Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

CURTO CIRCUITO NA DESACERTADA RESISTÊNCIA ANTI-ACORDISTA

Arai Daniele

Nossa Senhora das Mercês intercedei para o resgate católico!

A ordem com que devem ser enfrentadas as questões na Igreja de Deus não depende de opiniões porque os princípios da Lei nas razões divinas da Igreja seguem a sua inevitável lógica.
Quanto à lei, esta é exercida pela autoridade legítima que na Igreja provem diretamente de Deus e cujos princípios são vinculantes no que concerne a Fé e a Moral.
É preciso pois a certeza católica que este Vigário de Deus esteja presente e em função.
Quanto à lógica, não há nada que possa ser resolvido sem remontar às causas da questão, que contrastam com os princípios da ordem eclesiástica.
Neste sentido, quando hoje se levanta a questão de uma «resistência anti-acordista», o que há atrás desses termos deve ser claro quanto às condições acima. São certas?

Vamos procurar definir os termos e a justa ordem a reconhecer na questão debatida da procura de acordo entre a auto denominada Igreja conciliar e a nova FSSPX.
Iniciamos pela segunda devido à sua simplicidade. É «nova» Fraternidade Sacerdotal São Pio X porque diversa da original, cujo fundador Mgr Marcel Lefebvre deixou por legado a prioridade na Fé e portanto a impossibilidade de acordo com a Igreja conciliar na qual os princípios católicos foram radicalmente alterados.
E isto é dito para o tempo antes da eleição de Joseph Ratzinger para a Sede de Pedro, porque Mgr Lefebvre tendo falecido antes não conheceu e pelo que testemunhou com força, podemos dizer em sua honra que não reconheceria. De fato, nada desde então melhorou quanto à defesa da Fé, mas ao contrário, só piorou. Vejamos.

«Le Courier de Tychique» nº 365 fala de Benoît XVI… l’une des clés du problème !
Diverses informations circulent actuellement, sur Internet, concernant Benoît XVI… il n’est nul besoin d’aller fouiller dans les poubelles de l’histoire pour se forger une opinion sur son compte. Une nouvelle fois, je fais appel au jugement de Mgr Lefebvre : « Je vous invite à lire le dense article de fond de « Sìsìnono » qui est sorti aujourd’hui sur le cardinal Ratzinger : c’est épouvantable ! J’ignore qui est l’auteur de l’article, puisqu’ils ne mettent jamais qu’un pseudonyme ; mais l’article est très
documenté et conclut que le cardinal Ratzinger est hérétique. Ce qui est grave, c’est qu’il met en doute la réalité même du Magistère de l’Eglise, de l’enseignement du Magistère de l’Eglise. Il met en doute qu’il y ait un magistère qui soit permanent et définitif dans l’Eglise. Ce n’est pas possible ! Il s’attaque à la racine même de l’enseignement de l’Eglise, de l’enseignement du Magistère de l’Eglise. Il n’y a plus une vérité permanente dans l’Eglise, plus de vérités de Foi, de dogmes par conséquent ; c’en est fini des dogmes de l’Eglise. Cela c’est radical. Evidemment c’est hérétique, c’est tellement clair, c’est horrible, mais c’est comme ça ! » (Conférence spirituelle au Séminaire d’Ecône – 8/9 février 1991)

Resumo do trecho publicado pela folha francesa, de quem conviveu com o Monsenhor. «Bento XVI… uma das chaves do problema !… não é preciso remexer no lixo da historia para formar uma opinião sobre ele. Novamente apelo ao julgamento de Mgr Lefebvre : «Convido-vos a ler o denso artigo de fundo de « Sìsìnono » que saiu sobre o cardeal Ratzinger : é espantoso!… o artigo é muito documentado e conclui que o cardeal Ratzinger é herege. O grave é que ele põe em dúvida a realidade mesma do Magistério da Igreja, do ensino do Magistério da Igreja… põe em dúvida que haja um magistério que seja permanente e definitivo na Igreja… Ele ataca a raiz mesma do ensinamento da Igreja, do seu Magistério. Não há mais uma verdade permanente na Igreja, verdades de Fé, consequentemente dogmas; acabaram os dogmas da Igreja. Isto é radical. Evidentemente é um herege, é inteiramente claro e horrível, mas é assim ! » (Conferência espiritual no Seminário de Ecône – 8/9 fevereiro 1991)

