Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Maçonização da Igreja – Parte II

Participação Especial de Joseph Ratzinger

Rogério Alexandre

Discurso de São Paulo Apóstolo em Atenas:

Atos dos Apóstolos 17, 22

Paulo, em pé no meio do Areópago, disse:

Homens de Atenas, em tudo vos vejo muitíssimo religiosos.

23.Percorrendo a cidade e considerando os monumentos do vosso culto, encontrei também um altar com esta inscrição: A um Deus desconhecido. O que adorais sem o conhecer, eu vo-lo anuncio!

24.O Deus, que fez o mundo e tudo o que nele há, é o Senhor do céu e da terra, e não habita em templos feitos por mãos humanas.

25.Nem é servido por mãos de homens, como se necessitasse de alguma coisa, porque é ele quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas.

26.Ele fez nascer de um só homem todo o gênero humano, para que habitasse sobre toda a face da terra. Fixou aos povos os tempos e os limites da sua habitação.

27.Tudo isso para que procurem a Deus e se esforcem por encontrá-lo como que às apalpadelas, pois na verdade ele não está longe de cada um de nós.

28.Porque é nele que temos a vida, o movimento e o ser, como até alguns dos vossos poetas disseram: Nós somos também de sua raça…

29.Se, pois, somos da raça de Deus, não devemos pensar que a divindade é semelhante ao ouro, à prata ou à pedra lavrada por arte e gênio dos homens.

30.Deus, porém, não levando em conta os tempos da ignorância, convida agora a todos os homens de todos os lugares a se arrependerem.

31.Porquanto fixou o dia em que há de julgar o mundo com justiça, pelo ministério de um homem que para isso destinou. Para todos deu como garantia disso o fato de tê-lo ressuscitado dentre os mortos.

Trechos da vídeo mensagem de Bento XVI aos jovens de Paris [divulgado em Françês no canal oficial do Vaticano no Youtube no dia 26 de março deste ano. Veja-se o link:http://www.youtube.com/watch?v=OjKHKkDuMoQ], os destaques e comentários entre colchetes são nossos:

Dou graças ao Pontifício Conselho por ter recebido e dado curso ao meu convite [para que fique claro aos tradicionalistas que culpam sempre a cúria romana, ou algum cardeal]de abrir na Igreja um “átrio dos gentios”, uma imagem que evoca o espaço aberto na ampla explanada junto ao Templo de Jerusalém, que permitia a todos os que compartilhavam a fé de Israel de aproximar-se do Templo e interrogar-se sobre a religião. [ah então o espaço era aos que compartilhavam a mesma fé de Israel, ahhhh entendido]. Naquele lugar, podiam encontrar-se com os escribas, falar da fé e inclusive rezar ao Deus desconhecido. [opa! (?) Não entendi, não era espaço para os que tinham a mesma fé que Israel? Os israelitas criam num Deus desconhecido ou no Deus que se deu a conhecer aos Patriarcas e profetas e ao povo através deles?]. E se, naquela época, o átrio era ao mesmo tempo um lugar de exclusão, já que os “gentios” não tinham direito de entrar no espaço sagrado, Cristo Jesus veio para “derrubar o muro que separava” judeus e gentios. [Sim, e reunir todos no seio da Sua Santa Igreja.“Quotquot autem receperunt Eum dedit eis potestatem filios Dei fieri, his qui credunt in nomine Ejus, qui non ex sanguinibus, neque ex voluntate carnis, neque ex voluntate viri, sed ex Deo nati sunt. A todos aqueles que O receberam, aqueles que creram no Seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus, que não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus”. Nele é que somos filhos de Deus e irmãos, não todos, mas os que o receberam]

(…)

As religiões não podem ter medo de um laicismo justo, um laicismo aberto que permite a cada um e a cada uma viver o que crê, de acordo com sua consciência. [Mesmo que creia que o preservativo é um passo moralizante, ou que Jesus é um avatar de um espírito iluminado, ou se reúne todas as religiões para rezar para a paz da “família humana” (sem Deus Pai revelado em Cristo), se está de acordo com a própria consciência, ainda que desviada, podemos beatificar]

Se se trata de construir um mundo [maçônico]de liberdade, igualdade e fraternidade, crentes e não crentes devem sentir-se livres de o ser, iguais em seus direitos de viver sua vida pessoal e comunitária com fidelidade a suas convicções e tem que ser irmãos entre si. [Esse tipo de cooperação sem a Única fé católica foi condenado pelo Papa São Pio X na Encíclica Notre charge apostolique dirigida ao Sillon, no Apêndice do Artigo citaremos trechos da Encíclica que podem ajudar a compreender a perversidade das palavras de Bento 16]

(…)

Crentes e não-crentes, presentes no átrio do Desconhecido [que místico! Pode-se dizer até teosófico], estais convidados a entrar também no espaço sagrado, a franquear o magnífico pórtico de Notre-Dame e entrar na catedral para fazer um pouco de oração. Esta oração será para alguns de vós uma oração a um Deus conhecido pela fé, mas também pode ser para outros uma oração ao Deus Desconhecido. [para Bento 16, então, a fé é uma moção interior de algumas consciências que experimentam algo de oculto, uma experiência do desconhecido, ou será que para ele a fé é um obséquio racional, uma adesão da vontade a uma verdade revelada que é compreendida pela razão, que os homens receberam sinais dignos de fé e por isso creram e morreram por aquilo que receberam. Maiores esclarecimentos na Encíclica Pascendi de São Pio X, citada em trechos no Apêndice deste artigo]

Não tenhais medo! Caminhando juntos até um mundo novo, buscai o Absoluto e buscai a Deus, inclusive vós para quem Deus é um Deus Desconhecido.

[que se depender desses anticristos continuará desconhecido… ou inexistente]

[O texto completo pode ser lido em espanhol aqui: http://www.oecumene.radiovaticana.org/SPA/articolo.asp?c=473128 ]

Que há entre Cristo e Belial? Entre a atitude de Bento XVI e seus discursos e o texto de São Paulo que lemos no início?

Nos tempos de São Paulo ainda o Deus de Abraão Isaac e Jacob era desconhecido, hoje o evangelho foi anunciado em todos os povos. Após 2000 anos de revelação poderia se falar em Deus desconhecido? Especialmente (se) vestido de clérigo católico? O Evangelho foi pregado em todo mundo, para todas as nações, resta a pergunta: Deus desconhecido pra quem?

