Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O «PLANO CONCILIAR» PARA «JUDAIZAR» A IGREJA

 Bergoglio com judeus

Pro Roma Mariana

  • Foi com João 23 que se iniciou no Vaticano o processo «judeu-cristão» para adaptar o Evangelho e «judaizar» a Igreja em vista de uma «religião mundial» para a «nova ordem». Tal processo agora continua a todo o vapor com Bergoglio/Francisco.

Aqui se descreve esse processo citando inicialmente o Visconde Léon De Poncins, autor de cerca vinte estudos sobre a política de subversão espiritual do mundo moderno.

Este autor serviu durante a 2ª guerra mundial no Serviço de Inteligência, mas após a Libertação foi perseguido e levado aos Tribunais devido aos seus escritos, sendo absolvido porque não fez mais que citar o programa revelado por seus autores, afirmados e eminentes judeus.

É o que se fará aqui, a partir do professor Jules Isaac que em 1959 deu uma conferência na Sorbona [Paris] sobre a necessidade de que se reveja o ensino cristão sobre os judeus concluindo com um apelo ao “senso de justiça e de amor à verdade de João XXIII”. Este o recebeu em audiência (13.6.1960) para ouvir a sua solicitação a fim de que condenasse o «ensino do desprezo» (1), sugerindo-lhe uma subcomissão para estudar o problema especificamente.

Jules Isaac foi logo satisfeito, mais de quanto pudesse esperar, pois que as suas sugestões foram tomadas em consideração por João 23 e confiadas para serem solucionadas pelo Cardeal Bea (2). Este constituiu um especial grupo de trabalho para estudar as relações entre a Igreja e Israel, que produziu o incrível documento votado no dia 20 de Novembro de 1964 no anti-católico Vaticano 2” (3). (Ver http://wp.me/pWrdv-5e)

O que Jules Isaac (& cia.) encomendou ao Vaticano 2: que…

– Condenasse e suprimisse todas as «discriminações» raciais, religiosas ou nacionais concernentes aos judeus;

– Modificasse ou suprimisse as orações litúrgicas, em especial as da Sexta-Feira Santa concernentes aos judeus;

– Declarasse que os judeus não são em nenhum modo responsáveis pela morte de Cristo, pela qual havia que acusar a inteira humanidade;

– Cancelasse passos evangélicos, e principalmente os de S. Mateus, que Isaac descreve em modo detestável como falsificador da verdade quanto à história crucial da Paixão;

– Declarasse que a Igreja sempre mereceu críticas pelo estado de guerra latente que persistiu por dois mil anos entre judeus, cristãos e o mundo;

– Prometesse que a Igreja teria definitivamente mudado a sua atitude num espírito de humildade, contrição e busca de perdão e respeito aos judeus, e que teria feito todo esforço para reparar os males que causou a estes, rectificando e purificando o seu tradicional ensino segundo as normas indicadas por Jules Isaac.

 

Não obstante a insolência deste ultimato e das virulentas acusações aos santos Evangelistas e ao ensino dos Padres da Igreja, fundado nas mesmas palavras de Cristo, Jules Isaac obteve apoio do clero em Roma, e de muitos membros da «Amitié Judéo-chrétienne» (4).

