Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

6 – A PAIXÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – OS FALSOS MESTRES DA FALSA PAZ ECUMENISTA DE ASSIS

São Pio X na «Notre charge apostolique», condena o Sillon, que propunha a construção de uma sociedade onde os homens se uniriam no bem, independente da Religião divina e trabalhariam pela paz, independente da tranqüilidade na Ordem cristã, que é a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Nela o Papa condenava o «laicismo» pelo qual (a dignidade humana de) (construire la société sur un plan nouveau… de la dignité humaine, de la liberté, de la justice et de la fraternité, et que, pour justifier leurs rêves sociaux, ils en appellent à l’Evangile… ils ne craignent pas de faire, entre l’évangile et la révolution, des rapprochements blasphématoires […]. Le premier élément, de cette dignité est la liberté, entendu en ce sens que, sauf en matière de religion, chaque homme est autonome“.[1]

Os conciliares, porém, ampliaram o condenado plano do Sillon.

Enquanto este não ousava aludir à liberdade de unir em matéria religiosa – unir sim, salvo, porém, em matéria de religião (“sauf en matière de religion”), a declaração Dignitatis humanae do Vaticano 2, proclama o direito – que estaria acima de todos os outros – à liberdade religiosa e porque o Vaticano 2 reza que tal «direito», isto é, a autonomia de cada um em matéria de religião, está «fundado na Revelação»; reza que Deus, Autor desta, quer a liberdade religiosa! Uma perfídia terminal!

O que até o Sillon exclui, o Vaticano 2 inclui, e os «papas concilares» o praticam escandalosamente, como se vê nas reuniões de Assis.

São os rapprochements blasphématoires entre o évangile et la révolution as conciliações blasfemas entre o Evangelho e a Revolução!

Mas esta operação para obter um novo evangelho para uma nova igreja, que hoje finalmente ocupa o Vaticano, vem de muito longe. Vejamos.

Gnose: anti-igreja em crescendo desde o mundo antigo

Simão Mago

O promotor da Gnose, nascida no ambiente judeu-cristão, narrado nos Atos dos Apóstolos, foi sem dúvida Simão Mago, de Samaria, autor de uma teologia iniciática, de uma escola subterrânea que se perpetuou por mais de três séculos. Era uma elucubração intelectual mista com a magia contra a Religião derivada da ordem divina, dogmática, única e ordenada ao bem. Insurgia como a anti-religião que faz da liberdade o seu ídolo, o seu supremo bem da própria dignidade; o caminho de toda falsa religião que é fruto de própria escolha para «ser como deuses». Foi a rebelião que assinalou a história humana, antes e depois da vinda do Redentor.

Vemos aqui este processo de rebelião pessoal, matriz de revolução social, aportado aos nossos tempos de modo espantosamente multiplicado e oculto, ao ponto de apresentar-se com toda pompa e glória em nome da autoridade do mesmo Cristianismo, do Papado católico!

“Na Maçonaria há duas categorias que se completam à perfeição: os racionalistas e os ocul­tistas ou iluminados, explica Léon des Poncins, (La F.: M.: d’après ses documents secrets, Difusion de La Pensée Française, F-Vouillé, 1972), e continua: “a ação destes últimos, menos conhecida que a dos racionalistas, e insuspeitada por muitos, é na verdade mais profunda e portanto mais perigosa”. Isto deriva da realidade pela qual: “O ocultismo, mais que a voz de Deus, reina ainda soberano sobre a humanidade, não só nos povos primitivos, mas nas nações mais civilizadas do Oriente e Ocidente… as sociedades humanas são sempre fascinadas pelos poderes invisíveis” (M. Lallemand, na op. cit. p. 53-54).