O que podem fazer os católicos que querem ser fiéis à Igreja e sua Tradição e ao mesmo tempo defender um usurpador com a mitra dos dois chifres de cordeiro, mas que fala como um dragão (Apocalipse 13,11). Talvez a solução esteja na imagem:

Cego Surdo Mudo

Cego Surdo Mudo

Apêndice

O comentário do texto bíblico não tem a mínima pretensão de dar uma interpretação própria à Tradição Escrita (Sagrada Escritura), senão que se submete inteiramente a exegese e interpretação do Magistério da Igreja única capaz de ligar-nos a Palavra da Verdade, depositária da Revelação que recebemos pela Tradição (Oral e Escrita/Bíblia).

Em contrapartida, não há como não interpretar as palavras desse desviado senão como vindas de um espírito maçon saído da Sinagoga de Satanás. Se a interpretação não é a correta, é ele quem deve demonstrar com atos concretos a fé católica a mesma que tinha São Paulo ao anunciar aos Gregos que o Deus que eles desconheciam se revelou e deu provas racionais de sua divindade e que ele não é um deus que ainda permanece oculto; e o Deus revelado perdoa o tempo de ignorância.

Notre charge apostolique

Não, Veneráveis Irmãos, é necessário recordar, de modo enérgico, nestes tempos de anarquia social e intelectual, nos quais todos se levantam como doutores e como legisladores: a cidade não será construída de outra forma senão segundo aquela pela qual Deus a construiu; ela não será edificada se a Igreja na lhe lançar as bases e não lhe dirigir os trabalhos.

Não, a Civilização não está mais para ser inventada e nem uma nova cidade para ser construída nas nuvens. Ela existiu e ela existe: é a Civilização cristã; é a cidade católica.

Trata-se apenas de instaurá-la e de sem cessar restaurá-la sobre os seus fundamentos naturais e divinos, contra os ataques que sempre renascem de uma utopia malsã e da revolta e impiedade: “instaurar todas as coisas em Cristo”.

(…)

A verdade é que os chefes do Sillon proclamam-se idealistas irredutíveis que pretendem reerguer as classes operárias reerguendo antes a consciência humana; que têm uma doutrina social, princípios filosóficos e religiosos para reconstruir a sociedade sobre um novo plano; que têm uma doutrina especial sobre a dignidade do homem, a liberdade, a Justiça e a fraternidade; e que, para justificar os seus sonhos sociais, eles apelam para o Evangelho, mas, interpretado à sua maneira e o que é mais grave, para um Cristo desfigurado e diminuído.

Estas idéias eles as ensinam em seus círculos de estudos e as inculcam aos seus companheiros e as espalham em suas obras. São portanto professores de Moral social, cívica e religiosa, e, quaisquer mudanças que introduzam no movimento sillonista, temos o direito de afirmar que o seu fim, a sua natureza e a sua ação pertencem ao domínio da Moral, o domínio próprio da Igreja. Iludem-se pois eles quando acreditam que se movem um terreno onde cessam os direitos do poder doutrinário e diretivo da autoridade da Igreja.

Se a doutrina deles fosse sem erro já seria falta muito grave subtraírem-se, obstinadamente, à disciplina católica, à direção dos que receberam do céu a missão de guiar os indivíduos e as sociedades no caminho reto da verdade e do bem.

Entretanto, o mal é mais profundo: o Sillon descambou para os erros, arrastado por um mal compreendido amor pelos fracos.

Pascendi dominici grecis, ensinamentos que São Pio X adiante vai chamar de delírios e no fim da Encíclica vai condenar com autoridade divina:

o   Sendo Deus o objeto da religião e sendo a Fé o início e o fundamento de toda religião, ela deve vir desse sentimento interior. Donde a origem da religião é uma indigência do divino.

o   Não sendo sentida essa indigência senão em algumas circunstâncias, ela não pertence aos limites da consciência.

o   Ela se oculta primeiro debaixo da consciência, ou, segundo a Filosofia Moderna, numa subconsciência. Ela aí permanece oculta e a sua raiz não é entendida.

o   Como se torna religião essa indigência do divino que o homem percebe em si? Dizem: existem dois limites para a Ciência e a História: o exterior, o do mundo visível e o interior, o da consciência.

o   Não é possível ir além desses limites; além deles só existe o incognoscível.

Agradecimentos ao Dr. Homero Johas, de quem seguimos a tradução das encíclicas citadas; um trabalho de tradução mais necessário e meritório que tantos outros pela fonte de que procedem.

2 Respostas para “Maçonização da Igreja – Parte II

  1. MILTON DA CRUZ QUEIROGA dezembro 19, 2012 às 10:39 pm

    O BRASIL CURVOU-SE DIANTE DA MAÇONARIA
    O CRIME ORGANIZADO QUE IMPERA DENTRO DO FUNCIONALISMO PÚBLICO É MAIS FORTE QUE AS INSTITUIÇÕES DA REPÚBLICA BRASILEIRA.
    CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA É DERROTADO PELO COORPORATIVISMO DE MAGISTRADOS CORRUPTOS : CNJ NÃO POSSUI AUTORIDADE PARA COMBATER A CORRUPÇÃO DE BANDIDOS DE TOGA.

