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Fátima e a Paixão da Igreja

A CONVERSÃO DOS JUDEUS É PRINCÍPIO DA IGREJA E DO PAPADO: O elo Gog e Bergog é da «outra»!

Netan+Bergog

Arai Daniele

O Papa é chamado Vigário de Cristo porque o cargo pontifício é de representação de Jesus Cristo e, portanto, para continuar a Sua obra de redenção.

A redenção humana depende do que caracteriza os homens, isto é da intelecção e da livre vontade e, portanto, da vontade de conversão ao que nos foi divinamente revelado.

Conversão de Saulo na sua ida a Damasco, de Caravaggio

A Revelação tomou a forma de história; é a História Sagrada que forma o Antigo e o Novo Testamento. E a História do Povo eleito converge toda para a vinda do Messias de Deus, que é o princípio mesmo dessa eleição: preparar Sua vinda.

A intelecção e vontade de receber o Messias era a razão do Povo Judeu, que com a conversão tornar-se-ia o Povo que recebeu o Eleito de Deus.

E na sequência histórica o Povo eleito, com a vinda e acolhimento do Messias, seria o Povo do Eleito.

A vocação universal de todos os povos da Terra à salvação faz com que almejem a conversão para ser Povo do Eleito de Deus.

Jesus ensinou aos samaritanos: “a salvação vem dos judeus” (Jo 4, 22).

Quando a maioria do Povo judeu recusou o Messias, Jesus Cristo, o povo formado por judeus e gentis que O acolheram e a Sua Palavra de salvação,  passou a ser o Povo eleito cristão.

A vontade de Deus na obra de redenção de Jesus Cristo passa pela eleição do Povo cristão para a conversão que salva, também os judeus.

O Povo cristão tem por chefe o Papa, Vigário de Cristo que O representa na continuação de Sua obra de conversão de todos para a redenção que salva. E na obra de conversão o Povo judeu, que é o de Jesus, veio em primeiro lugar. Assim, o empenho nessa obra é verdadeiro princípio do cargo de Vigário de Cristo. Eis porque se pode reconhecer a autenticidade do múnus pontifício, pelo empenho nessa obra de conversão dos Judeus.

A obra de conversão pessoal, do próximo e social faz parte da fé e da caridade dos cristãos em geral, mas em especial dos consagrados da Igreja, desde o menor ao Papa.

No tenebroso momento histórico em que vivemos, quando o Povo cristão pode duvidar de ter por chefe um autêntico Papa para o cristianismo universal, isto é, católico, temos nesse princípio do Papado, o critério fundamental para reconhecer o Papa católico.

Aqui vamos verificar que foram os mesmos «papas conciliares» a descartarem essa obra de conversão dos Judeus em vários modos, diretos e indiretos. Com a agravante de torcerem a Doutrina para justificar esse pérfido efeito com os aplausos dos poderosos do mundo anti-cristão.

Com isto descartam a prova de serem autênticos vigários com a autoridade de Cristo.

SISTEMÁTICA RENÚNCIA CONCILIAR À OBRA DE CONVERSÃO

 A conversão, sendo inerente à obra de redenção de Jesus Cristo confiada à Sua Igreja, é evidentemente sinal inconfundível da identidade de seus a clérigos.

Não pode haver verdadeira evangelização que não vise a conversão indicada pelo Salvador. Podemos aqui repetir Suas palavras que impregnam dessa intenção todo o Evangelho e que continuaram com conversões milagrosas, como a de São Paulo.

“João converterá muitos” ( Lc 1, 16); “Convertei-vos que o Reino está próximo (Mt 3, 2; Mc 1, 4; Lc 3, 3). “Produzi frutos de conversão” (Mt 3, 8; Lc 3, 8); “Não vim chamar os justos, mas os pecadores à conversão” (Lc 5, 32). “Se não vos converterdes e tornardes crianças não entrareis no reino dos céus” (Mt 18, 3; Mc 10, 15; Lc 18, 17. “Se não vos converterdes perecereis” (Lc 13, 3.5). “Converter-se é seguir Jesus” (Jo 1, 43; 8, 12; 10, 27; 13, 36). “Em seu Nome que fosse proclamada a conversão” (Lc 24, 47). “Quando nos convertemos tiramos o véu” (II Cor 3, 16). “Quando te converteres, confirma os irmãos” (Lc 22, 32). Conversão do bom ladrão (Lc 23, 39-43). “Numerosas conversões em Antioquia” (Act 11, 21). “Paulo e Barnabé narram a conversão dos pagãos” (Act 15, 3).

