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Fátima e a Paixão da Igreja

Informações sobre a Igreja Ucraniana Ortodoxa Greco-Católica

Informações sobre a Igreja Ucraniana Ortodoxa Greco-Católica

Fonte: promissio.org

 

Seguem algumas informações do Padre Eugen Rissling sobre os bispos ucranianos autores do manifesto para posição de que tratamos. Este padre é alemão da parte russa, portanto bem enfronhado no assunto e ligado a Mons. Pivarunas. Como se pode ler, tocou os três problemas aludidos no nosso comentário: – a origem desses bispos; – a posição de quem usa o termo «ortodoxo»; – a incoerência de uma denúncia de heresia que ainda se dirige ao heresiarca do Vaticano, Bento XVI, que envolve os outros hereges no espírito de Assis e de João Paulo II.

Por tudo isto, embora nosso lema seja de prestar mais atenção ao que foi dito do que a quem o disse, continuamos na dúvida sobre se o modo como foi dito não encerra outra incógnita.

Parece certo, porém, que esta posição episcopal não está ligada à linha do Cardeal Slipyi

[Texto original em inglês]

 

Informations about the «Ukrainian Orthodox Greek-Catholic Church»

 

Recentemente liguei a um padre Greco-católico da Ucrânia, um amigo meu, que também se pôs sobre o Bispo Pivarunas. Embora este padre tenha me dado algumas informações que eu já sabia sobre tal grupo eu pude descobrir o seguinte:

 

O «Arcebispo» Elias Dohnal foi ordenado padre em 1972 na ex-Checoslováquia. Naquela época ele ainda não pertencia a ordem de São Basílio do rito oriental e foi ordenado por um bispo “oficial” da igreja do Vaticano II. É sabido que as reformas litúrgicas começaram um pouco depois no antigo bloco do leste. Então eu escrevi para uma pessoa idosa que eu conheço na República Checa perguntando quando o rito pós-conciliar de ordenação e de sagração começou a ser usado no seu país. Ele me disse: logo em 1969! Então baseado nessa informação é de se supor que este “Arcebispo Elias” foi ordenado presbítero de acordo com o novo rito e, portanto, sua ordenação é pelo menos duvidosa. (Sobre o tema da nulidade das sagrações episcopais segundo o novo rito conferir: em espanholem inglês)

 

Há alguns dias a UoGCC publicou algumas informações sobre a linhagem dos seus bispos. Mas o nome do bispo que ordenou/sagrou Dohnal não foi publicado. Mas pode-se ler no site que os outros bispos da “UoGCC” mencionados lá foram ordenados presbíteros nos anos 90 onde hoje é a República Checa. O nome dos bispos que lhes ordenaram também não são mencionados. Então perguntei a um padre ucraniano, se ele, por acaso, sabia quem ordenou aqueles bispos. Ele disse, desde que os monges da ordem de São Basílio ficaram diretamente sob o Papa como os jesuítas, na República Checa eles foram ordenados por bispos “romanos” e conforme o rito romano pós-conciliar… e não ppor bispos orientais conforme o rito bizantino de ordenação. Então eu imagino que eles devem ser tidos como não validamente ordenados.

O padre me disse que unicamente no caso dos bispos UoGCC ele não estava certo se eles pudessem talvez terem recebido a ordenação presbiteral de um bispo católico ucraniano. Mas ele não sabia com certeza.

 

No que diz respeito a consagração episcopal parece que os bispos UoGCC estão em ordem – suas respectivas consagrações episcopais foram realizadas por antigos bispos da Igreja Católica Ucraniana subterrânea. Mas como sabemos para receber validamente a consagração é necessário ter sido ordenado presbítero validamente.

Embora eles utilizem o nome ortodoxo para se referirem a sua doutrina em contra da Igreja modernista Greco Católica… utilizam práticas de oração que como sabemos provêm de grupos protestantes pentecostais: levantando as mãos e em voz alta inclusive gritando alguns “slogans-orações”.  Como me disse o sacerdote ucraniano eles aprenderam estas práticas carismáticas durante o tempo em que estavam com os modernistas nos anos 90 na República Checa. Aparentemente não querem perceber que tais modos, não têm nada em comum com as práticas de oração e liturgia proferidas no oriente ou no ocidente, mas são claramente modernistas e protestantes. É difícil acreditar que não saibam disto.

 

Excomungam os bispos da igreja conciliar, mas não Ratzinger (ainda)!

Onde está a lógica?? Eles avisam a Bento XVI para não apoiar o encontro de Assis planejado para esse ano, caso contrário eles vão excomungá-lo. Mas tudo isso não me parece sincero.

 

Apesar das interessantes e corretas declarações do site da UoGCC, em geral este grupo não me causa impressão sincera o suficiente nem mesmo para pensar em uma cooperação com eles (mesmo somente em algumas áreas). Eu penso que deveríamos permanecer completamente distantes deles. Porque caso o contrário nossos oponentes vão dizer que nós temos parte com eles. Por que abrir um novo “front” desnecessariamente e imprudentemente.

 

In prayer,

P. Eugen

 

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