    Lamentável! Este é o termo que corresponde à capacidade das corregedorias dos diversos órgãos que compõe o Poder Judiciário Brasileiro. Reféns do poder da Maçonaria em todas às instituições do país e que encontra seu ápice na Justiça tupiniquim.
    Todos os órgãos do Poder Judiciário curvam-se diante da Maçonaria, seja pela composição de seus membros adeptos desta ou pela influência que ela exerce dentro deste Poder. Mesmo quando um membro do Judiciário dispõe-se a atacar esse câncer que alastrou-se dentro do Poder às associações de Magistrados ( comandadas estas pela Maçonaria ) ou Magistrados que exercem funções estratégicas ( obtidas unicamente pelas suas afiliações à Maçonaria e respectivos serviços prestados a mesma ) insurgem-se para aniquilar essa manifestação. Ninguém pode fazer nada. O PODER JUDICIÁRIO BRASILEIRO É UM MERO SERVIÇAL DA MAÇONARIA. É apenas um escravo usado conforme às vontades desta oganização Luciferiana e malígna. Cabe apenas aos Ministros, Desembargadores e Juízes abaixarem suas cabeças servientes e cumprir o que lhes é mandado, esta é a pura realidade.
    Existem membros dentro do Poder Judiciário que não cederam às apetitosas propostas maçônicas de prosperidade, mas não representam uma força capaz de sequer incomodar os mandos desta “organização fraterna”.
    O Conselho Nacional de Justiça devido à pressão até que tentou fazer um gesto publicando em uma de suas páginas uma denúncia que relata uma pequena parte da podridão existente no ESCÂNDALO DOS LEILÕES DE IMÓVEIS DA JUSTIÇA DO TRABALHO. Tentou, mas não conseguiu impor-se porque não possui nem força e nem autoridade o suficiente para fazê-lo. O CNJ é apenas mais um dos meros serviçais da Maçonaria e da defesa dos interesses desta organização. Mas não é apenas o CNJ. Todas às instituições do Poder Judiciário curvam-se diante da Maçonaria porque seus membros lhe são devedores. Por esta razão é que as mortes por suicídio que venho denunciando são acobertadas. Os Magistrados têm o rabo preso com a Maçonaria e não podem ir de encontro às suas vontades uma vez que isto custaria-lhes suas vidas. São meros escravos da Maçonaria, não possuem mais o direito à liberdade, imagino o quanto deve ser triste sentir-se escravo mesmo atrás de uma cadeira de presidência e gozando de prestígio, ainda assim são meros e pobres escravos.
    Hoje posso compreender que após tantas denúncias NADA é feito e talvez NADA SERÁ FEITO. As correntes da escravidão que pesam sob os tornozelos da Magistratura devem ser um fardo nada agradável e talvez um erro do qual muitos arrependem-se. Contrariamente aos que muitos pensam que faço estas denúncias motivado pelo ódio ou raiva posso afimar com toda sinceridade que é mais por pena do que outro sentimento. Tenho muita pena das pessoas que se deixaram ludibriar por esta organização e que hoje encontram-se reféns da Maçonaria. Tenho ainda mais pena destas pessoas no dia em que forem acertar suas contas com Deus ( oro para que tenham fé para libertarem-se enquanto estão vivas ). Através de testemunhos de ex-maçons vejo quanto mal esta organização pode causar às vidas dos seres humanos, ao Brasil e aos demais países do planeta. Vejo através dos relatos de ex-membros como é a articulação desta organização, seus ritos e suas crueldades. Mas tenho uma fé que é grande e sei que tudo que está oculto virá a ser revelado.
    Segue abaixo o link que poderá comprovar que toda a nação brasileira através de suas instituições públicas curvou-se diante da Maçonaria. A Polícia Federal curvou-se diante da Maçonaria. O Ministério Público Federal curvou-se diante da Maçonaria. A Justiça Federal curvou-se diante da Maçonaria. Advocacia Geral da União curvou-se diante da Maçonaria. A Justiça do Trabalho curvou-se diante da Maçonaria. A Defensoria Pública da União curvou-se diante da Maçonaria. O Tribunal Superior do Trabalho curvou-se diante da Maçonaria. O Superior Tribunal de Justiça curvou-se diante da Maçonaria. O Conselho Nacional de Justiça curvou-se diante da Maçonaria. O Poder Judiciário brasileiro curvou-se diante da Maçonaria. MíLTON DA CRUZ QUEIROGA CURVOU-SE DIANTE DE DEUS E DE MAIS NINGUÉM.
    Se buscam explicação para entender o espetáculo midiático do MENSALÃO quando o Poder Judiciário faz ouvidos de mercador às denúncias da PRIVATARIA TUCANA, encontrem nos interesses da Maçonaria. Já não é tão mais segredo quem faz parte desta organização bastando apenas prestarmos atenção às atitudes e aos comportamentos que constatamos no Brasil.
    Tentem acessar o link com a denúncia para compovar quem realmente domina este país. Vejam a afronta a soberania nacional que a Maçonaria está impondo por aquí. Tentem acessar este link para entender que nem as mais altas instituições brasileiras estão livres deste domínio.
    http://cnj1.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=noticias&dtlh=455839&iABA=Not%EDcias&exp=

    1. É preciso que o STF e a Polícia Federal apurem as … – CNJ na mídia
    cnj1.myclipp.inf.br/default.asp?smenu=noticias&dtlh…exp=Em cache
    2 dez. 2012 – Agora aparece mais empresas implicadas na pocilga: COMERCIAL CONSTRUTORA E SERVIÇOS BLAU LTDA NIRE 35217523349 além de …
    Talvez eles liberem-o por alguns dias seguinte esta denúncia e bloqueie-o novamente como fazem normalmente e depois que a poeira abaixar recomecem . Agem desta forma com todos os links comprometedores.
    Esta organização Luciferiana está causando grande prejuízo à Nação Brasileira e tolos são àqueles que crêem que isto não passa de meras especulações. Entendendo-se melhor como funciona a Maçonaria poderemos entender melhor porque os políticos deste país favorecem tanto os interesses estrangeiros, porque nossas riquezas são dilapidadas sem trazer um real benefício aos cidadãos, porque apesar de tantas riquezas a maior parte da população vive em condições precárias, porque o funcionalismo público encontra-se tão imerso na corrupção, porque nossos meios de comunicação são tão omissos com denúncias tão graves e porque este país lindo e maravilhoso não é talvez nunca será uma real potência mundial.
    O BRASIL CURVOU-SE DIANTE DA MAÇONARIA…
    Para ter acesso aos processos e entender este caso entre nos links:
    http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profile/MILTONCRUZ
    http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/comment/list?attachedToType=User&attachedTo=2gq4jialtmdmw&commentId=2806036%3AComment%3A186230&xg_source=activity
    http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/
    http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/blogs/denuncia-urgente?xg_source=activity
    http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/blog/show?id=2806036%3ABlogPost%3A119418&commentId=2806036%3AComment%3A185851&xg_source=activity
    http://protogenescontraacorrupcao.ning.com/profiles/blog/show?id=2806036%3ABlogPost%3A148340&commentId=2806036%3AComment%3A185678&xg_source=activity

