Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A AMBIGÜIDADE CONCILIAR contra a PROFECIA DE FÁTIMA

Segreto o perfidiaDepois do artigo CRIATIVIDADE DO MAL” versus PROFECIA DE FÁTIMA no ideário do P. Paulo Ricardo, haveria que aprofundar como se manifestou essa «criatividade» fatal nos nossos tempos.

Se chamo em causa o P. Paulo Ricardo é porque ele sendo um conciliarista com muitas dúvidas sobre o Vaticano 2, deveria enfrentá-las sem fazer acepção de pessoas, isto é, dos «papas conciliares». Será difícil para quem foi ordenado por João Paulo 2, mas é absolutamente necessário para o católico que quer defender sua Fé e a Igreja.

Por enquanto o nosso está empenhado na missão de desmascarar os «erros da Rússia» esparsos no mundo civil e clerical, que são ligados ao comunismo e apontados desde há quase um século na Profecia de Fátima. Trata-se da contro-cultura de Gramsci e a Escola de Frankfurt para descristianizar o mundo.

Para avaliar a questão é preciso lembrar o que se planejava para transformar a Igreja e quem iria ter parte fundamental nessa obra de demolição cultural com a gnose maçônica: Ângelo Roncalli.

Não muitos pensadores do presente são capazes de apontar as causas ocultas do mal e ligá-las seguindo o fio do filosofar moderno, aplicado à uma ideal “criatividade do mal”. P. Paulo Ricardo o faz falando do AIDS espiritual que anula “a coragem de chamar a heresia, a apostasia, a perversão, e tantas outras doenças espirituais com os seus nomes horrendos. Com isto, vamos cortejando o inimigo e matando aos poucos a fé que herdamos dos Apóstolos”. Mas haveria então que falar também de quem promove esse mal espiritual ecumenista disfarçado em hermenêutica de continuidade da herança apostólica.

Aqui a coisa se complica, porque o respeito pela pessoa do Papa se confunde com o de seus simulacros eleitos por cardeais empestados de relativismo modernista e ecumenista.  Roncalli e amigos maçons

É urgente, pois, rever como essa letal descontinuidade foi ativada com uma criatividade no sentido oposto ao do Magistério da Igreja, sem ambigüidades até Pio XII.

É a acusação crucial que pende sobre o iniciador do novo curso histórico da demolição da Igreja e da Cristandade, Ângelo Roncalli eleito com o nome do antipapa João 23, que navegou sempre numa ambigüidade tal que, para tão grave acusação, poucos querem «comprometer-se por falta de provas tangíveis», apesar de sua «obra» inequivocamente perversa. Basta repetir o juízo de quem como leigo aspirava por esse «concílio» e dele participou. Ouçamos.

Trata-se de Jean Guitton, amigo de Roncalli e íntimo de Paulo VI, que fala do caráter modernista do Vaticano 2, e depois dirá que para obtê-lo precisaram de um clérigo de «simplicidade genial», o mega ambíguo carreirista Ângelo Roncalli, depois João 23.

«Hoje, o que chamamos de modernismo na história religiosa, tem um sentido muito particular. Com tal nome designamos a doutrina e o movimento que foram condenados pelo Papa Pio X, através da encíclica ‘Pascendi’. O Papa Pio X — que foi canonizado — designa o modernismo como heresia de duplo aspecto: o de ser síntese: soma de toda heresia, e o de se ocultar-se traiçoeiramente no seio da Igreja. «Desejo falar livre e claramente sobre este assunto. Quando releio os documentos relativos ao modernismo tal como foi definido por São Pio X, e os comparo aos documentos do Concílio Vaticano II, não posso deixar de ficar desconcertado. Porque o que fora condenado como uma heresia em 1906, foi proclamado como sendo e devendo ser, de agora em diante, a doutrina e o método da Igreja. Dito de outra forma, os modernistas de 1906 aparecem como precursores. Meus mestres faziam parte dele. Meus pais mo ensinaram. Como Pio X pôde repelir aqueles que hoje me aparecem como precursores?» (Cfr. Portrait du Père Lagrange, Jean Guitton, Éditions Robert Laffont, Paris, 1992, pp. 55, 56).

