Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

4 – FÁTIMA E OS FALSOS MESTRES – DE STEINER A RATZINGER

no ideário de quem ignora os pastores ídolos de Assis 

O ser humano é um «aprendiz» imperfeito por sua própria natureza.

Desde que inicia a aprender, começa a acrescentar suas ilusões e enganos no que percebe, mormente devido às imperfeições de quem ensina. Por isto o ato inicial da razão para buscar a verdade, o bem e também a harmonia do belo, é procurar quem ensina em espírito de verdade; buscar o ensino de quem segue a direção da divina perfeição.

Eis a necessidade da Revelação divina que transcende o homem ignorante e imperfeito na percepção da Verdade, à origem de todo bem.

Jesus ensinando

Neste «encontro» com a Verdade encarnada, o que se aprende sobre o crer no bem e no Bom Mestre?

«Um jovem aproximou-se e disse a Jesus: «Bom Mestre, que devo fazer de bom para alcançar a vida eterna?» Jesus respondeu: «Porque me interrogas sobre o que é bom? Bom é um só, Deus. Se queres ganhar a vida, guarda os Seus mandamentos» (Mt 19, 16-17).

Esta lição continuou na outra sobre um só Mestre:

«Quanto a vós, nunca vos deixeis tratar por mestre, pois um só é o vosso Mestre… Na Terra, não chameis pai a ninguém, pois um só é o vosso Pai, Aquele que está no Céu… que não vos chamem guias, pois um só é o vosso Guia: o Messias… (Mt 23, 2-3).

Como os homens no mundo têm pais e precisam de mestres e guias, esta lição se refere a uma Revelação divina que transcende a paternidade, e a ignorante e imperfeita percepção da Verdade, à origem de todo bem; só no amor à Verdade encarnada, se aprende o crer no bem e no Bom.

Ai portanto de quem transfere esse amor e essa fé a ídolos terrenos.

E aqui entramos na questão dos falsos mestres em vestes pontificais.

Toda a devoção e fidelidade que o católico presta ao Papa têm por objeto não aquele homem, mas o que ele representa como Vigário de Deus.

E ele nisto será reconhecido, não por sua aparência, idéias ou teologias, mas pela sua fidelidade em transmitir a Palavra, que não lhe pertence, mas lhe foi confiada para a presença da Autoridade divina na Terra.

Trata-se da continuidade na Fé, garantida na Igreja, entre Nosso Senhor Jesus Cristo e Seus fiéis, que dura há dois mil anos, com 260 papas e 20 Concílios ecumênicos, a despeito do falho comportamento humano.

Hoje, porém, a falha é de ordem estratosférica, porque há mais «católicos» preocupados em defender os falsos cristos e falsos pastores – previstos por Jesus para os nossos tempos -, do que as questões da Fé, por eles poluída. Basta a cerimônia abominável de Assis para comprová-lo.

Bento 16

O Papa católico é reconhecível na sua atitude quanto à Fé

Atacaram-nos por denunciar essa «atitude infiel» de João Paulo 2º.

JPII Hindu Blessing, João Paulo II Benção Hindu

 Fonte: http://mentiras-evanglicas-e-outras.blogspot.com/2011/08/joao-paulo-ii-e-sacerdotisa-de-shiva.html

Um texto maldoso colocado junto à uma foto inocente, muda completamente o sentido dos fatos… O Papa João Paulo II jamais teve qualquer marca na fronte, colocada por uma “sacerdotisa pagã de Shiva“. Há uma foto do papa com a testa sendo ungida por uma mulher indiana, mas, ela era uma católica, e não uma “sacerdotisa pagã de Shiva. Ela estava dando uma tradicional de saudação indiana conhecida como “Aarati “, que não tem significado religioso mais do que um aperto de mão na cultura ocidental, ou alguém que dá uma coroa de flores como boas-vindas no Havaí. Uma carta de 22 de novembro de 1994 do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, explica o costume e o seu papel na sociedade indiana:

“Índios católicos usam o “Aarati” quando uma criança volta para casa depois de receber a Primeira Comunhão, e quando um casal recém-casados são recebidos por suas respectivas famílias.” Hoje em dia, o  “Aarati ” é frequentemente realizado para saudar o celebrante principal em um evento litúrgico, (como foi na ocasião que aparece na fotografia). Em tais ocasiões, o “Aarati” geralmente é oferecido por uma senhora casada católica, e certamente não por uma “sacerdotisa de Shiva”, como foi alegado pelo mentiroso site evangélico e outros. No link abaixo, podemos ver a tradução da programação papal para aquele evento, onde não consta qualquer “sacerdotisa hindú” e sim católicas e católicos, pois o evento era uma missa dentro da cultura indiana, e descreve assim o momento que tentaram distorcer:

