Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

QUE A ALEGRIA DO NATAL NOS REVIGORE DIANTE DOS GRAVES MALES PRESENTES!

 Tempo do Natal

Epifania do Senhor

“Eis que vem o Senhor Dominador e na Sua mão o Reino, o poder e o império”. SL. Gloria ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo!

Porque cremos que a vinda e a ação de Nosso Salvador Jesus Cristo neste fugaz mundo humano é O BEM; único e absoluto para todo homem e sociedade, sabemos que o anti-Cristianismo é puro mal!

Na hora presente parece cumprir-se o inteiro curso desse mal no mundo, porque o sumo mal atingiu a Sede suprema, erigida por Nosso Senhor para saná-lo; tornou-se desde 1958 base do Anticristo – Roma ha perso la fede ed è divenuta sede dell’anticristo; Roma ha perdido la fe y se convirtió en sede del Anticristo; Rome has lost his faith and became a seat of the Antichrist; Rom hat seinen Glauben verloren und wurde Sitz des Antichristen; Rzym stracił wiarę i stał się siedzibą Antychrysta; Rome verloor zijn geloof en werd een zetel van de Antichrist; Rome a perdu sa foi et devint le siège de l’Antéchrist: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=MjTcHvSRAhU

Visto que, para vence-lo se esperava o Natal do Salvador, hoje este é comemorado no desprezo a Sua Palavra única. Pior, caiando-A de nova evangelização ecumenista numa igreja conciliar que, prega o pluralismo de cultos e intenções religiosas, embora pretenda representar a única Igreja do Culto de Cristo.

Assim, a hora presente é um momento histórico de trevas que a Mãe de Deus previu chorando em La Salette: Roma perde a Fé e torna-se a sede do Anticristo!

La Salette

E isto ocorre onde a civilização cristã floresceu incomparável por séculos. Esta agora se debate na ruíma de Fé que assola a Igreja em nome do iluminismo que impõe o democratismo ecumenista do degradante pluralismo religioso, solvente da memória da unidade e unicidade católica.

Diante dessa corrução mortal para a Fé, a reação fiel deve voltar ao fervor que suscita o Verbo de Deus que é Verdade, Caminho e Vida para toda geração humana. A Esperança Nele deve superar os males presentes. Ele era e será sempre o esperado das nações e não há outro. É O nascido do santo Presépio de Belém.

Diz-se que no ano do nascimento de Jesus Cristo houve uma abundância incomum e reinou no mundo e no império uma paz geral. Em nome de César, o mundo quase parecia uma grande família. Por isto o Papa São Leão (Sermo de nativitate Domini), falou que estava preparado o caminho para Jesus Cristo, o verdadeiro Rei da Paz, o Senhor supremo da terra, e Sua Palavra para proclamar ao mundo a partir de sua capital Roma.

Então, até os romanos os eram, como outros povos – por razões desconhecidas – impulsionadas pelo temor e pela esperança. Talvez por isto, oráculos de sibilas se pronunciavam pela vinda de um rei do universo desde os lados do Oriente.
Tácito atesta que “muitos tinham a convicção, apoiada em antigos escritos sacerdotais, que do Oriente surgiria uma força de homens provenientes da Judéia, que dominariam o mundo (l. I, 21).” Embora este autor deve ter tido em conta poderes imperiais, acabava referindo-se ao anelo universal dos povos pela vinda de um Rei dos Reis sumamente justo, como se revelou Jesus Cristo.
Suetônio descrevendo essa hora, expressa o mesmo testemunho, acrescentando que os judeus se rebelaram contra os romanos, impulsionados pela esperança do Rei Messias que estava prestes a aparecer, a idéia universal que então se difundia. De fato, Cícero e outros naquele tempo, pouco antes do aparição de Jesus Cristo, afirmou que o oráculo de Delfos e todos os outros ficaram em silêncio após ouvir uma voz desconhecida (do Céu?): «Pan morreu!» (Ita Paxus ex Euseb. in Chronic.) Surgiria um novo Sol! Eis que a humanidade sofredora estava ansiosa pela vinda do Senhor! Enquanto um povo salmodiava por Ele ontem, hoje e sempre:

«O Sapientia! O Adonai! O Radix Jesse! O Clavis David! O Oriens! O Rex gentium! O Emmanuel, Rex et legifiter noster, expectatio gentium, et Salvator earum: veni ad salvandum nos, Domine, Deus noster!»

