Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

VIº SINAL DA VACÂNCIA APOCALÍPTICA NO SEGREDO DE MARIA SS. As tenebrosas manipulações da verdade do anti-mariano Vaticano 2º

Pode-se verificar o alcance da tortuosa oposição do Vaticano 2 a Fátima, pelo fato que os avisos proféticos de Maria SS. foram, mais que desprezados, contrariados.
Com isto descartavam, porém, os termos da verdadeira pastoral católica de sempre para a ordem das nações e a salvação das almas. São os termos que concernem a conversão ao bem para livrar do perigo de danação eterna – o inferno – e o maior mal para a ordem na vida dos povos, que era então o comunismo que dominava a Rússia.
Pois bem, para recolher os aplausos do mundo que detesta visões de perigos, esses «papas conciliares», que vão de João 23 ao atual Bento 16, atuaram, não enfrentando o perigo invocando a Ordem cristã, mas para dispensá-la na «nova ordem mundial».
Uma idéia conspiratória que evoca a profecia do velho Simeão sobre Jesus, sinal de contradição para salvação, mas também perdição de muitos, cujos pensamentos secretos pactuam contra a Fé. Podia tal conspiração, armada por poderes anticristãos, mas apoiada por um espírito de conciliação clerical aberto a compromissos na Fé, não transpassar o Coração de Maria? «Este Menino vai ser causa de queda e ressurreição de muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Quanto a Ti, uma espada transpassará a Tua alma, a fim de que sejam revelados os pensamentos de muitos corações» (Lc 2, 25-35).
De fato, Nossa Senhora não foi ouvida nos nossos tempos pelos grandes chefes da religião e do mundo mais do que o foi seu Filho pelos sumos sacerdotes de então.
A chave de leitura do evento de Fátima está na Igreja. Mas como nela sua mensagem para o bem das almas foi desatendida com os seus pedidos, e não devido à oposição externa, hoje contra Fátima estão as contradições clericais sobre as suas visões: do inferno e do virtual massacre do Papa com o seu séquito, ao qual inevitavelmente segue uma vacância papal (mais clara em 1960).
Por que foi necessário um sinal extraordinário para focar o que devia ser ordinário ensino (o inferno) e constante cuidado da Igreja militante sobre a presença do Papa? Estava a necessidade de lembrar estas verdades esquecida ou em vias de ser alterada por novos pastores? É claro que assim sendo a hostilidade à Fátima é a mesma que existe de modo velado contra a própria Fé. Esta é clara para sustentar-se na mente de todo fiel. Igualmente, a mensagem de Fátima, enquanto a confirma. Eis, então, que a oposição a esta vai refletir uma lastimável oposição à mesma Fé da parte de muitos pastores. Por exemplo: contestar a mensagem dada aos pastorzinhos com a visão do inferno. Como o castigo eterno é uma verdade doutrinal, o problema do contestador é antes descrer no Inferno do que em Fátima. Outro exemplo: a mensagem de 1917, vésperas da revolução soviética, fala dos erros que a Rússia espalhará pelo mundo, isto é, o comunismo e o ateísmo militantes. Este enorme perigo já fora advertido pela Igreja antes de 17. Portanto, quando estavam emergindo com virulências os hierarcas da Igreja poderiam ignorar Fátima, mas não o imenso perigo. Sobre este deveriam pronunciar-se de modo ordinário, como em Fátima Nossa Senhora o fez modo extraordinário para lembrá-los. O sinal era ajuda para operar na defesa dos valores do Cristianismo, como é dever do Papa, da Hierarquia e do Clero católico. Na falta dessa defesa a Cristandade fenece e morre. Então Fátima foi uma mediação especial de Maria para a defesa da missão da Igreja na nossa época. O que acontecia nas suas fileiras para não reconhecer e agradecer essa ajuda extraordinária?
Aqui se coloca esse monstruoso conciliábulo do Vaticano 2 (V2) como vamos ver.
Pode-se atestá-lo com três termos nele censurados: comunismo, inferno e conversão.

