Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

O MILAGRE EUCARÍSTICO DE BUENOS AIRES: ENIGMA CRUCIAL?

X-Milagre Bs. Aires

Arai Daniele

Reproduzimos aqui informações sobre o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, conhecidas pelo então seu arcebispo Jorge Bergoglio.

Não houve, porém, reconhecimento de tal milagre e portanto sua divulgação pelos canais oficiais das autoridades conciliares.

Entretanto, o que foi testemunhado, se verdadeiro, seria sinal de extraordinária importância e esclarecimento para os católicos e para todas as almas e seria a razão porque teria sido suscitado por Deus.

Repetimos a informação como foi publicada em português em abril de 2013 no sito Bíblia Católica, relatando o que segue: (http://feedproxy.google.com/~r/bibliacatolica/~3/fnGOWuef6EY/?utm_source=feedburner&utm_medium=email)

  • «O atual Papa Francisco conduziu investigação para comprovar um dos maiores milagres eucarísticos da história recente, ocorrido em Buenos Aires em 1996. Foi o chamado Milagre Eucarístico de Buenos Aires, onde uma Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue. O Cardeal Jorge Bergoglio, Arcebispo de Buenos Aires, hoje Papa Francisco, ordenou que se chamasse um fotógrafo profissional para tirar fotos do acontecimento para que os fatos não se perdessem. Depois foram conduzidas pesquisas de laboratório coordenadas pelo Dr. Castañón.
  • «Os Estudos mostraram que a matéria colhida da Hóstia era uma parte do ventrículo esquerdo, músculo do coração de uma pessoa com cerca de 30 anos, sangue tipo AB de uma pessoa que tivesse sofrido muito com a morte, tendo sido golpeado e spancado. Os cientistas que realizaram o exame e os estudos não sabiam que era material proveniente de uma Hóstia Consagrada, isso só lhes foi revelado após a análise, e foram surpreendidos porque haviam encontrado glóbulos vermelhos, glóbulos brancos pulsando durante a análise, como se o material tivesse sido colhido direto de um coração ainda vivo.
  • «A Hóstia Consagrada tornou-se Carne e Sangue
  • Às 19h de 18 de agosto de 1996, o Padre Alejandro Pezet celebrava a Santa Missa em uma igreja no centro comercial de Buenos Aires. Como estava já terminando a distribuição da Sagrada Comunhão, uma mulher veio até a ele e informou que tinha encontrado uma hóstia descartada em um candelabro na parte de trás da igreja. Chegando ao lugar indicado, o Padre Alejandro Pezet viu a hóstia profanada. Como ele não pudesse consumi-la, colocou-a em uma tigela com água, como manda a norma local, e colocou-a no Santuário da Capela do Santíssimo Sacramento, aguardando que dissolvesse na água. Na segunda-feira, 26 de agosto, ao abrir o Tabernáculo, viu com espanto que a Hóstia havia se tornado uma substância sangrenta. Relatou o fato então ao Arcebispo local, Cardeal Dom Jorge Bergoglio, que determinou que a Hóstia fosse fotografada profissionalmente. As fotos foram tiradas em 6 de setembro de 1996. Mostram claramente que a Hóstia, que se tornou um pedaço de Carne sangrenta, tinha aumentado consideravelmente de tamanho. Análises Clínicas: Durante anos, a Hóstia permaneceu no Tabernáculo e o acontecimento foi mantido em segredo estrito. Desde que a Hóstia não sofreu decomposição visível, o Cardeal Bergoglio decidiu mandar analisá-la cientificamente. Uma amostra do tecido foi enviado para um laboratório em Buenos Aires. O laboratório relatou ter encontrado células vermelhas e brancas do sangue e do tecido de um coração humano. O laboratório também informou que a amostra de Tecido apresentava características de material humano ainda vivo, com as células pulsantes como se estivessem em um coração.
  • «Testes e análises clínicas: “Não há explicação científica”
  • Em 1999, foi solicitado ao Dr. Ricardo Castañón Gomez que realizasse alguns testes adicionais. Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do Cardeal Bergoglio, o Dr. Castañón retirou amostras do tecido ensanguentado e enviou a Nova York para análises complementares. Para não prejudicar o estudo, propositalmente não foi informado à equipe de cientistas a sua verdadeira origem. O laboratório relatou que a amostra foi recebida do tecido do músculo do coração de um ser humano ainda vivo.
  • «Cinco anos mais tarde (2004), o Dr. Gomez contatou o Dr. Frederic Zugibe e pediu para avaliar uma amostra de teste, novamente mantendo em sigilo a origem da amostra. Dr. Zugibe, cardiologista renomado, determinou que a matéria analisada era constituída de “carne e sangue” humanos. O médico declarou o seguinte: “O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco que se encontra na parede do ventrículo esquerdo, músculo é responsável pela contração do coração. O ventrículo cardíaco esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo. O músculo cardíaco tinha uma condição inflamatória e um grande número de células brancas do sangue, o que indica que o coração estava vivo no momento da colheita da amostra, já que as células brancas do sangue morrem fora de um organismo vivo. Além do mais, essas células brancas do sangue haviam penetrado no tecido, o que indica ainda que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido espancado.” Evidentemente, foi uma grande surpresa para o cardiologista saber a verdadeira origem do tecido. Dois cientistas australianos, o cientista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam os testes. Ao saberem de onde a amostra tinha sido recolhida, demonstraram grande surpresa. Racional, Mike Willesee perguntou ao médico por quanto tempo as células brancas do sangue teriam permanecido vivas se tivessem vindo de um pedaço de tecido humano que permaneceu na água. “Elas deixariam de existir em questão de minutos”, disse o Dr. Zugibe. O médico foi então informado que a fonte da amostra fora inicialmente deixada em água durante um mês e, em seguida, durante três anos em um recipiente com água destilada, sendo depois retirada para análise. O Dr. Mike Willesee Zugibe declarou que não há maneira de explicar cientificamente este fato: “Como e por que uma Hóstia Consagrada pode mudar e tornar-se Carne e Sangue humanos? Permanece um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente fora da minha jurisdição”.» Seguem, um vídeo com o depoimento do Dr. Castañón e imagens do Milagre.»