A este ponto se a atual NFSSPX deixa de lado esta chave do dilema que pensa enfrentar, considerando que seja obrigatório crer nessa autoridade pontifical e magisterial – que crê só no próprio magistério conciliar – variável segundo as «iluminações» dos tempos, já se está colocando fora da questão principal que deve interessar todo católico: a questão da Fé; isto já representa claramente um alheamento quanto ao autêntico Magistério católico, que confessam ter sido alterado. Esta premissa é inteiramente clara, lógica e horrível para a fé, mas é assim; não adianta esconder-se atrás de míseros sofismas, que são também ofensivos à Lei divina da Santa Igreja; tudo para poder tratar com hereges e beneficiar das suas duvidosas concessões!
Por isto aqui aludimos à NFSSPX, onde N está para «nova» (podia também ser «outra»), de qualquer modo é um fato que Mgr Lefebvre e Mons. Castro Mayer morreram fora da comunhão da tal Igreja conciliar. Se esta «nova entidade» voltar a comunhão com tal entidade, jamais poderá pretender estar na mesma comunhão de Fé dos preclaros Bispos.
Neste ponto já se verifica uma grave discrepância com os valentes «anti-acordistas».
Estes podem ter problemas, mas a «Neo» mergulha no falso testemunho do «arreglo»!

A auto denominada Igreja conciliar nasce do Vaticano 2º, concílio definido pastoral, mas que no seu curso, documentos e atos finais, demonstrou ser revolução para abertura e mutação da Igreja no sentido do já condenado modernismo.
Neste sentido, desde há meio século estudos sérios demonstram o seu teor subversivo e revolucionário, reconhecido aliás pelos seus mesmos promotores que falam do 89 da Igreja, uma revolução profunda para inverter os fundamentos do Magistério católico.
Isto foi feito de maneira gradativa, ambígua e ardilosa, de modo a superar a resistência fiel, para avançar na crista de sua nova autoridade confirmada numa nova Pentecostes!
Ora, como a única «Pentecostes» divina impõe a Fé, esta é «outra fé». De modo que a desculpa do «concílio pastoral» (mais importante que Nicéia segundo Paulo 6º), de há muito desabou e hoje é invertida pelo novo pro prefeito para a nova congregação para a doutrina da «outra fé», onde operou longamente o mesmo Ratzinger.
Para esse cargo foi escolhido o discutido arcebispo Gerhard Ludwig Müller que afirmou ser o Vaticano 2º obrigatório para um possível acordo com a ultraconservadora FSSPX: “As declarações do Concílio sobre liberdade religiosa, judaísmo e direitos humanos tem “implicações dogmáticas” ”, disse Müller ao “Sueddeutsche Zeitung” (sábado). “Elas não podem ser rejeitadas sem comprometer a fé católica”… portanto a mesma salvação! E esta «desapropriação dogmática» torna ainda mais evidente o que segue.

As heresias de Lutero foram superadas pela Roma conciliar
Visto que aqui reside o grave problema, vamos resumir o conteúdo dessas reformas, que constituem o bloco de um plano abertamente com a marca do condenado modernismo (que agora se quer de implicação dogmática para a salvação).
De fato, para ficar nos termos diretos e simples da Fé, procura-se invertê-la na sua justificação – que só pode vir do Juízo de Deus – com juízos humanos que só tem por razão procurar a justificação pessoal para o que subjetivamente prefere. Tudo, segundo a boa vontade de uma «fé atualizada» aos costumes dos tempos modernos. Eis o «bem» deduzido hoje pelas religiões reconciliadas e equiparadas pela ação das lojas do mundo!