Eis as luzes dos Rosacruzes, os teósofos, os antropósofos… “Eles afirmam terem sido iniciados nos conhecimentos secretos transmitidos por Krishna, Zoroastro, Moisés, Cristo, Pitágoras. A obra de Schuré, ‘Os Grandes Iniciados’, de pura imaginação, dá um exemplo das doutrinas, de influência teosófica, propagadas pela Europa e ensinadas por uma miríade de seitas… A essência do ocultismo moderno consiste em uma deificação do homem, ou melhor, dos lados obscuros da alma humana… por isto é legítimo falar de uma satanização destes lados obscuros”(ib. p. 58-59).

“O ocultismo tem repercussões políticas mais importantes do que se pensa. Uma vaga de ocultismo precedeu e acompanhou os movimentos revolucionários de 1789 e 1917 [e de Hitler]. […] ‘A intelligentsia russa, que, embora de origem burguesa, era extremamente revolucionária, caiu rapidamente sob a influência de idéias místico-racionalistas, propagadas pelas seitas (Fülöp-Miller). […] ‘A especulação filosófica não preocupa senão poucos maçons. Serão de certo modo os doutores da Maçonaria, nela assumindo o caráter de Mestres secretos…’(O. Wirth, ib.p.62-66).

Na fé destes iniciadores não há lugar para uma autoridade infra-humana. Os seus sinais dos tempos provêm do progresso da visão humana dos eventos, como querem os modernistas. Haveria, pois, para não parecer que se contesta a Escritura, que «revisioná-la» com um aggiornamento progressivo, segundo a evolução contínua das ciências dos homens. Eis ai o objetivo máximo e constante no apostolado anticristão de todos os tempos: a reciclagem do Cristianismo num milenarismo de paz mundial.

Foi a idéia de Cerinto nos tempos apostólicos, ao qual seguiram muitos conhecidos anti-apóstolos. Na era moderna as novas idéias assumiram aspecto humanitário: o ‘livre exame protestante’, os ‘direitos humanos’ da revolução de1789, ademocracia perversa, como soberania de um direito humano agnóstico, que ignora a Ordem natural e divina.

Dizia Alexis de Tocqueville: “A revolução democrática é o fato mais contínuo, mais antigo, mais permanente que se conhece na história”.

Lembremos portanto Cerinto, Comenius e Steiner, para após conhecer os profetas que hoje os continuam; mas desta vez em «nome da Igreja»!

O grão-mestre Cerinto, judeu de Antioquia, viveu no primeiro século de nossa era. “Sua doutrina marca a transição do judeu-cristianismo ao gnosticismo, presente na primeira época cristã. Estudara em Alexandria onde se imbuíra de idéias neoplatônicas e conseqüentemente de fábulas pagãs. Parece ter sido o primeiro a ensinar a doutrina do «Demiurgo», desenvolvida em seguida com primor pelos gnósticos. Por Demiurgo entenda-se o grão-arquiteto do universo, o ordenador supremo do mundo.”

“O heresiarca Cerinto, como chefe desses cristãos mal convertidos que eram os judaizantes, tentou fundir o Judaísmo e o Cristianis­mo (para a paz). Em Antioquia foi visto sustentar com veemência, contra Paulo e Barnabé, a necessidade da observância da lei. Para ele, batismo e circuncisão são igualmente necessários. Aliás, o seu cristianismo não é mais que uma fachada. Julgue-se disso: Segundo ele, Jesus era um homem comum, filho não só legal, mas natural de José e de Maria, que mereceu, no dia de seu batismo receber o Cristo ou Verbo. Graças a esta união, Jesus pôde operar milagres, mas quando veio o momento da paixão, o Cristo (ou Verbo), incapaz de sofrer, separou-se de Jesus.

Para o gnóstico Cerinto, de fato, o Cristo ou Verbo era um «eon», isto é um ser intermediário entre Deus e o mundo material. No fim dos tempos, Jesus retornará à Terra, unido novamente a Cristo, para reinar por mil anos com os reis deste mundo. Associados a este triunfo, os eleitos gozarão nesse tempo de uma felicidade sem a confusão da posse de todos os bens materiais e na satisfação de toda voluptuosidade sensual. É o milenarismo judeu-gnóstico que sobreviveu à seita dos seguidores de Cerinto.

