raízes hebraicas do Cristianismo: Jesus é judeu e o será para sempre; o seu ministério limitou-se “às ovelhas perdidas na ‘casa de Israel’ (Mt. 15, 24)”. Jesus é plenamente um homem do seu tempo e de seu ambiente judeu palestino do século I, de cujas alegrias e esperanças participou. Quanto à lei bíblica, Jesus demonstrou uma grande liberdade junto com a vontade de submeter-se, ensinando nas sinagogas; 5) As suas relações com os Fariseus não foram nem completamente nem sempre políticas [cfr. exemplos].

6) Jesus partilha com a maioria dos Judeus da Palestina daquele tempo, algumas doutrinas farisaicas: a ressurreição dos corpos; as formas de piedade: a esmola, oração, jejuns, e o hábito litúrgico de dirigir-se a Deus como Pai;… O mesmo se diga de Paulo.

Este texto de justificação de doutrinas farisaicas, que devem continuar, chega à inversão da relação entre o Mestre que proclamou: – Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida – e aqueles que O repelem. De fato, Jesus demonstrou ser cumprimento da lei bíblica, da qual os Fariseus e os Judeus daquele tempo deviam receber a verdadeira doutrina. Mas desta Jesus era o Mestre, e submeteu-se a ela para dar exemplo a todos. Ora, a fidelidade à Lei estava em reconhecer e seguir Jesus, e não ao contrário, isto é em recusá-Lo em nome de doutrinas farisaicas a que Jesus se submetia como judeu observante de seu tempo. A Lei era para Cristo, não Cristo para a Lei numa humanização da divindade de Jesus.

8 ) Deve-se notar que os Fariseus não são mencionados nas narrações da Paixão.[…] Uma apresentação somente negativa dos Fariseus corre o risco de ser inexata e injusta. […] O “farisaísmo“, no sentido pejorativo do termo, pode contaminar qualquer religião. 9) Tudo isto deveria ajudar a elucidar melhor a afirmação de S. Paulo (Rm. 11, 16 ss.) sobre a “raiz” e os “ramos“. A Igreja e o cristianismo, em toda a sua novidade, têm origem no ambiente hebraico do primeiro século da nossa era (Nae. 4)…

Que o “desígnio de Deus” de instaurar tudo em Cristo tenha raízes farisaicas poderia ser insinuado só por um espírito farisaico, descrito, não com apresentações e sentidos de alguns exegetas, mas com as próprias palavras de Jesus nos Evangelhos.

IV – Os Judeus no Novo Testamento: 1a – Os Evangelhos são o fruto de um trabalho relacional longo e complexo. A DV, em seguida da Instrução S. Mater Eclesia, da P.C.B. (v. p. 97), distingue etapas: – Não é, pois excluído que referências hostis ou pouco favoráveis aos Judeus tenham como contexto histórico os conflitos entre a Igreja nascente e a comunidade judia. Algumas polêmicas refletem as condições que, cronologicamente, são muito posteriores a Jesus. Esta constatação resta fundamental quando se quer colher para os cristãos de hoje o sentido de alguns textos dos Evangelhos.

Eis a contraprova do plano de introdução do racionalismo na exegese do método histórico-crítico. Mas como é possível apresentar o que o Evangelho ensina a respeito da necessidade da fé em Cristo, que causou inúmeros martírios, de S. Estevão a São Tiago e até hoje, como polêmicas condicionadas pelos conflitos entre comunidades contrárias? Pode-se fazê-lo sem se desclassificar, e não só por heresia?

1d) [O fato que a maioria dos Judeus não acreditassem em Jesus] levou à inevitável ruptura entre o hebraísmo e a jovem Igreja, então separados e divergentes irredutivelmente ao mesmo nível da fé; esta situação reflete-se na relação do Novo Testamento, em particular dos Evangelhos.

