Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

AUGE DO ILUMINISMO CONCILIAR INTRINSECAMENTE PERVERSO


Arai Daniele

Vivemos o mysterium iniquitatis do « concilium malignantium obsedit me? (Sl. 21)? O auge do momento histórico do poder clerical iluminado pelo culto do homem?
A hora da razão do bem e reto pensar alienados no palco do falaz progresso sem fim do homem moderno? O engano tem tal dimensão que pede renovada reflexão sobre a natureza do iluminismo, igualitarismo, democratismo, socialismo, modernismo, americanismo, enfim, da visão «filosófica» que promove isso tudo hoje.
Certamente há um filosofar hodierno que se sobrepõe a todo outro na operação de desvio da razão do bem e do reto pensar cristão; a visão evangélica ao alcance de todos, mesmo sem conhecimentos filosóficos.
Pode ser este filosofar desviado produto da sofisticada mentalidade niilista, ou do pelagianismo, ou ainda do indefinido modernismo? Ou não será que tudo isto tem a ver com o «voluntarismo» que o precede, em oposição à «Filosofia» do «Pai Nosso»?
A isto penso que devemos voltar com atenção para responder à questão fundamental para todos sobre a «qualidade do amor» que salva: segue ou precede o conhecer?
Toda a Religião está resumida no Sacrifício amor de Nosso Senhor Jesus Cristo para fazer a Vontade do Pai, modelo para nosso saber, querer e amar.

Ora, o iluminismo inverteu a questão porque sob a sua influência o pensar e saber humano enveredou pelo desamor de Jesus e atingiu de maneira demolidora até a mesma Sede e Liturgia da Igreja Católica. Neste esboço para seguir esse «filosofar» anticristão, serão mencionados nomes importantes com as obras relativas, seguidos pelos termos que levam à conclusão de sentido cristão, válida em todos os tempos.

O Iluminismo pretende sintetizar diversas tradições filosóficas, sociais, políticas e religiosas; quer sintetizar a atitude e pensamento que visa a utopia para tornar o mundo melhor pelo livre exercício do empenho político-social humano inaugurando a «Era da Razão e das Luzes». Estas foram acesas no século XVII por intelectuais intentos a mobilizar o poder da razão a fim de reformar a sociedade e a sua cultura além da «intolerância dogmática» atribuída à Igreja e ao Estado na Cristandade.
Os primeiros «iluminadores» seriam Baruch Spinoza, panteísta holandês de origem judaica e portuguesa, cuja obra maior foi «Ética», o inglês John Locke, o huguenote francês Pierre Bayle e o matemático Isaac Newton. Mas a França foi logo o centro operativo donde o iluminismo partiu com a «Encyclopédie» editada por Diderot com contribuições de intelectuais como Voltaire e Montesquieu. Milhares de cópias da obra de 35 volumes foram vendidos nos centros urbanos da Europa e cruzaram o Atlântico, onde a obra influenciou Thomas Jefferson, Benjamin Franklin e tantos outros da Revolução Americana.
A Fachada da Encyclopédie, desenhada por Charles-Nicolas Cochin e gravada por Bonaventure-Louis Prévost, apresenta uma figura central representando a verdade – rodeada por luz intensa (símbolo do iluminismo) e duas outras figuras à direita: a razão e a filosofia, que retiram o manto posto sobre a verdade. Seria a «revelação» enciclopédica! De fato, o ideal iluminista era a extensão dos princípios críticos do conhecimento a todo campo, a fim de induzir o progresso da humanidade e superar os resíduos de tirania e superstição atribuídos à Idade Média e à Igreja católica!

Na Inglaterra, a influência católica havia sido definitivamente afastada do poder político em 1688, com a «Revolução Gloriosa». A partir de então, nenhum católico voltaria ao trono – embora a Igreja da Inglaterra tenha permanecido bastante próxima do Catolicismo em termos doutrinários e de organização interna. Sem o controle da católico, John Locke e Edward Gibbon difundiram as idéias que influenciaram a Declaração de Independência dos Estados Unidos e a Carta dos Direitos do Homem.
Jean-Jacques Rousseau suíço, originário de família huguenote, autor do «Contrato Social» foi o famoso colaborador da Encyclopédie. Perseguido, foi para a Inglaterra convidado por David Hume, com quem acabou brigando.
O «Século das Luzes» ocasionou o curto-circuito das Guerras Napoleônicas.
Se essa mentalidade levou à decapitação de um rei antigo, depois passou a dispor de um agressivo imperador absoluto, novinho em folha!

