Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

OS PIORES INIMIGOS DE DEUS, DOS HOMENS… E DOS MESMOS JUDEUS

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Arai Daniele

Sendo a Religião Católica Apostólica Romana aquela que confirma e ensina a Palavra de Jesus Cristo para o bem e a ordem neste mundo e a salvação no outro, persegui-la, em qualquer tempo, é contra o mesmo Verbo de Deus e portanto um mal absoluto.

Por esta razão São Paulo, o judeu perseguidor da Igreja nascente, convertido à Verdade pelo mesmo Jesus Cristo, relatou esse mistério dos Judeus na Epístola aos Romanos.

O Mistério dos Judeus e das Nações nas insondáveis decisões de Deus

« Irmãos, não quero que ignoreis este mistério, para que não vos torneis convencidos: o endurecimento de uma parte de Israel vai durar até que a entrada (na Igreja) da plenitude das nações. E assim, todo o Israel será salvo, como diz a Escritura: «De Sião sairá o Libertador, que afastará as impiedades de Jacob; essa será a minha aliança com eles, quando Eu perdoar os seus pecados». É verdade que, quanto ao Evangelho, eles são agora os inimigos, por vossa causa; mas, quanto à eleição divina, eles são amados, por causa dos patriarcas. Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Porque, assim como vós outrora fostes descrentes de Deus, e agora, pela incredulidade deles alcançastes misericórdia, do mesmo modo, também eles agora não creram, a fim de que, pela misericórdia feita a vós, eles também obtenham misericórdia (excitados pela santa inveja de vós). Porque Deus encerrou todos na infidelidade, a fim de usar com todos misericórdia.» E se as ramas do tronco santo – Israel – foram desgarradas na sua infidelidade, o mesmo ocorrerá ao povo gentio.

«Como é profunda a riqueza da sabedoria e ciência de Deus! Quão insondáveis as suas decisões, e impenetráveis os seus caminhos! Quem conheceu o pensamento do Senhor? Quem poderia ser seu conselheiro? Quem Lhe adiantou algo, para receber em troca?  Porque d’Ele, por meio d’Ele e para Ele são todas as coisas. A Ele seja dada a glória por Todos os séculos. Ámen.» (Rm 11, 25-36).

Jesus já havia distinguido os crentes dos incrédulos, como encontramos nos Evangelhos (Mt. 21, 44; Lc. 20, 14-19), quando conta a parábola dos agricultores assassinos que «ao verem chegar o herdeiro da vinha comentaram: “Vamos matá-lo, para ficarmos com a herança”. Então, levando-o fora da vinha, mataram-no. Que fará, pois, o dono da vinha com esses agricultores? Ele virá, aniquilará esses agricultores e entregará a vinha a outros». Ouvindo isto, disseram: «Que Deus não queira!» Jesus olhando atentamente para eles disse: «Que significa então esta passagem das Escrituras: “A pedra que os construtores desprezaram tornou-se a pedra de ângulo”? Todo o que cair sobre esta pedra ficará em pedaços, e aquele sobre quem ela cair será esmagado». Então, os sumos sacerdotes e os doutores da Lei, entendendo que Jesus havia contado a parábola contra eles, procuraram prender Jesus. Mas tiveram medo da multidão.»

A sacra autenticidade da comunidade cristã

Sempre São Paulo estabelece distinções na Epístola aos Tessalonicenses (ITs, 2, 12-16): «Deus vos chamou ao Seu Reino e à Sua glória. È motivo porque damos sem cessar graças a Deus, porque quando ouvistes a Palavra de Deus, que vos anunciámos, acolheste-la não como palavra humana, mas como ela realmente é, como Palavra de Deus, que age com eficácia em vós que crestes. Irmãos, vós imitastes as Igrejas de Deus que estão na Judeia, as Igrejas de Jesus Cristo, pois sofrestes da parte dos vossos compatriotas, assim como também elas sofreram por causa dos Judeus. Estes que mataram o Senhor Jesus e os profetas, e agora perseguem-nos. Desagradam a Deus e são inimigos de todos os homens, impedindo-nos de pregar a salvação aos pagãos. E com isso vão enchendo cada vez mais a medida dos seus pecados, até que a ira de Deus acabe por cair sobre eles.»

