Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

SEDE VACANTE: INSOFISMÁVEIS RAZÕES TRAÍDAS PELA CASTA DOS «SUCESSORES», DE FELLAY A RIFAN!

Paixão do Cristo

Arai Daniele

Para tratar da gravíssima conclusão sobre a presente condição de «Sede vacante», não vamos aqui apenas nos referir às constatações velhas e novas de valor decisivo da parte de doutos católicos, falecidos ou vivos, tanto de consagrados, bispos e sacerdotes como de leigos de fé católica comprovada.

Vamos também referindo-nos a testemunhos deste longo interregno decenal.

Como, porém, esta acusação contra as falsas autoridades atuais comporta uma posição de consciência – que implica a própria salvação -, há que acrescentar a isto todos os elementos probatórios segundo a Doutrina e a Lei da Igreja.

No título do artigo deste sito: «A INAUDITA AGONIA DA FÉ ASSINALA O VULTO DO ANTICRISTO EM ROMA!»,pode transparecer que se recorre a um tom apocalíptico para acentuar um sentimento de espanto.

Na verdade o espanto – que como já se disse teve maturação decenal –  aumenta diante de cada nova evidência sacrílega contra os ditames da Fé. A última prova surge agora contra o aparato dos «canonizadores» de João 23 e de João Paulo 2º.

Ela é tão simples quanto gritante porque não se quis aclarar em sede pública nenhuma das muitas documentadas acusações contra os atos e palavras destes «papas», cuja obra demolidora da integridade e da pureza da Fé transmitida pela Tradição é notória.

Assim, não interessou mais a defesa da Fé, mas a glória dos que a conspurcam. Por incrível que pareça, até o teologastro Hans Küng notou esse absurdo num artigo publicado pelo jornal anticristão «La Reppublica», que hoje publica e republica as entrevistas de Bergoglio com o seu diretor, o ateu Scalfari, mormente para confirmá-lo na sua estraneidade à qualquer crença de sinal cristão.

Note-se que a 1ª entrevista era tão ridiculamente infida que até o mesmo Vaticano não a incluiu como «ensinamento papal». Era o que faltava. Mas um estudioso católico do peso do Dr. Arnaldo Xavier da Silveira, observou então que se tratava de magistério» pois difundia a «lição bergogliana» a um vastíssimo mundo de leitores. Por esta razão, escreveu um artigo em ‘Bonum Certamen’, que aliás, serviria a demonstrar como o tal magistério ordinário podia ser mais que ‘ordinário’. Foi então que foi contrariado pela não publicação desse «ensinamento». Mas por pouco. Hoje se percebe que Bergoglio impôs a sua publicação com o resto de tudo o mais que «pontifica» por ai!

Os nossos argumentos são bem outros, porque católicos conscientes do dever de resistir aos falsos cristos e falsos profetas, que não excluem o que desvela contradição na lógica da sociedade civil, aqui relevado pelo que pode ser classificado de «falsidade ideológica».

De fato, um clérigo apresentado como sumo representante da Religião do culto de Deus, é alvo agora de uma dose elefântica do mais estranho culto pessoal: – porque é o «papa» que o diz, deve ser tido, contra toda evidência lógica, como extratos de suma sabedoria!

Esta auto-convicção em transmitir ‘urbe et orbe’ a própria versão religiosa sobre tudo, já manifesta a sua convicção de proceder como se fosse um novo «salvador» para retocar a missão de unir povos e religiões (tão descuidada por Jesus Cristo!).

É o plano conciliar do Vaticano 2º para o diálogo dos opostos elevado a enésima potência. É assim que este super canonizador do «santo súbito» abusa da aparência «papal» para tentar conciliar Catolicismo e protestantismo; nova e velha Aliança; Cristianismo e Islã; Sacrifício divino e macumba, comi seus predecessores.

Aquele não conseguiu conciliar os tradicionalistas com os vários Hanskungistas, nem estes com São Tomás, mas conseguiu fazer de Ratzinger seu ídolo sucessor, capaz de pregar a continuidade entre modernismo e Tradição. Sim, porque com a revolução semântica conciliar todas as sínteses de teses=antíteses seriam possíveis. Basta atribuir às palavras o que se quer: tradição=aggiornamento contínuo; Igreja como mundo em evolução através da revolução na revolução!

Festa para celebrar uma apostasia decenal

https://www.youtube.com/watch?v=agsy74bzKDw

Aqui só entendemos constatar que estas desvairadas canonizações só servem para glorificar justamente os corruptores da Fé e seus cúmplices na obra da apostasia de massas iludidas de pensam festejar a glória da Igreja de Cristo.

