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ISRAEL SHAHAK e o endiabrado GORE VIDAL acusam a ameaça ISRAEL

gore vidalThis subject have been approached in our articles in Portuguese and Italian. Briefly, it deals with the fact that we cannot understand human history, and present events, without considering the People which is at its center; the Jews. And the Jews cannot understand the present and the future without the Word of Our Lord Jesus Christ, specially in Luke 21, 24: «And they shall fall by the edge of the sword and shall be led away captives into all nations; and Jerusalem shall be trodden down by the Gentiles till the times of the nations be fulfilled.»
At this light, Gore Vidal witness the power they have reached today (since the times of the Christian Nations have been fulfilled); if US is the visible superpower, the Jewish lobby is the invisible mega power that rules it by the high Finance. But Israel Shahak observes the reasons why the Israel power is unbalanced and precarious: since it lacks any universality, as it is clear in their behaviour towards the world of non Jews.

* * *

Gore Vidal (3.X.1925, + 31.7.2012), escritor, ensaísta e dramaturgo, foi um dos mais agudos e desinibidos críticos da política americana. Pena que fosse também autor de endiabradas peças sacrílegas. Que não tenha sido este ataque virulento ao Cristianismo a dar-lhe carta branca também para outros ataques desassombrados! Em todo caso atacou a fundo o sionismo e nesse sentido prefaciou o livro contra-corrente do destemido judeu Israel Shahak, que por sua vez pôs à mostra os podres do regime sionista de Israel.

Sobre isto é de grande importância, também para ter a medida do mal presente que ocorre na Síria e no Líbano, e que pode estender-se ao Irão e à uma guerra mundial, ler o que estes autores tiveram a coragem de dizer, enquanto o mundo se cala. Antes, segue o que os poderosos mundialistas financiadores de Israel determinam aos países escravizados por dívidas colossais.

Aqui nos interessa o que ele escreveu sobre as relações sub-reptícias tramadas pelo Estado de Israel com a potência dos EUA, que representa um verdadeiro castigo para os americanos e para o mundo das nações dos gentios: nós todos não judeus.

E visto que a volta dos Judeus a Jerusalém, que está nas profecias do Antigo Testamento e no Novo nas palavras de Jesus ao prever o fim do tempo da nações (cristãs: Lucas 21, 24), esta volta pode bem representar o prelúdio de uma catástrofe sem precedentes, com um castigo do fim dos tempos.

Segue o prefácio do livro de Israel Shahak «Storia Ebraica e Giudaismo» ]EWISH HISTORY ]EWISH RELIGION, THE WEIGHT OF THREE THOUSAND YEARS, 1994. (Tradução italiana aos cuidados do Centro Librario Sodalitium e nossa tradução portuguesa a partir da italiana.)

