Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

PLANO do ANTICRISTO para a METAMORFOSE do «CLERO CATÓLICO»

O mega plano de metamorfose do Clero católico só pode ser entendido conhecendo sua longa elaboração histórica. Veremos aqui dois pedagogos desse plano para um «admirável novo mundo», Comenius e Steiner, que inspiraram a obra desde Roncalli a Wojtyla e Ratzinger.

Usaremos textos de Epiphanius (Massoneria e sette segrete: la faccia occulta della storia, Trento, 1992).

“O sumo pedagogo Jan Amos Comenius, herdeiro espiritual de Johann Valentin Andreae e porta-voz da Rosacruz, encarregou-se de pôr as bases do mundialismo modernamente entendido, traçando um projeto de sociedade alargada a todos os povos, um grande plano de política ecumenista em condições de apropriar-se de toda valência político-religiosa através de uma reforma universal da sociedade humana. O suíço Jean Piaget, professo­r de psicologia da Sorbona, diretor do Bureau International d’Education da máxima sede cultural do mundo (UNESCO), no prefacio do livro sobre Comenius nos dá a conhecer os fins de seu programa.

Este foi editado por ocasião das celebrações de 1957 do tricentenário da publicação em Amsterdã da Opera Didactica Omnia, ei-lo:

  1. unificação do saber e sua propagação graças à um sistema escolástico aperfeiçoado sob a direção de uma espécie de academia internacional;
  2. coordenação política por obra de uma direção de instituições internacionais com o fim de manter a paz entre os povos;
  3. reconciliação das Igrejas na senda de um cristianismo tolerante. (“João Amos Comenius” 1592-1670.

Páginas escolhidas publicadas aos cuidados da UNESCO;

“A importância peculiar deste plano, para os fins de nosso estudo, é de saber que, salvo ajustes de forma nos sucessivos séculos, em especial no XIX° e XX° ele foi transferido pari passo para o nosso. E Comenius é definido ‘apostolo da compreensão mundial’, ‘um dos primeiros divulgadores das idéias às quais se inspirou a UNESCO desde a sua fundação”:

“Comenius deve pois ser considerado como um grande precursor das atuais tentativas de colaboração internacional no campo da educação, da ciência e da cultura: não concebeu tais idéias de pas­sagem ou por acaso, as quais nesse caso concordariam de modo fortuito com uma ou outra realização atual, mas é em virtude da sua concepção sistemática geral, que funde num só todo a natureza, o trabalho humano e o processo educativo. Por isto a UNESCO e o Bureau International d’Education lhe devem o respeito e reconhecimento que merece um grande precursor espiritual” (ib., p. 33).

Comenius nasceu na Morávia em 28.3.1592 de pais pertencentes à seita dos Irmãos Boêmios, que em 1575 mudou o nome para Irmãos Morávios depois da fusão com as igrejas hereges luterana e hussita. À eclosão da Guerra dos Trinta anos, falida uma tentativa de insurreição contra os Habsburgos em 1620, os Irmãos Morávios foram dispersos e perseguidos; em 1628 sob a direção de Comenius, que no meio tempo se tornara bispo, foram recebidos em Lezno na Pomerânia por ardentes partidários da Reforma. Ai Comenius escreveu parte de sua obra de pedagogia, ética e religião que lhe conferiu grande notoriedade junto às elites do tempo, a tal ponto que os príncipes o consultavam para reformar suas instituições.

Nessa época Comenius foi convidado pela Fraternidade dos Rosacruz e começaram suas excursões européias. Esteve em Heidelberg, onde foi influenciado pelo milenarismo protestante que professava a possibilidade para os homens de atingir a salvação na terra’ (EB, 1975, IV, p. 967). Esteve em Londres, onde estreitou amizade com Francis Bacon, de quem admirava a obra, e com Robert Fludd, médico inglês imbuído da cabala hebraica, provavelmente Grão Mestre do ramo britânico da Rosacruz (a Rosacruz por volta de 1650 já era organização potente na Inglaterra), conhecida com o nome esotérico de ‘Summum Bonum’. Expulso do Pais em 1642, foi chamado à Suécia onde morou com o holandês Louis van Geer, um Rosacruz que tornar-se-ia o seu mecenas e protetor. Voltando à Polônia – depois do incêndio de Lezno em que perdeu manuscritos e bens – foi obrigado a expatriar – desta vez para os Países Baixos. Em Amsterdã foi recebido com grandes honras e o senado garantiu-lhe a publicação completa de suas obras (1657). Morreu nesta cidade no dia 15.11.1670.

Na base do conceito pedagógico de Comenius está o ideal da ‘pansofia’, isto é, de uma ciência universal e válida para todos os homens, por ela irmanados com inteligência e amor comum para além de toda distinção religiosa e nacional” (Enciclopedia Treccani, VI Vol. Roma 1957, p. 587).

