Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

REAÇÃO CATÓLICA ao «UNA CUM» do ANTICRISTO

O espírito anticrístico só poderia ter entrado na Igreja com um conclave espúrio; com a eleição de um infiltrado modernista de quatro costados, capaz do juramento anti-modernista para melhor driblar um colégio de cardeais incapaz de distinguir um risonho «unmitigated religious rogue».

Seguiu a proclamação festiva do «habemus papam» que os Anjos do Céu entenderam como um «annuntio vobis caos magnum: habemus rapam»!  Foi o fato que desgraçou fundamente a vida espiritual do mundo até hoje.  

Todavia, a reação católica contra esta ocupação do Vaticano, que criaria em breve tempo a Igreja conciliar, com papas mações, existencialistas e até luteranos – como o atual – continua extremamente difícil porque é tida como «legal» até no mundinho tradicionalista, além de ser apoiada pelos poderes dominantes do mundo, que almejavam esta ocupação há séculos.

Assim, a profanação do Lugar santo dura há mais de meio século e a reação católica só colheu fracassos e divisões, sem alguma união eficaz.

As divisões resultam da falta do Papa – princípio da unidade católica – mas os resistentes só pensaram na solução de multiplicar bispos, alguns dos quais até ignoraram a necessidade de voltar à mesma consciência, intenção e obediência, fielmente fundadas no espírito da Lei da Igreja.

Se antes da preocupação com bispos estivesse a da volta do papa católico e daí com quem confirmasse a união na Fé e nos sacramentos, o enorme problema atual da perda das razões católicas poderia não ter acontecido.

Mas quais são as razões superiores e finais dessa Lei, válidas acima de toda idéia pessoal, senão a preservação da pureza do Sacrifício Redentor?

Poucos teólogos e raros bispos entenderam que todo o verdadeiro poder para a defesa da Igreja está na Fé íntegra e pura que provem deste Santo Sacrifício; da «Oblatio munda»; oferta a Deus todo poderoso da Hóstia pura de toda e qualquer contaminação e pacto humano.

Há sombra dessa pureza na nova Missa? Aqui temos a resposta negativa da maioria do mundo tradicional, que preservou a Santa Missa tridentina. Sobre isto temos inumeráveis estudos e testemunhos de todo tipo (*).

Porém resta a questão crucial da preservação dessa pureza divina que é a real «Fortaleza» da Fé, lembrada por Nosso Senhor citando a profecia de Daniel para o tempo escatológico da «abominação da desolação».

A verdade é que o Papa está vinculado à Santa Missa, como toda vida ordinária da Igreja para a salvação das almas. A obra do Anticristo está em mudar o fim dessa vida ordinária, até sacramental, para fortalecer o espírito do mundo, de modo que pela Igreja chegue à perdição das almas. Sim, porque é claro que a preocupação de garantir os sacramentos acima desse testemunho posto em surdina, indica a mentalidade pela qual a fé vem depois do reivindicado direito a um ilusório «seguro sacramental».

Deste modo, com o “consumismo sacramental” se criou uma nova regra de poder adverso à Fé. Por exemplo, se os chefes de uma Fraternidade tradicionalista ou um novo «bispo conciliar», como é o caso do P. Rifan, decidem que há que seguir um anticristo e quem não obedece é privado dos sacramentos, os fieis apavorados acabarão por seguir, mais que a Fé, justamente quem altera esta e os sacramentos com que se preocupam.

Padre Pio Espina em Missa no Brasil

Padre Pio Espina em Missa no Brasil

Aqui seria bom conhecer o testemunho dos padres Espina que, com uma só missa por ano, terços e estudos em família, chegaram a realizar essas vocações, que são tão preciosas até entre nós no Brasil.

Se uma nova classe clerical ousou alterar a pureza do Sacrifício divino da S. Missa tradicional elaborando a «nova Missa» (de Paulo 6), não será a sensata devoção do celebrante a poder validar o Sacrifício. A tentativa de justificar esse «erro» envolveu e envolve alguns, como veremos.

Aqui, porém, a questão é outra: permanece sempre isenta de impureza a Santa Missa tradicional, visto que a impureza humana do celebrante não contamina a pureza do verdadeiro Sacrifício, que é ex opere operato? Isto é, o efeito Latreutico e Eucarístico é obtido de modo independente do padre que o realiza, mesmo em pecado mortal; depende só da infinita dignidade do verdadeiro Sacerdote e Vítima, representado na S. Missa.