«Enquanto tudo estava mergulhado em profundo silêncio e a noite no seu curso ia a meio do caminho, a Tua Palavra onipotente, Senhor, baixou dos Céus, do seu trono real» (Sl)

Foi então que o Príncipe da Paz, o Senhor do Céu e da Terra, nasceu num estábulo e foi colocado numa manjedoura de animais, hoje representada na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma: Praesepe ubi erat Iesus.
Nos Evangelhos, essas coisas são expressas pela homenagem ‘misteriosa’ dos Reis magos. Jesus – cujus vultum desiderat universal terrae – magnificatus leste!
Na verdade, a salvação para os homens viria pelo comovente Santo Sacrifício do Redentor, cujo Sagrado Coração foi trespassado, junto ao da Mãe Imaculada.

A festa religiosa que abre o Ano Novo é a da Circuncisão de Jesus.

O Único que não precisava de circuncisão, não deixou de recebê-la.

Era o Messias, o Desejado das Nações, mas «Sinal de Contradição» para o mundo, que Simeão descreve segundo o Evangelho de São Lucas:

 «Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Era justo e piedoso. Esperava a consolação de Israel e o Espírito Santo estava com ele.  E o Espírito Santo tinha revelado a Simeão que não morreria sem primeiro ver o Messias prometido pelo Senhor. Movido pelo Espírito, Simeão foi ao Templo. Quando os pais levaram o Menino Jesus, para cumprirem as prescrições da Lei a seu respeito, Simeão tomou o Menino nos braços e louvou a Deus, dizendo: «Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar o teu servo partir em paz. Porque os meus olhos viram a tua salvação, que preparaste diante de todos os povos: luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel».

«O pai e a mãe estavam maravilhados com o que se dizia do Menino.

Simeão abençoou-os e disse a Maria, mãe do Menino: «Eis que este Menino vai ser causa de queda e ressurreição de muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. Quanto a Ti, uma espada transpassará a Tua alma, a fim de que sejam revelados os pensamentos de muitos corações» (Lc 2, 25-35).

Os pensamentos secretos de muitos

O impulso natural da consciência é pensamento simples, ao encontro do Pensamento de Deus. Nele o pensamento é guiado para suscitar as retas ações. Porém o corpo suscita outro pensamento; de felicidade própria voltada para o eu.

Todo homem aspira à felicidade e no fundo de sua alma sabe que esta se encontra só na Verdade, no plano divino para a sua história humana: na Fé em Deus, que é o Amor infinito de Criador. Verdade una que desce sobre toda consciência humana que a procura. Se esta pensa criá-la e possuí-la, eleger o seu messias e seus profetas com o próprio pensamento incorre em fatal desvio.

A Verdadeé Uma e Una, mesmo negada pelo mundo antigo ou moderno. Eis o abismo sinistro aberto pelo Vaticano 2 dos vários Joãos e Paulos e agora por Bento: falam de uma sua pluraridade no diálogo inter-religioso ecumenista! Depois, põem seus guardiães prefetícios, ontem Ratzinger, hoje Gerhard Ludwig Müller, para afirmar que a nova hermenêutica é obrigatória para a Fé e a salvação (como é discutido no novo escrito do Dr. Arnaldo Vidigal Xavier da Silveira).

Um conhecimento revelado, de verdade e de bem, é o modo com que o Senhor manifesta ao homem o seu poder e amor absolutos; não Se quis manifestar com a tremenda energia com que criou do nada o universo, mas com a força da Palavra suave que faz entender a Verdade; esta nos fará livres e nos conduzirá a Ele.

Nossos primeiros pais caíram ao falhar no Seu reconhecimento. E nós? Como hoje recebemos os sinais deste conhecimento, presente em forma essencial na Revelação e nas mensagens divinas?