Na Alemanha, Immanuel Kant, um dos maiores expoentes desse pensamento descreveu a dominante atitude iluminista: “O Iluminismo representa a saída dos seres humanos da tutela que se impuseram a si mesmos; encontrando-se incapazes de fazer uso da própria razão sem a direção alheia. É-se culpado de tutela quando esta resulta não de falta do entendimento mas da falta de vontade e coragem para usar o entendimento independentemente da direção de outro. Sapere aude! – Tem coragem e vontade para usar a própria razão! É o lema do Iluminismo”.
Era a vontade de abandonar a tutela da Vontade de Deus com Sua Lei natural e divina, ensinada pela Igreja Católica, que evoluiu com Schopenhauer, etc.
No espaço cultural alemão e protestante, o Iluminismo (Aufklärung) teve interesse numa reformulação da religiosidade não anticlerical como o ambiente francês. Influentes iluministas alemães foram Kant, Herder, Lessing, Moses Mendelssohn, antes de Hegel. O tácito objetivo era comum: realçar a vontade humana sobre a Vontade revelada do Verbo de Deus, transmitida pelo Evangelho e a Igreja.
Na Escócia as idéias associadas ao Iluminismo de David Hume, foram o empirismo e o pragmatismo, exportados para os futuros Estados Unidos da América, onde foram repensados com contornos religiosos e políticos mais práticos pelos «pais fundadores»: John Adams, Samuel Adams, Franklin, Jefferson, Hamilton e James Madison. Constituem a mentalidade prática e utilitária americanista.

Em Portugal, a figura marcante foi o Marquês de Pombal. Tendo sido embaixador em Londres durante 7 anos, como primeiro-ministro de Portugal seguiu orientação do iluminismo político ali recolhido, contrariando o legado histórico feudal para aproximar o País ao modelo inglês e livrá-lo da influência católica.
Também no Brasil essa influência iluminista manifestou-se, em especial com José Bonifácio de Andrada e Silva, primeiro Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil e José da Silva Lisboa, Visconde de Cairú, ambos ligados a D. Pedro I, também ligado à Maçonaria, sede operativa para aplicar o Iluminismo. Este foi o fermento mental dos eventos políticos mais radicais do mundo moderno, com as revolução inglesa, americana e francesa e exerceu vasta influência sobre a vida intelectual de grande parte dos países ocidentais. A era do Iluminismo foi marcada por transformações políticas como a criação de estados e a expansão de direitos e liberdades contra a influência da nobreza e da Igreja católica.

Muitos autores associam ao ideário iluminista o surgimento das principais correntes de pensamento que caracterizariam o século XIX: liberalismo, socialismo, e social-democracia, sem exclusão do nacional-socialismo. De fato, todas estas mentalidades almejando uma «nova Ordem Mundial» têm elementos em comum, razão porque nem pode ser excluído o papel de Adolf Hitler, pois todos os ocultistas, dos maçons aos da «Thule» – dos iluministas aos satanistas – ensinam: “Que a Força esteja com você”; ordem para a vontade que passou a ser almejada por autores do calibre de Nietzsche, no seu «Anticristo» e de Sorel nas suas «Réflexions sur la violence» …
No campo do filosofar, a vontade de poder humano sobre a Ordem Cristã, com a vontade de poder de Friedrich Nietzsche, rasgou a fantasia e expôs à luz do dia seu alvo real: abater a Fé em Jesus Cristo e declarar a «morte de Deus». Era já o objetivo do iluminista Voltaire: «écraser l’infâme», o Cristianismo! O poder dessa vontade iria impor a guerra aos fracos segundo «raças» e «idéias» mais fortes! Desde sempre era o objetivo de tantos, mas na «era das luzes» promoveu as grandes guerras e hoje opera nos modos mais diversos para a demolição da Fé até nos meios religiosos!
Toda a estrutura política e social e o mercantilismo, doutrina econômica da época, também foram atacados pela revolução intelectual do Iluminismo, com propostas novas, condizentes com o liberalismo e a nova realidade do capitalismo, contrários à intervenção do Estado na economia. Esta seria regida melhor pela livre iniciativa.
A ciência da economia política apareceu naquela época, influenciada por pensadores como Adam Smith, pai da economia clássica de então e por intelectuais promotores da solução econômica como sendo a razão principal para os estados!
Eram liberais os que iriam impor o liberalismo iluminista numa economia que tem a característica mundial de ser controlado por obscuros poderes financeiros que levam ao consumo exasperado condicionante a soberania dos países que foram coagidos a ceder a própria autonomia sob a égide de áreas monetárias fortes; ontem a libra esterlina britânica: depois o dólar americano que, exaurido o lastro em ouro, pago pelo «progresso» do poder militar, não perdeu a hegemonia de moeda internacional. Hoje, quando precisam de liquides, imprimem dinheiro ou títulos!
Esta vontade de poder manifestou-se em modo mais velado na economia e finanças com o poder de vender o mesmo dinheiro e condicionar o seu câmbio!
Agora temos o Euro que vende um europeísmo fantasma, porque os países que o adotaram vão perdendo a independência. Sim porque dispõem de uma economia rebaixada pelo valor fictício da moeda; a dívida é real e colossal, mas é impossível quitá-la não podendo desvalorizar. Ficam estão dependentes da independência dos «mercados». Note-se, foi a vontade dos credores liberais que incentivaram um mega consumo que levou à irracionalidade econômica mundial e pôs a soberania dos países endividados nessas outras mãos. Tudo nas barbas da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (França, 1789), um dos principais documentos políticos produzidos sob a inspiração do ideário iluminista. Todavia, hoje no Vaticano, está Ratzinger que exalta Lutero e os valores insubstituíveis de 200 anos de iluminismo!

