Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A CRIATIVIDADE APÓSTATA DE BERGOGLIO

Bergoglio ramadan

        A Santa Inquisição condenava crimes contra a religião menos graves do que os de Bergoglio – por exemplo afirmar que Deus não revogou a aliança com o povo eleito. O que significa afirmar que Deus Pai aceita quem recusa e persegue Seu Filho. Mas o pior é a geral indiferença diante desta falsa Igreja conciliar, que desvela a tenebrosa realidade: “o reino do anti-Cristo torna-se absoluto, PRECISAMENTE PORQUE NINGUÉM O NOTA.” Antes, é louvado com o HOMEM DO ANO!

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Alberto Carlos Rosa Ferreira das Neves Cabral

Debrucemo-nos sobre o seguinte excerto da Constituição Dogmática “Dei Filius” emanada na terceira sessão do Sagrado Concílio Vaticano I, em 24 de Abril de 1870:

«A mesma Santa Mãe Igreja crê e ensina que Deus, Princípio e Fim de todas as coisas, pode ser conhecido com certeza, mediante a luz natural da razão humana, a partir das coisas criadas. Afinal, “Sua realidade invisível – Seu Eterno Poder e Sua Divindade – tornou-se inteligível, desde a Criação do mundo, através das criaturas” (Rom 1,20). Todavia, foi-Lhe agradável, em Sua Sabedoria e Bondade, revelar-SE a Si mesmo ao Género Humano, bem como aos Eternos decretos da Sua Vontade por outra via, desta vez sobrenatural, como diz o Apóstolo: “Muitas vezes e de modos diversos falou Deus outrora aos Pais pelos Profetas, agora, nestes dias que são os últimos, falou-nos por meio do Seu Filho”(Heb 1, 1-2).
Graças a essa Divina Revelação, todos os homens podem, na presente condição do Género Humano, conhecer fàcilmente, com absoluta certeza e sem nenhum erro, aquilo que das coisas Divinas não é por si mesmo inacessível à razão. Não é contudo por esse motivo que a Divina Revelação deve ser dita absolutamente  necessária, mas porque Deus, na Sua infinita Bondade, ordenou o Homem a um fim Sobrenatural, para que participe dos Bens Divinos, que superam totalmente as possibilidades da natureza humana. Afinal, como está escrito, “o que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, e o coração do Homem não percebeu, isso Deus preparou para aqueles que O amam” (I Cor 2,9).  (…)
(…) Uma vez que o Homem depende totalmente de Deus, como seu Criador e Senhor, e a razão criada é submetida completamente à Verdade Incriada, nós somos obrigados, quando Deus Se revela, a prestar-lhe, com a Fé, a plena submissão da nossa inteligência e da nossa vontade. Quanto a esta Fé, início da salvação humana, a Igreja Católica professa que essa é uma virtude Sobrenatural, pela qual, sob a inspiração Divina, e com a ajuda da Graça, nós acreditamos como verdadeiras as coisas por Ele reveladas, não devido à intrínseca verdade das coisas percebidas pela luz natural da razão, mas devido à autoridade de Deus, que as revela, a qual não pode enganar-Se, nem enganar-nos. A Fé, segundo o testemunho do Apóstolo, “é uma posse antecipada do que se espera, um meio de demonstrar as realidades que não se vêem” (Heb 11,1). (…)
(…) Pois sem a Fé é impossível agradar a Deus (Heb 11.6) e compartilhar  as condições de seus filhos, NINGUÉM PODE SER JUSTIFICADO SEM ELA, E NINGUÉM CONSEGUIRÁ A VIDA ETERNA SE NELA NÃO PERSEVERAR ATÉ AO FIM (Mt 10,22 /// 24,13).
Para que pudéssemos satisfazer ao dever de abraçar a verdadeira Fé e de nela perseverar constantemente, Deus, por meio do Seu Filho unigénito, instituiu a Santa Igreja e a muniu com sinais evidentes da sua instituição, para que pudesse ser reconhecida por todos como Guardiã e Mestra da Verdade revelada. Sòmente na Igreja Católica, afinal, podem ser encontrados, dispostos por Deus, todos aqueles numerosos e admiráveis sinais que evidenciam claramente a credibilidade da Fé Cristã. A santa Igreja, antes, devido à sua admirável propagação, da sua eminente santidade, da sua incansável fecundidade em todo o Bem, devido à sua Católica unidade, e da sua inabalável estabilidade, constitui por si mesma um magno e perene motivo de credibilidade e um irrefragável testemunho da sua Missão Divina.»

