Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

RESGATE CATÓLICO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DO MANDATÁRIO APOSTÓLICO ABATIDO

Conclusão sobre os falsos mestres

O leitor que seguiu com paciência a exposição destes artigos deve ter notado que, mais do que acusar heresias, eles perscrutam a raiz do mau ensino que deforma a alma humana, do qual cada «heresia» é síntese específica. Estas invertem ou desviam da verdade na qual está imersa a vida humana; da verdade revelada que não só descreve, mas aponta a solução ao mal.

Toda religiosidade autêntica parte da contraposição fundamental entre bem e mal, criação e destruição, fidelidade ou oposição à lei que transcende o ser humano, que deve recorrer à Divindade, para a salvação na verdade.

No evangelho hinduísta do Bhagavad-Gita o deus Krishna incita o guerreiro Arjuna a fazer o próprio dever enfrentando a guerra contra os próprios parentes e amigos e lhe ensina a imperturbabilidade mística do Yoga; a paz que chega após a «agonia religiosa» da perene guerra contra o mal; quando, liberado por essa luta interior pelo bem, atinge a meditação da verdade.

O sentido universal da luta «religiosa» que o mal move ao bem emprenha toda religiosidade natural humana e é certamente autêntica ao contrário da paz utopista e sincretista almejada pelo modernismo ecumenista conciliar.

Esta solução falsa e inatural é pior que uma heresia específica, é «abate» da razão mesma da religiosidade natural e ainda mais da Religião católica; é pacto de convívio com o mal; é abandono das defesas da Igreja; é abate do «obstáculo» (II Ts, 2) à escalada do Inimigo no Reduto da Verdade.

Quisemos mostrar que este é o plano diabólico que remonta ao início da História humana, baseia as revoluções iluministas e percorreu os nossos tempos até chegar hoje ao último reduto instituído por Deus: a Sua Igreja.

Vimos que isto se constata no abate sistemático de suas defesas espirituais, teológicas, morais, e intelectuais com as filosofias de abertura ao mundo.

Neste sentido é muito interessante a palestra do nosso preclaro pensador Gustavo Corção que, afrontando justamente o seu amado filósofo Maritain nos anos iniciais da grande crise presente, aponta contra essa inversão dos anos que precederam a 2ª Grande Guerra com «L’Esprit» de Mounier: o mal contemporâneo estaria no «fechamento» da Igreja ao mundo inimigo! A idéia vingou e levou à eleição de modernistas entreguistas, para os quais valia a denúncia de «heresia específica», mas síntese de todas (S. Pio X).

E a Igreja foi aberta em todo plano para a destruição do Cristianismo: hoje a religião mais perseguida. Um fato histórico resumido na visão de Fátima.

Qual resgate católico de Nossa Senhora de Fátima?

Os Três Pastorzinhos e Terceiro Segredo de Fátima

Para enfrentar qualquer mal há que reconhecer as suas causas.

Aqui temos o fato «histórico» do obstáculo aos erros e heresias, o papa católico, abatido para ser substituído pela entidade clerical modernista promotora da grande entrega do mandato apostólico da Fé ao mundo ateu.

Isto foi feito especialmente reconhecendo o «direito à liberdade religiosa».

O católico moderno, porém, nutre uma resistência quase invencível a contestar a majestade do Papado atual e já vimos até monges eruditos dizer que é melhor ter um papa herético do que nenhum! É o entreguismo que já contamina as consciências conformadas com uma ruína sem precedentes e por isto esquecidas do urgente dever de remontar às causas para saná-las.

Vamos ver aqui estas na estranha «teologia» que leva à perdição de Assis.

O peculiar do sincretismo – e o da «união» de Assis é o mais hipócrita de todos – é a apologia da falsa paz que visando a reconciliação global, também de opostas religiões, revela-se privado até do senso religioso natural. Eis a falsa sabedoria da Teosofia, da Antroposofia e das lojas, cuja guerra é contra o Cristianismo integral se completa com o Vaticano 2.

Tal é o espírito conciliar, cujo ecumenismo não opera só no campo religioso, mas global, incorporando toda idéia de direitos, mesmo revolucionários.

Todas, no sentido daquela grande Fraternidade universal, estranha só à idéia de Deus Pai e de Jesus Cristo. Todavia os novos profetas recorrem ao Cristianismo, isto é, ao nome de Cristo, para realizar o pacto da aliança total que Ele teria «falhado»! Querem superá-Lo em sabedoria e bondade!

ONU - Nova Babel

Europa, muitas línguas, uma voz.

Eis a «nova teologia» para realizar um «cristianismo integral».