Por esta razão a disposição íntima do celebrante deve ser identificar-se com Jesus Cristo imolado no altar em perfeita oferta ao Pai e com o Pai.

São Francisco de Assis dizia: ”O homem deve tremer, o mundo deve fremir, o Céu inteiro deve comover-se quando sobre o altar, entre as mãos do Sacerdote, aparece o Filho de Deus!” Eis que nenhuma intenção humana alheia, ou pior, contrária a esta plena fidelidade à Verdade, deve estar presente nas palavras do Canon para a Consagração das espécies.

Mesmo a Santa Missa válida, como a dos Arianos podia levar ao pecado.

São Hermenegildo foi declarado mártir por São Gregório Magno por ter sido decapitado (585) ao recusar receber a comunhão de um bispo herege. Este sacrifício sangrento teve frutos para a Igreja porque seu irmão, sucessor no trono de seu pai ariano, tornou-se católico e assim toda a Espanha guiada pelo bispo São Leandro voltou à Fé do Sacrifício puro de todo compromisso com erros e heresias.

Santa Maria Egipcíaca habitou isolada no deserto da Jordânia durante 47 anos sem sacramentos até encontrar o monge Zózimo, a quem narrou a sua vida e penitência e de quem recebeu finalmente a Eucaristia. Morreu em abril (2 ou 9) de 422.

Santa Maria Egipcíaca habitou isolada no deserto da Jordânia durante 47 anos sem sacramentos até encontrar o monge Zózimo, a quem narrou a sua vida e penitência e de quem recebeu finalmente a Eucaristia. Morreu em abril (2 ou 9) de 422.

Neste sentido temos o estudo de Mons. Guérard des Lauriers sobre a Oblatio munda, que seguiu a sua participação saliente no «Breve Exame Crítico» da Missa de Paulo 6 pelos cardeais Ottaviani e Bacci.

Este douto teólogo (autor porém da lamentável «Tese de Cassiciacum» do «papa materialiter/fomaliter») sobre a pureza do Canon da S. Missa para a consagração, confirmou a posição dos papas de sempre (**), ao demonstrar impiedade de pronunciar o «una cum» hereges no «Te igitur» da Santa Missa, posição que também nós vamos aqui demonstrar válida segundo o mais profundo senso católico da comunhão na Fé, que exclui a presença de qualquer falsidade e mentira contra a Fé nesse Canon. Mais, vemos nisso tanto a secreta origem como a possível solução para a crise católica se os melhores padres entenderem sua abissal dimensão.

O sinal da Grande Apostasia e o «Mistério da Iniquidade»

Vejamos o que escreve o Professor Tomás Tello Corraliza («Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma, p. 196) sobre o Novus Ordo que atacou com várias pérfidas falsidades a «Fortaleza da Fé no Sacrifício perpétuo» (Profecia de Daniel lembrada por Jesus):

“A teoria de que um rito duvidoso ou nulo possa ser convalidado pela

fé do celebrante e sua intenção de fazer o que faz a Igreja, demonstra – supondo a boa-fé – que não se tem idéia do que seja a «intenção», que não é outra coisa que o movimento da vontade para atingir um fim, empregando os meios adequados para tal. Se os meios não são proporcionais para alcançar o fim, de nada valem os esforços.

A leviandade de pretender conseguir um resultado sem empregar os meios adequados – caso da nota 15 do BREVE EXAME CRÍTICO dos Cardeais Bacci e Ottaviani – levou muitos ao erro, silenciando sem dúvida a consciência de milhares de padres que, levados pela corrente, continuaram a celebrar a nova missa. O Fato objetivo, para os que mantêm a fé íntegra, está aí; é o cumprimento do sinal precursor da volta de Cristo para celebrar o Juízo das Nações.”

 

A degringolada que foi do «habemus rapam» ao «uma cum…»

Sobre o livro do Padre Wathen, The Great Sacrilege, TAN, 1975, o Padre J. W. Flanagan («Fatima International» 4.2.1975) conclue: «Se Paulo VI impôs uma missa falsa [v. ‘The Great Sacrilege], em nome de Cristo e do Espírito Santo, é obvio que não tinha autoridade legítima porque incorria em heresia e renunciava ipso facto ao mandato papal» (op. cit., IPC, Hutton Gibson, p. 12).

