Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

AS VISÕES CISMÁTICAS DA SANTA SÉ E A ORAÇÃO

Pode haver uma Igreja de Cristo com duas doutrinas, até opostas? Não seria cismática e herética a visão da Igreja com dupla doutrina?

Pois esta é a idéia hoje «explicada» pelo quinzenal «Sì sì no no».

Jornal Si Si No No

Sì Sì No No

Basta ler os números dessa publicação, hoje dirigida pelo P. Nitoglia.

E não é idéia casual ou irônica, mas repetida e «fundamentada» nos número seguintes com preleções de aspecto filosófico, até tomístico. E para cúmulo da contradição, a «doutrina paralela», que a este ponto seria a «alternativa oficial», um plano B da Fé, seria mesmo a do «culto do homem de montiniana memória (veja discurso de Paulo 6 na conclusão do Vaticano 2)!

Quem quiser se certifique, e o recomendaria em especial a monsenhores e padres como sejam Mgr Tissier de Mallerais e P. Luigi Villa, que escreveram sobre essa outra Igreja com a «outra doutrina» do Vaticano 2 (P. Villa, «A Igreja de Paulo VI»).

Que cada um medite em consciência se quer e pode pertencer a uma Igreja de duas doutrinas, porque não podendo seguir as duas, deveriam «escolher» a verdadeira. Um modo de pôr em prática a «liberdade de consciência»!

Pode a intenção de nossas orações adaptar-se a um culto duplo?

Será que há «doutrina» fiel, mas independente da única Fé ensinada e transmitida pela Santa Igreja de 260 Papas e 20 Concílios ecumênicos?

Aqui nos interessa defender a Igreja de Nosso Senhor, de «uma só Fé, de um só Batismo, (Efésios, 4), mesmo se for um anjo ou um apóstolo a trazer outro evangelho; mais ainda se for um padre (que inverteu sua posição) a trazer sua doutrina contrária sobre a autoridade na Fé.

Agora, tudo, mesmo as confusões humanas consideradas «sábias» por quem condecora padres de sua posição, têm origem numa intenção e idéia que cedo ou tarde se desvela.

Sim, porque neste caso, assim como surgiu uma «nova posição» doutrinal sobre a autoridade papal em relação ao Vaticano 2 – antes materialiter, agora formaliter – assim também surge agora uma «nova» justificação para a duplicidade doutrinal.

Uma nova posição procura a explicação de uma «visão doutrinal», como esta dupla professada pelo Padre que hoje guia o citado quinzenal romano. Um erro gera o seguinte.

Vejamos. Na verdade a tal «tese de Cassiciacum» postulava a presença e direito do «papa materialiter», que seria na época João Paulo 2.

Pode-se imaginar então a confusão instaurada com a sua morte e sucessão deste por outro conciliar e nada menos que por Ratzinger!

Então haveria também uma «sucessão materialiter»? Valha-nos Deus!

A este ponto O P. Nitoglia, que já tinha problemas com seus correligionários de Sodalitium, partiu furioso da posição materialiter e aderiu à formaliter do Bento 16.

Mas como tudo isto esteve longa e filosoficamente motivado antes, sentiu-se no dever de escrever uma longa justificação com uma nova «tese» para explicar a reviravolta do depois: a «tese» filosófica de Velletri (sede do Sì sì no no)!

Deixando de lado todas as notas de mal disfarçados ressentimentos pessoais, o fato resultante dessa virada em U, era a adesão, pura e simples, ao novo «papado de Bento XVI» e ao aparato semi-discordante de suas fraternidades.

Ora, este «documento» é publicado agora pela SPES como demonstração da inconsistência da «Tese» de Mgr Guérard des Lauriers!

Chovem no molhado quanto à insuficiência filosófica, para não dizer teológica dessa idéia. Basta dizer que para que ela tivesse o mínimo de sentido devia considerar a Lei da Igreja e em especial a Bula do Papa Paulo IV como insuficientes.

A primeira, por ser imperfeita! A segunda decaída!

Eis que a Igreja de Deus precisava da «tese» de um clérigo acadêmico para explicar a situação de sua autoridade no meio da geral apostasia!

Claramente para chegar a tal absurdo precisavam superar outros e por isto consagraram bispos que, porém, não deveriam ser sedevacantistas.

Ora, isto o professor do SPES ainda não entendeu e menos ainda a nova tese de uma Igreja duas doutrinas, como a China e Hong Kong. Só seguiu uma razão – isto é justificar e aplaudir quem acusa o tal «sedevacantismo» abandonado, isto é, quem havia naquela ocasião abandonado a «tese de Cassiciacum», que nosso Professor considera – por engano – sedevacantista.

