Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A «APOSTA» NA «LIBERDADE TRAICIONALISTA» RATZINGERIANA

por Arai Daniele
Sobre a questão da liberdade há que ler sobretudo a encíclica “Libertas” de Leão XIII (junho 1888), que ainda se encontra no sito http://www.vatican.va.

Nela é ensinado que:

A liberdade, dom excelente de Natureza, próprio e exclusivo dos seres racionais, confere ao homem a dignidade de estar nas mãos de seu arbítrio e dono de suas ações. Porém o mais importante dessa dignidade é o modo de seu exercício, porque do uso da liberdade nascem os maiores bens e os maiores males.”


Papa Leão XIII

De fato, o homem pode seguir o caminho reto de seu último fim ou o da perdição voluntária. Jesus Cristo, libertador do gênero humano, que veio para restaurar e acrescentar dignidade à Natureza, ensinou o caminho reto que a livre vontade deve seguir para o bem próprio e da sociedade. Portanto a consciência livre deve ser formada no bem da verdade; verdade de Cristo que instaura a liberdade humana no bem.

Daí que a Igreja considera delírio a “liberdade” de consciência, exercida justamente para decidir por si o que seja reto e bom diante do que foi divinamente revelado. É este o imenso mal da “liberdade religiosa e de consciência” que o homem moderno, desde afetados intelectuais até empolados prelados, não querem nem entender nem mais esclarecer!

Confusões revolucionárias e heresias sobre a liberdade

Sobre a questão do uso da liberdade – dom excelente de Deus aos homens – na era moderna, uns armam-se para arrancá-la de todo lado e outros para justificar isto em nome da dignidade humana. Contra o delírio do abuso desta “liberdade” esteve sempre a Igreja Católica, que ensina a liberdade na justiça e no bem.

O Papa Leão XIII na sua encíclica Immortale Dei (2),

“sobre as chamadas liberdades modernas, separando o que nestas há de bom do que tem de mau”, demonstrou “ao mesmo tempo que todo o bem que estas liberdades apresentam é tão antigo como a mesma verdade, e que a Igreja o aprovou sempre de boa vontade, incorporando sempre na prática diária de sua vida. A novidade descoberta modernamente não é mais que uma autêntica corrupção produzida pelas turbulências da época e pela imoderada febre de revoluções.”

Assim, o “liberalismo católico” é uma história que remonta na França às mentes da intellighenzia liberal dos vários Lamennais e depois Sangnier e por fim a classe conciliar, que tomou o poder a partir do infeliz transviado João XXIII. Consistia em interpretar, ou melhor, atualizar a Tradição à luz das idéias revolucionárias modernas. Estes intelectuais pretendiam “salvar” a Igreja de seu “pensamento antigo” a senso único, para integrá-la nas amplas liberdades vigentes! Inútil dizer que para eles o Papa de Roma era um retrógrado ignorante que devia ser instruído e aconselhado, para que abrisse sua mente para as novas realidades, de modo que começasse a mudar a Igreja, abrindo-a ao mundo.

Neste sentido o festejado Lamennais foi a Itália visitar o Papa, era Gregório XVI. Conta-se que depois da partida do padre francês, que havia ministrado um longo discurso, ouvido com paciência e inutilmente corrigido pelo Pontífice, este tenha perguntado aos presentes se haviam notado o sinal de perdição que Lamennais tinha na fronte. Provavelmente o Papa vira nele a marca do pecado contra o Espírito Santo, da recusa da verdade afirmada, que é sem perdão. Lamennais morreu apóstata.

Com essa visita, porém, o tal liberalismo lançou novas raízes, suscitando também na Itália novos “santos” salvadores da Igreja, da Pátria, do mundo, como o escritor Fogazzaro e tantos iluminados conservadores das próprias promoções e carreiras clericais, para finalmente mirar ao vértice do Vaticano.

