Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

5 – FÁTIMA E OS FALSOS MESTRES – DE RONCALLI AOS HÓRRIDOS ECUMENISTAS

no ideário da CNBB e na mira de Olavo de Carvalho

Sobre a verdadeira liberdade do ser humano, como Deus nos criou, sempre se ocupou a Igreja, seu Papa, sua Hierarquia e seus consagrados.

Como seria hoje depois que o Papa católico foi «liquidado» com seu séquito fiel, fato reconhecível também pela visão do Terceiro Segredo de Fátima e mais claro já em 1960 com Roncalli, João 23, traiçoeiramente eleito à Sé de Pedro em 1958?

Que acontecia com esse modernista filo-mação instalado como supremo «mestre» para apoiar toda ideia revolucionária no mundo e para minar a Igreja?

Aqui voltaremos às consequências disso no tempo de João Paulo 2º, com o apelo dos Bispos de Formosa (também chamada Taiwan) no mês de março de 1979.

Foi publicado em língua inglesa em julho, no “The Remnant”, mas só apareceu na “Documentação Católica” em agosto. Temos aqui uma sua tradução do inglês.

AOS BISPOS DO MUNDO, AOS CRISTÃOS, A TODOS OS HOMENS ANIMADOS DO SENSO DE JUSTIÇA.

Irmãos, desejamos-lhes a paz que o Senhor Jesus nos obteve por seu sacrifício.

Embora os cristãos representem apenas uma ínfima minoria da população que vive em Formosa, o Senhor e o Colégio dos bispos, sob a presidência ativa do Nosso Santo Padre, o Papa, nos estabeleceram pastores a serviço de todo esse povo que o Pai celeste ama e pelo qual Jesus Nosso Senhor verteu seu sangue.

É a esse título que lhes endereçamos esta carta.

Nossas ilhas abrigam uma população de 17 milhões de habitantes, ou seja, uma população mais numerosa do que a da Austrália, da Holanda ou da Suíça, mais numerosa que 120 das 160 nações independentes do mundo. 17 milhões de homens, mulheres e crianças que nascem e morrem, vivem e trabalham, conhecem a alegria e o sofrimento, amam e rezam, e a quem o Senhor Jesus “deu o poder de tornarem-se filhos de Deus”.

17 milhões de habitantes que, pela primeira vez na história da China, conseguiram, em trinta anos de trabalho persistente, criar um bem-estar equitativamente repartido entre todos. Construíram uma sociedade que não é perfeita, mas que lhes assegura, do melhor modo possível, uma chance de viver livres e ao abrigo da necessidade, de desenvolver seus talentos, de progredir, cada um segundo sua consciência e de responder ao apelo do Pai. “O homem desabrochado, eis a glória de Deus”.

17 milhões de pessoas cuja sorte estáem jogo. Nossopovo, efetivamente, acaba de ser jogado na incerteza; o caminho que ele tinha aberto para si, por um trabalho sem tréguas, lhe escapa, ele se torna vítima de rivalidades que o ultrapassam, exposto à indiferença de uma opinião pública corrompida e insensível. Os meios de expressão políticos e diplomáticos lhe são pouco a pouco tirados; as assembléias culturais, científicas, esportivas, etc., da comunidade das nações, lhe são fechadas; ele se vê empurrado, contra sua vontade, para um processo de destruição.

Antes que seja tarde demais, a voz dos pastores deve mostrar ao mundo a angústia de seu povo.

A SITUAÇÃO – Todos sabem que há 30 anos, em 1949, o regime de Pequim tomou o poder sobre o continente Chinês. Graças à sua insularidade, a província de Formosa pôde escapar da sorte das outras províncias da China. Cerca de 2 milhões de refugiados do continente se uniram aqui a uma população local de oito milhões. Juntos e com a ajuda de países amigos, valorizamos esse território, a ponto de fazer dele hoje um país desenvolvido, cuja população quase dobrou.

Enquanto um grande número de governos do mundo livre continuava a reconhecer nossa legitimidade, a situação geográfica de nossas ilhas bastou para preservar nossa liberdade até o momento em que, em 1954, os Estados Unidos vieram garanti-la por um Tratado de Defesa Mútua.

