Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

IIIº SINAL DA VACÂNCIA APOCALÍPTICA NO SEGREDO DE MARIA SS.: – Convocação do anti-mariano Vaticano 2º para «maçonizar» a Fé

 

O ensinamento da Igreja tem sempre por critério a verdade. A ela tudo e todos estão sujeitos, não menos um papa. Neste sentido pode-se dizer que se a tal sumo cargo foi confiado um sinal celeste, como o Segredo de Fátima, este passa a atestar se era veraz, segundo está escrito: “Não extingais o Espírito, não desprezeis as profecias, examinai tudo: acolhei o que é bom. Guardai-vos de toda aparência do mal” (I Ts. 5,19).

A mensagem profética trazida por Maria, apresentava-se como uma «prova na verdade».

Na «inspiração» de João 23 se desvenda o espírito de engano

Porque a terceira parte do Segredo de Fátima não mereceu de João 23 mais que alguns comentários para julgá-lo impublicável e arquivá-lo? Vejamos o que consta a respeito, seguindo a descrição do mesmo para saber o que o havia inspirado. Ele conta que numa conversa com o cardeal secretário de Estado Tardini, em fins de 1958, pensava no que poderia ser feito para dar ao mundo exemplo de paz e concórdia entre os homens e uma ocasião de esperança, quando subitamente brotou-lhe nos lábios a resposta: um concílio!

Eis como explicou esse “impulso da Divina Providência”, esse “clarão de suprema luz”, são as expressões que usaria para anunciá-lo, tanto aos cardeais em 1959, como ao mundo no discurso de inauguração em 1962.

A decisão de convocar o Vaticano 2º causou a legítima e natural reação dos cardeais que, ouvindo esse anúncio durante as festividades na Basílica romana de São Paulo fora dos muros, em 25 de janeiro de 1959, receberam-no com frio estupor, surpreendendo quem se habituara a sorrisos e anuências para tudo que dizia.

Podiam os velhos cardeais esquecer todos os riscos e contra-indicações pelas quais a idéia de continuar o Concílio do Vaticano I vinha sendo descartada nos precedentes pontificados! Podiam ignorar que a frenética imprudência dos meios de comunicação do mundo chegou a invadir, com cumplicidades internas do Vaticano, até o quarto onde Pio XII morria, para fazer um furo de reportagem, sobre sua agonia e morte!

Será que João 23 ignorava esses perigos de manipulações e pressões exercidas contra a Igreja pelas forças de um mundo cada vez mais contaminado pelo gnosticismo mação e o materialismo marxista? Que havia planos protestantes, judeus e comunistas para mudar por dentro a Igreja, chegando a coalizar-se para abalar as defesas da cidadela católica?

Em verdade Roncalli demonstrou-se como a peça principal desse processo com a incrível mentira do concílio inspirado. As suas «memórias» revelam os trejeitos dessa hipocrisia: “Resumo de grandes graças feitas a quem tem pouca estima de si mesmo, mas recebe boas inspirações e as aplica com humildade e confiança (…). Segunda graça. Mostrar-me como simples e de imediata execução algumas idéias pouco complexas, aliás, simples, mas de vasto alcance e responsabilidade no sucesso de próximo futuro.”

Note-se que Roncalli de um lado revela imensa estima pelas próprias idéias e inspirações, decisivas pelo alcance que terão no mundo. Mas antes de expor o alcance do que pensa, finge parca “estima de si”! Segue: sem nunca ter pensado antes, no primeiro colóquio com o meu Secretário de Estado, dia 20 de Janeiro de 1959, despontaram as palavras «Concílio Ecumênico», «Sínodo diocesano» e «recomposição do código de Direito Canônico» e, contrariamente a qualquer minha suposição ou imaginação sobre isto(!). O primeiro a ficar surpreso desta minha proposta fui eu mesmo, sem que ninguém jamais antes me tenha indicado isto (?). E dizer que me pareceu tão natural no seu imediato e contínuo desenvolvimento” ([1]).

O Padre Ricossa de Sodalitium resume a história dessa «super inspiração» ([2]).