“Durante a doxologia quando o Santo Padre toma o cálice e a patena com a hóstia, o Aarati, que é um sinal de veneração, será realizada por um grupo de jovens senhoras.”

http://search.vatican.va/news_services/liturgy/documents/ns_lit_doc_05111999_new-delhi_en.html

Os sites evangélicos “Espada Eti” e “CACP”, recentemente foram eleitos como os piores, por postarem inúmeros embustes, confira:

http://setimodia.wordpress.com/2009/05/22/os-piores-sites-apologeticos-do-brasil/

Irmãs religiosas indianas oferecendo o AARATI

Esta é a lição das Escrituras, que o Papa João Paulo II guardava, e o dono daquele site sem credibilidade não: I Coríntios 9, 20. Para os judeus fiz-me judeu, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da lei, fiz-me como se eu estivesse debaixo da lei, embora o não esteja, a fim de ganhar aqueles que estão debaixo da lei. 21. Para os que não têm lei, fiz-me como se eu não tivesse lei, ainda que eu não esteja isento da lei de Deus – porquanto estou sob a lei de Cristo -, a fim de ganhar os que não têm lei. 22. Fiz-me fraco com os fracos, a fim de ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, a fim de salvar a todos. 23. E tudo isso faço por causa do Evangelho, para dele me fazer participante.»

Imagine se o nosso João Paulo II, chegasse entre os daquela cultura condenando a todos, dizendo que eram hereges e iriam para o Inferno com suas idolatrias? Certamente não seria ele o portador do evangelho de Cristo, mas um desrespeitador das culturas dos povos. Hoje, graças a santa e correta conduta do nosso saudoso João Paulo II, é exatamente a Índia, um dos países onde a Igreja Católica mais cresce.

Somente a Índia, nos últimos 25 anos, ofereceu à Igreja Católica: quatro cardeais, 69 bispos, mais de 11 mil sacerdotes e 15 milhões de católicos. Fonte dos dados:  http://storico.radiovaticana.org/bra/storico/2005-10/53848_igreja_catolica_na_india_busca_adaptar-se_a_cultura_do_pais.html

nosso querido JP II sempre foi sábio e sóbrio, e sempre respeitava a cultura dos povos, nos países onde levou a mensagem de Cristo ().

Falsos mestres engendram discípulos de fé avariada

A criança crê e quer crer nos pais e mestres que se lhes deparam. E, uma vez convencidos, são capazes de se bater na defesa do que creram.

Mas para o católico isto só é admissível na Fé do Evangelho de Cristo (II Gal 1,8). Todo o ensino de pais e mestres deve ter por fim a verdade.

Nela o católico tem o metro inconfundível para julgar a «bondade» do mestre que o aproxime da mais alta verdade, que transcende o humano.

Ao contrário, o falso mestre o afasta dessa aproximação com desvarios de uma religiosidade não só alheia, mas oposta à Fé da Igreja única.

Sabemos que isto aconteceu e se repete na direção da crença de Assis.

O que acima o discípulo iludido ou transviado na devoção ao seu «papa» quer demonstrar, acaba por revelar justamente os efeitos dessa gravíssima prevaricação de quem aparece como Vigário de Cristo para desviar os pobres fiéis da Sua Fé, única que salva.

Vemos que a lição de São Paulo aos Coríntios (9, 20) é citada de modo que ele até parece dizer: Para os pagãos fiz-me pagão, a fim de ganhar os pagãos. Será que o nosso leitor percebe a diferença do conviver humano com a zelosa incompatibilidade no «sagrado», que é lei da Igreja?

Shaman abençoa João Paulo 2

Limpia

Quanto a costumes culturais compatíveis, a Igreja é tolerante na mesma medida que estes não ferem a Fé que exclui superstições e idolatrias. Mas aqui João Paulo 2º não pôs nenhum limite ao decoro religioso, foi dos indianos aos budistas, dos animistas ao vodu, para receber deles, desde a água sagrada à bosta de vaca sagrada feito sinal vital na fronte.

A rampante «religiosidade» ecumenista conciliar

Note-se que, quando se vêm freiras indianas oferecendo o AARATI numa igreja, a questão não é mais saber se isto que, segundo os entendidos é bosta de vaca sagrada, tem algo de religioso ou supersticioso, mas se essas senhoras sabem de oferecer algo que nada tem de católico.

O «tilak» (AARATI?) não passa a ser católico por causa dessa oferta numa igreja, mas tal oferta desacredita como católico quem pensa de fazê-lo à semelhança das “sacerdotisas de Shiva”. Do mesmo modo, o clérigo vestido de papa não santifica o seu sincretismo com essa exibição, mas desvia ainda mais essas ovelhinhas para serem tragadas pelas móveis e fatais areias ecunenistas-conciliares em nome da cultura local!