Considerações de cunho conciliar sobre os milagres

Voltemos ao testemunho sobre a Hóstia, que foi publicado e comentado em diversas línguas. No sito italiano para o qual eu escrevia, o diretor, Maurizio Blondet, partiu para a Capital portenha para aprofundar a questão e publicar o que apurou.

Repete então que em 2002, “il dottor Castañón pensa di inviare i campioni anche a New York, al laboratorio di Frederick Zugibe”, acrescentado tratar-se de: “un luminare della medicina forense e della cardiologia, a quel che appare dalla sua biografia sul web… Il professor Zugibe ha aggiunto: «È il cuore di una persona che è stata molto maltrattata; il cuore porta lesioni che dicono che è stata colpita duramente, è stata torturata». Ma inoltre, Zugibe ha chiesto a Castanon: «Mi deve spiegare come ha tolto il cuore da una persona che era viva al momento del prelievo, come dimostra il fatto che mentre lo esaminavo la muscolatura pulsava ancora, e il reperto contiene ancora tanti globuli bianchi: i quali muoiono pochi minuti dopo essere tolti da un organismo vivente». Solo allora gli è stato rivelato che quella era una particola, trasformatasi in tessuto umano molti anni prima.»
“A partir de uma rápida pesquisa, descubro que os milagres eucarísticos são muitos, mais de uma centena, e um teria ocorrido dia 23 de maio de 2003 em Ostina perto de Florença, quando uma hóstia ter-se-ia transformada em carne e sangue nas mãos do sacerdote celebrante, p. Paolo Faroni, salesiano. Digo “teria” porque três bispos recusaram-se a abrir uma investigação sobre o fato, como denunciam exasperados os fiéis locais; e também o Milagre Eucarístico em Buenos Aires parece ter permanecido sem qualquer confirmação por parte da Igreja e do cardeal Bergoglio. A tentação de criticar a Igreja será forte. Mas eu encontro muitas boas razões para essa relutância. Não estamos mais na época do primeiro grande milagre da Eucaristia na cidade medieval de Bolsena, ele faz celebrar a festa de Corpus Domini; Hoje já não há um cristianismo popular pronto a cair de joelhos, exclamando: “Meu Senhor e meu Deus !”… A Igreja seria mais facilmente ridicularizada pela sua “superstição” do que acreditada e honrada. Hoje, o evento divulgado não levaria a acreditar mais, ao contrário, suscitaria incredulidade “científica” quando não ódio dos inimigos da Igreja, expondo as Hóstias nos tabernáculos a ainda mais sacrilégios. A certificação dos fatos seria posta em causa com mil razões: o professor Zugibe, de origem portuguesa, é católico e escreveu um livro sobre o Sudário, em favor de sua verdade; Castañon também é um crente (tornou-se tal), e isso levaria os hiper-críticos a declarar que os pesquisadores são tendenciosos em favor da natureza sobrenatural do fato. Além disso, tratar-se-ia de abandonar os restos sangrentos às manipulações instrumentais sem respeito – e sem utilidade, para a fé – da análise científica: e justamente quem crê – ou sabe – que aquele é o Coração pulsante de Cristo, nosso Salvador, tem medo e pudor de colocá-lo em mãos estranhas, e deixá-lo analisar com instrumentos invasivos. Seria como atribuir à ciência o juízo final, tornar nossa fé depende dela (lembre-se como a “ciência” tratou o Sudário). E a ciência nunca vai ser o último recurso; para aqueles que acreditam, o último recurso é Jesus que pode fazer isso e muito mais. Melhor, então, o silêncio e o segredo da Igreja…»

Nossas considerações e uma hipótese

Aqui se esquece que o que conta é o desígnio de conversão de Deus concedido à Igreja. Este será sempre obscurecido pelo mundo, mas por isto os milagres são bem visíveis e não existem para ser censurados.

