Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

IVº SINAL DA VACÂNCIA APOCALÍPTICA NO SEGREDO DE MARIA SS.: – Quem censurou Fátima para abrir o acesso ao Vaticano 2º ?

Arai Daniele

PONTIFICADO E CONCÍLIO «INSPIRADOS» A JOÃO 23

Pelas palavras da irmã Lúcia, a vidente de Fátima, ao Padre Agostino Fuentes em dezembro de 1957, o mundo católico soube da grande tristeza de Nossa Senhora devido à desatenção às suas palavras, ao que seguia o aumento tanto das ofensas a Deus como do perigo de perdição para os homens, especialmente os consagrados.
Em seguida à comunicação profética de Maria SS., publicada em 1958, como seria?
Depois da morte do Papa Pio XII houve o conclave para a eleição do seu sucessor.
Uma eleição crítica porque naquela hora moviam-se os grandes poderes mundiais para condicionar a escolha do Vigário de Cristo que da Sede de Pedro iria governar a Igreja. E a conspiração nesse sentido nada tem de «teórica»; é histórica e lógica para a estratégia de expansão de influências revolucionárias. Napoleão chegou a seqüestrar dois Papas para a nova constituição da França católica.
Vamos aqui rever um testemunho do Conde romano, Franco Bellegrandi, que estava enfronhado no serviço do Vaticano, no seu livro «Nichitaroncalli» (NR).
“No mês de Setembro de 1958, cerca de sete dias antes do Conclave para eleger o papa sucessor de Pio XII, estive no Santuário de Oropa, num almoço regular do grupo de Attilio Botto… fora ali convidado uma personagem que conhecia como alta autoridade maçônica em contato com o Vaticano. Este me revelou, ao acompanhar-me a casa em automóvel, que “… o próximo papa não seria Siri, como se murmurava nos círculos romanos, porque era um cardeal muito autoritário. Seria eleito um papa de conciliação já escolhido: o patriarca de Veneza Roncalli”. Repliquei surpreso: “escolhido por quem?” “Ora, pelos nossos mações representados no conclave” respondeu serenamente e acrescentou diante da meu espanto: “Se há mações no conclave?” “Certamente”, “a Igreja está em nossas mãos”. Insisti perplexo: “Então quem manda na Igreja?” Depois de um breve silêncio, o meu acompanhador precisou: “Ninguém pode dizer onde estão os vértices. “Estes vértices são ocultos” (NR, 62). O conde Stella no dia seguinte transcreveu num documento oficial o que relatei e hoje está conservado num cofre de um notário, nome e sobrenome dessa personalidade e a sua estupefaciente declaração completa da hora, dia, mês e ano, porque em poucos dias se revelou absolutamente exata.” (NR, p. 62)

Roncalli escolhido pela Maçonaria? Qual a surpresa, sabendo que é impossível desligar sua pessoa de importantes amizades maçônicas, seu trabalho e contatos na Nunciatura de Paris e o fato que Roncalli, tendo recebido de Roma a honra da púrpura cardinalícia, preferiu receber a “berretta” no Eliseu e “das mãos do presidente Vincent Auriol. Socialista, untraprogressista e descrente, mas seu amigo pessoal de velha data. Roncalli, como quer o cerimonial, teve que dobrar os joelhos e prostrar-se diante do ateu Auriol, que naquele momento representou o Pontífice.” (NR, p. 65)

