Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A «GRANDE GUERRA» ATUALIZADA POR MGR WILLIANSON: UM BISPO!

Bp Williamson

Arai Daniele

Com o seu último escrito o bispo Williamson faz saber o seguinte: “Alguns leitores reclamaram dos “Comentários Eleison” de duas semanas atrás sobre a autoridade sendo estropiada. Do nosso argumento sobre o “Castigo iminente” de que nenhuma Congregação Católica pode mais ser fundada de um modo católico normal, eles concluíram que eu acredito que não há nada mais para um bispo fazer do que esperar que Deus intervenha. Mas nesse caso, por que eu acabei de passar duas semanas na Ásia, e por que eu estou agora na Irlanda? Eles também concluíram que eu nunca irei consagrar outro bispo. Vejam – se Deus quiser –  é só esperar.”

Vai nisso uma dupla notícia:

– O Bispo crê que nenhuma Congregação Católica possa atualmente ser fundada de modo católico normal, mas não assim quanto a “consagrar outro bispo”.

O primeiro caso pode ser entendido como sujeito à condenação de «ilegalidade»; mas o segundo parece nada ter a ver com essa anormalidade “católica”. Pelo contrário, seria necessário devido ao «Castigo iminente».

Ora, ninguém faz nada ciente que se expõe a um castigo, mas para evitá-lo, e esse mesmo comentário sugere a possibilidade desse possível ato futuro com a frase: “Tenho eu candidatos oferecendo-se para ser consagrados como bispos?” (original inglês: “Do I have any candidates offering themselves for consecration as bishops?)”. “Se Deus quiser –  é só esperar.

Ora, o católico crê que Deus quer segundo a lei da Sua Igreja, fundada na Fé. Então, pode haver razões superiores e legais para atos em defesa dessa Fé – motivo porque a mesma Igreja existe. Neste caso o tal «castigo iminente» não pode ser outro senão o que corrompe a ação salvadora da Fé na Igreja. Este deve ser testemunhado a tempo e contra tempo.

Nesse sentido, nenhum castigo é pior daquele que atinge o Corpo Místico de Cristo: o «Pastor ferido e a grei dispersa». Este é o fato presente que já dura há décadas com a ocupação dos «papas conciliares» e do nefasto Vaticano 2º, que abala a mesma verdade, como o Bispo tem descrito. Mas ele agora acrescenta: “nessa presente prova geral para o Anticristo… podemos todos perder a nossa mente e a nossa fé. Então, quem está ainda disposto a jogar a primeira pedra num papa ou num bispo que hoje tenha perdido a sua mente?”

Note-se que Mgr Williamson quer agir contra o mal do qual evita acusar a causa. Mas o mal não deve ser enfrentado por todo católico e especialmente pelos bispos, acusando como se apresenta na realidade e apesar das aparências enganosas?

Senão é assim, qual seria a «grande guerra» reconhecida e enfrentada pelo Bispo, ao ponto de promover uma sua sucessão que continua sem mandato apostólico, ou seja, sem razões legais suficientes para a defesa da Fé segundo a Lei da Igreja?

Num de seus últimos comentários Kyrie eleison o Monsenhor proclama a plenos pulmões: “Agora, os soldados que sustentam as últimas fortalezas da Fé que são organizadas por todo o mundo percebem o que o seu Comandante está pensando? Eles percebem que sua solene declaração da doutrina da FSSPX mostra que ele está pensando como um líder inimigo? Eles estão felizes por estarem sendo levados a pensar como os inimigos da Fé? Todas as idéias devem ser católicas, portanto idéias não católicas deverão ser “interpretadas” como católicas [?]. Acordem camaradas! “O pensamento inimigo está no Quartel General.”

Mas o «Quartel General», o QG católico, não está em Roma? Será que mudou de Sede, ou a FSSPX aqui é identificada com a mesma Igreja?

A «guerra» que tem o «QG» em Ecône é meramente doméstica!

Compreende-se que o Bispo visa a resistência a «papas» alinhados com inimigos da Fé, acordados justamente com os adversários da Igreja na Grande Guerra para +-

demolir a Cristandade. Mas ele evita indicar os verdadeiros inimigos infiltrados na Sede romana, porque se ocupa mais com o «pensamento de Fellay», que também – como ele – não indica a causa do mal na presença da falsa autoridade, porque pensa cada vez mais como estas?