Na verdade Comenius havia compreendido muito bem que modificações sociais no sentido desejado teriam firmado pé só em conseqüência de um ensino controlado de todos os cidadãos desde a infância. E a sua herança espiritual foi, transmitida, adap­tada e amplificada por pedagogos de fama come Pestalozzi (1746-1827) e Maria Montessori (1870-1972).

Maria Montessori foi a fundadora do método didático que tem o seu nome e que foi difundido pela Sociedade Teosófica de H.P. Blavatsky, à qual a Montessori pertencia (cf. R. Guénon, ‘O Teosofismo” Ed. Artos 1987, Vol. II, p. 281).

Fundada em 1875 pela ocultista russa, H.P. Blavatsky, a Sociedade Teosófica sob o pretexto iluminista do conhecimento universal, cultiva motivos luciferinos, que não lhe são marginais, Basta pensar que o seu fim declarado era «cancelar o Cristianismo da face da terra… expulsar Deus dos céus» (R. Guénon, op. cit., vol. I, p. 13), negando a historicidade de Jesus Cristo.

O historiador mação e martinista Pierre Mariel (morto em 1980, Le società segrete che dominano il mondo, Ed. Vallecchi. 1976), reivindica para a Rosacruz, a exemplo da secular continuidade ideal das regras didáticas da obra de Comenius. O pensamento de Comenius é de extraordinária atualidade pois é a chave que fornece a explicação sobre a proveniência da hodierna ‘cultura de massa’, ministrada do nível elementar à universidade.

Panorthosia (1644): Na sexta parte da ‘De rerum humanarum emendatione Consultatio catholica”, Comenius concebeu um sistema coerente, racional, pragmático com estrutura de respiro planetá­rio ao longo do qual inscrever seus projetos de reforma do sabor e da edu­cação, através da criação de uma academia mundial, o ‘collegium lucis’ – espécie de ministério internacional da educação para a unificação do saber – de uma língua universal em substi­tuição do latim, então vigente, para favorecer a sua realização, de um consistório mundial das religiões que tendesse a um abraço sincretista destas em nome da comum humanidade. Enfim de um tribunal da paz, espécie de corte de justiça internacional, que vigiasse sobre o bom funcionamento dos dois organismos prevenindo guerras e todo desvio.

O já citado Pierre Mariel é autor da tese da não origi­nalidade da Panorthosia, que deveria ser incluída apenas como simples manifesto da Rosacruz à qual Comenius teria emprestado só o nome e conhecimentos, enquanto foi o porta-voz, o relator de uma comissão de Sábios cujos membros ficaram voluntariamente à sombra (Pierre Mariel, op.cit., p.29)

O mundialismo total – “Na Panorthosia – do grego pan=tudo, universal, e orthós=reto, justo – Comenius expõe fielmente o pensamento rosacruciano evocando conceitos e idéias da ‘República’ de Pla­tão, do socialismo utopístico da ‘Civitas solis’ de Campanella (1568-1639), inspirando-se nas ‘Colônias de Jerusalém’ de J. Arndt (1555-1621), na ‘República Cosmopolita’ de J. V. Andreae, além disso na incompleta ‘New Atlantis’ de Francis Bacon (1561-1626), obras que idealizavam Estados fundados no comunismo mais intransigente, mas não fechado às religiões e heresias, que, ao contrário, seriam reunidas na síntese superior de uma visão panteísta da natureza.

Isto revelava uma concepção gnóstica do homem. Um rápido exame de alguns estratos permite colher a articulação do plano de subversão da ordem católica, que deveria ser substituída por outra cujo esquema padrão serviria à conquista do mundo. Eis a lúcida exposição dessas idéias sinárquicas:

1. Um conselho cultural internacional, que fixe a doutrina dos novos dogmas no âmbito da CULTURA;

2. uma igreja universal que, englobando a de Pedro, transmita a doutrina elaborada no âmbito da RELIGIÃO;

3. um tribunal da paz que imponha o respeito da doutri­na transmitida no âmbito da POLÍTICA ( ib. p. )”.

Esta pedagogia anti-cristã adquiriu com as revoluções modernas o poder para mudar o modelo universal nas consciências humanas, mas lhe faltava ainda o conteúdo que representasse um sincretismo doutrinal global.

A Teosofia tentou elaborá-lo, mas foi o seu herdeiro a dar o grande passo.

Rudolf Steiner foi esse ‘mestre’. “Homem de qualidades intelectuais excepcionais, pedagogo prodigioso e fértil escritor, dirigiu a Sociedade Teosófica na Alemanha onde fundou em 1902 a revista Lucifer, que em 1904 assumiu o titulo de Lucifer-Gnosis. Segundo os seus biógrafos, Steiner teve um ‘Guia’ que Edouard Schuré, o famoso teósofo e filósofo protestante francês (esoterismo heleno-cristão: da Esfinge a Cristo e… de Cristo a Lucifer, inspirador de Teilhard de Chardin), no seu ‘Os Grandes Iniciados’, descrevia assim: «O Mestre de Steiner era um daqueles homens poderosos que vivem sob a mascara de um qualquer estado civil, para cumprir uma missão que só é conhecida pelos seus pares».

