Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

NO SEGREDO DE MARIA: A CRISTANDADE E O PAPADO ASSOLADOS

«Roma perderá a Fé e tornar-se-á a sede do Anticristo».

O Messias, desejado das nações, veio como «Sinal de contradição» no mundo em que domina a estirpe que segue o plano perene de repúdio do Verbo; pra serem como deuses!

O Evangelho de São Lucas descreve o momento em que a Virgem Maria o ouviu:

«Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Era justo e piedoso. Esperava a consolação de Israel e o Espírito Santo estava com ele. O Espírito Santo tinha revelado a Simeão que não morreria sem primeiro ver o Messias prometido pelo Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão foi ao Templo. Quando os pais levaram o Menino Jesus, para cumprirem as prescrições da Lei a seu respeito, Simeão tomou o Menino nos braços e louvou a Deus, dizendo: «Agora, Senhor podes deixar o teu servo partir em paz, porque os meus olhos viram a salvação, conforme a tua promessa, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel».

Simeão abençoou o pai e a mãe, maravilhados com o que disse de Jesus e disse a Maria: «Eis que este Menino vai ser causa de queda e ressurreição de muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Quanto a Ti, uma espada transpassará a Tua alma, a fim de que sejam revelados os pensamentos de muitos corações» (Lc 2, 25-35).

Os pensamentos secretos de guerras e revoluções religiosas

Todo homem no fundo de sua alma aspira à felicidade e salvação e sabe que esta só se encontra na Verdade: na Fé em Deus, no amor do Pai que o velho Simeão reconheceu, ao contrário de muitos em Israel, que esperavam a manifestação de um poderoso rei.

O Senhor, porém, não se quis manifestar com o tremendo poder com que criou do nada o universo, mas com a suavidade da Palavra que faz entender aos homens a Verdade; só esta nos fará livres no bem. Os primeiros pais caíram ao falhar no Seu reconhecimento.

Os Seus sinais estão na Revelação e não faltaram ao longo da história, nem nos tempos modernos que vivemos, apesar da demolição do Pensamento Católico.

O Princípio revelado do Bem e da Justiça é um só, como o da autoridade e da ordem, que derivam de Deus. De qual outro princípio podem derivar as leis humanas?

O princípio da justiça concerne à natureza da verdadeira autoridade, não só para as almas, mas para as sociedades de todo tempo e lugar; transcendem a ordem humana.

Estes princípios revelados são guardados na Terra no lugar estabelecido por Deus: na sua Igreja – ela mesma e a sua autoridade são princípios divinos; são realidades; podem ser negados, para desgraça dos desviados, mas não podem ser «reformados», como nada que vem do Pensamento de Deus.

A Verdade, mesmo repudiada pelo mundo, é e será sempre Uma e Una em Jesus Cristo.

Falhados os pensamentos humanos, pelos quais “todos se extraviaram” (Rm, 3,12), para a queda espantosa de muitos, o Seu repúdio transpassou o Imaculado Coração de Maria.

Isto se repetiu ao longo da história e hoje é justificado pelos «papas conciliares».

De fato, lê-se no «novo catecismo» deles (nº 830), sobre as relações entre o «Antigo e o Novo Testamento: Sublinhando a dimensão escatológica do cristianismo, chega-se a uma maior consciência do fato que quando o povo de Deus da antiga e da nova Aliança [aqui seria um único povo!] considera o futuro, ele tende – mesmo se partindo de dois pontos de vista diversos – para fins análogos: a vinda ou o retorno do Messias.

São verdades claramente opostas porque esperar a vinda significa negar Quem já veio!

São Paulo ensina que os Judeus operando como obstáculo para a Fé em Jesus Cristo, são os maiores inimigos dos homens.  Pois bem, estes textos do Vaticano 2 revelam-se os maiores inimigos dos homens e dos Judeus, porque justificam a não conversão deles a Jesus Cristo afastando-os da salvação.

