Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O PAPA É RECONHECIDO PELO AMOR AO SANTO SACRIFÍCIO DE JESUS CRISTO

Santa Messa

Arai Daniele

“Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: «Simão, filho de João, amas-Me mais do que estes?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Jesus disse:

«Apascenta os meus cordeiros». Jesus perguntou de novo a Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me?» Pedro respondeu: «Sim, Senhor, Tu sabes que Te amo». Jesus disse: «Apascenta os meus cordeiros». Pela terceira vez Jesus perguntou a Pedro: «Simão, filho de João, tu amas-Me?» Então Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele O amava. Disse a Jesus: «Senhor, Tu conheces tudo e sabes que Te amo». Jesus disse: «Apascenta as minhas ovelhas»”. (Jo 21, 15-17)

O Amor do Pai é central na Vida e na Palavra do Filho; é a verdade que pauta toda a Revelação pela qual “Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu filho unigênito”. (Jo 3, 16). Mas, “o Amor de Deus não está com aquele que ama o mundo” (1 Jo 2, 15-17). No discernimento do modo de entender o que seja um e outro «mundo» reside o conhecimento da Religião, confirmada infalivelmente pelo Papa católico. “O Amor de Cristo ultrapassa o conhecimento”… (Ef 3, 19) e atinge o ápice no Sacrifício da Cruz, do qual provem todo o poder sacerdotal e pontifical. Do amor por Cristo crucificado, que é demonstrado e reconhecido no amor pelo Santo Sacrifício da Missa, vive e age a autoridade Católica.

Isto é lembrado para reconhecer a estreita relação católica entre o Papa e a Missa. Toda benção provem do Santo Sacrifício negado e desprezado pelos Protestantes.

Neste sentido foi mais que legítima e eficaz a reação ao «papado conciliar» que havia mudado a Missa, porque um «novus ordo missae» aparecia como sinal de um novo papa para uma nova ordem do mundo, para o que se pode chamar de «novus ordo seclorum» sob o domínio da Maçonaria. E este seria para o controle daquele «mundo» que se opõe radicalmente à Igreja; para destruí-La ou mudá-La.

O cardeal argentino Jorge Bergoglio, agora Francisco, ajoelhado para receber uma «benção» protestante. Foi no dia 19 de junho 2006, no terceiro encontro fraterno da renovada comunhão de evangélicos e «católicos» no Luna Park de Buenos Aires, Argentina. Estavam presentes com o Arcebispo de Buenos Aires, Bergoglio e o Pregador da Casa Pontifícia, p. Raniero Cantalamessa. O ápice do encontro foi quando o cardeal caiu em joelhos para ser benzido por diversos pastores protestantes presentes, como está na foto. Nota-se o pastor protestante Carlos Mraida com a mão sobre a cabeça de Begoglio, à esquerda de Mraida na foto está o pastor Norberto Saracco da Igreja pentecostal da Argentina. O monge barbudo de costas para a câmara è p. Cantalamessa capuchinho. Este encontro nasce de outro na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma, onde os líderes católicos do Movimento da Renovação Carismática encontraram protestantes, que convidaram a pregar nos seus templos. A iniciativa gerou encontros como este.

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http://www.traditioninaction.org/RevolutionPhotos/A306rcBergoglioBless.html

 Visto que toda benção e autoridade vem de Deus e através do amor por Cristo crucificado, a Autoridade Católica se demonstra e deve ser reconhecida no amor pelo Santo Sacrifício da Missa, como foi desde sempre celebrado na santa Igreja, na unidade de sua única Fé, católica e apostólica, da qual sempre provieram abundantes frutos para a sua obra de evangelização e santificação universais.

O apelo para a preservação da Santa Missa, como foi transmitida pelos Apóstolos e canonizada pelo Concílio de Trento nos tempos da confusão protestante, resume todo apelo de Graça divina na defesa da pureza e integridade da Doutrina Católica.

Um conclave iniciado e reunido no espírito de um «novus ordo missae» é suspeito de possível conluio, quer seus cardeais individualmente queiram ou não, a favor do que se apresenta como «novus ordo seclorum», sob o domínio da Maçonaria.