Seria impossível repetir aqui tudo o que foi longa e cuidadosamente apurado sobre as iniciativas e documentos desses implicados no desvio da Fé, da qual o cargo papal é garante e que por isto estes falsos pastores não podem representar.

Eis porque essas «canonizações» são renovadas provas de uma culposa transgressão, tanto na defesa e preservação da Fé, como das mesmas leis e normas canônicas e racionais para a constatação da santidade de alguém à luz da Fé.

Deve-se ainda acrescer a esta impiedade diante do estabelecido pela Igreja católica sobre as condições de santificação na Cristandade, que se promoveu na presente comunicação social uma total confusão entre um superficial sucesso mediático ao qual a santa fidelidade é desassociada e mesmo diametralmente oposta. O que o mundo julga «bom» e «sábio» demonstra-se em geral letal para a Fé porque induz as multidões ao «culto do homem» que corrompe a santidade católica com o seu contrário. Eis um sinal da geral apostasia.

A questão da apostasia declarada

Como foi noticiado, na data da sacrílega beatificação e depois canonização de João Paulo 2º, houve, em conseqüência desta, a declaração pública de excomunhão de Bento XVI e depois de Bergoglio da parte do Patriarcado católico bizantino que, com seus sete bispos, acusa a apostasia da cerimônia inter-religiosa de Assis que abriu a Igreja ao espírito do Anticristo. Assim, para eles, desde a presente data a Igreja está em estado de Sede vacante e os sacerdotes católicos devem separa-se deste espírito e não mencionar o nome de Bento XVI, nem dos outros bispos apóstatas, no Cânon da Santa Missa.

Ora, para quem entende a importância de prestar mais atenção ao que foi dito do que quem o disse, há que pôr o conteúdo válido dessa conclusão referida ao ensino bíblico (em especial de Gálatas 1,4) acima de dúvidas relativas às palavras ou posições pessoais de clérigos distantes e pouco conhecidos.

A sentença deles peca em alguns aspectos e tempos, mas não no foco da atual ausência da representação de autoridade divina nos vértices da Roma conciliar ecumenista. Nisto há uma concordância fundamental também com os últimos testemunhos dos bispos Marcel Lefebvre e Antônio Castro Mayer, que declararam a presença de anticristos e anti-papas no Vaticano.

Precedentes declarações incompletas de apostasia e excomunhão

Veremos que a posição resumidamente documentada do emérito bispo Antônio Castro Mayer, na sua posição crítica do Vaticano 2, reconhecia que a real responsabilidade na geral apostasia se devia ao sumo engano de um antipapa presente no Vaticano.

Neste sentido devem ser relidos os últimos testemunhos dos dois bispos.

De Dom Mayer aqui basta repetir o que publiquei no meu livro em francês «L’Esprit désolant de Vatican II» (Ed. Delacroix, Dinard, 1997: – « Le non possumus inachevé de Mgr de Castro-Mayer » ).Aqui a referência não é o que o eminente Bispo disse em privado, mas o percurso do seu non possumus em crescendo quanto à questão da falsa autoridade apostólica na Igreja de Jesus Cristo, questão à qual todo católico deve dedicar a maior vigilância para permanecer fiel.

La Messe de Paul VI, qu’en penser?(A Missa de Paulo VI, que pensar ?), trabalho escrito em 1969 em colaboração com o advogado Arnaldo Xavier da Silveira, iniciava por um estudo da questão do papa herético e foi enviado a todos os bispos do Brasil e também a Paulo VI junto com dois outros, sobre a Dignitatis humanae e a Octogesima adveniens.

Não houve respostas, senão uma proposta do Cardeal Scherer oferecendo um acordo para que a publicação não fosse difundida. Mas esta é outra história. O estudo, anos depois, tornou-se um conhecido livro em francês, indicando a hipótese que começava a ser seguida por Dom Mayer diante de Paulo 6º que promovia documentos, uma missa e sacramentos sobre os quais pendiam graves dúvidas de heterodoxia.

Seguindo nesta direção, basta ler os títulos dos artigos do preclaro Bispo, que mais tarde, com Mgr Lefebvre, publicou manifestos interpelando na Fé não só Paulo 6, mas João Paulo 2: Vaticano II e a Igreja conciliar; A Igreja do homem; A Igreja do Novo Código; Nova etapa (de João Paulo 2º); O cisma do Vaticano II; Perseguição religiosa.

Lettre à quelques évêques (Carta a alguns bispos),é o estudo sobre as heresias nos documentos do Vaticano 2º, de sacerdotes sedevacantistas que receberam o apoio direto de Mgr Castro-Mayer (veja-se texto).