Vamos lembrar brevemente a história da sua sedição nos tempos modernos, porque vivemos o epílogo da corrupção do Pensamento Católico no Vaticano, com um «pontífice» que desceu além de Lutero e dos protestantes.

A falsa reforma protestante do pensamento religioso – Verdade, Ordem, Autoridade, Amor, o que fez o livre exame se não tornar incompatíveis estes termos essenciais para a formação da consciência de cada homem? O Princípio revelado do Bem e da Justiça é um só, como o da autoridade e da ordem, que derivam de Deus, que é Amor. De qual outro princípio podem derivar as justas leis humanas?

O princípio da justiça concerne à natureza da verdadeira autoridade, não só para as almas, mas para as sociedades de todo tempo e lugar; transcendem a ordem humana e definem uma hierarquia de valores. Estes princípios revelados são guardados na Terra no lugar estabelecido por Deus: na sua Igreja. A Igreja mesma e a sua autoridade são um princípio divino, impessoal; princípios são como realidades; podem ser negados para desgraça dos desviados, mas não «reformados» ou aggiornati por ninguém. Eles são o que são, como tudo o que vem do Pensamento de Deus. O orgulho dos reformistas tentou reformá-los junto à Igreja para desgraça da vida humana na Terra. Querem diálogo para negar o poder divino do Papa.

Mas a corrupção luterana e protestante ainda não estava completa.

Deveriar por fim suscitar «papas» maçons, modernistas e ecumenistas, que dialogam sobre a negação e a pluralidade do poder divino – em si mesmos!

Assim, a paixão estende-se agora à Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo.

O que resta hoje da cultura aberta ao sobrenatural, que apoia a lei natural e divina entendida desde a aurora da história? Há uma continuidade com os valores tradicionais baseados no Cristianismo, verdade vital para o homem? Ou fomos programados pelo Vaticano 2 para o refluxo de toda cultura espiritual? Parece que sim, porque esse espírito está próximo de ser classificado «fanatismo religioso». Isto a começar da chamada filha primogênita da Igreja, a França que se tornou o local do sistemático abate revolucionário do Cristianismo. Hoje, em todo mundo,  levantar questões sobre a salvação da alma, princípio último que, mesmo no atual mundo niilista deve ser o fim da justiça, parece provocação. O Cristianismo e sua influência residual em assuntos espirituais é arquivado na Europa, domesticado na América e ignorado ou degolado no mundo muçulmano; sua verdadeira história é cada vez mais condenada pelo mesmo Vaticano iluminista de Bento 16, tornado mundialista na sua aliança com os obscutos poderes mundiais!
Em pouco tempo, também testemunhar o que está escrito aqui será ilegal.

O governo francês está se preparando para “monitorar” certos grupos acusados ​​de “patologia religiosa”, como sejam as organizações tradicionalistas católicas e, pior ainda, integristas. A lei da República é laica, e o ministro do Interior, Manuel Valls, na conferência de 11 de dezembro sobre a política oficial de secularismo (laicité), de acordo com a Reuters, disse: “O objetivo é identificar o momento certo para intervir a fim de resolver o que se tornou uma patologia da religião ” …” o objetivo não é lutar com a força de opiniões, mas identificar e entender quando uma opinião se torna excessiva e potencialmente violenta e criminosa”. Observações de Valls após o anúncio do Presidente François Hollande, 9 de dezembro, o aniversário da lei de 1905, que estabeleceu o secularismo como política (religiosa) na França. Assim, ele criou o “Observatório Nacional de secularismo” para promover a política francesa no sentido de “fazer propostas para a transmissão da” moralidade pública “(secular e ateia), dando-lhe um lugar digno nas escolas.”!