Se Paulo 6º foi admirador e protetor dos novos teólogos, João Paulo 2º não só lhes deu o chapéu cardinalício, mas aplica as novas intuições à própria obra, teórica e prática. Complementa em Assis até a paz antroposófica.

Esta introdução na Igreja do espírito adversário de Deus e dos homens deve ser visto como o “mistério de iniqüidade” o paradoxo da nova autoridade, aceita pela imensa maioria como representativa de Jesus Cristo, mesmo se abre à «nova teologia» para entregar a Sua Igreja sem defesas ao mundo.

Basta refletir um pouco sobre as ‘teologias’ modernas para ver quanto são intentas a transformar o cristianismo no panteísmo de Teilhard de Chardin.

Trata-se, mais que de heresia, da gnose assassina que mira abater as defesas do Cristianismo, tornando-o a Religião mais perseguida do mundo, como demonstram as estatísticas (a cifra é de cerca 75% das vítimas).

Parlamento Europeu

A estranha «filosofia» de Karol Wojtyla

Em vista de tudo isso, o teólogo alemão Johannes Dörmann, escreveu L’étrange Théologie de Jean Paul II et l’esprit d’Assise (Ed. Fideliter, 1992).

Ora, K. Wojtyla apresentou sua tese de doutoramento sobre a fenomenologia de Max Scheler, que, tendo partido de uma posição católica, elaborou depois um método que se aproxima ao positivismo e não é privado de formas panteístas. Nesta tese, o ideal se realiza através da ação da pessoa, do existente. Mas qual a base para distinguir o bem ou o mal nessas ações?

É o problema do existencialismo do qual está impregnado Wojtyla. E não é questão de somenos porque vai justificar todo ato que «prova» a existência. Vai nisto uma inversão, tomando fatos por princípios. Seu resultado prático é a justificação do homem mesmo no falso e no mal para «existir». Daí a sua «redenção universal» que vai abranger religiões boas e más, ideologias assassinas que miravam à uma «paz», a par do desespero das vítimas.

Não se deve voltar aos livros de lógica para saber que isto leva à desordem do agir! O homem teria que «provar» sua existência, no bem ou no mal! Note-se que uma filosofia que deixa de lado a metafísica se embrenha com isto numa redução da idéia religiosa, que redunda na inversão da noção de verdade. Assim, o Ser estaria para a existência, o Criador para a criatura, , a pessoa para o ato, Deus para o eu e qualquer ato justifica o existir do próprio eu!

Só o conhecimento do ser “enquanto ser” pode fornecer o critério e o fundamento último, o dado original e o método “para alcançar a relação da realidade do mundo e do sujeito que é o homem diante do duplo desdobrar-se no espaço (a natureza) e no tempo (a história)” (Cornélio Fabro).

Na filosofia cristã o pensamento e o ato humano são ordenados ao Ser; são como uma resposta “Aquele que é” (Gn¸ Apl 1, 4, 8; 4, 8). O existencialismo é já mau no seu contrário e aqui vale o aviso de G. K. Chesterton: “Hoje o criminoso mais perigoso é o filósofo moderno, emancipado de toda lei”; “da lei de Deus que é o Evangelho, e emancipado da lei natural que é o Decálogo”; reforça Jean Madiran, que continua: “A filosofia moderna não é, essencialmente, filosofia, é atitude religiosa… uma contra-religião natural, o oposto dos primeiros quatro mandamentos do Decálogo”… “A formidável heresia do século XX consiste em afirmar coisas que não são verdades em nenhuma ordem real, em nenhum domínio do ser, que parecem reais só no âmbito da filosofia moderna em especial marxista, e que fora desse delírio ideológico nem têm sentido real” (L’eresia del XX secolo, Volpe, Roma, 1972).

Trata-se da grande heresia demolidora da Fé, intrínseca ao Vaticano II.

Tratando desta heresia posta em ato pelos modernistas alçados ao poder na Igreja, não se pode separar a de Roncalli, João 23, da de Montini, Paulo 6º, com iniciativas da mesma marca. O mesmo se diga dos sucessores. Quando se diz que João Paulo 2º foi quem derrubou o comunismo, se esquece que foi justamente ele que, com Gorbachev, operou para a aceitação dessa idéia na política como qualquer outra, com direito à toda «liberdade» de ação.

