Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O «MISSING LINK» DO NOTÁVEL DEBATE OLAVO x DUGIN

DuginOlavo


 

Arai Daniele

Com esta e outras leituras dos autores em questão, conclui-se que ambos têm uma ampla visão do aspecto fundamentalmente espiritual da Política, como arte e ciência de governar a «polis» humana para o bem e o fim de seus membros. Isto para cristãos, como eles se confessam, passa pelo reconhecimento da intervenção de Deus na História, cujo momento culminante foi a encarnação do Seu Verbo, Jesus Cristo. Então não há que evitar, ao falar de Política, referir-se aos sinais dos desígnios divinos no mundo dos nossos tempos.

A Política para São Pio X (veja http://wp.me/pWrdv-Cue e também http://wp.me/pWrdv-tQ), não é outra que a prudência do governo dos povos para o bem comum tendo em vista o fim dos homens segundo os desígnios divinos. A grande crise atual não foge desta equação no negativo em razão da conseqüente descristianização que, ignorando o fim da vida humana é prelúdio de castigo para que se volte à justiça do Decálogo, essência da Lei natural e divina; a fim de que se entenda ser todo poder civil procedente de Deus (Immortale Dei, Leão XIII). É o que sabem os homens adentrados na filosofia verdadeira que permeia a vida e o crer desde tempos imemoriais. Isto tem por base a relação causa e efeito; de bem e ordem contraposto ao mal e desordem. Era assim no tempo de Nínive do Profeta Jonas, como hoje no mundo dos falsos guias; dos Obamas da «nova desordem mundial», como dos falsos profetas conciliares da grave desordem das almas.

No artigo anterior «O nó do debate entre Olavo de Carvalho e Alexander Dugin» (http://wp.me/pWrdv-UI), não deixei claro o que vi como uma ausência que só fui lembrar noutro artigo «Podem o Olavo de Carvalho e o P. Paulo Ricardo ignorar a suma Revolução?» (http://wp.me/pWrdv-WU). Porque a Revolução, que é para os povos o que a revolta é para cada um, sempre teve seu contrário. Assim, no Império Romano era a força derivada da «Pietas», do culto dos pais, que na Cristandade é a força inquebrantável que está no Culto de Deus Pai, pelo Seu Filho e Espírito, autores de toda verdade e bem.

A sociedade humana é devedora desse Culto para sua própria elevação; ele se cumpre no Santo Sacrifício do Amor divino na Missa católica. Quando esta é aviltada, como fez Lutero e o faz toda revolução, a sociedade degrada.

Hoje esse assalto ao «Sacrifício perpétuo» de que falou o Profeta Daniel, se dá na mesma Igreja com a «Nova Ordem da Missa», o NOM de Paulo 6º, cujos resultados ruinosos são evidentes, mas porque ordenados desde as cúpulas, mesmo os melhores consagrados (P. P. Ricardo) custam a admiti-lo!

Daí que não há solução para a crise atual sem que as consciências voltem ao dever do verdadeiro Culto do Criador do mundo para o fim do Bem segundo Seus desígnios. E o pensamento do bem para o nosso tempo focaliza Fátima.

Disto devia ter falado logo. Se não o fiz foi só porque soube com atraso, e me desculpo, que também o Olavo de Carvalho não faz segredo de crer que para a ordem no mundo falta satisfazer à pedida consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Não só, mas que vê uma falha grave dessa assim chamada Igreja conciliar ao aspirar uma «nova ordem globalizante», como apontou na encíclica de Bento 16, «Caritas in Veritate» (Um globalismo cristianizado? Diário do Comércio, 10 de julho de 2009). O escrito deixa claro o seguinte:

“Em qualquer texto doutrinário que vise a influenciar de algum modo a vida política, é preciso distinguir três níveis: (1) os princípios morais e políticos gerais proclamados ou implícitos; (2) a análise da situação concreta, e (3) as ações sugeridas ou apoiadas. No primeiro nível, a Encíclica Caritas in Veritate proclama a necessidade de fundar toda política social na caridade, e está na verdade: “Só na verdade é que a caridade refulge e pode ser autenticamente vivida. A verdade é a luz que dá sentido e valor à caridade.” No segundo nível, oferece um diagnóstico totalmente falso das causas da presente crise econômica. No terceiro, sugere como remédio aos males da economia atual a intensificação e ampliação das mesmas causas que os determinaram. Por mais que eu respeite a pessoa do Papa e a santidade do seu ofício, não posso ver aí verdade nenhuma, nem portanto caridade, exceto se por esta palavra entendermos as boas intenções ineficazes que a própria Encíclica condena.”

