Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

II – DILEMA DOS ANOS 70: PAULO 6º, PAPA PÉRFIDO OU FALSO CRISTO?

paulo6 efod

  • Em continuação do artigo anterior, publicamos a segunda parte do escrito traduzido por Júlio Fleichman da revista «Itinéraires» (206) publicado em «Permanência» (140-141). Seu autor é o padre dominicano  francês, Roger-Thomas Calmel (1914-1975), que nos anos Setenta foi um exemplo da resistência à Igreja de Paulo 6º. (Veja-se a página da “Breve Apologia para a Igreja de todos os Tempos lembrada no «Kyrie eleison» de Mons. Williamson (319).
  • Recordamos que a nossa resistência, em relação à do heróico padre que morreu em 1975, sem ter conhecido tudo o que seguiu no espírito ecumenista de Assis, enfrenta a continuidade de fatos medonhos que esse testemunho descreve. Deste pusemos em evidência o parágrafo sobre a ruína na Igreja causada pelas “traições de um papa que não poderiam ultrapassar “a duração de sua existência mortal.”
  • Sabemos que esta demolição continuou com os seguintes «papas conciliares», e sabemos com certeza trata-se da continuidade de um PROCESSO REVOLUCIONÁRIO ligado ao plano de maçonização global da Igreja. Dizia o Padre Calmel: “quando o papa exerce sua autoridade num nível abaixo daquele em que é infalível, ele não poderá fazer o jogo de Satã e favorecer até certo ponto a heresia; também, não está escrito nas Santas Cartas que alem de não poder ensinar formalmente uma outra religião… Mas foi isto que fez Paulo 6ª com sua igreja conciliar ecumenista, JÁ CONDENADA  na ‘MORTALIUM ANIMOS’ de Pio XI.

A resistência que hoje deixa de lado a questão crucial da ilegitimidade de «papas» que promovem tal processo demolidor, intrínseco ao Vaticano 2º, e que portanto falharam – no que comporta a infalibilidade papal na profissão da própria fé, é falsa resistência porque vã. Basta ver o resultado: já decorreu mais de meio século do V2 e ainda não se enfrentou o problema seríssimo dos anti-cristos no Vaticano, que continuam a suceder-se com seus tragi-cômicos atos ecumenistas, sem que os católicos entendam (nem em consciência) que o infiel não tem autoridade sobre o fiel; se têem sobre essa multidão é porque em verdade não se trata mais de verdadeiros fiéis, mas, queiram ou não os lefebvreistas ou guérardistas e quetais, de «apóstatas anônimos», materialiter! Uma multidão mais apegada à figura humana de um ecumenista, que à Religião única, posta por ele ao nível de qualquer outra. Não é este o sinal do Anticristo?

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II – A IGREJA E O PAPA EM TODOS OS TEMPOS E EM NOSSO TEMPO

R.-T. Calmel, O.P.