Ora, o «clérigo de simplicidade genial», o carreirista Roncalli, que chegou a ser eleito papa, ficou conhecido pelo seu aberto favorecimento à heresia modernista convocando e aprovando o Vaticano 2 e acelerando seu curso revolucionário, ao convocar e prestigiar desviados da «nova teologia», como seja De Lubac e outros do desvio já enquadrado por Pio XII.

O fato é que João 23 escancarou as portas da Igreja, abaixando as suas defesas internas e externas; realidade histórica conhecida num quadro em gritante contraste com o Aviso de Fátima, que se revelou extremamente necessário e oportuno para evitá-lo. Pessoalmente preparou a incrível ambigüidade da «Pacem in terris», matriz da herética «Dignitatis humanae». Disto vamos tratar para documentar tão grave acusação sobre a deletéria perversão, que contamina nosso tempo.

A primeira dúvida é se Roncalli, clérigo esperto, mas estudioso medíocre (de sério nada deixou e suas encíclicas constam ser de redação alheia), podia ignorar o mal da ruptura que preparava na questão central do magistério concernente à liberdade de consciência. Já se disse que o Papa Honório foi pesadamente condenado por ambigüidade menor.

Manipulação do conceito de «liberdade de consciência».

Vamos ver qual pode ser o «adn» (dna) da idéia que servia para mudar a consciência católica com «genes» modernistas, lembrando a lição de São Pio X sobre o que seja a Igreja [para modernistas]: “Um parto da consciência coletiva, ou seja, da coletividade de consciências individuais; as quais, em virtude da permanência vital, dependem todas de um primeiro crente, isto é para os católicos, de Cristo… são teorias hoje passadas de moda. Como a Igreja emanou da coletividade das consciências, assim a autoridade emanaria da própria Igreja”.

Para os modernistas, “empenhados em encontrar modos para conciliar a autoridade da Igreja com a liberdade dos crentes”, era preciso criar uma nova autoridade, mais pastoral que dogmática: é o Vaticano 2, «dispensando» o Espírito Santo!

“Portanto a autoridade, assim como a Igreja, nasce da consciência religiosa e a esta mesma está sujeita;… Nos tempos atuais, o sentimento de liberdade teria chegado ao seu desenvolvimento pleno. No estado civil a consciência pública quis um regime popular. Mas a consciência no homem, como a vida, é uma só. Portanto se a autoridade da Igreja não quiser suscitar e manter uma guerra intestina nas consciências humanas é mister que ela também se adapte a essa forma democrática; tanto mais porque, se não o fizer, a dissolução estaria iminente: juraram os modernistas desde Blondel. “A sociedade religiosa não pode realmente ser una sem unidade de consciência dos seus membros e sem unidade de fórmula. Mas esta dupla unidade requer, por assim dizer, uma mente comum, à qual compete encontrar e determinar a fórmula que responda melhor à consciência comum…”.

Eis resumido por S. Pio X o plano da «criação da nova consciência» da Igreja conciliar-ecumenista de que foi «infausto porteiro» Ângelo Roncalli, que se tornou João 23 para implantar a idéia herdada e ampliada até hoje pelos seus sucessores.

É a «consciência coletiva» das revoluções modernas, das quais o Vaticano 2 registrava a criação religiosa encomendada pelos centros de pensamento da evolução iluminista a um clérigo de «simplicidade genial», como o definiu Jean Guitton.

Eis o curso da «criatividade» modernista para a mutação da espiritualidade humana! A Justiça e a paz poderiam ser emancipadas da verdade cristã! O iluminismo queria anunciar «valores» que o Cristianismo, fixado em rígidos «princípios» teria ignorado! Por exemplo, o direito à liberdade, como é insinuado por Bento 16, que exalta na revolução do Vaticano 2 a «herança» de Roncalli.