Vãos foram os apelos feitos ao «habemus rapam» para a preservação da Santa Missa, até da parte de não católicos e até de personalidades judias. Como poderiam os «papas conciliares» voltar atrás no plano realizado para a abertura da «Fortaleza da Fé» ao mundo, para o qual foram eleitos?

No entanto a dúvida entre os católicos sobre a autoridade e intenção dos inovadores guindados aos vértices da Igreja dura até o presente. Dela nos vem uns curiosos exemplos passados, que bastam diante dos colossais exemplos de falcatruas e conchavos espúrios no atual momento histórico.

Resumindo um exemplo de resistência conclamada, por exemplo do: El Movimiento Tradicionalista Católico, del P. Gommar de PAUW, en USA, manifiesto, publicado en el Semanario TIME (9.4.65). Fue enviado a todos los obispos de USA… denunciaba la reforma litúrgica formaba un designio para protestantizar el culto y la doctrina de la Iglesia… El Movimiento – según se dice – contaba con el apoyo de más de 50.000 católicos y el refuerzo secreto de más de 30 obispos.

Outro exemplo de rendição incondicional veio de um nutrido grupo de sacerdotes espanhóis – nada menos que 6000 –, da Fraternidade Sacerdotal Espanhola, que, em carta a Bugnini, se negavam a celebrar o novo rito, com estas palavras: «Nós sacerdotes católicos, não podemos celebrar uma missa, da qual M. Thurian de Taizé declarou que podia celebrá-la, sem deixar de ser protestante».

Para que essa brava atitude esmorecesse bastou que Bugnini insinuasse que se tratava de lei promulgada pelo Papa, a quem desobedeciam se não celebrassem segundo o novo Rito. Tanto bastou para que essa enérgica vontade de oposição à heresia ruísse e a Fortaleza dos Santos fosse abalada (Dn. 12, 7). Levantaram-se os padres espanhóis contra Bugnini; mas, se dobraram perante a lei do suposto legislador pontifical Paulo 6.

Respostas destes? Nenhuma. Mas apesar do silêncio do Vaticano e da micro comunicação desta resistência católica que continuou, isto obrigou a «Igreja conciliar» a tramar os famigerados «indultos» para a Missa católica em 1984 e este recente de Bento 16, que continua a mascarar o problema real, como se fosse do Latim e não de alterações doutrinais.

Todavia, estas últimas prevaleceram nestes tempos devido à aparência de legalidade de um eleito num conclave espúrio aceito pela grande maioria.

Pode a heresia ser motivo de obediência? Em toda sociedade de direito, tão logo se suspeite da honra do Chefe, o recurso à justiça se manifesta. Todavia, na Igreja, sociedade perfeita, apesar dos clamores e denúncias dos clarividentes, que nunca faltaram, nem faltarão – de acordo com a promessa de Cristo de assistir sua Igreja até a consumação dos séculos – o processo da justiça nem começou. Os supostos chefes, a partir de Roncalli, destroçaram intangíveis tradições seculares; atacaram a Fé em suas raízes, mas a maioria ‘tradicionalista’ obstinadamente aparta a vista dos verdadeiros responsáveis. Pior: celebra a união com os desviados em Nome de Cristo no momento da Consagração com o «una cum» do padre.

Mas como pode um padre que garante não aceitar: o Vaticano 2, aMissa nova, o CDC e o catecismo de João Paulo 2; que não acata o verbo de Bento 16 e nada que venha desta falsa Roma conciliar, pronunciar em Nome de Jesus Cristo a mentira que os católicos devem estar unidos com tais papas e prelados? Como se fossem os legítimos defensores da Fé, aos quais, como está no Cânon da consagração da S. Missa «incumbe a preservação da Fé católica e apostólica». Como podem, perante Deus e para conhecimento dos fiéis, professar sacramentalmente o «una cum” com aqueles cuja autoridade há que repudiar regularmente por profundas razões de Fé. Esse padre não percebe que pronuncia uma grave falsidade no momento mais solene de todo o seu exercício sacerdotal?