A versões de João 23: 1) A decisão de fazer um Concílio ecumênico foi uma ‘inspiração divina’ ([3]). 2) Ele teve esta inspiração apenas cinco dias antes de anunciar publicamente o Concílio, ou seja dia 20 de Janeiro, falando com o Cardeal Tardini. 3) Nunca antes havia pensado no Concílio, por isto ficou surpreso com o que ele mesmo disse. 4) Nunca ninguém falou disso antes com ele. A versão da ‘inspiração divina’ é conhecida por todos e oficialmente credenciada ao ponto que Paulo VI no dia 29 de Setembro de 1963 diz, em louvor a João, que o concílio ecumênico foi convocado e aberto por «disposição divina’ ([4]), e João Paulo II acrescentou: ‘Ele ligou seu nome ao evento transformador maior do nosso século: a convocação do Vaticano II, intuído por ele, como confessou, ser uma inspiração misteriosa e irresistível do Espírito Santo’ [discurso de 26 de Novembro 1981, para o centenário do nascimento de Roncalli] ([5]). Trata-se pois de versão oficial e «credenciada», com apenas a falha de ser totalmente FALSA.”

“Tal versão oficial, dada como veraz pelos papas conciliares, é tão ignominiosamente falsa que deve ser negada até pelos mesmos historiadores filo roncallianos como Hebblethwaite ou de tipo progressista sério, como o P. Martina SJ, indisposto a endossar acriticamente a mitologia joanina operada pelos historiógrafos tipo Falconi, Balducci, Zizola e similares”. Continua o P. Ricossa ([6]): “A falsidade das afirmações Roncalli-Montini-Wojtylianas a respeito é estabelecido, documentado e aceito por todos os historiadores. Estes fazem saltos mortais para não chamar Roncalli de mentiroso. Embaraçado, Hebblethwaite escreve: ‘Claramente, o papa João não podia querer dizer que nunca pronunciou a palavra «Concílio» antes de 20 de Janeiro 59: seria simplesmente falso’([7]). Em seguida, procura fazer passar o fato como episódio de esquecimento senil, mas sem ser convincente. Mesmo porque o ‘esquecimento’ parece ter sido usado também em outras circunstâncias não senis.” Lembra o P. Ricossa ([8]): “Claro, em 1962, João XXIII era velho. Mas velho não era Roncalli quando em 1914 colocado ‘contra a parede’ pelo Cardeal De Lai, falsamente, mas jurando, afirmou não ser seguidor de Duchesne! Para tal episódio, Hebblethwaite, incapaz de apelar para caduquice senil que justifique mentiras de um jovem de 32 anos, usou a fórmula ‘apagar lembranças da memória’([9]). Ora, visto que a raposa perde o pêlo, mas não o vício, também em 1962, lembrando os acontecimentos de há três anos, Roncalli ‘apagou’ certas lembranças da memória!…”.

“O Jesuíta Giacomo Martina descreve por sua vez os fatos: «Segundo o seu «Diário da alma» e o seu discurso de 8 de Maio de 1962, João XXIII teria concebido a intenção (de convocar um Concílio) em resposta a uma inspiração súbita, brotada nele durante um colóquio com o Secretário de Estado, Cardeal Tardini, em 20 de Janeiro de 1959. A declaração autobiográfica – cria graves problemas sobre a sinceridade do seu «Diário» e sobre o caráter do papa – no entanto, é contestada por muitas testemunhas, muitas das quais remontam ao próprio papa» ([10]). Ocorre também ter em conta o fato que a idéia de um Concílio Ecumênico, boa em si, se tivesse acontecido com normalidade, segundo o costume da Igreja para condenar muitos erros modernos, incluindo o comunismo e o mesmo Modernismo e estabelecer definições dogmáticas a tempo na espera, como a de Maria Corredentora, de há muito meditada e, depois proposta por vários membros da Cúria Romana, incluindo os cardeais Ottaviani, Ruffini e outros”… aclara P. Ricossa ([11]):

