Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

OS DOMINADORES DA RÚSSIA e de TODA NAÇÃO CRISTÃ À BEIRA DA APOSTASIA (cf. Lc 21, 24)

Z-Rulers of the world

  • Woodrow Wilson (1856-1924) 28th US President confessed:
  • “Since I entered politics, I have chiefly had men’s views confided to me privately. Some of the biggest men in the U.S., in the field of commerce and manufacturing, are afraid of somebody, are afraid of something. They know that there is a power somewhere so organized, so subtle, so watchful, so interlocked, so complete, so pervasive, that they had better not speak above their breath when they speak in condemnation of it.” (Source: His book entitled The New Freedom (1913) http://quotes.liberty-tree.ca/quote_blog/Woodrow.Wilson.Quote.B249

 

Ao reler a importante obra do Rev. P. Fahey sobre “The Mystical Body of Christ and the Organisation of Society” no nosso tempo, temos de novo a confirmação da verdade essencial para qualquer época histórica. De fato, todo o conflito, como toda ordem neste mundo resume-se em ser contra ou a favor de Cristo. Ora, isto é bem evidenciado no curso da história do Povo Hebreu, que sempre viveu a representação dessa conjura e que nos últimos séculos atingiu um poder – tão grande quanto encoberto – nos destinos da humanidade. Não era isto que estava na previsão de Jesus em Lucas 21, 24?

Porque é certo que ao acréscimo desse poder corresponde a decadência das nações cristãs, que foram minadas desde dentro com guerras e revoluções essencialmente anti-cristãs até o ponto de conseguir elevar anticristos para ocupar a Igreja de Roma. E a principal ocupação destes foi tecer uma contraditória aliança justamente com os Judeus que recusam peremptoriamente Jesus Cristo, minando assim o último reduto católico. Tudo sob demolidoras ondas ecumenistas do tsunami Vaticano 2º!

Aqui será parcialmente revisto o curso dos eventos do início dos últimos cem anos, que levou a esta situação calamitosa para o Cristianismo. Isto faremos citando o trabalho do Padre Fahey sobre os «dominadores da Rússia». Todavia, depois de tudo o que a nação russa sofreu sob o domínio comunista, hoje a sua situação concernente os dominadores anti cristãos de então parece radicalmente mudada, come se a essa Nação tivesse sido reservada uma função no futuro de paz de um mundo recristianizado. Assim, não se pode deixar de evocar as palavras ouvidas pela Irmã Lúcia em Fátima: “Porque quero que toda a Minha Igreja reconheça essa consagração (da Rússia) como um triunfo do Coração Imaculado de Maria, para depois estender o Seu culto e pôr, ao lado da devoção do Meu Divino Coração, a devoção deste Coração Imaculado.” (DOC. p. 415)

É sempre a questão do Reino de Cristo a estar no centro da História.

Prefácio à terceira edição de «The Rulers of Rússia» (Os dominadores da Rússia) do Rv. Padre Denis Fahey CSSp., DD, D.Ph., BA, Professor de Filosofia e História da Igreja.

«Em seu conhecido livro «Genève contre la Paix» (Auguste Félix de Saint-Aulaire. Publisher: Paris : Libr. Plon, 1936, pp 83-92), o Conde de St-Aulaire, ex-embaixador da França em Madrid e Londres, dá um interessante relato de uma palestra sobre a Missão de Israel entre os nações, por um banqueiro judeu de Nova York. A “lecture” ocorreu em um jantar internacional em Buda-Pesth em 1919, apenas alguns dias após o colapso da dominação judaico-bolchevique de Bela-Kuhn sobre Católica Hungria . O conde explica, a título de introdução, que um número de revolucionários judeus, que haviam sido expulsos da Hungria, tinha voltado lá com uniformes americanos após o armistício, e que os seus relatórios guiaram o Presidente Wilson (*) em sua atitude em relação a tudo o que respeita os interesses de Israel. Isso explica, em particular, acrescenta o Conde, a parcialidade escandalosa do Presidente para com os bolcheviques. Em resposta à questão de como foi possível que a «alta finança» favorecesse o bolchevismo, que é hostil à propriedade, móvel e imóvel, o banqueiro judeu começou por explicar que aqueles que estão surpresos com a aliança entre Israel e os soviéticos se esquecem de que a nação judaica é o mais intensamente nacional de todos os povos e que o marxismo é simplesmente uma das armas do nacionalismo judaico. O capitalismo, acrescentou, é igualmente sagrado para Israel, que faz uso de ambos bolchevismo e capitalismo para remodelar o mundo para os seus fins. O processo de renovação do mundo é, portanto, realizada desde cima com o controle judaico das riquezas do mundo e desde baixo pela orientação judaica da Revolução. Israel tem uma missão divina, de fato Israel, tornar-se-á seu próprio Messias, é Deus. Israel está purificando a idéia de Deus, ao mesmo tempo que prepara o caminho para o triunfo definitivo da raça escolhida. Assim, concluiu o banqueiro, o poder de organização judaico se manifesta ao mesmo tempo no delírio de destruição do bolchevismo, como pela Liga das Nações, no âmbito da reconstrução.