Passemos à sua gestão no Vaticano, para onde fora eleito em 1958.
Vamos lembrar o modo como João 23 recebeu a terceira parte do Segredo de Fátima e mandou arquivá-la. Se havia um novo apelo, não se soube; se havia um aviso grave, ficou então ignorado. A Mensagem de Nossa Senhora foi relegada como improvável e inoportuna. O que Roncalli proclamara como «providencial» fora a «inspiração» que teve para convocar o Vaticano 2º. Este seria a resposta exemplar que os homens da Igreja dariam ao mundo numa reunião de paz para uma nova ordem mais universal (que a cristã).
Eleito em 1958, centenário das aparições de Lourdes, Roncalli demonstrou preferência por esse evento mariano, que não havia deixado, que se saiba, pendente nenhum grave segredo ou indeclinável pedido, como era o caso de Fátima. Para esta última pareceu-lhe bastante instituir a festa de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, descrita “centro das esperanças cristãs”. No que respeita, porém, ao pedido da mensagem e ao Segredo, deixou cair o silêncio sobre o primeiro e fez arquivar o segundo. Ações que implicaram, mais tarde, também o arquivamento de qualquer propósito de conversão da Rússia. Aliás, a Santa Sé achou por bem estabelecer com o governo soviético um diálogo e iniciar uma política de compromissos, como sugerido pelo novo cardeal Montini.
A este ponto é preciso ver em que consiste o segredo da mensagem, também chamado o “Terceiro Segredo”, e qual a sua história. Pois bem: como se sabe, a mensagem de 13 de julho estava interrompida. O que podia seguir ao seu conteúdo, que estava por revelar. A razão desse sigilo antes de 1960 está em uma clara instrução contida na própria mensagem: “Isto não o digais a ninguém.” Assim é que o segredo ficou selado no coração de Lúcia até os anos quarenta. Em 1943, o bispo de Leiria (Fátima), desejando que tudo o que se referisse à mensagem ficasse registrado, mandou que a vidente escrevesse tudo o que havia ouvido. Lúcia titubeou, mas sabendo que a obediência nesse caso poderia significar a vontade de Deus, acabou por fazê-lo, apesar das grandes dúvidas e dificuldades morais e espirituais por que passou. Corria o ano de 1944 e foi a Vidente a afirmar ter sido Nossa Senhora a dizer que escrevesse tudo. Dom José Correia da Silva, Bispo de Leiria-Fátima, de posse do escrito secreto, sem o ler, colocou-o no envelope selado que guardou no seu cofre com instrução para que à sua morte fosse entregue ao Cardeal patriarca de Lisboa, provavelmente para que fosse encaminhado a Roma. Ora, aconteceu que a notícia, aparentemente singela, correu mundo e tornou-se fato clamoroso e se considerou prudente enviar o escrito secreto o quanto antes à S. Sé.
Segundo o grande conhecedor dos fatos de Fátima, padre Alonso, no seu livro «La Verdad Sobre el Secreto de Fátima», “o documento chegou ao Vaticano pelas mãos do núncio apostólico em Lisboa, monsenhor Cento, em 16 de abril de 1957. Não consta que o papa Pio XII o teria lido, mas somente seu sucessor, João XXIII, que recebendo o envelope levado à residência de Castel Gandolfo em 17 de agosto de 1959, preferira esperar a presença de seu confessor para abri-lo, o que ocorreu depois dessa data considerada de mau augúrio na Itália. Antes de prosseguir na descrição dos fatos, é bom ver de onde vem a confirmação de que 1960 era o ano indicado à irmã Lúcia para tornar conhecido o Terceiro Segredo. Pois bem, ela vem principalmente do que apuraram os