“A benignidade de Deus convida-te à conversão” (Rm 2, 4: 11, 22). “Dei-lhe um prazo para a conversão (Ap 2, 21). “Deus pacienta para que todos se convertam” (II Pd 3, 9). “Converte-te! (Ap 2, 5.16; 3, 3.19). Fecharam os olhos com medo de converterem-se (Act 28, 27). “Fecharam os olhos para não se converterem” (Mt 13, 15; Mc 4, 12; Lc 8, 10; Jo 12, 40).

Ora, é claro que a operação ecumenista congraçando as diversas religiões, dando especial atenção ao Judaísmo, estabelece uma doutrina pela qual a conversão à Fé em Jesus Cristo é descartada em termos doutrinais nos textos do Vaticano dois;

Deus manteria a Antiga Aliança como caminho de salvação que faz a menos de uma Nova e eterna Aliança estabelecida pelo Redentor.

bergoglio_bergman

Alias o conceito mesmo de redenção seria superado pelo de realização plena da vida humana neste mundo.

Para quem assim crê, é claro que a Fé da Igreja não é mais necessária para salvar-se, mas é igualmente vã a existência de sacerdotes e sobretudo da figura singular do Papa católico.

A este ponto, pergunta-se que razão poderia ter um verdadeiro bispo para cultivar tal vago diálogo sem entrar em contradição com a sua fé católica?: não serve para converter, mas só para multiplicar dúvidas, das quais a mais grave vai sobre a identidade de uma posição eclesiástica claramente convertida ao imanente, assim abandonando não só a função, mas o testemunho cristão ligado ao sobrenatural.

Quem relativiza sua posição em favor de um diálogo de complacência mediática não está abandonando implicitamente a missão de conversão, que comporta a cruz? E atrás dessa renúncia a testemunhar a verdade de Jesus Cristo, não pode também caber uma renúncia tácita de sua posição de fé? Isto pode já ficar demonstrado na vontade de diálogo inter-religioso ecumenista, que pressupõe o indiferentismo em relação à verdade revelada! É o que se depreende do livro que o cardeal Bergoglio publicou junto ao rabino Abraham Skorka em 2010.

livro BergoglioSUDAMERICANA, 01/feb/2012

«El cardenal Jorge Mario Bergoglio, máxima autoridad de la Iglesia católica argentina, y el rabino Abraham Skorka, rector del Seminario Rabínico Latinoamericano, son dos tenaces promotores del diálogo interreligioso, a través del cual buscan construir horizontes comunes sin diluir las particularidades que los caracterizan. Sobre el cielo y la tierra es el resultado de una serie de profundas conversaciones que mantuvieron de manera alternada en la sede del Episcopado y en la comunidad judía Benei Tikva. En sus encuentros transitaron las más variadas cuestiones teológicas y terrenales. Dios, el fundamentalismo, los ateos, la muerte, el Holocausto, la homosexualidad, el capitalismo, son apenas un puñado de los temas en los que dan a conocer sus opiniones estos dos importantes referentes de las religiones que conviven en nuestro país.»

QUAL A BASE PARA O TAL DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO?

“Es bajo esta perspectiva que deben analizarse los esfuerzos de Juan Pablo II junto a los de muchos otros hombres de fe de todos los credos que buscan afanosamente levantar las barreras de desencuentro enclavadas en un pasado oscuro y que impiden el alcance de un futuro en el que las profecías, que les permitieron a nuestros ancestros mantenerse incólumes aun en los momentos más oscuros, puedan materializarse.» Esta é a cobertura rabínica…

Ora, as las barreras de desencuentro enclavadas en un pasado oscuro, seriam justamente as palavras de Jesus sobre a necessidade de conversão para salvar-se.

Mas isto nada tem de passado obscuro, pois é sempre presente e claro segundo o ensinamento de Nosso Senhor:­ “Quem crer e for batizado se pode salvar. Quem não crer será condenado” (Mc 16, 16).

Trata-se de crer em tudo o que Ele ensinou.

As profecias do Antigo Testamento levam à conversão ao Verbo de Deus, fora da qual só restam tormentos humanos.

(continua)

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3 Respostas para “A CONVERSÃO DOS JUDEUS É PRINCÍPIO DA IGREJA E DO PAPADO: O elo Gog e Bergog é da «outra»!

  1. Mira Singer julho 25, 2013 às 1:02 am

    Seu blog presta um desserviço à humanidade. Se o Papa lesse isso aqui iria excomungar sua pessoa. Um filhote de cruzado e inquisidor, megalomaníaco nazi-fascista. VOCÊ NÃO É CRISTÃO.

  2. Pro Roma Mariana julho 25, 2013 às 7:06 am

    A vocação universal de todos os povos da Terra à salvação faz com que almejem a conversão para ser Povo de Deus em Jesus Cristo. Assim crêem os autênticos Cristãos, do mais simples fiel ao Vigário de Cristo. Mas Mira prefere outra canção e outros juízos, que, se julga cristãos, é porque segue falsos cristos. Cuidado!

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