As heresias de Lutero foram superadas pela Roma conciliar
O que Lutero essencialmente contrariou na razão do bem e do reto pensar cristão?
Ora, nos termos diretos e simples da Fé, procurou inverter a justificação, que só pode vir do Juízo de Deus, com o sentimento humano que tem por origem a vontade de justificação pessoal para o que subjetivamente prefere, segundo a «fé atualizada» ao livre exame moderno. Mas hoje se vai alem disso com a boa vontade do «bem» ecumenístico deduzido pelas religiões reconciliadas e equiparadas pelas lojas com a vontade de poder ecumenístico! Tudo resumido na precedência dada à vontade sobre a razão, pois Lutero queria a fé procedente da vontade que exclui a racionalidade.

A Filosofia Católica tem por razão o «Pai Nosso»: seja feita a Vossa Vontade.
Qual a «nova ordem» do filosofar contrário à filosofia cristã que resume o que todo ser humano pode compreender segundo as palavras de São Paulo sobre a «Força do mal e do pecado»? Vejamos: “Sabemos que a Lei é espiritual, mas eu sou carnal e fraco, vendido como escravo ao pecado. Não entendo nem mesmo o que faço; pois não faço o bem que quero, mas o mal que detesto. Ora, se faço o que não quero, reconheço que a Lei é boa; portanto, não sou eu que faço, mas é o pecado que mora em mim. Sei que o bem não mora em mim, isto é, nos instintos da minha carne. O querer o bem está em mim, mas não sou capaz de fazê-lo perfeitamente. Porque não
faço o bem que quero, mas o mal que não quero. Ora, se faço aquilo que não quero,
não sou eu que o faço, mas é o pecado que mora em mim. Assim, encontro em mim esta lei: quando quero fazer o bem, acabo por encontrar o mal junto de mim. No meu íntimo, eu amo a lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei que luta contra a lei do meu espírito, que me torna escravo da lei do pecado que está nos meus membros. Infeliz de mim! Quem me libertará deste corpo de morte? Somente a graça de Deus, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim, pela espírito sirvo a lei de Deus, mas pelos instintos carnais sirvo a lei do pecado” (Rm 7, 14-25).
O Iluminismo cancela tudo isto imaginando uma evolução da vontade humana, a qual pode levar a fazer “o que não quero”, porque conheço “que a Lei é boa”.
Todo esse mal pode ser resumido na precedência dada à vontade sobre o espírito que pela razão reconhece e segue a Lei revelada pela Vontade de Deus, Pai Nosso.
A do Iluminismo é a da rebelião contra esta Vontade divina, para impor o poder da vontade própria no entendimento da realidade e até da Religião.
Isto foi iniciado no filosofar «voluntarista» já antes de Lutero. É o Voluntarismo de Duns Scotus, Roger Bacon, Ockham, a prevalecer sobre a Obra de Santo Tomás de Aquino com tantos inovadores de aspecto clerical, mas de doutrina corrompida pela vontade de poder de suas novas idéias científicas, hoje conciliares. Incrementado com o protestantismo, a que seguiu o racionalismo iluminista, o Iluminismo atingiu hoje a Igreja com o modernismo, aberto a toda livre vontade do mundo, segundo os «tempos», como se a verdade pudesse mudar com o ondular das vontades humanas!