1e) Refletindo sobre este fato [segundo Nae,4], os cristãos não devem nunca esquecer que a fé é um dom livre de Deus e que a consciência dos outros não deve ser julgada. […A Dh do V2], ensina que ‘todos os homens devem ser imunes da coação…’. Esta é uma das bases nas quais apóia o diálogo judeu-cristão promovido pelo Vaticano II.

Paulo VI usando o Ephod

Paulo VI usando o Ephod

Note-se que as iniciativas do V2 não têm por base verdades reveladas, mas o conceito sobre a imunidade de coação que serve justamente a promover a isenção das consciências, e não só dos judeus, da objetiva obrigação de aderir à Verdade em foro interno e de respeitá-la no foro externo, que implicando um juízo objetivo, implica também a coação. Isto também para evitar o ensino do erro, especialmente contra a Lei cristã, que tem também sua Moral apoiada no Evangelho.

Pio XII, (Rdm. de 23.3.52):“Como é pois possível conciliar a providencial disposição do Salvador, que confiou à Igreja a tutela do patrimônio moral cristão, com uma espécie de autonomia individualista das consciências? Esta, subtraindo-se ao seu clima natural, pode produzir só frutos venenosos… A “moral nova” afirma que a Igreja recorre por demais às obrigações: “não é lícito” […] Ela não pode porém deixar de admoestar os fiéis que não é possível adquirir e conservar este patrimônio senão ao preço de precisas obrigações morais.”

V – A Liturgia, 1) Judeus e Cristãos fazem da Bíblia a substância mesma das suas liturgias… também no Hebraísmo encontram-se as mesmas formulações das nossas orações mais sagradas, como por exemplo o ‘Padre Nosso’. Também as orações eucarísticas inspiram-se em modelos da tradição hebraica. Citamos a propósito as palavras de João Paulo II (6/3/1982): – A fé e a vida do povo judeu, assim como são professadas e vividas ainda hoje, (podem) ajudar a compreender melhor alguns aspectos da vida da Igreja. É o caso da Liturgia…  2) … É ainda o memorial, que nos vem da tradição hebraica, com um conteúdo específico, diferente em cada caso. Existe, pois, de uma e da outra parte, um dinamismo paralelo: para os Cristãos ele dá sentido à celebração eucarística, celebração pascoal e, enquanto tal, atualização do passado, vivido na espera ‘de sua vinda’ (I Cr. 11,26).

VI – Judaísmo e Cristianismo, 1 – A história de Israel não se conclui no ano 70. Ela continuará em particular na vasta Diáspora que permitirá a Israel levar em todo o mundo o testemunho, de freqüente heróico, de sua fidelidade ao único Deus e exaltá-Lo diante de todos os vivos (Tb. 13, 4). É preciso com todos os meios abandonar o conceito tradicional do povo punido, conservado como argumento vivo para a apologética cristã. Ele permanece o povo escolhido; “a oliveira boa na qual foram enxertados os ramos da oliveira selvagem que são os gentios” (João Paulo II, 6.3.1982).

Durante visita na Sinagoga de New York Bento XVI venera os livros sagrados judaicos

Durante visita na Sinagoga de New York Bento XVI venera os livros sagrados judaicos

Durante visita na Sinagoga de New York Bento XVI venera os livros sagrados judaicos

Pretende-se cancelar assim, com um golpe de pena, tudo o que relata a Bíblia, e que portanto, Deus revelou a respeito das penas em que incorre o povo infiel. E assim igualmente os muitos textos evangélicos sobre a infidelidade do Povo judeu que recusou o Salvador. A Igreja católica sempre ensinou esta realidade para a conversão dos Judeus e elevou suas orações ao Senhor para “levantar o véu de seu coração, tendo misericórdia com este povo cego”. Rezar pelo povo punido é coisa santa, ignorar a culpa em que incorreram é injúria a Deus. As novas orações da Sexta-feira Santa, porém, como quis João XXIII, iniciaram um novo curso, segundo outra fé: “Que Deus ajude os Judeus a “progredir sempre no amor de seu Nome e na fidelidade à sua Aliança… conduzi à plenitude da Redenção o povo da Aliança…”.

