Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO VENCEU O MUNDO QUE OS CRISTÃOS PERDERAM

resurection

A história humana, centrada na Encarnação do Messias, Filho de Deus, vindo ao mundo por obra do Espírito Santo, para cumprir a vontade do Pai, revela seu sentido à luz do supremo Mistério Trinitário; do Amor absoluto entre as Três Pessoas divinas, Amor ao qual é ordenado o amor e o conhecimento do ser humano.

Por isto é dito o dogma dos dogmas, pelo qual o mesmo Amor que criou o homem à Sua imagem e semelhança, de modo ainda mais maravilhoso, veio para redimi-lo instaurando a Fé, reforçando a Caridade e nutrindo a esperança no Reino de Cristo.

Com isto fica plenamente delineada a Religião verdadeira que nos liga a Deus na Sede da Igreja de Jesus Cristo; a única depositária de Sua Palavra e Autoridade, razão porque fora desse Corpo Místico do Redentor não há salvação

Todavia, visto que Nosso Senhor veio salvar-nos das forças do mal, reforçando nossa inteligência e vontade livres contra estas, vão seria pensar que estas forças não continuariam uma luta sem quartel para desfazer essa derrota através de nossas falhas e pecados materiais e mentais, que começam por diluir e alterar a suprema verdade sobre o amor divino, conduzindo aos nefastos efeitos de «religiosidades» que instauram no mundo um clima de suspeição e de ódio para interromper a linha direta da Fé em Deus; prepararndo «religiões» para a vinda do anticristo (Cfr. Jo 5, 43).

Dizia o Papa Pio XII, (Rdm. de 23.3.52):“Como é possível conciliar a providencial disposição do Salvador, que confiou à Igreja a tutela do patrimônio moral cristão, com uma espécie de autonomia individualista das consciências? Esta, subtraindo-se ao seu clima natural, pode produzir só frutos venenosos… A “moral nova” afirma que a Igreja recorre por demais às obrigações: “não é lícito” […] Ela não pode porém deixar de admoestar os fiéis sobre o fato de não ser possível adquirir e conservar este patrimônio senão ao preço de precisas obrigações morais.”

Ao católico compete hoje testemunhar que tais novas religiosidades, demonstrando esta intenção infiel, ao demolir a autoridade pontifical da Igreja, operam para o mal.

Mas o que dizer se estas vozes provêem do interior mesmo da Igreja de Deus, e até desfrutam nela de posições de poder. Certamente esses clérigos para ai chegarem devem ter seguido uma via de perjuros, sendo o mais recente o do Juramento anti-modernista; profissão de fé da Igreja que repele diante de Deus o que lhe se opõe.

Só estão na Igreja em modo aparente, porque enganam, mas é preciso prová-lo.

Ora, com as doutrinas do Vaticano 2, promovido por esses inovadores disfarçados, isto veio tragicamente à luz depois de contínuas e aprofundadas análises sob a luz da Fé católica do Magistério e dos muitos santos e doutos fiéis de todos os tempos.

Mas principalmente na deletéria obra de descristianização.

Ficou demonstrado, aliás são os mesmos inovadores a vangloriarem-se disso, que o plano conciliar de reduzir a Religião católica a um ramo de uma religião mais universal e antropocêntrica, aberta a todas outras religiosidades, avança galhardo.

Poderia alguém fazê-lo com autoridade católica? Certamente não, mas é o que fez de modo o mais ambíguo possível o Vaticano dois. Com este até se demonstra o afã de justificar os fariseus e veladamente acusar de anti-semitismo o Evangelho!

Pedem perdão ao mundo pela Igreja, jogando lama na imagem da Esposa de Cristo, que é meio da Misericórdia divina e também de salvação para os Judeus.

Hoje, nesta traição incide uma inteira classe clerical conciliarista que prega a operação ecumenista do V2, pela qual ninguém precisaria mais converter-se à Fé de Jesus nem ao seu «Magistério pontifical» para fazer a vontade de Deus.

O cúmulo dessa prevaricação é presente nas palavras e até orações de modernistas e mações elevados nestes últimos tempos à Sé de Pedro. Qual pior castigo para o mundo? Nos tempos revolucionários os cristãos já deveriam ter percebido que as novas grandes perseguições são operadas contra a Doutrina da Fé, mais do que contra os fiéis. Uma perseguição física que se estende no mundo humano, mas tem por causa a primeira: o abandono das defesas da Fé nas suas sedes apostólicas.

Eis a tragédia que vive nossa sociedade cristã, cada vez mais indefesa porque está entregue à autoridade de «falsos cristos» que confessam uma igualdade religiosa, para com isto avançarem com seu «irenismo ecumenista» agradável à ONU.

No entanto, sobre a perseguição à Fé ensinada por Jesus, o termo de referimento é a absoluta necessidade de conversão de todos, e nisto os judeus, o Seu povo, vêm na dianteira. Assim, repetimos, esse ensino do Messias divino, foi «causa» da Sua captura e condenação e faz parte da perseguição atual da Religião, não só da parte de seus inimigos, mas de seus «grandes sacerdotes» que promovem os textos do pérfido Vaticano dois. O mais está nas notícias e são os atos dos conciliares a documentar! Resta que a pior perseguição contra a Fé, vem dos inimigos internos.