Trata-se de uma «autonomia» da consciência, já produzida pela criatividade de Erasmo, precursor da abertura «teológica», ensinando que “cada homem possui em si a teologia” e é “inspirado e guiado pelo espírito de Cristo”. Erasmo pôs os ovos, Lutero os fará eclodir”. Eram crias do sussurro sedutor para que a consciência humana se emancipasse da Verdade, desta vez em nome do espírito ordenador de Cristo. Essas idéias eclodiram nos últimos séculos para gerar a mentalidade da atual revolução ecumenista conciliar, que dispensa o Espírito Santo.

A «tolerância» do «bom» João 23 relança na sua Pacem in terris a ambigüidade erasmiana, que, sendo a referência da declaração sobre a liberdade religiosa do Vaticano 2, «Dignitatis humanae» (Dh), contem claramente a frase chave da mutação conciliar sobre os conceitos de dignidade humana e liberdade religiosa.

Da doutrina criadora da reforma do princípio católico há que falar, porque domina a consciência fiel até de sacerdotes preparados, lembrando São Pio X que explica (Notre Charge Apostolique, sigla NChA, nº 40): “Não se edificará a sociedade diversamente do modo com que Deus a edificou; não se edificará a sociedade se a Igreja não puser as suas bases e não dirigir os seus trabalhos; não é preciso inventar a civilização, nem é preciso pôr a nova sociedade nas nuvens. Esta existiu e existe; é a civilização cristã, é a sociedade católica. Trata-se só de instaurá-la, restabelecê-la incessantemente sobre as suas bases naturais e divinas contra os ataques da malsã utopia e da impiedade rebelde.

Da «Pacem in terris» (Ptr) à «Dignitatis humanae» (Dh)

João 23 ativa a bomba a tempo de Erasmo. “Cada um tem o direito de honrar a Deus seguindo a justa norma de sua consciência e de professar a sua religião na vida privada e pública”, (AAS 55, 1963, p. 260).

A terrível ambiguidade da Ptr aparece na redacção latina do texto. Este fala da rectam conscientiae suae normam, isto é da «norma recta da consciência». Como entender ? Trata-se da norma da «consciência recta» ou dessa «norma recta» que seria todo juízo em consciência? Se cada um pode entendê-lo como quer, a ambiguidade consiste em dispensar a formação da consciência reta a favor do seu «direito» de escolher a verdade que prefere.

Eis a frase chave desse documento sobre o qual vejamos o resumo do texto do Padre carmelita Joseph de Sainte-Marie, publicado pelo «Courrier de Rome» (Maio 1987) e «Itinéraires», n° 315. (Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma?, pg. 98).

«A Pacem in terris (Ptr) e o Vaticano II vão ao ponto de pôr em causa os mesmos princípios católicos. Exatamente nisto consiste a novidade e a gravíssima questão posta no texto conciliar com a afirmação de um direito à liberdade religiosa no foro externo inscrito na natureza humana e na «ordem mesma estabelecida por Deus», direito que se quer limitado unicamente pelas exigências de ‘ordem publica’.

«Note-se ainda, porque é fato de máxima importância, outra semelhança entre a encíclica de João XXIII e a declaração do Vaticano II: nos dois casos estes textos, de conseqüências tão pesadas na história recente da Igreja, assim permanecem para o juízo desse magistério. Estamos diante de uma ambigüidade. Sabemos que a moral católica reconhece o direito e proclama o dever, para todo homem, de seguir o juízo da «consciência reta»: conscientia recta. Entende-se com isto o julgamento de uma consciência formada segundo as normas da virtude da prudência e que se conformou à verdade… A consciência perde a sua dignidade no momento que adere ao erro por negligência culposa. A ambigüidade da Ptr aparece já na redação latina do texto. Este fala da rectam conscientiae suae normam, isto é da «norma reta da consciência».