4 — Que nos importa se os adversários zombem de nós, acusando-nos de não sabermos distinguir na tradição uma parte contingente e variável do que é essencial e irreformável? Suas zombarias só poderiam nos atingir se caíssemos no ridículo de darmos o mesmo valor a tudo o que pretenda fazer parte da tradição. Não é assim. Dizemos somente, e isto é a única coisa que nos importa, que, primeiramente, nos pontos principais da tradição, a Igreja estável, certa, irreformável; depois, que todo o cristão, ainda que só um pouco instruído em sua fé, conhece-os sem hesitar; terceiro, que e a fé, não o livre exame, que nos permite discerni-los, assim como é a obediência, a piedade, o amor, não a insubordinação, que nos faz manter esta tradição; quarto, que as tentativas da hierarquia ou as fraquezas do papa que tenderam para destruir ou deixar destruir esta tradição, elas é que serão um dia destruídas, enquanto que a tradição triunfará. Estamos tranqüilos sobre este ponto: quaisquer que sejam as armas hipócritas postas pelo modernismo entre as mãos dos colegiados episcopais e do próprio vigário de Cristo,  armas do Inferno sobre as quais talvez se iludam  qualquer que seja a perfeição destas novas armas, a tradição, (por exemplo, do batismo solene que inclui os anátemas contra o Diabo maldito) não ficará afastada por muito tempo; a tradição de não absolver em princípio os pecados senão depois da confissão individual não ficara abandonada por muito tempo; a tradição da Missa católica tradicional, latina e gregoriana, com língua, Canon e conjunto de atitudes que sejam fieis ao missal romano de São Pio V, esta tradição será, cedo, recolocada em posição de honra; a tradição do catecismo de Trento, ou de um manual que lhe seja exatamente conforme, ressurgira sem tardar. Sobre os pontos principais do dogma, da moral, dos sacramentos, dos estados de vida, da perfeição a que somos chamados, a tradição da Igreja é conhecida por seus membros de todos os níveis. Ai se manterão eles (com a consciência tranqüila) mesmo se os guardiães hierárquicos desta tradição pretenderem intimidá-los ou lançá-los na dúvida; mesmo se os perseguirem com os ácidos refinamentos dos carrascos modernistas.

Estão seguríssimos de que, mantendo a tradição, não cortam com o vigário visível de Cristo. Porque o vigário visível de Cristo é governado pelo Cristo de tal maneira que não possa transmutar a tradição da Igreja, nem fazê-la esquecer. Se por infelicidade tentar o contrário, ele mesmo ou seus sucessores imediatos serão obrigados a proclamar, alto e bom som, o que permanece para sempre vivo na memória da Igreja: a tradição apostólica. A Esposa de Cristo não corre o risco de perder a memória.

Quanto aos que dizem, a esse respeito, que tradição é sinônimo de esclerose, ou que o progresso se faz em oposição a tradição, em resumo, todos os que levam ao delírio, as miragens de uma absurda filosofia da evolução, recomendo-lhes ler São Vicente de Lerins no seu Commonitorium e estudar um pouco mais a história da Igreja: dogmas, sacramentos, estruturas fundamentais, vida espiritual, para entrever a diferença essencial que existe entre : “seguir em frente” e “andar enviezado”; ter “idéias avançadas” ou “avançar segundo idéias justas”; resumindo : distinguir entre profectus e permutatio.

5 — Mais do que em tempo de paz, tornou-se útil e salutar meditar com espírito de fé sobre as provações da Igreja. Seriamos talvez tentados a reduzir estas provações às perseguições e ataques vindos do exterior. Ora, os inimigos do interior são geralmente mais temíveis; conhecem melhor os pontos vulneráveis, podem ferir ou envenenar quando menos se espera, o escândalo que provocam é bem mais difícil de vencer. Assim, em uma paróquia, um educador anti-religioso, por mais que faça, não conseguira estragar o povo fiel tão profundamente quanto um padre gozador e modernista. Assim como um simples padre que deixa a batina, ainda que com escândalo, não terá conseqüências tão funestas quanto a incúria ou a traição de um bispo. De qualquer maneira, é certo que se um bispo trai a fé católica, mesmo sem deixar a batina, impõe à Igreja uma provação muito mais acabrunhadora do que um padre que toma uma mulher e que deixa de oferecer a santa Missa.  Depois disto, é preciso explicar que espécie de provação pode sofrer a Igreja de Jesus Cristo por obra do próprio papa, pelo vigário de Cristo em pessoa? À simples formulação desta pergunta, muitos escondem o rosto e não estão longe de gritar que é blasfêmia. Este pensamento os tortura. Recusam-se a olhar de frente uma provação de tal gravidade.

Compreendo seus sentimentos. Não ignoro que uma espécie de vertigem se apodera da alma quando esta e posta diante de certas iniqüidades.

