Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A DEFESA DA FÉ PALPITA NO APELO AOS SAGRADOS CORAÇÕES DE JESUS E DE MARIA

Arai Daniele

 A Igreja Católica presta culto de adoração ao Sagrado Coração de Jesus para honrar o órgão de Seu corpo de verdadeiro Homem, símbolo do entranhado amor pelos homens unidos na Sua Divindade.

Santa Maria Margarida Alacoc e o Sagrado Coração de JesusEsta devoção, que vem de longe no tempo, foi difundida no século XVII por São João Eudes e depois pela Santa Margarida Maria Alacoque, razão porque a festa do Sagrado Coração foi celebrada na França pela primeira vez então no seu convento das Visitandinas de Paray-le-Monial. Lá, Margarida tornara-se a mensageira do Coração de Jesus para os tempos que precederam a Revolução moderna.

Trata-se de quatro revelações principais, além de algumas mais. Já as lembramos e a ligação que teve a Mensagem de Fátima com ela no escrito precedente. Nisto devemos reconhecer a atualidade dessa devoção para apelar a Deus para a preservação da Fé. Como se sabe, e isto também desde há muito, o desígnio de Nosso Senhor é que as duas devoções, ao seu Sagrado Coração e ao Imaculado Coração de Maria sejam para sempre ligadas; através delas podemos apelar para a salvação de nossas pátrias, de nossas famílias e de nossas almas.

Ignorar ou esquecer esse pedido foi um erro fatal no passado para o Reino da França e por isso para o Ocidente cristão e para a Igreja.

São João Eudes

A história registrou o primeiro colapso, que se vive ainda hoje e que vamos brevemente lembrar, porque no segundo colapso, ainda maior, envolveu a vida da Igreja e do Papado católico.

LUÍS XIV PERANTE A HISTÓRIA E UM PEDIDO

O rei Luís XIV foi o instaurador da monarquia absoluta que levava às últimas conseqüências a idéia do poder divino dos reis. Mas a serviço de que pôs tanto poder? Ora, sua política européia, sempre em busca da supremacia francesa, alternou pragmaticamente os desígnios de seus predecessores.

Como rei católico, sua política foi, assim, bastante contraditória. Revogou o Edito de Nantes, que preservava os direitos dos protestantes, e ordenou duras perseguições aos jansenistas de Port-Royal, mas evitou a política de Francisco I de unir as nações cristãs contra os turcos invasores. Nisto contrariou até as lições de Mazzarino, que, embora descrito por muitos como homem sem escrúpulos, não hesitou em mandar tropas a Creta para ajudar em 1660 os venezianos contra os turcos. E, mais: em seu testamento recomendara ao rei que “defendesse sempre a Igreja como seu filho maior”.

Acontece que o devoto filho de Ana d’Áustria instituiu uma vida de corte cujo mundanismo e luxo não tinha precedentes, aproximando-a de um novo Olimpo pela suntuosidade e motivos mitológicos de suas festas. E assim o Rei Sol passou a ignorar toda piedade, rir-se do pudor e desprezar as conveniências das leis da Igreja. Tornou-se quase um libertino, relata Lavisse.

Mas o caráter forte de Luís XIV fazia-o voltar à vida espartana de soldado se estivessem em jogo os interesses da França ou a dignidade do rei. Por isso seu reinado cresceu continuamente em poderio e em 1689 dispunha de 300 mil homens em armas, chegando ainda a disputar com a Inglaterra a supremacia naval. “Nenhum príncipe cristão havia reunido tais forças. Só os reis da Pérsia o fizeram. Tudo é novo, tudo é maravilhoso”, escrevia então Mme. Sevigné. Diante de tal exército Louvois dizia ao rei: “Sire, se alguma vez houve uma divisa adequada, foi esta, feita para Vossa Majestade: – Só contra todos”. Ora, a História registra grandes vitórias, mas também fragorosas derrotas dessas forças. Em ambas os historiadores notam que algo as tornavam inúteis e inconclusas.