entendidos da questão, cônegos Galambra e Barthas. Mas além deles, vem também nada menos que do cardeal Cerejeira, patriarca de Lisboa, e de outros bispos ligados ao fato, como dom João Pereira Venâncio, sucessor de dom José na Diocese de Leiria, que chegou a propor a todos os bispos do mundo um dia de oração e penitência na data de 13 de outubro de 1960. Como se vê, também no Vaticano esta data era muito bem conhecida… Em 1967, 50º aniversário das aparições de Fátima e ainda no clima de desilusão pelo silêncio que se fez sobre o segredo dado pela Mãe do Céu à pastorzinha Lúcia, segredo esse que não foi de nenhum modo esquecido apesar do vento de mudanças e novidades soprado pelo espírito do concílio, o prefeito da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, cardeal Alfredo Ottaviani, forneceu em uma conferência (11-2-67) algumas notícias com intenções tranqüilizadoras.
“O segredo não devia ser aberto antes de 1960. No mês de maio de 1955 perguntei a Lúcia a razão dessa data e ela me respondeu: porque então será mais claro. Isto me fez pensar que aquela mensagem era de tom profético, visto que é próprio das profecias, como se lê nas Sagradas Escrituras, que haja um véu de mistério. Quanto ao envelope contendo o ‘Segredo de Fátima’, foi recebido fechado pelo bispo de Leiria e embora Lúcia lhe tenha dito que poderia lê-lo, não quis fazê-lo. Quis respeitar o segredo também por deferência para com o santo padre. Mandou-o ao núncio apostólico, então monsenhor Cento, agora cardeal e aqui presente, que o enviou fielmente à Congregação para a Doutrina da Fé que lho havia requisitado para evitar que questão tão delicada, não destinada a ser dada ao apetite do público, caísse por qualquer razão fortuita em mãos estranhas. Assim chegou o segredo. Foi trazido à Congregação e, fechado como estava, foi levado a João XXIII. O papa abriu-o. Abriu o envelope e leu. Embora em português, disse-me depois que havia entendido tudo. Ele mesmo em seguida colocou o segredo num outro envelope, selou-o e encaminhou-o a um daqueles arquivos que são como um poço no qual os papéis afundam profundamente no escuro, escuro onde ninguém vê mais nada. Eis porque presentemente é difícil dizer onde esteja o “Segredo de Fátima´!” Mais adiante, acrescenta: “Eu, que tive a graça e o dom de ler o que consta do texto do segredo, ao qual portanto estou vinculado, posso dizer que tudo o que há em circulação a respeito dele é fantasia.”
A este depoimento muito importante podem-se acrescentar outras precisões que dá padre Alonso em seu livro sobre o segredo: “… o conteúdo do documento foi dado ao conhecimento de alguns membros da Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé, da Secretaria de Estado e de outros poucos. É certo que o Santo Padre falou dele com os seus mais íntimos colaboradores. Não fez, porém, qualquer declaração pública. Disse simplesmente: ‘Isto não diz respeito ao meu tempo’, deixando qualquer decisão aos seus sucessores.” (Pe. Alonso, op. cit.p. 51).
Depois de ter lido o texto, o papa João escreveu uma nota que foi transcrita pelo seu secretário pessoal, mons. Capovilla, colocando-a no envelope que continha o segredo. Este ficou guardado nos arquivos dos apartamentos pontifícios até sua morte, em 3 de junho de 1963. Como se vê, a existência desse segredo não é fantasia, como não é possível negar que suas palavras passaram a pesar sobre quem as mantém escondidas, de João XXIII em diante.