Por isto agora o P. Nitoglia merece um encômio público. A explicação de tanta admiração pela «tese» de 2008 do «sábio» P. Nitoglia só pode ser devida à parceria na crítica do sedevacantismo que o prof. Nougué do SPES atribui à «tese» anterior, sempre por engano.

Curioso como a compulsiva procura de explicações para a posição que procura justificar a aceitação de um papa herético, passa não só por essas elucubrações doutrinais, mas por outras sobre Escrituras, que a Igreja nunca autorizou.

Nisto vemos agregados clérigos, que no caso são o Mgr Williamson e o P. Nitoglia, que se repetem (veja artigo sobre Mgr Williamson).

Dizem que Caifás não decaiu de seu cargo, apesar de ter condenado à morte Jesus, porque Pedro ainda o respeitava. Mas o respeitava como chefe do Sinédrio antigo ou como papa, representante de Deus?

Já tocamos o assunto que alude a Caifás, comparado ao Papa católico, juiz infalível em questões de Fé. Como se o Sumo Sacerdote para o governo e o culto do povo judeu equivalesse a ser sujeito do divino poder estabelecido por Nosso Senhor sobre a profissão de Fé de São Pedro?

Qual a comparação que aplicam na defesa dos «papas conciliares» e para o «ephod» de Caifás que Paulo 6 usou em público?

Isto os nossos autores deveriam explicar para serem credíveis.

Teriam feito melhor a lembrar que o poder dos Sumos Sacerdotes desapareceu em seguida com a instituição da Igreja e do Papado: eles mandavam prender Pedro, mas o Anjo de Deus vinha libertá-lo dos grilhões e nas barbas dos guardas.

Como se vê, repetem idéias incoerentes, empurrados pela mesma intenção compulsiva que os move: demonstrar porque não compreendem ou agora passam a repelir a inevitabilidade da conclusão que na Sé de Pedro, desde há muitos anos, não se vê a presença de um papa católico, mas a ocupação de apóstatas da Fé.

Pelo menos Mgr Williamson exprime a verdade relativa que brota de sua consciência: «Prefiro ser um sedevacantista cismático, que um apóstata romano!»

Veja seus «comments», assinalados até nos jornais franceses («Lefebvristes : Mgr Williamson prend ses distances avec Mgr Fellay: 23/1/12 – 16 h 09, LA CROIX – MONDE).

Não foi, porém, Mgr Lefebvre, que ordenou esses padres, a explicar que os cismáticos eram os anticristos no Vaticano, que abdicaram de toda verdade na Fé e não podiam condenar ninguém?

Querem voltar aos tempos antelefebvrianos?

Oremos muito para não naufragar nessa tormenta sem precedentes.

E nada melhor para isto que seguir um bom exemplo  na oração.

De fato a questão da unidade e unicidade da Fé em uma doutrina explica-se na frase: «lex orandi, lex credendi», A oração é o caráter da religião católica

Ensina Pedro Julião Eymard (Excertos de “A Divina Eucaristia”)

«Notais que a vida divina [isto é, a vida da graça] não se sustenta de virtude, mas de oração, já que a virtude é um sacrifício, um gasto, e não um alimento.

«Quem sabe orar de acordo com as suas necessidades, tem a sua lei de vida. Não é a mesma para todos. Uns precisarão de um grau maior de oração para se manter no estado de graça; outros de um grau menor. Esta afirmação não pode ser posta em dúvida, pois a experiência no-la prova. Uma alma se conservará em estado de graça com pouca oração – basta-lhe esse pouco – mas não há de voar muito alto, enquanto outra, pelo contrário, dificilmente nele se manterá sem muita oração. Sente necessidade de mais. Que ore, e ore sempre! Assemelha-se a essas naturezas fracas, que precisam comer com freqüência para não definhar.

«A oração é o caráter da religião católica, a marca de santidade da alma, sua própria santidade. Ao verdes alguém que vive de oração podereis dizer: “É um santo”. (…) «Jamais, porém, se tornará santo o homem que não ora.

«Não vos deixeis levar nem pelas palavras, embora belas, nem pelas aparências. O demônio tem muito poder, é douto, transforma-se em anjo de luz. A ciência, tampouco, forma santos; não vos fieis nela. Só o conhecimento da verdade não pode santificar, é preciso acrescentar-lhe o amor. Que digo? Há um abismo entre o conhecimento da verdade e a santidade. Quantos gênios não se têm perdido!