Assim, todo que persegue com as armas ou com pérfidas difamações a Igreja, para anular a missão de conversão da Palavra evangélica, arrisca ser esmagado em eterno.

São Paulo acusa essa perseguição que torna seus autores inimigos de Deus e de todos os homens, inclusive dos mesmos Judeus, não só naquele tempo, mas sempre.

Destino terrível dos que rejeitaram o Verbo de Deus encarnado. Contudo, São Paulo predisse a conversão final dos Judeus, conversão que hoje, são os falsos apóstolos conciliares a evitar, alegando que aos Judeus é preservada a Antiga Aliança.

Depois das razões expostas pelo Apóstolo, quem oculta no nosso tempo, com desculpas de aspecto religioso, o bem pregado por Jesus Cristo aos Judeus, não crê nem nesse bem nem na missão da Igreja de pregá-lo a todos. Torna-se assim inimigo de Deus, de todos os homens, mas também dos mesmos Judeus, que hoje atingiram um grande poder e são por isto adulados e até justificados no desvio da lição evangélica para a salvação; eis um engano inominável porque procede de consagrados postos como autoridades na Igreja de Cristo, mas que alienam a sua autoridade divina. E esta falsificação do Evangelho vai além do adultério pessoal na fé; é uma prevaricação contrária à missão de conversão de todos os homens. E a estes se aplica em cheio o que sempre São Paulo disse aos Gálatas: ‘Se nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho diferente daquele que vos temos anunciado, seja anátema! (Gl 1, 8).

A Igreja sempre afastou os falsários da doutrina, que se apresentam como profetas da liberdade humana, mas são lobos rapaces, abre-alas do «homem do pecado da segunda Epístola aos Tessalonicenses.

A conversão do povo hebreu é algo que tange os desígnios divinos.

Operar para essa conversão é pois princípio do Papado (ver http://wp.me/pWrdv-Ny). Nesse sentido pode-se dizer que a «Carta Magna» do Poder pontifical da Sé de Pedro, pode-se ver no seu Discurso (At 2, 6-47) em seguida à Pentecostes.

«Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: Não são, porventura, galileus todos estes que falam? Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia, a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus! Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: Que significam estas coisas? Outros, porém, escarnecendo, diziam: Estão todos ébrios de vinho doce. Pedro então, pondo-se de pé em companhia dos Onze, com voz forte lhes disse: “Homens da Judéia e vós todos que habitais em Jerusalém: seja-vos isto conhecido e prestai atenção às minhas palavras. Estes homens não estão ébrios como pensais, visto não ser ainda a hora terceira do dia. Mas cumpre-se o que foi dito pelo profeta Joel: «Acontecerá nos últimos dias – é Deus quem fala -, que derramarei do meu Espírito sobre todo ser vivo: profetizarão os vossos filhos e as vossas filhas. Os vossos jovens terão visões, e os vossos anciãos sonharão. Sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei naqueles dias do meu Espírito e profetizarão. Farei aparecer prodígios em cima, no céu, e milagres embaixo, na terra: sangue fogo e vapor de fumaça.  O sol se converterá em trevas e a lua em sangue, antes que venha o grande e glorioso dia do Senhor. E então todo o que invocar o nome do Senhor será salvo» (Jl 3,1-5). Israelitas, ouvi estas palavras: Jesus de Nazaré, homem de quem Deus tem dado testemunho diante de vós com milagres, prodígios e sinais que Deus por ele realizou no meio de vós como vós mesmos o sabeis, depois de ter sido entregue, segundo desígnio e presciência de Deus, vós o matastes, crucificando-o por mãos de ímpios. Mas Deus o ressuscitou, rompendo os grilhões da morte, porque não era possível que ela o retivesse em seu poder. Pois dele diz Davi: Eu via sempre o Senhor perto de mim, pois ele está à minha direita, para que eu não seja abalado. Alegrou-se por isso o meu coração e a minha língua exultou. Sim, também a minha carne repousará na esperança, pois não deixarás a minha alma na região dos mortos, nem permitirás que o teu santo conheça a corrupção. Fizeste-me conhecer os caminhos da vida, e me encherás de alegria com a visão de tua face (Sl 15,8-11). Irmãos, seja permitido dizer-vos com franqueza: do patriarca Davi dizemos que morreu e foi sepultado, e o seu sepulcro está entre nós até o dia de hoje. Mas ele era profeta e sabia que Deus lhe havia jurado que um dos seus descendentes seria colocado no seu trono. É, portanto, a ressurreição de Cristo que ele previu e anunciou por estas palavras: Ele não foi abandonado na região dos mortos, e sua carne não conheceu a corrupção. A este Jesus, Deus o ressuscitou: do que todos nós somos testemunhas. Exaltado pela direita de Deus, havendo recebido do Pai o Espírito Santo prometido, derramou-o como vós vedes e ouvis. Pois Davi pessoalmente não subiu ao céu, todavia diz: O Senhor disse a meu Senhor: Senta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés (Sl 109,1). Que toda a casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o constituiu Senhor e Cristo. Ao ouvirem essas coisas, ficaram compungidos no íntimo do coração e indagaram de Pedro e dos demais apóstolos: Que devemos fazer, irmãos? Pedro lhes respondeu: Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Pois a promessa é para vós, para vossos filhos e para todos os que ouvirem de longe o apelo do Senhor, nosso Deus. Ainda com muitas outras palavras exortava-os, dizendo: Salvai-vos do meio dessa geração perversa! Os que receberam a sua palavra foram batizados. E naquele dia elevou-se a mais ou menos três mil o número dos adeptos. Perseveravam eles na doutrina dos apóstolos, na reunião em comum, na fração do pão e nas orações. De todos eles se apoderou o temor, pois pelos apóstolos foram feitos também muitos prodígios e milagres em Jerusalém e o temor estava em todos os corações. Todos os fiéis viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e os seus bens, e dividiam-nos por todos, segundo a necessidade de cada um. Unidos de coração freqüentavam todos os dias o templo. Partiam o pão nas casas e tomavam a comida com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e cativando a simpatia de todo o povo. E o Senhor cada dia lhes ajuntava outros que estavam a caminho da salvação.»

Formou-se assim o Povo Cristão da Igreja de Jesus Cristo

E os povos cristãos do mundo estavam unidos sob a Igreja Católica cuja Sede em Roma tornou-se capital da Cristandade, formada pela Nações convertidas ao Cristianismo.

O que Jesus previu há dois mil anos sobre Jerusalém e o fim do tempo das nações (Lc 21, 22-24) seria incompreensível se não tivesse acontecido e não fosse relacionado com o poder enorme que este «povo teológico» alcançou hoje na Terra, justamente no tempo da grande apostasia «cristã». Seria incompreensível – à luz da Fé católica – se os tempos de Israel, nova e antiga, não estivessem nos desígnios da divina Providência; se isto não tivesse por fim, cedo ou tarde, a conversão de um sólido «resto» de Israel a Jesus Cristo. Tudo para salvar muitas almas e para descerrar um novo horizonte de paz neste mundo conturbado e para sua razão final que é a maior glória de Deus.

Uma oração de João 23 pelos Judeus, que acusa a Igreja

Hoje, uma inteira classe clerical incide na traição de pregar a «reconciliação» do Vaticano 2º, pela qual ninguém precisa converter-se mais à Fé de Jesus e muito menos ao seu «tirânico Magistério pontifical anti-semita» para fazer a vontade de Deus.

