Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O Poder das Chaves, o Mandato Apostólico e o Testemunho Católico

Pintura Capela da Casa de Nazaré, Aljustrel - Fátima

Pintura Capela da Casa de Nazaré, Aljustrel - Fátima

Meio mundo dos resistentes da Tradição já passou pela Casa de Nazareth, em Aljustrel de Fátima, onde as graves questões que nos afligem foram aprofundadas para dar bases sólidas a um durável testemunho. Vou tentar explicá-lo, também em resposta ao Prof. Viana e ao amigo Alex, que na lista do Coetus o solicitam. Não sou professor, mas o católico tem o dever de professar a fé nesta suma crise da Igreja, que perdura há mais de meio século, dada a ausência de quem representa a sua Autoridade, agravada pela presença de quem, com declarações contrárias à Doutrina Católica, demonstra ser falso pastor, intento a alterar a Fé íntegra e pura.

Cada um precisou do seu tempo para reconhecê-lo e lembrar que isto exige o testemunho público da verdadeira Fé, transmitida pela Igreja sem solução de continuidade.

Ora, o testemunho sobre os falsos pastores demanda a presença dos verdadeiros, se não se pretende inventar uma Igreja sem a Autoridade procedente de Nosso Senhor Jesus Cristo.

A este ponto se alertou contra o perigo do «conclavismo», entendendo-o como um abusado e ridículo «decisionismo» de grupo para criar uma autoridade religiosa universal. Mas havia também que lembrar o abuso de um «conclavismo» ainda mais fatal, pois destrói o princípio do conclave. Este deve só eleger o católico de fé comprovada que vai receber o poder pontifical diretamente de Deus e não do conclave. Se assim não fosse este teria poder absoluto Veja-se o escrito «A graça do Conclave e a cilada conclavista» (promariana, 25.09.2010). A Autoridade procede só de Cristo, de Quem o Papa é vigário para a Fé e na continuidade dos séculos: única «ponte» (pontífice) para toda autoridade, como seja a autoridade episcopal.

Temos assim uma certeza: a Autoridade que rege o poder de ordem e de jurisdição existirá sempre na Igreja, porque não depende dos homens que morrem e podem trair; provem da Cabeça mesma da Igreja: Jesus Cristo. Temos esta certeza porque assim foi prometido. Porém, hoje é difundida uma grande dúvida: onde permanece o poder de jurisdição se, além do Papa, faltam os bispos de fé católica? Onde estão, uma vez que a velha geração se foi e a nova nunca recebeu essa jurisdição por falta de um Papa legítimo?

Assim, temos uma certeza ligada a um aparente mistério.

E aqui começa a confusão porque alguns «doutos» pensaram: temos que preservar o Sacrifício da Missa e para isto o Sacerdócio e para fazê-lo precisamos de qualquer maneira de bispos.

Ora, como se viu, o que faltava e falta – antes dos bispos – é o Pontífice que transmite o poder aos bispos. É claro que nas circunstâncias deste nosso tempo parece absurdo que alguém possa pretender resolver a falta deste «Princípio». Resta, porém, que um princípio é por definição insubstituível por recursos contingentes, isto sim seria absurdo. No entanto foi isto que alguns tentaram fazer abandonando o «Princípio» que, mesmo se de muito difícil aplicação é o princípio que rege a questão e deve ser testemunhado: a necessidade da presença do Vigário com o poder de Jesus Cristo.

Vamos ver então o que se passou na história destes tempos, porque se pode dizer, também com certeza, que falta a profissão de fé no retorno do Papa católico, «Princípio» do episcopado.

Até os anos oitenta a continuidade do Catolicismo foi testemunhada pelas palavras dos últimos bispos e sacerdotes fiéis que aprofundaram e contestaram a ímpia revolução do Vaticano II.