“Na origem este erro era a conseqüência de outro. Tomando à letra certas profecias messiânicas, enquanto negligenciava outras, os Judeus esperavam um Messias que fosse um conquistador poderoso segundo o mundo, que restabeleceria o reino de Israel e garantiria o seu domínio temporal sobre todas as nações. Foi a razão porque a maioria dos Judeus recusou reconhecer o Messias Jesus, o Salvador de Israel e do mundo, na pessoa do filho do humilde carpinteiro de Nazareth. Alguns, como Cerinto, acreditaram poder conciliar tudo imaginando duas aparições messiânicas, uma que já havia acontecido, a de Cristo Jesus, outra no futuro, reservada para o fim dos tempos, com o evento glorioso do Rei Messias. Esta seria conforme às expectativas gerais, e assim se cumpririam todas as profecias.

“O heresiarca foi combatido não só pelos santos Paulo e Barnabé, mas também por S. João Evangelista. Segundo seu discípulo, S. Policarpo e outros Padres, é a Cerinto e seus sequazes que o Apóstolo João se refere nas suas epistolas, quando diz, por exemplo:

“Todo espírito que não confessa que Jesus (como sendo o) Cristo veio em carne, não é de Deus; e nisto se conhece o Anticristo, de quem ouvistes dizer que deve vir; e já está no mundo.” (1 Jo 4, 3).

“Em breve, dos gnósticos judaizantes, como de outros hereges, tais como os valentinianos e os nestorianos, pode-se dizer que dividiam Jesus Cristo, pretendendo ver n’Ele não uma, mas duas pessoas, o que lhes permitia de desconhecer em Jesus de Nazareth o Filho do eterno Pai, o Verbo encarnado, o Salvador do mundo, enviado por Deus.

“Lembremo-nos que na época em que o grande número de falsos profetas fazia dizer ao Apóstolo João que o Anticristo, aquele que devia vir, já estava em algum modo no mundo, o Apóstolo Paulo escrevia a esse propósito aos Tessalonicences:

“Sabeis bem o que é que retém agora [o filho da perdição], a fim de que ele não se manifeste senão no seu tempo. Porque o mistério da iniqüidade já se opera, só aguardando para surgir, que aquele que agora o retém seja tirado do meio. Então se manifestará esse iníquo a quem Jesus Senhor destruirá com o sopro de sua boca, e aniquilará pelo resplendor de sua Vinda” (II Ts 2, 6-8).

São Pio X

“Em vista da apostasia geral, qualquer pessoa que hoje lê estas palavras proféticas tem o direito de pensar que aquele que, dos tempos apostólicos até a usurpação da Sé de Pedro pelos homens do inimigo, sustava a aparição do Anticristo, era Pedro ou seu legítimo sucessor”.

“Encontramos reflexos da doutrina de Cerinto na carta ‘Tertio millenio’ onde João ­Paulo 2º apresenta o Verbo como simples ordenador do universo, esquecendo talvez que pelo Verbo o universo não foi só ordenado, mas criado ex nihilo. ‘Sem Ele nada foi feito – omnia per ipsum facta sunt, et sino ipso factum est nihil; Porque o Verbo era Deus (Jo 1, 1-3)’.

“De qualquer modo, desde que impostores nos anunciam hoje um novo Advento, logo o evento de outro Cristo, de outro Deus, lembremo-nos das palavras de importância vital de Jesus: “Vigiai que ninguém vos engane… porque surgirão falsos cristos e falsos profetas; e farão grandes sinais e prodígios, de modo a enganar, até os eleitos (se possível). Eu vos preveni. Se, pois, vos disserem: eis que ele está no deserto (seja o do Sinai), não saiais; ei-lo no lugar mais retirado (como o antro das seitas), não deis crédito” (Mt 24, 5; 24-27)

O «sortilégio» ecumenista dos «papas conciliares»

Nas fábulas surgidas depois da Paixão de Jesus Cristo, que remonta à época do heresiarca Cerinto, isto passou ao milenarismo judeu-gnóstico que sobreviveu à seita dos Cerintianos, cujo mestre de paz era Cerinto.

