Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Festa do Corpo de Deus

Santíssimo Sacramento

A festa do Corpo de Deus remonta ao século XIII. Instituiu-a, em 1246, o Bispo de Liège, na sua diocese, a pedido instante da bem-aventurada Juliana, prioresa dum convento sito às portas da cidade, no monte Cornillon. Passados anos, Urbano IV, antigo arcediago de Liège, estendeu-a à Igreja universal. A procissão do Santíssimo, que dela faz parte, tornou a festa do Corpo de Deus, em pouco tempo, uma das mais queridas do povo. Com a sua fé na presença real, canta a Deus, nessa solenidade, o reconhecimento de todos os benefícios auferidos neste sacramento. A Eucaristia liga-se intimamente à vida da Igreja e dos fieis. Pode-se dizer que é na Eucaristia que esta vida vai se haurir e que nela se exprime continuamente. Na Santa Missa, a Igreja actualiza sobre os nossos altares, o sacrifício de Cristo, fonte da Redenção, e oferece-o incessantemente a Deus, em união com o próprio Cristo. Na Sagrada Comunhão, é a união íntima dos fiéis com Cristo, por eles imolado, que se opera, e a transformação de suas vidas pela d’Ele: nascidos para a vida da graça, nas águas baptismais, alimentam-se da Eucaristia, como dum pão celeste.

A missa e o ofício foram compostos por S. Tomás. Aí se encontra, com a alma do Santo, a precisão de doutrina do grande Teólogo.

Louva Sião o Salvador,
louva o teu Pastor e o teu Guia
com hinos e com cantares.

Louva-O o mais que puderes:
supera todo o louvor,
nem bastante O louvarás!

Não há mais sublime assunto,
que nos possa ser proposto:
o pão vivo que dá a vida!

O mesmo que já foi dado,
ao grupo dos doze Apóstolos,
quando da última Ceia!

Seja perfeito e sonoro
este louvor e alegria
que brota das nossas almas. […]

Nesta mesa de um Rei novo,
a Páscoa da Nova Lei
fez findar a Páscoa antiga.

Suplantando os velhos ritos:
dissipa a verdade as sombras
como a luz dissipa a noite!

O que Cristo fez na Ceia
ordenou que se fizesse
em memória de Si mesmo. […]

Carne é o pão e vinho é o Sangue (Jo 6,55);
mas sob as duas espécies
palpita Jesus inteiro!

Não se parte nem divide
por aqueles que O recebem:
é tomado tal qual é!

Quer sejam mil, quer um só,
todos recebem o mesmo,
sem por isso O consumir! […]

Eis aqui o pão dos anjos (Sl 78,25),
dado em viático aos homens;
verdadeiro pão dos filhos,
nunca jamais para os cães! (Mt 15,26)

Foi já predito em figuras:
na imolação de Isaac (Gn 22),
no Cordeiro pascal,
e no maná do deserto.

Ó bom Pastor, pão autêntico!
Ó Jesus, que olhais por nós!
Alimentai-nos! Valei-nos!
Dai-nos ver o bem supremo,
na Terra dos que já vivem! (Sl 26,13)

Tudo sabeis e podeis,
Vós que nos alimentais:
fazei-nos Vossos convivas,
herdeiros e companheiros,
na pátria de Vossos santos!

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