Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A PAIXÃO DOS SAGRADOS CORAÇÕES NAS VISÕES DO SEGREDO DE FÁTIMA

Sagrados Corações

Pela importância, oportunidade e atualidade profética do Segredo de Fátima, este bem deve ser considerado como um «Testamento» para o nosso tempo (v. »El testamento de Fátima: último recurso», rev. ROMA, nº 99, maio 1987). Com tal escrito e em diversos outros e conferências em várias línguas, ocupei-me, com o apoio de Dom Mayer, a fazer ver que era necessário e urgente conhecer e seguir a Mensagem profética de Fátima, para enfrentar os problemas do mundo e da Igreja.

Havia que relevar não só a sua milagrosa dimensão histórica, pela qual, não era só uma entre outras grandes intercessões de Nossa Senhora no mundo, mas a última numa seqüência bem definida para enfrentar os gravíssimos males dos tempos modernos.

O núcleo da mensagem de Fátima está nas palavras ditas no dia 13 de julho de 1917 e registradas nas memórias da irmã Lúcia, a pastora de 10 anos que, acompanhada pelos priminhos Francisco e Jacinta, de 9 e 7 anos, viu e falou com Nossa Senhora na Cova da Iria, em Fátima.

Aqui vamos reproduzir o «Segredo» para salientar o que deveria ficar evidente para quem quer entende-lo, isto é, que as palavras de Maria são de Jesus e se dirigem, pedindo um atendimento, às autoridades da Igreja.

Era a terceira aparição, e Maria Santíssima fez ver aos meninos o inferno. Assustados e como que a pedir socorro estes levantaram a vista para Nossa Senhora, que disse com bondade e tristeza:

“Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para salva-las, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração.

Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar, mas se não deixarem de ofender a Deus, no reino de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para impedi-la, virei pedir a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja…

Aqui vem a visão da 3ª parte: os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas… Eis o quadro do «Terceiro Segredo» no texto publicado em 2000 pelo Vaticano em que a vidente Lúcia descreve a visão profética de um horrível evento:

“Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fôgo em a mão esquerda, ao centilar, despedia chamas que parecia iam encendiar o mundo, mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontado com a mão direita para a terra, com voz forte disse: Penitência, Penitência, Penitência! E vimos numa luz emensa que é Deus: “algo semelhante a como se vem as pessoas n’um espelho quando lhe passam por diante” um Bispo vestido de Branco “tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre”. Varios outros Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas subir uma escabrosa montanha, no simo da qual estava uma grande cruz de troncos toscos como se fôra de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar ai, atravessou uma grande cidade meia em ruinas e meio trémulo com andar vacilante, acabrunhado de dôr e pena, ia orando pelas almas dos cadaveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de juelhos aos pés da grande Cruz foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam varios tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições. Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, n’eles recolhiam o sangue dos Martires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus. Tuy (Espanha), 3-1-1944.

O texto se encontra como foi escrito pela irmã Lúcia, sem alterações, e é aqui avaliado como a terceira parte autêntica do Segredo de Fátima. São expostas as razões aqui.

Seguem as palavras finais já conhecidas porque se referem ao pedido:

“Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz. Em Portugal se conservará sempre o dogma da fé. Isto não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo. Quando rezardes o Terço, dizei, depois de cada mistério: Ó meu Jesus! Perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno. Elevai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem.”

É de enorme importância reconhecer que a Profecia de Nossa Senhora de Fátima resta ainda hoje suspensa porque não foi devidamente entendida nem satisfeita, mas oferece sempre a admirável solução.

Fátima permanece como a última profecia pendente?

Quem, para entendê-lo, quiser recorrer a outras manifestações marianas não reconhecidas pela Igreja, tem as falsas aparições de Medjugorje que o revelam pela negativa, visto que o Inimigo tudo faz e até concede à religiosidade, mas se revela no intento de superar e enfraquecer Fátima.

Também podem reconhecê-lo de modo positivo, porque nas aparições de Garabandal na Espanha – ligada à Fátima – em 1965 é afirmado em nome de Nossa Senhora pelo Arcanjo São Miguel: «Porque não quiseram atender a minha Mensagem, saibam que esta é a última».

Estas aparições de Garabandal ocorreram entre 1962 e 1965 nos anos do Vaticano 2. Ora, é um fato que nesta reunião dos milhares de bispos católicos em Roma, foi apresentada uma petição firmada por 510 padres conciliares pedindo expressamente a Paulo 6º essa consagração solene.