A formação cristã das consciências, seguindo os princípios da infinita sabedoria divina, se realiza à luz da Redenção sobrenatural que custou a Nosso Senhor Jesus Cristo seu Santo Sacrifício. Este sempre guiou a Igreja para formar as consciências na imitação do divino Redentor.

Inversamente, a indiferença ecumenista desvia dessa formação da consciência religiosa e moral das gentes porque reduz a Redenção a «direito» em vista da natural «dignidade humana», independente do pensar e agir católico; direito que seria próprio à liberdade de consciência e de religião («Dignitatis humanae» do Vaticano 2).

Nisto, o pensamento secreto dos reformistas tentou reformar princípios e alterar a Igreja; para desgraça da vida humana na Terra tornou-se causa da grande subversão presente.

A falsa reforma protestante havia negado o poder divino do Papa.

Era a corrupção luterana do pensamento católicosobre Verdade e Autoridade: termos essenciais para a formação da consciência de cada homem na justiça e ordem da sociedade humana. Para isto deviam negar a soberania divina sobre ela.

Mas a revolução do livre exame para liberar as consciências ainda não estava completa, porque nos nossos dias repartiu da «nova idéia de redenção conciliar» sussurrada pelo Inimigo de Deus: a idéia de «redenção universal»; uma geral e automática «redenção ecumenista» que dispensa a conversão à Palavra, ao Sacrifício e à Igreja de Jesus Cristo.

Foi o que introduziu o Vaticano 2 pelos seus «mestres», nutridos por «pensamentos secretos» a fim de modernizar além dos limites protestantes, visando uma religião de «consciência» mais universal que a da superada Igreja Católica do Sacrifício!

É o que se viu com os «papas conciliares» que, autores e promotores desse Luterano 2, operam para superar os reformistas luteranos, abrindo o santo espaço de Assis e o «pátio dos gentios» a toda e qualquer religiosidade. É uma ruptura «terminal», de gravidade sem precedentes, mas que uma multidão de consagrados não quer ver porque prefere viver em paz com os renegados do «repúdio aggiornato»!

Exórdio e epílogo dos pensamentos secretos

Voltamos ao livro da Gênese onde nos é dito que será a Mulher a vencer o inimigo de Deus e dos homens. Inimigo que, na nossa era conseguiu suscitar um medonho leviatã para impor pensamentos de ideologias letais, produto de erros filosóficos nefastos, que infiltraram-se em todo o mundo minando mortalmente a vida da Igreja e das almas.

Para socorrer a humanidade Nossa Senhora e Mãe, em 1917, nas vésperas da revolução bolchevista, confiou a três pastorzinhos de Fátima a Mensagem que avisava contra os erros esparsos no mundo pela Rússia e contra os perigos crescentes que pairavam sobre os povos, se os homens não tivessem seguido o caminho reto: depois da devastadora I Guerra mundial viria “uma outra guerra pior”. Se nem assim o mundo mudasse, viria um terceiro flagelo, mais desastroso que as guerras, cuja natureza seria tão enganosa que então pareceria incompreensível e, portanto, devia ser mantido secreto até 1960.

A Mensagem era, porém, muito mal vista pelos clérigos racionalistas e modernistas que, enquanto reconheciam pelas inegáveis evidências a aparição e o milagre do sol – para que todos acreditassem, testemunhado por dezenas de milhares de pessoas (e também por jornalistas ateus), negavam toda a parte respeitante a Mensagem.

Segundo os «pensamentos secretos» de uma nova classe clerical ecumenista, havia que ajeitar a mensagem profética de Maria, que repetia a necessidade de conversão.

Para isto alguém ia elaborar a sua exegese modernista. Foi encarregado disto o P. Edouard Dhanis SJ., que negou a autenticidade da Mensagem, classificando-a de Fátima 2, para distingui-la da outra parte aceitável: Fátima 1.

Um sinal sobrenatural para a nova pastoral, significaria só uma chamada à oração e penitência, jamais intervenção divina nos eventos humanos: milagres e aparições não seriam sigilos extraordinários da Vontade de Deus, mas discutíveis sinais ocasionais para animar a religiosidade popular. O sucesso desse «pensamento ecumenista» que se apresentava como «católico», para melhor liquidar a Mensagem de Maria SS. em Fátima, vinha cancelar justamente o sentido católico de «conversão».