“O Cardeal Ottaviani, que foi, como vimos, um dos ‘grandes eleitores’ de Roncalli, disse, no mínimo, duas vezes, em 1968 e 1975, que se falou de um Concílio durante o conclave, antes mesmo da eleição do Patriarca de Veneza, quando ficou claro que seria ele o escolhido. Os Cardeais Ottaviani e Ruffini, em seguida, acompanhados por outros que permaneceram no anonimato, na noite de 27 de Outubro de 1958 visitaram a célula do Card. Roncalli para lhe propor um Concílio Ecumênico ([12]). Segundo o Cardeal Ottaviani, o Cardeal Roncalli teria aderido à idéia do Concílio já desde aquela hora, ou seja, mesmo antes de ser eleito. Em 30 de Outubro, dois dias após a sua eleição, João XXIII falou com o secretário Capovilla da ‘necessidade de convocar um Concílio’. No dia 2 de Novembro, antes da coroação, diz ao mesmo que ‘é preciso um Concílio’, e isto depois de ter uma audiência com o mesmo Cardeal Ruffini e de ter falado do assunto. O repete em Novembro ao novo Patriarca de Veneza, Giovanni Urbani, e ao bispo capuchinho de Pádua, Girolamo Bortignon. ‘Em 28 de Novembro, a decisão está quase tomada’. Assim, é historicamente provado que não só a idéia do Concílio não veio de repente à mente de Roncalli durante a entrevista com o Cardeal Tardini de 20 de Janeiro, mas que até Tardini foi um dos últimos a saber, apenas 5 dias antes do anúncio histórico! Um fato deveras surpreendente e dos mais significativos é este: João XXIII não disse nada a Tardini, o seu Secretário de Estado” ([13]).Quando, em 20 de Janeiro, revela a Tardini que decidiu anunciar o lançamento do Concílio no domingo seguinte, depois de afirmar ter tido esta idéia apenas um dia antes (mas quantas mentiras conta!), este compreendeu estar diante de um fato consumado; de decisão já tomada. O Card. Tardini apoiou, pois, a idéia como ‘boa e nova’, embora ‘o suposto entusiasmo de Tardini não foi isento de reservas’([14]), como fez entender a Andreotti, posto ao corrente do projeto em 22 de Janeiro por João XXIII, que discorda dos seis anos de preparação para o Concílio previsto pelo seu Secretário de estado([15]). Comenta o Padre Martina: ‘É singular a natureza das relações do papa com o seu Secretário de Estado, cordial, mas superficial, pois este foi informado do propósito apenas em 20 de Janeiro, quando já estava decidida a iniciativa e tinha sido elaborado o primeiro esboço do discurso aos cardeais no 25 de Janeiro seguinte([16])’. De modo mais rude, o jornalista anglo-saxão Wilton Wynn (que teve ‘a honra’ de jantar com João Paulo II) expressa o mesmo conceito do historiador jesuíta (Martina) e do outro jornalista ex-jesuíta (Hebblethwaite): O Papa João foi capaz de regularmente contornar o velho inimigo Tardini. Como Secretário de Estado, Tardini deveria ser (sic) o principal assessor do papa. Mas João XXIII não operava por meio dos canais ‘oficiais’, preferindo recorrer às pessoas mais adequadas ao seu caráter e nas quais punha maior confiança ([17]). “Assim, o Concílio não foi em modo nenhum inspirado pelo Espírito Santo a Roncalli, que se tornou ‘o papa bom’, mas por outro espírito e no modo citado, muito diferente de como o mesmo Roncalli, Montini, Wojtyla e Ratzinger quiseram fazer crer e acreditar. Quais teriam sido as pessoas ‘mais afins ao seu caráter, nas quais punha maior confiança’? Quem, senão os ecumenistas?”. OP. Ricossa diz ([18]): “Há mais que uma pista no testemunho de seu velho amigo (1924) Dom Beauduin, batedor do ecumenismo e da reforma litúrgica. Na morte de Pio XII, disse aos íntimos: ‘Se elegerem Roncalli, tudo seria salvo; seria capaz de convocar um Concílio e consagrar o ecumenismo’. É difícil pensar que o velho conspirador, falasse a esmo, sem revelar planos discutidos com Roncalli, de há muito, para a reforma da Igreja([19]).”

Na verdade, a Igreja — e isto não é segredo para ninguém, disposto a ver — já estava nessa época em grande parte invadida por uma nova e velha leva de modernistas, cujos erros e heresias só haviam ficado congelados pelas medidas de defesa de São Pio X, mas que o seu sucessor, Bento XV, permitiu que fossem gradualmente atenuadas.