Tal política visaria justificar qualquer tipo de inevitável violência policial contra duras manifestações de salafistas muçulmanos, mas equacionando estas devastações ao par do clamor católico contra o “casamento gay”, o aborto, etc., Para este trabalho, ocorreram, por exemplo, as grandes manifestações da “Civitas”, associada com a FSSPX. Estes protestos políticos, considerados como «no limite da lei” são aqueles inspirados pela lei natural e pela doutrina social da Igreja, conhecidas pelo empenho de restaurar o Reinado Social de Cristo. Ora, Valls discorda igualmente dos radicais islâmicos, como dos judeus ultra-ortodoxos e dos católicos tradicionalistas “que querem viver fora do mundo moderno”, entram todos no mesmo rol de exemplares de extremismo religioso!
E na Itália e no Brasil? Se ai domina um estranho poder contrário aos verdadeiros princípios da civilização, é inevitável que nós sejamos expostos, a despeito de qualquer aparência de progresso, à inevitável caducidade, espiritual que provoca uma crise mesmo na vida civil. Esta degradação está ligada ao modo de pensar e de crer, segundo «os tempos» do famigerado modernismo, que dita a «lei».

Para quem não sabe, hoje pela «constituição do Lula, de acordo com a sede vaticana conciliar, o título de católico está ligado legalmente a quem professa o Vaticano 2 e reconhece suas autoridades. De modo que, por exemplo, a antiga resistência de Campos em favor da Santa Missa e da Doutrina Católica de sempre, hoje estaria simplesmente fora da “lei”! Eis que a «mitra» de dom Fernando Arêas Rifán hoje é alegremente legalizada np mundo conciliar e ecumenista. O problema é que tal mundo laicista e pluralista é o do direito à liberdade («obrigatória») de descartar a unidade e a unicidade da Verdade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vivemos este “revisionismo” perverso do pensamento evolutivo clerical, que visa uma civilização sem o sacrifício em vista da Verdade e da Ordem – do bem maior na dimensão da eternidade. Hoje os poderes nem pensam em impor leis contrárias ao prazer sexual e aos interesses imediatos. Pensam impor uma nova ordem, em nome de quê? Da sujeição a algum “imperativo categórico” kantiano, ou reconciliar-americanista? Entretanto reina uma “paz” iluminista, que é uma “cultura de morte” com o aborto e a engenharia genética.

O pensamento formado na visão de Bem = Verdade, desaparace a começar do Vaticano modernista, para o qual a verdade existe segundo os tempos. Tudo, como se o ser humano não devesse viver como pensa e pensar como crê, isto é, de acordo com a imutável Verdade revelada para prosseguir no bem e evitar o mal.

O grande paradoxo da “cultura democrática” é a impossibilidade objetiva de discernir entre o que é mau e o que é bom, considerando o bem e o mal visões subjetivas variáveis ​​dependentes do voto democrático, que é controlado por um «outro» em vista de «outro maldito lugar».
O mal desta inversão clerical marca nossa época de modo letal e tem um nome: democracia na nova ordem, que é baseado em idéias gnósticas, modernistas e ecumenistas: é subjetivismo desenfreado e utópico, capaz de sufocar qualquer reação de um pensamento religioso e civil saudáveis, especialmente desde quando segue degenerados que galgaram os locais mais elevados em Roma.

Falhados os pensamentos humanos com êxito espantoso, pelo que “todos se extraviaram” (Rm, 3,12), o auspício é que se volte para a Verdade sem contradições do Pensamento de Deus encarnado. Foi o seu repúdio que transpassou o Imaculado Coração de Maria. Isto foi acontecendo ao longo da história humana, e continua no presente, mas hoje há os que o fazem em nome da mesma Igreja, invocando a mesma Autoridade divina; um colapso «epocal» que pede grande e profunda reparação católica. Um ato que como revelado pela Irmã Lúcia ao Padre Fuentes, segundo as palavras de Nossa Senhora para o que estava para vir após a morte de Pio XII (mais claro em 1960): “Não devemos esperar que venha da parte do Santo Padre, um apelo ao mundo para que faça penitência… agora, é necessário que cada um de nós comece a reformar-se espiritualmente. Cada pessoa deve não só salvar a sua alma como também ajudar a salvar todas as almas que Deus colocou no seu caminho.”

Os melhores votos para esta saudável missão. Que a alegria do Natal possa revigorar naquela incomparável do inteiro universo pelo nascimento do Amor Divino, o Coração infante que palpita e salva junto ao Coração de Maria, Mãe Imaculada.

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