Prefácio de Gore Vidal

No final dos anos cinqüenta, aquele grande fofoqueiro e historiador amador que fora John F. Kennedy disse-me que Harry Truman, em 1948, justamente quando se apresentou candidato às eleições presidenciais, tinha sido praticamente abandonado
por todos. Foi então que um sionista americano foi vê-lo no trem eleitoral e entregou-lhe uma pasta com dois milhões de dólares em dinheiro. É por isso que os Estados Unidos reconheceram imediatamente o Estado de Israel.
À diferença de seu pai, o velho Joe, e de meu avô, o senador Gore, nem eu nem Jack éramos anti-semitas e assim comentamos esse episódio como uma das muitas histórias engraçadas por conta de Truman e da tranqüila corrupção à luz do sol da política americana. Infelizmente, o apressado reconhecimento do Estado de Israel produziu 45 anos de confusão e massacres alem da destruição do que os companheiros sionistas acreditava que iria se tornar um Estado pluralista, pátria de muçulmanos, cristãos e judeus nascidos na Palestina e dos imigrantes europeus e norte-americanos, incluindo aqueles que estavam convencidos que o grande corretor de imóveis celeste tinha dado
a eles, para a eternidade, a posse das terras da Judéia e da Samaria. Porque muitos desses imigrantes, quando estavam na Europa, tinham sido socialistas sinceros, nós esperávamos que não permitiriam que o novo estado se tornasse uma teocracia e que teriam sabido viver lado a lado, como iguais, com os palestinos nativos.
Infelizmente, as coisas não decorreram assim. Eu não entendo aqui rever mais uma vez as guerras e tensões que têm arruinado e arruína, aquela infeliz região. Me basta lembrar quanto a invenção apressada de Israel envenenou a vida política e intelectual dos Estados Unidos, este patrono improvável de Israel. Digo improvável porque,
na história dos Estados Unidos da América, nenhuma outra minoria jamais extorquiu aos contribuintes americanos tanto dinheiro para investir na “pátria”. Era como se nós, contribuintes, fossemos forçados a financiar o Papa para a reconquista dos Estados Pontifícios, simplesmente porque um terço dos habitantes dos Estados Unidos são católicos. Se fosse tentada uma coisa dessas, teria surgido uma reação violentíssima e o Congresso ter-se-ia logo oposto decididamente. No caso dos judeus, ao contrário, uma minoria que representa menos de dois por cento da população comprou ou intimou setenta senadores, os dois terços necessários para anular qualquer improvável veto presidencial, e beneficiou do apoio maciço da mídia.
De certa forma, eu admiro o modo como o lobby judaico conseguiu garantir que, desde então , bilhões e bilhões de dólares fossem a Israel “baluarte contra o comunismo”. Na verdade, a presença da URSS e do peso do comunismo foram nessas regiões, menos que relevantes e a única coisa que nós americanos fomos capazes de fazer foi de atrair a hostilidade do mundo árabe, que antes era nosso amigo. Ainda mais clamorosa foi a desinformação sobre tudo o que ocorre no Oriente Médio e se a primeira vítima de tão descaradas mentiras foi o contribuinte norte-americano, do lado oposto foram também
os judeus dos Estados Unidos que são constantemente chantageados pelos terroristas de
profissão por como Begin ou Shamir.
Pior ainda, para além de algumas honrosas exceções , os intelectuais judeus americanos abandonaram o liberalismo para estipular alucinadas alianças com a direita política religiosa cristã, anti-semita, e com o complexo militar-industrial do Pentágono. Em 1985, um desses intelectuais declarou abertamente de carga que quando os judeus haviam chegado nos Estados Unidos tinham encontrado “mais afinidade com a opinião pública e a política liberal”, mas que, agora, é do interesse do judaísmo a aliança com o fundamentalista protestantes, porque, afinal, “há, talvez, alguma razão pela qual nós judeus devemos permanecer fiéis, dogmaticamente e com a hipocrisia, as idéias que compartilhamos ontem?”.
A este ponto, a esquerda americana se dividiu e aqueles entre nós que criticam os nossos ex-aliados dos judeus por causa deste seu insensato oportunismo são imediatamente marcados com o epíteto ritual de “anti-semita” ou por “odiarem a si mesmos.”
Felizmente, a voz da razão está viva e forte e provem do mesmo Israel. De Jerusalém, Israel Shahak, com as suas contínuas e sistemáticas análises, desmascara a miserável
política israelense e o mesmo Talmude, em outras palavras, o efeito que tem toda a tradição rabínica no pequeno Estado de Israel, que os rabinos da extrema-direita atual querem transformar em uma teocracia reservada apenas para os judeus.

Shahak olha com os olhos da sátira todas as religiões que pretendem racionalizar o irracional, o como estudioso, faz ressaltar todas as contradições contidas nos textos. É um verdadeiro prazer ler, com a sua guia, aquele grande inimigo que odiava os gentios que foi o Dr. Maimonides!
Escusado será dizer que as autoridades israelitas lamentam o trabalho de Shahak, mas não podem fazer nada contra um professor universitário de química aposentado, nascido em Varsóvia, em 1933, que passou anos de sua infância no campo de concentração nazista de Belsen. Em 1945 Shahak foi para Israel, serviu no exército israelense e não se tornou marxista nos anos em que era moda ser marxista. Shahak era, e é, um humanista que detesta o imperialismo seja que se manifeste como o Deus de Abraão seja com a política de George Bush e, com a mesma força, a mesma ironia e competência,
se opõe ao núcleo totalitário do judaísmo.