Este mundo clerical seguiu uma série de novos mestres modernistas que, mesmo se religiosos, foram muito aplaudidos pelo mundo liberal-democrático, como Loisy, Duchesne, Mounier, antecessores dos vários Maritain, Rahner, Roncalli, Montini, Wojtyla e Ratzinger, que por sua vez olhavam para a Sede suprema, onde erigir um deles; alguém que ocultasse cautamente estas idéias revolucionárias sob uma aparência pia e de “genial simplicidade”, para depois aplicá-las a um concílio. Eis como Ângelo Roncalli foi descrito pelo seu cúmplice e amigo Jean Guitton.

E assim apareceu João XXIII, o eleito favorito não só das lojas, que, uma vez guindado ao alto, logo escancarou portas e janelas para fazer sair o ar estagnado de dois mil anos de Evangelho e fazer entrar o sopro do mundo progredido que, porém, logo se revelou para as almas católicas fedor insuportável. Este podia agradar as narinas modernistas da banda Roncalli, mas para os fiéis era peçonha que devia ser denunciada. A quem, porém, visto que à testa do novo aparato conciliar, que desde então ocupa a Igreja, estão os gestores do esgoto modernista?

 

John XXIII with "Cardinal" Richard Cushing of Boston - a man who called the dogma Outside the Church There is no Salvation "nonsense," and one-time B'nai B'rith' (Freemasons) man of the year.

João XXIII com o "Cardeal" Richard Cushing de Boston - um homem que chamou o dogma Fora da Igreja não há Salvação sem sentido e nomeado homem do ano pela B'nai B'rith (maçons).

A lógica do pensamento católico e os venenos conciliares.

O Bulletin du Grand Orient de France n° 48, novembro-dezembro 1964, p. 87, cita como referência de “positions constructives et nouvelles uma intervenção feita na terceira sessão do Vaticano II por um jovem bispo, que depois será eleito para a suprema Sede:

Il faut accepter le danger de l’erreur. On n’embrasse pas la vérité sans avoir une certaine expérience de l’erreur. Il faut donc parler du droit de chercher et d’errer. Je réclame la liberté pour conquérir la vérité”.

(É preciso aceitar o perigo do erro. Não se abraça a verdade sem ter alguma experiência de erro. É, portanto, preciso falar do direito de procurar e de errar. Eu reivindico a liberdade de conquistar a verdade).

Tal declaração sobre o «direito» do erro vinha de mons. Karol Wojtyla, bispo de Cracóvia, introduzindo o direito à liberdade do erro, direito que, até Pio XII, sempre fora abertamente acusado.

Paulo VI e João Paulo II

Aqui vai a grave confusão em tomar o fato que os homens erram devido à sua natureza decaída pelo Pecado original, como direito.

Não há caridade se não se ama Deus sobre todas as coisas: Deus, que é Verdade, quer a forma de amor mais alta que combina a inteligência com a livre vontade. Esta existe para amar Deus Verdade e Bem.

A caridade é amor de Deus, “propensão do apetite pelo bem”, como ensina S. Tomás (OS, II, q. 26). Como pode haver caridade sem ordenar a própria inclinação ao Bem? E como conhecer o Bem sem a Fé? Quando o amor humano escolhe um bem, ou um valor, preferindo-o ao Bem, ao invés de amar a Deus sobre todas as coisas, ama sobretudo a sí mesmo, a sua idéia de bem; é o erro que vai no sentido oposto ao do Bem, dirige-se para a desordem. A caridade, ao contrário, exulta na verdade (Cr 13, 5). Verdade = bem. Ora, a verdade mais recusada na hora presente é a da Culpa original e da responsabilidade pessoal de todo homem para superá-la. Esta foi a causa porque Nosso Senhor morreu crucificado. Assim não se pode prescindir de Sua Cruz, como não há amor verdadeiro que possa prescindir da Verdade e do Bem. Ir contra esse preceito divino é erro que não pode fundar um direito contra a Verdade e o Bem. Para ensiná-lo foi instituída a Igreja, onde no nosso tempo soam palavras contrárias.