0O 1º Canon sobre a Justificação do Concílio de Trento reza: “Se alguém disser que o homem pode justificar-se perante Deus com as suas obras realizadas com as forças da natureza humana ou pela doutrina da Lei, sem a graça divina por Jesus Cristo, seja anátema”. Ora, a Igreja Conciliar opõe-se tacitamente com a sua nova doutrina a este dogma da Fé Católica, confirmada nas declarações de seus anti-papas, melhor definida a partir de um documento de João Paulo 2º. É a heresia que permeia a doutrina da «Redemptor hominis» e seguintes, pois constituem um «bloco ecumenista» no sentido de uma justificação em qualquer religião.

Isto também tem cunho “oficial” em relação aos judeus que repudiam Jesus e vem no documento “Orientação e sugestões para a aplicação da declaração Nostra aetate, nº. 4, (sigla O. Nae.) do Vaticano 2. «Orientações», que entraram num catecismo, dito católico, para mais amplamente tornar opcional a Palavra de Jesus Cristo.

Ora, o que assegura a procedência da Doutrina de Fé diretamente de Jesus Cristo é a sua continuidade na Igreja Católica. Por isto ela é única e toda variação de cunho gnóstico, protestante tem por origem o inimigo de Deus e dos homens. Este pode apresentar-se na veste de autoridades carismáticas mesmo eclesiásticas e hoje – até pontifícias. O que caracteriza os falsários é a tolerância e fraternidade no erro.

O Vaticano 2 consagra a operação ecumenista, dando às falsas igrejas o estatuto de «meios de salvação» de que se serviria o Espírito Santo. Por isto, seria possível rezar em comunhão com os «separados» – isentos de culpa nessa durável separação da Igreja, mas que nem por isto são convidados ao retorno à única Igreja de Cristo.

Antes, a Igreja Católica é culpável ao ensinar com os Padres e Santos, ser a única verdadeira, e que todas as outras são obras do espírito do mal, como desde sempre ensinado pela Igreja fundada na Tradição divina, a Revelação que precede às Sagradas Escrituras. Agora, estas seriam determinantes como fundamento da Fé da Igreja, mesmo se subtraídas ao juízo do seu magistério legítimo. Eis o terreno minado pelo espírito do mal: entregar os homens à livre interpretação dos Livros Sagrados sobre a Palavra de Deus. Operação levada avante pelos modernistas, que depois conseguiram ser eleitos para a Sede de Pedro, para oficializá-la.

Hoje, dizer que todas as religiões são verdadeiras passou a ser lugar comum mesmo para quem pensa continuar católico. Se não encontram essa heresia explicitada nos muitos volumes do Vaticano 2, «sabem» disso pela ação de seus «papas».

O maléfico Vaticano 2 ensinou de modo atravessado tudo o que a Igreja condenou. E sobre tudo, declarou o direito à liberdade religiosa e de consciência de pôr em discussão a verdadeira Igreja, diante de Deus mesmo.

Só esta mutação radical no modo de entender a unicidade da Palavra divina, venha de quem vier, já devia de ter sido repudiada pelo verdadeiro católico.

Ale disso, em toda ocasião de aflição e perigo para o povo de Deus apareceram sinais da Mãe de Deus, que são sinais da intervenção da esfera celeste na terrena. Soubemos, porém, sempre entender o que estes indicam? Não será que na hora presente nos indica o vencimento de um ciclo da história humana, enquanto o mundo vai absorto em problemas das mutações climáticas ligadas à decadência do viver? Certo é que deve-se vigiar sobre os falsos sinais que o mundo semeia entre os homens em nome da religião, a confusão entre sinais verdadeiros e os “portentos mentirosos” previstos por Jesus e vistos pelos Apóstolos.

Nesta hora há que parar para perscrutar os verdadeiros sinais dos tempos.

Trata-se de imprescindível necessidade do testemunho na vida espiritual e social de todos; é responder à Palavra divina: é vigilância sobre quanto ameaça o curso terreno, no qual se decide o nosso destino eterno.

Nosso Senhor Jesus Cristo venceu o mundo, mas nós cristãos o perdemos.

Não se trata nem mesmo dos gnósticos, protestantes e outros. Nem se trata dos falsos papas e falsos profetas que hoje imperam. O juízo dos falsos Cristos e falsos profetas que imperam junto aos senhores do mundo, pertence a Cristo que revelou que vai julgar: “com o sopro da Sua boca e com o esplendor da Sua vinda (Ap. 19, 11- 16); (II Ts. 2, 8).

Ao católico compete o vigilante testemunho contra os flageladores da Fé e os demolidores da Santa Madre Igreja. Portanto se trata da falta deste testemunho cristão da parte de muitos que não querem entender que a passividade diante dos demolidores da Fé é cumplicidade. Hoje quem aceita os anti.papas da devastação conciliar sem piar, ou por medo ou com a desculpa de divisões pessoais, acaba por ser cúmplice passivo nessas más obras detestáveis ao Senhor.

Nossa Senhora chamou a esta vigilância diante da «liquidação» por um tempo da autoridade papal na Igreja de Deus. Não se quis entender o Seu aviso que apontava para os erros de outra cidade que erigia um falso «culto do povo».

Entretanto na mesma Igreja foi introduzido por Paulo 6º algo ainda pior: «o culto conciliar do homem» para atualizar a Cidade de Deus.

Para tudo isto já estava ordenado aos fiéis: “Sai dela meu povo, para não serdes cúmplices de seus pecados, nem abrangidos nos seus flagelos” (Ap. 18, 4).

 

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