Sinite usque huc (Luc., XX, 51) dizia Jesus agonizante aos três Apóstolos, quando avançava a soldadesca do grande sacerdote que vinha para prender Jesus, arrastá-lo ao tribunal e à morte, Ele que é o Padre soberano e eterno. Sinite usque huc; é como se o Senhor dissesse: o escândalo pode atingir até aqui; mas deixai; é segundo minha recomendação: VIGIAI E ORAl POIS O ESPÍRITO ESTÁ PRONTO MAS A CARNE É FRACA. Sinite usque huc : pelo consentimento em beber do cálice Eu vos mereci todas as graças, enquanto vós dormíeis e me deixastes só; obtive particularmente uma graça de força sobrenatural na medida de todas as provas; na medida até mesmo da provação que pode sobrevir à santa Igreja por obra do papa.

Tornei-vos capazes de escapar a esta própria vertigem.

A respeito desta provação extraordinária há o que diz a História da Igreja e o que não diz a revelação sobre a Igreja. Pois a revelação sobre a Igreja não diz em parte alguma que os papas não pecarão nunca por negligência, covardia, espírito mundano na guarda e na defesa da tradição apostólica. Sabemos que não pecarão nunca fazendo crer diretamente em uma outra religião : este é o pecado de que estão preservados pela natureza de seu cargo. E quando empenham sua autoridade dotada de infalibilidade e o próprio Cristo que nos falara e nos instruíra: este é o privilegio de que são revestidos no momento em que se tornam sucessores de Pedro. Mas se a revelação nos afirma estas prerrogativas do papado não diz em parte alguma que, quando o papa exerce sua autoridade num nível abaixo daquele em que é infalível, ele não poderá fazer o jogo de Satã e favorecer até certo ponto a heresia; também, não está escrito nas Santas Cartas que alem de não poder ensinar formalmente uma outra religião, o papa nunca poderá deixar sabotar as condições indispensáveis à defesa da verdadeira religião. Uma tal defecção chega a ser consideravelmente favorecida pelo modernismo.

Assim, a revelação sobre o papa não assegura em parte alguma que o vigário de Cristo não infligira nunca à Igreja a provação de certos escândalos graves; falo de escândalos graves não só na ordem dos costumes privados, mas também na ordem propriamente religiosa e, se se pode assim dizer, na ordem eclesial da fé e dos costumes. De fato, a história da Igreja nos relata que este gênero de provação vinda por obra do papa não faltou à Igreja, ainda que tenha sido rara e nunca tenha se prolongado em estado agudo. O contrário é que seria surpreendente, quando se constata o pequeno numero de papas canonizados depois de Gregório VII, o pequeno número de vigários de Cristo que são invocados e venerados como amigos de Deus, santos de Deus. E o mais surpreendente e que papas que suportaram tormentos cruéis, por exemplo um Pio VI ou um Pio VII, não tenham sido tidos como santos nem pela Vox Ecclesiae nem pela Vox populi. Se esses pontífices, apesar de terem sofrido duramente por serem papas, não suportaram o sofrimento com tal grau de amor que fossem por isso santos canonizados, como se espantar que outros papas, que consideram seu cargo de um modo mundano, cometam faltas graves, ou imponham a Igreja de Cristo provações particulares temíveis e dilacerantes? Quando se está reduzido ao extremo de ter tais papas, os fieis, os padres, os bispos que querem viver da Igreja tem o grande cuidado de não somente rezar pelo Pontífice supremo, que é  então motivo de grande aflição para a Igreja, mas se apegam, mais do que nunca, à tradição apostólica: à tradição dos dogmas, do missal e do ritual; à tradição do progresso interior e ao chamado de todos ao perfeito amor no Cristo.

