Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

FÁTIMA E O MISTÉRIO DO CRISTIANISMO DROGADO

Tantum Ergo. Festa do Santíssimo Corpo do Senhor 

Na Festa do Corpo de Deus: Ó bom Pastor e alimento verdadeiro dos que apascentas, ó Jesus, tende piedade de nós. Alimentai-nos e defendei-nos e fazei que mereçamos fruir da vossa glória na Terra dos vivos.

 Quando na Mensagem de Nossa Senhora de Fátima são apontados os erros que a Rússia espalhará pelo mundo, isto indica também o sofrimento da Igreja no esmorecimento das defesas do Cristianismo contra novos males, a fome de fé em escala mundial.

Isto ficou claro no plano internacional com a Grande Guerra de 1914-18, então em curso, e a vitória da Revolução bolchevista na Rússia, para abolir a Cristandade.

Mas para o plano interno, do Papa e da Igreja para o qual era dirigido o Segredo, ficou na forma condicional, de uma profecia secreta. Estava na terceira e última parte, que hoje se conhece como a visão da hecatombe papal e do seu inteiro séquito.

Basta rever os “se fizerem”, e ver os outros “se”, para entender essas condições.

Hoje, quando falar de Religião parece exercício inútil, há que lembrar ainda mais esta linha profética, porque contem os elementos vitais do curso da história segundo divinos desígnios para o bem humano; lembrar que a Profecia pode ser aviso que respeita toda a liberdade humana, sem exclusão da dos consagrados da Igreja que pensam saber qual seja a vontade de Deus hoje, ontem e sempre, mas nem reconhecem um Seu sinal.

Nesse sentido, dediquei algumas páginas de meu livro «Entre Fátima e o Abismo» (de XXXI-III e 12-17) sobre o liberalismo que infetava a Igreja do Reino de Cristo.

Essa pestilência depois reapareceu com a democracia-cristã, que completou a demolição promovendo a separação da Igreja do Estado e a abertura ao naturalismo e ao cientismo.

Podem estes progredir no desconhecimento da origem e do fim da vida?

Como tal conhecimento não pode ser deslindado por nós mesmos e nenhuma sabedoria humana pode provar o destino da alma, ele precisava ser revelado pelo Criador.

Com isto, qual cultura humana universal, à busca de nossa origem, do que somos e para onde vamos, poderia ignorar essa voz posta nas consciências para nos guiar?

Qual ciência poderia descobrir fonte equivalente para explicar-nos o sentido da vida?

“Nenhum povo até hoje se organizou baseado nos princípios da ciência e da razão. Isto não ocorreu nenhuma outra vez senão num certo instante histórico, e por tolice.  Razão e ciência, hoje e desde o início dos tempos, só desempenharam funções secundárias e adjuntas; e assim será até a consumação dos séculos. Os povos se constituem e são movidos por uma força que os impele e rege, de origem desconhecida e conhecimento inacessível” – Os Demônios, Fedor Dostoievski).

Mas os demônios revolucionários justamente queriam fazer esquecer o limite humano, até, ou especialmente na Igreja de Deus. E esta, como se viu estava sob ataque.

Na era moderna, o orgulho humano tentou inventar o contrário do que os povos sempre creram naturalmente: a origem e o fim sobrenatural do ser humano.

Assim, só criaram a anti-cultura da demolição religiosa sistemática segundo sofisticadas ideologias gnósticas e socialistas modernizantes.

Em tempos recentes este movimento intelectual para uma reviravolta cultural com base «científica» avançou com a Escola de Frankfurt e o pensamento de Antônio Gramsci.

Um reputado autor que descreve hoje esse processo em português é Olavo de Carvalho.

Ele, porém, se dedica mais à análise política que à inoculação disso na Religião.