Assim sendo, esse “QG» pensa mover uma guerra contra as idéias não católicas e ecumenistas da mega religião universal da nova ordem mundial, mas não contra os seus promotores. Quando são os «papas conciliares» a “interpretar” como católico o que é anti-católico, esses bispos calam, cada um à sua maneira; Fellay porque “levado a pensar como os inimigos da Fé”, Williamson, porque se trata só de “papa ou bispo que hoje tenha perdido a sua mente… nessa presente prova geral para o Anticristo… em que todos podemos perder a nossa mente…

Não é outro o objetivo ecumenista do iluminismo que promove a Grande Guerra real contra a Fé: fazer perder a mente para que se continue a reconhecer os falsos cristos como Vigários de Cristo!

O fato é que só há, desde sempre, um «Quartel General» que combate tal «Guerra» na defesa da Fé: a Roma católica que acusa e resiste aos que querem que idéias não católicas sobre a Fé, a alma, a ordem neste mundo e a salvação no outro, sejam interpretadas com as falsas hermenêuticas de continuidade anti-católicas e ofensiva a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Para esta verdade acordem camaradas católicos, pois não é possível defender a Igreja com a Sede ocupada. Não se trata de quartéis generais de ordens ondulantes, como são hoje os Jesuítas, Franciscanos e todas as Ordens antigas, às quais se quer juntar a neo FSSPX.

Acordem católicos, porque a Sede única, a Cidadela da Fé instituída por Nosso Salvador para confirmar a Sua Fé em Roma, foi ocupada e alterada. Outras guerras não são grandes, nem católicas: são confusões que ofuscam o primeiro testemunho fiel, que consiste em saber o que está sendo atacado e quem são os inimigos que se infiltraram nos vértices da Igreja de Deus

Porque na FSSPX se evita indicar os «anticristos» do QG inimigo?

Uma vez chegou às mãos de Dom Mayer, através de alguém ligado à Fraternidade, a cópia de uma «Declaração comum» de acordo entre esta, representada pelo seu superior, p. Franz Schmidberger e Una Voce Internacional, representada pelo presidente Eric de Saventhem.

Como naquela mesma época se sabia que este propunha resolver a «questão da Missa» com um rito misto, intermediário, o que repugnava ao ilustre Bispo, ele pôs-me em contacto com Dom Lefebvre para saber a que ponto estava esse plano inaceitável. Naquele período o Arcebispo havia deixado a sede de Superior em Rickenbach, para estabelecer-se no Seminário de Ecône, a fim de seguir melhor a sua orientação, que segundo ele informara Dom Mayer, necessitava mais firmeza.

Sobre essa «Declaração comum» de entendimento com Una Voce, a resposta que Dom Lefebvre deu a Dom Mayer, foi que era contra a sua vontade. Sim, por anos a fio M. de Saventhem foi a Rickenbach para convencê-lo da necessidade de um acordo de coexistência das «duas Missas». A proposta espúria baseava-se numa estudada fusão litúrgica pela qual no ordo de Paulo 6º o presidente de Una Você, espécie de intermediário com o Vaticano através do card. Stickler, entendia que podia ser inserido o Canon de Consagração da Santa Missa tradicional.

Os dois Bispos repudiavam esse acordo que ignorava os problemas doutrinais da nova missa. Por isto Mgr Lefebvre nunca assinou uma declaração de colaboração com Una Voce. Mas apenas partiu do QG de Rickenbach, lá estava o P. Franz Schmidberger que a assinou  (Dei cópia da declaração ao P. Ernesto Cardoso que me visitou em maio).

Tratando-se do Santo Sacrifício de Nosso Senhor, fonte de toda Graça, mas também da real autoridade para a Fé da Igreja e a ordem no mundo, tal acordo era inaceitável. Os Bispos sabiam de quantos modos a Santa Missa Católica havia sido atacada desde a sedição protestante. Agora os modernistas queriam adaptá-la ao mundo com a missa conciliar de Paulo 6º, engendrada com o concurso de maçons e protestantes.

Mgr Lefebvre contra a “missa bastarda” de «indultos» e insultos pendentes!

Os padres da FSSPX foram formados com esta visão, mas ali também surgiram muitas ambigüidades que o Fundador não conseguiu evitar, porque caíra no erro de escolher um superior imprevisível. Foi justamente o P. Williamson a detectar então o perigo representado pela nomeação do P. Schmidberger para Superior. Mas ainda hoje não se percebe que os desvios do pobre Mgr Fellay são frutos dessa escolha, que implica questões cruciais para a resistência aos «papas conciliares».

Lembro que quando fui com meu filho à Ecône para a ordenação dos amigos monjes, Tomás e Lourenço, ouvimos ali o desditoso discurso do P. Schmidberger, cuja grande esperança era sair da «ilegalidade». Então todos que queriam manter a Fé e a Missa de sempre seriam para ele transviados perante a Roma conciliar! Imaginem os pais e mães, irmãos e amigos que viam os seus entregues à vocação de vida fora-da-lei, como marginais da Igreja! Foi esse acúmulo da imbecilidade em veste de autoridade que tornou a resistência ainda mais frágil porque associada a contínuas contradições transmitidas pelo superior fazendo que depois o pobre Mgr Fellay visse como luz de Deus no mundo a tolerância de Ratzinger. Entretranto, Schmidberger lhe enviava flores para honrar tanta lucidez.