Nessa abreviada descrição histórica deve-se ressaltar o evento de 1683 em que as tropas francesas não tomaram parte, embora envolvesse a Europa. Trata-se da investida do Islã contra o Ocidente cristão pelo exército de 200 mil homens do grão-vizir turco Kara-Mustafá, que avançou sobre Viena.

Nessa ocasião o imperador apostólico Leopoldo apelou aos estados europeus, que foram especialmente solicitados pelos núncios enviados pelo Bem-aventurado Inocêncio XI para se mobilizarem. Entre os chefes que acolheram, solícitos, o apelo do papa estão Carlos de Lorena e o rei da Polônia, João Sübieski. Luís XIV, porém, cego pela política hegemônica faz um cínico entendimento com o governo do sultão, esperando que Viena caísse como lhe convinha. A vitória coube, porém, aos que confiaram na força da fé. Sobieski, grato, envia ao Papa a mensagem: Venimus, vidimus, Deus vicit. Era a paráfrase cristã do vencedor Júlio César.

Para Luís XIV aquele foi, ao contrário, um ano de tristezas e reveses. Morre a rainha Maria Teresa em plena juventude. Perde também seu fiel ministro Colbert e a sua posição de predominância na Europa. Mas o momento especial desse rei da França ainda não passara, e 1689 poderia ser o ano a reconhecê-lo e consagrá-lo, com o seu reino, para a glória de Deus.

E aqui se insere o pedido/oferta do Sagrado Coração de Jesus.

Poderia, assim, ter tido início uma fase de verdadeiro progresso no enriquecimento moral e espiritual da Europa. Isso já havia acontecido no passado e determinara a insuperável civilização ocidental cristã. Provavelmente com Luís XIV e seu século de ouro repetia-se a ocasião. Politicamente, esse rei de índole decidida recebeu poder suficiente para mudar os destinos da Europa e do mundo de então. Teria bastado que seguisse os princípios da sua religião, reprimindo os ímpetos de sua ambição. Foi monarca absoluto de uma nação rica de homens e de solo e as circunstâncias históricas o tornaram árbitro de conflitos alheios. Em Roma reinava Inocêncio XI, um papa Bem-aventurado, cuja sabedoria e santidade foi sem igual no século depois de São Pio V, que não se repetiria até São Pio X. Além de tudo isso, Luís XIV recebera o dom do pedido do Sagrado Coração de Jesus.

“HOMEM DE POUCA FÉ, POR QUE DUVIDASTE?”

No cap. XIV de São Mateus, depois da multiplicação dos pães, lemos sobre Jesus que caminha sobre as águas e sobre Pedro que, desejando ir ter com Ele, duvida por um instante e se afogaria não fosse a mão divina a sustentá-lo, depois que pediu socorro. Ora, nos tempos tumultuosos de Luís XIV, assim como nos tempos tenebrosos de nosso século, os grandes da terra parecem duvidar poder vencer a intempérie, recorrendo à divina mão capaz de sustentá-los. Eis que a Misericórdia adianta-se ainda, como se o pedido viesse do Alto e aos grandes coubesse decidir quanto a atendê-lo ou ignorá-lo. Mas, não é possível salvar ou salvar-se sem a Fé, assim como é impossível pensar que um pedido divino seja menos que uma ajuda extrema.

Pedindo ao rei ou aos papas a consagração aos Sacratíssimos Corações para vencer os problemas da terra, na verdade é oferecida uma ajuda para que não soçobrem com seus povos na fé. É como se Jesus dissesse a Pedro: Pede socorro! Já ao pedir darás sinal da fé que te pode salvar. Peço que Me peças. Nisso reconhecerás o Salvador.

Limitando-nos aqui ao rei da França, sabemos que ele não pediu, consagrando-se e a seu reino ao Sagrado Coração, como solicitado.

O momento passou e faltou-lhe a fé para essa consagração.

