Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O «CAMINHO TRAICIONALISTA» DE CLÉRIGOS TIPO RIFAN

A «involução conciliar» do Vaticano 2 carreou um processo de inversão mental e espiritual de clérigos que pensavam seguir os desígnios divinos, mas foram atraídos pelo caminho largo de um vivaz convívio humano.

Nisto o nosso jucundo personagem encontrou tardiamente sua vocação.

Nela hoje arrasta festivamente um pequeno mundo outrora tradicional.

O leitor fique certo que aqui o tom irônico só quer prevenir, quem ainda tem ouvidos para ouvir, da gravidade de tal ruína, que só pode suscitar profunda lástima, especialmente em quem teve parte ativa com inúmeros escritos, traduções e palestras na luta de Dom Mayer para preservar a Diocese de Campos dos desvios conciliares dominantes.

Aqui iremos ver que dessa inversão o P. Rifan é apenas mais um «tipo» no mar de consagrados que não resistiram à sedução do banzé moderno e de seu rumoroso turismo religioso, intensificado até em Fátima.

Um Caso de Consciência

A demonstração proposta, tomando por modelo o nosso fecundo trovador de São Fidelis, é facilitada sobremodo pelo que ele mesmo escreveu antes e depois do fatal rodopio para angariar sua ardente tiara conciliar.

Vejamos um de seus últimos «arrazoados pastorais».

«Algumas pessoas têm perguntado sobre a participação ocasional e a eventual concelebração minha e de alguns dos nossos padres nas Missas celebradas no Rito de Paulo VI, isto é, na forma ordinária atual do Rito Romano. A grande maioria dos católicos, com bom senso, compreende perfeitamente que, embora em nossa Administração Apostólica se conserve a liturgia romana no seu uso mais antigo, seja normal que, em determinadas ocasiões, o Bispo e seus sacerdotes possam concelebrar a santa Missa na forma atual, usada habitualmente pelo Papa e por toda a Igreja do rito romano; normal, correto e bom, porque demonstra que somos católicos em plena comunhão com toda a Igreja. Alguns, no entanto, insinuam que esta presença representaria uma traição à Tradição, quase uma apostasia, uma renúncia a todas as críticas que foram feitas e que se possam fazer à Reforma Litúrgica e todas as suas conseqüências, uma aprovação de tudo que acontece hoje nas Missas, uma abertura ao “progressismo” e, pior, que isso faria parte de um “acordo” prático, não doutrinário, com a Santa Sé. Dada a maldade das suspeitas, insinuações e falsas conclusões, que vão muito além do alcance dos fatos e das intenções e que poderiam abalar pessoas desavisadas, explico a razão doutrinária do nosso proceder, segundo a doutrina católica, e renovo a nota de esclarecimento que já foi emitida em outra ocasião e as explicações já dadas à saciedade em minha Orientação Pastoral sobre o Magistério vivo da Igreja…».

Diz o P. Rifan: «O que aqui estamos ensinando baseia-se no Magistério vivo da Igreja, nossa segurança e critério de verdade». Mas não será que esse magistério é tão «vivo» que quer engabelar os fiéis ao ensino católico, verdadeiro ontem, hoje e sempre, porque vem de Cristo?

Ora é inevitável que muitas pessoas vejam com perplexidade a participação do nosso em concelebrações nas Missas ordinárias de Paulo VI. A grande maioria dos católicos, com bom senso, não pode engolir com facilidade que a mesma coisa, tida como lastimável antes, seja hoje recomendável e até obrigatória. Se há maldade de suspeitas e insinuações, estas devem ser atribuídas a quem insinua a ridícula conclusão que o rebanho deva tragar fatos e intenções que contrariam as razões doutrinárias precedentes, segundo a doutrina católica, mas hoje emitidas como «Orientação Pastoral sobre o «Magistério vivo da Igreja…». Isto fez o Vaticano 2; a hierarquia se abriu ao mundo e querem que a grei os siga para não serem excluídos das igreja e dos novos sacramentos! No caso presente: dos «velhos sacramentos» que servem de isca para os novos!

Mas vamos aos conteúdos; os novidadeiros e os perenes.

O caminho largo para a nova fraternidade sacramental humana.

«Bento XVI, na carta de 16 de junho de 2009, em que proclama o Ano Sacerdotal, recorda o ensinamento do Beato João Paulo II de que a comunhão eclesial se manifesta na concelebração eucarística»… Na instrução “Eucharisticum Mysterium” (nº 47), de 25 de maio de 1967, da Sagrada Congregação dos Ritos, dada no tempo ainda da Missa na forma antiga, aprovada pelo Papa e confirmada pela sua autoridade, explica-se a razão doutrinária da concelebração: “Pela concelebração da Eucaristia manifesta-se, apropriadamente, a unidade do sacrifício e do sacerdócio… Além disso, a concelebração simboliza e estreita os vínculos fraternos entre os presbíteros, pois em virtude da comum e sagrada ordenação e missão, estão unidos entre si por íntima fraternidade…”.