A vontade dos «iluministas» é de ver a luz até do Pensamento de Deus

Assim, a ordem da vontade, do querer, foi posta acima da do intelecto que deve aceitar a verdade e a realidade que transcende toda vontade das criaturas.
Por isto chegamos hoje ao incrível «Iluminismo conciliar» de Joseph Ratzinger.
Pode-se ter uma idéia de como pensava como jovem, para além do que diz hoje? Em Auschwitz transpareceu crítica que fez da «ausência» de Deus: “Onde estava Deus escondido diante de tanta atrocidade?” O «protesto» tornou-se existencial numa nova «religião conciliar», cuja autoridade se põe à serviço de uma humanidade não mais decaída, mas «vítima», como foi protestado incrivelmente por Bento 16. Tais clérigos hoje pedem desculpas pelo culto de Deus que enviou Seu Filho ao sacrifício para remir o mundo cruel por Ele mesmo criado! Parece a voz dos gnósticos ou da Madame Blavatsky para acusar o Cristianismo, que ou se «converte» a favor de um «eros» que reprimiu iniquamente por tantos séculos, ou deve desaparecer!
Onde impera a novo poder da «bondade», que vai de João 23 ao Bento atual, perece a justificação católica! E as idéias protestantes dão passos de gigante, certamente não por causa de congruência religiosa na verdade, mas numa inversão da vontade humana que não se sujeita mais à ordem da compreensão intelectual da Revelação.
O que até os tradicionalistas esquecem é que a vontade de obedecer à autoridade é subalterna à capacidade intelectiva de reconhecer a legítima autoridade na Fé e na Lei, que é apostólica. O Apóstolo São Paulo ensina sobre a Vontade de Deus:
“Quem pode resistir à sua vontade? Quem és tu, homem, para interpelares a Deus?
Porventura o vaso de barro diz ao oleiro: «Porque me fizeste assim?» Acaso o oleiro não é dono da argila, para fazer com a mesma massa dois vasos, um para uso nobre e outro para uso comum? Ora, Deus quis manifestar a sua ira e mostrar o seu poder, suportando com muita paciência os vasos da ira, já prontos para a perdição. Deus assim fez para a riqueza da sua glória para com os vasos de misericórdia, que Ele havia preparado para a glória, isto é, para connosco, a quem Deus chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os pagãos…” (Rm 9, 21-25).

A Vontade de Deus Pai contrariada pela iniquidade ecumenista
A autoridade deriva da obediência à Lei no Espírito de Deus. Senão é falsa. Jesus ensinou: »O Meu alimento é fazer a vontade Daquele que Me enviou e cumprir a Sua obra» (Jo 4, 34). «Minha doutrina não vem de Mim, mas d’Aquele que Me enviou. Se alguém quer fazer a vontade de Deus, saberá se a minha doutrina vem de Deus, ou se falo por Mim mesmo. Quem fala por si mesmo busca a própria glória. Quem busca a glória d’Aquele que O enviou é verdadeiro; n’Ele não há iniqüidade». (Jo 7, 17, 18)
Eis o que é intrinsecamente perverso no iluminismo conciliar: o culto do homem!
«Ele nos predestinou para sermos Seus filhos adotivos por meio de Jesus Cristo,
conforme a benevolência da sua Vontade, para fazer brilhar a glória da Sua graça pela qual nos tornou agradáveis em Seu amado Filho. É Nele que temos a redenção pelo Seu sangue, a remissão dos pecados, conforme a riqueza da sua graça, a qual Deus derramou abundantemente sobre nós, abrindo-nos para toda a sabedoria e prudência, a fim de nos tornar conhecido o mistério da sua Vontade, segundo o Seu beneplácito, que havia estabelecido outrora Consigo mesmo, de restaurar em Cristo todas as coisas, quando tivesse chegado a plenitude dos tempos, reunindo o que há no céu como as que há na terra; Nele, em quem também nós fomos chamados pela graça, sendo predestinados pelo decreto d’Aquele que tudo opera segundo a Sua vontade, para servirmos de louvor à Sua glória, nós, que antes tínhamos esperado em Cristo. Em Cristo também vós (esperais), tendo ouvido a Palavra da verdade (o Evangelho que vos salva) e, tendo acredito Nele, fostes marcados com o selo do Espírito Santo, que tinha sido prometido, o qual é o penhor da nossa herança, para redenção do povo adquirido (pelo sangue de Cristo) em louvor da Sua glória.” (Ef (Ef 1, 5-14)

Esta a Fé na Vontade que é perseguida, flagelada e abatida para desgraça humana, até que tudo seja restaurado na vontade de amor de Nosso Senhor Jesus Cristo.