    MILTON DA CRUZ QUEIROGA
    C.P.F. 683.674.306-20
    RG- 36.739.719-5

  2. milton queiroga outubro 15, 2013 às 4:24 am

    É necessário tornar público os nomes dos Ministros, Desembargadores, Juízes, Funcionários Públicos e Empresários envolvidos no Escândalo dos Leilões de Imóveis da Justiça do Trabalho.
    No caso presente, um cidadão que descobriu este golpe nojento, conseguiu armar um “flagrante” nesta quadrilha de Magistrados safados, ladrões e corruptos e entrou com um processo no Supremo Tribunal Federal e no Conselho Nacional de Justiça.
    Apesar do STF e do CNJ terem conhecimento de todos os fatos e da roubalheira descarada e impossível de sequer ser contestada visto a quantidade de casos que já lhes foram apresentados, cidadãos brasileiros continuam sendo despejados sem que os Magistrados descarados sequer tenham medo de serem punidos. Eles têm a plena ciência de que tudo está orquestrado nas mais altas cortes do país e que possuem membros desta quadrilha infiltrados nestes órgãos e igualmente no Superior Tribunal de Justiça ( onde a Ministra Fátima Nancy Andrighi já fez valer seus préstimos a esta quadrilha ). Apesar das denúncias buscaram apenas esconder isto na internet sem tomar providências cabíveis e os cúmplices continuam exercendo suas carreiras criminosas sem problemas maiores.
    Igualmente o TST – TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO, O Ministério da Justiça e o MTE – Ministério do Trabalho e Emprego sabem perfeitamente do que está acontecendo e não podem alegar não terem ciência de tudo que está acontecendo. Não têm como alegarem que não sabem visto a quantidade de envios ( com comprovantes ) que enviamos. Ou seja, estamos sendo vítimas de uma quadrilha que têm passe livre em TODAS as instituições do Poder Judiciário. A Maçonaria está comandando toda esta sujeira.
    No presente caso o imóvel com o valor real, de R$3.850.000,00 (três milhões oitocentos e cinquenta mil reais foi avaliado pelo oficial de justiça, por R$300.000,00 (trezentos mil reais) e arrematado por 120.000,00 ( CENTO E VINTE MIL REAIS )… É isto que vem acontecendo com diversas famílias que estão sendo assaltadas pelos próprios juízes.
    Francamente, onde chegamos.
    FORCA NESTES DESGRAÇADOS!
    1. SorocabaNews
    Domingo 20/01/2013
    Da Redação – O STF e o CNJ recebem nesta segunda feira um dossiê contra a máfia dos imóveis vendidos por leilão pela Justiça do Trabalho do Estado de SP. A empresa Comercial Construções e Serviços BLANCHARD LTDA faz parte de um grupo de 8 empresas controladas pela mesma pessoa. Estas empresas juntas são responsáveis pela compra de 80% dos imóveis leiloados por determinação do TRT-SP para quitar dívidas trabalhistas. A denúncia envolve Juízes e Desembargadores, Diretores de Varas do Trabalho, Advogados e Corretores de Imóveis.
    Um flagrante foi engendrado por um dos prejudicados pela máfia; que conseguiu em menos de 30 dias alugar da própria empresa arrematadora o imóvel que lhe havia sido tomado por ordem judicial, mesmo com Embargo de Terceiros ( herdeiros que haviam juntado certidão de óbito da titular da residência ). E assim seguimos… Brazilzão!!!
    Acesse o link:
    https://www.facebook.com/SorocabaNews
    PODER JUDICIÁRIO Tribunal Regional do Trabalho da 2a Região
    ACÓRDÃO Nº: SDI – 02361/2008-1 Nº na Pauta: 052 PROCESSO Nº:12172200700002000 Ação Rescisória AUTOR: ALAY ROCHA E SILVA BUCHALLA. RÉU: PAULO ALDO VERGANI E OUTROS 03. ACORDAM os Juízes da Seção Especializada do Tribunal Regional doTrabalho da 2ª Região, em: Por unanimidade de votos, DECLARAR extinta a presente ação rescisória, nos termos do art. 267, I, do CPC. Custas pelo autor, sobre o valor de R$5.000,00 (cinco mil reais), no valor de R$100,00 (cem reais). São Paulo, 22 de Outubro de 2008 ______________________________ __________
    PRESIDENTE FERNANDO ANTÔNIO SAMPAIO DA SILVA
    ______________________________ __________
    RELATOR FERNANDO ANTONIO SAMPAIO DA SILVA ______________________________ __________
    PROCURADOR OKSANA MARIA DZIURA BOLDO