Curioso: o que se demonstrava a inoculação dos termos de uma nova liturgia em 1967, pela nova Congregação dos Ritos, agora é exibida como termo de conformidade ainda ao bom tempo da Missa na forma antiga!

O ponto crucial, porém, é outro. E a Deus ninguém pode enganar.

A (nova) colegialidade efetiva… da (nova) unidade do (novo) episcopado é um dos elementos constitutivos da unidade da (nova) Igreja…” (Novo Bem-aventurado João Paulo II, Ex. Apost. Pastores Gregis, 8).

Assim se explica: «Por ser um (novo) bispo católico da (nova) situação canônica regular, membro do (novo) Episcopado católico, em comunhão com o (novo) Papa, devo demonstrar na prática essa plena comunhão, especialmente em certas ocasiões, na celebração da Missa. Nossa participação e concelebração, portanto, se deve a (novos) princípios doutrinários e não apenas à diplomacia, boa convivência e muito menos conivência com erros» (!)

Mas aqui «boa convivência» rima mesmo com a «conivência com erros»; é o seu alto preço, como o nosso Tipo explicava no passado e agora nega deslavadamente no presente, porque lava todas as boas razões que aduzia no tempo de Dom Mayer. O que ficou delas?

Diz:

«Nós amamos, preferimos e conservamos a liturgia romana na sua forma mais antiga por ser, para nós [verdade relativa? Porque para o seu “papa” não parece ser como entedia S. Pio V], pela sua riqueza, beleza, elevação, nobreza e solenidade das cerimônias, pelo seu senso de sacralidade e reverência, pelo seu sentido de mistério, por sua maior precisão e rigor nas rubricas, apresentando assim mais segurança e proteção contra abusos, não dando espaço a “ambigüidades, liberdades, criatividades, adaptações, reduções e instrumentalizações”, como lamentava o Beato Papa João Paulo II (Enc. Ecclesia de Eucharistia, 10, 52, 61). Por ser uma das riquezas litúrgicas católicas, exprimimos através da Missa na sua forma ritual romana mais antiga o nosso amor pela Santa Igreja e nossa comunhão com ela. Conservamos o venerável rito de São Pio V, mas “cum Petro et sub Petro”, em plena comunhão. E a Santa Sé reconhece essa nossa adesão como perfeitamente legítima, concedendo-nos essa liturgia como própria de nossa Administração Apostólica. Assim, graças a Deus e à Santa Sé, nossos sacerdotes e fiéis podem se unir à Igreja e celebrar o culto divino com esse tesouro litúrgico da Igreja, que é a forma ritual antiga do Rito Romano.»

Mas se foi justamente essa nova Sé conciliar que combateu afincadamente contra a preservação desse tesouro, a fim de substituir seu espírito, fundado no Sacrifício do amor divino, pela nova fraternidade do convívio social!

Eis a ginástica acrobática de interpretar a nova liturgia à luz da Tradição, que esta despreza e pretende anular com novos aliados mitrados que rezam: “Conservemos a Tradição e a Liturgia tradicional, em união com a Hierarquia e o Magistério vivo da Igreja, e não em contraposição a eles”.

Sim, com eles que tudo fizeram e fazem para deformá-la. Mas “Jamais se pode usar a adesão à Liturgia tradicional em espírito de contestação à autoridade da Igreja ou de rompimento de comunhão.”

A adesão deve ser na comunhão da Fé que nos foi suscitada por Deus, do qual a Liturgia é reflexo e não terreno para as novas fraternidades sociais procuradas pela nova igreja, ao preço de seguir novos caminhos traçados, por exemplo pela nova crença neo-catecumenal.

Não assim pensa o nosso neo-convertido à Igreja conciliar, que afirma:

«Se, na teoria ou na prática, considerássemos a Nova Missa, em si mesma, como inválida, sacrílega, heterodoxa ou não católica, pecaminosa e, portanto, ilegítima, deveríamos tirar as lógicas conseqüências teológicas dessa posição e aplicá-la ao Papa e a todo o Episcopado residente no mundo, isto é, a toda a Igreja docente: ou seja, sustentar que a Igreja oficialmente possa promulgar, tenha promulgado, conserve há décadas e ofereça todos os dias a Deus um culto ilegítimo e pecaminoso – proposição reprovada pelo Magistério – e que, portanto, as portas do Inferno tenham prevalecido contra ela, o que seria uma heresia. Ou então estaríamos adotando o princípio sectário de que só nós e os que pensam como nós somos a Igreja e que fora de nós não há salvação, o que seria outra heresia. Essas posições não podem ser aceitas por um católico, nem na teoria nem na prática. Pela teologia católica, a Igreja, pela sua infalibilidade e indefectibilidade, não pode promulgar oficial e universalmente um rito não católico ou prejudicial às almas e, por isso mesmo realmente não o fez.»