Desvaneceram-se, assim, também as altas finalidades de seu poder, dado para pacificar os povos e não para perseguir dissidentes; para converter extraviados, não para dizimá-los; para unir nações, não para submetê-las ou traí-las. Desde então teve vitórias sem nexo que aumentaram a miséria dos povos. Teve gestos de poder que deixaram somente ressentimentos profundos. Enfim, nos últimos anos de seu reinado, a França foi assolada pelo calamitoso inverno dos anos 1708-1709 que trouxe mais fome e morte que as suas guerras. Tanta carestia, gelo e novas invasões pareceram a todos castigos celestes. E para o povo sofredor a causa procedia do rei, figura marmórea e distante, cujo fausto permanecia como acinte à miséria geral. Não parecia Luís XIV monarca cristão, mas o faraó de Versailles, como o denominara Jean Héritier. Sua prepotência levava a exasperações políticas de problemas religiosos, favorecendo a formação de um caldo de cultura para a futura revolução. Pode-se dizer que vivemos ainda as conseqüências dessa resposta negativa ao pedido do Coração divino.

Pressentindo a morte, o rei manda chamar o menino que seria Luís XV e lhe diz: – Meu filho, tua fortuna dependerá da tua submissão a Deus. Peço-te não imitar-me no amor pela guerra, mas ajudar o quanto possível teu povo, fazendo o que eu não pude fazer… No dia 1.º de setembro de 1715 extinguia-se Luis XIV, o Rei Sol, decepção de um século que poderia ter sido “tão fecundo e tão favorável a ele em todos os campos, a ponto de poder ser comparado ao século de Augusto”. Assim escrevia Saint-Simon.

Algo, porém, falhara fazendo predominar a aridez e germinar o ódio.

Nós devemos lembrar o que foi, porque hoje aquele pedido/oferta se repetiu em Fátima para a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria.

O féretro daquele rei atravessou uma multidão que o insultava, vociferante e embriagada como jamais se havia visto no Reino da França. A glória do mundo passara, fugaz e inútil, porque não servira devidamente à glória de Quem ensinara “quem não recolhe Comigo, dispersa”. Não soubera ouvir o pedido de Quem disse: “Meu jugo é suave, o Meu peso é leve” (Mt. 11, 30).

Já naquele 1715 outro pacto de poder ia surgindo. Um jovem de 20 anos presenciava o declínio de um reinado sobre cujos erros iria delinear-se a nova forma de domínio que se nutre não mais de direito divino, mas de rebelião revolucionária. Naquele mesmo século, das idéias de Voltaire e companhia, surgiria o poderoso, utópico, implacável reinado do terror.

A França e o mundo não haviam merecido que o rei católico efetuasse um ato de consagração que, fazendo triunfar a idéia do Reino de Cristo, teria afastado a sedição revolucionária, que desde então se alastra pelo mundo.

Aqui interessa, porém, a comparação. Depois de 1914, o mundo que não havia ouvido São Pio X não mereceu que Bento XV e Pio XI reconhecessem a aparição de Fátima, pela qual poderia ter sido obtida a paz e a salvação de muitas almas. Preferiu-se o recurso diplomático humano ao sinal divino.

PAPAS E REIS DIANTE DE SINAIS CELESTES

Sagrado Coração de Jesus

Aos católicos de hoje, familiarizados com as aparições marianas reconhecidas pela Igreja no último século e meio, pode parecer mais adequado a um evento religioso que Nossa Senhora se dirija ou refira nas suas mensagens, a papas e não a chefes civis. E, todavia, em 1689 o Sagrado Coração de Jesus, por meio de Santa Margarida Maria Alacoque, não enviava um pedido ao Seu vigário na Terra, o Bem-aventurado Inocêncio XI, mas ao rei da França Luís XIV, que nada tinha de bem-aventurado.

Este fato já deve levar à reflexão os homens modernos porque deixa claro que os eventos religiosos não dizem respeito só a fiéis, eclesiásticos e papas, mas a todos os homens. Ainda mais para o Céu o monarca, absoluto ou não, é o pai e responsável que recebera o poder para guiar sua nação.