Foi entregue dia 3 de fevereiro de 1964 por Dom Sigaud, arcebispo de Diamantina, embora fosse sabido que os bispos da Alemanha e França, além do importante cardeal Bea, fautor dos contactos judeu-maçônicos-ecumenistas, opunham-se a essa consagração. Descreve os fatos o livro Le Rhin se jette dans le Tibre, de Ralph Wiltgen, svd. O ato pedido por Nossa Senhora não foi então atendido. Para atenuar essa omissão, que permanecerá como sumo escândalo na história da Igreja, Paulo 6º em novembro de 1964 anunciou o novo título de Maria, “Mãe da Igreja”, mandou uma rosa de ouro à Fátima e comunicou que para lá enviaria uma missão papal. Paulo 6º visitou Fátima em 1967, após ter ido à ONU.

Em Fátima foi prenunciado um cataclismo social que está hoje diante dos olhos de todos, o comunismo. Foi lembrada a sua causa, os pecados dos homens, e oferecida a solução, a consagração da Rússia ao Coração Imaculado de Maria e a devoção reparadora.

Qual melhor atitude pastoral do que lembrá-la e atendê-la?

E qual melhor ocasião que o Concílio Ecumênico, que reunia todos os bispos da Terra com o papa, em Roma, capital da Cristandade, para ensiná-la? Estariam tão ocupados com novas teologias para esquecê-lo?

Ou pior, aplicados a mudar a consciência da Igreja no sentido ecumenista, de todas as religiões em pé de igualdade? O fato é que isto era oposto à mensagem de Fátima e desprezando-a atentavam contra o essencial da Fé: a intervenção divina do Verbo encarnado para remir a vida humana.

Mas a redução ecumenista da devoção mariana ficou na frase do perito Joseph Ratzinger no Vaticano 2 (op. cit. p. 90): “um esquema sobre a Virgem Maria representaria um mal inimaginável para o ecumenismo”.

O que dizer da aversão à Fé na doutrina da Mediação universal de Maria?

Palavras de Jesus à Igreja através de Sua Mãe?  

Eis as palavras do pedido feito em Tuy, na Espanha, dia 13 de julho de 1929, para a consagração da Rússia:

“É chegado o momento em que Deus pede para o Santo Padre fazer, em união com todos os bispos do mundo, a consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração, prometendo salvá-la por esse meio.”

Essas palavras foram transmitidas aos papas, mas na carta de irmã Lúcia a Pio XII, em 1940, ela foi solicitada pelo seu bispo a mudá-las para:

“… consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, com menção especial da Rússia (…).”

Pio XII atendeu parcialmente o pedido. Assim, em carta de 4-5-1943 de Tuy, ao padre superior, Lúcia confirma:

“Deus promete o fim da guerra para breve, em atenção ao ato que se dignou fazer Sua Santidade (consagração de 31-10-1942). Mas como ele foi incompleto, fica a conversão da Rússia para mais adiante.”

De fato, não houve a explícita menção da Rússia no ato de 1942, e em 1952 faltava também naquela ocasião a participação dos bispos do mundo.

Em carta de Tuy, 2-3-1945, ao padre Aparício Lúcia diz:

“Era preciso intensificar muito a oração e o sacrifício pela conversão da Rússia, para ver se, apesar da consagração desta nação não ter sido feita nos termos pedidos por Nossa Senhora, conseguimos a sua volta para Deus. Tenho grandes esperanças, porque o bom Deus conhece bem as dificuldades. Aí se reza pelo santo padre? É preciso não deixar de pedir por sua santidade. Faltam-lhe ainda grandes dias de aflição e tormenta.” (Padre Martins pergunta em nota: é referência inconsciente à crise da Igreja?)

Anos mais tarde a vidente Lúcia confirmará o desígnio divino com a explicação dada por Nosso Senhor sobre a razão pela qual não operaria a conversão da Rússia sem que o papa fizesse a consagração pedida:

“Porque quero que toda a Minha Igreja reconheça essa consagração como um triunfo do Coração Imaculado de Maria, para depois estender o Seu culto e pôr, ao lado da devoção do Meu Divino Coração, a devoção deste Coração Imaculado.” (Documentos, P.A.Martins. p. 415)

Tudo isto está não só em conformidade com o modo em que foi feito o pedido de Bento XV, mas também com a linguagem de sempre da Igreja. Há uma estreita ligação entre os pedidos do Sagrado Coração de Jesus e do Imaculado Coração de Maria, ambos seguem de perto o curso dos eventos históricos e é surpreendente o fato referente ao rei da França.