Concluindo diz: “Se, em aparente compensação, Bento XVI exorta os planificadores globais a orientar suas ações num sentido cristão, ele não fornece nem a mais mínima sugestão prática de como realizar essa cristianização do globalismo. A proclamação dos valores cristãos paira no céu das generalidades abstratas, enquanto, no plano da ação prática, só o que se sugere é a ampliação dos controles globais. Sem conexão com as medidas efetivas sugeridas, o apelo à verdade e à caridade funciona, nesse documento, tão-somente como um adorno retórico, embelezando um programa político que não tem com ele a menor conexão lógica e que oferece, como solução do mal, a ampliação das causas que o geraram. Os líderes do G-8 estão livres para brandir a Encíclica Caritas in Veritate como um poderoso argumento em favor de políticas que já haviam escolhido de antemão.

“Para piorar formidavelmente as coisas, é público e notório que o poder globalista em expansão, longe de se inspirar no que quer que seja de genuinamente cristão, tem como um de seus objetivos professos – intimamente associado às suas políticas econômicas – a implantação de uma religião universal biônica, na qual a Igreja Católica, expurgada de seus elementos tradicionalistas, se integre como um instrumento dócil da maior farsa espiritual já tentada no universo (v. documentação cabal em Lee Penn, False Dawn. The United Religions Initiative [URI], Globalism and the Quest for a One-World Religion, Hillsdale, NY, Sophia Perennis, 2004). Ao longo do texto, Bento XVI esperneia, aqui e ali, contra o relativismo e a descristianização, como se estes males viessem do ar e não do mesmo establishment globalista cujo poder ele procura expandir.

O dilema em que esse documento coloca os católicos é temível: deverão eles, por obediência ao Papa, colaborar com o fortalecimento do mesmo poder global que os estrangula e vai tornando inviável o exercício público da sua fé, ou, ao contrário, devem voltar-se contra o Sumo Pontífice, aprofundar ainda mais a divisão na Igreja e dar munição à campanha mundial anticatólica? Qualquer das duas alternativas é inaceitável.” (ressaltes nossos)

Devo então voltar a falar desta U.R.I., que também pode ser vista como: Movimento de animação espiritual para a democracia universal» MASDU, para demonstrar como isto tudo não é alheio à «nova consciência conciliar» do Vaticano 2º e seus «papas», como está no nosso livro «Segredo de Fátima ou Perfídia em Roma?» no qual a questão da URI está em anexo (*).

A Grande Alienação = Apostasia Modernista (http://wp.me/pWrdv-2L)

O conceito de «alienação», usado e abusado pelo pensamento revolucionário, pode ajudar a esclarecer o statu quo da Igreja hoje; dos tempos que vivemos em relação a toda História humana.

Ora, a filosofia autêntica se consolida com a boa definição socrática de seus termos. Disto não está isento o pensamento religioso, para o qual o termo alienação define uma perda. Nesta luz, não há perda mais crucial que a relativa ao que liga à Palavra divina, à Verdade mesma, visto que esta é por definição conformidade ao real em todas as esferas. Assim, qual poderia ser a pior alienação para a alma e a mente de todo homem que a alienação da verdade objetiva a favor de ilusões subjetivas? Assim operou a mentalidade modernista, ecumenista e conciliar para a «atualização» do pensamento católico aos tempos.