Como os desígnios de Deus não mudam, não subsiste indício algum de que os conceitos modernos de democracia e separação completa dos poderes da Igreja e do Estado possam seguir alguma indicação divinamente inspirada. Ao contrário, a instituição do papado pode demonstrar a preferência divina por um monarca que siga os sinais da fé e responda às suas demandas.

As democracias modernas são, portanto, simples preferências humanas.

O fato principal, porém, relacionado com a presente questão é ser aquilo que a bondade divina chama pedido, ser na verdade uma ajuda imperiosa, talvez extrema. Por essa razão, quem recebe esse sinal reconhecido autêntico pela Igreja, se íntegro na fé revelada da intervenção divina no mundo humano, não se pode considerar árbitro de segui-lo ou não, mas deve acolhê-lo grato.

Foi por amor à nação francesa, filha primogênita da Igreja, que Luís XIV, seu pai e responsável temporal, recebeu um pedido/ajuda. Para ser amparado na função real que corria perigo devido às crises e desvios morais ligados à pessoa do rei. Porque os problemas do povo não independem dos problemas do governante, assim como os problemas dos fiéis não estão separados dos de seu autêntico pontífice.

O que ainda é importante ponderar é a posição de um papa perante um pedido/ajuda sobrenatural. Note-se que o papa Bem-aventurado Inocêncio XI, único pontífice beatificado em mais de três séculos que decorreram entre São Pio V e São Pio X, e teve diversos casos com Luís XIV, que chegou a ameaçar um cisma, ficou porém excluído do pedido do Sagrado Coração, que foi dirigido só ao rei. Ao papa que cumpria zelosamente seu dever em Roma, restabelecendo as virtudes religiosas e morais, a instrução catequética, a assistência espiritual aos doentes e sobretudo o culto eucarístico, nada era pedido e nada ele teria negado. Ao contrário, ao monarca vicioso e prepotente que ameaçava também o Santo Padre era dirigido pelo Sagrado Coração de Jesus o pedido/ajuda de consagração, mostrando claramente que a ordem não é estabelecida segundo os homens, mas segundo a misericórdia de Deus que quer salvar papas, reis, fiéis e súditos.

Para salientar ainda como não é aos reinantes fiéis que são encaminhados os pedidos celestes, pensemos no pontificado de São Pio X, vazio de aparições ou mensagens. De fato, não havia nada que estivesse ao seu alcance para dar glória a Deus e salvar as almas que não realizasse. O que poderia pedir o Senhor ao doce Jesus na Terra, como dizia Santa Catarina de Sena, que ele não procurasse fazer? Ele era a graça, o homem da Providência dado à Igreja, exemplo para os fiéis, para os bispos, para os papas. E, no entanto, também São Pio X não foi seguido e ouvido, acrescentando esta culpa a essa geração esquecida de suas bênçãos e de seus profetas.

Quando em 1914 veio a guerra e o coração do Santo Padre parou, era o castigo de ofensas a Deus que São Pio X não esmoreceu em denunciar. Foi depois de sua morte que começaram os eventos de Fátima.

Antes, com a aparição do anjo e em 1917 com Nossa Mãe celeste, que instrumento da misericórdia do Sagrado Coração de Jesus, vinha suprir novamente a cegueira dos homens dentro e fora da Igreja.

Resumindo então as considerações feitas sobre a comparação entre o rei da França e os Seus ministros na Igreja, proposta por Nosso Senhor: o contraste entre o santo papa Inocêncio XI e o vicioso Luís XIV, que recebeu o pedido de consagração, mostra que o pedido celeste é uma solicitação, não aos virtuosos que cumprem seu dever, mas aos que estão vacilantes, à beira de decisões ou políticas nocivas aos seus governados.

Na nossa época isto é confirmado pelo fato de o pedido mariano de Fátima não ser feito ao “papa do século XX, santo que a Providência deu à nossa era”, como dizia Pio XII por ocasião da beatificação e canonização de São Pio X (3/6/51 e 29/5/54). Foi feito depois de sua morte, à geração que se mostrou surda a esse profeta, como seria cega às aparições que seguiram. Eis uma culpa que se segue a um benefício desprezado.