Assim é extraordinário o elo entre as majestosas aparições de Maria Santíssima e o Apocalipse, prenunciado também por santos anteriores à Fátima, como é o caso de São Luís Maria Grignion de Montfort.

A Igreja militante não está em dívida com Fátima?

Poder-se-ia perguntar se, nestes últimos séculos das grandes aparições de Nossa Senhora, celebradas pela Igreja, não ficou um vazio na definição de seu aspecto teológico. De fato, ainda hoje, estas são conhecidas como «revelações privadas», mesmo demonstrando um claro caráter público, de certo não no sentido da Revelação concluída com a morte do último Apóstolo, mas justamente como manifestações celestes para datar estas. Em outras palavras: se a Revelação pública inclui palavras sobre horas terríveis para os homens e a Igreja, e Jesus mesmo faz referência à futura realização da profecia de Daniel, porque deixaria de avisar a Sua grei da hora próxima de perdição e na maneira afetuosa das palavras de Sua Mãe?

Quem nos avisaria disso, o Papa? Eles o fizeram no passado, mas como seria depois, quando justamente a autoridade papal seria «abatida»?

Note-se que a Igreja não pode cobrir o campo imenso que concerne a Fé.

Vamos dar um exemplo de como ela define a sua «autoridade autêntica», questão sem dúvida essencial para saber o que é «Magistério autêntico»?

Ora, parece que a este só aludiu sem definir o Papa Leão XIII na sua encíclica «Satis cognitum», para explicar a missão da Igreja:

«Nada é mais perigoso que estes heterodoxos que, conservando a integridade da doutrina no geral, com uma palavra, como gota de veneno, corrompem a pureza e integridade da fé que recebemos da divina e depois apostólica tradição. Tal foi constantemente o costume da Igreja, apoiada no juízo unânime dos Santos Padres, que sempre viram como excluídos da comunhão católica e fora da Igreja quem quer que se separe no mínimo da doutrina ensinada pelo magistério autêntico»

É, pois, incontestável, depois do que dissemos, que Jesus Cristo instituiu na Igreja um magistério vivo, autêntico além de perpétuo, investido de sua mesma autoridade, revestido do Espírito de verdade, confirmado por milagres, e quis, e muito severamente ordenou, que os ensinamentos doutrinais desse magistério fossem recebidos como seus mesmos».

Ora, depois do Vaticano 2, o termo magistério autêntico é usado para designar o magistério não infalível ao ponto de, para distingui-lo do magistério infalível, se passou a dizer «claramente autêntico»… modesto!

A Igreja ensina que a nota da infalibilidade é garantida por Deus para o bem da fé a um Concílio ecumênico, declarando que o ensinamento do magistério ordinário e universal, também sem juízos solenes, deve ser crido com a mesma fé divina e católica devido à palavra de Deus escrita ou transmitida. Não é, portanto, infalível porque é autêntico?

E o termo «autêntico» não vem de fiel ao Autor, que é Jesus Cristo?

Paulo 6, porém, na audiência de 12.1.66, reclama a «autoridade que o Vaticano 2 quis atribuir aos seus ensinamentos, sabendo que evitaram sentido dogmático:

“dado o seu caráter pastoral ele evitou pronunciar de modo extraordinário dogmas dotados da nota de infalibilidade; mas muniu seus ensinos da autoridade do supremo magistério ordinário; magistério ordinário que, sendo claramente autêntico deve ser acolhido dócil e sinceramente por todos os fiéis, segundo a mente do Vaticano 2 acerca da natureza e dos objetivos de cada documento”.

Seria autêntico porque munido da nota de «ordinário» (a mesma nota que o V2 recusou)! Inversão lógica ou maliciosa porque subordina o Autor à nomenclatura.

Saiu pela porta do Magistério católico e entrou pela janela dos objetivos do autêntico, mesmo não ex cathedra (nem católico) segundo a vontade e o sentir do pontífice (Cf. Lumen gentium, 25 e CIC de 1983, can. 752).

Esta prelecção quis mostrar uma inversão a favor da autoridade conciliar.