Ora, Gramsci sabia que na Itália o comunismo podia avançar na crista de um crescente «modernismo cristão» e que “o socialismo é a religião que abaterá o cristianismo” (Audácia e fé, em Avanti! e Sotto la Mole, 1916-20, Einaudi, Turim, 1960). “A filosofia da praxis – é o nome com que Gramsci indica o materialismo dialético e histórico – pressupõe todo este passado cultural, o Renascimento e a Reforma, a filosofia alemã e a Revolução francesa, o Calvinismo e a economia clássica inglesa, o liberalismo laico e o historicismo que está na base de toda concepção modernista da vida. A filosofia da praxis é a coroação de todo este movimento de reforma intelectual e moral […]. Corresponde ao nexo: reforma protestante + revolução francesa […]”.

A idéia demo-cristã é essencialmente inversão da relação entre política e religião: o homem (a política) no lugar de Deus (a religião), contrapondo a religião do homem àquela de Deus: a «cultura» das aberturas políticas teve grande penetração com Gramsci, o ideólogo comunista do que fazer para chegar ao poder: fomentar a colaboração com a «democracia cristã» do Partido Popular demo-cristão Na data de cuja fundação escreveu (“Ordine Nuovo”, 2.11.1919): “O Catolicismo reapareceu à luz da história, mas bastante modificado e reformado […]; os Populares representam uma fase necessária do processo de desenvolvimento do proletariado italiano para o comunismo. O catolicismo democrático faz o que o socialismo não poderia fazer: amalgama, ordena, vivifica e suicida-se”. O plano deste estrategista da filosofia da práxis era: “envolver os Católicos na colaboração conosco e depois liquidá-los” (Qc. Quaderni del carcere).

Isto aconteceu com a política clerical do sucessor de João 23, João Batista Montini, futuro Paulo 6, sobre o qual vimos o que foi publicado do «Pacto Montini – Stalim».

Como se vê a ideologia de Gramsci avançou com passos de gigante e galgou na esteira da «democracia cristã» até os píncaros do Vaticano conciliar de Paulo 6.

Notória foi sua homilia «queixosa» a Deus por não ter atendido seu pedido para evitar o assassínio pelas Brigadas Vermelhas de seu amigo demo-cristão Aldo Moro, em vias de concluir o «compromisso histórico» com o comunismo para o governo da Itália.

Essa escalada era o máximo que qualquer «revolução cultural» poderia imaginar.

Mas será que os católicos, enredados por noções de um falseado «papismo», poderiam perceber que a «monarquia absoluta» da Igreja podia ser abusada para a promoção da nova ordem segundo os «princípios iluministas» dos últimos séculos?

Apontamos Olavo de Carvalho como um reputado autor que analisa o processo político da anti-cultura. Quem o lê e ouve sabe que ele parte de uma base religiosa, até mariana, afim ao tradicionalismo católico, por exemplo de Corção. Por isto vale sempre a pena voltar a esse autor, que ataca as questões com inteligência, coragem e um vigor que não salva o linguajar, em que não faltam as mais caricatas obscenidades.

Eu já lhe havia assinalado tempos atrás o que é preciso observar no aspecto religioso do gramscismo que aqui nos ocupa, isto é, que a chave de todo problema da sociedade civil têm sempre origem religiosa; vêm de cima! Mas parece que foi em vão.

Olavo se tem concentrado na política americana e nesta, na ilegitimidade do Barack Obama, que para ser eleito falsificou documentos da própria identidade, certamente com a cobertura de ocultos centros do pensamento globalista, planejando o controle mundial.

Assim, o grave problema, antes de ser da elegibilidade desse presidente, era do delito de falso ideológico. Mas o que dizer se isto acontece ao nível da autoridade papal?

Não deveria ser ainda mais preocupante para um católico?

O amigo Aruan Baccaro de Freitas meses atrás me assinalou que nosso Autor fez esse paralelo. Mas depois se viu que não implicava nenhuma contestação da autoridade religiosa que falsifica com sua nova doutrina a identidade do magistério católico.

Foi pena, porque o mega problema permanece sem ser devidamente enfrentado já há mais de meio século, com as crises que, mesmo quando deixam de ser reconhecidas, são vividas, e não só no plano religioso, mas civil; não só na América, mas em Roma.

Por isto penso que este autor deveria aprofundar a questão do falso ideológico religioso, de suma importância para todo o mundo, porque vai além da decadência do governo de qualquer país em particular, por maior que seja o seu peso.

Ninguém se pode admirar, assim, quando hoje o mesmo Vaticano do Bento 16 prega um cristianismo globalista até numa encíclica! Ou recomenda aos islamitas uma adesão necessária ao iluminismo (22.12.2006). Isto já superou as fases precedentes de João 23 com sua abertura a um comunismo iluminado pela liberdade ao máximo nível – o religioso – que deu azo nada menos que a uma teologia de libertação! E não se diga que se trata de questões separadas, sendo esta última até criticada pelas cúpulas conciliares.

Estas «autoridades» seguem a política dos pequenos passos, que no avançar abatem princípios católicos fundamentais como o da contradição de uma liberdade no erro.

Tal evidência tem sido demonstrada desde há muitas décadas.

Hoje ela revive com um ligeiro sobressalto devido a estudos de abalizados professores que acusam as pretendidas «hermenêuticas» de continuidade do Vaticano 2 (Gherardini), com a sua clara e deliberada ruptura «iluminista», com a Tradição.

O mesmo Ratzinger falou do Vaticano 2 como o anti-Syllabus que adotou o principio da Revolução. Disse que “a Igreja se abriu às doutrinas, não nossas, mas provindas da sociedade”… sim, dos princípios de 1789, os Direitos do homem promovidos pela Igreja conciliar do V2 com a Dignitatis humanae sobre uma liberdade religiosa diante de Deus.

Já se viu que esta invertia o que fora definido desde sempre pela Igreja com respeito ao direito à verdade; verdade não adaptável aos tempos e às ideologias, como quer o Modernismo e as novas culturas anti-cristãs.

O «pensamento iluminista» de Bento 16 está na origem de seu globalismo

Anti-papa Bento XVI na ONU

Se um homem troca a realidade objetiva por uma idéia subjetiva, como sucede com o «filosofar» moderno, então a Fé católica na sua mente fica sem a orientação que, como para toda navegação, depende do real: da geografia, de estrelas, ou de todo sinal criado.

A responsabilidade principal desse desastre das mentes modernas é atribuível a Kant, que elaborou a definição, hoje dominante, de uma «razão» ideal até em matéria religiosa, mas excluindo Deus do discurso racional: se a mente não pode saber nada do objeto senão o percebido pelos sentidos, então, concluía Kant, a mente é livre de estabelecer a realidade pela idéia derivada de aparências sensíveis, pelo fenômeno.

E uma vez tido como impossível o conhecimento da realidade objetiva, se passa ao «possível» da idéia subjetiva como realidade, até «divina»!

Ora, para o católico a realidade deriva de Deus e seu conhecimento não dispensa a Fé. Então essa idéia kantiana não é nem mesmo racional, mas sentimento segundo uma religiosidade alheia à razão, sem referência objetiva, mas subjetiva, pela qual todas as religiões se justificam e se equivalem. As conseqüências «filosófico-religiosas» dos seguidores do subjetivismo kantiano, pondo a idéia acima da realidade e o subjetivo acima do objetivo, são hoje tristemente constatadas no mundo e até na Igreja.

Eis a grande inversão: a Palavra divina, conhecida pela Tradição escrita e oral e confiada à autoridade papal a fim de ser preservada inalterada, para a «nova teologia» de «papas conciliares», deve evoluir com a necessidade dos tempos.

Assim, seria a «autoridade» dos novos tempos a ditar a Tradição e não a Tradição a definir esta autoridade que representa Jesus Cristo.

A Palavra de Deus passaria a ser a variável na fórmula em que a «autoridade conciliar» seria a constante! Tudo como se o Papado não existisse para confirmar O Verbo, mas Este para seguir a evolução dos pensamentos de «papas modernistas» e autenticá-los!

Foi a mentalidade da ruptura preparada «culturalmente» e que hoje é a norma da Igreja conciliar, com a agravante da hipocrisia, pois Bento 16 insiste, contra toda evidência, na sua «hermenêutica da continuidade»; engano que atrela quem lhe reconhece autoridade divina para implementar o governo da nova ordem mundial, ecumenista e anti-cristã.

Nesse sentido diz o profeta Jeremias (17, 5): “Maldito o homem que confia no homem”.

Uma «autoridade católica» não pode ministrar veneno com deliberadas ambigüidades contra a Fé, esta certeza pertence à mesma Fé. Seria um engano de aspecto «divino»!

Mas o veneno foi e é ministrado há décadas com a marca conciliar do Vaticano 2.

Os católicos sabem disto; no mínimo sabem que há graves questões que são acusadas e ficam sem resposta. Falo de católicos; outros já passaram felizes às águas conciliares.

E tudo continua invertido e de pior em pior, devido a uma perigosa incongruência: o veneno é reconhecido, mas não os seus ministrantes coroados como «papas conciliares».

A Igreja estaria desprovida de qualquer lei contra essa prevaricação sacrílega!

Antes, os desviados de nossos tempos continuam em postos de honra como heróis que merecem até ser beatificados! A empulhação assume tom de ludíbrio metafísico!

Pode-se então falar de um «sono católico» ou seria melhor usar o termo «catalepsia»?

Este é um grave distúrbio, misterioso, que impede o doente de se movimentar apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais de modo imperceptível.

A pessoa parece uma estátua inerme de cera durante minutos, mesmo dias, podendo ver e ouvir o que acontece em volta sem reagir, nem mesmo ao próprio funeral.

Seria uma tenebrosa manifestação de esquizofrenia ou de epilepsia sem convulsões?

Como o que ocorre no mundo natural pode ser figura posta pelo Criador do ocorrente no mundo sobrenatural, representado na Terra pela Igreja, então em tempos terminais para a Fé, poderia se chamar «catalepsia católica» ao que se manifesta na realidade religiosa.

Jesus deixou bem claro que a última perseguição se revestirá de um engano espantoso; que poderia perder até os escolhidos, não fora um despertar divino in extremis.

Que cada um examine sua consciência católica, cujo «papismo» se não é para a Fé, passa a ser letal: para o Anticristo! Acolher falsos cristos e falsos profetas é engano que implica o imenso perigo de ser arrastado por eles aos abismos deste mundo e do outro!

Pode-se escapar ao repúdio de Deus, que tudo vê, quem fica indiferente diante do ataque, por artífices da dopagem doutrinal que abala a Igreja e perde multidões de almas?

Eis o mistério do interregno em que vegeta um cristianismo em profunda sonolência, cujos adictos não têm nem mesmo a desculpa da ignorância na Fé causadora do estado de torpor já acusado por São Pio X em 1905 (Carta Encíclica «Acerbo nimis»).

Se alguém duvida da hora extrema que a Fé da Tradição vive, pense ao que acontece: Se até há vinte anos havia duas testemunhas episcopais remanescentes; o arcebispo Marcel Lefebvre, fundador da Fraternidade São Pio X e Dom Antônio de Castro Mayer na Diocese de Campos que, com a caridade de avisar os fiéis do atentado à Fé na própria Roma, resistiram à demolição da Ordem cristã. Agora que até essa precária resistência cai sob o poder dos «anticristos no Vaticano», quantos restam para honrar Cristo Rei e implorar a mediação da Mãe Imaculada?

A «prova» do engano extremo de falsos cristos nos tempos finais é evangélica.

O nosso tempo perverso não indica, talvez, que o ataque à Cristandade requer dos poucos católicos que restam fiéis, a dura prova do testemunho da Verdade a tempo e contratempo desde os tetos? Qual maior exame para a fé, esperança e caridade do Resto?

S Pio X Procissão de Corpus Christi em Veneza

S Pio X Procissão de Corpus Christi em Veneza

Sobre esta necessidade premente, já no início dos males modernos, São Pio X ensinara:

“Certamente vivemos numa época triste e podemos lamentar-nos com as palavras do Profeta (Oséias 4, 1-2): «Não há mais verdade, nem compaixão, nem conhecimento de Deus na terra; a blasfêmia, a falsidade, o homicídio, o furto, o adultério triunfam».

