Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O ARCO-ÍRIS DA NOSSA FÉ E O «MÁGICO» DESTEMOR DA SEDE VACANTE

Imaculada Conceição

8 de Dezembro - Imaculada Conceição

Arai Daniele

Se nada é mais justificado para um católico que o temor da Sede vacante, isto é, ausência de quem representa Nosso Senhor Jesus Cristo e Sua Voz de salvação no mundo, nada é mais grave que a diabólica «magia» da Sede usada para inverter esse Magistério da Igreja de Deus. Aqui basta lembrar que no Vaticano II foi vetado o esquema da «Mediação universal de Maria Santíssima» e o perito Ratzinger teve parte ativa nisto.

Sobre a Imaculada São Pio X ensinou:

“No meio deste quase dilúvio de males, nos aparece diante dos olhos a Virgem clementíssima, como arbitra de paz entre Deus e os homens – Colocarei o meu arco-íris nas nuvens e será o sinal do pacto entre Mim e a terra. Desabe a tempestade e se obscureça o céu: ninguém desespere. À vista de Maria, Deus se aplacará e perdoará. […] Creiam os povos e confessem abertamente que Maria Virgem, desde o primeiro instante da sua concepção, foi isenta de toda mancha; com isto mesmo será necessário admitir também o pecado original, e a redenção dos homens por obra de Cristo, o Evangelho, a Igreja, e até a mesma lei da dor: assim, quanto queira a “racionalismo” e “materialismo” será arrancado e destruído, e permanecerá para a doutrina cristã o mérito de guardar e defender a verdade… ‘O arco-íris estará nas nuvens e Eu, ao contemplá-lo, lembrar-Me-ei do pacto eterno. E não retornarão as vagas do dilúvio para exterminar todos os vivos’. Sem dúvida, se como convêm, confiamos em Maria… presenciaremos que ela é sempre aquela Virgem potentíssima – que com o seu pé virginal esmagou a cabeça da serpente” (Enc. Ad diem illum laetissimum, 2/2/1904). Não haverá magia demoníaca que poderá vingar na presença de Maria.

À tal «magia» corresponde o atual «mágico» destemor da Sede ocupada, quando importa mais a amizade dos homens que o temor de Deus.

Neste sentido devo aludir a um extenso e por vezes interessante trabalho sob o título «Sedevacantismo, ou uma conclusão à procura de premissas», escrito para refutar o «sedevacantismo» imaginado pelo autor. Trata-se da publicação de Carlos Nougué nos sitos aqui indicados da FSPX Brasil:
Parte I –http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-sedevacantismo-nougue.htm
Parte II – http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-sedevacantismo-nougue-p2.htm
Parte III- http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-sedevacantismo-nougue-p3.htm
Parte IV –http://www.fsspx-brasil.com.br/page%2005-6d-sedevacantismo-nougue-p4.htm

Falei em aludir e não refutar este trabalho, porque ele é mal impostado desde o título e sobre ele pesa uma objetiva agravante, da qual falarei na conclusão deste breve exposto. O seu autor imagina que deve atacar um «sedevacantismo sem premissas» exposto pelo J. B. Pacheco Salles e seguidores, e outro que segue a «tese» do P. Guérard des Lauriers e seguidores. Ambos estariam ligados a uma  conclusão única à procura de premissas!

Na verdade é esse texto que carece de definições, embora a premissa seja clara: tentar avacalhar com tiradas eruditas a resistência católica real do resto fiel!

Quem tem o mínimo conhecimento da questão, compreende logo que é tal autor a pretender exibir uma conclusão, mas estando ainda à procura da premissa do que seja mesmo o que denomina «sedevacantismo».

Ora, qualquer pensamento útil para ser desenvolvido precisa antes definir os termos usados, senão resta emaranhado no campo de ambigüidades e corre o risco de ser envolvido no torvelinho das tiradas sofísticas.

Diga-se, antes de tudo, que esse escrito pode ter partes interessantes e que poderia quase ser aceito como boa literatura histórica (parte III), não fosse que a impostação da sua tese, embora de aspecto «scholar», peca pela sua premissa inicial, invertida de modo estudado ou ignorante, mas com um só efeito, favorecer compromissos com quem deturpa o Magistério e desonra o Papado católico.

Para isto descreve sob a denominação de «sedevacantismo» nada menos que a posição suposta contrária ao Magistério e à autoridade do Papa! O que, do ponto de vista da atual realidade católica, é uma forçada inversão lógica de sinal tragicômico, porque a verdadeira questão (a premissa), que importa à Fé da Igreja para os católicos, já foi de há muito descrita por católicos competentes e de comprovada Fé. Dentre estes o fundador da Fraternidade para a qual ele escreve e que passou a ser a premissa mesma deste testemunho que tentou enfrentar um suspeito papado que alterou com o Vaticano II o Magistério da Igreja.