Ao longo dos últimos anos, um após outro, os governos do mundo livre cessaram de nos reconhecer, para estabelecer relações diplomáticas com Pequim. Em 1971, as Nações Unidas decidiram excluir-nos de suas assembléias. Nossa população reagiu com coragem e energia a este progressivo isolamento político, diplomático e cultural, confiando em que a comunidade das nações não nos recusaria a possibilidade de sobreviver na liberdade. Confiança muito natural, já que sempre contribuímos de nossa parte para uma fraternal solidariedade internacional; veja-se a ajuda técnica que fornecemos há anos aos outros países em via de desenvolvimento, ou ainda, a ajuda que, sem nenhum apoio das Nações Unidas, oferecemos largamente aos refugiados do Vietnam.

Por fim, recentemente, os EUA, que garantiam nossa liberdade, decidiram romper as relações diplomáticas com nosso governo e terminar o Tratado de Defesa Mútua. Como a maior parte dos governos que reconheceram Pequim, eles declararam que “Formosa fazia parte da China”. Por esta afirmação ambígua, a “questão de Formosa” se torna um “affaire” interno da China cujo único governo, o de Pequim, é reconhecido. O estatuto legal de Formosa é confiado a Pequim e nossa população é entregue, contra sua vontade, à mercê de um regime totalitário que ela abomina.

Este regime controla uma população cinquenta vezes mais numerosa que a nossa; ocupa um território trezentas vezes maior que Formosa e dispõe de enormes recursos. Toda vantagem econômica ou militar que ainda nos atribuem é pulverizada diante de tal potência. Por medo de ofender Pequim, o mundo livre hesita hoje em garantir nossa liberdade por qualquer coisa de mais sólido do que declarações. O que fará ele quando esse “affaire” interno for liquidado às custas de nossa liberdade ?

Naturalmente esta situação lança a inquietude em nossos corações: nossa sorte parece selada pela indiferença geral; a dúvida nos ronda e arrisca minar nosso esforço coletivo. Entretanto, recusamos perder a coragem.

Um só coração com nossa população, não reconhecemos nada além de uma só China, uma só cultura, uma só nação, um só território, mas recusamos, com todas as nossas forças, o regime que subjugou nossos irmãos no continente. Face à sorte que nos ameaça, afirmamos nossa vontade de fazer tudo que está em nosso poder para preservar nossa liberdade e a de nossas famílias. Pedimos que tentem compreender o que está em jogo para nós.

Não queremos nenhum privilégio, não pedimos nenhum favor, não procuramos escapar aos sofrimentos comuns da humanidade. Queremos simplesmente que não nos tirem o direito inalienável de todo homem, de viver livre e segundo sua consciência. Por nosso trabalho, conseguimos construir uma sociedade bem imperfeita ainda, mas que oferece a cada um de nós a possibilidade de ser ele mesmo com o respeito dos outros. Queremos defender essa sociedade para nós e nossos filhos e se for possível, um dia, oferecer seu modelo aos nossos compatriotas do continente.

Não recuamos diante dos sacrifícios que o serviço do próximo nos impõe. Não temos medo de mudar nosso estilo de vida, nossos hábitos, nosso conforto se o interesse dos menores entre nossos irmãos, o exigir. Todos sabem que o povo chinês é capaz de suportar grandes sacrifícios e nossa história secular, dos dois lados do estreito de Formosa, é uma prova contínua disso. A pobreza, que vencemos tão recentemente, não nos apavora, mesmo se ela nos for injustamente imposta. Podemos suportar a opressão material, as mais duras privações, as zombarias e a injustiça. O que não queremos é que nos tirem a liberdade de pensar e que nossa inteligência e nossa consciência nos mostram ser verdadeiro, a liberdade de escutar a voz de Deus em nós e de conformar nossa vida por ela.

Não são, portanto, o materialismo, a procura do conforto nem o egoísmo que nos impelem. É simplesmente o desejo de viver como seres humanos a quem a filiação de Deus está aberta, e o desejo de assegurar a mesma vida para nossos filhos.