12 Respostas para “AUGE DO ILUMINISMO CONCILIAR INTRINSECAMENTE PERVERSO

  1. Sandra Sabella outubro 20, 2012 às 2:44 pm

    Salve Maria!

    O texto está muito confuso, ou melhor, não aponta a direção corretamente católica.

    Preciso dizer que cansei de ver a soberba de tantos homens católicos bem instruídos na Fé e moral da Igreja, que, no entanto, discutem migalhas, quando Nosso Senhor Jesus Cristo deu-nos Seu sangue e a promessa do Paraíso.

    E não são capazes de expulsar um apóstata carreirista há 50 anos!!?? Não, não são católicos.

    • Pro Roma Mariana outubro 20, 2012 às 8:36 pm

      Sim, o iluminismo, o ecumenismo, etc. servem para a confusão que não aponta a direção católica mas a inverte. Como? Pondo o querer acima do conhecer, que é o contrário da oração do Pai Nosso: seja feita a Vossa vontade. Toda a história dessa inversão, descrita no artigo, é para quem se interessa pela Filosofia, que tambem foi subvertida pelo iluminismo. Esse foi recuperado pelo Vaticano 2 de Ratzinger e companhia, come ele confessa com orgulho.
      Ora, se os católicos não são capazes de expulsar esse apóstata carreirista, que já dava cartas em Roma há 50 anos, é porque ficam confusos diante da enormidade da traição conciliar, come se fossem migalhas! Devemos procurar entender o principal da Fé: fazer a Vontade do Pai, na imitação do Filho Jesus Cristo. Isto cada um faz segundo sua capacidade de entender e de testemunhar.

    • Roberto F. Santana outubro 21, 2012 às 1:43 pm

      Prezada sr.ª Sabella,

      Não pude de deixar de ver, horrorizado, a maneira brutal com que a senhora foi advertida em certo blog.
      Não desanime.
      Porém, achei a argumentação de John Daly bem esclarecedora.
      Não encontrei, nos escritos de Homero Johas, como se daria essa expulsão desse apóstata ou mesmo como seria o conclave defendido por ele.O professor cita um revista em que refuta o anti-conclavismo de John Daly, onde encontrar tal revista ou o texto?

  2. Roberto F. Santana outubro 20, 2012 às 3:21 pm

    Uma foto diz mais que mil palavras.
    E uma foto falsa pode arruinar a credibilidade de mil palavras.
    A foto de Ratzinger que insinua uma saudação nazista, é aldulterada, na verdade ele esta ao lado de seu irmão, ambos em imposição de ambas as mãos.

    • Pro Roma Mariana outubro 20, 2012 às 9:00 pm

      Certas imagens tem valor simbólico, como a primeira, do título, como a do artigo precedente, e como esta última montagem que consta na internet.
      O símbolo está no culto do homem, que por reflexo é culto a si mesmo, e às próprias palavras e juízos. Por exemplo interpelar a Deus diante das câmeras do mundo vestido de papa católico, perguntando onde Deus estava escondido quando os homens faziam suas barbaridades!
      Será que um católico deve temer expor essas palavras e esse juízo, que falam mais de mil fotos, como mínimo símbolo de mil juízos monstruosos?
      Se alguem tiver outro para exprimir a indignação fiel indique.

  3. Roberto F. Santana outubro 20, 2012 às 9:38 pm

    Não li o texto.
    Não estou discutindo atos e intenções de Ratzinger.
    Falo da deturpação da foto de Ratzinger, essa falsificação injusta e criminosa foi feita com a intenção de passar a idéia de que Ratzinger era nazista, e pior, após a guerra, pois o mesmo já era padre na época da foto.
    Ratzinger nunca foi e não é nazista.
    Se é que você não tem essa intenção e não teme expor a verdade, porque então não publica a foto original?
    Ou faça coisa melhor retire a foto mentirosa.
    Faça justiça.

    Aproveito aqui, e peço desculpas aos editores do site e seus leitores.
    Tempo atrás fiz um comentário exagerado, fantasioso, mediocre e infundado sobre Rocalli, não eu tenha mudado de idéia sobre ele ser ou não ser papa, mas eu não posso de minhas suspeitas, criar analogias cheias de imaginação.
    Também usei de palavras ofensivas, não devia ter feito isso.
    Aproveito também e peço desculpas ao senhor Daniele se causei algum constrangimento quando forcei questionamento sobre as últimas ordenações de Mons.Castro Maia.