A insídia do comunismo interno: ANTES, DURANTE e APÓS o V2
A questão da abertura ao socialismo e mesmo ao compromisso com o comunismo, intrinsecamente perverso, está ligada à mentalidade conciliar, já no tempo de Pio XII.
Mais e mais os pastores da Igreja assumiam compromissos com homens e governos que eram os portadores dos “erros que a Rússia espalharia pelo mundo”, como foi advertido na mensagem de Fátima. Não se tratava do assistencialismo de emergência à grande fome na Rússia bolchevista, que acabou por ajudar os algozes do governo soviético, como aconteceu nos pontificados de Bento XV e Pio XI. Naquela ocasião os princípios não eram diluídos pela Ostpolitik vaticana, ao contrário, o comunismo era duramente condenado como doutrina. O acordo que transpareceu entre Montini e Stalin (como publiquei no «sì sì no no» de 15.9.1984, veja também «Courrier de Rome», no.53, October 1984; e “The Montini-Stalin agreements of 1942” and Si Si, No No of April 15, 1986, p.5: “An Historical Fact: Msgr. Montini’s…), já pelo fato de ter sido possível, implicava o mal do reconhecimento de legitimidade a um governo ateu, antinatural, perseguidor da civilização cristã e da Igreja. Representava a primícia do processo de compromissos entranhados, politicamente obscuros, e gravemente contrários ao Magistério e à Providência, que ninguém ousaria propor a Pio XII.

Portanto devia ser ocultado. Deles só poderiam advir iniciativas espúrias e perigosas que também contaminariam os frutos do apostolado católico e, todavia, era almejado por alguns pastores. Justamente por dois cobertos modernistas cuja carreira levaria à eleição papal e à convocação de um concílio. Foi assim que vinte anos depois desse sinistro acordo se inaugurou um Concílio Ecumênico que iniciava já condicionado pelo comunismo, o que logicamente levava a contornar Fátima e tudo que sua mensagem lembrava.
Isto passaremos a relatar, começando por reconhecer que as palavras ditas pela Vidente Lúcia ao padre Fuentes, que muito sofreu por tê-las divulgado: “A Senhora está muito triste porque não se deu atenção à sua mensagem de 1917… o demônio está travando a batalha decisiva contra a Senhora, e o que aflige o Coração Imaculado de Maria e de Jesus é a queda das almas religiosas e sacerdotais.
Palavras proféticas que demonstraram-se verazes. De fato, nos anos que seguiram cada vez menos se haveria de esperar convocações à oração e penitência por parte das autoridades da Igreja. João 23 foi eleito sucessor do papa Pacelli em 1958 e em pouco tempo iniciou o aggiornamento, também das condenações aos erros e assim da conseqüente admoestação dos errados. Isto foi estendido às ideologias atéias e aos inimigos de Deus e da Igreja, que, ao invés de serem convertidos, passaram a seduzir multidões de fiéis e mesmo de consagrados, subvertendo a paz que é “tranqüilidade da ordem”. (Santo Agostinho, A cidade de Deus, Cap. XIX).
O assunto tratado sob o título “Um acordo Montini-Stalin”, fazia ver a intenção de uma tratativa sinistra; daquela ainda não se conhecem as circunstâncias e da qual jamais se poderá saber tudo, neste mundo. Mas o que seguiu é bem conhecido.