A “aula” dada por este banqueiro judeu voltou à minha mente quando soube que as informações prestadas no documento brevemente citado por mim na página 27 deste folheto e longamente sobre nas páginas 88-91 do «Corpo Místico de Cristo no Mundo Moderno», tinha sido contestada em Nova York. Ocorreu-me então que tal banqueiro poderia ser convidado a repetir a “palestra” em público para esclarecer os meus críticos de modo muito mais eficaz que eu poderia esperar fazer. Por isto pedi a uma conhecida autoridade em atividades judaico-maçônicos subversivas, M. Léon de Poncins, que indagasse se o Conde de St-Aulaire tomou conhecimento do nome do banqueiro. «O Conde cortesmente respondeu que não tinha, mas acrescentou que a “palestra” exprimia a mentalidade não de um indivíduo, mas de um grupo; cada banqueiro judeu de Nova York teria dito exatamente o mesmo num momento de sinceridade.” (Carta de 19 de marco de 1939)

 

(*) Quem domina o processo mundial? Ouçamos o testemunho de um líder, então considerado o homem mais poderoso da Terra: “Desde que entrei em política, alguns já me confidenciaram que os homens mais poderosos dos Estados Unidos, no campo do comércio e da indústria, temem sempre algo. Eles sabem que há um poder em algum lugar tão organizado e sorrateiro, tão vigilante, inter-relacionado, abrangente e penetrante, que não seria prudente acusá-lo nem mesmo com um sussurro “… Eis o que confessava o Maçom Woodrow Wilson em 1913, omnipotente presidente americano. Mas ele próprio era guiado pelo Coronel House, ou seja o Judeu Maçom Mendel Haus, segundo «Massoneria e sette segrete: la faccia occulta della storia», Epiphanius, Trento, 1992, p. 347)

 

«Preparativos próximos da Revolução Russa

«Tenho a intenção de examinar toda a questão em profundidade num livro no qual estou engajado, «Corpo Místico de Cristo e a Organização da Sociedade». Por enquanto, vou me contentar citando alguns documentos não tão bem conhecidos como deveriam ser. Um deles é o relatório secreto recebido pelo Quartel General imperial russo de um de seus agentes em Nova York. Este relatório, com data de 15 fevereiro de 1916, foi dado a conhecer ao mundo pelo escritor russo, Boris Brasol em seu livro «The World at the Cross Roads» (O Mundo na encruzilhada). Desenvolve-se, em parte, desta forma: … “O Partido Revolucionário russo da América retomou evidentemente as suas atividades. Como conseqüência disso são esperados em seguida desenvolvimentos cruciais. A primeira reunião confidencial, que marcou o início de uma nova época de violência ocorreu na segunda-feira, 14 de fevereiro de 1916, no East Side de Nova York, com a presença de sessenta e dois delegados, cinqüenta dos quais “veteranos” da revolução de 1905 e o restante membros recém-admitidos entre os delegados em grande porcentagem judeus, a maioria deles pertencente à classe intelectual, doutores, publicistas, etc., mas também alguns revolucionários profissionais.

«Os trabalhos desta primeira reunião foram quase inteiramente dedicados à discussão de como encontrar formas e meios para iniciar uma grande revolução na Rússia visto que o “momento mais favorável para isto estava ao alcance”. Foi revelado que os relatórios secretos haviam acabado de chegar ao partido da Rússia, descrevendo a situação como muito favorável, quando todos os preparativos para um surto imediato foram concluídas. O único grave problema era a questão financeira, mas sempre que este foi levantado na assembléia imediatamente alguns dos membros asseguravam que esta questão não devia causar qualquer embaraço, porque amplos fundos, se necessários, seriam fornecidos por pessoas solidárias com a movimento de libertação do povo da Rússia. Neste contexto, várias vezes foi mencionado o nome de Jacob Schiff. O Sr. Boris Brasol acrescenta nas páginas 70 e 71 da mesma obra: “A história completa da interação entre o Governo Imperial Alemão e as finanças internacionais na destruição do Império Russo ainda está para ser escrito, (mas…) não pode ser mera coincidência que na notória reunião de Estocolmo realizada em 1916 entre o ex-ministro russo do Interior, Protopopoff, e agentes alemães, o Ministério do Exterior alemão foi representado pelo Sr. Warburg, cujos dois irmãos eram membros da empresa internacional de serviços bancários, Kuhn, Loeb and Company, de que o falecido Sr. Jacob Schiff era um membro sênior.

