Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

PAPA ABATIDO = APOSTASIA SOB Simulacros papais

O Católico ama a santa Mãe Igreja e hoje vive com ela a maior tribulação, da apostasia geral.

O mundo o ignora e não é de admirar; trata-se do sumo engano previsto por Jesus para os tempos finais (Mt 24,4; Mc 13,5; Lc 21, 8).

Não se diga, porém, que à profecia evangélica faltaram avisos atuais para que fosse entendida no nosso tempo. Deus sempre previne os seus fiéis por meio dos profetas.

A datação de avisos proféticos, dados em aparições reconhecidas pela Igreja, vem como um «apêndice» cronológico da Revelação única, encerrada com a morte do último Apóstolo.

Tratando-se de eventos cuja gravidade não tem precedentes, seus avisos vitais vieram por meio de Maria, Rainha dos profetas e Medianeira de todas as graças, e na seqüência providencial de aparições culminantes em Fátima, mas à espera da 7ª Aparição[1] e do cumprimento da Promessa.

Disto vamos falar, lembrando que, quanto aos fatos, é a história de nosso tempo a certificá-los, mas quanto aos efeitos de ignorar a Profecia, deve ser a consciência católica a discerni-las.

Sabemos que a formação católica leva a reconhecer as conseqüências dos atos pessoais e sociais, do pecado à política que ignora Deus.

No campo espiritual ignorar conseqüências é como ignorar as causas superiores.

Por exemplo, que o caos do mundo atual só pode ser efeito da geral descristianização; que a auto demolição dos clérigos da Igreja seguiu o desamor pelo Sacrifício da Missa.

Assim podemos falar do Segredo de Fátima, dado como resposta ao Papa e que falava do Papado. Na medida em que os últimos Papas, de Bento XV a Pio XII, o descuraram, suas ações foram dúbias; fato histórico seguido no livro «Entre Fátima e o Abismo».

Livro de Fátima

Clique na imagem e faça download do livro.

E chegamos à terceira parte do Segredo de Fátima, publicado finalmente no ano 2000 devido ao falso passo de João Paulo 2, que pensou poder desapropriá-lo a favor de sua pessoa, vítima de um atentado político que mirava, por engano, o Papa católico.

Sobre isto já falamos bastante. Cabe agora falar da visão do simbólico massacre papal.

Até hoje, bom número de seguidores de Fátima considera falsa ou mutilada essa parte do Segredo alegando a falta de palavras de Maria Virgem sobre a terrível crise na Igreja.

O que equivale a pensar, foi vista a morte do papa com todo o seu séquito e nada mais.

Critica-se então o Segredo publicado para não criticar diretamente Nossa Senhora, que não descreveu o que na Igreja seria mais claro em 1960! Porque não se quer ver a relação causa-efeito entre a «liquidação» do Papa católico e a situação atual?

Para nós, que vivemos em cheio esta crise sem fim, a razão disto é equivalente àquela do desamor pelo santo Sacrifício da Missa; o desamor pela importância vital do Papa, representante da Autoridade divina no mundo, para a ordem e razão de sua vida.

Ignorada ou desprezada a razão de Fé, seguem as piores conseqüências para o homem.

Eis que o descuido do Santo Sacrifício, da Profecia de Fátima, da importância vital da presença do Papa católico são causas profundas cuja conseqüência é o descalabro atual.

Em breve, a «alienação católica» presente aparece insolúvel na medida mesma em que não se aprofundam e enfrentam as suas causas espirituais diante de Deus.

Como para resolver as questões citadas há que recorrer à Autoridade divina, da qual o Papa é Vigário, esta se torna, embora seja a mais intricada de todas, a questão chave.

Vejamos aqui como o que implica um dever para todo católico – cada um segundo o seu lugar na Igreja – deve ser visto e resolvido de acordo com a visão da Igreja.

Para isto vamos seguir um resumo documental que o amigo Felipe Coelho teve o mérito de anotar, traduzir e a gentileza de nos enviar. Concluiremos definindo melhor, à luz de Fátima, a situação de pena e castigo em que nos encontramos há mais de meio século porque o mundo vive, embora ignorando, o maior engano espiritual de sempre: a tribulação do Papado abatido, mas substituído por simulacros papais, no meio da geral apostasia. Mas devemos esperar.