É aqui que a missão daquele irmão pregador que, entre todos os santos é o que mais diretamente trabalhou para o papado, é aqui que a missão do filho de São Domingos, Vicente Ferrer, é particularmente esclarecedora. Anjo do julgamento, legado a latere Christi, fazendo depor um papa depois de ter tido a seu respeito uma infinita paciência, Vicente Ferrer é também, e ao mesmo tempo, o missionário intrépido e cheio de benignidade, transbordante de prodígios e milagres, que anuncia o Evangelho a multidão imensa do povo cristão. Ele traz em seu coração de apóstolo não apenas o pontífice supremo, tão enigmático, tão obstinado, tão duro, mas ainda todo o conjunto do rebanho de Cristo, a multidão dos homens do povo desamparados, a turba magna ex omnibus tribubus et populis et linguis. Vicente compreendeu que o autêntico serviço da Igreja estava longe de ser o cuidado maior do vigário  de Cristo; o papa punha em primeiro lugar a satisfação de sua obscura vontade de poder. Mas se, ao menos entre os fieis, o senso da vida dentro da Igreja podia ser despertado, o cuidado de viver em conformidade com os dogmas e os sacramentos recebidos da tradição apostólica; se um sopro puro e veemente de conversão e de oração se desencadeasse enfim sobre a cristandade lânguida e desolada, então, sem dúvida, poderia aparecer um vigário de Cristo que fosse verdadeiramente humilde, tivesse uma consciência cristã de seu cargo supereminente, se preocupasse em exercê-lo o melhor possível, no espírito do Soberano Padre. Se o povo cristão reencontrasse uma vida de acordo com a tradição apostólica, então se tornaria impossível ao vigário de Jesus Cristo,, quando se tratasse de manter e defender esta tradição, cair em certos desvios por demais profundos, deixar-se envolver em certas cumplicidades com a mentira.

Tornar-se-ia necessário que um bom papa ou talvez um papa santo sucedesse sem tardar ao mau papa ou ao papa transviado.

Mas muitos fieis, padres, bispos gostariam que em dias de grande infelicidade, quando a provação chega à Igreja da parte de seu papa, as coisas se ponham em ordem sem que eles tenham de fazer nada ou quase nada. No Maximo, aceitam murmurar algumas orações. Hesitam mesmo diante do rosário cotidiano: cinco dezenas cada dia, oferecidas a Nossa Senhora, em honra da vida oculta, da Paixão e fidelidade à tradição apostólica, no que diz respeito aos dogmas, ao missal e ritual, à vida interior (o progresso da vida interior faz, evidentemente, parte da tradição apostólica). Tendo, como fieis, consentido em ser tíbios, escandalizam-se, no entanto, com que o papa, como papa, não seja, ele tampouco, fervorosíssimo quando se trata de guardar para a Igreja toda a tradição apostólica, quer dizer, cumprir fielmente a missão única que lhe foi confiada. Esta visão das coisas não é justa. Quanto mais necessidade temos de um santo papa, mais devemos começar por colocar nossa vida, com a graça de Deus e guardando a tradição, nas pegadas dos santos. Então o Senhor Jesus acabará por conceder ao rebanho o pastor visível que o rebanho se esforçou por merecer.

À insuficiência e defecção do chefe não acrescentemos nossa negligência particular. Que a tradição apostólica esteja ao menos viva no coração dos fieis mesmo se, no momento, ela e fraca no coração e nas decisões daquele que é responsável pela Igreja. Então, certamente, o Senhor usará de misericórdia para conosco.

Ainda mais, é preciso para isto que nossa vida interior se refira não ao papa, mas a Jesus Cristo. Nossa vida interior, que inclui evidentemente, as verdades da revelação a respeito do papa, deve se referir puramente ao Soberano Padre, a nosso Deus e Salvador Jesus Cristo, para sobrepujar os escândalos que sobrevêm à Igreja pelo Papa. Tal é a lição imortal de São Vicente Ferrer nos tempos apocalípticos de uma das maiores falências do pontífice romano. Mas, com o modernismo, estamos conhecendo provações mais terríveis. Razão a mais, imperiosa, para vivermos puramente, e em todos os pontos, a tradição apostólica;  em todos os pontos, compreendendo esse ponto capital de que, praticamente, nunca mais se falou depois da morte do padre dominicano Garrigou-Lagrange : a tendência efetiva para a perfeição do amor. E no entanto, na doutrina moral revelada pelo Senhor e transmitida pelos apóstolos, está dito que devemos tender para o amor perfeito, já que a lei do crescimento em Cristo é a própria lei da graça e da caridade que nos unem ao Cristo.