Estas contradizem também o ensino do Apóstolo para o discernimento dos espíritos (I João, 4):

Caríssimos, não queirais crer em todos que se dizem inspirados; antes, examinai os espíritos, para saberdes se são de Deus, pois no mundo já apareceram muitos falsos profetas. Para saber se alguém é inspirado por Deus, segui esta norma: todo aquele que confessa que Jesus Cristo encarnou, fala da parte de Deus. Todo aquele que divide Jesus não fala da parte de Deus. Esse tal é o espírito do Anticristo, do qual já ouvistes dizer que há de vir, e que já está no mundo. Filhinhos, vós sois de Deus e já vencestes os anticristos, pois Aquele que está convosco é maior do que aquele que está com o mundo. Eles pertencem ao mundo; por isso falam a linguagem do mundo e o mundo os ouve. Nós, porém, somos de Deus. Por isso, quem reconhece Deus, ouve-nos; e quem não é de Deus, não nos ouve. Com isto podemos distinguir o espírito da Verdade do espírito do erro.”


A verdadeira divisão no mundo humano

No campo racional é aqui que o pensamento modernista e maçônico tenta dividir o pensamento cristão. Para o fiel católico, pela harmonia entre Fé e razão, ambas procedem da verdade de Deus. Jesus ensina: (João, 8, 31-34)

Se guardardes a Minha palavra, sereis de fato meus discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres.  Eles disseram: Nós somos descendentes de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como podes dizer: ficareis livres? Jesus respondeu: Em verdade vos digo: quem comete o pecado é escravo do pecado.”

Porque falar aqui de lógica que guia o pensamento? Porque a verdade essencial sobre o homem não pode derivar da liberdade humana de experimentar o erro, nenhuma ciência humana pode dizer quem é realmente o homem, sua origem, seu estado atual, seu fim último. Por isto a ciência moderna é agnóstica: dispensa a verdade que não alcança. Mas é só a verdade que faz o homem realmente livre. Quem desconhece ou nega a verdade sobre sua natureza mesma e seu fim, não está livre; depende do conhecimento alheio, que pode ser falso. Já se entregou à falsa liberdade do erro. A verdade nos precede, não tem tempo, segue uma ordem de princípios que não podem ser inventados seguindo experiências abertas aos erros. Isto vale só para o campo material. No principal só a fé de Abraão leva à verdade, porque acreditou e abraçou com amor a verdade que vinha do Alto, de Deus. Essa é a norma da vida espiritual, pela qual se deve viver come se pensa e pensar como se crê. O crer o que somos, qual a nossa origem e fim último segue necessariamente o que nos foi revelado, nunca une certaine expérience de l’erreur; um credo auto-revelado de tipo antroposófico, como é o caso da “estranha teologia” do estranho “filósofo” personalista e existencialista que foi Wojtyla, inventor da “redenção universal” que dispensa justamente a livre vontade humana, porque “em qualquer modo… “O Filho de Deus, através da sua encarnação se uniu a todo homem”quer o saiba ou não! Pasmem a contradição: declara isto, que é o máximo da assunção do “perigo do erro”, pois contraria toda a Doutrina católica sobre a necessidade de aderir com a vontade a Cristo, e o faz em nome do Filho de Deus, porque se apresenta como Seu Vigário! Nesta veste, vai impor uma “nova consciência da Igreja”, que constitui uma nova “fé” para uma nova Igreja, não mais fundada na Palavra de Jesus Cristo, mas na experiência do erro do João Paulo, deduzida na base dos documentos do Vaticano II aos quais «novos princípios» colaborou!

Ora, “Quem erra salvando os princípios, pode ser corrigido; mas quem erra nos princípios é incorrigível” (São Tomás). Aqui o princípio mega-desviado está não só no direito de errar, mas de ditar o erro como doutrina de uma sede suprema!