ANTES: já se viu o que aconteceu no tempo de João 23, que favoreceu com a sua Carta «Pacem in terris» e as suas iniciativas, o comunismo. O resultado apareceu logo nas eleições italianas, quanto o partido comunista ganhou mais de um milhão de votos em relação às eleições políticas precedentes. E isto não foi casual porque, com o Vaticano 2, iniciava um processo de compromissos que teria ali sua aplicação prática. Tratava-se de obter a presença no concílio de observadores do patriarcado ortodoxo de Moscou, aliás, sabidamente comprometido com o regime soviético. Note-se que os ortodoxos turcos e gregos já haviam decidido que não compareceriam ao concílio reunido em Roma, em 1962, desde que, antes do acordo Roma-Moscou, constava que os russos não iriam. Curiosamente essa solidariedade acabou por deixá-los fora, dada a mudança fulminante destes, fazendo com que o arcebispo de Atenas os acusasse de haver rompido a “Unidade ortodoxa”. Isto tudo consta do livro Humanismo soviético, do padre Ulisse Floridi, Ed. Agir (p. 225). O mesmo autor escreveu o importante livro Moscou e o Vaticano, editado em muitas línguas. É dito aqui, para mostrar como o interesse ecumênico dos organizadores do concílio era, senão um pretexto, pelo menos muito mais propenso à aproximação com os teleguiados de Moscou do que com os patriarcados de Constantinopla e Atenas. Mas há um outro aspecto citado nesse livro que deve ser notado: “No Congresso pan-ortodoxo de Rodes, em 1961, o pedido da delegação russa causou grande impressão: que fosse cancelado da ordem do dia o assunto relativo às missões e ao ateísmo e fosse substituído por aquele referente à luta pela paz e contra o racismo. Falando da unidade das igrejas, o arcebispo Nikodim declarou que a Igreja russa era favorável, mas que ela não podia tolerar que certos ambientes ocidentais, e nomeou o Vaticano, aproveitassem desta aspiração para dela fazer a base ideológica da luta contra os povos empenhados no caminho da democracia (isto é, dos países comunistas!).” (cf. La Croix, 21/10/61)
Soube-se com isto que o patriarcado de Moscou segue a política de silenciar sobre o ateísmo e indignar-se contra um anticomunismo que ainda via em Roma. Revela-se assim uma “igreja popular-democrática” que tem por porta-voz o jovem Nikodim. O mesmo que morreria com a idade de 53 anos, em 1978, nos braços de João Paulo I . Tudo isto pode ter assustado os popes orientais, não o «papa» da Roma conciliar.
Como se soube, João 23 ordenou ao cardeal Tisserant que iniciasse tratativas com Nikodim (que para os serviços secretos ocidentais era agente da KGB),
Depois que o próprio papa deu explícitas garantias ao governo de Moscou de que não haveria debate sobre o comunismo e menos ainda condenações, essas tratativas foram tão aceleradas que em questão de dias monsenhor Willebrands, depois cardeal e substituto do cardeal Bea, partiu para Moscou disfarçado de executivo sueco, a fim de confirmar as garantias de não anticomunismo do concílio, obtendo assim a partida para Roma dos «observadores ortodoxos russos soviéticos». Esses fatos e tantos outros detalhes estão registrados nos livros Papa Giovanni, il Papa della Tradizione, de Ernesto Balducci, e Pope John and His Revolution, de E.Y. Hales, e em artigos das revistas Itineraires de 1962, 63 e 84, Approaches de 83 e 84, e Si si no no dos mesmos anos. Como observa Jean Madiran em Itineraires, se sobre os detalhes dessa operação, que deve ser considerada a “vergonha da Santa Sé no século XX”, pode haver alguma dúvida, sobre a sua atuação que perdura no presente não há nenhuma: o Vaticano deixou desde 1962 de fazer qualquer referência ao comunismo e seus males. No máximo acenou-se às deficiências do marxismo, coisa que até os socialistas o fazem. Assim inauguraram o «cato-comunismo»!
O jornalista católico inglês Gregory Macdonald, num artigo em Approaches, n.º 79, lembra que o Vaticano 2 ficou condicionado por essas misteriosas tratativas e diz: “Para aquilatar o significado disso tudo, seria necessário indagar a que ponto hoje estaríamos se, antes do Concílio de Nicéia, o papa tivesse combinado com o imperador, que não seria discutida a heresia de Ário. A promessa a um poder civil que venha a coagir os trabalhos de um concílio iminente, não constitui acaso a rendição da independência espiritual da Igreja? Disto vem outra pergunta: a que ponto as decisões e os documentos de tal concílio, mesmo se promulgados pelo papa, vinculam os fiéis?”. Mas a verdadeira pergunta: é papa quem «vincula» ao desvio?