Rudolf Steiner partiu da Teosofia de Mme. Blavatsky, que tinha por programa a Fraternidade Universal na síntese do conhecimento.

A Teosofia seria a teoria do campo unificado do espírito universal, como a Teoria de Einstein para o campo físico. Trata-se de uma gnose que reivindica entre os seus iluminados não só o neoplatônico Eckhart, mas as santas Gertrudes, Ildegarda, Catarina de Sena, Agostinho, Francisco de Assis e Francisco de Sales. Steiner escreveu também sobre S. Tomás de Aquino.

Eis alguns nomes famosos da época que foram atraídos por esta iniciação ao mesmo tempo hermética e esotérica: Edison, Mondrian, Scriabin, Yeats, Gandhi, George Russel, Bernard Shaw, Annie Besant, Aldous Huxley, Fernando Pessoa, etc. Este último traduziu a Blavatsky e, escreveu então a um amigo: ‘Se observas que a Teosofia, porque admite todas as religiões, tem um caráter inteiramente semelhante ao paganismo, que admite no seu Pantheon também todos os deuses, perceberás o segundo fator da grave crise de minha alma. A Teosofia me terroriza com o seu mistério. É o horror e a atração do abismo realizados no além alma. Um espanto metafísico, meu caro’ (A Voz do Silêncio, Ed. Civilização Brasileira, Rio, 1969).

Pessoa morreu prematuramente com 47 anos. A sua inquietude existencial levou-o ao alcoolismo e este à morte. Internado devido à uma cirrose aguda, sabia que seu estado era crítico ao ponto que bastaria um copo para morrer. Bebeu esse copo e foi encontrado morto no dia seguinte.

Steiner foi além da Teosofia e remontando a um certo panteísmo de Goethe chegou a uma nova síntese religiosa: a antroposofia, que pretende ser um conhecimento supra-sensível e completo do mundo e do homem inserido no universo, abrangendo não só as religiões em geral, mas aquela que condenou a Teosofia (Dz 2189). Apontou para um novo cristianismo, que não exclui os sacramentos, mas nem a reencarnação. Steiner acreditava-se Pitágoras reencarnado; acreditava no retorno da mente para compreender e explicar melhor o homem, nos seus impulsos e energias, quer religiosos quer revolucionários. A mente humana seria capaz de atingir a sabedoria para discernir todo segredo sobre si e o universo.

“Steiner, fascinado pela idéia da renovação do cristianismo à luz do budismo esotérico, enquadrou o seu movimento diretamente sobre o esoterismo cristão, acusando a Igreja Católica de ter traido a sua missão deformando a mensagem inicial do fundador, e assim auto-condenando-se a um rápido desaparecimento, que só a Antroposofia (por ele ideada) podia substituir, renovando os seus conteúdos. Assim Cristo, Segunda Pessoa Divina para os católicos, na Antroposofia torna-se o personagem especial capaz de equilibrar e temperar o ardor de Lúcifer de um lado e a fria inteligência do demônio Arimã do outro”(ib).

A influência steineriana na Igreja operou-se através de alguns discípulos e admiradores. Um dos mais famosos foi o jesuíta mação Teilhard de Chardin; depois os autores secretos do Vaticano II e seus documentos, que se revelam nos seus frutos sabor fortemente panteísta e sincretista.

A Antroposofia, que a Igreja inclui na mesma condenação da teosofia, conseguiu contagiar assim seus membros, cujos pensamentos vagavam à procura de uma síntese intangível tipo da ficção de Teilhard de Chardin, cujo teor herético hoje é difundido como se fosse idéia católica projetada no futuro! Seria o Cristo cósmico, ponto de chegada da evolução” (juiz Carlo Alberto Agnoli, ‘Donde viene e dove ci porta il Conc.Vaticano II’, ‘Chiesa Viva’ n.168, novembro 1986).

Tudo sucede na linha de uma vaga antroposofia. Come é possível?

A verdadeira novidade, o fulcro destas orientações espirituais que a Igreja condena no seu espírito sincretista das renovadas pentecostes e das novas revelações para a paz, estão no espírito que levou ao Vaticano II e ao Pantheon de Assis e às outras iniciativas de João Paulo 2, agora de Bento 16.