«É Presunçoso Esperar? Nenhum católico duvida de que seja enormemente desejável restaurar a autoridade na Igreja. Mas a urgência não deve jamais gerar pânico. Qualquer empreendimento, para ser bem-sucedido, deve ser preparado prudentemente. Se nós, mortais, formos contribuir ativamente para a restauração da autoridade católica, a preparação necessária certamente inclui estudo teológico muito sério, acompanhado de oração e boas obras para obter a bênção divina. Foi com referência especial às dificuldades que os católicos experimentarão à medida que a era apocalíptica se aproxima, que o grande Abade de Solesmes, Dom Prosper Guéranger, escreveu: “Muitos ignorarão na prática a verdade central de que a Igreja não pode nunca ser vencida por nenhum poder criado… Essas…pessoas se esquecerão de que Nosso Senhor não precisa de nenhuma manobra astuta para ajudá-Lo a cumprir Sua promessa.” (O Ano Litúrgico, comentário à epístola do Vigésimo Domingo depois de Pentecostes.) A Igreja não falhará pela negligência, qualquer que seja ela, de nossa parte. É imperativo que o mais completo estudo teológico venha a demonstrar antes de tudo, à satisfação daqueles verdadeiramente competentes para julgar, que um dado projeto de restauração, de fato, satisfaz às exigências da doutrina católica e da divina constituição da Igreja. Tampouco se deve esquecer que a Providência muitas vezes, especialmente (mas não exclusivamente) nos tempos do Antigo Testamento, permitiu crises especialmente para lembrar os homens de sua própria impotência, frustrando invariavelmente as tentativas prematuras deles de escapar do castigo misericordioso.

A esse respeito, o grande teólogo tomista Cardeal Caetano (1469-1534) ensina que o papel da oração nos problemas ordinários consiste em complementar e reforçar as iniciativas práticas, sendo a oração de eficácia geral, mas apenas parcial, nessas questões, porque a própria elevação de sua dignidade torna-a inapropriada para ser o remédio único, imediato e específico para males de ordem inferior. Mas a situação é muito diferente quando o mal, o problema ou a crise que precisa ser remediada é de gravidade e importância extraordinárias. Num caso desses, a intervenção natural dos homens – que é o remédio específico para os males inferiores – não pode ser suficiente como solução eficaz. A panacéia, nesses casos, é a oração e somente a oração, pois somente ela é o meio específico a ser usado quando o objetivo a ser assegurado é da mais alta ordem. […]

«Nossa citação de Caetano não implica no juízo de que a iniciativa humana para pôr fim à crise seja necessariamente deslocada. Implica que a iniciativa humana para pôr fim à crise pode não ser a solução destinada pela Providência. Pode fracassar. A não ser que proceda com ordem, prudência e humildade, certamente fracassará.

«O J. S. Daly tem um estudo muito bom sobre as “Condições para Eleição Papal Válida na Ausência de Eleitores Designados“. Copio abaixo, com alguns destaques meus, os trechos principais tratando da teoria do Conclave, e omito praticamente tudo o que havia de anedótico:

«[…] Claro que, quando a Santa Sé não está ocupada por um Pontífice legítimo e certo, a Igreja necessariamente tem o direito e o poder de prover a si própria um Papa verdadeiro e inquestionável. Mas como?

As perguntas a serem feitas são as seguintes:

— Quem são os eleitores legítimos em nossas circunstâncias extraordinárias?

— Que condições precisam ser satisfeitas para a eleição ser válida?

[…] Diversos teólogos de grande renome debateram a questão: em quem recai o direito de eleger o Sumo Pontífice, se os cardeais não estão disponíveis para desempenhar o papel deles? «Dignos de nota especial entre esses teólogos são:

— Louis Cardeal Billot: De Ecclesia Christi: Quaestio XIV, thesis xxix

— Jean-Baptiste Cardeal Franzelin: De Ecclesia, Thesis XIII, scholion

— Giacomo Tommaso Cardeal Cajetano: De Potestate Papae et Concilii, cap. XV

— São Roberto Bellarmino (Doutor da Igreja): De Romano PontificeDe Clericis lib. 1, cap. VII, prop. V e cap. x, prop. viii

— Dom Adrien Gréa: De l’Église et de sa Divine Constitution

— Pe. E. J. O’Reilly S.J. The Relations of the Church to Society, (Londres, John Hodges, 1892)

— Lorenzo Spinelli: La Vacanza della Sede Apostolica, Milão, 1955

«As duas principais soluções oferecidas por eles são:

— Um concílio geral imperfeito, i.e. um concílio de todos os bispos do mundo, o qual, porém, é chamado de “imperfeito”, porque nenhum concílio é plenamente geral na ausência do Papa e, é claro, a ausência do Papa é neste caso a razão mesma para convocar o concílio. O fundamento desta solução é que, na ausência do Papa, os bispos são a autoridade mais alta na Igreja.