Se fizeram assim com princípios magisteriais, porque não o fariam com as palavras de Nosso Senhor, dadas em Fátima, não de certo para suprir o Magistério fundado na única Revelação, mas para apoiar a devoção à Mediação da Mãe de Deus que sua mensagem em Fátima representava? Na era em que a Igreja beneficiou de tantas Suas aparições e milagres, donde vinha a insinuação, de aspecto magisterial, da excessiva devoção a Maria ([1])? Não mirava esta a suscitar uma suspeita protestante nos fiéis para evitar responder aos doutos devotos que colocam a questão de fé da Medianeira, como o P. Gabriele Roschini:

“O que ainda se discute na mediação mariana é se além da causalidade moral (de intercessão) se deva admitir também a causalidade instrumental física [de intervenção?] (Dizionario di Mariologia, Studium, Roma, 1961, p. 349; EC, v. XIII, p. 576).

A questão é de enorme importância para o mundo e para a Igreja porque até hoje muitos fiéis têm por certo que Fátima é só «revelação privada»!

O Mandato apostólico à luz de Fátima

Vimos que na Mensagem dada através de Nossa Senhora de Fátima há um apelo às autoridades da Igreja, em especial ao papa: se fizerem o que eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz…se não… e quanto à Rússia, sabemos que com a Mensagem não atendida, espalhou seus erros no mundo, desgraça que os Sagrados Corações queriam evitar.

O mesmo se deve dizer da terceira parte do Segredo: se fizerem o que eu vos disser (salvar-se-á o que foi «eliminado», ou seja, o Papa com todo o seu séquito fiel). Quanto ao Papado, também ficou claro em 1960 que, tendo sido eleito como sucessor de Pio XII Ângelo Roncalli, que era um modernista filo-maçom – posição ideológica confirmada pela sua obra -, a eleição era nula. Mas o engano deletério de um heresiarca ocupando a S. Sede continua, com seus sucessores instalados no Vaticano, e a obra ecumenista deles levada ao extremo das abominações religiosas de Assis.

Perguntam-se os católicos se tal castigo pode ser enfrentado através da consagração, sem mandato apostólico, de bispos que se empenham para a continuação do sacerdócio católico? À luz da história da Igreja na situação criada pelo «Cisma do Ocidente» com três papas dúbios, a resposta conhecida é da extrema precariedade da situação em que falta um autêntico mandatário apostólico: o papa enviado por Deus. Este, porém, na hora do terrível engano presente na Igreja, só vem por milagre.

Não é esta, porém, a oferta de Fátima? Se fizerem o que eu vos disser…

Tudo indica então que se deve voltar ao início e acreditar na intervenção de Nosso Senhor na vida do mundo através da mensagem de Sua Mãe.

Já Pio XII em agosto de 1958, e eram seus últimos dias, perguntava aos peregrinos americanos guiados pelo padre Leo Goode: “Acreditais em Fátima?” À resposta positiva dos fiéis o papa continuou: “Se quisermos paz, devemos todos obedecer aos pedidos feitos em Fátima. O tempo de duvidar de Fátima já passou. Agora é o tempo de agir.” ( Fatima the Great Sign, Francis Johnston, Augustine Publ. Devon, 1980. p. 73).

Pena que terminara seu tempo. Mas jamais para a Igreja, que deve eleger um papa que cancele toda perfídia do Vaticano 2 e fazer o que Ele disser. Só esta disposição garante o mandato apostólico. E Roma reconvertida à Vontade divina, poderá consagrar a Rússia ao Imaculado Coração de Maria e obter a grande conversão. Neste milagre o mundo inteiro poderá ver por fim a autenticação da volta do mandatário apostólico.

Então, os consagrados fiéis que suplicavam pelo milagre, aflitos pela dúvida do “sub conditionem”, mas testemunhando a urgente necessidade da volta do Papa católico, poderão ser indultados na certeza da Fé.

Pode o Clero católico fiel não ansiar com todas as forças pelo milagre divino que na Fé converterá a Terra à paz, para a maior glória de Deus, para a honra de Sua Igreja, para a salvação das almas no culto admirável dos dois Corações, do Sagrado de Jesus junto ao Imaculado de Maria?

Não é nesta ordem de Fé, Esperança e Caridade que o católico deve hoje testemunhar e suplicar pelo Milagre da Profecia de Fátima?


[1] – Veja: «Lumen gentium» nº 67 e equivalente no «Catecismo da Igreja católica»; A. Daniele, «L’Eclisse del Pensiero Cattolico», Europa Ed., Roma, 1997, pp. 212-214, 216;

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