«Deus não revogou a Sua aliança com o povo Judaico»

Bergoglio (chefe de seita)

Quem afirma que a aliança Divina com o povo Judaico não foi revogada pelo deicídio cometido – ESTÁ COMETENDO UM NOVO DEICÍDIO; deicídio agravado, porque contradiz despudoradamente o Sagrado Magistério multissecular da Santa Madre Igreja, Instituição de Direito Divino, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, precisamente para a constituir depositária infalível da Revelação Sobrenatural, após a miserável queda do povo eleito.
Bergoglio acusa os verdadeiros católicos de “MUNDANISMO RELIGIOSO”(?!), assimilando-os a fariseus e a hipócritas; poderão alguns sê-lo, sem dúvida, mas então seriam católicos espiritualmente mortos, sem a Caridade e a Graça Santificante; mas sabemos onde Bergoglio quer chegar, para Bergoglio SÓ O HOMEM EXISTE, de modo que é necessário e imperioso arrastar na lama aqueles, que por Graça de Deus, conservam a Fé Católica. Bergoglio calunia assim aqueles que mais odeia, ao ponto de nem os nomear directamente.
Bergoglio falsifica deliberadamente São Tomás de Aquino, produzindo a ignóbil asserção de que assim como a Beleza Infinita e Incriada não pode manifestar-se contingentemente num só tipo de criaturas, assim a Doutrina da Igreja necessita proceder à integração das doutrinas de outras religiões para atingir a perfeição – loucura e absurdo, verdadeira manifestação niilista, mas em plena coerência com o nunca suficientemente amaldiçoado Concílio de Roncalli e Montini.
É preciso sublinhar que quando Bergoglio e os modernistas em geral falam de Deus, o conceito que d’Ele possuem ESTÁ INFINITAMENTE DISTANTE do verdadeiro conceito do Deus de Abraão, Isaac e Jacob, da Santíssima e indivisível Trindade; por isso é que ele, Bergoglio, afirma que “não há um Deus católico”. Além disso Bergoglio não possui a Fé Teologal, Sobrenatural, mas apenas um conjunto de opiniões humanas.
E não venham dizer, que no documento agora expendido, o usurpador do Sólio Pontifício condena o aborto; na realidade ele apenas procede à fraude sentimental de integrar o aborto no rol dos chamados direitos humanos, sabendo perfeitamente que uma vez destruído o princípio da Fé Católica, os direitos e o bem estar dos seres humanos concretamente existentes surgem como objectivamente mais importantes do que aquilo que não poderá então deixar de ser considerado um direito hipotético dum ser humano em potência. Mas Bergoglio não tem problema nenhum nisso, porque chefia uma seita que não apenas proscreveu todo o Sobrenatural, como destruiu todo e qualquer conceito de religião natural. No documento referido também NÃO EXISTE O CONCEITO DE SALVAÇÃO DA ALMA, POIS QUE TAMBÉM NÃO EXISTE O CONCEITO DE REDENÇÃO; na realidade Bergoglio transmite a noção de que A HUMANIDADE NÃO NECESSITA DE REDENÇÃO OBJECTIVA, pois que o heresiarca concebe Nosso Senhor Jesus Cristo como “O PRIMEIRO CRENTE” do modernismo, ou seja, um homem com um sentimentalismo religioso privilegiado, com uma sensibilidade, uma criatividade imanentista extremamente apurada, e cujas elucubrações viriam preencher as necessidades religiosas, evolutivas, relativistas, dum determinado tipo de civilização. Daí também o conceito de “criatividade” o qual perpassa todo o documento, desde a criatividade do Espírito Santo (?) à criatividade social dos cristãos; ora não existe conceito mais oposto à Fé Católica do que este; a Fé Católica implica, necessàriamente, dogmàticamente, uma plena submissão da inteligência e da vontade, de todo o nosso ser, a realidades e mistérios Sobrenaturais que nos transcendem objectivamente – E SOB PENA DE CONDENAÇÃO AO FOGO ETERNO – que tem isto a ver com criatividade?