CENSURA DO SEGREDO APOCALÍPTICO?
Nos anos anteriores a 1960, quando se esperava que o Terceiro Segredo seria dado ao conhecimento do mundo, houve um natural “crescendo” de interesse e excitação da opinião pública diante das revelações de Fátima. Afinal, tratava-se de anúncios sobre o destino da humanidade dados pela Mãe Celeste. O que concerne à salvação das almas sempre foi central na pregação e ensino católicos e o interesse universal por um segredo que vinha completar uma luminosa mensagem já em grande parte conhecida teria sido, se bem utilizado, precioso auxílio para convocar as multidões à oração e preparar os homens à penitência que salva.
Assim não foi. Deveras estranhamente, os hierarcas e o clero católico, que nunca temeram nem evitaram a predição sobrenatural, desta vez pareciam muito mais preocupados em desviar a atenção dos fiéis de revelações e segredos do que utilizá-los para um bom fim. Havia mais fé no povo, que se interessava pela mensagem, do que nos religiosos e sacerdotes que dela desviavam, como se Fátima fosse sinal de ilusão e superstição em grande escala. Mas, não seria difícil ver que se essa atitude foi geral entre os homens da Igreja, era porque o exemplo vinha de cima.
E o resultado inevitável quando há um vazio mental, ou quando se propicia um vazio de fé, é que esses sejam preenchidos pelo que de vulgar e de mau está sempre à espreita para infiltrar-se. Foi assim que as piores tendências e interesses que permeiam os meios de comunicação social puderam conduzir o assunto, fazendo fermentar uma atmosfera de sensacionalismo que alimentou mórbida curiosidade pelo mistério e pavores de catástrofes materiais, num sentido pouco católico e, portanto, alheio à mensagem.
O modo como foi acolhida a publicação da entrevista de padre Fuentes com a vidente Lúcia é exemplo disto, e a reação do vértice eclesiástico que achou por bem condenar a reação do público às palavras que advertiam o mundo, deixa à mostra o grau de aversão de muitos homens da Igreja a tudo que tenha caráter sobrenatural e, portanto, envolva suas responsabilidades religiosas. Ora, as mensagens marianas e também os milagres, que são graças para os homens, deste modo acabam por ser verdadeiros desafios para eclesiásticos esquecidos dos seus deveres.
O livro citado de padre Alonso sobre o segredo de Fátima, apesar das muitas informações objetivas e comentários ponderados, não deixa de conter exagerado conformismo tendente a justificar, a todo transe, a decisão papal de arquivar no silêncio o Terceiro Segredo. Considera o autor, por exemplo, que a atmosfera de curiosidade e espera ansiosa, criada em torno dessa parte desconhecida da mensagem, seria razão suficiente para não torná-la pública, evitando assim que fosse exposta a manipulações sensacionalistas, bem como a deformações de seu conteúdo. Na verdade, as deformações ocorrem em conseqüência da pouca ou má luz, não da clareza. Além disso, não faltam à Santa Sé recursos e meios para explicar o que possa considerar necessário, também sobre a própria parte em relação a uma mensagem que não foi até agora considerada mais que revelação privada, apesar de a aparição que a trouxe ser reconhecida autêntica pela Igreja.
Se deve haver cuidado e prudência, isto é devido mais ao valor que à forma das palavras, e se tudo o mais da mensagem é inatacável, e nem por isso tem o aval oficial da Igreja, por que isso seria problema para a parte menor? Não se explica.
Há em toda essa questão uma espécie de inversão lógica, pois uma mensagem, assim como uma notícia, é dada em função do que deve comunicar. Não pode uma comunicação objetiva, nem deve deixar de existir, ou ser manipulada, em função de supostas reações subjetivas a evitar. Esses métodos podem ser comuns, hoje, nas mãos de manipuladores da opinião ou profissionais da propaganda, mas são indignos se aplicados pelos «vigilantes eclesiásticos» da verdade. É a pior censura, que cedo ou tarde vai desmascarar seus autores: não mais a proibição do que é objetivamente mau e nocivo à moral dos povos e à edificação das almas, mas supressão de uma notícia essencial e necessária, de origem celeste, com a hipócrita desculpa de proteger as gentes de uma turbação espiritual e de avisos que, sacudindo as consciências, são a razão mesma da mensagem. É como censurar o aviso de desgraças porque perturbador, a visão do inferno porque horrenda, o alerta contra falsos profetas porque subversivo, o mistério da iniqüidade porque iminente e espantoso!
Seria oportuno considerar, a propósito, o mau uso feito da palavra “apocalipse”, que depois de tantas más leituras, distorções e abusos, deu lugar a uma literatura fantástica e quase sempre falsificada com esse nome. Dela muitos se apartarão, desconfiados. Seria insano, porém, por causa disso, censurar ou arquivar o próprio; Apocalipse, livro sagrado porque inspirado por Deus e que contém ensinamentos preciosos reservados também e especialmente para o nosso tempo final.
Se o mundo, à imagem e semelhança desse livro profético, acumulou escórias religiosas e falsas profecias, o mesmo fez com os Evangelhos, dados para quem tem ouvidos para ouvir. Mas a falsificação não altera os originais, ao contrário, os confirma quando estes advertem contra os erros e seduções dos falsos profetas que pensam e falam como o mundo.
E tudo isto se aplica igualmente à mensagem de Fátima e ao seu Terceiro Segredo, dados para o bem dos homens desta nossa época aflita por uma espantosa crise de fé. Considerou-se, porém, necessário ocultar essa mensagem preciosa. Ficaremos sabendo, seguindo os comentários de padre Alonso, que para a nova mentalidade dos últimos pontificados esse segredo não deveria ser nunca publicado, mas restar como peso nos arquivos vaticanos. Parcial confirmação disso se teve com a posição de Joseph Ratzinger, como se viu mais adiante.
Conclusão: o que seria «mais claro» para entender o Segredo, conforme a Irmã Lúcia disse ao Cardeal Ottaviani sobre sua abertura em 1960 agora que sabemos que a Mensagem profética de Maria SS. foi censurada em 1959, ano em que João 23 convocou o Vaticano 2º? Só na ausência de um Papa católico isso seria possível.
Eis, pois, outro sinal da vacância apocalíptica ligado à Profecia de Maria SS.: – o plano para o Vaticano 2º; para uma inversão anti-mariana na Igreja com a operação ecumenista e maçonizante para a Fé; enfim, com a abertura do poço do abismo que o evento conciliar efetuou com seus documentos e liberdades em ruptura com o Magistério católico e apostólico de 240 Papas e 20 Concílios ecumênicos.
Foram abatidas as grades do inferno, que Nossa Senhora mostrou aos pastorzinhos de Fátima, para avisar do maior perigo do mundo.
Mas havia na Sede do Vaticano alguém capaz de censurá-La!
Se isto não é um sinal apocalíptico, o que esperar ainda?