É evidente que bastaria uma abertura, mesmo pequena, para unir os adversários externos da Fé católica aos seus inovadores internos; um concílio teria proporcionado naturalmente isso nessa época. Se alguém objetar que uma assembléia eclesial a esse nível sempre teve por razão principal a defesa da Fé atacada por novos e perigosos erros e heresias, lembre que João 23, ao convocar o Vaticano 2º, não calou otimismo de unidade, reconciliação e paz, e sua aversão a condenar erros e os seus autores. Tudo isto é claramente dito no discurso inaugural de 11 de outubro de 1962 na Basílica de São Pedro. Hoje são claros os seus acordos preliminares estabelecidos com conhecidos inimigos da Igreja católica.

Ouçamos a propósito o testemunho de monsenhor Marcel Lefebvre, que teve importante parte na preparação do Vaticano 2º: “Não se deve esquecer que houve três contatos. Três acordos que foram concluídos antes do concílio pela Secretária para a Unidade dos Cristãos, um com a maçonaria, com a loja judaica B’Nai Brith que tem sede em Nova York, outro com os protestantes do Conselho Mundial das Igrejas e outro com os enviados de Moscou. (…) Nesses contactos dizia-se: Não será condenado o comunismo, mudar-se-ão todos os bispos contrários a ele, substituídos por bispos colaboracionistas. Com relação à loja maçônica e ao Conselho Mundial das Igrejas foi dito: aceitar-se-á a liberdade religiosa como direito fundamental do homem, reconhecendo assim pelo concílio a Declaração dos Direitos Humanos. Inaudito, tremendo, uma mudança radical da orientação da Igreja! E foi aceita!”

No livro Atanásio e a Igreja do nosso tempo o bispo alemão de Ratisbona, Rudolf Graber, mostra com horror que nos documentos das sociedades secretas do século passado “já aparecem as idéias que estão submetendo à prova de sua capacidade de resistência a Igreja do período pós-conciliar”. Mas o objetivo não é mais simplesmente o publicado no cap. XVI da Alta Venda da Loja dos Carbonários italianos, que diz: “O nosso objetivo final é o de Voltaire e da Revolução Francesa: a destruição para sempre do catolicismo e também da idéia cristã, a qual, se restasse em pé sobre as ruínas de Roma, significaria a ressurreição do cristianismo logo depois.” Esse documento, intitulado “Instruções Permanentes da Alta Venda” foi revelado em Dublin, em 1885, pelo monsenhor George F. Dillon, atendendo à exortação de Leão XIII para “arrancar a máscara à maçonaria”.

O novo objetivo era o de servir-se da Igreja, depois de tê-la infiltrado tanto na doutrina como na liturgia com idéias revolucionárias, tendo em vista o sincretismo universal cuja sinarquia final constituiria a anti-Igreja. Para tanto o objetivo principal é conseguir “um papa de acordo com nossos desejos”. Eis o texto original: “A tarefa que empreendemos não é obra de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Pode durar talvez um século (…) a hora da Alta Venda virá quando seus agentes tiverem ocupado todas as funções: governarão, administrarão e julgarão no conselho do Soberano. Serão convocados para eleger o pontífice e este, como a maioria de seus contemporâneos, estará imbuído necessariamente pelos princípios humanitários que estamos para pôr em circulação (…) deixai que marche atrás de vossas bandeiras o clero, convencido de que segue a bandeira das Chaves Apostólicas (…) estendei as vossas redes no fundo das sacristias, dos seminários, dos conventos (…) e os reunireis depois como amigos em torno da Cátedra Apostólica. Tereis pescado a revolução com tiara e manto pluvial, que marchará com a cruz e a bandeira, revolução que precisa apenas de um pequeno estímulo para incendiar os quatro cantos do mundo.”

Haveria mais a transcrever desse documento, cuja importância foi considerada tão grande por Leão XIII que mandou publicá-lo na Itália, custeando-o pessoalmente. Mas aqui devemos nos limitar a João 23, que foi eleito e convocou o Vaticano 2º, e que portanto pôs em ato essa monstruosa maquinação maçônica para dispor de um «concílio católico».

Tal possibilidade era remota no século passado. Pode-se recordar este fato histórico muito indicativo: no dia 8 de dezembro de 1869, quando se abria em Roma o Concílio Vaticano I, convocado por Pio IX para condenar os erros do racionalismo e do materialismo e definir as prerrogativas do magistério papal, em Nápoles, abria-se contemporaneamente um anti-concílio maçônico de livre-pensadores europeus, entre os quais Victor Hugo, Garibaldi, Ricciardi, etc. Destinava-se a contrapor ao ensinamento da Igreja as liberdades de consciência, de religião, de ensino, segundo a idéia revolucionária: “destruir o divino para fazer progredir o humano”.