Pode um clérigo dizer isto, ignorando a necessidade da fé em Jesus Cristo, que “Deus constituiu Senhor” (Rm. 9, 6ss) e que disse: “Se não acreditais que EU SOU, morrereis nos vossos pecados” (Jo. 8, 24)?

É possível pronunciar, em nome da Igreja de Cristo, esta sua implícita exautoração, sem abandoná-la? Mas se isto vale para qualquer fiel e muito mais para um clérigo consagrado, que dizer de alguém que se apresenta como representante, vigário, de Jesus Cristo, que veio para converter todos os homens, a começar pelo Povo eleito a recebê-Lo?

É claro que esta pessoa tenta alterar essa missão, invertendo-a. Como, porém, a autoridade pontifical é vigária – em representação – de Jesus Cristo e para a confirmação do Seu Evangelho, neste caso é ilógico deduzir que este clérigo não cumpre a sua missão; é lógico concluir antes que esta missão não é sua. Ela é definida por Quem a instituiu com Palavras evangélicas dadas e cumpridas por São Pedro. Leia-se o seu primeiro discurso aos judeus, que converteu milhares (Act. 2, 14-41). Este é ato constitucional da missão e autoridade do Papa católico.

Os apóstolos pregavam Cristo na Sinagoga e eram espulsos e chicoteados. Ratzinger omite a Cristo como Deus e é bem recebido.

Os apóstolos pregavam Cristo na Sinagoga e eram espulsos e chicoteados. Ratzinger omite a Cristo como Deus e é bem recebido.

Os apóstolos pregavam Cristo na Sinagoga e eram espulsos e chicoteados. Ratzinger omite a Cristo como Deus e é bem recebido.

Se alguém se apresenta como papa, mas ignora a conversão dos judeus a Cristo, como fazem os conciliares, só podem enganar quem não quer ver a flagrante e evidente contradição, que dura mais de meio século. A questão da traição, do serviço prestado como vigários do Anticristo, é certamente mais grave, mas segue a outra. Ao católico compete hoje testemunhar que tais clérigos, demonstrando esta intenção infiel, ao ocupar e demolir a “Cidade Santa”, não têm autoridade pontifical.

Lembremos que os perjuros do Juramento antimodernista, que é uma profissão de fé da Igreja católica, só estão nela porque enganam, mentem e se ocultam.

As doutrinas do Vaticano II, que foram e continuam a ser analisadas sob a luz da Fé católica por muitos doutos fiéis demonstram o plano conciliar de reduzir a ramo de uma religião universal antropocêntrica  a Religião católica. Poderia alguém fazê-lo com autoridade católica? Quem com tanto afã justifica os fariseus não acusa de anti-semitismo o Evangelho, emulando o Sinédrio que mandou à morte Jesus? Pedem perdão ao mundo pela Igreja, jogando lama na imagem da Esposa de Cristo, que é meio da Misericórdia também para a salvação dos Judeus.

Hoje, nesta traição incide uma inteira classe clerical que prega a operação dos saldos ecumenistas do Vaticano II, pelos quais ninguém precisa converter-se mais à Fé de Jesus nem ao seu «tirânico Magistério pontifical anti-semita» para fazer a vontade de Deus.

O cúmulo dessa prevaricação é presente nas palavras e até orações de modernistas e mações elevados nestes últimos tempos à Sé de Pedro. Qual pior castigo para o mundo?

Virgem Maria esmaga a serpente

IPSA CONTERET - "Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça".(Cf. Gen. 3,15)

Voltando ao livro da Génesis, temos a presença da Mulher; de Maria Mãe de Deus e da Misericórdia. Em toda ocasião de aflição e perigo para o povo de Deus aparece o sinal da Mulher, que são sinais da intervenção da esfera celeste naquela terrena. Conseguimos, porém, sempre entender o que estes indicam? Não será que na hora presente nos indica o vencimento de um ciclo da história humana, enquanto o mundo está absorto pelos problemas das mutações climáticas em boa parte ligadas à decadência de um pensar nutrido por sinais materiais que a inteligência humana deveria superar?