Note-se que todo problema «político» deste mundo concerne o plano pelo qual cada bem espiritual e religioso deve ser reduzido a “bem” terreno, social; do humano ao divino, do chefe que se torna um deus, desde a Pérsia ao Egito, de Roma ao Japão. E no nosso tempo «vigários» são vistos e ouvidos como se fossem deuses, mesmo se operam como falsos cristos.

De modo mais sofisticado, o desvio segue visões, segundo o próprio juízo, de algumas profecias messiânicas, que foram além da previsão da vinda de um poderoso Messias para restabelecer o reino de Israel e garantir o seu domínio temporal sobre todas as nações; passou ao culto do Homem, e dos homens ao de um povo messiânico, Salvador do mundo.

Pode-se negar que essa idéia dos Judeus, que recusaram Jesus como Messias porque queriam um rei, não fosse a semente também do messianismo comunista na Rússia de Lênin, da superioridade racial na Alemanha de Hitler, da democracia divina dos EUA para a nova ordem do mundo?

O homem reivindicava a mágica varinha ideológica do gnosticismo para a «paz mundial»! Nem que isto custe milhões de mortos!

“Com Valentino se chega ao ápice, à maturidade da  gnose histórica.

“Egípcio, discípulo da escola alexandrina, era homem de grande cultura e conhecimento do mundo antigo. Ele havia seguido a concepção de seus precursores de um sistema com três mundos, divino […], intermediário e humano. A projeção valentiniana é repleta de emanações de pares eônicos, com dois Cristos operando no mundo intermediário e naquele humano, e também os demiurgos no número de três. Uma doutrina deveras fantástica trata, sobretudo do ocultismo de antigos papiros egípcios atribuídos a Hermes Trimegistro, naquele tempo autor em voga nos círculos que hoje seriam ditos de intelec­tuais. É bom sublinhar que todos os mestres gnósticos – e Valentino não era exceção – atribuíam grande importância ao assim chamado “conhecimento in­tuitivo direto” da divindade, método de inspiração que procura o contacto com entidades “superiores” através da magia e da astrologia para obter revelações pessoais “sobre-humanas”. Para um cristão, habituado pelo Mestre divino a julgar a árvore de seus frutos, não há dúvida alguma que nos ambientes gnósticos fosse praticado, ao invés do culto divino, o dos demônios.

“Com as viagens de Valentino a gnose aproou em Roma, onde Marcião, ele também homem de vasta cultura, conseguiu dar-lhe uma notável estrutura or­ganizativa com igrejas e dioceses que sobreviveram a ele até o Vº século. A doutrina, embora mantendo as bases de gnose clássica, ou seja, o panteísmo, o Deus-Tudo bom, o Demiurgo (o Deus mau dos cristãos, criador da lei e do homem), o docetismo, a iniciação através do “conhecimento intuitivo” e a magia, era enriquecida pela total recusa do Antigo Te­stamento, enquanto que entre os evangelhos, oportunamente censurados, era mantido só o de S. Lucas. Tudo misturado a uma boa dose de fanatismo (gnóstico).” (La Voie, Myra Davidoglou, Paris, 1995).

Estes desvios serão mais bem entendidos na prática, conhecendo alguns pedagogos do novo mundo que, justamente por representarem a pedagogia iluminada que com aparência de sabedoria arcana e tradicional, deriva e guia a juízos revolucionários. É a evocação hoje e sempre da trama do sussurro original que propôs ampla visão do bem e da paz para o homem que livremente colhesse da árvore do conhecimento do bem e do mal.

Qual a característica desses “mestres” senão um conhecimento iniciático?