Aqui vemos o processo de inversão mental e espiritual do clérigo que, atraído pelo caminho largo de um falaz convívio humano, quer justificá-lo.

Ora, a considerar que a Nova Missa é, em si mesma objetivamente heterodoxa, não católica e, portanto, ilegítima, foram Cardeais e Teólogos do mais alto nível, que expuseram essas razões tão objetivas que foram até copiadas pelo nosso, que agora esperneia contra o que fez de bom na vida.

Quanto ao fato que “deveríamos tirar as lógicas conseqüências teológicas dessa posição e aplicá-la ao Papa e a todo o Episcopado no mundo”, isto é, a toda a Igreja que abusa da aparência docente católica, ensinando doutrinas já condenadas pelo Magistério, é uma verdade que ele quer aplicar às avessas, segundo sua própria inversão mental e espiritual.

Diz: “sustentar que a Igreja oficialmente possa promulgar, tenha promulgado, conserve há décadas e ofereça todos os dias a Deus um culto ilegítimo e pecaminoso, é proposição reprovada pelo Magistério”.

Trata-se do dilema simples que o clérigo precisa contornar: – se o culto é mau essa Igreja com seu papa que o criou e quis implementar são por certo ilegítimos. Mas ele, que sabe muito bem e escreveu longamente sobre esse culto que é objetivamente heterodoxo, hoje inverte ilogicamente os fatos: o culto deve ser bom porque procede de uma autoridade que deve ser legítima (assim parece ao mundo), logo, ambos devem ser bons porque  ambos aparecem como legítimos a todo o mundo. As razões de fé objetivas são abolidas por similares truísmos, brotados da falsa obediência que, vejam só, convêm perfeitamente para aderir às maiorias dominantes!

E pasmem com a conclusão a que chega, igualmente alucinante: se assim não fosse – “as portas do Inferno teriam prevalecido contra ela, o que seria uma heresia”. E vai sem freios por ai afora: “Ou então estaríamos adotando o princípio sectário de que só nós e os que assim pensam (os loucos que seguem o princípio de identidade e de não contradição!) somos a Igreja e que fora de nós não há salvação, o que seria outra heresia. «Fora de nós”! Sim, a «heresia» de não aceitar esse ziguezague de uma galopante burrice da galáxia clerical!

A este ponto se aplica o dogma de Fé, definido pelo Concílio Ecumênico Vaticano I, que “esta Sé de São Pedro permanece imune de todo erro, segundo a promessa de Nosso Divino Salvador feita ao Príncipe de Seus Apóstolos: “Eu roguei por ti, para que tua Fé não desfaleça; e tu, uma vez convertido, confirma teus irmãos (Lc 22, 32)”. Esse mesmo Concílio Ecumênico Vaticano I define que este carisma da verdade e da fé que nunca falta, foi conferido a Pedro e a seus sucessores nesta cátedra…”.

É, portanto, claro que faltando ao novo rito de Paulo 6 o carisma da verdade e da fé católica, este não é rito da verdadeira Igreja e seu promotor também não se pode apresentar como vigário de Quem confere o poder de representá-Lo para confirmar a infalível Fé católica na «lex orandi».

Eis a única lógica, muito dura, mas real. O resto é bajulação «in sacris».

O espírito das novas concelebrações litúrgicas

Sobre os males potenciais da concelebração eucarística, escreveu nos anos Oitenta o preclaro teólogo carmelitano, P. Joseph de Sainte-Marie O.C.D. (L’ Eucharistie, salut de monde, études sur le Saint Sacrifice de la Messe, sa célébration, sa concélébration, Pub. 1982 Editions du Cèdre, Paris).

Com este padre, de grande visão espiritual, muito dissertámos também sobre as questões de Fátima. Mas para voltar ao problema da concelebração, ele lembrava que seu abuso implicava a progressiva dessacralização da sagrada Liturgia, pela falta de adoração e de veneração devida ao valor da Santa Missa.

