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No «sedeaparicionismo» de Assis reboa o Óbvio Ululante da Sede Romana vacante!

João Paulo II e Dalai Lama

João Paulo II e Dalai Lama. Assis Encontro Mundial de Oração pela Paz

Fonte: Promissio

Circula pela internet e com especial recomendação da FSSPX Brasil um artigo intitulado Sedevacantismo, ou uma conclusão à procura de premissas, de um Professor de Filosofia, Sr. Carlos Nougué.

O referido afirma que os católicos que chegam à conclusão que a destruição profunda das defesas da Igreja afirmada pelo próprio Mons. Marcel Lefebvre como mais extensa de toda história da Igreja num espaço de tempo tão curto como heresiarca algum jamais conseguiu fazer; estes católicos são mágicos que chegam a conclusões fantasiosas.

O Rev. Padre Georges de Nantes afirmou que foi removido o obstáculo (Katechon) contra o erro, que não mais deve ser combatido e aniquilado e que pela declaração da liberdade religiosa o erro deve ter direito na sociedade bem constituída, em sentido oposto ao Magistério de Pio IX.

Já o Papa Gregório XVI alertara que pela liberdade de consciência, constituída como direito, se podia afirmar que o poço do Abismo (Apoc. 9,3) seria aberto.

Poderia um papa católico ter aberto o poço dos erros diabólicos, ao abrir as janelas da Igreja para que então entrasse a fumaça de Satanás?

Ora, enquanto na Cátedra de Pedro esteve o Papa Católico (Pio XII) tal racha não foi possível, embora ele tenha estado cercado por uma malta assanhada, como se demonstrou Montini, expulso de Roma por seus contatos obscuros com o comunismo soviético. Este foi um dos males esparsos pelo mundo devido ao desatendimento do pedido de Nossa Senhora de Consagração da Rússia.

Nossa Senhora em Salette avisou: “Roma perderá a fé e se tornará sede do Anticristo”, e isto não poderia acontecer enquanto ali estivesse assentado o Vigário de Cristo. Seria então o Papa o referido obstáculo removido da visão do Terceiro Segredo?

Para responder a estas questões alguns ilusionistas e sedeaparicionistas – tipo Nougué – idealizam uma série de “façanhas” mágicas, arvorados em pontífices que ditam o que falta no magistério de seus “papas”. São eles a confirmarem se o dito pelo “Doutor privado” é católico ou não, visto que não é preciso – segundo eles – professar a Santa Doutrina para ser um autêntico representante de Cristo.

Para eles a autoridade dos papas conciliares é como uma missão para certos momentos em que estes falam “ex cathedra”; o que de fato nunca ocorreu. E estes homens nas intermináveis folgas NON EX-CATHEDRA têm todo tempo para aliciar as almas dos simples fiéis para o reino do Anticristo. Nesse interregno: – que as mamães tapem os ouvidos dos filhinhos porque o papa vai falar da camisinha moralizante para o prostituto [que se presta também à sodomia].

Há quem espera (escola do Abbé de Nantes) que o “papa doutor público” condene a si mesmo “papa doutor privado” [expressão sem precedentes] por seu escândalo público, cisma e heresia, por “ter exercido um magistério paralelo, perigoso para a fé e para a unidade da Igreja, uma vez que como doutor privado, ele expressa o contrário daquilo que diria como Papa. Em breve, que como doutor privado, expressa o que leva à auto-demolição continua, agora mais do que nunca visível na questão da camisinha, como no prefácio ao «Porque devemos nos dizer cristãos» e também na obra sobre o papado.

Nisto tudo há o exercício recíproco do Papa com o doutor privado, para realizar a tão aspirada obra de uma “hermenêutica da continuidade e da ruptura.”

Alguém não viu a mágica? Então projete em câmera lenta a ficção freudiana de um antipapa [Ratzinger] com problema de esquizofrenia e dupla personalidade, pelo qual ele é cabeça do corpo místico de Cristo e ao mesmo tempo um câncer que leva esse corpo à morte. Estariam enganados os papas precedentes ao temerem o delírio da liberdade de consciência que leva a um letal destino também os membros da Igreja Católica? Se assim fosse, Cristo mesmo teria confiado a guarda de seu rebanho a lobos que deste vértice operariam a maior destruição da Fé Católica, levando as ovelhas de Cristo ao abismo dos erros e realizando esta confusão geral dos fiéis com a Sua autoridade; abominação que é uma blasfêmia jamais vista.

Mas é o que querem promover estes mágicos.

O que será mais fácil? Seguir como prestidigitador para explicar uma situação religiosa inconciliável com as leis da Igreja e com o direito divino ou reconhecer o que as pedras já parecem ulular na clareza destas leis: que – Todos os cargos ficarão vacantes ipso facto (sem que se requeira uma declaração) por renúncia tácita… por abandono público da fé católica. Código de Direito Canônico 188, 4?

Quem em posição de autoridade deforma a Doutrina ao ponto de operar a mais profunda destruição das defesas da Fé que já se viu em toda história da Igreja num espaço de tempo tão curto como heresiarca algum jamais conseguiu, já renunciou por si a esta Fé e a esta autoridade: demonstrou-se ao serviço dos inimigos da Igreja de Jesus Cristo.

Eis a realidade óbvia e ululante em todo tempo e lugar.

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Uma resposta para “No «sedeaparicionismo» de Assis reboa o Óbvio Ululante da Sede Romana vacante!

  1. Zoltan Batiz julho 14, 2014 às 3:10 pm

    Ai vêm a lei em Latim:

    CAN. 188.
    Ob tacitam renuntiationem ab ipso iure admissam quaelibet officia vacant ipso facto et sine ulla declaratione, si clericus:
    1.° Professionem religiosam emiserit, salvo, circa beneficia, praescripto can. 584;
    2.° Intra tempus utile iure statutum vel, deficiente iure, ab Ordinario determinatum, de officio provisus illud adire neglexerit;
    3.° Aliud officium ecclesiasticum cum priore incompatibile acceptaverit et eiusdem pacificam possessionem obtinuerit;
    4.° A fide catholica publice defecerit;
    5.° Matrimonium, etiam civile tantum, ut aiunt, contraxerit;
    6.° Contra praescriptum can.141, § 1 militiae saeculari nomen sponte dederit;
    7.° Habitum ecclesiasticum propria auctoritate sine iusta causa deposuerit, nec illum, ab Ordinario monitus, intra mensem a monitione recepta resumpserit;
    8.° Residentiam, qua tenetur, illegitime deseruerit et receptae Ordinarii monitioni, legitimo impedimento non detentus, intra congruum tempus ab Ordinario praefinitum, nec paruerit nec responderit.

    O que nos interessa e o paragráfo 4.

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