Deve-se, pois, vigiar sobre os falsos sinais que o mundo semeia entre os homens em nome da religião, a confusão entre sinais verdadeiros e os “portentos mentirosos” previstos por Jesus e vistos pelos Apóstolos.

Assim, parar para perscrutar os verdadeiros sinais dos tempos em que vivemos não é passatempo ocioso nem curiosidade gratuita, mas imprescindível necessidade para a vida espiritual e social de todos; é responder à Palavra divina: é vigilância sobre quanto ameaça nosso curso terreno, no qual se decide o nosso destino eterno. O juízo dos falsos Cristos e falsos profetas que imperam junto aos senhores do mundo, pertence só a Cristo que revelou que vai julgar: “com o sopro da Sua boca e com o esplendor da Sua vinda (Ap. 19, 11- 16); (II Ts. 2, 8).

Mas  a nós compete o vigilante testemunho contra os demolidores da Fé.

Nossa Senhora chamou a esta vigilância diante da «liquidação» por um tempo da Igreja de Deus. Mas soubemos entender o Seu aviso?

Sobre a outra cidade que erigiram para «o culto conciliar do homem», é ordenado aos fiéis: “Sai dela meu povo, para não serdes cúmplices de seus pecados, nem abrangidos nos seus flagelos” (Ap. 18, 4).

11 Respostas para ““CRIME E CASTIGO” na CRISTANDADE

  1. jose serafim Barbosa Reis março 14, 2012 às 6:40 am

    A igreja católica controla tudo éla é a maçonaria e a ordem é malta.

    • c.a.gebrim setembro 21, 2012 às 3:18 pm

      CAROS AMIGOS, SINCERIDADE NÃO É CRIME NEM PECADO…

      José Serafim Barbosa Reis

      VOCÊS PREGAM O ÓDIO CONTRA A IGREJA INSTITUIDA POR NOSSO SENHOR JESUS CRISTO (UNA, SANTA, CATÓLICA E APOSTÓLICA), ATRAVÉS LITERATURAS PAGÃS, “DE IMAGINÁRIOS SUPOSITÓRIOS MAGNÍFICOS”, “DE MILAGROSAS CRIAÇÕES E RECRIAÇÕES DE BENÇÃOS INOVADORAS CONDUZINDO COM ISSO MULTIPLICADAS E DISSIDENTES ABERTURAS DE NOVAS PEQUENAS IGREJAS DE GARAGEM, BARRACÕES E GRANDES NEGÓCIOS ENQUANTO OS ENGANOS E AS APOSTASIAS PROLIFERAM PELA HUMANIDADE AFORA “EQUIVOCADAMENTE EM NOME DE JESUS”.

  2. jose serafim Barbosa Reis setembro 24, 2012 às 11:00 pm

    Não escrevo nada para incitar o ódio pois devemos respeitar todas as pessoas e devemos fazer uso da verdade eterna pois a mentira pode ser aceita como verdade mais nunca será verdade.

  3. jose serafim Barbosa Reis setembro 24, 2012 às 11:36 pm

    A fé cristã ensina que a vida presente é uma caminhada e que a morte é uma passagem para uma vida eterna e feliz para todos os que seguirem os ensinamentos de Cristo.
    ISAÍAS 26:14 Morrendo eles, não tornarão a viver; falecendo, não ressuscitarão; por isso os visitaste e destruíste, e apagaste toda a sua memória.
    ECLESIASTES 9:5 Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento.
    10 Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque na sepultura, para onde tu vais, não há obra nem projeto, nem conhecimento, nem sabedoria alguma.