Falamos da verdadeira «Revolução», cuja infecção revolucionária foi percebida por Mgr Lefebvre, mas infelizmente tão mal entendida até hoje, que seus chefes não se mantêm nem mesmo à altura dos ideais inicias. Pudera! Dom Lefebvre enganchou-os às atitudes desastrosas de um clérigo como Schmidberger, que pensou ser amigo de Ratzinger, porque se entendiam na língua teutônica. Enquanto ele o cria, através dele o Vaticano conseguiu triturar a resistência dessa organização desde 1984; sim porque foi Schmidberger que obrigou os priorados a recolher assinaturas para agradecer o Vaticano pelo «benefício do indulto, cuja condição – pasmem – era justamente de sufocar  a resistência lefebvrista! Atitude por demais cômica, não fôsse trágica. Mas o Bispo hoje confessa; é a presente prova dos anticristos no Vaticano. Sabe, também porque Mgr Lefebvre o escreveu na carta que o convocava para o Episcopado, mas cala!

Como esquecer as manobras do indulto-insulto; do rito ordinário-extraordinário e da prelazia apregoada mais tarde? Com tais «superiores» «intra-muros» fica claro que a «Roma que perdeu a Fé e passou a ser a sede do Anticristo», continua e quando quer a revolução de fora também dentro das capelas e priorados.

Outro bispo? Enquanto não se reconhecer a ausência de um «papa católico» em Roma, único que pode assegurar a continuidade na Cidadela da Fé, toda outra solução é priva do «mandato apostólico» e portanto, afastada da mesma vontade de Nosso Senhor.

O certo é que essa confusão não prevalecerá quando no fim muitos testemunharem até dos tetos e a tempo e contratempo que desde a morte de Pio XII o Papado católico resta «abatido» junto aos “Bispos Sacerdotes, religiosos e religiosas e varias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de varias classes e posições” como está na visão da terceira parte do Segredo de Fátima.

Este testemunho é o único da realidade católica na direção da Verdade, que por fim triunfará com o Imaculado Coração de Maria!

 

5 Respostas para “A «GRANDE GUERRA» ATUALIZADA POR MGR WILLIANSON: UM BISPO!

  1. Sempre Catlico da Tradio junho 18, 2013 às 11:08 pm

    ficaremos mais aliviadosSalve Cristo Rey salve os verdadeiros catlicos que insitem em existir para glorificar ao Cristo Rey e catlico covarde o lugar dele no inferno

    SANTA MISSA TRADICIONAL Santa Missa aos Domingos semprecatolico@hotmail.com.br“Mesmo que os Catlicos fiis Tradio se reduzam a um punhado,so eles a verdadeira Igreja de Jesus Cristo”Santo Atansio,Bispo de Alexandria,Doutor da igreja.

    Date: Tue, 18 Jun 2013 15:30:01 +0000 To: semprecatolico@hotmail.com.br

  2. Marcos Braga junho 19, 2013 às 8:32 pm

    Prezados, Pro Mariana. Boa tarde.
    Tenho acompanhado esses fatos narrados nesta matéria escrita por Arai Daniele de forma muito precária e esparsa.
    O primeiro artigo que li foi o escrito pelo senhor Orlando Federe e publicado neste sítio.
    Depois, dei uma olhada na polêmica entre Orlando Federe e Olavo de Carvalho, que ficou muito restrito a questões filosóficas e eruditas, que não esclareceu o problema relacionado ao CV II, pelo menos na minha parca compreensão do problema, que busco compreender.
    Se os senhores puderem me dar alguma luz, peço os seguintes esclarecimentos:
    – O que significa a sigla FSSPX?
    – O senhor Federe fala de uma influência “gnóstica” no CV II. Seu conteúdo altera, somente, o rito da missa antiga, ou faz outras modificações mais profundas, que confirmam a já amplamente denunciada “guerra cultural” contra a sociedade Cristã e a Igreja Católica?
    – O senhores poderiam me indicar uma pequena bibliografia, ou textos iniciais, para compreender melhor essas questões?
    Quero declarar que só vejo uma saída para nós, ocidentais, há dezenas de séculos fiéis à cultura Cristã: restabelecer o verdadeiro Espirito da Religião de Cristo, tendo como única instituição com capacidade de restabelecer a paz social e espiritual e conduzir os destinos futuros da humanidade a Igreja Católica Apostólica Romana, construída pelos Santos Padres Apostólicos.
    Quero me desculpar por minha ignorância no assunto, mas estou consciente do que estão fazendo com a nossa cultura e religião.
    Grato por sua atenção.
    Marcos Braga