O peculiar do sincretismo é a apologia da falsa paz que visando a reconciliação global, também das opostas religiões, demonstra-se privado até do senso religioso natural. Eis a falsa sabedoria da Teosofia, da Antroposofia e das lojas. Não diverso é o espírito conciliar, cujo larvado sincretismo não opera só no campo religioso, mas global, incorporando toda categoria e idéia, mesmo opostas, até revolucionárias. Todas almejam aquela grande Fraternidade universal, que seria estranha só a Jesus Cristo. Mas os novos profetas vieram para completá-Lo; fazer o pacto da aliança total que Ele não fez. Superá-Lo em sabedoria e bondade!

Se Paulo 6 foi admirador e protetor dos novos teólogos, João Paulo II não só lhes deu o chapéu cardinalício, mas aplica as novas intuições à própria obra, teórica e prática, que complementa até a paz antroposófica.

Em vista disso, o teólogo alemão Johannes Dörmann, escreveu L’étrange Théologie de Jean Paul II et l’esprit d’Assise (Ed. Fideliter, 1992). Esta introdução na Igreja do espírito adversário de Deus e dos homens deve ser visto como o “mistério de iniqüidade” de uma autoridade paradoxal: aceita pela imensa maioria como representativa de Jesus Cristo, ainda que iniciadora de uma nova teologia e religião que demolem a Igreja de Cristo.

As Nações unidas e a Igreja conciliar – A primeira encontra sua ‘dimensão sagrada’ na fé dos direitos do homem, cujo ponto focal é o direito à liberdade religiosa de marca revolucionária. Tal idéia representando a exautoração do culto e da autoridade de Deus na Igreja católica, foi sempre repelida pelos Papas. Servia quem a acolhesse como cristã.

Lista de Amigos do Templo do Entendimento da ONU: Patriarca Atenágoras, João XXIII, Paulo VI entre outros.

Amigos da Fundação do Templo do Entendimento da ONU

[Notar os nomes dos “pontífices” do Vaticano 2]

“]Original em: http://www.templeofunderstanding.org/wwa_founding_friends.html [vale notar o símbolo da síntese do bem e do mal no topo do site]
Original em: http://www.templeofunderstanding.org/wwa_founding_friends.html [vale notar o símbolo da síntese do bem e do mal no topo do site

Ora, Paulo 6, dias antes que o Vaticano II declarasse com a DH aquele “direito”, foi à ONU e ali discursou sobre: “a ratificação moral e solene dessa instituição… estrada obrigatória da civilização moderna… última esperança da concórdia… reflexo dos desígnios de Deus… onde nós vemos a celeste mensagem evangélica tornar-se terrestre”!!!

Com tal espírito de reverência, recolheu-se em seguida a rezar na ‘sala de meditação’ do Ser Supremo, do palácio de vidro. É o espírito que impregnou as visitas à ONU de João Paulo 2 e Bento 16, cuja difusão da idéia conciliar da nova Pentecostes, doutrina enriquecida por uma nova consciência de Igreja deriva de uma nova doutrina de redenção universal. Eis que dia 4/11/1986, na celebração do 40° aniversário da UNESCO, era erguida no lugar de honra uma sua foto gigante, para celebrar João Paulo 2.

Já Thomas Jefferson indicava no seu tempo um princípio na vida política válido para a vida religiosa: atos casuais na alteração de um curso definido podem ser acidentais, mas atos sucessivos e sistemáticos nessa alteração, mesmo se disfarçados, indicam um programa deliberado de metamorfose na direção de outra idéia de cunho tirânico, ou de outra religiosidade para dominar as consciências. É o que almeja o Anticristo.

A nova idéia de dignidade humana. Quem, diante da Revelação e da realidade revolucionária, fala de redenção universal que elevou a inteira humanidade e para sempre, imagina uma utópica dignidade que é uma variável independente da verdade. João Paulo 2 prega essa redenção na medida da apostasia geral. Um mundo apóstata, mas remido! A última revolução, invertendo a noção de Revelação Cristocêntrica a antropocêntrica, inverteu também o conceito de autoridade segundo a Fé católica, pela qual toda a autoridade vem de Deus e Cristo revelou-se o Rei dos reis da terra.

Ora, a Revolução na história é a contraprova que a Redenção não teve aplicação universal, pelo contrário, que cada vez menos são os que escutam a Palavra, e na medida que a humanidade “progride”. “Quando o Filho do homem voltará sobre a terra, encontrará ainda a Fé?”

As Escrituras descrevem a rejeição constante da Redenção por parte dos homens. O Povo eleito recusou o Redentor: o crucificou. Na era cristã a indiferença à Redenção tornou-se tão grave que hoje a rejeição manifesta-se na geral apostasia que galgou os vértices da Igreja, para constituir outra religiosidade fundada na metamorfose da «panorthosia» mundialista e ecumenista da ONU e dos «papas conciliares».

Por isto foi dito:

«Sai dela meu povo, para não participar dos seus pecados, nem receber os seus flagelos»(Ap 18, 4).

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