Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O ÓDIO UNIVERSAL A NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E À SUA IGREJA

  • Coringa - BatmanO “Conhecimento” (GNOSE) do “mal é susceptível de assumir as mais variadas formas, analògicamente muito diversificadas e pluralizadas, por vezes quase equívocas, por exemplo: o existencialismo, o marxismo-leninismo, o estruturalismo, nada possuem em comum, excepto a sua total oposição a Fé Católica e à sã Filosofia; poder-se-á admitir que o existencialismo e o estruturalismo levados até ao extremo desembocam em puro niilismo, mas só isso.
  • “É por isso que em toda a Sagrada Escritura, Antigo e Novo Testamento, bem como em toda a História Eclesiástica e civil, observamos como as diversas formas de (GNOSE do ) mal se associam solidàriamente SEMPRE QUE SE TRATA DE COMBATER A VERDADE E O BEM. É bem nítida a forma como comunistas, socialistas, liberais, protestantes, ateus e agnósticos, aplaudiram e continuam aplaudindo, entusiàsticamente, o maldito concílio de Roncalli e Montini; que possuem eles em comum? [ÓDIO À VERDADE QUE É:]
  • O ÓDIO A NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E À SUA IGREJA.

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Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Escutemos o seguinte trecho do Profeta Isaías:

«Ai dos que chamam bem ao mal e mal ao bem; dos que fazem passar as trevas por luz, e a luz trocam por trevas; que têm o amargo por doce e o doce por amargo;
Ai dos que se têm a si mesmo por sábios e aos próprios olhos passam por prudentes;
Ai dos que são valentes para beber vinho e campeões em mesclar licores;
Ai daqueles que por uma propina absolvem o réu e privam o justo do seu direito;
Portanto, assim como uma língua de fogo devora a resteva, e como o feno inflamado a cinzas se reduz, assim a cepa deles tornar-se-á como folhelho, e a sua florescência levantar-se-á como pulvísculo.
Porque desprezaram a Lei do Senhor dos exércitos, e a Palavra do Santo de Israel vilipendiaram, por isso ardeu a ira do Senhor contra o Seu povo, estendeu a Sua mão contra o Seu povo, feriu-o, e os montes tremeram, e os seus cadáveres, como as imundícies, jazeram no meio das ruas.
Nem com tudo isto se aplacou a Sua ira, e estendida continua a Sua mão.» (Is 5,21-25)