    • Pro Roma Mariana junho 20, 2013 às 9:39 am

      Caro amigo Marcos,
      Em suas perguntas já vem uma resposta quando diz que só vê uma saída para nós, ocidentais, que é restabelecer o verdadeiro Espírito da Religião de Cristo, sob a única instituição com capacidade de ensinar esses princípios para conduzir os homens à verdadeira paz social. Esta é a Igreja Católica Apostólica Romana, edificada há dois mil anos por Nosso Senhor Jesus Cristo sobre os Santos Apóstolos para salvar os homens e as sociedades humanas.
      Os artigos que leu aqui em Pro Roma Mariana e no sito do Prof. Fedeli, são para que se entenda a necessidade de defender esta Cidadela da Fé, que em tantos séculos formou a cultura da Cristandade, mas que hoje está sendo minada desde dentro pelo «espírito do Vaticano 2º». Olavo de Carvalho acusa com razão o ataque político da revolução anti-cristã, mas para o Fedeli há que entender a influência “gnóstica” desta no CV II, cujo conteúdo altera a Doutrina e não somente o rito da Santa Missa. As modificações profundas neste confirmam esse espírito inimigo promotor da “guerra cultural” contra a Religião. Ora, se esta «guerra» se faz hoje dentro da mesma sociedade Cristã e da Igreja Católica, então é sinal de tempos finais, que demandam dos fiéis uma redobrada atenção.
      Neste sentido, dois Bispos, dentre milhares, resistiram inicialmente acusando os erros e heresias do Vaticano 2º para formar uma resistência à altura do colapso. Seria, pois, importante ler o que eles escreveram, em especial o Arcebispo Lefebvre, que esteve na preparação do CV II, viu logo seus desvios, e para resistir a estes instituiu a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, abreviada em FSSPX.
      A pequena bibliografia em português desse autor começa pela «Carta aberta aos católicos perplexos» e o «Golpe de mestre de Satanás». Estes textos iniciais introduzem à revolução do CVII que desde então engrossou porque envolve os «papas conciliares» na Sede de Roma. É disso que temos tratado aqui. No mais, quero lembrar que «nossa» luta é a da Igreja de todos os tempos e de todos os Santos, e hoje se põe sob o manto maternal de Nossa Senhora de Fátima, que nos faz compreender melhor todas estas questões cruciais para o nosso tempo e a necessidade de orações e sacrifícios para enfrentá-las com um destemido testemunho católico. Salve Maria!

      • Marcos Braga junho 20, 2013 às 4:38 pm

        Caríssimos e caríssimas da Pro Roma Mariana.
        Estou muito grato pelos esclarecimentos.
        Agora tenho um referencial para me orientar.
        Desta forma, o movimento tem o meu apoio incondicional, pois não vejo, verdadeiramente, outra instituição capaz de reconstruir a civilização senão a Verdadeira Fé Cristã.
        Salve Maria!

  3. Marcos Braga agosto 21, 2013 às 2:07 am

    Ilustre senhor Araí Daniele.
    Hoje, 20/08/2013, às 21 horas, em seu programa ao vivo, o Padre Paulo Ricardo fez uma exposição com o título: “Afinal, qual é o problema com o Missal de Paulo VI e porque Bento XVI desejou uma reforma da reforma litúrgica?”
    Há algum tempo, o senhor, me respondendo a uma indagação (não me lembro mais em que publicação), afirmara que o Pe Paulo Ricardo ainda não havia se rebelado contra a liturgia modernista e a reforma “gnóstica” e herética do CV II. Agora, parece que ele começou a se dar conta dos erros.
    Fiquei muito feliz com a “mea culpa” que ele fez, ao vivo, devido a sua insistência em defender o Missal conciliar, que incluía criticas severas ao rito disciplinado por São Pio V.
    Será que podemos renovar as esperanças de futuras mudanças? Mas sei que, essas mudanças, serão lentas e muita, mas muita resistência oporá os “modernistas”.
    Se posso lhe dar uma sugestão, caso o senhor não conheça, veja a obra maravilhosa implementada pela Administração Apostólica S. João Maria Vianney, resultado da luta, do esforço e da perseverança de Dom Antônio Castro Maya, no município de Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro, Brasil (http://www.adapostolica.org/novo/)
    Aguardo seus comentários.
    Grato, mais uma vez, por esse importantíssimo trabalho de esclarecimento.
    A paz de Jesus e as rogativas de Nossa Senhora.
    Cordialmente,
    Marcos Braga

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