    AÇÃO RESCISÓRIA
    AUTOR : ALAY ROCHA E SILVA BUCHALLA
    REUS : PAULO ALDO VERGANI
    LINCOLN ALVES DE SOUZA
    DOMINGO DA CRUZ SANTOS
    SILVIO ORPHEU VERGANI
    ALAY ROCHA E SILVA BUCHALLA propôs a presente ação rescisória em face de PAULO ALDO VERGANI, LINCOLN ALVES DE SOUZA, DOMINGO DA CRUZ SANTOS e SILVIO ORPHEU VERGANI, pretendendo: 1º) a concessão da liminar para suspender a ordem do MM. Juiz da 1ª VT/POÁ, que “determinou a imissão na posse dos arrematantes do imóvel deixado pelo “de cujus”e arrematado muito abaixo do valor vil “; 2º) a total procedência da ação rescisória para que “sejam declarados nulos todos os atos após a intimação da penhora, inclusive devolução de todos os prazos processuais “. Sustenta, em síntese, o seguinte: 1º) nulidade da penhora por ausência de intimação, pois a autora, além de sócia da empresa executada era esposa do “de cujus” que, à época ainda era vivo; 2º) a ausência de intimação impede contagem de prazo para oposição de embargos à arrematação, devendo ser afastada a intempestividade reconhecida: 3º) nulidade da arrematação, pois o bem imóvel, avaliado pelo oficial de justiça, por R$300.000,00 (trezentos mil reais) é inferior ao valor real, de R$3.850.000,00 (três milhões oitocentos e cinquenta mil reais), treze vezes maior que o da arrematação, caracterizando preço vil; 4º) isenção de custas, despesas processuais e honorários advocatícios, por ser merecedora da justiça gratuita; 5º) a penhora do bem constitui violação ao direito líquido e certo por não ter participado da lide, impossibilitada do exercício de defesa; 6º) a autoridade coatora desobedeceu a ordem legal ao determinar a penhora de bens imóveis, quando indicados outros bens passíveis de constrição; 7º) os réus não se habilitaram no inventário do espolio de FAUZI BUCHALLA; 8º) ilegalidade da determinação de bloqueio das contas correntes da autora, visto que não houve a aplicação da desconsideração da personalidade jurídica da executada, cujas atividades não foram encerradas, nem foi demonstrada a prática de atos de violação do contrato e da lei, mesmo porque a empresa executada possui patrimônio que garante a execução e até depositou parte da dívida e pleiteou parcelamento do saldo devedor, aceito pelos réus. Atribui à causa, o valor de R$5.000,00 (cinco mil reais). Procuração fl.30. Documentos fls. 31/42.
    Contestação às fls. 49/59 e 111/117, alegando o seguinte: 1º) indeferimento da inicial, por ausência de depósito prévio e, se autorizado o recolhimento, deverá ser importe de R$325.877,70 (trezentos e vinte e cinco mil oitocentos e setenta e sete reais e setenta centavos); 2º) a autora foi regularmente intimada de todos os atos processuais e em razão da recusa em receber as intimações, estas foram endereçadas aos patronos, conforme provas documentais: 3º) intempestividade dos embargos à arrematação apresentados pela autora, que foi regularmente intimada da praça e leilão; 4º) condenação da autora como litigante de má-fé, antes as incoerências apresentadas na inicial, devendo responder pelo ônus da sucumbência, especialmente pelas custas, despesas processuais e honorários advocatícios; 5º) autora não provou estar em condições de miserabilidade, o que inviabiliza a concessão dos benefícios da justiça gratuita, previstos pela Lei 1.060/50 (art. 4º), mesmo porque os documentos constantes dos autos demonstram o contrário, dentre eles a declaração de que está estabelecida nos Estados Unidos, e que possui outros bens passíveis de penhora. Procuração fls. 60/63. Documentos (fls.64/163).
    Sem manifestação da autora (certidão fl. 154 verso)
    As partes dispensaram a produção de provas (fls.161/162).
    Manifestação dos réus, noticiando a interposição do mandado de segurança pela autora e requerendo a reunião dos processos, o que foi indeferido (fl.163).
    Parecer ministerial à fl. 167, pelo prosseguimento.
    É o relatório.
    V O T O:
    DAS CONDIÇÕES DA AÇÃO
    Representação processual regular, conforme a procuração de fl. 09.
    2- Sem razão os réus alegando necessidade do depósito prévio, tendo em vista que a presente rescisória foi ajuizada em 16.07.2007, anteriormente à Lei 11.495, de 25.06.2007, que deu nova redação ao artigo 836, da CLT, exigindo, a partir de sua vigência, em 26.09.2007, a referida garantia nesta Justiça Especializada. Anteriormente à lei citada, a Súmula 194, do C. TST, excluía a necessidade do depósito prévio das ações rescisórias ajuizadas nesta Justiça do Trabalho, conforme os artigos 488 e 494, do CPC. Este verbete foi cancelado em 27, 09.2007, em razão da vigência na nova lei, modificando o referido dispositivo consolidado.
    3- A ação rescisória “sub judice” pretende a suspensão da imissão de posse dos arrematantes do imóvel deixados pelo “de cujus”, alegando arrematação por preço vil e nulidade de “todos os atos após a intimação da penhora, inclusive” (fl. 28), com devolução dos prazos recursais.
    4- Os pedidos formulados na presente ação (conforme o item 03, supra) não dizem respeito à rescisão de sentença de mérito, requisito indispensável, nos termos do artigo 485, “caput”, do CPC. A leitura da petição inicial permite concluir que a autora pretende a nulidade dos atos processuais da execução, por ausência de intimação da penhora, bem como nulidade da arrematação, por falta de intimação e preço vil, além da suspensão da imissão de posse dos arrematantes e a devolução de prazos recursais. Não há referência, na causa de pedir, a algum dos incisos do artigo 485, do CPC. Nenhuma destas pretensões pode ser objeto de ação rescisória, que exige, primeiramente, a formulação do “juditium rescindendum”, com a indispensável indicação da decisão de mérito, bem como o “juditium rescissorim” que diz respeito ao pedidos que envolvam o mérito da causa, não nulidade da execução ou da arrematação. Na verdade, a autora maneja a presente ação como sucedâneo de agravo de petição, objetivando a nulidade da execução e da arrematação.
    5- Ação rescisória não é recurso, nem pode ser usada como sucedâneo deste. Tampouco produz efeitos no processo em que foi formada a coisa julgada, muito menos na execução.
    6- O benefício da justiça gratuita somente é devido ao trabalhador que recebe salário e pode ser considerado hipossuficiente, nos termos do § 9º, do art. 789, da CLT. Também neste sentido a posterior Lei 10.537, de 27.08.2002. O empregador, no caso dos autos, não aufere salários, mas lucros e assume os ônus do prejuízo.
    7- Inepta, a presente ação rescisória que não postula rescisão de sentença de mérito, mas nulidade de atos processuais da execução, além da falta de autenticação dos documentos que a instruem.
    Ante o exposto, DECLARO extinta a presente ação rescisória, nos termos do art. 267, I, do CPC. Custas pelo autor, sobre o valor de R$5.000,00 (cinco mil reais), no valor de R$100,00 (cem reais).
    FERNANDO ANTONIO SAMPAIO DA SILVA
    Desembargador Relator
    PODER JUDICIÁRIO
    Tribunal Regional do Trabalho da 2¬ Região

    ACÓRDÃO Nº:SDI – 00808/2009-0 Nº na Pauta: 007
    PROCESSO Nº:11908200700002002
    Mandado de Segurança
    IMPETRANTE: ALAY ROCHA E SILVA BUCHALLA.
    IMPETRADO: ATO DO MM JUÍZO DA 01ª VARA DO TRABALHO DE POA.
    LITISCONSORTE: PAULO ALDO VERGANI.
    ACORDAM os Juízes da Seção Especializada do Tribunal Regional
    do Trabalho da 2ª Região, em: Por unanimidade de votos, julgar extinto
    o presente mandamus, sem resolução de mérito, com fulcro no inciso IV
    do artigo 267 do CPC. Custas pela impetrante, no importe de R$ 20,00,
    calculadas sobre o valor de R$ arbitrado à causa.