Como hoje pouco se lembra e menos se entende a verdadeira questão, vamos repetir aqui o texto do irmão Tomás do Mosteiro da Santa Cruz:

A questão do sedevacantismo foi levantada por muitos, e Dom Lefebvre, ele mesmo, se perguntou como era possível que um Papa presidisse à destruição da Igreja. “Pois, enfim, um grave problema se impõe à consciência e à fé de todos os católicos desde o pontificado de Paulo VI, dizia Dom Lefebvre numa entrevista concedida ao jornal Figaro em agosto de 1976. Como um Papa, verdadeiro sucessor de Pedro, ao qual não falta a assistência do Espírito Santo, pode presidir à destruição da Igreja, a mais profunda e a mais extensa de toda a sua história, num espaço de tempo tão curto, coisa que nenhum heresiarca jamais conseguiu fazer?”. “Temos verdadeiramente um Papa ou um intruso sentado sobre o trono de Pedro? Bem-aventurados aqueles que viveram e morreram sem ter que formular uma tal questão”.

 

 

Mons. Lefebvre

Mons. Lefebvre

A grave questão (premissa) é esta e não de nenhuma magia na história que, se existe, é de certo suscitada pelo Inimigo de Deus e dos homens: trata-se da identificação, pura e simples, do clérigo eleito papa por um conclave como absoluto detentor da representação de Deus em terra; como inegável Vigário que recebeu imediatamente de Cristo esse poder, mesmo se de fé iluminista, modernista e pragmatista, para alterar a Fé.

Carlos Nougué (CN) deve ver na dúvida diante dessa falsa legitimidade absoluta dum papa eleito, uma espécie de absurdo filosófico, pois o que ele denomina “sedevacantismo inclui-se numa espécie do que chamo, genericamente, de “pensamento mágico”, a saber, aquela em que se dá  qualquer inversão entre mente e realidade, entre causa e efeito, entre antecedente e conseqüente, entre premissa e conclusão.

Para demonstrar tal «magia» oferece muitos exemplos, mas sem ir ao ponto porque as perguntas atinentes são simples, mas omitidas: – algo é verdade porque um papa diz, ou o papa legítimo o diz porque é verdade?

Um papa é papa porque pontifica fiel à Tradição, ou alguém é papa porque pontifica segundo o mundo? Aqui há o risco de superstição quando, por exemplo, se confunde com idéias mágicas a «realidade» papal de reconhecer o verdadeiro Vigário de Cristo, porque confirma a verdade recebida sem solução de continuidade desde os lábios de Jesus.

Assim, sempre e em todo o lugar se acreditou (Comonitorium de São Vicente de Lérins). Não porque os meios de comunicação social do Chacrinha ontem, ou do Lula hoje, acolhem como tal quem parece papa («realidade» com a qual quem não comunica se trumbica!).

No entanto, CN disserta loquaz: “Podem-se multiplicar os tipos de pensamento mágico neste segundo sentido, e entre eles ressalta o idealismo, que por sua vez se subdivide em diversos subtipos: desde aquele segundo o qual a realidade extra mentis não é inteligível por e em si para o homem, que não a pode “conhecer” senão por categorias mentais apriorísticas (kantismo); até aquele, no extremo da psicopatologia do pensamento moderno, segundo o qual a realidade extra mentis é precisamente “produzida” pelo próprio intelecto humano que a pensa (como se se tratasse do Intelecto divino…).    

Com esta descrição é exposto o pensamento modernista do Vaticano II e de seus profetas que fizeram das “necessidades da vida moderna” uma «realidade» a satisfazer. Isto vai da liberdade de consciência emancipada de Deus (Dignitatis humanae), à unidade falhada na Fé da Igreja (da Unitatis redintegratio); da fusão da Cidade de Deus com a do homem (Gaudium et Spes), até a profunda religiosidade das outras religiões (da Nostra aetate). Mas essas letras se estenderam à vida no mundo, desde o respeito de João Paulo II pela “religião tradicional” do vodu, até a justificação do uso do condom por Bento XVI, que repetiu tantas vezes que a Igreja deve incorporar os valores (que desconhecia) do Iluminismo. Chegou a recomendar a mesma «magia» aos muçulmanos (26.6.2006).