«Deve-se entender que se trata da norma da «consciência reta» ou dessa «norma reta» que seria todo juízo em consciência? Cada um pode entendê-lo como quiser, nisto consiste a ambigüidade. Cada um a usará no sentido que quiser… a Ptr é um evento que, para os historiadores futuros, marcará uma reviravolta na história da Igreja… uma tomada de posição nova vis-à-vis do mundo moderno… A Ptr esboça «ambigüidades mantidas voluntariamente», mas isto não é mais esboço depois da Dignitatis humanae (Dh), título da declaração conciliar, onde há princípios que foram eles mesmos mudados. É evidente a irrefutável continuidade na mudança, os textos o mostram quanto os testemunhos…

«O sofisma que se repete nos dois textos consiste em passar indevidamente da afirmação inegável, evidente e fundamental, da liberdade essencial do ato de fé, liberdade pela qual toda pressão sobre este ato destrói a sua mesma natureza, à afirmação negada sempre pela Igreja, de uma liberdade igualmente essencial e ilimitada a priori em matéria de exercício público de qualquer culto religioso».

«Com quais seqüelas? – A primeira concerne a autoridade do magistério: – se a Igreja ensina solenemente hoje o contrário do que havia ensinado até 1963, significa que se enganou antes. Se enganou-se, porém, é falível; o é hoje como foi ontem. Que razão haveria então para crer nela hoje mais do que ontem? – A segunda é que ao proclamar hoje como princípio absoluto o direito natural à liberdade religiosa, a «declaração» conciliar representa uma condenação maciça não só do ensino anterior da Igreja, mas também do seu modo de agir; o que põe em causa não mais só sua potestas docendi, mas sua potestas regendi. A negação conciliar de direitos e poderes em matéria religiosa da Igreja na sociedade civil é a condenação implícita de todos os papas dos últimos séculos: teriam assim agido ignorando e ultrajando direitos naturais da pessoa humana.  – Pior ainda, com a concepção não só leiga, mas laicista da declaração conciliar é negado o direito de N. S. Jesus Cristo sobre a sociedade civil, o que contradiz não só o ensino constante da Igreja, mas também as verdades mais fundamentais da doutrina cristã da Redenção. Há uma impiedade nisto, no sentido próprio do termo, se não explicitamente, devido à sua iniludível implicação imediata. […]  Enfim, para voltar ao plano da ordem natural, essa separação indevida e falsa do que concerne à religião revelada, da ordem da sociedade civil reverte na ruína total dos fundamentos mesmos desta ordem.

«A exaltação do Estado como realidade suprema e última é o resultado extremo a que levam os princípios expostos. Não será talvez este a julgar das exigências da ‘ordem pública’, em nome da qual foi indicado a regulamentar a liberdade da religião?». Qual será esta «ordem pública»? Completa o Juiz Carlo Alberto Agnoli: «Esse Estado, fora e acima das religiões é necessariamente o Estado laico e ateu. Pela experiência histórica dos últimos dois séculos no curso dos quais se afirmou o laicismo, a qual ‘ordem pública’ alude o Vaticano II? À comunista, do KGB e do gulag? Ou à demo-liberal que garante a legalização do aborto, da pornografia e da droga?» («La Crisi della Chiesa moderna alla luce della fede e il problema della libertà di religione», Civiltà, Brescia, 1984).

Não devemos, porém, ser submissos a toda autoridade legítima?

“Submetei-vos a toda instituição humana por amor de Deus, seja ao rei como ao soberano, seja aos governadores como enviados dele para punir os malfeitores e louvar os que fazem o bem. Pois esta é a vontade de Deus, que praticando o bem, façais calar a ignorância dos insensatos. Comportai-vos como homens livres, não usando a liberdade como desculpa para o mal, mas como servos de Deus. Respeitai a todos, amai os irmãos, temei a Deus e respeitai o rei” (I Pd 2, 13-17).

Como se pode ler na Epístola do primeiro Papa, a submissão a toda instituição humana é função do bem público desta, portanto da Lei natural e divina compendiada no Decálogo universal. E a legalização do aborto, da pornografia e da droga vai contra esta; é uma anti-lei que obriga à resistência, não à submissão.