    São Paulo, 28 de Abril de 2009
    ______________________________ __________ PRESIDENTE
    PAULO AUGUSTO CÂMARA
    ______________________________ __________ RELATOR
    VALDIR FLORINDO
    ______________________________ __________ PROCURADOR
    OKSANA MARIA DZIURA BOLDO
    PROCESSO Nº: 11908.207.000.02.00-2 6ª TURMA
    MANDADO DE SEGURANÇA
    IMPETRANTE: ALAY ROCHA E SILVA BUCHALLA
    IMPETRADO: ATO DO MM. JUÍZO DA 01ª VARA DO TRABALHO DE POÁ
    LITISCONSORTE: PAULO ALDO VERGANI

    RELATÓRIO
    Mandado de Segurança, com pedido liminar, impetrado por ALAY ROCHA E SILVA BUCHALLA, em face de ato do Exmo Juiz da 01ª Vara do Trabalho de Poá, proveniente do Processo nº 0076/2000, que determinou a expedição de mandado de imissão na posse de bem imóvel arrematado.
    Liminar indeferida à fl. 93.
    Informações prestadas pela D. Autoridade Coatora às fls.104/108.
    Embora intimado, o litisconsorte não apresentou manifestação.
    Parecer exarado pelo Ministério Público do Trabalho às fls.110/112.
    É o relatório, em síntese.
    V O T O
    Trata-se de mandado de segurança impetrado contra determinação judicial de expedição de mandado de emissão na posse de bem imóvel arrematado.
    Alega a impetrante, em síntese, que não houve sua legítima intimação a respeito da penhora de imóvel de sua propriedade nem como sócia, nem na condição de cônjuge. Aduz, ainda, preço vil ao imóvel penhorado e arrematado, sob o argumento de que o Oficial de Justiça não possui competência para avaliar imóveis. Argumenta, também, que a cobrança dos créditos trabalhistas não alcança quem não tenha participado da relação processual, nem conste do título executivo judicial. Por fim, assevera que a penhora em tela viola a gradação legal constante no artigo 655 do CPC, eis que se tivesse sido intimada, poderia ter indicado bens móveis à penhora.
    Ressalte-se que a inicial não foi liminarmente indeferida, propiciando sobeja oportunidade à impetrante, ante o fervor com o qual colocados os fatos, ainda que em sede de mandado de segurança.
    O juízo a quo, em suas informações, noticiou que, ao contrário do aduzido, em 03.05.05 foi determinada a ciência da penhora realizada sobre o imóvel e do compromisso de depositário pelo exeqüente, ao sócio da executada, Sr. Fauzi Buchalla e à sua esposa, ora impetrante, uma vez que são sócios da empresa Alfa Patrimonial Automóveis Ltda. Esclarece que as intimações foram expedidas, na forma determinada, em 24.06.05, sendo que ambas foram recebidas pelo Sr. Robson do Nascimento, conforme comprovantes de entrega. Aduz também que o imóvel foi arrematado por R$120.000,00 em 09.04.2007, data da realização de hasta pública, para a qual o espólio e a impetrante foram intimados, nos termos do artigo 687, § 5º, do CPC, sendo certo que o patrono da executada também foi intimado, observando-se os termos constantes nos artigos 36 e 44, ambos do CPC. Informa, por fim, que a empresa executada opôs embargos à arrematação, o qual não foi processado por intempestividade. Posteriormente, interpôs agravo de petição, o qual também não foi conhecido por extemporâneo.
    Verifica-se que nenhuma irregularidade foi praticada pela autoridade reputada coatora quanto à expedição de mandado de emissão na posse do aludido bem imóvel, eis que tal determinação deu-se em estrita observância ao princípio do devido processo legal , não havendo qualquer violação aos princípios do contraditório e ampla defesa . Inexistente, desse modo, a propalada nulidade processual.
    Conclui-se, portanto, que a discussão aqui ventilada, induvidosamente, deve ser tratada nos autos do processo principal, pela via do instrumento processual próprio. Nesse sentido, é o parecer lançado pelo DD. Procurador Regional do Trabalho à fl. 111.
    Configura-se, in casu , circunstância alheia ao correto manejo do mandado de segurança. A pretensão da impetrante esbarra no permissivo do artigo 5º, II da Lei 1.533/51 , entendimento esse preconizado através da Súmula 267 do Supremo Tribunal Federal.
    Portanto, é medida que se impõe a extinção da presente ação, à luz de instrumento processual próprio à disposição da impetrante.
    C O N C L U S Ã O
    Posto isso, julgo extinto o presente mandamus , sem resolução de mérito, com fulcro no inciso IV do artigo 267 do CPC.
    Custas pela impetrante, no importe de R$ 20,00, calculadas sobre o valor de R$
    arbitrado à causa.
    É como voto.
    VALDIR FLORINDO
    Desembargador Relator

    Desembargadora Federal CONSUELO YOSHIDA
    SULAMERICANA CARROCERIAS LTDA
    EMILIO CARLOS CANO
    FAUZI BUCHALLA JUNIOR
    EMILIO CARLOS CANO
    Uniao Federal (FAZENDA NACIONAL)
    FERNANDO NETTO BOITEUX E ELYADIR FERREIRA BORGES
    FILI EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES LTDA e outro
    JET PARTICIPACOES LTDA
    JUIZO DE DIREITO DA 1 VARA DE POA SP
    11.00.00264-7 1 Vr POA/SP