  4. jose serafim Barbosa Reis setembro 28, 2012 às 5:10 pm

    “Jesus voltou”
    HEBREUS 2:9 Vemos, porém, coroado de glória e de honra (aquele Jesus) que fora feito um pouco (menor do que os anjos), por causa da paixão da morte
    OBADIAS CAPÍTULO 1:2 Eis que te fiz pequeno entre os gentios; tu és muito desprezado.
    HEBREUS 2:15 E livrasse todos os que, (com medo da morte), estavam por toda a vida (sujeitos à servidão).
    16 Porque, na verdade, ele não tomou os anjos, mas tomou a descendência de Abraão.
    ATOS 7:6 E falou Deus assim: Que a sua descendência seria peregrina em terra alheia, e a (sujeitariam à escravidão), e a maltratariam por quatrocentos anos.
    ATOS 28:28 Seja-vos, pois, notório que esta salvação de Deus é enviada aos gentios, e eles a ouvirão.

  5. jose serafim Barbosa Reis setembro 28, 2012 às 5:44 pm

    Descobridores ou invasores.
    Tudo não passa de covardia, os gentios jesuítas ao invadir a America com espírito de cruzadas dividiram as terras entre doze colônias hereditárias assim os sacerdotes tornam senhores feudais organizam exércitos finge santidade,mente ao povo que “deus” é general,fazem as leis e controla os juízes tudo através de sociedade secretas (maçonaria) mantém o segredo entre poucos o restante são julgados e condenados tudo em nome de “deus” e do império Romano os “hebreus”(negros) escravizados e índios confinados e destruídos, a salvação de Deus é enviada aos gentios (raça pura ariana) logo no poder esta os brancos o povo santo e gentil (homofóbicos),na verdade o difícil não é fazer e sim manter,pois nada é eterno além do Sol e do AR,mesmo a terra pode ser destruída e logo é começa tremer e a monarquia vai desabar para sua eterna vergonha,pois todo pais governado por reis vive sempre em guerras pelo poder absoluto,mais pais democrático o poder é temporário e não templário ou temporal,pois quem tem poder eterno é DEUS o SOL e seu poder é o AR quero ver general peitar no Sol ou enfrentar a fúria dos tornados,enquanto isto eu vejo as pedras que choram no mesmo lugar “pedra filosofal”…www.mentalismorevolusom.com

  6. jose serafim Barbosa Reis setembro 28, 2012 às 6:12 pm

    Ar poder de Deus:
    A palavra espírito tem sua raiz etimológica do Latim “spiritus”, significando “respiração” ou “sopro”, mas também pode estar se referindo a “alma”, “coragem”, “vigor” ver (Retorica e dialética)
    A palavra espírito costuma ser usada em dois contextos, um metafísico e outro metafórico.
    GÊNESIS 2:7 E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.
    I CORÍNTIOS 2:12 Mas nós não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém de Deus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus.

  7. jose serafim Barbosa Reis outubro 2, 2012 às 8:58 am

    Só existe (uma religião verdadeira) que pode melhorar o mundo o resto são seitas que só atrapalha toda verdade tem que ser absoluta, pois não existem duas verdade ou meias verdade a verdade é uma só, logo a verdadeira religião é a católica, pois controla e mantém a sociedade através de ordenamento social e é formada por cientista que sabe a verdade sobre Deus (Sol),assim se todos não for conscientizados para reconstituir e proteger a natureza todos nós pagaremos com a vida pois o Sol agira com todos e não existe na natureza nenhum elemento que suporta a temperatura do Sol e nada que possa enfrentar a fúria dos ventos solar (Ar) poder de Deus o papa sabe de tudo isto,mais tem medo de revelar e provocar reação desordenada,assim “religião” é (unir a legiões) dos exércitos dominar e preservar a natureza e a paz.

