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GOLPE DO DEMÔNIO CONTRA A AUTORIDADE DIVINA NA IGREJA? JUÍZO SUSPENSO!

Apostasia

Não pode haver católico hoje que não veja com assombro a demolição da Fé na Igreja.

Até o lamentável Paulo 6 o constatou, falando de fumo de Satanás e de autodemolição da Igreja, que naturalmente dizia respeito a ele mesmo e a seus asseclas modernistas.

Este juízo sobre a situação a que querem levar a Esposa de Jesus Cristo o católico sério o faz tendo em vista a Sua defesa; para que outros irmãos se mobilizem para defender a honra da Santa Mãe Igreja com todos os meios. Isto já dura quase meio século.

É um «juízo» apresentado quase como uma súplica ao divino Juiz de todos nós.

Este o espírito que sempre guiou os Santos e nossos maiores do passado.

É o juízo que São Pio X dizia fazer, diante de todo problema, perante Deus crucificado.

Não é testemunho procrastinável se vemos a defesa da Igreja em perigo, com o aumento descomunal do risco de perdição para as almas vítimas de doutrinas de perdição, como se demonstra a reforma do Vaticano 2.

Diante da causa desta, são inúteis e mesmo condenáveis os recursos a vãs filosofias.

«Vede que ninguém vos engane por meio da filosofia inútil e enganadora, segundo a tradição dos homens, segundo os elementos do mundo, e não segundo Cristo (Col 2, 8)… «porque há ainda muitos desobedientes, vãos faladores e sedutores… (Tt 1, 10,11).

Nossos elementos de juízo católico só podem ser os da Igreja, da sua Lei e Doutrina, e para serem postos diante do divino Juiz de todos nós.

Do que se trata nos nossos tempos? Da demolição da Fé na Igreja.

Obra de quem? Do Inimigo de Deus e dos homens?

Por meio de quem? De uma hierarquia dita católica, mas que promove por meio do Vaticano 2 as heresias condenadas que vão do protestantismo ao modernismo.

Isto está demonstrado, não só em estudos que se sucedem há décadas, mas nas obras abomináveis desses «anticristos no Vaticano», como não hesitou em escrever Mgr Lefebvre e afirmar Dom Mayer.

Hoje vemos que alguns, não sabendo que posição assumir diante dos tais anticristos, preferem tergiversar com «filosofias» de estilo até mesmo «canônico»!

Tivemos assim vinte anos atrás o lamentável documento de um bisonho leitor canonista, P. Ceriani, «Ni papólatras ni papoclastas», que passou a ser lei «anti-sedevacantista» de grande parte da FSSPX.

Tenho esse opúsculo todo anotado, que analisei junto ao Homero Johas, que produziu então uma resposta baseada na justa interpretação da Lei, segundo o Magistério.

Só para citar um ponto incrível do opúsculo, ali se considera que todos os juízos são suspensos em relação aos eleitores e elegíveis do conclave para eleição do papa, segundo o que estabeleceu Pio XII e já havia estabelecido São Pio X. Inclui nisto os juízos de heresia e cisma, que são pela sua própria natureza, incanceláveis pelo direito eclesiástico, porque contra Deus mesmo.

Em termos simples, quem vai contra a Fé e a unidade da Igreja, antes de cometer um delito diante dos homens, o faz contra Deus. Portanto a absolvição desse delito, depois do arrependimento, é diante de Deus e não da Igreja, que só constata quanto ao arrependimento.

Nenhum papa tem poder de absolver heresias; pode julgar sobre cismas em relação à autoridade que ele mesmo representa, mas não em relação à ruptura com o Magistério da Fé.

Note-se que na Bula «Cum ex» já pelo desvio da fé o clérigo não é elegível em vista do perigo que isto representaria para a salvação de muitos.

Deste risco falou até São Pio V quando foi eleito, referindo-se ao cardeal Morone.