— O clero romano. O fundamento desta solução é que o Papa é Papa porque ele é bispo de Roma. Os cardeais são considerados como o clero principal de Roma. Na ausência deles, o remanescente clero de Roma torna-se competente para eleger o seu bispo, o qual, em virtude de ser bispo de Roma, será Papa.

«Todavia, os defensores de ambas as soluções reconhecem que, numa crise que prive a Igreja de seus eleitores designados (os cardeais), pode ser que nenhuma das duas alternativas seja totalmente viável. São Roberto Bellarmino, embora favorável a um concílio geral, aceita que, na prática, o clero romano e os bispos próximos de Roma certamente teriam de eleger. Dom Gréa, que propugna pelo clero romano, pensa que, assim como o colégio dos cardeais normalmente os representa, eles também poderiam, numa emergência, ser representados pelo Capítulo dos Cônegos da Basílica Lateranense.

«Eis um excerto típico, do maior e mais autorizado desses teólogos:

“Se não houvesse nenhuma constituição pontifícia em vigor acerca da eleição do Soberano Pontífice, ou se por algum infortúnio todos os eleitores legalmente designados, i.e. todos os cardeais, perecessem juntos, o direito de eleição pertenceria aos bispos vizinhos e ao clero romano, mas com uma certa dependência de um concílio geral de bispos.” (Bellarmino: De Clericis, Lib. X, cap. x)

«Claro que isso suscita dificuldades adicionais em nossos diasquando quase todo o clero legitimamente designado da diocese de Roma e quase todos os bispos legitimamente designados da Igreja Católica desapareceram em apostasia ou, no mínimo dos mínimos, não têm nenhuma compreensão adequada da natureza da crise e, portanto, nenhuma disposição para resolvê-la participando na eleição de um verdadeiro e católico Pontífice.

[…]

«As Perguntas Que Precisam Ser Feitas

Para determinar se [um] conclave [é] capaz de dar à Igreja um Papa válido, precisamos saber se a eleição [é] verdadeiramente e demonstravelmente representativa da Igreja Católica, e em particular da diocese romana. Por isso, precisamos saber se ela incluiu todos os que tinham o direito de ser incluídos e excluiu aqueles que não tinham o direito de participar.

Aqui vão as principais questões de doutrina e lei que devem ser perguntadas:

— É admissível, quando o clero regularmente nomeado está em falta ou é muito escasso, admitir que o laicato tome parte numa eleição papal?

— É admissível, quando o clero regularmente nomeado está em falta ou é muito escasso, admitir que clero emergencial (a alusão é àqueles bispos que não foram nomeados à hierarquia por um verdadeiro Papa ou àqueles padres que não foram ordenados por um bispo hierárquico) tome parte numa eleição papal?

— Pode-se esperar que os católicos reconheçam como seu Papa a um homem cuja eleição não está demonstravelmente em conformidade com as exigências da constituição divina da Igreja?

Aqui vão as principais questões de fato que devem ser perguntadas:

— Que publicidade prévia [é] dada ao conclave?

— Que pessoas [são] consideradas competentes para participar e que prova existe do convite a elas?

— Que clero regularmente nomeado particip[a] do conclave?

— Que clero romano regularmente nomeado particip[a] do conclave?

— Que bispos regularmente nomeados participa[m] do conclave?

— Que clérigos irregulares ou bispos não-hierárquicos participa[m] do clero?

— Que leigos participa[m] do conclave?

— Que peso [é] dado aos votos das diferentes categorias de eleitores?

— Os eleitores [são] livres e não sujeitos a influência indevida?

— Quem ordenou o eleito … ao sacerdócio e consagrou-o bispo, e quando?

— O sacerdócio e o episcopado do próprio bispo eleitor estão estabelecidos com certeza?

— Os fatos essenciais concernentes à eleição e consagração são públicos e certos, além de toda dúvida razoável?

[…]

«Sobre essa questão, muitas boas almas foram desencaminhadas em crer que existiria uma tradição de participação leiga em eleições papais, ao menos em alguns casos, e que a exclusão do laicato deriva da lei eclesiástica (que pode ceder à necessidade) e não da lei divina (que não pode ceder). Isso não procede. Ver Apêndice 1, sobre a Participação Leigaem Eleições Eclesiásticas Segundo São Roberto Bellarmino.

Apêndice 1

Participação Leiga em Eleições Eclesiásticas
Segundo São Roberto Bellarmino

No seu De Clericis, cap. viii, prop. V, São Roberto refuta os reformadores protestantes, demonstrando que: “O direito de eleger o Soberano Pontífice e os outros pastores e ministros da Igreja não pertence por direito divino ao povo; qualquer poder desse que o povo já tenha tido foi inteiramente devido à aquiescência ou concessão dos Pontífices.”