A maioria se concentrou na questão do Sacrifício da Missa e dos Sacramentos a manter com todas as forças. Para isto deviam continuar o Sacerdócio que requer bispos para as ordenações. Isto pode ser justo para a Igreja, mas sempre que seja feito em nome do «Princípio» em questão. Só este, que hoje não tem representante, fundamenta o «Mandato apostólico».

De fato, desde o início a Igreja teve bispos que não foram consagrados e por vezes, devido às distâncias, nem eram conhecidos pelo verdadeiro Papa. Do mesmo modo, durante o Cisma do Ocidente, houve consagrações episcopais na ausência de um «papa certo», incerto porque se diz justamente que «papa dúbio = papa nulo». O que permanecia era a fé no Primado do Papa, Vigário de Jesus Cristo, sempre que este voltasse a ser testemunhado como «Princípio» de autoridade e unidade em todo o mundo católico.

Papa Martinho V

Papa Martinho V

Foi o que ocorreu com a intervenção do imperador Sigismundo e apesar da dúbia legitimidade de jurisdição do Concílio imperfeito convocado, assim como dos muitos eleitores participantes, o Papa eleito, Oddo Colonna, que nem era sacerdote, foi ordenado, consagrado bispo e coroado Papa Martinho V, para a felicidade e retorno à ordem do mundo católico até Pio XII.

Como se viu, tudo era precário naquelas circunstâncias, mas estava ordenado ao «Princípio» divino da necessidade do representante de Nosso Senhor. Através deste, Deus repôs a ordem.

Pode-se repetir com S. Tomás: o erro, mesmo de um cisma, é corrigível se são conservados os princípios. Mas errar nos princípios, mesmo em vista da S. Missa, torna a situação incorrigível.

Vejamos então o recurso do P. Guérard des Lauriers que pediu ao ex Arcebispo de Hué, Ngo Dinh Thuc, a consagração episcopal, mas segundo as próprias conclusões da «tese materialiter/ formaliter» que elaborou para o caso, contornando e até transformando a questão do Princípio.

Assim, esta «tese» tem dois problemas que tornam ao menos dúbia a sua consagração episcopal: tratava-se de um episcopado que, segundo esta «tese», reconhecia o «papa conciliar» presente, João Paulo II que, embora auto-privado de autoridade católica, porque «não demonstrava querer fazer o bem da Igreja», tinha sido «legitimamente eleito no conclave» e detinha o direito sobre o Trono papal. Isto, embora fosse um clérigo de fé conciliar, que não é a Fé católica; era reconhecido à revelia das condições definidas pela Igreja para a eleição de um Papa autêntico e que portanto não é qualificado para receber poder católico diretamente de Nosso Senhor.

Pode-se dizer que o poder dos «conciliares» só tem aspecto «materialiter», enquanto equivale só a chefe do Estado do Vaticano, ocupado por uma colossal seita anti-católica.

 

Mons. Lauriers e Mons. Lefebvre

Mons. Lauriers e Mons. Lefebvre

Voltando à consagração do P. des Lauriers, constata-se que essa se baseava numa dicotomia proposta sobre um novo poder episcopal que seria – em princípio – destinado somente ao poder de ordens, cortando pela raiz seu caráter de potencial poder de jurisdição, que poderia ser eventualmente atribuído pelo Papa. Enfim, um «novo episcopado» elaborado «ad hoc»!

Ora, o poder de ordens aplicado para a ordenação de sacerdotes implica um juízo do bispo, isto é, julgar a condição e posição do ordenado face à Fé, o que depende do poder de jurisdição. Senão, o bispo seria apenas um executor da escolha – e dos enganos – de outros que propõem um seminarista a ser ordenado padre para as suas organizações religiosas e mesmo a detrimento do princípio da unidade da Igreja; um alto funcionário para serviços contratados. Como aconteceu.

Este «princípio» era, portanto, junto com outros, obscurecido pela «tese», pois toda dúvida a respeito do tal impossível «papa materialiter» se estende também aos eleitores provindos dos «papados conciliares» precedentes, que foram reconhecidos «legítimos», apesar de professarem a liberdade religiosa conciliar. Em breve: uma «nova igreja materialiter», que teria também uma «sucessão materialiter», como foi a dos João Paulo e Bento; absurdo a prolongar sem limites!