 

A invisível divisão religiosa da era ratzingeriana

Para quem entende que a verdadeira divisão religiosa ocorre sobre a Verdade, é claro que os campos ficam divididos nas consciências além das aparências e dos nomes. Depois que o abjeto Vaticano II declarou a liberdade religiosa, portanto de consciência e de moral, colocou-se no campo da “intellighenzia aggiornata” que tem por “bem supremo” a reconciliação e a paz, não com Deus, mas com o mundo protestante e maçon, cujo primeiro mandamento é a “liberdade de exercício” das próprias idéias sobre um bem que ignora o fim último a esquecer!

Para estes a Igreja Católica é a grande inimiga da liberdade humana!

A esta falsidade aderem também indiretamente os clérigos do «pacote»; aqueles que repetem coisas justas, mas aceitam o aparato que prega o mais ímpio dos erros contra a fidelidade a Deus e sua única Igreja: a liberdade do erro do Vaticano II!

O assalto da “gnose” moderna vai contra a “Verdade” mesma, e, portanto a perfídia desta iniciativa deve ser entendida à luz do juízo basilar do Cristianismo sobre a prioridade devida à Verdade = Bem, enquanto erro = mal. Não há paz sem Verdade, e o gnosticismo, como o ecumenismo não são fatores de bem nem de paz, porque reduzem a verdade ligada ao Ser a uma praxis; é a operação conciliar, sociológica, ecumenista, estranha à fé católica, que nenhuma «hermenêutica» ladina pode encobrir.


Só a Ordem da Fé vence a desordem do mundo

A este ponto repassamos um pouco da história dos erros, erros também de lógica que comprometem a clareza da Lei e da Fé, a favor do direito à liberdade de errar típica do degenerado mundo moderno que não confessa, mas divide Jesus e não é de Deus, mas do espírito Anticristo… falam a linguagem do mundo e o mundo os ouve, para sua desgraça.

A Igreja Católica ensina, Jesus Cristo é a verdade encarnada e comunicada à qual a liberdade humana deve aderir. Ao contrário, a seita conciliar ensina que o homem tem o direito de escolher a verdade ou o erro no qual crer para confirmar a razão porque existe: a dignidade da plena liberdade para o bem e o mal!

Na verdade, o homem é livre de errar – é o que mais faz – mas não é livre de dizer que o falso é verdadeiro, nem que o mal é bem; isto é falso direito. Menos ainda um clérigo é livre de afirmar, em nome da Igreja, a liberdade do erro; o oposto do que ensina Jesus:

Se guardardes a Minha palavra, sereis meus discípulos; conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres.”

Se alguém em veste papal, de Vigário de Cristo, declara o direito humano de não seguir Cristo, o que está declarando implicitamente, segundo a lógica, senão o direito que não se acredite nele mesmo? E isto implica que ele não representa, mas contradiz Cristo em terra: é uma tácita renúncia a ser autoridade católica. Esta vincula à Fé da Autoridade divina; ao contrário, a “autoridade” da liberdade religiosa, desvinculando dessa Fé desvincula de sua falsa posição de suposta autoridade.

São Paulo ensina que o herege está condenado pelo próprio juízo – (Tt 3, 9-10).

Dito e confirmado no Canon 188, 4:

«Ob tacitam renuntiationem ab ipso iure admissam quaelibet officia vacant ipso facto et sine ulla declaratione, si clericus: 4 – A fide catholica publice defecerit.

Tal canon (Código de 1917) especifica:

qualquer cargo se torna vacante pela “defecção pública na Fé”, ipso facto e “sem nenhuma declaração”.

Assim, os modernistas ocultos, por causa desta pública declaração contrária à fé – e com qual mau jeito – na verdade renunciaram à verdade e à razão da Igreja, juízo que emana do direito divino, que só neste século do nada e da mentira podia ter ficado esquecido, diante do falso respeito e obediência aos falsários religiosos em altos tronos que forjaram uma nova Igreja ecumenista, em que o Papa católico é só o delirante enfeite da mais apocalíptica mentira.

Ensina São João (I Jo, 5, 5):

Quem pode vencer o mundo, senão aquele que acredita que Jesus é o Filho de Deus?” Ele recebeu todo o poder no Céu e na terra, que delegou ao Seu Vigário para ligar e desligar.