A demonstração dele vai muito além da simples refutação da absurda heresia protestante. Mostra que o laicato não tem, em nenhuma circunstância, nenhum direito ou poder de participar em eleições eclesiásticas ou na seleção de pessoa alguma para ter ofício na Igreja.

Aqui, em breve sumário, estão as provas principais de São Roberto:

— “E nenhum homem se arroga essa honra [do alto pontificado] senão o que é chamado por Deus, como Arão.” (Hebreus 5:4) Isso mostra que o direito a qualquer ofício na Igreja é dado por Deus, e portanto através daqueles a quem Deus delegou autoridade, não através do povo.

— “Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós.” (João 20:21) Isso mostra que um sucessor dos Apóstolos precisa possuir uma missão. É-se enviado pelas autoridades, não pelos inferiores.

— Os bispos são pastores e o povo é o rebanho deles. É contrário à lei natural, à lei divina e à lei escrita que as ovelhas elejam os seus pastores. Sobre esse argumento, São Roberto acrescenta: “Certissimum est – É certíssimo.”

«Ele explica que o povo pode às vezes eleger seu rei terreno, mas somente quando não tem rei naquele momento. “Mas a Igreja nunca fica sem um rei, pois Cristo está sempre vivo e há sempre outros bispos na Igreja que podem eleger e criar novos pastores.”

— Os Apóstolos enviaram bispos sem consultar os fiéis.

— Vários concílios proibiram o envolvimento leigo em eleições eclesiásticas:

o I Laodiceia, c. 13
o II Niceia, c. 3
o IV Constantinopla, cân. 28 (que é muito vigoroso contra a participação leiga)

— Testemunho patrístico.

— Numerosos inconvenientes se seguem à eleição popular. O povo inculto é incompetente para julgar a aptidão ao sacerdócio, ainda que desejasse fazê-lo. A maioria, os piores e os mais estúpidos, sempre prevalecerão.

— Iur. Can. Cap. Honorii III diz: “por edito perpétuo Nós proibimos que a eleição dos Pontífices seja realizada pelo laicato, [edito] juntado aos Cânones; e, se por qualquer ventura isso vier a ocorrer, a eleição será sem vigor, não obstante qualquer costume contrário, o qual antes deve ser chamado de corrupção.”

São Roberto admite que desde tempos subapostólicos, o povo foi convocado a atestar os bons costumes da pessoa a ser selecionada. Ele reconhece que mais tarde, para que o povo pudesse ser mais devotado aos seus prelados, foi permitido em alguns lugares que o povo “postulasse”, i.e. pedisse que as autoridades competentes lhe dessem, como pastor, algum indivíduo conhecido; pedido este que as autoridades eram, é claro, livres para rejeitar se necessário. Ele explica que mais tarde, em certas localidades, uma prática abusiva cresceu pela qual o povo era admitido a votar para os seus prelados. Esse abuso foi corrigido suave e gradualmente, por meio de um retorno à prática pela qual o povo atesta os bons costumes do candidato, prática esta que ainda existe.

Resulta disso muito claro que a participação leiga direta em eleições eclesiásticas é um abuso, e um abuso que, no presente, invalida a eleição em questão.

_____________

J.S. Daly, por que não o conclavismo? http://wp.me/pw2mj-77

O problema da hora presente é muito pior do que qualquer hipótese dos estudiosos citados, pela razão que um simulacro de papado católico está instalado no Vaticano há mais de meio século, sem que 99.9% dos que se dizem católicos o entenda e muito menos o acuse.

Lamentavelmente, parece que chegamos aos dias anunciados pelo Filho do Homem quando Ele perguntou se, no Seu retorno, encontraria fé na terra (Lucas 18:8).

Rezemos para que o Sagrado Coração de Jesus junto ao Imaculado Coração de Maria socorram a Igreja com um grande milagre que volte a trazer a certeza do papa católico ao mundo.

Notas

[1] Em sua primeira aparição, a Santíssima Virgem pediu aos 3 pastorinhos que viessem à Cova da Iria seis meses seguidos. E acrescentou: “Depois voltarei ainda aqui uma sétima vez”.

Seguiram-se as seis aparições, segundo o relato da Irmã Lúcia, pairando o mistério sobre a sétima aparição…

Estará, esta, ligada à promessa do triunfo de Seu Imaculado Coração? Esse triunfo, sem dúvida, configura uma suprema e altíssima esperança para os dias de hoje! Fátima, queiramos ou não, tornou-se com a promessa “Por fim meu Imaculado Coração triunfará” o ponto de referência essencial, indispensável, para nossa vida e para o mundo contemporâneo.

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