Portanto, depois dessas pias considerações, que parecem mais destinadas a justificar o silêncio de Bergoglio, a questão resta surpreendente para os católicos que têm sólidas razões para considerar inválida a «Missa nova» segundo o «Novus Ordo» de Paulo 6º. Se assim é, ou todos estes testemunhos são falsos, ou haveria que reconsiderar a questão, senão da missa em causa, do valor de sua consagração, independentemente da validade do resto. A questão é de extrema importância para a Igreja e para as almas que, se bem contemplada, com esse milagre não seria sobrecarregada de dúvidas, mas, ao contrário, poderia esclarecer o que precisamos certamente considerar e saber, mesmo nesse tenebroso silêncio e vazio da autoridade da Igreja.

Certo é que só um verdadeiro sacerdote pode consagrar a Hóstia do Santo Sacrifício da Missa. Neste ato, valem as palavras de Jesus repetidas na intenção da santa Igreja e a justa matéria.

Quando no seu cativeiro o Cardeal József Mindszenty consagrava a hóstia que preparava com miolos de pão, reconhece-se que consagrava e podia celebrar a Missa, mesmo sem o Ofertório.

O que é certamente contestável na nova missa é a consagração do Cálice do Sangue, porque a fórmula de consagração foi mudada. E não há Missa sem a dupla consagração, quando o Corpo separado do Sangue significa a morte incruenta de Nosso Senhor.

Poderia então a Hóstia do Milagre ter sido realmente consagrada se a fazê-lo fosse um sacerdote ordenado validamente e mesmo sem que houvesse a santa Missa? É o que seria importante apurar, especialmente junto aos amigos de Buenos Aires, que conheciam aquele clero.

Os enganos da igreja conciliar, porém, são tantos e tão tortuosos que é difícil acreditar que algo de bom possa acontecer no seu âmbito.

Neste sentido, o silêncio de Bergoglio sobre um milagre, acaba por depor mais a favor que contra a natureza sobrenatural do evento.

São tempos em que tudo parece proceder às avessas no Vaticano. Resta, porém, que ninguém poderá impedir o reconhecimento de um milagre se Deus assim o determinar.

Uma resposta para “O MILAGRE EUCARÍSTICO DE BUENOS AIRES: ENIGMA CRUCIAL?

  1. Pro Roma Mariana maio 15, 2016 às 2:16 pm

    Gentile Arai,
    approfitto di questo spazio per chiederLe che cosa pensa dei presunti miracoli eucaristici avvenuti a Buenos Aires (negli anni Novanta del secolo scorso) e quello avvenuto recentemente in Polonia (nel 2013). Entrambi i (presunti) miracoli sono avvenuti all’interno della falsa chiesa conciliare (le consacrazioni sono state effettuate con il NOM di Paolo VI), sono inganni diabolici o sono autentici miracoli? Se questi miracoli si rivelassero autentici, dimostrerebbero la validità del NOM di Paolo VI?
    Qui potrà trovare informazioni sul miracolo avvenuto in Polonia nel 2013: http://www.lanuovabq.it/it/articoli-e-lostia-divenne-un-cuoremiracoloin-polonia-15915.htm

    http://promariana risponde:

    La questione del miracolo eucaristico di Buenos Aires rimane senza conferma da parte della chiesa di Bergoglio. Ma ciò non indica niente, semmai il contrario. È questione misteriosa e merita molta meditazione trattandosi di ostia profanata, trovata per terra, come quella ora in Polonia. Ora, i miracoli eucaristici pare siano oltre un centinaio, tra cui si sarebbe verificato uno il 23 maggio 2003 presso Ostina vicino a Firenze, quando nelle mani del salesiano Paolo Faroni un’ostia si sarebbe trasformata in carne e sangue. Tre vescovi si rifiutarono d’aprire un’indagine, malgrado la richiesta esasperata dei fedeli locali. Ora è in mano al gruppo di Conchiglia.
    L’unica certezza nel caso dei «miracoli» argentino e polacco (accertati in laboratorio) è che il Signore può fare un miracolo dove vuole, anche e per una ragione in più, su l’immagine di un’ostia disprezzata. Potrebbe, quindi, essere miracolo, non proprio eucaristico, ma per la dovuta devozione eucaristica.

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