Sei que muitos preferem citar os números dos artigos do Código Canônico para cada questão, mas é preciso antes conhecer e certificar-se do espírito mesmo da Lei, que deve ser sempre lembrado.

Em todo o caso, para a exposição da Lei e de seus artigos, tivemos no caso a exposição do Dr, Johas, e seria deveras pouco eficaz, se a intenção é mesmo a defesa da Fé na Igreja, ignorá-la ao voltar à questão.

O fato é que vemos hoje toda uma argumentação às avessas dessa defesa, até no caso de Mgr Lefebvre.

Senão vejamos. Nos últimos meses lemos testemunhos de monges e professores que se vangloriavam de seguir o luminoso exemplo do Arcebispo quanto ao reconhecimento da autoridade dos «papas conciliares».

Demonstramos, até publicando escritos, que na verdade o corajoso Prelado sempre esteve atormentado pela dúvida se e quando devia denunciar os «anticristos no Vaticano» como não sendo papas.

Então o tiro mudou de direção.

Agora se quer provar que esse luminoso exemplo consiste em «suspender o juízo».

À parte a consideração que isto representa já uma omissão na defesa da Fé na Igreja – e vemos ao que levou o ataque a ela até com a confirmação da abominação de Assis – essas nobres tiradas professorais omitem o principal em relação ao Arcebispo, isto é, que se ele hoje admitisse a validade de um «papa Ratzinger», estaria avalizando a eleição de um herege. Isto não só devido à pérfida «fé conciliar» desse clérigo que ele acusou, mas à posição pessoal de alguém cujo programa redunda em destruir o Cristianismo, não tendo «noção alguma do que seja a verdade».

Eis, para concluir, que essa tentativa de exaltar o ilustre Arcebispo, se reverte no seu contrário: conclamaria a ambigüidade de quem para defender a Fé acaba por reconhecer o poder de quem continua sua demolição.

Nós, para honrar a memória de Dom Mayer, em toda ocasião, que nos é pobremente concedida, repetimos o que ele disse a quem quis ouvir: que «a Igreja de João Paulo 2 não é a Católica» e ele é um «antipapa».

Disso prestamos testemunho para que outros católicos não fossem empulhados pelo grande engano.

Quanto a Mgr Lefebvre, repetimos o que está escrito acima e outros testemunhos que punham em dúvida a autoridade de João Paulo 2. Mas muito mais do que isto, pois se aplica a Bento 16, que sinceramente duvidamos ele o aceitasse como papa. Em todo o caso, a questão que se põe, e não só para estes dois bispos destemidos, é que o juízo que conta na verdade é diante de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quem hoje testemunha o descalabro clerical que se abate sobre a Igreja em nome de «papas conciliares», à pergunta: – como você testemunhou esse golpe demoníaco para destruir a Minha Igreja?

Não queremos estar entre os que, omitindo a causa principal da demolição, que está na vacância de sua defesa, respondem professoralmente: suspendemos o juízo!

É fato revelado que a causa principal do inimigo ter ocupado o Templo de Deus, usando o nome de Deus, seja a remoção do «obstáculo» pontifical (II Tes, 2).

Mas também está escrito que esta causa é precedida pela apostasia geral.

Hoje parece claro que aceitar uma falsa autoridade divina em veste papal já é parte, se não de uma velada apostasia a favor de uma igreja encabeçada por hereges, de uma obstinada omissão no testemunho universal e claro do contrário para a eficaz defesa da Santa Igreja. Isto também faz parte do Código.

Como pode um fiel, para ser coerente nessa defesa da Igreja, pretender fazê-lo admitindo a autoridade católica autêntica de quem a flagela com as suas heresias? Continuará a suspender o juízo porque o flagelo não lacerou a sua Doutrina em nome do «magistério infalível»?

Pode fazê-lo em nome do Código diante de Jesus Crucificado?

Que Deus tenha piedade de nossa geração em trevas profundas!

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