Foi a filosofia hegeliana a apropriar-se do termo alienação, cujo significado foi em seguida adaptado por Feuerbach à nova mentalidade que cancela a idéia de Deus porque alienação seria “o ato com que o homem cria uma divindade perfeita, à qual se submete, resolvendo assim ilusoriamente os conflitos e os limites da própria condição!” Como se vê, tal “filosofia” não usa mais o significado objetivo convencional do termo, mas o adapta ao sentido que serve às próprias idéias para incutir um sentido subjetivo que passa do geral ao utópico; tudo para operar a grande “liberação” utopística consistente na praxe criativa com que o homem passou a moldar o conhecimento da própria origem, natureza e fim último. Aplicada tal tendência à religião, vamos dar na razão do «aggiornamento» conciliar cuja transformação mirava nada menos que a uma «nova consciência da Igreja» compreensiva de toda outra religião e ideologia! Tratar-se-ia, pois de promover a mente humana como autora da ordem terrena! Só estas resolveriam a condição atávica do homem – «alienado» pelo divino – e tudo seguindo a elaboração progressiva de uma “perfeição utópica”.

Há um paralelismo entre o pensar marxista e o conciliar-modernista diante da verdade, que pode ser seguido num texto significativo escrito por um aprovado pregador do Vaticano II. O movimento dos cristãos maiores de idade visava uma nova interpretação bíblica segundo a maturidade moderna. Seus termos transparecem finalmente no artigo do Osservatore Romano (OR), órgão oficioso do Vaticano e, portanto, o jornal do Papa, que publicou em sua primeira página (3.3.77), no local de destaque destinado a seus editoriais, mas que, inex­plicavelmente, não teve, no mundo, repercussão devida à sua extrema gravi­dade. Trata-se do artigo do franciscano Raniero Cantalamessa. Entre as inacreditáveis afirmações do artigo estava a de que o antigo critério da verdade objectiva verum est ens foi substituído, com o advento do histori­cismo, pelo verum est factum, substituído, por sua vez, com a passagem do Ilumi­nismo para o marxismo e o pensamento tecnológico moderno, pelo verum est fa­ciendum, em virtude do que a verdade que importa é o que fazer, isto é, a praxis. Pondo no passado os verbos que grifamos, o articulista perguntava: «Se a Tradição tinha um seu lugar quando o primado era da verdade – e, indiretamente, do passado – que utilidade poderia ter agora que este primado é atribuído à praxis e portanto ao futuro?». E acres­centava: «Esta – queiramos admiti-lo ou não – é a verdadeira, profunda razão da crise da Tradição na Igreja e na teologia». O perigo não está em que os católicos aceitem um «novo princípio de ver­dade», mas em que não o aceitem! (http://wp.me/pWrdv-Oc)

A revolução conciliar abriu a Igreja Católica a tal «falsidade» sobre a verdade que muda com o tempo. Trata-se do pior «relativismo modernista», mas como se viu, deste se nutre Bento XVI o atual «papa conciliar emérito»! Ora, J. Ratzinger, negando o seu relativismo ecumenista – e não há nenhum outro mais grave – está convencido de poder enganar meio mundo. E agora temos Bergoglio que vai além de tudo isto.

Enquanto, por amor à nossa santa Religião, não se estabelecer entre os católicos, como Olavo de Carvalho, mas também entre os ortodoxos anti-liberais convictos, como Alexander Dugin, a relação causa-efeito entre a demolição interna da Igreja de Roma e a degradação mundial diante de Deus, não há saída para essa crise que aumenta espantosamente cada vez mais. Tudo no maior olvido dos sinais que indicam os desígnios divinos para a ordem neste mundo e a salvação do homem criado por Deus à Sua imagem e semelhança.

A um destes sinais foi apontado, como escrevi, pelo pensador russo Soloviev: é Roma. E este se completa com o sinal de Nossa Senhora de Fátima: é a conversão da Rússia ao Imaculado Coração de Maria. Quem conhece a situação política do mundo atual e a religiosa russa** pode entender como tal sinal do desígnio divino para o nosso tempo colhe a realidade de modo admirável, pois só uma conversão religiosa e civil da Rússia, depois daquela da mesma Roma, poderia restaurar o poder da Ordem cristã na Terra contra os desvarios atuais opostos a todo bem e paz entre os povos. Eis o «missing link», que se encontra na admirável «Política» da Rainha dos Profetas, Maria SS. em Fátima!

* U.R.I.  A iniciativa das re­ligiões unidas (United Religions Initiative, U.R.I.) resumido de Epiphanius, Massoneria e Sette Segrete: La Faccia Occulta della Storia, p. 591.