Lemos o efeito devastador dessas idéias inoculadas na Roma caótica dos nossos tempos no jornal da Conferência dos Bispos Italianos, “L’Avvenire, – Società e Cultura”: «Sull’importanza del confronto con il luteranesimo [Sobre a importância do confronto com o luteranismo]: “Martin Lutero foi um grande reformador”… [embora, fosse um tremendo herege, acrescentamos]. No artigo se confessa que: “a Igreja Católica se deixou inspirar no Concilio Vaticano II também pelas idéias de Lutero, pondo em ato depois um seu processo de renovação” [ou reforma protestantizante]!
Sendo isto verdade, como demonstram os fatos dentro e fora da Igreja, o que devemos pensar sobre o efeito do «pensamento» dominante no Vaticano, senão que este elaborou uma outra igreja protestantizada na sua doutrina e liturgia, que não é mais a Católica?
E isto pode ser confirmado por luteranos «tradicionalistas», como seja o pastor Richard Wurmbrand (1909-2000), que reconheceu, surpreso, que atualmente a «Igreja católica» é incompreensível e mudou mais do que Lutero podia pretender ou pensar.
Compreende-se isto nas letras e nas palavras dos sumos interpretes do Vaticano 2º. Portanto este pode ser visto idealmente como um «Luterano 2º», adultério loquaz que foi além até do que poderia ter sido um «Luterano Iº» presidido pelo heresiarca!
Assim, João Paulo II, dia 6 de dezembro de 2000, referindo-se aos ensinamentos do documento «Lumen Gentium» -16, diz: «Todos os justos do mundo, mesmo os que ignoram Cristo e a Sua Igreja, sob i influxo da graça, e quem procura Deus com o coração sincero, é chamado a edificar o Reino de Deus».
A este ponto a fé na graça que é a nova lei de Cristo seria supérflua para a salvação! Lutero não teria aceito esta afirmação pela qual Karol Wojtyla ecumenisticamente dispensa a necessidade da Fé para a justificação que salva. Nem Lutero teria feito afirmações com as quais os conciliares dispensam a necessidade da fé e do seu Batismo. No entanto, nas reuniões das «grandes religiões», de Assis e em cada encontro inter-religioso, especialmente com os judeus, são confirmados em modo implícito que não há necessidade de converter-se a Cristo para ser justificado, porque para a nova religião conciliar, todos estão no bom caminho professando a própria «boa fé», que no caso dos judeus consiste em conservar e apelar-se à Antiga Aliança, ignorando e negando a Nova e eterna instituída por Jesus Cristo Salvador.
Daí que também não é preciso pregar o Evangelho no mundo para converter toda criatura e fazer prosélitos, pois não seria verdade evangélica que só «quem crer e for batizado será salvo», e «quem não crer será condenado», Palavras de Jesus Cristo.
Aliás, esta “conclusão” do Evangelho de São Marcos (16, 16) está ainda na Bíblia de Jerusalém, apresentada por Gianfranco Ravasi, hoje cardeal (e papabile), que faz questão de lembrar que em algum código antigo este passo «embaraçador» foi omitido, o que justificaria sua omissão nos evangelhos conciliares. Assim seria omitida com ele também a Ascensão de Nosso Senhor que está em seguida a este «passo».
A questão, porém, é que se a fé pudesse ser supérflua para a salvação, tanto mais seria a Igreja conciliar que o ensina como missão de seu Clero, na vigilância de sua Hierarquia, com a confirmação infalível de seu «sumo Pontífice». Veja-se a pérfida contradição de quantos a partir de cargos clericais pregam a natureza opcional destes na sociedade moderna, o que se estenderia logicamente aos sacramentos e a tudo o mais.

A «profunda religiosidade de Lutero», invocada por João Paulo 2º, serve para a nova «justificação do Luterano 2º» através da influência e prestigio da falsa «nova teologia» daqueles que se tornaram os seus grandes peritos: Rahner, Schillebeeckx, Congar, De Lubac, von Balthasar, Ratzinger e companhia. Isto para citar só parte dos nomes mais tristemente conhecidos e aprovados pelos chefes supremos da fatal abertura do «abismo» à Revolução. Estes professam as “declarações do Concílio sobre liberdade religiosa, judaísmo e direitos humanos nas suas “implicações dogmáticas” ”, não têm problemas com a fé conciliar mais universal… só comprometem a fé católica”…

O primeiro «chefe», Ângelo Roncalli – João 23, clérigo de «genial simplicidade» (cf. Jean Guitton), foi elevado à S. Sé justamente para «justificar» esse novo iluminismo ecumenista, como demonstrou. Assim, apareceu a igreja conciliar que vai além de Lutero; do qual J. Ratzinger é atualmente o grande promotor. Será que aceitar estes clérigos como enviados por Nosso Senhor para confirmar a Fé – que é o contrário de justificar a heresia – não seja sinal de apostasia? Mas o pior é que se pretende, por fidelidade ao papado, que todo católico aceite a fé desses «chefes».
Ora, isto implica necessariamente, mesmo recusando suas doutrinas, mesmo execrando a beatificação de um heresiarca, mesmo abominando a reunião ecumaníaca de Assis, admitir que isto tudo circule pelo mundo com o aval da Sede «católica».
Vai nisso uma cumplicidade indireta contra a qual Mgr Lefebvre e Dom Mayer se manifestaram juntos em diversas ocasiões. Basta lê-los. O contrário desse testemunho é de quem pactua com o aparato que professa com o mal que destrói a Igreja: se não justificam o Luterano 2º, suas pompas e suas obras, reconhecem quem, em nome de Cristo o promove. Isto na ordem lógica é ignorar a causa do mal, para se sentir desculpado acusando os seus efeitos! Que interroguem suas consciências, porque esta deverá prestar contas pelo inestimável dom da fé recebida para ser professada e defendida, sem fazer a menor acepção de pessoas e cargos quando ela é alterada.
Que leiam com atenção pelo menos o mandato divino da Epístola aos Gálatas (1, 8), e principalmente o Evangelho de Jesus Cristo sobre os falsos Cristos dos últimos tempos.
Se depois disto continuam ansiosos por completar um acordo com quem traz um novo Evangelho, confirmam tacitamente cumplicidade com os que perdem multidões.