Se esta fosse no desígnio divino, esteve errado São Paulo enfrentando São Pedro na questão da conservação das tradições judaicas. Mas sabemos que São Pedro entendeu, e deve até ter agradecido, razão porque nós cristãos não somos circuncidados e tanto menos devemos comer o kocher, que não apetece nem aos judeus (pelo menos muitos dos que viajaram nos meus vôos). Imaginemos agora um «apóstolo» que se faz batizar com a coisa de vaca para promover a sua cultura ecumenista da redenção universal! Quem benzeu quem nesse evento?

Depois dos falsos mestres ouçamos uma voz católica

Como encarar a tolerância para com o que e para quem favorece a heresia e o retorno às tradições ligadas às outras religiões?

Nenhum católico brasileiro pode testemunhar que com suas três viagens ao Brasil, João Paolo não tenha entregado a Religião às múltiplas seitas.

Será que foi diferente com a Índia e seus cardeais ecumenistas e todo o resto? Qual «Conselho pontifício» hodierno pode dizer a verdade neste caso, quando a mesma Sede está ocupada pela operação da mentira?

Diz o preclaro teólogo Padre Faber * sobre o adultério religioso:

É o pecado dos pecados, a mais repugnante atitude que Deus reprova neste mundo enfermo. No entanto, quão poucos entendem sua extrema odiosidade! É a poluição da verdade de Deus; a pior de todas as impurezas. No entanto, somos tão indiferentes a ela! Fitamo-la e restamos imperturbados; toca-mo-la sem algum tremor; convivemos com seus fautores e não tememos. Vemos que toca as coisas santas e não percebemos o sacrilégio. Inalamos seu odor e não damos qualquer sinal de detestação ou desgosto. Alguns lhe afetam amizade; e outros até buscam atenuar suas culpas. Não amamos bastante a Deus para enfurecer-nos pela Sua glória. Nem amamos bastante os homens para sermos caridosamente sinceros para as suas almas. Tendo perdido o tato, o paladar, a visão e todos os sentidos das coisas celestiais, somos capazes de armar a tenda no meio dessa praga odienta, em imperturbável sossego, reconciliados com a sua repugnância, e sem evitar declarações em que nos gabamos de solícita tolerância liberal, até mesmo demonstrando simpática admiração por seus fautores.

Por que estamos assim tão abaixo dos santos de antigamente e mesmo dos apóstolos destes últimos tempos, na abundância de conversões? Porque não temos a antiga firmeza! Falta-nos o espírito da Igreja antiga, o gênio eclesiástico de então. Nossa caridade é insincera, porque não somos austeros; não é persuasiva, porque somos insinceros.

Carecemos de devoção pela verdade como verdade; verdade de Deus. Nosso zelo pelas almas é débil, porque falta-nos zelo pela honra de Deus. Agimos como se as conversões lisonjeassem a Deus, e não ao contrário, que a trepidar pelo excesso de misericórdia divina devam ser as almas resgatadas.

Dizemos meias-verdades aos homens – a metade que melhor satisfaz à nossa própria pusilanimidade e aos preconceitos gerais; e nos admiramos depois que tão poucos se convertam, e destes poucos, muitos apostatem. Somos falhos ao ponto de admirarmo-nos que nossas meias-verdades não tenham sucesso como plena verdade de Deus.

Quando não há ódio à heresia, não há santidade.

O “homem que poderia ser um apóstolo, por falta de justa indignação, torna-se uma úlcera na Igreja.”

Bento 16 Assis 27 de outubro de 2011

O mundo católico que engoliu imperturbado a cerimônia de Assis ao ponto de revê-la comemorada 25 anos depois, tem na consciência a culpa de aceitar ou não reagir indignado diante de uma falsa autoridade que promove a heresia do direito em foro externo à liberdade de religião, de idolatria e de ateísmo, em nome de nosso adorável Salvador e Senhor Jesus Cristo. Culpa de aceitar a repugnante atitude que Deus reprova neste mundo, agravada pela desonra à memória de Deus em Seus santos e grandes militantes que suscitou para a defesa da Fé, como foi o Padre Faber e no nosso tempo também os bispos Castro Mayer e Lefebvre, além de Gustavo Corção e outros grandes católicos.

HINO PAGÃO DENTRO DA BASÍLICA

Que Deus não queira que seus discípulos permaneçam, por falta de justa indignação, a vê-los hoje entre os pusilânimes das meias verdades e juízos suspensos sobre a abominação execrável perpetrada por um falso Cristo em Assis. Mas quem aparecerá então como úlcera da Igreja? Visto ser inegável que o fato e seu fautor são logicamente inseparáveis, como se pode ver tocar as coisas santas e não perceber o sacrilégio? Ou será que continuam imperturbados, vendo sem temor a heresia; convivendo com os seus fautores sacrílegos sem nenhum tremor?