DURANTE: vamos a um resumo do que aconteceu no curso do V2, concernente à censura a qualquer alusão ao comunismo e até ao ateísmo.
Algo ficou registrado no testemunho de Mgr Marcel Lefebvre; “Pessoalmente sei de algo. Fui eu quem, com dom Sigaud, reuniu as quatrocentas e cinqüenta assinaturas de bispos para a condenação do comunismo. Eu mesmo as levei à secretaria do concílio, foram postas numa caixa! E depois tiveram a presunção de dizer que no concílio não houve nenhum pedido de condenação do comunismo! Havia sido eu mesmo a levar pessoalmente esse documento do qual conservei a lista dos bispos que o subscreveram. É realmente incrível. Imediatamente protestei e me foi respondido que não era verdade que haviam sido apresentadas 450 assinaturas! Depois disseram que estas chegaram tarde e que não se sabia onde estavam! Efetivamente haviam decidido que o comunismo não seria condenado, para que pudessem comparecer ao concílio os delegados de Moscou.”
Para saber mais, leiam-se os atos e documentos desse pérfido conciliábulo.

O comunismo na Cristandade APÓS o Vaticano2?
Aqui a descrição torna-se árdua pela hipocrisia reinante nas declarações conciliares.
Seria até melhor falar dos «erros espalhados pela Rússia», porque o poder soviético, que hoje parece desaparecido, domina mais que antes com a liberdade do ateísmo e igualitarismo. Quando a liberdade de religião e de consciência, em foro externo, são declarados direito, que portanto independe da verdade, e isto é implementado em nome da mesma Igreja, nem é preciso divulgar as tais teologias da libertação: tudo ficou incluído. Não adianta combater o aborto, a eutanásia ou o que vai contra a lei natural e divina. Se a maioria vota a «morte de Deus», isto passa a ser lei.
Há, portanto, que resumir os efeitos do Vaticano 2 quanto ao comunismo e filiais nos pontificados que aplicaram suas doutrinas.
O mais revelador, contra toda aparência, é o de João Paulo 2, que consta Urbi et Orbi como o pastor que derrotou o comunismo na Europa e no mundo.
Ora, que os erros deste tenham sido liquidados é uma hipócrita quimera.
A verdade é que onde essas idéias apareciam com o seu rótulo e partido, hoje aparecem sob outros nomes, para melhor infestar a política mundial.
Qual foi a obra nesse sentido de Karol Wojtyla, JP2? Foi ter reciclado as suas «virtudes» no momento histórico que o comunismo devia ser abatido porque reconhecido como «intrinsecamente perverso» e denunciados os seus promotores e crimes hediondos, não só de Stalin e Pol Pot, mas principalmente de Lênin.
Porque isto não aconteceu? Porque houve um obscuro compromisso histórico que passou a vigorar como «nova ordem mundial».
Era e é promovido pelo último chefe da União soviética, Gorbachev, o inventor da «perestroika» aplaudido por JP2. O líder soviético consagra assim a atual perestroika, dizendo: “A nossa inspiração vem de Lênin. São as idéias de Lênin que alimentam a nossa filosofia das relações internacionais e o novo modo de pensar.”
Será que alguém pode crer na nova dialética do regime soviético, nesta perestroika leninista, como ordem para o mundo e conversão da Rússia para a qual Maria SS. pediu na consagração? Só sendo na linha das aberturas do Vaticano 2 que, depois da abertura ao protestantismo, à maçonaria, ao judaísmo, à democratização da religião, agora querem impingir aos católicos também a bondade das idéias do sanguinário Lênin recicladas como nova doutrina social da Igreja?
O que têm a ver as trevas com a luz? Cristo com Belial?