“A URI representa a mais recente tentativa de amplo alcance da Teosofia para unir as religiões com fins mundialistas. Tudo começou em 1993 numa sessão do “Parlamento das Religiões” de Chicago. A idéia de formar uma autoridade internacional dedicada a unificar as religiões do mundo e constituir um ramo espiritual das Nações Unidas, foi proposta por Sir Sigmund Sternberg, na sua qualidade de diretor do I.C.C.J., Conselho Internacional dos Cristãos e Judeus, conjuntamente a Robert Muller, ilustre representante New Age junto às Nações Unidas.

“O húngaro Sternberg foi um dos organizadores do primeiro encontro de João Paulo II com a Sinagoga e empenhou-se para a solução (anti-ecumênica) da “crise” de Auschwitz desencadeada pela presença, considerada ultrajante, do convento carmelita dentro do perímetro do campo e que terminou, como se sabe, com o seu afastamento dessa área em 1986. Sternberg empenhou-se em seguida intensamente para o reconhecimento de Israel da parte do Vaticano, que se realizou nos anos 1993-1994.

“João Paulo II, tomando conhecimento do impulso conferido às novas relações judeu-cristãs por Sternberg, em 1982 o nomeou Cavalheiro da Ordem Pontifícia Equestre de S. Gregório Magno, cuja Grã Cruz já havia sido conferida, por méritos de serviço, a Maurice Lever da loja «Moses Gaster» do B’nai B’rith.

“No dia 13 de Abril de 1986, Sternberg, em uniforme de Cavalheiro da Ordem, acompanhou João Paulo II na visita à sinagoga de Roma. Por isto recebeu em 1988 as insígnias da Ordem maçônica de S. João de Jerusalém. Em 1990 Sternberg estendeu também à Comunidade de S. Egídio de Roma essa obra de promoção do diálogo inter-religioso, patrocinado pelo Vaticano. Em 1994 Sir Sternberg esteve no Vaticano guiando a delegação britânica em ocasião do concerto, na presença de João Paulo II e do Presidente italiano, para a comemoração da Shoa. E em 1996 sua segunda mulher (havia divorciado em 1970) foi condecorada no Vaticano por João Paulo II como Dama da Ordem Pontifícia de S. Silvestre, tornando-se assim a primeira judia com tal título. Devido à essa sua obra a favor do sincretismo inter-religioso, Sternberg em 1998 foi também condecorado com o prêmio maçônico Templeton para o Progresso da religião. Em Julho do mesmo ano a Open University do bilionário Soros lhe conferia o diploma honoris causa. Sir Sternberg é o patrocinador, junto com Gorbachev, do Dalai Lama e da mulher do fundador da Scientology, Bárbara Marx Hubbard, da “Comissão mundial para a Consciência e a Espiritualidade globais”, que reúne leaders mundiais com o fim declarado de «cultivar a visão global e a sabedoria para o novo milênio» e que foi presidida por R. Muller.

A idéia de Muller e de Sternberg já havia avançado e no dia 25 de Junho de 1995, na ocasião de uma cerimônia sincretista na catedral de S. Francisco para o 50° aniversário da Carta da O.N.U., quando o «bispo» presbiteriano William Edwin Swing anunciou a intenção de fundar a United Religions. Foi uma cerimônia deveras estranha com dezenas de orações diversas, salmos e… «encantos». Para a Grace Cathedral de S. Francisco esses espetáculos não eram novos: no Outono de 1994, de fato, um dominicano apóstata que se tornou estreito colaborador de Swing e Matthew Fox, oficiou uma ceia protestante dita «Missa Planetária» cujo «rito», celebrado num «altar» para «adoração dirigida ao ambiente», projetado em écrans vídeo, foi animado com «tecno-música». Tudo isto foi repetido na presença de Swing em 1995 em Dallas: «um misto de rito cristão, ocultismo, teosofia, em honra do Deus e da Mãe natureza». Em seguida Swing publicou o livro «O advento das Religiões Unidas», que evoca as «Nações Unidas» e um parlamento de religiões. Swing em 1996 visitou João Paulo II.