Israel Shahak é um Thomas Paine mais culto que continua a raciocinar e, de ano em ano, nos revela as prospectivas que temos e nos dá os instrumentos para esclarecer-nos sobre a longa história às nossas costas. Aqueles que se preocupam por ele serão talvez os mais sábios, ou devo mesmo dizer? melhores, mas Shahak é o mais recente, se não o último dos grandes profetas.

 

Segue o início do 1º Capítulo do livro de Israel Shahak

«Este livro, embora escrito em inglês e dirigido a quem vive fora do Estato de Israel, é, a seu modo, o completamento da minha atividade política como judeu, cidadão de Israel.

«Comecei em 1965-1966 com um protesto que, naquele tempo, suscitou um notável escândalo. Eu estava presente, num sábado (Shabbat), quando um judeu ortodoxo recusou-se de pôr à disposição o seu telefone para chamar uma ambulância que levasse ao hospital um não judeu que tivera um colapso. Ao invés de limitar-me a publicar o episódio na imprensa, pedi que o tribunal rabínico de Jerusalém se reunisse e  considerasse o caso. Come é sabido, o tribunal é composto por rabinos nomeados pelo Estado de Israel. Perguntei, então se tal comportamento fosse legítimo à luz da sua interpretação da religião hebraica, e os rabinos responderam que o judeu em questão se haviam comportado com coerência, ou melhor segundo os ditames da fé, e citaram para seu suporte um passo do autorizado Compêndio das leis talmúdicas, escrito neste século. De minha parte publiquei todos os detalhes do “acidente” sobre o quotidiano hebráico “Ha’aretz” fato que provocou um verdadeiro e próprio escândalo sobre todos os mídia. Os resultados foram bem negativos, pelo menos para mim. Nem as autoridades rabínicas israelitas nem as da diáspora jamais desmentiram o princípio segundo o qual os judeus não podem violar o Shabbat para salvar a vida de um gentio. Aquelas autoridades rabínicas limitaram-se a acrescentar, com unção sacerdotal, que se um gesto semelhante tivesse posto em perigo os judeus, a violação do Shabbat teria sido lícita, mas só para evitar danosas conseqüências para eles, não para os gentios.

«Partindo dos conhecimentos de minha juventude, pus-me a estudar as leis talmúdicas que regulam as relações entre judeus e não judeus chegando à conclusão que nem o sionismo, incluindo o seu aspecto leigo, nem a política do Estado de Israel desde a sua fundação, nem aquela dos judeus da diáspora que o apóiam desde o exterior, são compreensíveis se não se considera o influxo decisivo que têm estas leis e a visão do mundo que elas criam e exprimem. Desde então, a minha convicção foi dramaticamente reforçada, mesmo em abstrato, da política perseguida depois da Guerra dos seis dias e em particular do apartheid imposto pelo regime de Israel nos territórios ocupados e da atitude da maioria dos judeus diante dos direitos dos palestinos.

«Com estas afirmações não quero ignorar as considerações políticas ou estratégicas que condicionam a classe dominante de Israel. Digo apenas que a política israelita hodierna é uma integração entre considerações realistas, segundo a minha opinião tanto válidas como erradas, morais e imorais, de influências ideológicas. Estas últimas exercem um peso maior na medida em que são menos discutidas e “trazidas à luz”, e denunciadas.

«Todas as formas de racismo, discriminação e xenofobia são mais fortes e têm maior peso político se são dadas por inevitáveis e aceitas como algo de natural pela sociedade que as pratica. Ainda mais se a discussão é proibida, seja formalmente que por acordo tácito. Quando o racismo, a discriminação e a xenofobia prevalecem entre os judeus e são dirigidas contra os não judeus, alimentadas por motivações religiosas, reproduzem fielmente o caso oposto, isto é o anti-semitismo com suas raízes religiosas. Hoje, enquanto o segundo é amplamente discutido, a existência mesma do primeiro é geralmente ignorada, mais fora de Israel que dentro as suas fronteiras.

«Vamos definir o Estado de Israel

«Se não se põe em discussão a predominante atitude judaica para com os não judeus, não se pode entender nem mesmo o conceito de “estado israelita” (Jewish State), como Israel prefere definir-se. A generalizada mistificação que, sem considerar o regime de apartheid dos territórios ocupados, define Israel como uma verdadeira democracia, nasce da recusa de ver o que significa para os não judeus o “estado israelita”.