E com a recente interpretação do 3º Segredo pelo Vaticano tudo foi desviado para o campo de suspeitas projeções religiosas. Isto ficou claro pela menção elogiosa ao jesuíta Dhanis feita pelo card. Ratzinger: “eminente conhecedor da matéria e autor da análise teológica do segredo”. Sim, inventando o que chamou de ‘Fátima 2’, que negava a autenticidade do Segredo. Justamente o que o eminente Ratzinger, dizia interpretar como «Prefeito da congregação para a Doutrina da Fé»!

Mais uma ridícula tentativa para arquivar a Profecia, se não no seu texto, no seu sentido.

O fato é que tal publicação evidenciou que o Vaticano atual não consegue dar sentido à mensagem profética, que publicou por engano, e da razão do seu longo sigilo.

Não temos explicação direta do Segredo, mas temos o que Lúcia ouviu de Jesus sobre os seus ministros e o que disse ao P. Agostinho Fuentes em 1957 (v. Entre Fátima e o Abismo, sigla FA, pp. 56-60). Para o card. Ratzinger, porém, também esta entrevista devia ser arquivada. Só não pode fazer isto com os escândalos ocorridos desde então.

A Intervenção da Santíssima Virgem Maria na história é fato escritural confirmado pelos Papas. A fé cristã se funda na intervenção de Deus na história através de Jesus Cristo, seu único Filho, concebido pelo Espírito Santo e nascido de Maria Virgem.

E a intervenção divina na terra continua através da Igreja, na medida da necessidade de ajuda que os homens de boa vontade têm; esta é dada de modo ordinário com os Sacramentos e o Magistério, mas não exclui o modo extraordinário das aparições e eventos proféticos, reconhecidos pela Igreja.

Característico na linguagem papal de todos os tempos são as invocações e a gratidão pela continuidade das ajudas sobrenaturais decisivas, sinais de alcance histórico desde o início do Cristianismo para sustentar a Fé, constantemente ameaçada pelo mundo, onde aumenta a ação de seus poderes sobre as almas.

Pio XII, 26/4/1958, dizia: “Nenhuma circunstância, especialmente nenhuma hora de trepidação e de choro, passou para a Igreja, – podemos pensar – sem que se sentisse a assistência materna de Maria. Toda vez que pareceu iminente a descida da noite sobre o mundo, viu-se aparecer no céu Maria, estrela da manhã. Quando o suor das enormes fadigas molhou a fronte da Igreja, quando os olhos dela se molhou de lágrimas, quando as suas carnes, como as carnes de Jesus, foram atormentadas até a cruz, a Igreja teve sempre perto Maria, Mãe dolorosa.[…] Pela sua intervenção não faltou nunca a proteção à Igreja, quando foi alvo de assaltos violentos ou de insidiosas traições. Assim a história dos triunfos da Igreja é a história dos triunfos de Maria.”  Por isto declarou em agosto de 1958, nos seus últimos dias a um grupo de peregrinos americanos conduzidos pelo padre Leo Goode: “Acreditais em Fátima?.. O tempo de duvidar de Fátima já passou. Agora é o tempo de agir.” (FA, FGS, p. 73)

A ocasião propícia passou para o Papa de Fátima, mas não para a geração fiel, que precisa urgentemente da mediação de Maria SS nesta descristianização do Ocidente. Isto aconteceu no mundo porque suas forças «clericais» ocuparam a Igreja para instalar uma fé ecumenista pela qual até o antigo povo de Jesus e Maria, hoje poder mundial que prepara a guerra final, não precisa se converter à verdade do Verbo encarnado.