De fato, cada celebração do Santo Sacrifício tem um valor inestimável e uma eficácia imensa para suas justas intenções. Quando muitos sacerdotes concelebram, mesmo uma santa Missa válida, ali houve um só Sacrifício, a detrimento de tantas possíveis. Ora, pergunta-se: a consciência de um padre que sabe do valor infinito da Santa Missa, de cada Santa Missa, pode ficar indiferente diante de uma sistemática, progressiva redução das celebrações católicas para a santificação e salvação das almas? Parece claro que é neste ponto que se pode conhecer o sentimento fiel de um verdadeiro sacerdote, assim como a justeza da Doutrina eucarística da Santa Igreja, que se quis horrivelmente mutilar com as diabólicas experiências concelebrativas conciliares. E tudo era a favor do culto do homem e da abominável mundanização da Igreja.

Já nas concelebrações ocasionais da Igreja católica, podiam surgir algumas confusões, mais ou menos graves. A principal, rejeitada com força pelo Magistério, foi da transformação da Missa numa ceia com a participação dos presentes no poder sacrifical (veja-se por ex. Discurso do Papa Pio XII, «Magnificate Dominum», 2.11.54) com a confusão entre o sacerdócio ministerial e o sacerdócio comum dos fiéis.

JPII, Carmen Hernandez e Kiko Arguello

JPII, Carmen Hernandez e Kiko Arguello

É isenta da comunhão nesse erro a e de outros tantos à serviço do MASDU (Movimento de animação espiritual para a democracia universal) a liturgia neo-catecumenal? Quem pode afirmá-lo, sabendo que a maior intenção presente ali é considerar o fervor comunitário, fácil de excitar, como um fim em si mesmo, como sentimento para um culto humano. Este se vai sobrepor inevitavelmente ao culto direto a Deus.

Kiko Arguello

Kiko Arguello

Basta ver que esta intenção de adaptar o divino ao humano já aparecem nas mutações doutrinais permeadas de graves heresias. Veja-se ampla documentação a respeito* e em especial o trabalho do Padre Enrico Zoffoli.

Padre Enrico Zoffoli

Este sacerdote passionista, no tempo que o visitei na «Scala Santa», me disse que havia ido ao Vaticano inúmeras vezes para pedir providências contra estas claras heresias. Não queriam ouvi-lo e este fato revelou a ele que Roma perdera a Fé e daí a autoridade na Fé. Foi o que me disse então, no ano antes de sua morte, e que aqui volto a testemunhar.

Temos ai um exemplo típico de como querem afogar os sobreviventes na verdadeira fé da Igreja de Deus. Por isto, já insistia Mgr Lefebvre falando de Ratzinger & Cia. ilimitada: Nós queremos cristianizar o mundo para o Reino de Cristo, mas eles (os anticristos) querem descristianizá-lo; é absolutamente impossível colaborar com eles. Em vista destes progressivos testemunhos do corajoso Arcebispo, só no desprezo pela sua memória se pode dizer que ele teria aceito Bento 16 como papa legítimo.

Pode alguém afirmar que essa desolação não atingiu níveis insuportáveis desde que apareceu a nova igreja conciliar para substituir a Católica com o seu Santo Sacrifício, o seu Sacerdócio sagrado e o seu devoto povo fiel?

Infelizmente, a verdade é que quando se aceita o erro maior – um falso papa – todo o resto – os outros erros – vêm fatalmente por acréscimo.

Mas visto que nenhuma maioria desviada pode prevalecer sobre a Verdade, repetimos: eles ficaram com as igrejas e os grandes circos religiosos, nós com a Fé. Non praevalebunt!

Laudetur Jesus Christus!

 *Sobre o CNC:

Eresie” nella dottrina neo-catecumenale, di don Luigi Villa. Editicre Civiltá, Bréscia – 13 de maio de 2000.

Sobre o Padre Zoffoli,(1915 – 1996), Passionista, primeiro há que dizer que era membro da Pontifícia Academia Romana de Santo Tomás de Aquino e de Religião Católica, e que foi autor insigne de muitas obras, tais como “Tempo ed eternità”, “Principi di filosofia”, “La Messa è tutto”, “Dizionario del Cristianesimo”,”Cristianesimo, Corso di Teologia Cattolica”, “Catechismo della fede cattolica”, e tantas outras. E entre essas outras publicou “Eresie del cammino neocatecumenale” (Edizioni Segno, Udine, 1995 ); “Catechesi neocatecumenale e ortodossia del Papa” (Edizioni Segno, Udine, 1995) com aprovação eclesiástica de 28 de fevereiro 1995, e por fim, “Verità del Cammino neocatecumenale” (Edizioni Segno, Udine, 1996). (Fonte:http://www.montfort.org.br/old/perguntas/neocatecumenato31.html)

EL CAMINO NEOCATECUMENAL ¿ES DEL TODO ORTODOXO?, Frei Antonio de Lugo OSH. Artigo publicado em CORRISPONDENZA ROMANA, 2/VI/1987

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