* O famoso teólogo inglês, P. F. Faber, foi quem apresentou a obra esquecida de São Luís Maria Grignion de Monfort, o «Tratado da verdadeira devoção a Maria» (veja «Entre Fátima e o Abismo», p. XX)

Informações complementares:

Sobre a suposição que não era o Tilac e sim o tal Aarati:

O autor se engana com o evento, visto que o evento que ele apresenta como prova seguindo o site do vaticano ocorreu em 1999, a foto de João Paulo 2 recebendo o sinal pagão foi tirada em 1986 e foi noticiada por Jornais simpatizantes da nova Roma do Vaticano 2.

“Los dos primeros dias de Juan Pablo II en la India no estuvieron marcados por vastas manifestaciones de multitudes. Los católicos son poco numerosos en Nueva Delhi pero la acogida fue muy calurosa, pese a algunos desfiles hostiles al viaje. Lo más interesante viene sin duda de las intervenciones de Juan Pablo II quien rindió un sostenido ho­menaje a los ‘valores espirituales’ de la India y al mahatma Gandhi. Por ello, el gesto de esta joven, poniendo en la frente del Papa el signo de reconocimiento de los adoradores de Shiva (cuyo carácter religioso se ha borrado) refieja bien el comlenzo de este viaje”.

“La Croix L’Evénement”, Paris, Neves 6 de febrero de 1988.

“Al cabo de dos dias, finalizo la parte oficial de la gira, con gran alivio para todo el mundo. Juan Pablo II fue objeto entonces de la primem recepción calurosa con ocasión de una fiesta multirreligiosa que congrego a hindúes, musulmanes, sikhs y cristianos. El Sumo Pontífice se dejó aplicar en la frente el tilak —o tika—, Ia pastilla de polvo rojizo de los adeptos al hinduísmo”.

ALAIN DE PENNANSTER

Além disso sobre o assunto é digno de nota o estudo feito pelo grupo Novus Ordo Watch que pode ser visto no seguinte link, em inglês:

http://www.novusordowatch.org/thirdeye.htm

Deixamos aqui um extrato do estudo em tradução livre:

Os vibhuti são: As cinzas com as quais Siva manchou seu corpo, uma pratica seguida por muitos dos seus devotos. 35

A respeito dos costumes indianos adotados pelos missionários Jesuitas no século XVIII, mencionado de passagem no início deste estudo, entre aqueles proscritos pela Santa Sé, escreve o Padre Joseph Brucker, S.J., na Enciclopédia Católica, estavam vestir cinzas e emblemas segundo o costume dos hindus pagãos.36

Trabalhando sobre isso, o Padre Brucker cita um instrução da Congregação da Propaganda para o Vigário Apostólico de Pondicherry, datada de 15 de Fevereiro de 1792, que indicava aqueles costumes que poderiam ou não ser adotados. Se lê, em parte:

“O decreto do Cardeal de Touron e a Constituição de Gregório XV concordam no seguinte sentido, que ambos proibir absolutamente proibir qualquer sinal de apoio a qualquer aparência de supertição, mas permitir aqueles [costumes] que em geral são utilizados com o objetivo de adorno, boas maneiras e limpeza do corpo, sem qualquer relação com a religião”. 37 Enquanto apologistas de João Paulo II possam trazer a natureza do Tilac em causa (embroa seu uso não religioso seja raro para os homens), as cinzas de esterco de vaca com os quais eles são assinalados não permitem outra interpretação.

notas:

33.       Edward Rice, Eastern Definitions (Garden City, N.J.: 1978), p. 381.

34.       (Philadelphia: 1971), p. 281.

35.        Margaret & James Stutley, Harper’s Dictionary of Hinduism (New York: 1977),  p. 331.

36.       “Malabar,” Vol. IX, p. 561.

37.       Cited, ibid., pp. 561-562.

Para concluir esclarecemos, se é que já não fica claro pelo presente artigo, que ainda que o autor tivesse razão em sua defesa da recepção do suposto Aarati, a obra de João Paulo 2 em suas relações com as falsas religiões não encontra precedentes no agir e sentir da Igreja, é uma omissão, tão sistemática que só pode ser voluntária, da transmissão da verdadeira Fé transmitida pela Única Igreja de Cristo, fora da qual não há Salvação.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

AMOR DE LA VERDAD

que preserva de las seducciones del error” (II Tesal. II-10).

Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

Radio Spada

Radio Spada - Tagliente ma puntuale

Catholic Pictures

Handmaid of Hallowedground

Hallowedground

Traditional Catholic Visualism

Acies Ordinata

"Por fim, meu Imaculado Coração triunfará"

RADIO CRISTIANDAD

La Voz de la Tradición Católica

%d blogueiros gostam disto: