Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

OS PODERES QUE «ENCOMENDARAM» O VATICANO 2

Hoje está plenamente confirmado pela sequência dos fatos e pela evidência dos resultados, que o Vaticano 2 de João 23 já começou inteiramente condicionado por poderes contrários à Igreja. Dos Mações aos Judeus, dos Protestastes aos Comunistas, todos foram ouvidos e suas condições aceitas, até no que concerne a Liturgia.Vamos, pois, lembrar questões conhecidas, mas esquecidas, com grave dose de culpa pelos católicos, pela razão que com isto a santa Religião de Jesus Cristo foi alterada ao sabor de planos contrários ao Cristianismo; promovidos com o poder de falsos cristos.

O que é esse vão conciliábulo para a Fé, senão o pior «cavalo de Tróia» da história?

Vamos rever aqui alguns fatos passados em vista da sua futura execração universal.

Como os Judeus plasmaram o Vaticano 2

No longo artigo de 25 de Janeiro de 1966, «How The Jews Changed Catholic Thinking», Joseph Roddy, Editor da Look Magazine, descreve os principais contactos para a abertura de João XXIII à «lobby» judaica, intenta a «invadir o campo da doutrina e do dogma da Santa Madre Igreja». O artigo, escrito logo depois da conclusão do Vaticano II, trata da relação das ideias inseridas nos seus documentos, como a «Nostra Aetate», com a política do mundo. Para o arcebispo de Aix, Provenchères, o «sinal dos tempos» à origem deste decreto do Vaticano II «foi o encontro de Jules Isaac com João XXIII». Roddy documenta a sua continuação e intui as suas consequências que conhecemos com as visitas dos sucessores de João XXIII às sinagogas. Tratava-se da condenação para acusar o presumido «ódio cristão» pelos judeus deicidas por causa dos Evangelhos. Com tal propósito e para desenvolver uma actividade «ecumenista» que teria levado outros prelados a entabular acordos até então inconcebíveis, o Cardeal Bea recebeu plenos poderes. Roddy descreve a viagem de Bea a Nova York de Março 1963. Levado do Hotel Plaza ao «American Jewish Committee», ali o chefe do Secretariado para a Unidade dos Cristãos (estendido aos judeus!) foi recebido pelo «Sanhedrin» (Sinédrio). Assim iniciou a “história de como os potentes de Sião e prelados progressistas de Roma e da América usaram o poder da imprensa para provar ao público que a imprensa e a agenda modernista-maçónica-sionista era mais potente que o Dogma e a Verdade!” Conclui J. Roddy.

O Visconde Léon De Poncins escreveu de cerca de vinte estudos sobre a política de subversão espiritual do mundo moderno. Este autor serviu durante a 2ª guerra mundial no Serviço de Inteligência, mas após a Libertação foi perseguido e levado aos Tribunais por alguns de seus escritos, sendo absolvido porque não fez mais que citar afirmados e eminentes estudiosos judeus. No mundo subvertido denunciar a subversão é crime! Mas para os filhos da Igreja é dever, na ordem da Caridade.

O professor Jules Isaac em 1959 deu uma conferência na Sorbona [Paris] sobre a necessidade de que se reveja o ensino cristão sobre os judeus concluindo com um apelo ao senso de justiça e de amor à verdade de João XXIII… que o recebeu em audiência (13.6.1960). Pediu-lhe que condenasse o ‘ensino do desprezo’ (Jules Isaac «L’enseignement du mépris», 1962), sugerindo-lhe de predispor uma subcomissão para estudar o problema especificamente. Depois de breve tempo Jules Isaac soube que as suas sugestões tinham sido tomadas em consideração por João XXIII e passadas para o Cardeal Bea ([1]) para analisá-las. Este constituiu um especial grupo de trabalho para estudar as relações entre a Igreja e Israel. Tal trabalho iria finalmente produzir o estranho documento votado no dia 20 de Novembro de 1964 pelos padres do Vaticano II” ([2]).

Depois do que foi descrito Jules Isaac insistiu para que o Concílio:

– Condenasse e suprimisse todas as discriminações raciais, religiosas ou nacionais concernentes aos judeus; – Modificasse ou suprimisse as orações litúrgicas, em especial as da Sexta-Feira Santa concernentes aos judeus; – Declarasse que os judeus não são em nenhum modo responsáveis pela morte de Cristo, pela qual havia que acusar a inteira humanidade; – Banisse passos evangélicos, e principalmente os de S. Mateus, que Isaac descreve em modo detestável como mentiroso e perversor da verdade, quando conta a história crucial da Paixão;

– Declarasse que a Igreja sempre mereceu críticas pelo estado de guerra latente que persistiu por dois mil anos entre os judeus, os cristãos e o resto do mundo;

– Prometesse que a Igreja teria definitivamente mudado a sua atitude num espírito de humildade, contrição e busca de perdão respeito aos judeus, e que teria feito todo esforço para reparar os males que causou a estes, retificando e purificando o seu tradicional ensino segundo as normas indicadas por Jules Isaac.

Não obstante a insolência do ultimato e das virulentas acusações aos Evangelistas e ao ensino dos Padres da Igreja, fundado nas mesmas palavras de Cristo, Jules Isaac obteve forte apoio do clero, também em Roma, e de muitos membros da «Amitié Judéo-chrétienne» ([3]).

Escreve o eng. Alberto Fontan: “Antes de entrar na questão Seelisberg e de sua origem nas idéias do rabino Elias Benamozegh, deve-se lembrar que o Judaísmo atual, mais ainda que aquele do tempo de Maria SS e de Jesus, não tem nada que ver com as Sacras Escrituras e a Lei do Antigo Testamento (a Torah). Estas, que eram então ainda conhecidas, não por muitos, e aplicadas às vezes espiritualmente como regra moral, são hoje ignoradas pelos atuais judeus. O Judaísmo de fato não começa com Abraão, como muitos crêem; a religião do Judaísmo surge durante o Cativeiro da Babilônia (721-538 a.C.), mais de dois mil anos após. Lá é que, na falta do Templo – destruído em 586 – desenvolveu-se a Sinagoga. O «livro» devido ao qual o Judaísmo se denomina religião do livro não é a Bíblia, a Torah, mas o «arquipélago» oral do Talmud, que será finalmente escrito por volta do VI século d. C. Como escreve o Rabino Ben Zion Boxer, “o Judaísmo não é a religião da Bíblia” ([4]). “Que o Judaísmo seja a religião da Bíblia hebraica não é impressão insólita e se encontra por vezes entre os judeus, como também entre os cristãos. Trata-se naturalmente de impressão falaz. […] Quem procurasse comparar a tradição hebraica clássica com o mundo da fé bíblica e da vida encontraria contrastes surpreendentes. […] Muito do que existe no Judaísmo é ausente na Bíblia, e muito do que se encontra na Bíblia não pode ser encontrado no Judaísmo” ([5]).

«Depois de anos e anos de cativeiro, Israel havia esquecido tudo com respeito à Torah, até que foi descoberto um pergaminho no Templo ([6]) na época de Manassés (687-642). Israel e Judá praticamente haviam abandonado a Torah muito tempo antes do primeiro Cativeiro. Este, de fato, foi a sua consequência pois assim fazendo haviam desandado no pior paganismo, praticando uma religião sincretista.

«A nova religião mundialista quer levar a humanidade na direção de tal gênero de aberrações da Cabala, de religiosidade mágico-mistéricas, etc. Do tempo de Jesus até hoje, o Judaísmo desenvolveu o seu Talmud ulteriormente, que, primeiro eclipsou as Escrituras e depois as superou com seus hipertróficos comentários crescidos sem limites, como um tumor maligno. Assim a Bíblia para o Judaísmo talmúdico (que é o atual) é considerada uma seleção de histórias fantásticas próprias só aos dementes, mulheres tolas, e meninos ([7]). Também por este motivo Nosso Senhor indicou, de um lado os que tinham parte nessa fraude intelectual e espiritual, que “dizem ser judeus, mas não o são, pois são da sinagoga de Satã” (Ap. II, 9) e do outro, ao invés, o “autêntico israelita no qual não há fraude” (Jo. 1, 47).

«Quem seria hoje o «autêntico israelita»?