Anàlogamente não encontramos no documento a menção do termo “Sobrenatural”, em sentido teológico, católico,  facto aliás comum a todos os textos da maldita Igreja conciliar. Aliás, desgraçadamente, hediondamente, se interrogarmos qualquer “eclesiástico” actual acerca do significado do termo “Sobrenatural”, responderão com exemplos de “filmes de suspense ou de terror” – A ISTO CHEGÁMOS!
Bergoglio lamenta-se dos males do neo-liberalismo que trata os pobres como lixo. Efectivamente o neo-liberalismo, tal como o comunismo, constitui uma forma de satanismo; em certos aspectos é pior do que o comunismo, porque este ao derramar o sangue dos mártires, semeava novos católicos, ao passo que todo o liberalismo seca tudo à sua volta.
Bergoglio olvida que qualquer regeneração social, política e económica da Humanidade, INICIA-SE E FUNDAMENTA-SE, NECESSÀRIAMENTE, NA SUA REGENERAÇÃO, NA SUA RECONSTITUIÇÃO, RELIGIOSA E SOBRENATURAL. Ora a maldita Igreja conciliar arruinou e traiu, de uma forma INFINITAMENTE DIABÓLICA, todo o património religioso e Sobrenatural que devia defender, conservar e transmitir – como quer Bergoglio edificar, sem terrenos, sem materiais de construção, sem operários, sem engenheiros e sem arquitectos?
Bergoglio flutua no nada metafísico, no nada moral, no nada religioso; agita entidades vazias, pois que as referências culturais cristãs desprovidas do seu necessário enquadramento sobrenatural – TRANSFORMAM-SE EM CONTOS DE FADA, ALIÁS PARTICULARMENTE HORRÍVEIS.
Bergoglio só consegue que a juventude se afaste cada vez mais da Fé. Os grandes encontros, os grandes festivais, não significam nada, não são nada.
Ainda no século XVII, e na primeira metade do século XVIII, em Portugal e Espanha, bem como nos Estados Pontíficios, a Santa Inquisição condenava justamente à pena de morte por crimes contra a religião menos graves do que os de Bergoglio – afirmar que Deus não revogou a aliança com o povo eleito, por exemplo.

E O PIOR É QUE TODOS ACHAM NORMAL! Na realidade, a falsa Igreja conciliar e a própria dita civilização ocidental estão mesmo a bater no fundo; o reino do anti-Cristo torna-se absoluto, PRECISAMENTE PORQUE NINGUÉM O NOTA.

prox. A UNIDADE DA SANTA MADRE IGREJA NÃO É A UNIDADE DO GÉNERO HUMANO

«O recente documento publicado por Bergoglio insiste muito na “prerrogativa missionária” da Igreja conciliar, que concebe a Santa Madre Igreja como “fermento de unidade de todo o género humano”; e afirma-o, porque confunde a Ordem Natural com a Ordem Sobrenatural, ou pior, funde ambas num vitalismo sentimentalista, imanentista, panteizante, que constituirá então o objecto próprio da “acção missionária” do modernismo apóstata., na qual foi destruída toda a Ordem Sobrenatural e todo o conceito de religião natural. Efectivamente, à luz da sã Doutrina, qualquer auxiliar de enfermagem é muito mais útil do que um missionário modernista.»

 

LOUVADO SEJA NOSSO SENHOR JESUS CRISTO

Lisboa, 9 de Dezembro de 2013

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