Teilhard de Chardin

Falamos pois de Cerinto, de Valentino e falta falar de Comenius, e mais de Steiner, que inspiraram o jesuíta Teilhard de Chardin, grande inspirador do Vaticano 2. Trata-se de uma linha de pensamento que vem do início do Cristianismo, mas a ele sinuosamente contraposto, que surge hoje como a grande inspiradora do ecumenismo de Wojtyla e Ratzinger, linha pela qual a idéia cristã só é portadora de paz se aceita as outras religiões.

Para melhor conhecê-los ainda citamos o livro de Epiphanius (Massoneria e sette segrete: la faccia occulta della  storia, “Ichthys”, Albano Laziale, 2002, p. 53 ss.).

Estes autores propuseram, uns após outros, o grande bem da união e da paz da humanidade, não na adesão à verdade divina, mas na liberdade de, a favor de uma «fé» ecumenista, coagular ou dispensar essa Verdade.

Que fossem os hereges a fazê-lo é questão apurada e por isto eles foram condenados pela Igreja; mas que sejam clérigos vestidos de papa e numa cerimônia que põe crenças e idolatrias ao nível da Religião divina, como tem acontecido em Assis e alhures, é abominável.

Assis, Encontro inter-religioso 27 de outubro de 2011

A desolação, porém, é que essa miséria religiosa dos falsos cristos e falsos mestres se perpetua porque não é ainda reconhecida por uma maioria que se diz católica, mas atribui «autoridade» a quem muda a Religião.

Antes, são muitos os que só sabem condenar quem se opõe a isto, como sejam os ditos «sedevacantistas». Estes, vendo a Sé vazia da autoridade que pontifica na Verdade, mas ocupada por quem promove o erro, «contaminariam» a pureza farisaica de «mestres» consagrados a um pedante «prudencialismo» que honra os falsos cristos como Vigários de Cristo!

Todo «juízo suspenso» sobre a autoridade não católica e, portanto, nula para a Igreja dos pérfidos mestres conciliares, é caridade negada para com o bem da Igreja, do próximo e da integridade católica da própria alma.

Atenção, pois: a falta de ódio à heresia que conspurca a Fé já é infecção de efeito heretizante! Sua única cura está no retorno à Fé íntegra e pura que com São Paulo e todos os Santos tem uma só palavra para quem traz outro evangelho, esteja ele vestido de anjo ou de papa: anátema seja!

E aceitar um «papa anatemizado», um anticristo proclamado, é o cúmulo da alienação religiosa, possível só no novo século da mentira terminal!


[1]A verdade é que os chefes do Sillon proclamam-se idealistas irredutíveis que pretendem reerguer as classes operárias reerguendo antes a consciência humana; que têm uma doutrina social, princípios filosóficos e religiosos para reconstruir a sociedade sobre um novo plano; que têm uma doutrina especial sobre a dignidade do homem, a liberdade, a Justiça e a fraternidade; e que, para justificar os seus sonhos sociais, eles apelam para o Evangelho, mas, interpretado à sua maneira e o que é mais grave, para um Cristo desfigurado e diminuído.

[…]

Colocam como elemento primeiro dessa concepção de dignidade humana a liberdade, entendida no sentido de que, exceto em matéria religiosa, cada homem é autônomo.

Uma resposta para “6 – A PAIXÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA – OS FALSOS MESTRES DA FALSA PAZ ECUMENISTA DE ASSIS

  1. Bacci novembro 27, 2011 às 11:12 pm

    O Concílio Vaticano II, com seu “aggiornamento” ao mundo moderno, acabou por justificar a bofetada que Felipe, o belo, deu em Bonifácio VIII. Se é necessário a Igreja “aggiornar-se” ao mundo moderno, então, o poder espiritual se submete ao temporal, e não o contrário (como afirma a Unam Sanctam). E o que lemos nos textos das “autoridades” conciliares, é um julgamento do poder espiritual da Igreja, realizado por “homens (que se dizem) da Igreja”, baseado no poder temporal da revolução francesa, para pronunciar a sentença contra Bonifácio VIII e toda tradição da Igreja…

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