São as iniciativas de apoio de certos livros e autores sedevacantistas com as entrevistas privadas e públicas que concedeu a notas personalidades e a jornais, que fazem entender a direção que cada vez mais seguiu seu pensamento diante da suspeita autoridade dos «papas conciliares» que acabou por definir «antipapas».

Um ano após o ‘Manifesto episcopal’ (21.11.83), Mgr Castro Mayer, depois do silêncio que envolveu essas gravíssimas questões,declarou numa importante e longa entrevista ao Jornal da Tarde de S. Paulo (6/11/84), sob o título ‘A Igreja de João-Paulo II não é a Igreja de Cristo’:“O Vaticano II proclamou uma heresia objetiva. Quanto aos que o aplicam e seguem, demonstram uma pertinácia que caracteriza normalmente a heresia formal. Se não os acusamos categoricamente ainda foi para excluir toda possibilidade de ignorância em questões tão graves.

Em 1985, por ocasião do sínodo para os vinte anos do Vaticano II, Mons. Castro-Mayer e Mons. Lefebvre, escreveram juntos a João Paulo II para dizer que, se o sínodo não voltava a seguir o magistério da Igreja, mas confirmava em matéria conciliar a liberdade religiosa, erro fonte de heresias: temos o direito de pensar que os membros do sínodo não professam mais a fé católica… e vós não sereis mais o Bom Pastor.

Sobre tais gravíssimas palavras João Paulo só fez um irônico comentário para a imprensa, mas isto demonstrava que a advertência lhe chegou. A sua ‘pastoral ecumenista’ continuou, porém, como antes, pior que antes, até que em 27/X/86, promoveu e presidiu em Assis, à oração pela paz das grandes religiões do mundo.

Foi assim que, em 1986, após essa abominação, os dois Bispos (2/12/86) publicaram a declaração em que, mencionando a “ruptura de Paulo VI e de João Paulo II com seus predecessores”, concluindo: “Consideramos nulo tudo o que foi inspirado por este espírito de negação: todas as reformas pos-conciliares e todos os atos de Roma realizados com esta impiedade”.

Mons. Castro-Mayer já dizia então publicamente, como o fez durante as consagrações episcopais de Ecône, que estamos sem papa e que no Vaticano está um antipapa. O momento para confirmar a pertinácia dos conciliares apresentou-se como se viu em 1985 e sua intenção já transparece na carta com que o Bispo responde ao autor (26.12.85). Na mesma carta perguntei ao ilustre Bispo se atribuir ao Espírito Santo tudo o que Vos demonstrais ser erro e heresia, com os frutos nefastos do Vaticano II, não é uma blasfêmia. Sua resposta foi: « Não há dúvida que objetivamente há malícia da blasfêmia na atitude proposta».

Sobre a parte nestas razões iniciais de Mgr Marcel Lefebvre ver http://wp.me/pWrdv-hI. Ai se entende que o Arcebispo seguia o desenvolver de novas provas insofismáveis para poder finalmente declarar a evidência de «Sede vacante», à qual apenas não chegou no tempo de João Paulo 2º. No entanto, imaginar que em seguida, com Bento 16 a situação inverteu-se no sentido da fé é, ou insensato ou gravemente adulterador da realidade. Não honra a memória dos dois Bispos quem afirma que aceitariam os «novos papas»!

Pode-se continuar com as muitas insofismáveis razões porque a Sede está vacante: mas foram todas traídas pela casta dos «sucessores» dos dois corajosos Bispos, de Fellay a Rifan, que as arquivaram todas para participarem risonhos ao festim da mais grave apostasia de que se tem notícia!

Nas armas de Dom Mayer está o Ipsa conteret. Justamente a verdade contestada por João-Paulo 2º em 29.5.96, negando que seja a Santíssima Virgem Maria a esmagar o inimigo de Deus e dos homens. Todavia os verdadeiros católicos reconhecem Sua voz : «Por fim o Meu Coração Imaculado triunfará».

Uma resposta para “SEDE VACANTE: INSOFISMÁVEIS RAZÕES TRAÍDAS PELA CASTA DOS «SUCESSORES», DE FELLAY A RIFAN!

  1. Zoltan Batiz agosto 4, 2014 às 10:54 pm

    Entretanto existem bispos verdadeiros (validamente consagrados, não como os da nova igreja e acima disso, ortodoxos), tais como Kelly, Santay; Dolan, Sanborn, etc. A linhagem Lefebvre não é o única possibilidade.

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