Como seria então quanto à submissão à autoridade na instituição divina que é a Igreja? É ainda mais clara e obrigatória diante do enviado por Deus para defender a Sua Lei e punir os que a transgridem e corrompem.Nossa Senhora em Fátima solicitava a autoridade do Papa para efetuar uma consagração que seria causa de inúmeras conversões, afim de que os homens vivessem um período de paz neste mundo, para prepararem a salvação no outro. Mas não foi atendida pelos Papas de então, cuja Sede por isto caiu nas mãos de precursores do Anticristo, para cuja idéia ecumenista, não era mais preciso nenhuma conversão, mas boa vontade mesmo sem crer em nada e ignorar a Igreja de Deus.

Ora, com a “criatividade do mal” de uma «autoridade» que vai ao ponto de declarar, em nome da única Igreja de Deus, o «direito» à liberdade de consciência e de religião diante de Deus mesmo, estamos diante de «malfeitores religiosos» que pretendem «liberar» as consciências que a Revelação de Deus vincula à sua Lei, e para isto instituiu a autoridade pontifícia que rege esse Princípio em toda sociedade humana. Com isto, estas falsas autoridades revelam por si mesmos o que são, renunciando à fé na reta Doutrina da Igreja.

Quem segue a nova religião conciliar ecumenista, para ser lógico, deveria crer que não há mais necessidade da conversão de todos à Verdade da Igreja do Sacrifício divino.

Tudo indica que a Profecia de Nossa Senhora de Fátima nos adverte que chegamos ao tempo em que «Roma perdeu a Fé e tornou-se a Sé do Anticristo», onde «papas conciliares» codificam essa liberdade de perdição.

Isto se tornou possível porque o verdadeiro Papa foi «liquidado por um tempo» com todo o seu séquito católico, como está na visão do Terceiro Segredo de Fátima, «mais claro em 1960», quando reinava João 23, que o arquivou para convocar o Vaticano 2 e cumprir o plano maçônico de abertura e aliança com o mundo.

Que os consagrados ao Amor de Deus e à Verdade demonstrem se há erro nesta visão, porque se está certa, como cremos, é melhor para suas almas defender a Verdade da Igreja de sempre antes que o aparato conciliar, produto da mais horrenda criatividade do mal, a bomba religiosa que declara o direito de crer e professar publicamente qualquer culto perverso, sem exclusão «legal» daquele da «velha serpente»!

Os atentados contra a Religião revelada do início ao fim, são os mais devastadores para a humanidade. E eis a ambigüidade conciliar que foi e é visceralmente contrária à Profecia de Fátima para a conversão das sociedades e das almas à Fé imaculada. A imagem da «Pietà» nos mostra Jesus nos braços da santa Mãe, como que apunhalado pelos homens. E aqui nos vem à mente a imagem do Padre Antonio Vieira, pela qual, diante do sublime mistério do nosso divino «resgate», o que mais nos deveria comover é a do mísero preço com que nos vendemos ao mal com nossos pecados!

2 Respostas para “A AMBIGÜIDADE CONCILIAR contra a PROFECIA DE FÁTIMA

  1. Cindy Melton maio 12, 2013 às 12:30 am

    Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é um padre no sentido pleno da palavra. E não apenas por usar batina. Eis um padre que segue o catecismo, o missal e a doutrina católica. Um padre que defende a Igreja e o papa. Um padre estudioso e com grande domínio da palavra. Um padre que conhece profundamente as questões canônicas. Um padre que fala de vida espiritual. Um padre que não ignora este mundo, mas sem jamais esquecer o outro. Um padre que não se furta a criticar outros sacerdotes, sobretudo o chamado “clero progressista”, ligado à teologia da libertação. Um padre à maneira antiga – tão antiga quanto os 2 mil anos da Igreja Católica.

  2. Rena Maddox maio 17, 2013 às 9:12 pm

    O artigo é todo interessante, mas aqui foi citado para concluir que o que se iniciara ali, hoje está realizado não pelas armas, mas uma completa revolução «cultural» que o Vaticano de Paulo 6º, depois de João Paulo 2º (que começou relutante) e depois com Bento 16 (que parecia contrário), hoje está em ato porque era intrinsecamente na linha do direito à liberdade de consciência e de religião da DH do Vaticano 2.

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