Na verdade, bastava o afastamento do «Princípio» do Papa católico, para que se perceba a obliteração do fundamento de toda jurisdição católica. Este – a necessidade da eleição de um Papa católico – era cancelado, porque o perigo para os novos doutores estaria no «conclavismo»: considerado como apelo à restauração deste «Princípio» para a defesa da Fé da Igreja.

Ao seu tempo, escrevi isto a diversas pessoas, inclusive ao Bispo Mckenna. Talvez a plenitude do Sacramento da Ordem no episcopado, tenha sido transmitido a este, ainda que faltasse a justa condição ligada à intenção do celebrante de seguir os princípios da Igreja. Isto seria atribuível à intenção falha do P. Guérard quanto ao «Princípio» – porque só deste provém algum poder – mas talvez mantido pelo consagrado não comprometido com essa mutilação do poder episcopal.

Mons. Mckenna e Mons. Lauriers

Mons. Mckenna e Mons. Lauriers

A limitação episcopal imaginada com a separação em raiz dos poderes de ordem e de jurisdição, nunca foi estipulada pela Igreja como princípio, mas pela «tese de Cassiciacum».

Os Atos dos Apóstolos (20, 28s.) S. Paulo ensina que o Espírito Santo constituiu os bispos para “governar a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue”. Governar e vigiar contra os desvios (bispo = vigilante). O Sacramento da Ordem é um, mas seus ofícios são diversos e na sua plenitude, o episcopado, o bispo recebe poder superior ao do sacerdote porque consagrado às ações hierárquicas relativas à Igreja, Corpo Místico de Cristo, que tem uma hierarquia que a governa com o Papa, com poder de consagrar, ordenar, confirmar e absolver.

Essa Hierarquia é uma e seu poder de jurisdição, pelo menos em potência, é o mesmo para toda essa ordem e distintos do padre, embora no tempo tenha assumido diversas funções. O bispo pode, por razões contingentes, não receber todo o poder episcopal de reger na Igreja – isto é possível – mas resta ser esta a razão mesma da consagração de quem fará parte da Hierarquia.

A consagração ghérardiana ficava, porém, radicalmente alheia a esta Hierarquia, assim como do «Princípio» da necessidade do poder papal, que por sua vez foi imaginativamente disjunto em «materialiter» e «formaliter» à revelia de toda sã filosofia. Vingou, porque seu autor era um padre francês de formação acadêmica, capaz de convencer um mundo católico a procura de uma aparência de seriedade na atmosfera fumosa do deplorável Vaticano II. Incrível que para difundir tais elucubrações intelectuais do P. Guérard fossem também tecidas considerações para ignorar princípios da Lei da Igreja e consideradas superadas Bulas papais sobre a matéria da eleição de um desviado na Fé (Cum ex apostolatus). Era alegada a licitude de ordenar assim padres para a continuidade da ação sacramental, em razão do bem da Igreja, com a ilusão que não poria em perigo a sua unidade com um falso papa! Como se a unidade não fosse ligada aos princípios da sua Fé e Lei, que vale para sempre.

 

Mons. Thuc

Mons. Thuc

Pouco tempo após o Arcebispo Dinh Thuc faz outra consagração episcopal de dois sacerdotes mexicanos, os padres Zamora e Moisés Carmona da Associação Trento, em condições só em aparência semelhantes, porque nessa ocasião era declarada a razão desse ato: a vacância da Sede pontifícia, que fora omitida na outra, tendo sido a documentação deste ato publicado.

 

Sagração Episcopal do Mons. Carmona e Mons. Zamora

Sagração Episcopal do Mons. Carmona e Mons. Zamora

Mais, enquanto a outra consagração destinava-se a um clérigo sem rebanho, nesta os sacerdotes em questão eram velhos titulares de paróquias numerosas, carentes de um bispo.