Em 1988, com a acusação dos anticristos em Roma, que perdem a fé e desviam o mundo católico, o Arcebispo Lefebvre prosseguiu no intento de consagrar quatro bispos. Quando isto se deu em Ecône, no dia 30 de junho de 1988, João Paulo 2, que opera para “realizar a Igreja como sacramento da unidade sinfônica das múltiplas formas de uma só plenitude”, convida à grande comunhão universal de todas as religiões e crenças. Mas excomungou o arcebispo fiel com os seus seguidores que ainda o reconheciam como «papa». Era o cisma da perestroika conciliar.
No mesmo dia João Paulo recebe no Vaticano um grupo de jornalistas soviéticos, a quem diz: “Certamente há um clima de perestroika que seguimos com interesse. Esta democratização, esta maior participação dos cidadãos na vida política e social, não só satisfaz as expectativas do Ocidente… como corresponde também à doutrina social da Igreja.” (!!!).
No mesmo ano, do Vaticano partem instruções dirigidas à irmã Lúcia, a padres e leigos do Apostolado de Fátima, declarando que a consagração da Rússia já fora efetuada, não se devendo mais falar nisso. Alega-se que a conversão da Rússia já estaria iniciada com a “perestroika”.

Estamos diante de fatos abissais. Mas, animados pela fé com que pastorzinhos derrubaram gigantes, guiaram reis e advertiram papas, há que desassombradamente testemunhar a profecia de nossos tempos que contém o selo inestimável da vontade de Deus. O colosso revolucionário ocupou a Igreja e pontifica e o erro viceja por toda a Terra, seduzindo com essa solidariedade pacifista, ecumenista e conciliar que é ofensiva a Cristo Senhor.
Em Fátima, porém, Ele colocou a pedrinha predita pelo profeta Daniel, que destruirá o colossal leviatã infernal.

2 Respostas para “VIº SINAL DA VACÂNCIA APOCALÍPTICA NO SEGREDO DE MARIA SS. As tenebrosas manipulações da verdade do anti-mariano Vaticano 2º

  1. Sandra Sabella outubro 16, 2012 às 8:58 am

    Salve Maria, estimados irmãos em Cristo Jesus,

    Estou conhecendo os textos de Homero Johas através, por exemplos, de

    http://moimunanblog.wordpress.com/2012/09/30/el-herecitismo/

    http://www.christifidelium.com.br/index.html
    por exemplo, o texto intitulado “falso tradicionalismo: duas entidades heréticas”, sobre a FSSPX e os padres de Campos.

    E a cada dia de reflexões e estudos fica mais difícil para eu – uma miserável pecadora e muito ignorante na doutrina da Igreja – tolerar o conceito de “ignorância invencível” manifestada em blogs tidos como tradicionalistas como Spes, Fratres in unum, até na Radio Cristiandad, cada qual sob ordens de diretores espirituais, isto é, padres católicos.

    Com esse tipo de gente nas trincheiras da resistência católica, não podemos nos espantar das últimas declarações do obreiro Maledetto XVI em justa auto-comemoração pelos seus 50 anos de intenso trabalho!

    Bendito Deus que mantém em mim Sua graça na fé católica, pois eu confio no Sagrado Coração de Jesus, e eu anuncio com vocês:

    Imaculado Coração de Maria, sede nossa salvação!

  2. Pro Roma Mariana outubro 16, 2012 às 3:21 pm

    Cara Sandra,
    Salve Maria Imaculada!
    A certeza é que todos somos ignorantes, também sobre a «ignorância invencível» do próximo. Nós temos que testemunhar a verdade, custe o que custar, ajudados ou isolados, aceitando isto como uma graça. Mas quanto ao momento em que vai cair o véu da frente dos olhos dos que tem por papa quem traz outro Evangelho, vista a dimensão dessa «meia apostasia» quanto à autoridade, só podemos rezar para que aconteça breve. Vai nisto a honra da Igreja e a conversão de muitas almas.
    Quanto aos citados, espero com força que já tenham o propósito de repudiar um próximo «eleito papa» para continuar o Vaticano dois, que eles sabem e testemunham dever repudiar por inteiro.
    Confiemos no Sagrado Coração de Jesus, nossa salvação, que quer agir por meio do Imaculado Coração de Maria, nossa incomparável Mãe e Medianeira.

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