«Estou convencido que Israel em quanto Jewish State é um perigo não só para si mesmo e para os deus habitantes, mas para todos os judeus e par os outros povos e estados do Médio Oriente e mesmo algures. Estou igualmente convencido que outros estados ou entidades políticas do Médio Oriente que se proclamam “árabes” ou “muçulmanos”, definições análogas a de “estado israelita”, representam esses também um perigo. Todavia, enquanto deste último perigo todos falam, daquele implícito no caráter hebraico do Estado de Israel é sempre calado e ignorado. Desde a sua fundação, o conceito que o novo Estado de Israel era um “estado israelita” foi confirmado por toda a classe política e inculcado na população com todos os meios… Bastaria isto para demonstrar que Israel não é uma democracia porque se funda numa ’ideologia israelita para exclusão não só de todos não judeus mas também de não judeus cidadãos de Israel, que não sejam dispostos a aceitá-la.»

Eis só uma amostra inicial sobre o ódio posto na alma desse povo. O fato certo é que só um evento di enormes dimensões poderia trazer de volta à fé, à uma verdadeira conversão dos corações, quem odeia radical e religiosamente os outros povos, hoje reduzidos a uma geração consumista, paganizada e apóstata, como é a presente.

Mas como Deus pode obter dos piores males os melhores resultados, para os Judeus que retomaram Jerusalém e alcançaram um enorme poder sem chegar à conversão, parece que precisam partir dessa clamorosa vitória histórica sobre as nações para provocarem a sua própria devastação. Será preciso esta para que elevem os olhos ao Salvador? Se não o fizemos nós todos no tempo da prosperidade, tudo indica que devemos reconhecer a Vontade divina no meio de grandes castigos, para então elevar os olhos ao Alto e por fim todos exclamarmos aflitos: – “Bendito o que vem em Nome do Senhor!” Rezemos para que seja feita a Sua adorável Vontade, em Jerusalem, como na Síria. em Roma como no mundo todo.

6 Respostas para “ISRAEL SHAHAK e o endiabrado GORE VIDAL acusam a ameaça ISRAEL

  1. Z. Batiz setembro 11, 2013 às 8:42 pm

    It was very surprising to see that this kind of a topic should be addressed on such a website. If there is a conspiracy to undermine the Faith (and this has been thoroughly and extensively documented), this is only a small (albeit the most important) part of the big picture. How to achieve world domination if there is something in the way? There is something related to doctrine, to the Church but especially to the new papacy. In particular, Jewish influence at Vatican 2 has indeed been documented. So this is the reason for addressing this touchy topic, therefore there is no real change of heart, so to say. Too bad that this was not explicitly specified in the article.
    Now what is the relevance of the article? In my opinion, this would be the fact that even our adversaries, such as Gore Vidal and some independent people (as Israel Shahak, who was never part of our movements) can come to the same conclusion as some Traditional Catholics. In conclusion we are not some conspiracy freaks and doomsday sayers as our adversaries would like to portray us.

  2. Pro Roma Mariana setembro 12, 2013 às 8:26 am

    This subject have been approached in our articles in Portuguese and Italian.
    Briefly, it deals with the fact that we cannot understand human history, and present events, without considering the People which is at its center; the Jews. And the Jews cannot understand the present and the future without the Word of Our Lord Jesus Christ, specially in Luke 21, 24: «And they shall fall by the edge of the sword and shall be led away captives into all nations; and Jerusalem shall be trodden down by the Gentiles till the times of the nations be fulfilled.»
    At this light, Gore Vidal witness the power they have reached nowadays (since the times of the Christian Nations have been fulfilled); if US is the visible superpower, the Jewish lobby is the invisible mega power that rules it by the high Finance.
    But Israel Shahak observes the reasons why the Israel power is unbalanced and precarious: since it lacks any universality, as become clear in their behaviour towards the world of non Jews.