As conferências U.R.I. foram em breve estendidas aos cinco continentes, com a participação de cristãos, judeus, muçulmanos, budistas, baha’i, indús, zoroastrianos, sikh, seguidores do New Age e da Wicca (movimento neo-pagão de cultores da bruxaria), etc. Ali se decidiu elaborar «mapas» para a metade de 2000, envolvendo políticos conhecidos pelas suas iniciativas de «orações» comuns – no estilo de Assis – para proceder enfim à fundação oficial da nova organização, a U.R.I., que tinha no seu plano de ação o objetivo de «promover uma durável cooperação inter-religiosa e criar uma cultura de justiça e paz». Para isto era necessário induzir religiosos e leigos à gradual aceitação dessa «Nova Religião» derivada de uma filosofia e ecologia espiritual. […] Para contribuir a esta iniciativa alguns bispos católicos fundaram, com o apoio de João Paulo II, a World Conference on Religion and Peace (W.C.R.P), Conferência mundial para a Religião e a Paz, acreditada junto à O.N.U., e presente em mais de 100 países e cujo primeiro presidente foi o arcebispo de Nova Dehli, Angelo Fernandes. Presidente da secção italiana do W.C.R.P. é Lisa Palmieri Billig, representante para a Itália da Anti Defamation League do B’nai B’rith, com sede em Roma. A sexta assembléia-geral da Conferência no dia 3 de Novembro de 1994 teve seus trabalhos de abertura na sala sinodal da Santa Sé. Era a primeira conferência inter-religiosa no Vaticano, com a presença pessoal de João Paulo II na veste de presidente de uma assembléia de quase mil representantes de quinze crenças diversas, inclusive as religiões indígenas da África, Austrália e Oceania.

“Sob a cúpula vaticana ecoaram por duas horas, na presença de João Paulo II, na veste de presidente da assembléia, versos hebraicos e do Alcorão, bem como invocações para a paz dos xintoístas, budistas e hindus., entremeados por blues africanos. “A «Declaração final» das Conferências afirmava: «Dominamos a natureza como se essa fosse nossa, e esta arrogância é uma causa primária da atual crise ecológica. Na nossa obra de restauração da harmonia e da vida normal, devemos começar por arrepender-nos das nossas acções destrutivas e efetuar uma mudança desde um modelo antropocêntrico a um bio-cêntrico eco­cêntrico».

“O W.C.R.P. é o intermediário oficioso do Vaticano com os grupos inter-confessionais de projetos mundialistas, como a U.R.I., enquanto o canal oficial resta o Pontifício Conselho para o Diálogo inter-religioso. O quartel-general da W.C.R.P não reside em Roma, mas no número 777 da Praça das Nações Unidas de Nova York, onde opera em estreito contacto com a O.N.U., com a U.N.E.S.C.O. e com a U.N.I.C.E.F. “Pode-se concluir aqui com uma citação tirada de um significativo livro, publicado por uma editora maçônica, do conhecido padre Rosário Espósito, professor de várias universidades pontifícias e extremado adepto da aliança da Igreja com a Maçonaria, diz: «(visto que) duas realidades idênticas a uma terceira são idênticas também entre si, e as três realidades são, neste caso, justamente a Maçonaria, a Sociedade das Nações, a ONU e a Igreja; é, portanto forçoso deduzir que a Igreja do Vaticano II e a Maçonaria constituem agora uma só coisa» (Rosario F. Esposito, Le grandi concordanze tra Igreja e Massoneria, Florença, Ed. Nardini, 1987, p. 197) “.

Assim, a Sé da «verdade conciliar» e as lojas do relativismo ecumenista, são a mesma coisa.

Ouçamos sobre essa verdade Joseph Ratzinger no seu “Principles of Catholic Theology; Building Stones for a Fundamental Theology,” 1987, Ignatius Press, San Francisco: “Tanto a interpretação católica quanto protestante tem cada qual seu significado; elas são verdadeiras em seu momento histórico … A Verdade se torna uma função do tempo… fidelidade à verdade de ontem consiste precisamente em abandoná-la e assimilá-la no interior da verdade hodierna … ” Nessa pérfida contradição da «verdade modernista» que muda com os tempos, as questões do espírito são alienadas, assim como a Fé na Verdade revelada a favor do relativismo ecumenista conciliar que infecta o mundo.

** Veja-se Padre Martin JUGIE, O Cisma Bizantino — Conclusão, 1941, trad. br. por F. Coelho, São Paulo, out. 2013, blogue Acies Ordinata, http://wp.me/pw2MJ-24d

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