Recusamos tornarmo-nos um rebanho humano. Recusamos que nos ditem nossos pensamentos, em detrimento da dignidade que o Criador pôsem nós. Recusamosser transformados, contra nossa vontade e nossa consciência, em marionetes de uma ideologia falsa que rejeitamos. Sabemos por experiência pessoal de muitos entre nós, que é esta a sorte que nos espera se cedermos na nossa determinação ou se o mundo nos abandonar.

A imprensa ocidental se faz atualmente o eco de um movimento de “democratização” do regime de Pequim. Nossa experiência, mais próxima dos fatos, nos lembra que tais movimentos aparecem regularmente no continente chinês e em geral prenunciam uma repressão mais severa. Eles são empreendidos na linha da dialética hegeliana e visam sempre aumentar o domínio do regime sobre a população. Uma verdadeira liberação da pessoa humana seria a negação do regime e muitos anos seriam necessários para assegurar a credibilidade de uma mudança tão radical.

DIÁLOGO MORTAL – Não esperamos que nossa situação mude de um dia para o outro. O processo levará todo o tempo necessário para que a opinião pública não seja ferida com violência demais e não reaja. Mas, uma vez em curso, ele se mostrará irreversível. Pedem-nos, primeiro, para dialogar. A sabedoria popular chinesa chama isso de “tirar o bigode do tigre”. Uma experiência triste e já longa, nos mostra que esse “diálogo” conduz inevitavelmente à sujeição total e sem condições.

Pode-se honestamente fechar os olhos ao que aconteceu em cada um dos países da Europa do Leste depois da Segunda Guerra Mundial? Pode-se honestamente esquecer o Vietnam onde, de cada vez, foram rompidos os acordos mais solenes, garantidos pelas grandes potências, até a queda final de um povo que recusava se submeter à ideologia totalitária de uma minoria? Pode-se ignorar que os habitantes dessa região, que heroicamente suportaram trinta anos de uma guerra horrível e desumana, são incapazes de suportar a opressão dessa ideologia e, arriscando a vida, fogem de sua pátria por centenas de milhares?

Os fatos se multiplicam demais para que se possa escondê-los.

Assim que uma porta ou janela se abre ao ciclone, é toda a casa que é varrida e logo arrasada. Nossa própria experiência nacional, seis vezes repetida, prova-nos abundantemente que entreabrir a porta ao diálogo que nos pedem mais uma vez, é definitivamente se entregar, pés e mãos atados, ao interlocutor sem escrúpulos. O mundo está pronto para acolher amanhã dezessete milhões de refugiados? Não seria mais simples e mais humano impedir essa catástrofe?

Além disso, porque nos forçar a regatear nossa liberdade quando a possuímos plenamente e com o apoio de nossos amigos ela poderia facilmente ser defendida?

IMPORTÂNCIA DA OPINIÃO MUNDIAL – Nos próximos meses esperamos “gestos fraternos”, que irão talvez até “pedir nossa ajuda” para a modernização da mãe-pátria. O objetivo desses gestos é o de nos destruir se nós os aceitamos e virar a opinião pública contra nós se nós os recusamos.

Se acolhermos o contato, eles aproveitarão para nos erodir, semeando a discórdia entre nós. Toda sociedade contém sementes de “contradição”, e exacerbá-las a ponto de provocar conflitos e estouros é uma tática bem conhecida. Todo contato conosco visará a este fim: desconsiderar-nos aos olhos do mundo a fazer-nos cair como um fruto maduro, privados de todo apoio exterior. Se não aceitamos o contato, esta será a “prova” de que não somos razoáveis, que recusamos a mão estendida e que a única solução possível é a de nos reduzir pela força.

Como a opinião pública, de memória tão curta, poderia compreender esse jogo sutil e perverso? Em um caso não nos acharão dignos de ser defendidos uma vez que não nos entendemos entre nós. No outro, dirão que nós colhemos o que plantamos, já que somos tão pouco conciliatórios.

Nossa experiência passada e a engrenagem de destruição em que fomos apanhados, permitem-nos ver a situação claramente. Infelizmente muitos só vêem o momento presente, cegos a um processo que se desenrola há meses ou anos.