    * * `*

    Este assunto tem sido abordado em nossos artigos em Português e Italiano.
    Resumidamente, trata-se do fato de que nós não podemos compreender a história da humanidade, e os eventos atuais, sem considerar as pessoas que está em seu centro, os judeus. E os judeus não consegue entender o presente eo futuro, sem a Palavra de Nosso Senhor Jesus Cristo, especialmente em Lucas 21, 24: “E cairão ao fio da espada e serão levados cativos para todas as nações, e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos das nações ser cumpridas. »
    Nessa luz, Gore Vidal testemunha o poder que eles têm alcançado hoje em dia (desde os tempos das nações cristãs foram cumpridas), se a superpotência dos EUA é visível, o lobby judeu é o mega-poder invisível que governa pela alta finança.
    Mas Israel Shahak observa as razões pelas quais o poder de Israel é desequilibrado e precário: uma vez que carece de qualquer universalidade, como ficou claro em seu comportamento em relação ao mundo dos não judeus.

  3. Pro Roma Mariana setembro 12, 2013 às 8:34 am

    Alberto Carlos Neves Cabral escreve:
    Ao rejeitarem Nosso Senhor Jesus Cristo, os judeus, até aí depositários da religião verdadeira, tornaram-se, directamente, instrumentos de satanás no mundo. A doutrina e a Bíblia foram invertidas; a superstição invadiu o universo mental dos judeus no seu ódio a Jesus. COLECTIVAMENTE NÃO PODEM SER ABSOLVIDOS DE DEICÍDIO. Aproveitando e exagerando o genocídio de que foram vítimas pelo também diabólico poder nazi, os judeus consideraram-se credores do mundo. De notar que a tragédia que sofreram constituiu um Castigo colectivo infligido pela Divina Providência, ainda que usando MATERIALMENTE um mau instrumento. “Que o Seu sangue caia sobre nós e sobre os nossos filhos”. A mão deicida dos judeus esteve no maldito concílio de Roncalli e Montini através do Bnai Brit. A sua conversão no fim dos tempos,penso será sobretudo qualitativa. Só então poderão ser absolvidos colectivamente do crime de deicídio, só a Santa Madre Igreja pode proceder a tal absolvição.

  4. Pro Roma Mariana setembro 12, 2013 às 8:41 am

    José S. E. nos escreve:
    «Sei que há em Israel uma pequena comunidade judaica, mais ou menos
    perseguida pelos seus compatriotas pelo facto de estarem num contexto de
    sensibilização à verdadeira revelação divina respeitante à verdade da
    conversão dos judeus no fim dos tempos e que tinha cada vez mais expressão.
    Pessoalmente e tal como profetizado, também acredito na conversão dos
    judeus, de tal modo que rezo todos os dias por esta intenção. Sei, até pelo
    Talmude, que os judeus ortodoxos, odeiam de morte tudo o que não é judeu
    (goim). Ao contrário, eu não os odeio, antes rezo pela sua pronta conversão.
    Como estamos perto do Fim dos Tempos, creio que tal não possa demorar muito
    mais. Mas, tal como para chegarmos ao anunciado triunfo do Imaculado Coração
    de Maria (e que será concedido ao mundo algum tempo de paz), não creio que
    não seja senão através de terríveis provações que purificarão a humanidade
    iniqua em que vivemos. Teremos que passar também pela vinda do Governo
    Mundial (nova ordem mundial), Anticristo, etc. só não sei bem é porque
    ordem.

  5. Pro Roma Mariana setembro 12, 2013 às 8:56 am

    Houve um leitor que nos censurou pesadamente por termos publicado Gore Vidal, que não é católico e mesmo anti-católico. Seu texto é tão descabido que não publicamos para não envergonhá-lo. Parece longe de entender que os melhores testemunhos do que se passa no governo da América e em Israel não são necessariamente cristãos. Tenha paciência e pense quando quer criticar! Quanto ao falecido Gore Vidal, para que não se pense que fora destas informações que publicamos, temos algo que ver ou apreciar na sua obra, usamos o adjetivo «endiabrado» e ao lado de sua foto, uma cena de suas «peças», como se encontra na Internet.

  6. Kayla Randolph setembro 20, 2013 às 4:35 pm

    “Uma conferência internacional na qual um racista como Ahmadinejad, que defende dia e noite a destruição de Israel, é convidado a palestrar expõe [por si só] quais são seus objetivos e seu caráter”, disse o ministro israelense em comunicado. Israel também pediu ao presidente suíço, Hans-Rudolf Merz, que cancele um encontro com o presidente iraniano.

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