  8. Jose Serafim Barbosa Reis junho 26, 2013 às 6:46 pm

    Verdade absoluta:
    Para acabar com a corrupção, melhorar saúde e educação só existe uma saída que é colocar “deus” em xeque.
    A bíblia é uma obra da ditadura romana usada pelos reis para escravizar negros e as demais raças em servidão, logo padres e pastores são traidores do povo e estão á serviços dos reinos europeus.
    A igreja (reino católico) é uma monarquia absolutista com poder centrado no papa na verdade Roma é a sede da maçonaria (ordem de malta) todo padre é filosofo e filosofia é sabedoria, logo o papa é um rei sob todos os cardeais são príncipes e controla tudo através de ordens secretas.
    Bastam analisar a pirâmide maçônica e vera todas as ordens da igreja católica,assim hospitalares e cruz vermelha controlam médicos,o grande inquisidor controlam juízes,os templários controlam exércitos e policia…etc.
    Atos 19:36 Ora, visto que estas coisas não podem ser contestadas, convém que vos aquieteis e nada façais precipitadamente.

  9. Jose Serafim Barbosa Reis novembro 7, 2013 às 6:30 pm

    Dizer que o papa esta envolvido com militares é uma coisa provar é outra coisa, a igreja católica é e sempre foi uma sociedade militarizada formada por filósofos, logo com deus esta a sabedoria e a força.
    (Ordem de Malta) alta maçonaria católica.
    “Só um governante hábil ou um general brilhante que pode utilizar os mais inteligentes para a espionagem tem garantia de sucesso “Sun tzu”.
    Mateus 11:12 o reino dos céus é tomado a força,
    Josué 11:19 a todas tomaram à força de armas.
    I Reis 9:22 Mas dos filhos de Israel, eram homens de guerra,
    Amós 4:13 Deus dos exércitos é o seu nome.
    Jó 12:13 Com Deus está a sabedoria e a força;
    II Timóteo 2:3 Sofre comigo como bom soldado de Cristo Jesus.
    II Timóteo 2 :4 Nenhum soldado em serviço se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.

  10. Jose Serafim Barbosa Reis maio 17, 2014 às 3:00 am

    A igreja católica é uma organização de filósofos, para a filosofia a melhor forma de governo é a monarquia e os filósofos devem ocupar posição de quem decide e tomar as redias da sociedade formando exercito e ditando as normas,assim durante XVIII séculos a igreja católica dominou coroando reis e imperadores para castigar os subversivos criou a inquisição aonde queimavam seres humanos vivos.
    Provérbios 8:36 Mas o que pecar contra mim fará mal à sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte.
    Com a queda da monarquia eles colocam os militares no poder.
    Êxodo 15:3 O Senhor é homem de guerra; Jeová é o seu nome.
    Malaquias 2:7 o sacerdote é o mensageiro do Senhor dos exércitos.
    II Crônicas 32:6 Então pôs oficiais de guerra sobre o povo .
    Deuteronômio 28:29 serás oprimido e roubado todos os dias, e não haverá quem te salve.
    I Samuel 8:15 Tomará dízimo, para dar aos seus oficiais.
    I Samuel 8:17 Tomará o dízimo e vós lhe servireis de escravos.
    Com a “queda” dos militares eles criam varias sociedades secretas (maçonaria) e corrompem as autoridades.
    Miquéias 3:11 Os seus chefes dão as sentenças por “peitas”(suborno).
    Jeremias 6:28 todos eles andam corruptamente.
    Para a filosofia não existe nada alem dos nossos cincos sentidos a morte é o fim de tudo não existe outro mundo alem do nosso e se existe não pode ser nada para nós, sendo assim o sábio não tem com que se preocupar.
    Salmos 146:4 Sai-lhe o espírito (com a morte), e ele volta para a terra; naquele mesmo dia acabam os seus pensamentos.
    No final os padres controlam tudo,pois são sábios (filósofos).
    Provérbios 11:14 Quando não há sábia direção, o povo cai;
    Malaquias 2:7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento,
    I Corintios 1:19 porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, e aniquilarei a sabedoria o entendimento dos entendidos.
    II Tessalonicenses 2:11 E por isso Deus lhes envia a operação do erro, para que creiam na mentira;
    I Samuel 8:17 Tomará o dízimo e vós lhe servireis de escravos.

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