São os «saldos» ecumenistas, cuja prevaricação é presente nas palavras e até orações de modernistas e filo-mações elevados nestes últimos tempos à Sé de Pedro. A existência dessa oração que, segundo as intenções do autor, deveria ser recitada em todas as igrejas, foi recentemente anunciada por Mons. John S. Quinn, um dos peritos do Vaticano 2º, no decorrer de uma conferência em Chicago. Eis o texto desta oração de João 23, agora publicada: “Estamos hoje conscientes de que, no decorrer de muitos e muitos séculos, nossos olhos se achavam tão cegos que já não éramos capazes de ainda ver a beleza de Teu povo eleito nem de reconhecer na face os traços de nossos irmãos privilegiados. Compreendemos que o sinal de Caim esteja inscrito em nossa fronte. No curso dos séculos estava nosso irmão deitado ensanguentado e em prantos por causa de Nossa Falta, porque havíamos esquecido Teu amor. Perdoa-nos a maldição que injustamente tínhamos atribuído ao Teu nome de Judeu. Perdoa-nos o Te havermos uma segunda vez crucificado neles em Tua carne, porque não sabíamos o que fazíamos” Transcrito da REB – Revista Eclesiástica Brasileira Páginas 995 a 996 – Vol. XXVI – Dezembro 1966 – Fascículo 4 – Editora Vozes Ltda. – Petrópolis – RJ

O Vaticano poderia confirmar a existência e até vangloriar-se da autenticidade desta oração composta por João 23 somente poucos dias antes de sua morte. Nela há o pedido de perdão pelas amarguras pelas quais a Igreja Católica fez passar os judeus!; encerra o conceito de culpa da Igreja, que foi desenvolvida depois, como vimos, na sequência da «terceira grande alienação» de que se tratamos. Porque esta posição que vai além de insinuar que os Judeus não precisam de Jesus Cristo para a salvação vem sendo inserida na pregação e na letra da igreja conciliar de João 23 até o presente Jorge Bergoglio.

Hoje Bergoglio inverte a missão de conversão da Igreja

Na entrevista ao ateu Scalfari, Bergoglio responde à questão sobre os Judeus, repetindo as palavras de agradecimento a eles por «terem conservado a fé», como na carta que dirigiu aos judeus, continuando um tema que o tornou famoso na Argentina desde o ataque a bomba a um centro judeu em Buenos Aires em 1994, matando 85 pessoas e deixando centenas feridas. O Bispo diz: “Na amizade que cultivei durante todos esses anos com os irmãos judeus, na Argentina, também eu muitas vezes questionei a Deus na oração, especialmente quando a mente se detinha na recordação da experiência terrível do Holocausto.” Assim responde ao jornalista: “O que posso dizer – com as palavras do apóstolo Paulo – é que nunca esmoreceu a fidelidade de Deus à aliança estabelecida com Israel e que, através das terríveis provações destes séculos, os judeus conservaram a sua fé em Deus.” E na ocasião do Rosh Hashaná (ano novo judaico), desejou aos judeus feliz ano novo, encorajando um diálogo aberto em questões de fé.

De fato, isto já dura anos e está até publicado no «novo catecismo» que chega a dizer (nº 840) que cristãos e judeus devem esperar juntos o Messias! Segundo esse pérfido texto, isto já ocorre de modo analógico, como se fosse possível a fé pela qual Jesus já veio e há que se converter a Ele, ser análoga ao seu contrário: que ainda deve vir.

Onde a analogia? Só pensando ser ilusão crer que Jesus é o Messias enviado de Deus para nos salvar: não seria o Messias, que não veio, mas um impostor.

Há pior forma de negá-Lo, encobrindo ainda o embuste com aspecto de analogia?

Não obstante toda essa escancarada abertura, que vem dos anos Sessenta, o editorial do Israeli National News do jornalista Giulio Meotti exprime insatisfação. “Conforme mostra essa nova carta, um dos graves perigos no diálogo do Vaticano com o judaísmo é a tentativa da Igreja de dividir os judeus ‘bons’ e dóceis da Diáspora e os judeus ‘maus’ e arrogantes de Israel”, escreve Meotti. “O Papa Francisco nunca se dirigiu aos israelenses nas suas mensagens, nem defende abertamente o Estado Judeu desde que foi eleito pelo Colégio dos Cardeais. Parece que não há espaço para os sionistas fiéis e obstinados no sorriso leniente do Papa. Em seus discursos, as aspirações nacionais judaicas são ignoradas, e até mesmo não denegridas”. E Meotti fez referência à carta que a Conferência de Bispos Católicos dos EUA distribuiu recentemente junto com a Universidade Católica da América, que condenava a expansão dos assentamentos israelenses como expansão dos assentamentos que é “uma fonte primária de violações dos direitos humanos dos palestinos”; diz que os palestinos que vivem em Israel sofrem “uma ocupação militar prolongada por judeus israelenses”.»