Antes de entrar na questão Seelisberg (5) e de sua origem nas idéias do rabino Elias Benamozegh, deve-se lembrar que o Judaísmo atual, mais ainda que aquele do tempo de Maria SS e de Jesus, tem pouco ou nada a ver com as Sacras Escrituras e a Lei do Antigo Testamento (a Torah). Estas, que eram então ainda conhecidas, não por muitos, e aplicadas às vezes como regra moral, são hoje ignoradas pelos actuais judeus.
O Judaísmo não começa com Abraão, como muitos crêem; a religião do Judaísmo surge durante o Cativeiro da Babilónia (721-538 a.C.), mais de dois mil anos após. Foi lá que, na falta do Templo – destruído em 586 – desenvolveu-se a Sinagoga.
O «livro» devido ao qual o Judaísmo se denomina religião do livro não é a Bíblia, a Torah, mas o «arquipélago» oral do Talmud, que será finalmente escrito por volta do VI século d. C. Como escreve o Rabino Ben Zion Boxer, “o Judaísmo não é a religião da Bíblia” (6).
“Que o Judaísmo seja a religião da Bíblia hebraica não é impressão insólita e se encontra por vezes entre os judeus, como também entre os cristãos. Trata-se de impressão falaz. […] Quem procurasse comparar a tradição hebraica clássica com o mundo da fé bíblica e da vida encontraria contrastes surpreendentes. […] Muito do que existe no Judaísmo é ausente na Bíblia, e muito do que se encontra na Bíblia não pode ser encontrado no Judaísmo” (7).
Depois de anos e anos de cativeiro, Israel havia esquecido tudo com respeito à Torah, até que foi descoberto um pergaminho no Templo (8) na época de Manassés (687-642). Israel e Judá praticamente haviam abandonado a Torah muito tempo antes do primeiro Cativeiro. Este, de fato, foi a sua consequência pois assim fazendo haviam desandado no pior paganismo, praticando uma religião sincretista.

A nova religião mundialista quer levar a humanidade na direcção de tal gênero de aberrações da Cabala, de religiosidade mágico-mistéricas, etc.

Ora, há o “autêntico israelita no qual não há fraude” (Jo. 1, 47). Este já se converteu ou pode em qualquer momento converter-se a Jesus, mas do Seu tempo até hoje, o Judaísmo desenvolveu ulteriormente o seu Talmud, que, primeiro eclipsou as Escrituras e depois as superou com seus hipertróficos comentários crescidos sem limites, como um tumor maligno. Assim a Bíblia para o Judaísmo talmúdico (que é o actual) é considerada uma selecção de histórias fantásticas próprias só a dementes, mulheres tolas, e meninos (9). Também por este motivo Nosso Senhor indicou os que têem parte nessa fraude intelectual e espiritual, que “dizem ser judeus, mas não o são, pois são da sinagoga de Satã” (Ap. II, 9).

Notas:

(1) O livro de Jules Isaac «L’enseignement du mépris» é de 1962.

(2)- Bugnini, o inventor do Novus Ordo, e o jesuíta Bea, de origem judia, constam como mações. Stephen Mahowald escreve: “O Cardeal Augustin Bea, da Secretaria de João XXIII e Paulo VI seria mação”. [“She Shall Crush Thy Head”, Omaha, MMR Publ., 1998, p. 215].

(3)- Léon De Poncins in “Judaism and the Vatican: an attempt at spiritual subversion” London, Britons Pub. Co., 1967, pp. 12-13.
(4)- Léon De Poncins, op. cit. , p.29
(5)- Dieci Punti di Seelisberg, emitidos pela International Council of Christians and Jews, 5 Agosto 1947 estão por exemplo em http://www.bc.edu/bc_org/research/cjl/Documents/Seelisberg.htm

(6)- Rabbi Ben Zion Boxer, “Judaism and the Christian Predicament”, 1966, p. 159, (“não” é evidenciado pelo autor no original).
– Rabbi Ben Zion Boxer, op. cit., p. 59.
(7)- Veja IV Livro dos Reis 22:8; e 23:24; – 2 Paralipômenos 34:14 e sgg.
(8)- V. Elizabeth Dilling, “The Jewish Religion: Its influence Today” Chicago, 1964, new 1983.
(9)- Arthur Koestler, The Thirteenth Tribe, Londres, 1976.
Veja o livro recentemente reimpresso: Arthur Koestler – La Tredicesima Tribù, ed. UTET Universidade, Turim, 2003; e também os sitos: http://www.khazaria.com ;
http://www.christusrex.org/www2/koestler/index.html.

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