Ora, como o Vaticano 2º declarou ser a liberdade de consciência, de religião e ateísmo, e seu ensino um direito natural do homem, revolucionando a doutrina sagrada, parece claro que desta vez o anti-concílio, como o sínodo judaico, não aconteceram fora, mas dentro do Vaticano. Seria uma nova Igreja conciliar a implementá-los doravante.

Eis, pois o IIIº sinal da vacância apocalíptica no segredo de Maria SS.: Convocar o anti-mariano Vaticano 2º para «maçonizar» a Fé. Seguimos assim para o IVº sinal dessa vacância hedionda: a censura do Segredo de Fátima, para desobstruir completamente o caminho para o conciliábulo Vaticano 2º: anti-Fátima!


[1] – GIOVANNI XXIII. Il Giornale dell’anima, Edizioni di Storia e Letteratura. V. Ed. Roma 1967. pp. 359-360. Texto parcialmente reproduzido por Hebblethwaite, pp. 446-447. Com estas palavras se encerra o diário de João XXIII. [Evidências do autor].

[2] – P. Francesco RICOSSA, Il papa del Concilio (12° capítulo), Sodalitium n. 34, 1993, p.12.

[3] – Cf. Giornale dell’anima, op. cit., p. 359, nota 1, na qual Loris Capovilla repete as mesmas palavras de João XXIII.

[4]Insegnamenti di Paolo VI, Tipografia Poliglotta Vaticana, vol. I, 1963, p. 168. Citado por LORIS CAPOVILLA, em: AA.VV., Come si è giunti al Concilio Vaticano II, Massimo, Milão, 1988, p. 38.

[5] Insegnamenti di Giovanni Paolo II, Tip. Pol. Vaticana, vol. IV, 2/1981, pp. 752-757, cit. de L. CAPOVILLA, in: AA.VV. Come si è giunti al Concilio Vaticano II, Massimo, Milão, 1988. p. 24.

[6] – P. Francesco Ricossa, Il papa del Concilio, op. cit., p.13.

[7] – P. HEBBLETHWAITE, Giovanni XXIII. Il Papa del Concilio, Rusconi, Milão, 1989, p. 446.

[8] – P. Francesco Ricossa, Il papa del Concilio, op. cit., pp.13-14.

[9] – Cf. “Sodalitium”, n. 23, p. 9.

[10] – G. MARTINA, La Chiesa in Italia negli ultimi trent’anni, Studium, Roma 1977, pp. 85-86. [Evidência do autor]. Comenta P. Ricossa: “SegundoMartina, pois, não há que confiar nem nodiário privado de João XXIII (elesabia que seria publicado?…).

[11] – P. Francesco Ricossa, Il papa del Concilio, op. cit., p. 14.

[12] – Hebblethwaite, op. cit., pp. 400, 437. As declarações do Card. Ottaviani estão no semanal Epoca (8.12.1968) e foram ouvidas pelo diplomático americano Bernard R. Bonnot que as cita no seu livro (com o título significativo) Pope John XXIII, an Astute Pastoral Leader, Alba House, NY, 1979, p. 13. P. Ricossa: “Também então a escolha do Card. Ottaviani foi infeliz.”

[13] – HEBBLETHWAITE, op. cit., 435.

[14] – Cf. HEBBLETHWAITE, op. cit., pp. 443-448.

[15] – GIULIO ANDREOTTI. A ogni morte di Papa. I Papi che ho conosciuto, Rizzoli, Milão 1980, pp. 77-78; também HEBBLETHWAITE, op. cit., p. 448.

[16] – MARTINA, op. cit., p. 86.

[17] – WILTON WYNN, Custodi del Regno, Frassinelli, 1989, p. 81.

[18] – P. Francesco Ricossa, Il papa del Concilio, op. cit., p.14.

[19] – L. BOUYER, Dom Lambert Beauduin, un homme d’Eglise, Castermann, 1964, pp. 180-181, citado pelo P.Didier BONNETERRE, Le Mouvement liturgique, Fideliter, 1980, p. 112.

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