 

Padre Saenz y Arriaga

Padre Saenz y Arriaga

Conheci Monsenhor Carmona porque fui convidado a Acapulco e constatei seu trabalho também para na formação de padres na linha da obra do Jesuíta excomungado por Paulo VI, Dr. Joaquín Saenz y Arriaga. Nesta orientação não havia lugar para estranhas «teses» novidadeiras, nem para operações secretas, que não viessem a público em livros e revistas. As santas Missas e os sacramentos eram e são ministrados ali como sempre para um povo tanto culto como simples, que acorria numeroso. O novo bispo foi convidado a assumir, com seus sacerdotes, outras igrejas, como a de São Tiago de Dos Caminos (que visitei) e outras, até nas povoações índias das montanhas. Em Hermosillo, no norte do País, havia o seminário que continua a acolher numerosas vocações. A necessidade de um bispo para ordená-los era, portanto, patente.

As razões desta consagração episcopal eram aparentemente as mesmas daquela do P. Guérard des Lauriers e depois de Dom Lefebvre, mas eram razões segundo o princípio da necessidade do Papa católico ausente, para cuja volta, cedo ou tarde, havia que operar.

Do mesmo modo se apresentou a situação em Spokane nos Estados Unidos, onde foi apontado um sacerdote entre outros para receber a consagração episcopal do Bispo Moisés Carmona.

Trata-se do Bispo Mark Pivarunas, com quem mantenho contato. Ele foi convidado a vir ao Brasil pelo Dr. Johas, por meu intermédio. Tudo segundo as razões da posição assumida.

Vimos então que os Bispos e depois muitos sacerdotes que guiaram a resistência católica ao Vaticano II e aos «papas conciliares», chegaram a um ponto em que não viram alternativa a que se consagrassem novos bispos. A diferença está na maneira como procederam em relação ao princípio ligado à causa de todo o problema: a ausência do Papa católico, agravada por uma ocupação pela qual cada dia que passa a Doutrina imutável de Jesus Cristo é mais alterada.

 

Missa Pontifical no CMRI com Mons. Mark Pivarunas

Missa Pontifical no CMRI rezada por Mons. Mark Pivarunas

Não há dúvida que o que foge à normalidade da vida «legal» da Igreja causa preocupação e até espanto. Nessas circunstâncias há se seguir os princípios incanceláveis da Fé, que requer a autoridade de quem a confirme, acusando quem a altera. Isto pede iniciativas que serão tanto mais fiéis quanto ligadas ao «Princípio» da necessidade da volta do Papa católico.

Fato está que hoje os católicos não podem evitar o recurso a padres assim ordenados que, diante da regra anterior da Igreja, seriam irregulares, desde os de Dom Lefebvre aos de Mons. Carmona.

Para concluir, por enquanto, poderíamos lembrar algumas das objeções a toda nova iniciativa da parte dos partidários da inércia religiosa. Poderia citar alguns padres e leigos que passaram por nossa casa em Fátima, mas não sei se o P. Egregy, ou o John Daly e outros, mantêm a mesma posição. Vou então só citar um argumento do Abbé Zins que publicou indignado em 1992 um número especial do seu «Sub tuum præsidium» contra os que chamou conjurados “guérardo-thucistas” aliados às seitas. Se bem me lembro meu nome consta ali, apesar do meu claro repúdio à grande maioria dessas iniciativas mesmo do falso «conclavismo», além das razões alegadas para as consagrações feitas para a FSSPX e não para a Igreja de Dom Lefebvre. Ora, este Bispo é que ordenou Zins diácono, para depois recusar-lhe a ordenação sacerdotal. Disto ele não fala, nem do fato que foi expulso de Êcone em 1988 quando queria manifestar ali contra aquela que passaria a ser a seita lefebvrista, porque produzira os seus próprios bispos.