Como se sabe as desculpas, como também os maus exemplos para fazê-lo são muitos. Resta a falsidade de supor que a Igreja deve ainda resolver um dia sobre o que não é católico e contamina a Fé geral. Ora, ele sabe que esta questão já está definida. Senão, não poderia expressar aquele seu justo juízo de repúdio ao espírito conciliar. Ou será que a Igreja de Cristo entende menos do que ele já entendeu do que seja o mandato evangélico proclamado pelos Apóstolos (Gl 4, 4, etc.)?

Se não quer testemunhar isso dos telhados a tempo e a contratempo, esse medo ainda é compreensível para os tíbios, mas que se traduza numa falsidade na Consagração da Santa Missa que, ainda por cima deve ser pronunciada de modo silencioso, é inadmissível.

A reação católica deve, portanto, antes de tudo preservar o que é sagrado, lembrando isto aos sacerdotes esquecidos ou distraídos, que nisto estão comprometendo suas almas. Estes devem converter-se à Verdade diante de Deus que repudia a nova idolatria dos compromissos humanos.

Este gerou o engano dos «rotineiros consumistas sacramentais» crentes de garantir a salvação mais no uso dos Sacramentos que na intenção de ser agradáveis a Deus pela sinceridade na defesa de Sua Verdade.

Como discernir a justa intenção na aplicação da santa reação católica?

 Só deixando de lado sentimentos pessoais que surgem a detrimento do que representa a verdade e motiva a reação fiel e lembrando que só no respeito à verdade pode haver justiça: Ubi Veritas et Iustitiae ibi Caritas.

Ora, o Papa deve professar a Fé católica e os modernistas professam outra fé, corrompendo a verdadeira com o projeto modernista do iníquo Vaticano, cuja obra revela isto. Portanto tais clérigos disfarçados não podem ser recebidos como papas católicos mesmo se os conclaves que os elegeram tiveram a unanimidade dos cardeais (Bula Cum ex).

O conclave não tem jurisdição absoluta porque esse poder vem de Deus de modo direto sem intermediários humanos, que podem cair em engano. Logo nenhum conclave pode garantir diante de Deus a eleição de quem não tem a fé católica porque quer o triunfo do condenado modernismo.

O contrário seria atribuir a Deus a ignorância das intenções e do estado da fé nas almas desses clérigos desviados. Ou pior, conceder de modo direto Sua autoridade para demolir a Igreja e alterar a Fé; uma blasfêmia.

A presença do Vigário de Deus é fundamental para o bem do mundo pela razão que foi ele que recebeu a missão de confirmar e unir os homens na verdade da Fé representada no Santo Sacrifício da S. Missa Católica.

Operar para a realização dessa união é grave dever dos fiéis da Igreja de Cristo que não podem aceitar anti-papas que continuam o Vaticano 2 e com isto expõem as almas à Babilônia de uma liberdade ecumenista de perdição. Omitir-se diante da abominação desoladora do «uma cum» dos anticristos que perdura há 53 anos é falhar na ordem da Fé, da Esperança e da Caridade, a única em que as almas se salvam.

Que Deus nos ajude na justa reação que aspira antes de tudo ao Reino de Deus e à Sua Justiça (Mt 6, 33, Lc 12, 31) e a vitória sobre tais enganos apocalípticos pode nos ser concedida por acréscimo.

(*) Breve bibliografia da reação católica ao NOM (Novus Ordo Missae) conhecida como a «missa de Paulo VI»: Veja BAC. CONCILIO VATICANO II – Constituciones, Decretos, Declaraciones, Legislacion postconciliar. 5a ed. Madrid, 1967.

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(**) Papa São Hormisda, (514-523) Memorial da Profissão de Fé: “Espero merecer encontrar-me em comunhão convosco; aquela pregada pela Sé Apostólica na qual está a íntegra, verdadeira e perfeita solidez da religião cristã; garantindo jamais recitar nos sagrados mistérios os nomes dos que estão separados da comunhão da Igreja católica, isto é, que não estão com a Sé Apostólica” (Dz 172).  Concílio de Florença: “A unidade do corpo da Igreja tem um tal preço, que só os que permanecem nele podem valer-se dos sacramentos para a própria salvação e obter prêmios eternos para os jejuns, esmolas e outros atos de piedade e exercícios de militância cristã” (Dz 714)

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