É claro que este seria para eleger  quem aceita continuar a aggiornare a Igreja ao mundo seu opositor, fato por isto inaceitável para todo católico, que neste eleito não pode reconhecer autoridade enviada para representar Jesus Cristo.

A resistência católica iniciou inflamada na defesa da S. Missa

Foi e é no amor pela celebração do Sacrifício perpétuo de Nosso Divino Redentor que se manifesta toda resistência fiel. E assim será sempre dentro da verdadeira Igreja de Jesus Cristo. É preciso que meditem essa verdade todos os que desejam viver e morrer nesta Fé única suscitada por Deus para a salvação das almas.

Por esta razão, como pode o fiel aceitar a eleição de um papa que menospreze essa verdade central para a vida e a ação universal da Igreja, nascida do Sacrifício do Amor Divino renovado de modo incruento na Santa Missa Católica?

Sempre que se fala de conclave para eleger um papa temos lembrado, e vamos aqui repeti-lo, a ação de Mgr Lefebvre que em outubro de 1978 escreveu a todos os cardeais eleitores daquele conclave: “Um Papa digno desse nome e verdadeiro sucessor de Pedro não pode declarar que se dedicará à aplicação do Concílio e de suas Reformas. Ele se coloca, por esse fato mesmo, em ruptura com todos os seus predecessores e, especialmente, com o Concílio de Trento” (Itinéraires nº 233 p. 130).

Infelizmente foi eleito então Karol Wojtyla, João Paulo 2º, que não demonstrou amor pela Doutrina e Liturgia da Igreja, preferindo suas novidades ecumenistas.

Durante tal pontificado, nascido sob essa grave suspeição, os Bispos Lefebvre e Castro Mayer declararam repetidas vezes que ao continuar nessa ruptura devida aos erros e heresias do Vaticano dois, os fiéis tinham o direito de não considerar tais «autoridades» mais como católicas.

Estas, todavia, são hoje as mesmas que se apresentam para a eleição pontifical, professando continuidade na mesma posição de ruptura «conciliar».

Vamos lembrar aqui, portanto, um resumo do que se estudou e escreveu para demonstrar a ruptura na Liturgia do santo Sacrifício, como sobre a Doutrina, a fim de que se saiba que a afirmação dos dois Bispos fiéis tem aspecto decisivo:

– O católico não pode aceitar como papa quem, ao declarar que se dedicará à aplicação do Concílio e de suas Reformas, se coloca por esse fato mesmo, em ruptura com todos os predecessores e, especialmente, com o Concílio de Trento.

Se houve atraso em repetir essa clara posição de consciência, isto só a torna ainda mais urgente e demonstrada depois de quanto ocorreu na Igreja desde essa data.

Que seja claro: para ser eleito Papa católico é preciso professar a santa Fé, que tem sido sistematicamente alterada pelos atos, doutrinas e liturgias provenientes do Vaticano dois. Quem as professa e entende implementá-las, coloca-se por esse fato mesmo em ruptura com a Una, Santa, Católica e Apostólica Igreja de Cristo e portanto não tem título para ocupar a Cátedra apostólica que confirma a sua Fé.

O que é dito implicitamente na documentação que segue, declaramos em forma explícita como profundo dever da consciência católica com que desejamos morrer.

Há uma vasta bibliografia aqui abreviada sobre o novus Ordo missae de Paulo 6º, na linha do breve “Esame crítico Ottaviani-Bacci” e vai além com o minucioso e incisivo “Le sacrifice de Caïn – sur la nouvelle messe de la gnose, de l’oecuménisme, de la kabbale” (Sous la Bannière, Villegenon, 18260 Vailly-sur-Sauldre, France).

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Hoje se quer manter a visibilidade da Igreja com um papa herege!

Ora tal necessidade não fundamenta nenhuma certeza e visto que se trata sempre de certeza na Fé e para a Fé, é claro que só na Fé temos a referência fundamental para tal certeza. Isto é, que o eleito demonstre professar a Fé nos atos para os quais recebeu esse poder supremo. É a recomendação divina: “Pelas obras os reconhecereis”. Só assim temos a confirmação da escolha do digno eleito papa, mas também o seu contrário no caso de grave desvio na Fé em tempo anterior.