O perigo pode parecer longínquo, mas nós sabemos que uma vez colocada em movimento, a engrenagem não parará mais e nos esmagará sem remédio. A tática consiste precisamente em tecer pouco a pouco, à nossa volta, uma tela que impedirá efetivamente nossos amigos de nos ajudar, quando o perigo tiver se tornado visível.

Já agora mesmo, em outro registro, a propaganda adversa visa a arrebatar-nos a opinião mundial assim como perturbar nossa população, lançando a dúvida sobre nosso governo, colocando em questão o valor de nosso esforço coletivo, agravando os pontos ainda fracos de nossas realizações. Construir uma sociedade é uma obra longa, de resultado sempre imperfeito; criticá-la e destruí-la, é fácil.

Atividades destruidoras que se infiltram inclinam-nos a fortificar nosso indispensável aparelho de segurança, o que logo nos será censurado hipocritamente. E muitas outras táticas, retomadas de um passado recente ou inventadas para as novas circunstâncias, serão aplicadas para nos desmoralizar e nos destruir.

É de importância crucial para nós que a opinião pública mundial seja esclarecida na verdade e possa perceber o que se passa realmente. Somente uma atenção constante permitirá frustrar essas táticas perigosas que querem nos encerrar numa emboscada mortal.

NOSSA ESPERANÇA – Fomos estabelecidos pastores para levar nosso povo, todo o nosso povo, até o Pai. E para isso nossa missão é de proteger a dignidade da pessoa humana, criada à imagem e à semelhança de Deus. Mas somos membros de uma minoria insignificante que um regime totalitário, que não tolera nenhum pensamento diferente do seu, reduzirá rapidamente à impotência total, impedindo-nos definitivamente de cumprir nossa missão. É por isso que devemos falar agora, na esperança de impedir que as trevas desçam sobre nosso povo.

Nós nos dirigimos a todos nossos irmãos no episcopado. Sucessores dos Apóstolos, o Senhor vos confiou uma responsabilidade universal. Não permitam que uma parte da Humanidade, por pequena que possa parecer, seja abandonada à escravidão mental e espiritual, indigna de homens criados por Deus, salvos pelo sangue de Jesus Cristo. Não permitam que se lhes arranque a alma nem que apaguem a luz da consciência que o Criador acendeu neles.

Dirigimo-nos também a todos que se dizem do Cristo, único Salvador do gênero humano. Em nome do Senhor, façam tudo o que estiver em seu poder para que nosso povo não caia na servidão destruidora, à qual ele se vê entregue.

Em nome da fraternidade humana apelamos a todos os homens que amam a justiça e a verdade. Nossos sábios, da antiguidade, nos recomendaram não fazer aos outros o que não desejamos que nos façam. Ninguém entre os senhores deseja que os deixem cair numa servidão sem esperança de recurso. Não deixem também 17 milhões de seus irmãos sofrer tal sorte.

A cada um dos senhores pedimos especialmente que tentem compreender e fazer compreender, por todos os meios à sua disposição, o verdadeiro sentido das situações e dos fatos que nos atingem tão duramente; e também que ajam com justiça para nos poupar da sorte que nos ameaça.

Estamos nas mãos de Deus e também nas mãos de nossos irmãos. Que o Senhor, que nos pede que nos amemos uns aos outros, vos abençoe por vossa compreensão e vossa caridade fraterna.

Nosso povo está pronto a defender sua liberdade e afrontar seu destino. Ainda que ninguém possa se expor à tentação, cristãos, estamos prontos também a subir na cruz se é esta a vontade do Senhor. Dizemos “não” e pedimos que os senhores impeçam com todas as suas forças a destruição daquilo que faz de nós seres humanos. O Criador nos confiou uma centelha de liberdade que nos fez homens. Em conformidade com Sua vontade, temos o dever de defendê-la e de fazê-la crescer, de nunca permitir que a destruam.