Um ponto da carta do Diácono Zins a mim, que depois virou artigo, merece menção porque compara a história dessas sagrações à iniciativa incestuosa das filhas de Lot, sobrinho de Abraão (Gn 19, 30-37) para a sobrevivência da raça eliminada com a destruição de Sódoma e Gomorra e a posterior morte da mãe, reduzida a estátua de sal. Assim surgiu a descendência moabita e amonita, inimigos terríveis de Israel. Mas a este opróbrio ele acrescentou a história de Tamar (Gn 38, 12ss.) que, com um truque, levou o patriarca Judá a emprenhá-la. Ora, o problema é que a essa iniciativa está ligada a Genealogia de Jesus (Mt 1, 2). De modo que, se uma iniciativa foi nefasta, a outra acabou por produzir um santo resultado. Por isto, apesar dos espantos, de nada vale anatemizar tudo!

Aqui podemos não estar diretamente envolvidos nas consagrações episcopais sem mandato apostólico, mas estamos convencidos que o fato que, em nome da Lei da Igreja, engana os católicos, consiste em fazer crer – falsamente – que se possa testemunhar a vacância da Santa Sede com o testemunho da inércia para reparar esse mal. Este, visto a ausência da Autoridade divina, é a pior desgraça para a edificação da verdadeira justiça e ordem na sociedade humana.

Vivemos o sumo engano do fim do tempo das nações (Lc 21, 24) e devemos testemunhá-lo, mas sem pensar que seja humanamente irreparável por causa da extrema dificuldade de proclamá-lo. Nosso Senhor age através dos homens. Por isto não podemos concluir sem lembrar a ação que entra na ordem das necessidades próximas para os católicos que amam a Santa Madre Igreja.

É urgente consolidar cada vez mais a «opinião católica» que repudia o Vaticano II, as suas pompas, obras e falsos profetas. Se isto alcançar uma suficiente difusão, na ocasião do próximo «conclave conciliar», quando a atenção do mundo estiver voltada para essa eleição espúria, será mais inteligível a voz levantada através dos meios disponíveis de comunicação para proclamar o total repúdio ao Vaticano II e a quem for eleito para continuá-lo. Neste testemunho deve haver a união que infelizmente não foi pedida para a iniciativa pouco lembrada no conclave de 1978.

Esta iniciativa extremamente importante já fora timidamente lançada por Dom Lefebvre com uma carta a todos os cardeais antes da eleição de João Paulo II. Anos depois, ele, junto com Dom Mayer, declarou mais de uma vez que temos o direito de considerar como não católicas as «autoridades conciliares» e portanto privados de poder na Igreja de Jesus Cristo.

Hoje, com a adesão a Bento XVI, se deixa prevalecer a falsa fé do Vaticano II, demolidor da Igreja, que destrói a autoridade do Magistério da Igreja ligado ao verdadeiro Pontífice.

A difusão deste testemunho entra certamente nas possibilidades humanas de todos os que querem pertencer e viver o triunfo do Corpo Místico de Nosso Senhor. Ele se deixou crucificar, abandonado por todos, para a conversão de todos, judeus e pagãos em testemunho da Verdade. Sem esse testemunho, como se pode ser contado entre os que amam a Sua Igreja de Salvação?

 

Declaração da Vacância por Mons. Thuc:

Bispo Thuc

DECLARATIOQUALIS EST ASPECTUS ECCLESIAE CATHOLICAE IN CONSPECTU NOSTRO, HIS DIEBUS? ROMAE, REGNAT “PAPA” JOANNES PAULUS SECUNDUS, CIRCUMDATUSCOETU CARDINALIUM ET MULTORUM EPISCOPORUM ET PRAELATORUM. EXTRA ROMAM, ECCLESIA CATHOLICA APPARET FLORIDA/ CUM SUIS EPISCOPIS ET SACERDOTIBUS. NUMERUS CATHOLICORUM IMMENSUS EST, QUOTIDIE MLSSA CELEBRATUR IN TANTIS ECCLESIIS/ ET DIE DOMINICA/ ECCLESIAE RECIPIUNT PERMULTOS FIDELES AD MlSSAM AUDIENDAM ET AD SACRAM COMMUNIONEM ACCIPIENDAM.