  4. Roberto F. Santana outubro 21, 2012 às 12:29 am

    Li o texto agora, por favor retire a minha primeira frase.

    • Pro Roma Mariana outubro 21, 2012 às 8:34 am

      A foto de Ratzinger na saudação nazista é uma montagem de alguém que queria exprimir um fato: ele pertenceu à juventude hitlerista e deve pois ter tantas vezes saudado com o «heil Hitler». Logo a idéia não sendo adulterada, nada tem de injusta e criminosa, nem passa necessariamente a idéia de que o rapaz Ratzinger fosse nazista. Entre a realidade interior da alma e a aparência de gestos exteriores, todos sabem que pode haver um abismo. Já que citou o Roncalli, lembremo-nos que ele prestou o juramento antimodernista e depois quis um «concílilo» para introduzir tortuosamente o modernismo na doutrina, como ficou evidenciado para desgraça do mundo.
      Agora, quando à foto de Ratzinger num artigo que trata de seu confessado iluminismo, que por sua vez é fruto do voluntarismo que põe a vontade humana e também o culto nazista, antes da Fé divina, ela pode servir de teste para as almas católicas. Como? Se está junto ao texto que lembra a abominável interpelação de Ratzinger vestido de papa a Deus: – onde estava escondido que permitiu os males do nazismo? a alma católica é tomada de enorme indignação pela ofensa pública. Se, ao contrário, vê o pior na montagem fotográfica envolvendo um «papa conciliar», mais que o perpetrado por este, tal «teste» pode bem refletir toda a miséria religiosa presente: a preocupação maior em defender a dignidade de falsários da Fé que esta, que nos foi suscitada na alma por Deus! Um afetado «purismo fotográfico» que reflete a continuidade dessa medonha demolição espiritual que dura mais de meio século!

  5. Sandra outubro 24, 2012 às 7:16 pm

    Salve Maria!
    Irmãos em Jesus e Maria,
    Estimado Arai Daniele, com cópia para Felipe Coelho
    O nome pelo qual assino minha mensagem é meu nome de batismo. Se vier à São Paulo, poderemos nos encontrar, como já fez o professor Carlos Nougué.
    Se feri o oitavo mandamento – falso testemunho – peço perdão a Deus por isso. Quanto aos fatos apontados, muita informação circula na internet, que à falta de cabeça visível na Igreja, torna impossível hierarquizar. Vários blogs – com seus respectivos diretores espirituais – tomam para si o estandarte da verdade.
    Um pecado evidente cometido por mim foi a desesperança, portanto ao primeiro mandamento.
    No mais, reconheço e aceito que o melhor lugar da mulher é na cozinha. Pronto! Lá vou eu arrumar encrenca agora de outra espécie.
    O senhor aceitaria como modo de reparação uma recitação de rosário dominicano completo nessa intenção ao Imaculado Coração de Maria?
    Por favor, não me expulse de sua enriquecedora companhia. Melhor fizeram os irmãos do Fratres in unum que não publicaram meu comentário.

    • Pro Roma Mariana outubro 25, 2012 às 8:24 am

      Salve Maria, Sandra!
      Não sei o que há a reparar quanto a mim. O último artigo, apenas publicado, é mais curto, tirando o anexo. O seu comentário é benvindo, como sempre, assim como o Rosário dito em comunhão de intenções pela nossa santa Madre Igreja.
      No mais, a historiografia registra em todos os tempos reações decisivas de mulheres em momentos críticos da vida de suas sociedades. E mais crítico que o atual para os católicos não pode haver. O lugar de Marta não era só na cosinha. Foi Jesus que ensinou.

  6. gold price novembro 3, 2012 às 4:50 am

    5. “E algumas necessidades e feridas são tão profundas que somente responderão ao toque de um mentor ou à oração de um pastor. A igreja e as obras assistenciais, sinagogas e mesquitas oferecem sua humanidade às nossas comunidades, e terão um lugar honroso nos nossos planos e na nossa legislação.” O presidente Bush reconhece que algumas feridas são tão sérias que somente podem ser curadas por meio do amor restaurador de Jesus Cristo. Espere um minuto. Ele não disse isso, disse? Sei que ele se sente o presidente de todo o povo americano, independente das persuasões religiosas, mas não estou particularmente à vontade com essa declaração ecumênica.

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