«Insisto. Nem as boas obras de zelo e de caridade podem, por si, santificar. Deus não imprimiu à santidade este caráter. Os fariseus – e no entanto Nosso Senhor os chama de sepulcros caiados – observavam a Lei, davam esmolas, consagravam os dízimos a Deus. Trabalhavam muito sem que, no entanto, seu trabalho se mudasse em oração. O Evangelhono-lo confirma. É que a prudência, a temperança, a dedicação se podem aliar a uma consciência viciada.

«A oração não é, [por assim dizer,] na ordem divina, senão a mesma graça.

«Já notaste que as tentações, as mais violentas, são contra a oração? Esta inspira tanto medo ao demônio que, de bom grado, ele nos deixaria fazer todas as [boas] obras imagináveis, se pudesse nos impedir de orar, ou, pelo menos, se conseguir viciar a nossa oração.

«Devemos, pois, estar de sobreaviso, alimentar sempre o espírito de oração, fazer da oração nosso dever primordial.

«O Evangelho não nos manda antepor a salvação do próximo à nossa própria salvação, pelo contrário, diz-nos que nada vale ao homem ganhar o mundo inteiro se vier a perder sua própria alma. A primeira lei imposta – infelizmente violada todos os dias – é a da salvação própria. Descuidamo-nos de bom grado de nós mesmos para servir aos outros, entregando-nos a obras de caridade. De fato, a caridade é fácil e cheia de consolações, eleva-nos, enobrece-nos, mas enquanto isso, fugimos da oração por indolência. Por ser sem ruído e silenciosa, é humilhante, e não ousamos, portanto, nos entregar a ela.

«(…) Nada se faz de grande para Jesus sem a oração, que nos reveste de Suas virtudes.

«Se não rezardes, nem os Santos, nem o próprio Deus vos farão progredir no caminho da perfeição.

«A oração está de tal forma ligada à santidade que, Deus, ao querer elevar a alma, não intensifica suas virtudes, mas sim, seu espírito de oração, isto é, a sua capacidade de poder orar.

«Aproxima-a de Si, e nisto está o segredo da santidade.

«Consultai vossa experiência própria. Sempre que a voz de Deus se fez ouvir, haveis procurado com maior insistência a oração e o retiro. E os Santos, cientes da importância da oração, amavam-na mais que a tudo e suspiravam continuamente pela hora em que a ela se poderiam entregar. Sentiam-se atraídos a ela como o ferro ao ímã.

«A oração foi-lhes, portanto, a recompensa: no Céu oram continuamente.

«Se não rezardes, perder-vos-ei. E se fordes abandonado por Deus, podeis atribuir isto, com toda certeza, ao fato de não rezardes. Sois qual o desgraçado náufrago que recusa a corda que lhe lançam com intuito de arrancá-lo à morte. Que fazer? Está perdido!»

Rezemos pela liberdade e exaltação da Santa Madre Igreja no ensino de sua única doutrina de salvação.

6 Respostas para “AS VISÕES CISMÁTICAS DA SANTA SÉ E A ORAÇÃO

  1. Leonardo fevereiro 1, 2012 às 1:33 am

    O Sr. está certo. Não querer postular ou militar em face a vacância, tudo bem. Porque, como súdito não pode governar nem se sobrelevar à hierarquia nos assuntos de governo, a postulação cabe aos bispos e, como os bispos se calam, os súditos não são culpados por a considerarem mas sem a postularem. Agora, quererem insinuar que é papa como Deus quis um papa ou que tem fé católica (e o próprio Dom Lefebvre disse achar que João Paulo II não tinha mais fé católica), aí, já vamos ao absurdo de se legitimar a traição. Dom Nitoglia foi do pau direto para o cavaquinho sem talhar a madeira! Ora, que fé é esta a do papa? Católica? Então, meus santos de devoção como São Leonardo de Porto Maurício, o apóstolo da Santa Missa, já não são católicos. Se nossos santos continuam católicos no céu e na terra, o cisma está é no poder temporal. Ou quando é que São Leonardo de Porto Maurício aprovaria a missa neocatecumenáta ou faria discurso elogiando Lutero e os luteranos, além de dar-lhe um jardim em Roma e juntamente com eles uma benção da qual corro como o diabo da cruz?