Eis um recado para informar o Vaticano que os Judeus exigem mais de Bergoglio e da igreja conciliar; exigem louvor e apoio não só ao judaísmo mas ao sionismo.

Ora, basta ler o discurso de São Pedro em seguida à Pentecostes, para conhecer a verdadeira profissão de fé apostólica que é o sinal de reconhecimento de um Papa católico.

Nestas palavras é clara a Profissão de Fé pontifical, que hoje é negada perfidamente pelos «papas conciliares» à procura de alianças mundanas. Se esta negação parecia implícita de João 23 até Bento 16, agora é confirmada num documento de Bergoglio.

Isto vai levantando uma grave questão de consciência e quem pensa ainda em defender o Vaticano 2º sente que deve antes resolver esse terrível problema para não falsear a verdade da missão católica de converter; como se Jesus não procurasse em 1º lugar converter Seu povo e este pudesse salvar-se desprezando a Sua Palavra e o Seu Sangue.

Nesta questão abissal está envolvida agora a Profecia de conversão dada em Fátima.

Não deve, pois, surpreender ninguém que os campos estejam sempre melhor definidos: de um lado está a Igreja da Tradição do Sacrifício Salvador, com todos os Santos, Papas e Padres que pregam a conversão; do outro uma igreja ecumenista da redenção universal pela boa vontade, em que qualquer vaga e diversa religiosidade equivale à Religião.

Um dilema de fim dos tempos das nações, ao qual ninguém pode fugir. Como classificar quem ocupa a Sé de Pedro para inverter suas palavras e missão, registadas em claras letras nos Actos dos Apóstolos? Basta relê-lo para compreender que a missão apostólica não continua nesse «apostolado» conciliar, que só faz invertê-la. Quem se desculpará com São Pedro, São Paulo, Santo Estêvão e todos os Santos e mártires, pela tentativa de anularem seus testemunhos católicos selados com sangue? Seria Nosso Senhor, que os enviou na missão de converter antes de todos os judeus, um anti-semita?

O fato é este, como São Paulo ensina: “Deus encerrou todos na infidelidade, a fim de usar com todos misericórdia.” E se as ramas do tronco santo – Israel – foram desgarradas na sua infidelidade, o mesmo ocorrerá ao povo gentio.

O próximo futuro se revela, pois sombrio, mas os católicos devem lembrar o que foi preparado contra toda esperança. Se hórrida e de aparência insolúvel é a situação actual do mundo, depois da demolição da Igreja católica e da corrupção de clérigos que, se não caíram na pedofilia, foram seduzidos pelo adultério religioso do iluminismo, tanto mais luminosa será a restauração da Igreja. O Salvador desde sempre preparou, em vista da defecção geral, a acção resolutiva por meio do Coração Imaculado de Maria que, na hora certa, inflamará o espírito das testemunhas dos últimos tempos. Através destes agirá. Devemos, pois, mais que nunca difundir no mundo a união na fidelidade à Tradição, presente na santa Liturgia e na Lei imutável da Igreja. Esta união pode ser realizada pelas intenções do Santo Rosário, testemunhando desde os telhados a súplica para que Nosso Senhor suscite um verdadeiro Papa que livre a Igreja dessa nuvem de maléficas fumaças conciliares, cancelando os efeitos do Vaticano 2º, que poluiu a terra com o «vírus» modernista e ecumenista.

O Papa católico, que será intrumento da intervenção de Deus na terra, será claramente reconhecido por guiar à oração unida para obter a conversão da Rússia, dos Judeus e do mundo, através do Imaculado Coração de Maria. Por este meio, tão fatal parece hoje a devastação da Vinha do Senhor, tão admirável será a sua restauração no Reino da aliança de Deus com o ser humano, onde Maria, explendor da Criação, é Rainha, Mãe de Deus e nossa Medianeira.

Ver também: http://www.agerecontra.it/public/pres30/?p=13314

http://www.agerecontra.it/public/pres30/?p=10175

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