Este desvio se verifica em todos os que seguem as doutrinas ecumenistas do Vaticano dois. É hipocrisia recusar essas doutrinas ofensivas a Deus, mas aceitar os pastores que as implementam como nova evangelização. Isto equivale a reconhecer que seus falsos Cristos e falsos profetas recebem a autoridade de ensiná-las de Deus mesmo e por meio de sua Santa Igreja da qual eles abusam.

O poder pontifício dependeria do «tolerar» humano e não da direta «concessão» divina segundo a fé do eleito papa, confirmado pela Lei e pelo Papa Paulo IV na Bula «Cum ex apostolatus officio». E esta visão subjetiva humana passa a condicionar a Ordem transcendente da Igreja pela qual o Papa Paulo IV ensina que o herege, no caso conciliar, não pode ocupar cargo eclesiástico católico.

A Bula “exprime uma lei necessariamente infalível e perpétua: um desviado da Fé não é hábil para o Papado. Se for eleito Papa, houve erro humano e a eleição é nula. Logo, não estamos em nenhum caso de deposição papal.

O problema está no sujeito da Fé, que reconheça o fato objetivo, chegando à conclusão final da Bula: “nec per susceptionem muneris, consecrationis aut subsecutam regiminis et administrationis possessionem, seu quasi, vel ipsius Romani  Pontificis inthronizationem aut adorationem, seu ei in præstitam ab omnibus obedientiam et cujusvis temporis in præmissis cursum convaluisse dici aut convalescere possit”.

(nem pelo fato da recepção da função, da consagração, posse ou quase posse subseqüente do governo; ou pela entronização e adoração do próprio Romano Pontífice; ou pela obediência a ele prestada por todos, durante o transcurso de qualquer tempo nas referidas  coisas, tal nulidade pode ser dita ter convalescido ou poder convalescer...)

“Liceatque omnibus et singulis sic promotis et assumptis, si in fide antea non deviassent, Nec hæretici fuissent, nec schisma incurrissent aut excitassent vel commisissent, subditis personis, tam clericis sæcularibus et regularibus, quam etiam laicis, necnon cardinalibus, etiam qui electioni ipsius Pontificis antea a fide devii aut hæretici seu schismatici interfuerint, seu alias consenserint et ei obedientiam præstiterint eumque adoraverint ac castellanis, præfectis, capitaneis et officialibus, etiam almæ Urbis nostræ et totius Status Ecclesiastici,

(E seja lícito às pessoas subordinadas com relação a todas e a cada uma das pessoas assim promovidas e assumidas, se antes não se desviaram, nem foram heréticas, nem incorreram em cisma ou o excitaram ou o cometeram, pessoas, quer de clérigos, seculares e regulares, quer também de leigos, bem como de cardeais, mesmo os que estiveram presentes à eleição do próprio Pontífice antes desviado da Fé, ou herético, ou cismático, ou que de outro modo nela consentiram e lhe prestaram obediência…

ab ipsorum sic promotorum vel assumptorum obedientia et devotione impune quandocumque cedere eosque ut magos, ethnicos, publicanos et hæresiarchas evitare… (seja lícito impunemente, em qualquer tempo, afastar-se da obediência aos mesmos assim  promovidos ou assumidos e  evitá-los como a feiticeiros, pagãos, publicanos e heresiarcas… )

Diante destes e muitos outros pontos da Lei que pedem denúncias sobre questão tão grave, como seja a integridade e pureza da Fé no Santo Sacrifício da Missa, questão na base da Autoridade Católica, destinada a cumprir o Mandato divino, reiteramos a nossa profunda decisão de não aceitar quem possa ser eleito para a Sede de Pedro, mas que se afasta da Doutrina e da Liturgia que desde sempre mantiveram a continuidade da Fé íntegra e pura que nos liga à Palavra de Cristo. Só Nela há santificação e salvação; só Nela se demonstra a representação da Autoridade divina em Terra na Sede de São Pedro; só Nela há verdadeira caridade cristã para com o seu testemunho sermos merecedores de, pela graça de Deus, continuarmos a ser filhos da Igreja Católica, Apostólica e Romana, a Casa de Deus na qual queremos morrer para a alcançar a Vida eterna, louvando o Divino Coração de Jesus junto ao Imaculado Coração de Maria Santíssima, Mãe de Deus e Mãe nossa.

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