  2. Leonardo fevereiro 2, 2012 às 1:08 pm

    O sedevacantismo não satisfaz porque leva dogmas a se chocarem e porque perdeu contexto com a supressão do magistério. Por outro lado, no extremo oposto, qualquer legitimação do cisma que tomou o poder (cisma, sim, e exatamente ao suprimir ou engessar o magistério por reduzi-lo a mera moderação) trai dolorosa e agudamente o testemunho de Cristo de modo que não se terá Seu testemunho diante do Pai. Ou seja, nos dois extremos da mesma corda, ou se relativiza ou se apostata. Qual a solução? Bem, são caminhos da razão, não da fé. Por isso, Santo Tomás demonstrou que a fé é mais excelente do que a razão no plano da inteligência. E, desde que o homem enalteceu a razão para se fazer seu próprio deus enquanto motivado pela adoração ao dinheiro e ao prazer, Deus pôde muito bem deixar livre o engano para exigir a mais dura prova à fé. A saída, como eu disse, ou o apoio aos passos num salão completamente escuro, vem das profecias e das aparições marianas reconhecidas antes do tenebroso concílio. E como, no Evangelho, Jesus mostra-Se meticuloso com o cumprimento das profecias, estas, somadas às aparições marianas que dão sua interpretação para a atualidade, funcionam quase como um evangelho ou um testamento em separado. O estudioso que deixa as profecias e as aparições como opcionais ou acessórios vai perder a fé ou ver acontecimentos que não poderá encaixar em nenhuma teoria, tese ou antítese. Por isso é que já vivemos o grande engano para exterminar no fim todo o orgulho humano.

  3. Leonardo fevereiro 2, 2012 às 1:14 pm

    Corrijo para: “exatamente por suprimir ou engessar o magistério ao reduzi-lo a mera moderação”

  4. Leonardo fevereiro 2, 2012 às 6:19 pm

    O problema do sedevacantismo é que ele parece afirmar que “não temos magistério porque não temos um papa”, entretanto, “perdemos o papa porque antes perdemos o magistério”. Parece-me que o último papa relativamente ouvido foi São Pio X. Relativamente ouvido, mas não praticado. Porque, ao que indica a reflexão do agravamento posterior, Pio XI e Pio XII nem sequer foram relativamente ouvidos, mas rotineiramente ignorados pela grande massa de católicos. Ou seja, o magistério morreu antes do papado e como aquele é a razão de ser deste, o papa só poderia tornar-se cada vez mais um papa de vitrine. Quando percebi tal questão como o cerne da crise católica, ainda na nova igreja, questionei alguns paroquianos do meu círculo de amizade acerca do papa ser o único a repetir a verdade ditada só a ele pelo Espírito Santo e obtive como respostas: “não creio que Deus fale de modo especial ao papa”, “não creio que eu tenha de ouvir o papa para ser católico” e “não tenho de ouvir tudo que o papa fala”. Aí, acrescentei o que Jesus disse “que o Espírito Santo daria memória e entendimento acerca do que Jesus já havia dito e de outras coisas que os apóstolos ainda não podiam compreender”, porém, disseram-me todos que esta moção do Espírito Santo seria ou é dada a todos nós e não apenas ao papa. Ora, sabemos que “com Deus não se brinca” e que Deus nunca joga palavras ao vento, mas que “sua palavra não Lhe retorna sem frutos”. Lembrado eu da pergunta desconcertante mas segura de Jesus aos apóstolos se estes também queriam abandoná-lo após o seu rejeitado discurso sobre a Eucaristia, reconheço que nosso Deus ciumento não custa a bater suas sandálias para quem o trai de forma tão aguda e decisiva, pois, para quê serve um papa feito para ditar, e não para dialogar e nem mesmo para moderar, se lhe roubaram sua voz ou o desqualificaram de ditar porque ditadura alguma, nem a de Deus, poderia prestar? Não posso nem desejo falar por Deus, mas como homem e criatura miserável que sou, se assim fosse tão desprezado, deixaria a falta do que dei fazer clamarem pelo seu retorno de modo que nunca mais o dado desprezassem, uma vez que “quando não se aprende pelo aviso, aprende-se no abismo”. E esta falta viria por um engano quase total, a ponto de dissolver todo orgulho humano até o ligado à sabedoria humana ajuntada à própria propagação da fé. Porque a soberba do homem lhe cega acerca de sua insuficiência para extinguir sua própria contradição. E, exatamente, para que, assim, a fé e a paz voltassem a depender visivelmente só da guia de Pedro, porque foi o escolhido para ouvir do próprio Espírito Santo. E, então, veria até onde insistiriam no “disse-me-disse” caótico da multidão reunida na Babel da devoção a si mesma, pela qual crê que até umbigos pretensiosos viram bocas que dão fábulas como se fosse a verdade. Mas não se arriscam de nesta situação caótica clamarem por “um salvador” assim como, conforme o orgulho geral, apresentar-se-á o Anticristo?

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