    DECISAO
    INDEFIRO o efeito suspensivo pleiteado (CPC’>art. 527, III”>CP’>art. 527, III”>CPC’>art. 527, III”>CPC, art. 527, III).
    A agravante interpos o presente agravo de instrumento, com pedido de efeito suspensivo ativo, rectius, antecipacao da tutela recursal, contra a r. decisao de fls. 988 dos autos originarios (fls. 62 destes autos) que, em sede de acao ordinaria, indeferiu o pedido de intervencao do Ministerio Publico nos autos originarios.
    Pretende a agravante a reforma da r. decisao agravada, alegando, em sintese, que a falta de intervencao do Ministerio Publico nos autos originarios causara prejuizo irreparavel para a socia remanescente da agravante, Sra. Alay Rocha Silva Buchalla, que podera vir a perder definitivamente o bem arrematado; que a Sra. Alay teve sua interdicao decretada nos autos da Acao de Interdicao no 0038553 30.2011.8.26.0100, em tramite perante a 8a Vara da Familia e das Sucessoes do Foro Central da Capital do Estado de Sao Paulo; que a decretacao da interdicao da Sra. Alay se deu em razao do fato de que a mesma nao possui condicoes para cuidar de sua saude; que, uma vez
    decretada a interdicao da Sra. Alay, necessaria se faz a intervencao do Ministerio Publico, com a finalidade de auxiliar a assistida.
    A agravada ofereceu contraminuta (fls. 91/93 destes autos).
    Nesse juizo de cognicao sumaria, nao diviso os requisitos que possibilitam a antecipacao da tutela recursal, nos termos dos arts. 527, III, e 273 do Codigo de Processo Civil.
    Conforme decidiu o r. Juizo de origem o caso nao se enquadra nas hipoteses do art. 82 do CP’>art. 82 do CPC”>art. 82 do CPC e tampouco nas hipoteses do art. 127 e 129 da Constituicao Federal.
    Isto porque, o interesse em litigio e de pessoa juridica, devidamente representada pelo curador da socia incapaz.
    Nao ha que se falar em interesse proprio da pessoa fisica interditada, a ensejar a atuacao ministerial. Alem do mais, nao ha interesse publico ou interesse individual indisponivel a ser tutelado.
    Saliente-se que o Ministerio Publico, como orgao independente e imparcial, nao se presta a defesa de interesses privados ou ao auxilio de qualquer das partes envolvidas no litigio.
    Em face do exposto, INDEFIRO o efeito suspensivo pleiteado.
    Comunique-se ao MM. Juizo a quo, dispensando-o de prestar informacoes, nos termos do art. 527, IV, do CP’>art. 527, IV, do CPC”>art. 527, IV, do CPC.
    Intimem-se.
    Sao Paulo, 03 de dezembro de 2012.
    Consuelo Yoshida
    Desembargadora Federal
    DIARIO ELETRONICO DA JUSTICA FEDERAL DA 3a REGIAO

    Data de Divulgacao: 06/12/2012

    1711/2462

    00038 AGRAVO DE INSTRUMENTO No 0022330-49.2012.4.03.0000/SP
    2012.03.00.022330-0/SP

    TRF-3 – AGRAVO DE INSTRUMENTO AI 2651 SP 0002651-63.2012.4.03.0000 (TRF-3)
    Data de publicação: 08/11/2012
    Ementa: AGRAVO DE INSTRUMENTO. PROCESSUAL CIVIL. DESCUMPRIMENTO DOS ARTS. 525 , I E 526 , AMBOS DO CPC , NÃO EVIDENCIADO. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. ART. 5º , LXXIV , CF . LEI Nº 1.060 /50. PESSOA JURÍDICA. NECESSIDADE DE PRÉVIA COMPROVAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA DE RECURSOS. 1. No tocante à alegação de ausência de procuração outorgada aos advogados de todas as partes envolvidas no processo, a análise dos autos demonstram, à toda evidência, que os agravados ainda não foram citados e, portanto, ainda não havia as procurações outorgadas a seus patronos no feito originário, pelo que não está evidenciado o descumprimento do art. 525 , I , do Código de Processo Civil . 2. O agravo de instrumento se submete ao disposto no parágrafo único do art. 526 , do CPC , que condiciona a inadmissibilidade do recurso à alegação e comprovação, pelo agravado, do descumprimento do comando do caput de mencionado artigo, o qual prevê a comunicação ao juízo a quo acerca da interposição do recurso. Não houve comprovação do descumprimento de tal comando, nos termos do parágrafo único do mesmo dispositivo legal, não bastando para tanto, a simples alegação da parte. 3. A Lei nº 1.060 /50, que estabelece normas para a concessão de assistência judiciária aos necessitados, foi recepcionada pelo ordenamento jurídico constitucional, e aplica-se, em princípio, à pessoa física, bastando para tanto, a mera declaração de insuficiência de recursos (art. 4º, caput). 4. A pessoa jurídica, diversamente, para fazer jus ao benefício, deve comprovar a precariedade de recursos, ante a sua própria razão de existência, pautada no exercício de atividade econômica organizada e permeada, dentre outros objetivos, pela persecução ao lucro, situação incompatível, em princípio, com a concepção de pobreza. 5. No presente caso, contudo, a documentação trazida à colação não é suficiente para demonstrar a condição de hipossuficiência de recursos da pessoa jurídica, ao menos neste momento processual, não sendo suficiente para tanto a alegação de inatividade da pessoa jurídica. 6. Deixo de apreciar o pedido de intervenção do Ministério Público para tutelar os direitos da interditada Alay Rocha Silva Buchalla, sócia da agravante, para evitar indevida supressão de instância, sendo que a referida questão deve ser apreciada pelo r. Juízo de origem. 7. Precedentes do E. Supremo Tribunal Federal e Colendo Superior Tribunal de Justiça. 8. Matéria preliminar arguida em contraminuta rejeitada. Agravo de instrumento parcialmente provido….