CN tem uma filosofia para explicar-se: “o que chamo “reconstrução ideal da história” não tem como ponto de partida o julgar a história “cognoscível” para o homem apenas por categorias mentais apriorísticas, nem, muito menos, o julgá-la produzida pela própria mente humana; mas, assim como o platonismo, sem ser originalmente idealista, acaba por incorrer num idealismo de chegada, assim também sucede com esta maneira de tratar a história, na qual se inclui o sedevacantismo; e que, como já disse, é um tipo de pensamento mágico no sentido aqui considerado.

Assim o idealismo dos que querem adaptar a Igreja à «realidade da nova ordem mundial» ideada pelas lojas simpáticas aos papas conciliares desde João XXIII, é transferido sem mais aquela para o que se denomina, ainda sem definir, «sedevacantismo».

Vai seguir a via de analogias até o paroxismo de certas comparações:

Diz Rubén C. Bouchet em El espíritu del capitalismo que, quando o homem, “impelido pela soberba, se divorcia das evidências imediatas que o atam à realidade […], inicia o caminho de uma separação que se irá tornando cada dia mais abismal e completa. A realidade toda acaba por ser absorvida pelo pensamento, e em seu lugar [ou seja, em lugar da realidade] cresce com a força de um vício o gosto pela quimera”.[3] Em nossos termos, à força de tanto inverter causa e efeito ou antecedente e conseqüente, este tipo de pensamento mágico acaba por desfazer-se de toda e qualquer causa, ainda que equivocada ou ilusória, para ter por referência única a própria vontade. É essa a gênese das ideologias, cujos objetivos são quimeras nos dois sentidos principais da palavra: a) puros produtos da imaginação soberba e b) verdadeiras monstruosidades — como, com efeito, duplamente o são o comunismo e o liberalismo.

Incrível como se pode usar tantas palavras sem ligar isto ao contexto do discurso: o «sedevacantismo» de que fala. Como se este não partisse de premissas objetivas: de uma situação real, como a descrita por Dom Lefebvre a pelo P. Calderón citado. Pode negá-la? E esta situação pode não levar a uma premissa de Direito canônico? Como isto é lógico, então é este autor que constrói todo seu raciocínio a partir do que pré-julga: uma «magia subjetiva» com triste agravante para um católico que conhece a situação de terrível demolição da Igreja a partir do Vaticano II; mais, que tece raciocínios sobre a relação de causa e efeito, mas na hora de reagir para neutralizar a causa, só sabe voltar-se contra os que chama «sedevacantistas», sem defini-los, mas comparando-os a portadores de ideologias monstruosas!

Ora, tanto o comunismo como o liberalismo reconstroem idealmente a história, reduzindo-a a um ou poucos elementos centrais. Com efeito, para o liberal a história se divide em dois períodos principais: a.L. e d.L, ou seja, antes da Liberdade e depois da Liberdade (propiciada pela revolução francesa e similares), assim como para o comunista a história se divide em três períodos principais (com algum sabor de ciclicidade): a sociedade sem classes primitiva, a sociedade de classes e a futura sociedade sem classes, que representará o fim da história e a instauração do paraíso terrestre. Como se vê, no primeiro caso a “luta pela liberdade” é o eixo em torno do qual a história sempre girou, gira e girará, enquanto no segundo a “luta de classes” é o motor que sempre impeliu e impele a história na direção inexorável de uma enteléquia imanente.[4]

Mas a pura “reconstrução ideal da história” tem gênese diferente. Seu ponto de partida é uma conclusão que deriva de fato de uma premissa; mas uma premissa tênue: trata-se antes de uma espécie de impressão, resultante do choque de um ou mais dados da realidade contra determinadas convicções demasiado simplistas. Como porém tal premissa, por tênue, não pode satisfazer nem sequer aquele mesmo que a formula (para não falar dos demais), ele sai em busca de uma ou mais premissas mais sólidas para aquela conclusão, digamos, já pré-tirada. Ora, como toda essa operação é já, de per si, redutora da realidade, sucede que o formulador de tal conclusão pré-tirada não buscará em sua investigação mergulhar na complexidade do real, mas se aferrará como um náufrago à tábua de salvação de uma ou poucas coisas que lhe parecerão ser o centro, o eixo mesmo da realidade, ou seja, que lhe parecerão ser as sólidas premissas que buscava.[5]

Ora, tragicamente, são justamente os «papas legítimos» desse filósofo, que justificaram o comunismo, do qual proibiram de falar durante o Vaticano II, e o liberalismo que ultrapassou seu limite máximo, religioso, ao ver aprovado por um concílio apelidado de ecumênico o direito à liberdade religiosa em foro externo. A lista de inversões é tão grande, que aconselho CN a ler os muitos estudos, mesmo da sua Fraternidade, para lembrá-los, porque aqui se trata de defender o Magistério da Igreja e seus Papas contra quem os ataca serpentinamente em veste papal.