«A conhecida questão dos khazares, de origem turco-caucásicas, não semita, convertidos em massa ao Talmudismo, mas não ao antigo Hebraísmo bíblico, vem complicar tudo, porque constituem a grande maioria dos que hoje são chamados «judeus». Veja-se, por exemplo, o conto da «13ª Tribo», livro de Arthur Koestler ([8]). Koestler, judeu asquenaze (Ashkenaz), era orgulhoso da sua origem khazar, mas a publicação de seu livro, em 1976, suscitou muita polêmica, fizeram rapidamente com que o livro saísse de circulação e não fosse praticamente encontrado. Em 1983, os corpos sem vida de Arthur Koestler e de sua mulher foram encontrados na casa deles em Londres. Não obstante significativas incongruências, a polícia inglesa acabou por fechar o caso arquivando-o como duplo suicídio. Há alguns anos a história dos khazar descrita no livro de Koestler re-emergiu. Hoje é acessível com a republicação do livro, e em internet ([9]). Voltando agora ao que pedia o Prof. Isaac nos anos ‘60, observa-se que parte de seu conteúdo, em forma mais atenuada, encontrava-se nos dez pontos do documento compilado em Seelisberg, cidade suíça do cantão de Uri, emitido pelos cristãos do «International Council of Christians and Jews», em 5 de Agosto de 1947 ([10]). O documento compõe-se de 4 «memento» e 6 «vitandum est». Enquanto os últimos cinco pontos de Seelisberg constituem matéria usual do pensamento católico, os cinco primeiros, isto é os quatro «lembre-se» e o primeiro dos «evite-se» comportam boa dose de ambiguidade. Só podem ser aplicados por causa da “falaz impressão” que o Judaísmo seja a religião da Bíblia, para levar a opinião pública cristã em geral e a dos prelados católicos em particular na direção da mutação radical da qual hoje constatamos os frutos. Estes talvez sejam parte do que se aguarda… Inútil dizer que no Concílio os prelados mais «abertos»; do «Papa bom» em diante, os aceitaram totalmente, enquanto a maioria, seja por ingenuidade, seja porque imersos na euforia conciliar das miráveis venturas progressivas sonhadas para a humanidade, aderiu sem objeções.

«O primeiro ponto reza: “Lembre-se que um só Deus fala a todos nós através do Antigo e do Novo Testamento”. O Judaísmo moderno, porém, não bíblico, mas talmúdico, abandonou o primeiro e recusa categoricamente o segundo.

«Segundo ponto: “Lembre-se que Jesus nasceu de mãe hebréia da estirpe de David e do povo de Israel, e que o Seu perene amor e perdão abraçam o Seu próprio povo e o mundo inteiro.” É bem verdade, mas para que os homens desse mundo se convertam.

«Terceiro: “Lembre-se que os primeiros discípulos, os apóstolos e os primeiros mártires foram hebreus”. Sim, mas não fieis ao Judaísmo.

«Quarto: “Lembre-se que o mandamento basilar do Cristianismo de amar a Deus e o próximo, já proclamado no Antigo Testamento [que o Judaísmo abandonou] e confirmado por Jesus [que o Judaísmo recusa], deve vincular seja os cristãos seja os judeus em toda relação humana, sem nenhuma exceção”. Mandamento obrigatório para todo homem, mas ao qual o Judaísmo não se considera vinculado e não pratica. Aqui estamos em cheio na já citada “falaz impressão”.

«Quinto: “Evite-se distorcer ou representar falsamente o Judaísmo bíblico ou pós-bíblico para exaltar o Cristianismo”. Mas este, desde o Seu Fundador nunca precisou falsear nada, em especial para se exaltar a si mesmo. Nunca foi preciso, basta estudar um pouco a história.

«Sexto: “Evite-se usar o termo judeu no sentido exclusivo dos inimigos de Jesus e Inimigos de Jesus para nomear todo povo judeu”.

«Sétimo: “Evite-se apresentar a Paixão de modo a transferir o ódio pela morte de Jesus a todos os judeus ou só aos judeus. Só parte dos judeus de Jerusalém pediu a morte de Jesus, e a mensagem cristã foi sempre de que foram os pecados do gênero humano, figurados por aqueles judeus, nos quais todos têm parte, a levarem Cristo à Cruz”.

«Oitavo: “Evite-se referir ás maldições escriturais, ou ao grito da turba enfurecida: Seu Sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos, sem lembrar que este grito não deveria contar diante das palavras de peso infinitamente maior de Nosso Senhor: Pai perdoe-os, porque não sabem o que fazem”.

«Nono: “Evite-se promover a supersticiosa noção que o povo judaico seja reprovado, maldito, reservado a um destino de sofrimentos”.

«Décimo: “Evite-se falar dos judeus como se os primeiros membros da Igreja não tenham sido judeus”.

«O SIDIC (Service International de Documentation Judéo-Chrétienne), que festejou em 1997 o cinquentenário da Conferência de Seelisberg de 1947, “definiu o seu fim: I) estudar a extensão presente do anti-semitismo e os fatores que contribuíram à sua persistência e aumento na Europa do após guerra; II) formular planos de atividade imediata e a longo prazo através instituições educativas, políticas, religiosas e sociais de caráter nacional e internacional, para remover as causas, e remediar aos efeitos do anti-semitismo” ([11]).