Depois da próxima desgraça mundial o esplendor 

Porventura desviaram (os Judeus) de maneira a caírem para sempre? Não, de certo. Pelo seu delito, veio a salvação para as Gentes, incitados à emulação.  Ora, se o seu delito foi a riqueza do mundo, e o seu declínio a riqueza das Gentes, quanto mais não será a sua plenitude?… Se a perda deles foi ocasião para a reconciliação do mundo, que será a sua restauração (a conversão à Fé), senão uma ressurreição dentre os mortos? Esse duplo testemunho escritural parece implicar o que vivemos hoje, segundo o que foi previsto por Jesus sobre o tempo das Gentes, das nações cristãs e a volta dos Judeus a Jerusalém (Lc 21, 24).

O mal é que até os mais fiéis hoje estão hoje desnorteados porque, já tendo sido foi dada por Jesus Cristo a missão de conversão à Igreja, haveria que continuar a fazer o que sempre foi feito sob a direção de papas e bispos católicos.

Mas o ‘pastor foi abatido e a grei se dispersou’.

Isto aconteceu por culpa dessa geração nem quente nem fria que aceitou o aparecimento da «nova igreja ecumenista-conciliar», demolidora da conversão à Fé da Igreja Católica.

Como merecer o retorno ao Pensamento perene sem voltar ao testemunho essencial da Fé, à razão porque o Senhor morreu crucificado; sem remover a causa dessa culpa: o falso testemunho a favor da falsa autoridade que desvirtua a única Igreja da salvação?

Eis a dupla verdade relativa à vida humana, ontem, hoje e sempre:

–  a Redenção divina da decadência pessoal e social dos homens;

– a perfídia da revolta humana, que culminou no nosso tempo com a perfídia conciliar.

Esta deve ser denunciada como plano total de mutação da Igreja, e por isso repudiados os seus documentos, o seu espírito e os seus promotores; falsos cristos e falsos profetas.

Nossa parte está nesse duplo testemunho da verdade sobre a miséria humana e a glória divina. No Sinal de Seu Nome podemos ser salvos da letal contradição de pensamentos assassinos desse mundo. Nele confiamos a causa de nossa conversão e da Rússia e dos Judeus e de todo o gênero humano, por meio do Imaculado Coração de Maria.

10 Respostas para “NO SEGREDO DE MARIA: A CRISTANDADE E O PAPADO ASSOLADOS

  1. ferreira setembro 18, 2012 às 2:53 pm

    exelente artigo.ferreira sao paulo brasil

  2. Sandra Sabella setembro 19, 2012 às 1:36 am

    Salve Maria!
    Caros irmãos em Jesus Cristo,
    Senhor Araí Daniele,

    estamos já em Laodicéia?! Eu penso que sim, mas sou apenas leiga, pecadora,e recém reconvertida [2009]. Várias autoridades no mesmo patamar confundem-me aqui no Brasil: Dom Tomás do mosteiro da Santa Cruz com Dom Williamson; da atual Administração São João Vianney de Dom Rifan e Padre Jonas – o qual benzeu meu casamento de quase trinta anos na cidade de São Paulo onde vivo -, e Padre Alejandro e Padre Daniel com Dom Fellay no priorado da FSSPX de Dom Lefebvre. E, assim, por isso mesmo, faço apenas a comunhão espiritual e atos de contrição em minha casa, geralmente após a recitação do Santo Rosário, pois não sei a qual missa recorrer. Choro muito pedindo à Santíssima Trindade o entendimento do Apocalipse 3, 20, quando ouço Sua voz e bate à porta e eu peço que Ele entre para cear comigo e eu com Ele. E no 18 do mesmo capítulo: o que é o ouro, as vestes alvas e o colírio? Senão a Sua palavra, a penitência e as orações!
    Pela Radio Cristiandad na internet, ouço repetidamente os sermões dominicais de Padre Basílio Méramo. Recentemente descobri o fatimaondemand com palestras de 2007, ouvi Cornelia Ferreira e John Vennari, Padre Gruner e outros. Excelente conforto para a alma e conhecimento dos fatos e da História da Igreja, quando, por exemplo, eu soube da deposição de Carlos, chefe do Sacro Império e da espada temporal da Igreja de Jesus Cristo, exigência dos vencedores da 1ª guerra mundial em 1918. E que só em 1950, Pio XII retirou do missal da Semana Santa a Secreta com o pedido de orações pelo imperador temporal. Outro exemplo, a explicação de John Vennari sobre as 5 blasfêmias ao Imaculado Coração de Maria Santíssima: Sua imaculada conceição, Sua virgindade perpétua, Sua maternidade divina e de todos os homens, não educar as crianças quanto à Sua realeza e desrespeito às Suas imagens. Em 1917, Nossa Senhora de Fátima claramente expõe pela devoção dos 5 sábados a necessidade de manutenção e conversão à única Igreja verdadeira. Não ao ecumenismo, pois é blasfêmia. Não à liberdade de consciência, pois é blasfêmia. Eis, para mim, o verdadeiro segredo que ficaria mais claro em 1960: todos mornos – nem frios para dar as costas a essa hierarquia excomungada, nem quentes na fé para negar nos telhados a nova falsa religião no trono de Pedro. Eu nasci em 1960! Laodicéia.
    Eu fico quieta com meus tercinhos na bolsa e atenta a quem se aproxima de mim. E longe de paróquias e pastorais e celebrantes com suas vozes mansinhas a adaptar minha Fé em Nosso Senhor e Deus e Salvador e Redentor e JUIZ. Esse é meu testemunho que ofereço aos Sagrados Corações diariamente.