Mas nosso olhar de pastores vai ainda mais longe. Além e através dos projetos limitados do homem, discernimos a vinda do Reino, o sacrifício universal do Senhor que fundamenta nossa esperança, o amor do Pai que tudo prevê e transfigura nossos esforços e nossas angústias. Qualquer que seja o resultado de nossas diligências, qualquer que seja a sorte que os homens nos reservam, sabemos que nada pode impedir a vitória do Senhor sobre o mal. De toda nossa alma esperamos atravessar o deserto presente com todo o nosso povo e descobrir, do outro lado, a face de amor de nosso Pai. Taiwan, 20 de março de 1979.

Matthleu KIA, arcebispo de Taipe.

José KUO, arcebispo de Salamines.

Stanilas LO-KUANG, reitor da Universidade Fujen.

Pedro TOU, bispo de Hsinchu.

William KUPFER, bispo de Taichung.

José TI-KANG, bispo de Kiayi.

Paulo CHENG, bispo de Tainan.

José CHENG, bispo de Kaohslung.

José WANG, bispo auxiliar de Taipe.

Tomás PAI, administrador apostólico de Penghu.

John TSAO, vigário capitular de Hualien.

(Transcrito de “Itinéraires”, n.° 238 Trad. de Maria Tereza Hernandez para «Permanência», nn. 136-137, 1980.)

O apelo dos bispos de Formosa caiu no «vazio conciliar»

Irmãos no episcopado”? Ou não havia ninguém com coragem para responder, ou não eram “irmãos” na mesma fé, mas na outra: da confraternização com carrascos.

Incomparavelmente mais católico do que qualquer outro texto «hierárquico» publicado em 1979, de que temos notícia, o apelo dos bispos de Formosa nos diz aonde chegou o mundo e o aparato conciliar de hoje; uma classe clerical entregue à inconsciência, senão à cumplicidade social-ecumenista.

O que tais «bispos» calam, os Bispos de Formosa, nos lembraram nessa ocasião.

E o Papa? Este então já estava tão ausente que vôos papais ao Japão, até davam uma volta para evitar o espaço aéreo de Taiwan, de modo a não ofender os chineses, perseguidores dos Católicos da Igreja «underground»!

E a CNBB dos Bispos brasileiros o que tinha a dizer?

Lula e Dom Cláudio Humes

Dom Cláudio Humes e Lula, ex-presidente do Brasil pelo Partido dos Trabalhadores, de orientação socialista

Lembrava o “Manifesto dos Bispos”, de 16 de novembro de 1978, em defesa dos «pobres do Brasil» publicado na Europa para desmoralizar, mais uma vez, o governo anticomunista do Brasil, assinalando, como uma das formas de “tortura” dos pobres no Brasil, as “batidas” policiais em morros e favelas. Só Dom (Vicente) Scherer, visto que Dom Mayer não era ouvido, protestou contra o abuso dos seus “colegas”, em palavras candentes que foram reproduzidas em mais de um artigo em “Permanência”.

Os jornais de fevereiro e março daquele ano começaram a reconhecer os esforços da polícia e a informar a verdade: os policiais são recebidos com aplausos pela população pobre dos locais em que os bandidos se escondem. E são os pobres, os favelados, os humildes que ajudam a polícia, indicando os esconderijos dos marginais.

Faltou só responsabilizar e castigar os «bispos» que procuraram desmoralizar a polícia e os jornalistas que os ajudaram. Faltou fazê-lo, sobretudo em nome dos pobres, deixados sem proteção pela ação de bispos de esquerda, como Arns de São Paulo.

Pedro Casaldáliga e Evaristo Arns

Pedro Casaldáliga, teólogo(?) marxista e Evaristo Arns, Protegido e Padrinho, que impediu que aquele fosse expulso do Brasil por Paulo 6

Mas a história continua; deste nojo episcopal cuida o mestre em anticomunismo que é o Olavo de Carvalho, cujas críticas valem mais que mil manifestações da CNBB.

Pena que em matéria religiosa manifeste um «ecletismo» igualmente criticável.

A nós compete lembrar que tudo isto é conseqüência de uma Sé vacante, mas em cujo nome se ouvem as mais sinistras doutrinas; as mais sacrílegas iniciativas, como esta recente de Assis. Até quando Deus vai permitir esse aviltamento?

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