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Análise do Livro Jesus de Nazaré II de Joseph Ratzinger – Parte I

As massivas Heresias de Bento XVI

Bro. Peter Dimond
Bento XVI critica o Evangelho de Mateus e rejeita sua exatidão histórica.

Bento XVI

Esta deve ter sido uma das piores heresias de Bento XVI até o momento. Ela surge no contexto da sua repetida tentativa de exonerar os Judeus de qualquer tipo de culpa na morte de Cristo.

Bento XVI, Jesus de Nazaré – Semana Santa: da entrada em Jerusalém à Ressureição, 2011, p. 186:

“Uma extensão,com consequências fatais, do ochlos [em grego, multidão, povo] de Marcos, é encontrado na consideração de Mateus (27:25), que fala de ‘todo o povo’ e atribui a eles o pedido pela Crucifixão de Jesus. Mateus certamente não está recontando o fato histórico aqui: Como poderia todo o povo se apresentar naquele momento para clamar pela morte de Jesus? Obviamente parece que a realidade histórica está corretamente descrita em João e em Marcos.”

Uau! Bento está está comentando nas palavras de Mateus 27,25, “E todo o povo respondendo disse: Seu sangue caia sobre nós e nossos filhos”. Bento XVI não só critica as palavras do Evangelho de Mateus como contendo fatais consequências, mas também nega abertamente [de maneira pública e notória] a precisão histórica da descrição de Mateus. Isso é simplesmente uma rejeição da inerrância das Sagradas Escrituras. É uma negação da revelação divina e da fé Católica. É hora das pessoas acordarem e ver este homem pelo que ele é e o que ele ensina.

Ele profere essa massiva heresia simplesmente, como seu livro deixa claro, porque deseja exonerar os Judeus.

Papa Leão XIIIProventissimus Deus (#20/21), Nov. 18, 1893: “Todos os livros que a Igreja recebe como sagrados e canônicos, estão escritos total e inteiramente, com todas as suas partes, sob ditado do Espírito Santo; e é tão distante [tão absurdo] que qualquer tipo de erro possa coexistir com a inspiração, que a inspiração não é somente incompatível com o erro, mas exclui e rejeita-o tão absoluta e necessariamente quanto é impossível que Deus Mesmo, suprema Verdade, possa proferir o que não é verdadeiro” Isto é uma antiga e imutável fé da Igreja, solenemente definida no Concílio de Florença e Trento, e finalmente confirmada e mais expressamente formulada pelo Concílio do Vaticano [obviamente Vaticano I de Pio IX]. Estas são as palavras do último: “Os Livros do Antigo e do Novo Testamento, todo e inteiro, com todas as suas partes, como enumerados no Decreto do mesmo Concílio (Trento) e na antiga Vulgata Latina, devem ser recebidos como sagrados e canônicos. E a Igreja toma-os como sagrados e canônicos, não porque, após terem sido compostos por engenho humano, tenham sido aprovados depois por sua autoridade, nem só porque contenham a revelação sem erro, mas porque, tendo sido escritos sob a inspiração do Espírito Santo, tem a Deus por seu autor.” (57) Assim, pelo fato do Espírito Santo ter empregado homens como instrumentos, não podemos dizer que por esse motivo foram estes instrumentos inspirados que, talvez, tenham caído em erro, e não o autor primário. Pois, pelo poder sobrenatural, ELE de tal modo moveu e impeliu-os a escrever – Ele estava tão presente para eles – que as coisas que ele ordenou, e somente estas, Eles, primeiro, perfeitamente entenderam, logo quiseram fielmente escrever, e finalmente expressaram em aptas palavras e com verdade infalível. Do contrário, não se poderia dizer que ELE (E.S.) era o Autor da inteira Escritura. Tal sempre foi a convicção dos Padres… 21. Disso segue que aqueles que sustentam que um erro é possível numa passagem genuína das Sagradas Escrituras, pervertem também a noção Católica de inspiração, ou fazem de Deus autor de tal erro.

O Papa Bento XV, Spiritus Paraclitus (#22), 15 de Setembro, 1920: “Também aqueles que sustentam que as partes históricas da Escritura não repousam na absoluta verdade dos fatos, mas, meramente sobre – como tem o prazer em afirmar – suas verdades relativas, isto é, o que pessoas então comumente ensinaram, estão – não menos que os mencionados críticos – fora de harmonia com o ensinamento da Igreja, que é endossado pelo testemunho de Jerônimo e outros Padres.”

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