    Agradeço vossa atenção e mais mais um excelente testemunho.

    Oh, Maria, concebida sem pecado, rogai por nós!

    • Pro Roma Mariana setembro 19, 2012 às 12:47 pm

      Caríssima amiga Sandra Sabella, Salve Maria!
      Nosso testemunho é prestado sob a prova de um penoso isolamento humano. Preço suave perto do testemunho de sangue dos santos, mas rijo no mundo cada vez mais contaminado pela indiferença geral que entorpece os nossos caros. Alguns, dos que citou, não resistiram à prova de isolamento e desprezo desse mundo e debandaram para desgraça de tantos. Há que esperar e rezar para que com outros, ao contrário, possamos nos unir para a resistência num testemunho integral ao abrasar da prova. Assim, recorrendo ao colírio da fé, sempre junto à esperança e à caridade, o penoso isolamento vai se revelar aparente, porque, como lembrava Gustavo Corção, estamos em comunhão com a multidão dos santos que testemunharam a mesma fé em Jesus Cristo, vencedor do mundo. Enquanto estivermos com Ele as atribulações terrenas não nos podem isolar, mas abrir à visão do triunfo final da Igreja. Abraço nos Sagrados Corações.

      • Sandra Sabella setembro 20, 2012 às 4:07 am

        Salve Maria puríssima!

        Grata e confortada nos Sagrados Corações na comunhão de orações no Santo Rosário diário.

        Temor? Só dos pecados que me afastam de Deus na Santíssima Trindade.

        Sim, o ato de conhecer a vida dos Santos abre nossa inteligência para perceber as Graças divinas que recebemos diariamente de fé, esperança e caridade nesta misteriosa comunhão de irmãos em Jesus Cristo.

    • José Carlos setembro 19, 2012 às 6:37 pm

      Viva Cristo Rei!Salve Maria Puríssima!

      Prezada amiga de “martírio”,pois é isto que sinto ao ler seu testemunho,me solidarizo com a senhora,pois passo pela mesma situação que “vosmecê”,relativo a confusão de postura da “resistência”.Sem tirar nem por,é também o “meu” testemunho.Só fiquei surpreso com o que PioXII fez.

      • Sandra Sabella setembro 20, 2012 às 4:32 am

        Salve Maria, caro irmão em Cristo José Carlos,

        Ofereçamos nossas dores à Nossa Senhora Maria das Dores, diariamente como fez Santa Brígida: ao menos uma Ave-Maria para cada uma das 7 principais dores d’Ela e confiemos n’Ela.