2 Respostas para “IVº SINAL DA VACÂNCIA APOCALÍPTICA NO SEGREDO DE MARIA SS.: – Quem censurou Fátima para abrir o acesso ao Vaticano 2º ?

  1. silver price outubro 21, 2012 às 8:46 pm

    De facto, em Novembro de 1984, certamente ainda impressionado pela leitura do Segredo, o Cardeal Ratzinger, ao mesmo tempo que tentava — de forma bastante desajeitada! — justificar a não-revelação, deu ao mesmo tempo uma ideia de verdades importantes a respeito do seu conteúdo. Já dissemos que, enquanto explicava que, «de acordo com a apreciação dos Papas, [o Terceiro Segredo] não acrescenta nada de novo àquilo que cada Cristão deve saber com respeito à Revelação», indicou quatro temas importantes desta Revelação, que também pertencem à Mensagem de Fátima. Mas nesta enumeração, qualquer leitor bem informado pode discernir facilmente o que corresponde à mensagem já conhecida: «uma chamada radical à conversão», que é a essência da mensagem pública, e igualmente do Primeiro Segredo; «a absoluta seriedade da História», que é o conteúdo do Segundo Segredo; e finalmente, o que exprime sem dúvida os temas essenciais e específicos do Terceiro Segredo: «Os perigos que ameaçam a fé e a vida do Cristão, e, consequentemente, do mundo. E, também, a importância dos ‘Novíssimos’.» Mais adiante, o Cardeal apontou mais outro elemento positivo do último Segredo: «Mas o conteúdo deste ‘Terceiro Segredo’ corresponde ao que é anunciado nas Sagradas Escrituras . . .» Já antes, referindo-se ao Segredo, empregara a expressão «profecia religiosa». Estava a dizer-nos que se trata realmente de uma profecia — o que sabemos por outras vias — e que corresponde às das Sagradas Escrituras.

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