O que se continua a chamar de pedido celeste é na verdade uma ajuda, um socorro providencial contra um mal imenso já iniciado no silêncio, mas que o orgulho ou vício dos homens não deixa ver. Era o racionalismo que traria à luz a revolução francesa no século XVIII, para o rei da França; é o modernismo e o comunismo que, dentro e fora da Igreja dão vida à anti-Igreja.

Disso tudo se pode deduzir que a tergiversação, diante do pedido/ajuda que se reconheceu de origem celeste, indica uma crise de percepção espiritual da vontade de Quem representam, de Quem, detendo todo o poder no Céu e na Terra, concedeu-lhes a coroa ou as chaves. Pior ainda, uma crise de fé nos recursos sobrenaturais dados aos homens, para com a oração e penitência obter uma intervenção divina na História. Seria duvidar que Jesus Cristo é o Senhor da História. O resultado, visto que o castigo cai sobre a instituição (reino ou papado) que falhou se viu; hoje concerne o Papado «decapitado».

“Não quiseram atender ao Meu pedido! (de consagração)… Como o rei da França, arrepender-se-ão e a farão, mas será tarde. A Rússia já terá espalhado os seus erros pelo mundo, provocando guerras, e perseguições à Igreja. O Santo Padre terá muito que sofrer”. (DOC, p. 465)

De fato com o Vaticano 2 os princípios da autoridade católica do Papado foram tortuosamente postos a serviço das novas ideologias enquanto os católicos eram confundidos não só em política mas também em religião pela nova classe de eclesiásticos empenhados no social. Eis a gênese sinistra de tantas “teologias” de revolução e libertação. Eis os lobos vestidos de pastores de que falou Nosso Senhor. E não admira que estes lobos rapaces sejam mais ferozes contra as palavras de Fátima, que ilumina falsidades e traições que provêm de dentro da própria Igreja, do que contra os ataques da revolução com meios naturais. Esse naturalismo de ação, essa falta de confiança nos meios sobrenaturais com que Deus arma Sua Igreja, marcaram o início da crise e derrota do catolicismo que sem a fé sobrenatural é vazio e inútil.

Eis a importância e atualidade da devoção aos Sagrados Corações renovada em Fátima. A verdadeira defesa do cristianismo e, portanto, da ordem e da paz não está no poder material, mas na força da Fé. Só esta pode ocupar os espaços mentais de convicções e certezas capazes de sustentar o espírito de sacrifício e o senso do dever que resistem e enfrentam as seduções e perfídias ideológicas. Só a Fé salva, também na sociedade, foi o que o Sagrado Coração lembrou ao rei da França no passado e Nossa Senhora de Fátima aos pontífices. Como não foi devidamente ouvida no seu pedido/oferta até 1958, realizou-se a terceira parte da profecia ainda secreta, que seria mais clara em 1960: a «liquidação» virtual do Papa católico com todo o seu séquito fiel, visto na visão publicada no ano 2000.

Todavia, também foi profetizado que por fim o Imaculado Coração de Maria vai triunfar e virá o Papa que fará a consagração pedida da Rússia, que se converterá para que haja um período de paz no mundo. O desígnio divino é claro nas palavras de Jesus à Irmã Lúcia:

“Porque quero que toda a Minha Igreja reconheça essa consagração como um triunfo do Coração Imaculado de Maria, para depois estender o seu culto e pôr, ao lado da devoção do Meu divino Coração, a devoção deste Imaculado Coração.”

Ao reino dos Sagrados Corações chega-se só pelo sinal que, representando a vontade de Nosso Senhor Jesus Cristo, deve atrair-nos antes de tudo mais.

Procuremos antes de tudo o Reino de Deus e sua Justiça e o resto nos será dado por acréscimo.

Suor Rosina dei Sacri Cuori (tia do Autor), que no fim do XIXº século entrou num convento de Irmãs dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria na Itália.

Suor Rosina dei Sacri Cuori (tia do Sr. Arai), que no fim do XIXº século entrou num convento de Irmãs dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria na Itália.

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