Esta é a premissa que foi abandonada pelos que preferem exibir laivos de literatura filosofoide do que assumir uma posição em defesa da Igreja.

Esta deve ser dura demais para o gosto de intelectuais domingueiros que se cobrem com as folhas de parreira de uma erudição às avessas, com premissas anti-reais em relação à Fé de Jesus Cristo, transmitida sem alterações nem interrupções em Roma até 1958.

O papa é papa para continuar na missão de confirmá-La. Isto define a sua legitimidade católica, pois quem traz outro Evangelho não deve ser recebido e mesmo se parece anjo, apóstolo ou papa deve ser anatemizado, como ensinam infalivelmente os Apóstolos.

Assim, para um católico, alarme maior que a Sede vacante, é o da Sede ocupada por um heresiarca que adultera a Palavra de Jesus Cristo em Seu nome: o maior engano dos falsos Cristos dos tempos finais! Isto é amor à Igreja pela salvação das almas. Mas também pela Sofia e a boa Filosofia fundada sobre o reto pensar que abomina os trejeitos sofísticos. Seria melhor se oferecesse argumentos segundo o Magistério e a Lei da Igreja, como faz quem lembra a Bula “Cum ex apostolatus” do Papa Paulo IV.

 

Código de Direito Canônico

Código de Direito Canônico

Bula Cum ex apostolatus officio é fonte do Canon 188 do CIC

Bula Cum ex apostolatus officio é fonte do Canon 188 do CIC de 1917

Vivemos a paixão terminal da Igreja: um pastor em veste papal portador de outro Evangelho que cancela a missão da Igreja de pregar a necessidade da fé em Jesus Cristo em todo o mundo, mas é reconhecido e «filosoficamente» defendido por quem aparece como filho da Igreja.

A Igreja é vítima de uma velada, porém evidente oposição ao seu Magistério, promovida em nome do magistério pastoral do Vaticano II, que seus documentos levaram a esse monstruoso ecumenismo de uma união religiosa global, sempre almejada pela Maçonaria. Pode-se reagir a isso com premissas que fazem acepção de pessoas, como se estas pudessem estar acima do Magistério contínuo e da missão papal?

Pode-se aceitar uma “antireligião ecumenista”, cujos frutos de desolação revelam claramente a sua origem, com «premissas anticatólicas»?

O Papa representa o princípio da unidade na Fé, que se manifesta no Culto; tem uma autoridade vigária à qual serve, nunca incorpora. Pode essa Autoridade não ser ordenada ao verdadeiro Culto e este à Fé ou será que se podem inventar «premissas mágicas» para afirmar o contrário? Uma é a verdadeira premissa católica, fora da qual, como se vê, só há confusão e divagar sofístico.

Não sei de quando é o artigo do Carlos Nougué, nem se ele procura a verdadeira premissa ou mantêm tal posição de «magia crítica». Espero que não porque a este ponto já deveria ter entendido que a posição conciliar rompe as defesas da Igreja e isto pede alianças na reação que deve enfrentar a perfídia levada avante por um «papado» que, revelando-se modernista é anti-católico e é só simulacro do Papado católico.

Isto se constata objetivamente pela discrepância e descontinuidade na Doutrina. Só se pode negá-lo com magias subjetivas.

Hoje, nada ajuda mais a entender essa realidade terrível que a visão da mensagem profética de Nossa Senhora de Fátima, da «eliminação» por um longo interregno do Papado, substituído pelos vigários do poder que quer abate-lo para substituir o Papa católico com todo o seu séquito fiel.

Contra fatos não há argumentos de falsas premissas para negá-los, como se fossem parte de um «pensamento mágico» que alguém sonhou.

Pode-se não saber que a Providência divina com a visão da 3a parte do Segredo de Fátima, da hecatombe do Papa com seu longo séquito católico, desvelou que o pior atentado contra a Fé pesa sobre o mundo. Mas não se pode esconder a mega realidade da metamorfose eclesial que seguiu a demolição católica e a ascensão de uma nova classe clerical ideada pelas lojas para implementar um «mágico» ecumenismo mação.

O católico fiel segue a paixão da Igreja e tem o dever de testemunhá-lo.

Rezemos para ser contados entre estes e não entre os que procuram um acordo com os poderes do mundo representados pela igreja conciliar inaugurada por João XXIII e continuada pelos seus sucessores, de lamentável memória e presença.

Sobre a falsa Igreja assentada sobre sete colinas, ordena nosso Senhor no livro de Apocalipse: “Sai dela povo meu! Para que não sejais cúmplices de seus delitos, nem atingidos por suas pragas” (Ap 18, 4). Infelizes os que atribuírem a isto uma ordem «mágica»!

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