“No meio deste dilúvio de males, nos aparece diante dos olhos a Virgem clemente, como árbitra de paz entre Deus e os homens – Colocarei o meu arco-íris nas nuvens e será o sinal do pacto entre Mim e a terra. Desabe a tempestade e se obscureça o céu: ninguém desespere. À vista de Maria, Deus se aplacará e perdoará. […] Creiam os povos e confessem abertamente que Maria Virgem, desde o primeiro instante da sua concepção, foi isenta de toda mancha; com isto mesmo será necessário admitir também o pecado original, e a redenção dos homens por obra de Cristo, o Evangelho, a Igreja, e até a mesma lei da dor: assim, quanto quis o «racionalismo» e o «materialismo» será arrancado e destruído, e permanecerá para a doutrina cristã o mérito de guardar e defender a verdade… Sem dúvida, se como convêm, confiarmos em Maria… veremos que ela é sempre aquela Virgem potentíssima – que com o seu pé virginal esmagou a cabeça da serpente” (Enc. Ad diem illum laetissimum, 2/2/1904). 

Não haverá perfídia conciliar que poderá vingar por muito tempo na presença de Maria.

Maria Imaculada

Mas para invocá-La e alcançar as promessas divinas que Ela trouxe em Fátima é preciso que Roma volte à Fé e haja um papa que, com a Autoridade de Jesus Cristo e a Caridade de Seu Sagrado Coração, aponte ao mundo, não aos princípios iluministas da ONU ou dos demo-cristianismos, mas a necessidade do retorno ao Reino da Ordem cristã.

Então, por fim, poderemos regozijar-nos pelo triunfo do Imaculado Coração de Maria, para a vitória do bem neste mundo e a salvação no outro.

4 Respostas para “FÁTIMA E O MISTÉRIO DO CRISTIANISMO DROGADO

  1. Ferreira junho 7, 2012 às 7:44 pm

    Otimo artlgo.ferreira

  2. Leonardo junho 10, 2012 às 9:13 pm

    Análise precisa de fatos mais do que constatáveis. No SPES desta semana li triste mensagem do papa para a rainha da Inglaterra. As pessoas precisam saber que, quando João Paulo II anunciou a reunião ecumênica de Assis, o marido da rainha disse: “precisamos mesmo acabar com esta história de um homem dizer que é o caminho, a verdade e a vida”, segundo o sítio da Chiesa Viva, em artigo em português. As pessoas precisam saber que, quando Napoleão ameaçava o Reino Unido, a monarquia, a igreja anglicana e a maçonaria (e os banqueiros, em especial) de lá fizeram um pacto jamais desfeito e que agora é um dos resposnsáveis pela destruição da Igreja católica. E o papa ainda chama a rainha de cristã. Será que não vê as várias notícias de cristofobia no Reino Unido? Uma professora de lá, só porque pediu à classe para rezarem juntos por um aluno doente, foi expulsa da escola. Assim como outra aluna, só porque portava o terço que costuma rezar. E é uma nação cristã para o papa. Ou somos cegos ou nos deixamos fazer de cegos. Quando Leão XIII pediu ao mundo católico que ao menos desmascarasse a pseudo filantropia da maçonaria, não pedia algo em vão. Veja o caso do Brasil: o Brasil não sabe de si mesmo nem de suas origens que permanecessem determinando quem o domina e o povo vive alheio a tal fato. Ou finge para não ser prejudicado. É um povo que idolatra os próprios interesses materiais? Não sabe que apenas Dom João (quando estava de passagem) podia ser considerado católico e que todos os demais governantes que teve governaram para a maçonaria. E ainda diz ser o país mais católico do mundo! E isto jamais tendo seguido a Roma, enquanto Roma era a Roma de sempre! Com exceção de uns poucos, como o beato Anchieta, Frei Galvão, Dom Mayer e Dom Vital, os membros da Igreja no Brasil jamais aplicaram as infalíveis discriminações romanas em nossa terra! Que, pelo menos, cessassem a hipocrisia e a propaganda enganosa…

  3. Leonardo junho 10, 2012 às 9:15 pm

    Corrijo: “permanecessem” para “permanecem”.

  4. Pingback: SERÁ A “ASSUNTA” VIRGEM IMACULADA A NOS VALER « Pro Roma Mariana

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