    Processo Nº MS-119-02.2012.5.15.0000

    Complemento (Numeração única: 0000119-02.2012.5.15.0000 MS) 2 – Mandado de Segurança – VARA DO TRABALHO DE SUMARÉ -0138400/2000

    Impetrante: Fauzi Buchalla (Espólio de) N/P Inventariante Fauzi Buchalla Júnior
    Advogado (a) Emilio Carlos Cano (104886-SP-D – Prc.Fls.: 18)(OAB: 104886SPD)

    Impetrado: Juiz da Vara do Trabalho de Sumaré

    Litisconsorte: União Federal
    Litisconsorte: Marcio Soares de Castr
    Litisconsorte: Milton Rodrigues Dourado
    Litisconsorte: Paulo Rogério da Silva
    Litisconsorte: Geni Aparecida Balieiro
    Litisconsorte: Cristiane Pereira
    Litisconsorte: Ivanete Teresinha Lacerda
    Litisconsorte: Rene da Silva Massera
    Litisconsorte: Maria Marluce Nogueira de Melo
    Litisconsorte: Ivaneth Antonio da Cruz
    Litisconsorte: Marco Luiz da Silva
    Litisconsorte: Maria José Pereira
    Autoridade: Cláudia Cunha Marchetti
    DESPACHO:”(fls. 437/438): Vistos, etc. Trata-se de mandado de segurança impetrado contra ato do MM Juízo da Vara do trabalho de Sumaré que, nos autos do processo nº 0138400-77-2000-5-15-0122, deixou de intimar o Ministério Público do Trabalho. Aduz razões e fls. 2 a 17 requerendo a concessão da medida liminar, sustentando que o valor da penhora do imóvel (R$ 2.702.000,00) é muito superior ao valor da execução que lá se processa (R$ 7.065,62) e que a avaliação é, em muito, inferior ao valor real do bem (R$ 8.000.000,00). Argumenta, ainda, que quem assinou a procuração no ano de 2000, a Senhora Alay Rocha Silva Buchalla, única sócia viva da empresa executada, não estava apta para tal ato, pois desde 1994 encontrava-se com a saúde precária e impossibilitada de responder civilmente por seus atos e que, nos autos da Ação de Interdição intentado perante a 8ª Vara da Família e Sucessões de São Paulo, em 2011, foi concedida tutela para proteger a sócia da turbação de seus bens e dos herdeiros do espólio impetrante. Sustenta, também, que há nulidades em todo o processo pois, em face da decretação da interdição, necessário seria a intimação do Ministério Público para auxiliar a interditada, o que não ocorreu. Assevera, ao final, que é nula a intimação da praça do bem penhorado, uma vez que quem recebeu a notificação do Sr. Oficial de Justiça não é empregado da empresa executada, sendo nulo o leilão designado para o dia 6 de fevereiro do corrente ano. Pugna pela suspensão do processo em face das nulidades arguidas em razão da ausência de intimação do Ministério Público para tutelar os interesses da interditada e a falta de intimação dos herdeiros do espólio. Junta procuração e documentos que os declara como autênticos, dando à causa o valor de R$ 1.000,00. Peticiona às fls. 422/423 reiterando a tese sobre o real valor do imóvel e às fls. 429/430 relaciona os litisconsortes passivos (União Federal e outros 11). Informações prestadas pela autoridade dita coatora à fls. 427/428. É o breve relatório. D E C I D O A Instrução Normativa nº 27 do C. TST, editada para dispor sobre normas procedimentais aplicáveis ao processo trabalhista, em decorrência da ampliação da competência da Justiça do Trabalho pela Emenda nº 45/2004, determina, em seu artigo 2º, que a sistemática recursal a ser observada nas ações ajuizadas nesta Justiça Especializada, deve ser a prevista na CLT. O mesmo raciocínio aqui deve ser aplicado. No caso que ora se apresenta, para se atacar as nulidades que aponta, a legislação processual do trabalho estabelece que há meios adequados para o impetrante demonstrar o seu inconformismo. Conforme se depreende das informações prestadas pela Digna autoridade inquinada de coatora, o impetrante intentou embargos de terceiro (nº 1348/2011) insurgindo-se contra a constrição do imóvel, alegando as mesmas razões apresentadas neste mandamus (que o auto de penhora é nulo de pleno direito, que a Sra. Alay sofreu interdição, que há excesso de execução e pretendendo a suspensão dos autos principais e da praça). Depreende-se, do Sistema de Acompanhamento Processual, deste E. Tribunal, que da decisão dos Embargos de Terceiro, que foram julgados improcedentes, foi apresentado agravo de petição, ao qual foi denegado seguimento, por intempestivo, não havendo recurso para destrancá-lo até a presente data. Observo, também, que o bem praceado foi arrematado em 6 de fevereiro de 2012, podendo, ainda, ser objeto de impugnação própria. Assim, resta claro que o ato guerreado na presente ação mandamental, que já foi objeto de recurso próprio, não autoriza a impetração de mandado de segurança porque, para discussão da matéria, o impetrante já se utilizou das vias adequadas de impugnação e, ainda, dispõe de mecanismos previstos em lei para se defender. A utilização da ação mandamental não tem por fim substituir os meios próprios de impugnação específicos e previstos no ordenamento jurídico

    00038 AGRAVO DE INSTRUMENTO No 0022330-49.2012.4.03.0000/SP
    2012.03.00.022330-0/SP

    Vocês podem obter mais informações ( cópias de processos, depoimentos, denúncias etc ) sobre o ESCÂNDALO DOS LEILÕES DE IMÓVEIS DA JUSTIÇA DO TRABALHO e sobre a MÁFIA DOS LEILÕES JUDICIAIS nos links abaixo:

    http://www.destak.pt/artigo/61194 http://www.brasil247.com/pt/247/economia/66384/ http://www.extralagoas.com.br/noticia/980/esta-semana-nas-bancas/2011/12/30/tj-rateia-r-20-milhoes-entre-juizes-e-desembargadores.html http://www.inesc.org.br/biblioteca/publicacoes/artigos/corrupcao-tambem-se-enfrenta-com-reforma-politica https://www.facebook.com/Brvergonhailtda/posts/426561920762780 http://www.luiscardoso.com.br/politica/2012/02/decisao-do-supremo-sobre-cnj-pode-levar-a-punicao-de-15-juizes/ http://blog.jornalpequeno.com.br/linhares/2010/07/09/denuncia-blog-descobre-ramificacoes-do-escandalo-euromar/ http://www.robertokenard.com/politica/2012/01/28/juizes-confundem-autonomia-com-soberania-diz-mendes/ http://inaciovacchiano.com/2011/11/15/oab-vira-alvo-do-movimento-contra-a-corrupcao-examedeordempelomec-2/ http://www.uniblog.com.br/programapoder/227454/veja-detalhes-dos-recursos-contra-os-30-parlamentares-ameacados-de-perder-o-mandato.html

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