A filosofia de K. Wojtyla parte de uma sua visão especial que está no livro “Persona e Atto” (Libreria Ed. Vaticana, 1982). Vejamos alguns títulos dos capítulos desta busca “para atingir esta realidade que é o homem-pessoa, visto através de suas ações…” (p. 14). “Filosofia do ser ou filosofia da consciência?” da averiguação do “fio que liga o sistema de Scheler à ética cristã” para chegar a um existencialismo similar ao de Scheler. Enfrentando a questão “justamente do ponto de vista do nosso tema, do ponto de vista da pessoa agente” chega-se à “convicção que qualquer absolutização de um dos dois aspectos da experiência do homem deve ceder o lugar à exigência de sua recíproca relativização” (p. 38). Isto é da “natureza mesma da experiência que é justamente a experiência do homem” (ib.). “A experiência vivida eu quero revela a transcendência da pessoa no ato”. “Liberdade da vontade quer dizer dependência da pessoa de si mesma”. “Verdade axiológica e verdade prática”. “O juízo sobre valores não reduz o papel criativo da intuição”. “Executar um ato quer dizer realizar a pessoa”. “Caráter criativo da autoconsciência moral”. “O homem na consciência (o eu) responde diante de si mesmo”. “A alma como princípio da transcendência e da integração”. Conclui: “A concepção da pessoa e do ato, que este estudo apresenta, tem sua origem na experiência: o homem age, e deseja responder ao seu autêntico conteúdo. O objeto de estudo é portanto a pessoa que se revela no ato (como ação) e se revela através de todos os condicionamentos psicossomáticos, que ao mesmo tempo são a riqueza e a específica limitação do homem. Portanto a pessoa revela não só a sua transcendência no ato, mas também a integração própria do ato” (p. 336)

O método usado é aquele de remontar do ato à pessoa. O ato é portanto o dado original que, numa ordem fenomenológica do ato, é o estatuto ontológico da pessoa. Mas como explicar as implicações filosóficas do ato, abstraindo-o dos conceitos de bem e de mal, como se fossem irrelevantes? Nota o apresentador da obra: “O equilíbrio entre princípios e métodos, entre a consistência dos valores e a estrutura do agir, põe ao Autor não poucos problemas, também de linguagem”.

O problema desta filosofia, que não se funda no transcendente do ser, mas no contingente do ato, que escolhe o móvel para provar o imóvel, está em fundar-se numa especulação mental que é uma inversão na ordem dos valores cristãos pois faz da pessoa humana, do eu, uma variável independente de Deus. O ato antes do saber, o amor antes do conhecer, a experiência e a ação como princípios racionais, como o ‘ser’ do homem, que pode fazer a experiência de Deus, só reconhecível na experiência humana. E o homem nela se auto-realiza e redime, é capaz de Deus, se auto-diviniza.

Isto pode ser classificado como heresia ou ultrapassa elas todas?

E qual é a estranha «filosofia» de Joseph Ratzinger?

Difere talvez do conceito que a experiência religiosa, seria uma tensão na direção da divindade, o ato religioso, seria a realização da religião, o ser do ato de fé? O homem, mesmo ateu, pode ou não fazer a experiência de Deus, sendo reconhecível pela experiência que, fazendo-a, se auto-realiza, se torna capaz da idéia mesma de Deus? Eis a procura da ação e do dinamismo religioso como fator de fé, como fé universal: todas as religiões têm em comum essa tensão do homem na direção da divindade. Como o ‘ato religioso pode unir’ chegou-se ao sincretismo do evento de Assis. “O falso ecumenismo ensina que a religião está em todas as religiões, com isto determinando o aniquilamento da verdade” (ib.).

Os iniciados, o mundialismo e Bento 16 – Muitos são os planos para realizar a síntese humanitária iluminada, a união mundial com uma só alma. Como isto deriva de uma «filosofia das luzes» que Bento 16 recomenda até para os Muçulmanos, deve-se pensar que ele aprova todos estes planos.

Vejamos o do martinismo, ordem iluminada, que situa-se entre a Maçonaria e o mundo espiritual oculto de origem rosacruciana. Eis seu ‘Manifesto dos Superiores incógnitos’ (1793): – Instaurar na terra a Associação de todo Interesse, a federação de todas as Nações, a Aliança de todos os Cultos, a Solidariedade Universal. Era a doutrina gnóstica de Comenius: «Dia virá em que… ruirá a falsa ordem política, social, econômico e ética que hoje oprime e ofende a dignidade do gênero humano [o Cristianismo]. A determinar tal queda, esta derrubada da Mentira [o dogma], serão os mesmos homens [os clérigos], apenas o Espírito Santo de Cristo iniciar a ação [de inspiração]… Então o Mundo tornar-se-á harmonioso e bom… não haverá cem ou duzentas Igrejas rivais, mas a Grande Igreja Universal de todos os homens reunidos na Religião Única, do Um escondido sob diversos cultos e entre as fórmulas dogmáticas das várias religiões»… (Epiphanius, p.75).