Lista dos Governantes de Rússia soviética de Robert Wilton

Uma testemunha ocular de valor excepcional de todos os acontecimentos da Revolução Russa é Robert Wilton, o correspondente russo durante 17 anos do «The Times». Nascido na Inglaterra, mas educado na Rússia, ele conhecia a Rússia como um russo. Durante a guerra, este correspondente do «The Times», numa ocasiãoem 1916,assumiu o comandode uma seção do exércitorusso, cujos oficiaishaviam sidoferidos, portando-se com talgalhardiaque foicondecorado com a Cruzde São Jorge.

Foi a primeira vez que esta distinção – exclusivamente militar – foi conferida a um civil. No prefácio ao seu livro francês, Les Derniers Jours des Romanof, que cito em seguida, Robert Wilton garante a precisão dessa lista… (publicada com nomes e outros detalhes entre as páginas 8 e 13 desse opúscolo (The Rulers of Rússia, Bloomfied Books, England, e também nos EUA: Cum Permissu Superiorum Religiorum – Nihil Obstat: GULIELMUS COFFEY, S.T .L., Censor – lmprimi Potest: + JEREMIAS, Episcopus Waterfordiens et Lismorensis , WATERFORDIAE • die 15 Novembris, 1939. FIRST EDITION, MARCH, 1938; EIGHTEENTH PRINTING, APRIL 1969; TWENTIETH PRINTING 1975 – Printed in the U.S.A. 1986)

 

«OS DOMINADORES DA RÚSSIA» (p. 25)

«Neste panfleto apresento aos meus leitores uma série de documentos sérios que vão demostrar que as forças reais do bolchevismo na Rússia são forças judaicas, e que o bolchevismo é realmente um instrumento nas mãos dos judeus para o estabelecimento de seu futuro reino messiânico. Como o bolchevismo, por sua própria confissão, não tem a intenção de permanecer dentro dos estreitos limites de um único país, mas ambiciona uma influência mundial ou império, a importância desta documentação é manifesta. O certo é que muitos católicos ignoram estes fatos e suas implicações. Quando se percebe que o comunismo é um instrumento destinado a preparar a vinda do Messias natural, pode-se entender a intensidade do ódio dos comunistas contra a Missa e contra os sacerdotes, assim como a malignidade da propaganda em todos os países contra os religiosos e a ordem da Igreja Católica. É mais do que provável que muitos que se professam comunistas, mesmo alguns entre os oradores pagos e agentes do comunismo, não tenham consciência desse objetivo final de seus engajadores e formadores. A atenção desses ingênuos deve ser, pois, conduzida aos fatos e eles devem ser argüidos sobre suas completas explicações.

«Mr. Hilaire Belloc escreve (G. K da Weekly, 04 de fevereiro de 1937.): “Para qualquer um que não sabe que o atual movimento bolchevique revolucionário na Rússia é judeu, só posso dizer que ele deve ser pessoa vítima das supressões de nossa deplorável Imprensa “. Uma afirmação bastante forte ».
«Embora sublinhando o caráter inevitável das conclusões a retirar dos documentos citados abaixo, desejo desde logo acentuar o fato de que os métodos a serem adotados pelos católicos para frustrar os preparativos para o reino do Messias natural devem estar sempre e em tudo de acordo com o ensinamento e espírito do Messias sobrenatural, Nosso Senhor Jesus Cristo.
Seguem-se todas as evidências para suprir a esse deplorável modo de enganar, da p. 26 em diante no libreto em questão, altamente esclarecedor à luz do Reino de Cristo.

Os fatos dessa conjura universal, que ameaçam pesadamente a Cristandade do nosso tempo, são aqui revistos em parte no que respeita o início dos últimos cem anos.

Neste tempo o domínio dos Judeus voltou sobre a Jerusalém terrena (cf. Lc 21, 24), ao mesmo tempo que as nações cristãs decaíram na mais geral apostasia. Devido a este novo domínio, fundado sobre a alta finança e o governo da informação global, agora o mundo já começa a sentir o que seja o flagelo de um poder sem e contra Cristo, o poder do Anticristo. Este já vai devastando a vida de diversos países e atingirá todos sem falta, até que os sobreviventes, no meio à fumaça das ruínas, não se aprestem a se unir para invocar juntos a ajuda do abandonado suave poder de Jesus Cristo, exclamando: – Bendito O que vem em nome do Senhor!

Só então se vislumbrará um período a luz de paz no Reino dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria!

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