Sobre o curto-circuito na desregrada resistência anti-acordista
Depois do que aqui brevemente lembramos, e sabemos que muitos tem conhecimento ainda mais doutoral e alargado sobre tudo isto para saber que a questão é crucial para a Igreja como jamais o foi, devemos falar da saída a procurar e dos dissídios a evitar.
Neste sentido pensamos que o marco de partida seja claramente a união católica na recusa pura e simples do Vaticano 2º; o mínimo denominador comum para esta hora.
Esta já está expressa pelo SPES e por nós em várias línguas.
Pode ser outro o testemunho comum a aceitar por outros católicos, e aqui me refiro aos amigos da Rádio Cristiandad? Não sabem que de erros passados todos nós católicos somos repletos e bem além do tolerável diante de Deus? Não seria a hora de olhar para a possibilidade de união neste letal naufrágio na Igreja do Sacrifício, seguindo seu ensino e lei que não faz acepção de pessoas e cargos quando a Fé é alterada?
Certamente não podemos calar diante de novos erros e deslizes, especialmente se provêm de um bispo. Nos temos permitido criticar Mons. Williamson diversas vezes e eu também em italiano, língua que ele conhece bem. Tudo com o objetivo de chegar a um testemunho comum de muitos católicos resistentes que põem a Causa da autoridade de nossa Santa Mãe Igreja sobre tudo. Não é esse o anseio do católico testemunhando mesmo de modo isolado e esparso a própria resistência ao erro, que deve ser banido?
São muitos os que já entendem que pelo menos não pode ser dito obrigatório crer na autoridade pontifical e magisterial de quem crê só no próprio magistério de ruptura, segundo «iluminações» dos tempos! Sim, porque isto à luz da Doutrina católica e da mesma lógica reflete claramente renúncia ao Magistério católico e dai a participar na comunhão da verdadeira Igreja e tanto mais à representação de sua autoridade.
Subsiste uma ignorância invencível na aplicação dessa Lei da Igreja a um «eleito papa» que já antes de sua eleição professava a idéia de transformação modernista da Fé.
Esta conclusão é clara, lógica e legal embora terrível para a fé, é ditada pela mesma Igreja: o candidato ao papado deve professar a fé católica para confirmá-la no mundo – é condição ontológica – para que sua eleição seja válida; não adianta esconder-lo atrás de míseros sofismas, que são também ofensivos à Lei divina da Santa Igreja.
De Roncalli a Ratzinger esta condição faltou e foram eles mesmos a demonstrá-lo nas obras. Do curso aos documentos do Vaticano 2º, da revolução litúrgica à abominação de Assis, isto é fato demonstrado para desgraça do mundo. Porque não foi ainda cogitado nem organizado o modo para descontinuá-lo, essa vergonha pesa sobre esta geração.
A intenção aqui é reunir forças para esse irrenunciável «non possumus» para a Fé.
Por ora o ponto de encontro é o «non possumus – unidos ao SPES» que foi publicado:
«Não só não devemos ao magistério conciliar obediência alguma em ponto algum, mas devemos mover-lhe ininterrupta e intransigente oposição católica».
O católico, mesmo sem considerar o passado, mas consciente da vacância da Sé pela morte de seu ocupante atual, não pode aceitar passivamente uma próxima eleição de conclave conciliar para continuar o Vaticano 2º, torna-se cúmplice da continuação da desolação conciliar, que acusa, com todas as letais conseqüências para a sua alma.
Que despertem enquanto é tempo no amor da Verdade ou no temor do juízo de Nosso Senhor Jesus Cristo, Sinal de contradição, causa de queda e ressurreição de muitos em Israel (Lc 2). A Igreja é a Nova Israel e no testemunho de sua Fé se revelam os secretos silêncios e pensamentos de muitos que acabam por transpassar os Sagrados Corações.
Louvado seja Deus que suscita e sustenta a nossa débil fidelidade!

Uma resposta para “CURTO CIRCUITO NA DESACERTADA RESISTÊNCIA ANTI-ACORDISTA

  1. Sandra setembro 22, 2012 às 10:55 pm

    Louvado seja Deus!

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