«Por sua vez os dez pontos de Seelisberg foram o fruto da influência exercitada seja por Isaac seja por outros personagens para inculcar no mundo cristão a teoria da culpa pelo ensino do desprezo: “Já desde os anos 30-40, estudiosos como James Parkes na Inglaterra, Jules Isaac na França, e A. Roy Eckardt nos EUA tinham preparado o caminho para esta admissão de cumplicidade através de trabalhos sobre a longa história do anti-semitismo na cultura cristã. «L’enseignement du mépris» (1962) foi o livro de Jules Isaac que inaugurou a frase para formular os “Dez Pontos de Seelisberg” na Suíça em 1947, dos membros do International Council of Christians and Jews, formado recentemente” ([12]). No mundo do Catolicismo Romano, uma das primeiras ações mais concretas foi a de João XXIII em 1958 ao remover a frase ‘pérfidos judeus’ da liturgia da Sexta-Feira Santa. Foi também este «bem-amado papa» que reuniu o Concílio Vaticano Segundo, que na sessão final de 1965 aprovou a famosa declaração Nostra Aetate” ([13]). Desde Jules Isaac, a acusação de «anti-semitismo», de ambiguidade forjada como arma psicológica mediático-política análoga à acusação de “fascismo” dos anos ‘60, que teve seu climax quando, alteradas as relações entre a China e a URSS, os chefes comunistas mutuamente se acusaram de «fascismo». Com uma simples reflexão também a acusação de «anti-semitismo» reflete o que é: uma etiqueta falaz, inventada para ser aplicada em quem não adere à política dos «novos patrões. De fato, não são talvez semitas também os árabes? Seriam ao invés «semitas» os da etnia georgiano-caucásica (de modo algum hebraica) dos khazares, só porque membros maioritários do judaísmo atual? Não há, pois que admirar-se se tal etiqueta for encontrada aplicada cedo ou tarde também para judeus, culpados de dizer a verdade – e há ainda muitos – em assuntos não “politicamente corretos” ([14]). Quanto às roncallianas variações litúrgicas, a perfídia ([15]), segundo a Igreja Católica, não significava – e não quis nunca significar – a pertença a uma determinada raça humana, mas um repúdio da Verdade. De fato as orações da Sexta-Feira Santa têm a finalidade da súplica a Deus pela conversão dos judeus. Vice versa, justamente por ter acolhido a mentira no lugar da verdade produziu a talmudização do cristianismo que se vê consumada perfeitamente, por exemplo, em jornalistas como Vitorio Messori que, no prefácio de seu livro sobre a conversão de Eugênio Zolli ([16]) da franco-americana Judith Cabaud ([17])peremptoriamente estabelece que os judeus não se devem converter. Nunca! Aliás tal autor, já agraciado com o privilégio de entrevistar o potente e iluminado Cardeal da Baviera da neo Igreja conciliar (Ratzinger), não deixa de seguir suas pegadas judaizantes. Segundo estes todos os judeus já estão assim justificados, sem nem mesmo sonhar de reconhecer Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem, nem a Igreja que fundou. Tudo indica que nas pegadas de Roncalli, encantado pelo poder dos vários Isaac, Ratzinger também não quer que se repita o embaraçoso caso da conversão do rabino chefe da sinagoga de Roma, Israel Zolli que, assumiu o nome Eugênio, de Pio XII, por gratidão no seu batismo. Ao invés dos conciliares, Zolli e a sua família (como o «não-bom» Pio XII), rendem graças ao Pai para sempre, pois Fraternidade implica Pai comum que como Filho veio salvar as almas unidas no Verbo divino. A Igreja de Cristo não muda a verdade da necessidade de conversão dos Judeus a Ele, para evitar maliciosas acusações de anti-semitismo. Mas esta hipocrisia religiosa passou a imperar na igreja conciliar, para desonrar a Igreja de Jesus Cristo. Non praevalebunt!


[1] – Bugnini, o inventor do Novus Ordo, e o jesuíta Bea, de origem judia, constam como mações. Stephen Mahowald escreve: “O Cardeal Augustin Bea, da Secretaria de João XXIII e Paulo VI seria mação”. [“She Shall Crush Thy Head”, Omaha, MMR Publ., 1998, p. 215].

[2] – Léon De Poncins in “Judaism and the Vatican: an attempt at spiritual subversion” London, Britons Pub. Co., 1967, pp. 12-13.

[3] – Léon De Poncins, op. cit. , p.29

[4] – Rabbi Ben Zion Boxer, “Judaism and the Christian Predicament”, 1966, p. 159, (“não” é evidenciado pelo autor no original).

[5] – Rabbi Ben Zion Boxer, op. cit., p. 59.

[6] – Veja IV Livro dos Reis 22:8; e 23:24; – 2 Paralipômenos 34:14 e sgg.

[7] – V. Elizabeth Dilling, “The Jewish Religion: Its influence Today” Chicago, 1964, new 1983.

[8] – Arthur Koestler, The Thirteenth Tribe, Londres, 1976.

[9] – Veja o livro recentemente reimpresso: Arthur Koestler –

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