        Permita-me indicar-lhe o site http://www.fatimaondemand.org/brazil_07/pt/

        Há gravações de cinco dias de palestras graciosamente oferecidas a nós via internet. Pode-se ouvir a palestra de uma hora de duração de Cornelia Ferreira sobre “As Nações Unidas: um Falso caminho para a Paz Mundial”, quarta-feira dia 22 de agosto, ou “A Decepção da Perestroika atualizada”, quinta-feira 23 de agosto; em uma dessas duas ouvi as informações que postei no meu primeiro comentário.

        A nossa ignorância deve nos surpreender. Quanto mais conheço sobre nossa Igreja mais feliz fico, pois aquilo que nos acontece hoje é a repetição na vida de muitos cristãos justos e santos.

        Viva Cristo Rei!

      • Pro Roma Mariana setembro 20, 2012 às 8:57 am

        Sobre o que o Papa Pio XII fez, mas que ficou incompleto, há que lembrar a sua importante Encíclica «Ad Coeli Reginam» de 11 de outubro de 1954. Intenção incompleta devido à atitude negativa, já então, de grande parte da Hierarquia para com a devoção mariana. Vejamos o que a Encíclica estabelece e o que se seguiu após o anti-mariano Vaticano 2º:
        “Depois de atentas e ponderadas reflexões, tendo chegado à convicção de que seriam grandes as vantagens para a Igreja, se essa verdade solidamente demonstrada resplandecesse com maior evidência diante de todos como luz que brilha mais, quando posta no candelabro, – com a nossa autoridade apostólica decretamos e instituímos a festa de Maria Rainha, para ser celebrada cada ano em todo o mundo no dia 31 de maio. Ordenamos igualmente que no mesmo dia se renove a consagração do gênero humano ao seu Coração Imaculado. Tudo isso nos incute grande esperança de que há de surgir nova era, iluminada pela paz cristã e pelo triunfo da religião.”
        De fato, pouco tempo depois do Vaticano 2º esta festa, com que o Papa queria preparar e cumprir os pedidos de Fátima, foi removida. Eram os primórdios da nova era calamitosa do abandono da paz cristã e triunfo da religião, pelo que devemos continuar a rezar e pedir com dobrado empenho à Rainha da Paz.

  3. Sandra Sabella setembro 20, 2012 às 11:16 pm

    Sim, vossa informação preenche a tese apresentada por Cornelia Ferreira em apenas uma hora para tema enorme e eu que a ouvi apenas duas vezes e ainda não memorizei tudo!
    Com a iminente deposição definitiva da espada secular de defesa da Igreja, Nossa Senhora Rainha da Paz mostrou a solução: consagração da Rússia feita pelo Papa e bispos unidos. Vossa explicação sustenta a compreensão que devemos alimentar em relação ao Pio XII.
    Forma carinhosa também foi a palestra de Padre Cardozo no mosteiro de Santa Cruz – Nova Friburgo, sobre o dogma da Assunção de Nossa Senhora e Pio XII.

    E a cada dia de estudos sobre nossa amada Igreja, percebemos mais e mais o caráter anti-mariano do conciliábulo de 1962-65 – a inimizade contra a Mulher pelos filhos da serpente. Eis o verdadeiro combate que enfrentamos como filhos da Luz.

    Sagrado Coração de Jesus, em vós confiamos. Imaculado Coração de Maria, seja nossa salvação.

  4. josé carlos setembro 21, 2012 às 7:00 pm

    Prezada Sra Sandra,muito obrigado pelas indicações do blog,irei escutar as palestras.Consegui reconhecer definitivamente a vacância guando o padre Ratsinguer “nomeou”um herege blasfemador contra a virgindade de Nossa senhora para “defender a fé”,e o mais irônico é que ele consegue utilizar a lei da igreja para “enquadrar”a fraternidade.Se não fosse trágico,seria engraçado.

    • Sandra Sabella setembro 22, 2012 às 10:19 am

      Todo cuidado é pouco com essa expressiva vacância de amor à Verdade manifestada por tantos prelados, e também fiéis: ela é contagiosa! Vigiar e orar: eis o antídoto.
      São Tomás de Vilanova, que usastes a inteligência na piedade, rogai por nós.

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