O Martinismo… pretende “regenerar” a Igreja católica com idéias Rosacruz e pelo processo de infiltração, sobreposição e abate, na fusão sincretista das crenças (cf. Pierre Virion, Mystère d’iniquité, Ed. St. Michel, Rennes, 1967). Ora, não há dúvida que os homens no mundo devem procurar a união sob a mesma norma objetiva de bem. O espantoso é que uma mente iniciada forje uma norma de bem coletivo e disponha de secretos centros de poder para impô-la às consciências em modo subliminal, assumindo o controle do mundo em nome do Ser Supremo. Esse poder absoluto, descrito na visão do grande irmão de Jorge Orwell, que tudo vê e decide, não é uma ficção, hoje é algo admitido por alguém que ocupa a Sede da Verdade!

O mundialismo e as Nações unidas

O presidente americano, o maçom presbiteriano Wilson, grande patrocinador da antiga Sociedade das Nações, dizia desta: “Nós faremos através dela o que o Cristianismo não conseguiu: unir os povos”. (P. Virion, Bientôt un gouvernement mondial? Une super et contre-Igreja”, Ed. St. Michel, 1967).

Quando se delineou o fracasso dessa primeira sede mundialista já havia um projeto para organizar a segunda, cuja autoridade real, conforme as idéias de Comenius e do ‘iniciado’ Saint-Yves D’Alveydre, está num centro (sob o pontífice, ou grande irmão) separado do poder aparente: uma autoridade normativa. Seria a pedagogia formadora da renovada consciência mundial.

Conhecendo o plano sinárquico entende-se assim que a ONU foi concebida para ser animada pelo espírito que dirige um plano de educação, ciência e cultura, para formar a nova “consciência mundial: a UNESCO”.

Paulo 6 na ONU

As Nações unidas e a Igreja conciliar – A primeira encontra sua ‘dimensão sacra’ na fé dos direitos do homem, cujo ponto focal é o direito à liberdade religiosa de marca revolucionária. Tal idéia representando a exautoração do culto e da autoridade de Deus na Igreja católica, foi sempre repelida pelos Papas. Servia quem a acolhesse como cristã. Ora, Paulo 6º, dias antes que o Vaticano 2º declarasse com a DH aquele “direito”, foi à ONU e ali discursou sobre: “a ratificação moral e solene dessa instituição… estrada obrigatória da civilização moderna… última esperança da concórdia… reflexo dos desígnios de Deus… onde nós vemos a celeste mensagem evangélica tornar-se terrestre”. Com tal espírito de reverência, recolheu-se em seguida a rezar na ‘sala de meditação’ do Ser Supremo, daquele palácio. Tal é o espírito que impregnou as visitas à ONU de João Paulo 2º, cuja difusão da idéia conciliar de uma nova Pentecostes, doutrina enriquecida por uma nova consciência de Igreja derivada de uma nova doutrina de redenção universal. Eis que dia 4.11.86, na celebração do 40° aniversário da UNESCO, era erguida no lugar de honra a sua foto gigante, para celebrá-lo. Se tarda ainda a de Bento 16 não é porque mudou de direção!

Medalha comemorativa de visita de João Paulo II à UNESCO em 1980

Medalha comemorativa de visita de João Paulo II à UNESCO em 1980

Medalha comemorativa de visita de João Paulo II à UNESCO em 1980

A nova idéia de dignidade humana. Quem, diante da Revelação e da realidade revolucionária, fala de redenção universal que elevou a inteira humanidade e para sempre, imagina uma utópica dignidade que é uma variável independente da verdade. Os conciliares pregando a redenção na medida da apostasia geral pregam a última revolução, invertendo a noção de Revelação de cristocêntrica a antropocêntrica, invertem também o conceito de autoridade segundo a Fé católica, pela qual toda a autoridade vem de Deus.

Vê-se assim a causa eficiente da demolição da Fé na Igreja e da Cristandade foi o ABATE DO MANDATÁRIO APOSTÓLICO, que é o Papa católico, substituído pela falsa autoridade conciliar, da qual a Igreja precisa ser resgatada depois de um longo interregno de ilusões e enganos.

Nossa Senhora de Fátima

Não há outra saída. Deus age através do homens e da Lei de Sua Igreja. Estes devem suplicar Sua ajuda, mas os meios são conhecidos: reaver um papa católico para a restauração da Fé. Parece hoje impossível, mas o sinal milagroso para o autêntico resgate católico já foi dado por Nossa Senhora de Fátima: “Por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar‑me‑á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz.” 

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