Aí, porém, estão sentados no trono uns que são aplaudidos pelo mundo, porque até que enfim renunciam a tudo, menos que a acreditar em si mesmos.

Conclusão: a verdadeira resistência católica, do “pequeno resto”, deve estar sobretudo bem munida da fé que reconhece o senso cristão da História, os termos da sadia lógica, as razões divinas da Lei da Igreja, e que se apoia sobre o Direito de Deus de ser representado no mundo por quem professa a Sua Fé. Esta é intimamente ligada ao Sacrifício redentor celebrado na Santa Missa, onde deve resplender a comunhão na Vontade divina, cumprida com a consciência que nos foi transmitida sem mancha, que tudo na vida da Igreja e do mundo é regulado pela Fé por Deus suscitada e nunca reduzida a complemento dos planos do mundo que pretende condicionar a vida da Igreja às suas falsas liberdades.

O momento em que alguém inverte este sentido, procurando um acordo, com a desculpa de ajudar na sobrevivência da Tradição, deve saber que se embrenha nas sendas do mesmo modernismo que diz combater, porque faz da fé um meio para atingir um fim; faz da precária concórdia humana um fim último. Assim, querer interpretar o modernismo à luz da Tradição será a rua mais larga para um pacto de perdição.

Resumindo

A inteligência na Fé segue a seguinte relação lógica:

Verdade = Bem = Justiça = Direito = liberdade.

Dai chega à fórmula de paz, cujo contrário é:

erro = mal = injustiça = abuso = escravidão,

que redunda em conflitos revoluções e guerras,. Jesus disse: “A verdade vos tornará livres” (Jo 8.32) e proclamou-se a si mesmo Verdade encarnada (Jo 14.6), ao mesmo tempo que indi­cou o pecador, isto é o operador de erros, e portanto de mal, como servo do pecado (Jo 8.34). Para vencer o erro e o mal, e atingir a verdadeira paz, Jesus ensina a seguir a Verdade que guia ao bem; a “praticar a verdade” (Jo 3.21) e a santificar-se na Verdade (Jo 17,17-19).”, porque a escolha do erro e do que é falso conduz cedo ou tarde ao mal.

Uma liberdade no mal não poderá jamais constituir um verdadeiro direito, como quer o pensamento gnóstico liberal, e hoje a superstição ecumenista, estando a separação entre o verdadeiro e o falso à raiz de toda lei civil, mas principalmente sendo a razão da Religião revelada.

A grave ruína é que agora uma geração de intelectuais, que se considera finalmente “adulta”, volta à questão: quid est veritas? O que é a verdade? Que esta dúvida tenha voltado a difundir-se no mundo que já foi cristão é lastimável, mas não tão deletério quanto se for advogada numa velada forma religiosa, como faz a idéia ecumenista conciliar.

O mega ridículo, porém, é que, se os conciliares passaram para o “culto do homem”, os infelizes traicionalistas à la Rifan, passaram para o culto do homem vestido de papa que pode pronunciar a heresia que quiser, mas ser igualmente reverenciado, se não com as palavras, com a adesão. Esta para garantir a boa aparência do engodo clerical que tem por nomes principais: direito à liberdade religiosa e dignidade garantida em eterno.

Eis a aposta lamentavelmente perdida para sempre diante de Deus.

Assim, deixamos o século da mentira religiosa, em trânsito para este novo século de delírios religiosos para o qual trabalha até um mísero mundo traicionalista inebriado na pérfida «hermenêutica da continuidade» entre a Fé Católica e o Vaticano II, de recente, mas já danada memória.

Que Deus nos livre de tais guias espúrios que, com trejeitos e gargarejos latinizantes vão por ai tentando empulhar o «pequeno resto» que luta para permanecer fiel. Devemos testemunhar esse embuste, mas confiando tudo aos Sagrados Corações de Jesus e Maria, porque no fim a vitória virá somente através dessa devoção de amor pela Verdade do amor invencível.

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