A explicação fundamental para o ódio universal a Nosso Senhor Jesus Cristo reside, òbviamente, no pecado original, fonte primária de todo o mal que existe no mundo. Num mundo ideal, sem pecado original e sem pecados actuais, TODAS AS INTELIGÊNCIAS SE UNIRIAM NA VERDADE E TODOS OS CORAÇÕES NA CARIDADE – TAL COMO NO CÉU.
Por outro lado, se entre os próprios anjos, com a sua privilegiada constituição ontológica, muitos deles caíram vítimas do orgulho, na contemplação desordenada da sua mesma excelência, que dizer dos homens, cuja condição, opacificada pela matéria, tende naturalmente para as realidades sensíveis.
Todavia sabemos que Adão e Eva, constituídos chefes do género humano, enriquecidos com os Dons preternaturais e sobrenaturais, tiveram de exercer tanto esforço para pecarem, como nós, pelo menos os principiantes nas coisas de Deus, para não pecarmos. Isto porque no Paraíso Terrestre tudo propendia, natural, preternatural e sobrenaturalmente, tudo conduzia suavemente para Deus, e de forma tão pacífica, que nem era necessário morrer para sair deste mundo para a eternidade.
Uma das grandes tragédias da maldita Igreja conciliar é ter suprimido o pecado original do seu horizonte “ateológico”; começaram por liquidar a existência histórica e real de Adão e Eva, adoptando o transformismo evolucionista; demoliram assim a unidade físico-moral da humanidade, com sua imediata dependência de Deus, ANIQUILANDO EM SEGUIDA O PRÓPRIO CONCEITO DE PECADO, ORIGINAL E ACTUAL.
Ao contrário do que habitualmente se pensa, e a Igreja conciliar reafirma, a marcha da humanidade através dos séculos não constitui, de maneira nenhuma, um progresso espiritual e moral, bem ao invés, esse progresso é real, sim, MAS SÒMENTE NA ESFERA  CIENTÍFICA E TÉCNICA, em tudo o mais o género humano só regista fracassos, e tanto maiores, e mais acelerados, quanto mais avultados são os referidos progressos técnicos; em particular, o maldito concílio de Roncalli e Montini provocou directamente uma sensível aceleração na multissecular depravação humana, pois que então o mal apareceu entronizado no lugar santo, proclamado  com aparências de mandato Divino.
As constantes irrupções de paganismo no seio do povo eleito constituíam já uma manifestação qualificada de ÓDIO À VERDADE, ÓDIO AO VERBO DE DEUS. A Sagrada Escritura ao revelar-nos os mistérios de Deus, revela-nos simultaneamente o mistério da iniquidade que habita no homem, individual e colectivamente.
Ao contrário do que a nunca suficientemente abominada Igreja conciliar nos quer fazer acreditar, A CONDIÇÃO HUMANA NÃO EVOLUIU AO LONGO DAS IDADES, as necessidades do homem, bem como o seu travejamento intelectual, moral e espiritual permanecem iguais, hoje, como nos tempos Bíblicos.
O mal é susceptível de assumir as mais variadas formas, analògicamente muito diversificadas e pluralizadas, por vezes quase equívocas, por exemplo: o existencialismo, o marxismo-leninismo, o estruturalismo, nada possuem em comum, excepto a sua total oposição a Fé Católica e à sã Filosofia; poder-se-á admitir que o existencialismo e o estruturalismo levados até ao extremo desembocam em puro niilismo, mas só isso. O Bem, ao invés, possui uma muito reduzida pluralidade interna; pràticamente apenas aquela que é constitutiva da legítima autonomia do conjunto das ordens e congregações religiosas católicas (não as actuais evidentemente). A Teologia ascética e mística estuda como o diferente carácter dos diversos santos enriquece analógica e extraordinàriamente a Glória extrínseca de Deus operada pelas obras primas da Sua Graça, na exacta medida em que esses caracteres sobrenaturais se complementam uns aos outros na Verdade e na Caridade.
É por isso que em toda a Sagrada Escritura, Antigo e Novo Testamento, bem como em toda a História Eclesiástica e civil, observamos como as diversas formas de mal se associam solidàriamente SEMPRE QUE SE TRATA DE COMBATER A VERDADE E O BEM. É bem nítida a forma como comunistas, socialistas, liberais, protestantes, ateus e agnósticos, aplaudiram e continuam aplaudindo, entusiàsticamente, o maldito concílio de Roncalli e Montini; que possuem eles em comum? O ÓDIO A NOSSO SENHOR JESUS CRISTO E À SUA IGREJA.
Tudo isto acontece porque o mal constitui a privação qualificada do Bem. O mal, enquanto tal, não possui causa eficiente, nem causa exemplar, nem causa final – é apenas resultado. Por isso a História constitui o teatro de todas as misérias do homem, no imenso grau de probabilidade, quantitativa e qualitativa, com que é possível desqualificar ontológica e metafísicamente as acções humanas.
Todavia nunca nos olvidemos que a pior forma de praticar o mal É RELATIVIZAR O BEM.
D. Fellay sabe isso tão bem que acaba de produzir a seguinte asserção, referindo-se a Bergoglio: “Não o sigam, mas considerem-no papa”. A contradição constitui um nada metafísico, um vírus letal, que uma vez introduzido nas consciências, as derrete e aniquila irremediàvelmente. E como é que a contradição é inoculada? Precisamente, pela aparência de Bem. Os conciliares nunca cessaram de assim proceder – mas agora é D. Fellay, agente da maçonaria internacional no seio da Fraternidade, que assume o processo.
Não sabe o D. Fellay que os “papas” conciliares corromperam, premeditada, essencial e constitutivamente o seu raciocínio funcional? E O DE UMA FUNÇÃO DE DIREITO DIVINO SOBRENATURAL. Não sabe que o magistério ordinário do papa, mesmo nos pontos em que não é orgânica e articuladamente infalível, TAMBÉM NÃO PODE SER HERÉTICO OU APÓSTATA?  Temos então dois bezerros de ouro – o Bergoglio e o Fellay. O primeiro proclama abertamente o seu ateísmo, com menor preocupação pelas aparências, talvez por verificar que a verdadeira Santa Madre Igreja, como realidade social e cultural, constitui já só e apenas uma referência arqueológica; o segundo, aparentando contradizer o primeiro, efectivamente segue-o, incitando as suas ovelhas e cordeiros a assim proceder.
Como se verifica o mal possui variadíssimas tonalidades, e a mais especiosa é mascarar-se de Bem. Já a serpente, no Paraíso Terrestre, APARENTAVA FAZER BEM.
Todas as potências satânicas ao longo da História quiseram eliminar Nosso Senhor Jesus Cristo, mas procediam com nome e autoridade própria. Só desgraçadamente nestes nossos tempos, que só podem ser os últimos, é que satanás conseguiu agir aparentando possuir a autoridade do próprio Deus.

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 3 de Novembro de 2013

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