6 — Devemos ainda considerar a transcendência e obscuridade do dogma relativo ao papa: o dogma de um pontífice que e vigário universal de Jesus Cristo e que, no entanto, não esta ao abrigo de falhas, ate mesmo graves, que podem ser muito perigosas para os súditos. Ora, o dogma do pontífice romano não e, em si mesmo, senão um aspecto do mistério mais fundamental, o da Igreja. Sabemos que duas grandes proposições nos introduzem neste mistério (1) : primeiramente, a Igreja, recrutada entre pecadores, o que somos todos, e no entanto dispensadora infalível da luz e da graça, porque, infalivelmente, do alto dos céus, seu chefe e salvador a anima, a sustenta e a governa; enquanto que, sobre a terra, Ele oferece por ela seu sacrifício e a alimenta de Sua própria substância.

(1)   Ver nosso livro “Os Misterios do Reino da Graca” — T. 1, cap. VII.

Em seguida, a Igreja, Esposa santa do Senhor Jesus, deve ter parte na cruz, incluindo a cruz da traição pelos seus;  ela não deixa por isso, de ser assistida fortemente em sua estrutura hierárquica, a começar pelo papa, e de ser ardente de caridade; em resumo, permanece em todo tempo bastante pura e santa para ser capaz de participar das provações de seu Esposo, incluindo a traição de certos hierarcas, conservando intacto seu senhorio interior e sua força sobrenatural. A Igreja não será nunca entregue a vertigem.

Se, em nossa vida interior, a verdade cristã a respeito do papa está situada como deve no interior da verdade cristã a respeito da Igreja, venceremos na luz o escândalo da mentira que pode sobrevir à Igreja pelo vigário de Cristo ou pelos sucessores dos apóstolos.

Ao menos quanto aos bispos, santa Joana d’Arc é, nisso, um modelo incomparável. Por nossa vez, e segundo nossa fraca medida, tentaremos ser fieis àquilo que foi uma das graças particulares de santa Joana d’Arc.

7 — Quando pensamos no atual papa (Paulo VI), no modernismo instalado na Igreja, na tradição apostólica, na perseverança nesta tradição, somos cada vez mais reduzidos a só podermos considerar estas questões na oração, implorando instantemente pela Igreja inteira e por aquele que, em nossos dias, conserva nas maos as chaves do reino dos céus. Ele as conserva em suas mãos, mas delas não faz uso, por assim dizer. Deixa abertas as portas do aprisco que dão para o caminho por onde se aproximam os malfeitores; não fecha as portas protetoras que os seus predecessores tinham mantido invariavelmente trancadas, com fechaduras inquebráveis e cadeados infranqueáveis; algumas vezes até parece abrir o que será para sempre conservado fechado e este e o equivoco do ecumenismo pos-conciliar. Eis-nos reduzidos a necessidade de só pensar na Igreja rezando por ela e pelo papa. É uma benção. No entanto, pensar na nossa Mãe, pensar na Esposa de Cristo nestas condições de grande piedade, não diminui em nada a resolução de ver claro. Ao menos que esta lucidez indispensável, esta lucidez sem a qual afrouxara toda forca, seja penetrada de tanta humildade e doçura que façamos violência ao Soberano Padre para que Ele se apresse em nos socorrer. Deus in adjutorium meum intende, Domine ad adjuvandum me festina. Pedimos-lhe encarregar sua santíssima Mãe, Maria Imaculada, de nos trazer, o mais cedo possível, o remédio eficaz.

(Tradução de “Itinéraires”, 206 de Julio Fleichman.)

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