SED IN CONSPECTU DEI- QUALIS EST ASPECTUS HODIERNAE ECCLESIAE? MISSAE – QUOTIDIANA ET DOMINICALIS IN QUIBUS ASSISTUNT – PLACENTNE DEO? NEQUAMQUAM: QUIA ISTA MISSA, EADEM EST PRO CATHOLICIS ET PRO PROTESTANTIBUS – IDEO NON PLACET DEO ET INVALIDA EST. UNICA MISSA QUA PLACET DEO EST MlSSA SANCTI PII QUINTI, QUAE CELEBRATUR A PAUCIS SACERDOTIBUS ET EPISCOPIS, IN QUIBUS SUM EGO, IDEO, IN QUANTUM POSSUM, APERIAM SEMINARIUM PRO CANDIDATIS AD SACERDOTIUM QUOD PLACEAT DEO, PRAETER ILLAM “MISSAM” NON PLACENTEM DEO/ MULTAE SUNT RES QUAS REJICIT DEUS/ EXEMPLI GRATIA: IN ORDINATANE SACERDOTUM/ IN CONSECRATIONE EPISCOPORUM/ IN SACRAMENTO CONFIRMATIONS ET EXTREMAE UNCTIONIS .IN SUPER ILLI “SACERDOTES” COLUNT:

1) MODERNISMUM;

2) FALSUM OECUMENISMUM;

3) ADORATIONEM HOMINUM;

4) LIBERTATEM AMPLECTANDI QUALEMCUMQUE RELIGIONEM;

5) NOLUNT CONDEMNARE HERESEOS/ ET EXPELLERE HERÉTICOS;

IDEO QUATENUS EPISCOPUS ECCLESIAE CATHOLICAE ROMANAE/ JUDICO SEDEM ECCLESIAE CATHOLICAE ROMAE VACANTEM ESSE/ ET OPPORTET ME/ UTIEPISCOPUS/ OMNIA FACERÉ UT ECCLESIA CATHOLICA ROMAE PERDURET ADSALUTEM AETERNAM ANIMARUM.

MONACHI i DIE 25 FEBRUARn 1982

 

HIC ADJUNGO TITULUM QUORUMQUAM DOCUMENTORUM PRAECLARORUM:

1. BULLA “QUO PRIMUM” PII V.

2. CONCILIUM TRIDENTILIUM/ SESS, XXII.

3. BREVE “ADORABILE EUCHARISTIAE” PII VII,/ ET FLORENTINUM: DECRETUM PRO ARMENIS (ÜZ.698); DECRETUM PRO JACOBITIS (Dz.715).

4. MISSALE ROMANUM PII V.; DE DEFECTIBUS IN CELEBRATIONE MISSARUM:”DE DEFECTIBUS FORMAE”.

5. CONSTITUTIO “AUCTOREM FIDEI” PII VI.; DECRETUM “LAMENTABILI*PII X.; ENCYCLICA “PASCENDI DOMINICI GREGIS” PII X,

6. FLORENTINUM: DECRETUM PRO JACOBITIS; ENCYCLICA “QUANTA CURA”PII IX.; BULLA “UNAM SANCTAM” BONIFATII VIII.

7. CODEX JURIS CANONICI, CAN.1322.

8. BULLA “CUM EX APOSTOLATUS OFFICIO” PAULI IV.; CODEX JURIS CANONICI/ CAN.188/ N.4.

9. PONTIFICALE ROMANUM: DE CONSECRATIONE ELECTI IN EPISCOPUM:”FORMA JURAMENTI” ET “EXAMEN”.

 

MONACHI I DIE 25 FEBRUARI 1982

 

Uma resposta para “O Poder das Chaves, o Mandato Apostólico e o Testemunho Católico

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