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Fátima e a Paixão da Igreja

MOTOS ECUMENISTAS BERGOGLIOSOS CONTRA TODA GUERRA, MENOS UMA: À TRADIÇÃO!

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Arai Daniele

Uma questão chave para definir a apostasia modernista conciliar em ato é a obra de desarme do alerta católico sobre a guerra espiritual contra o mundo, que é evangélico. No entando, vemos que justamente os Jesuitas, tipo Bergoglio, partiram na guerra de ataque à Tradição!

Como se o seu alerta religioso não decorresse do «Pecado original». Assim desarmam a mesma defesa das almas, da Igreja e da Cristandade e abalam a capacidade de defesa contra a guerra que o mundo lhe move desde sempre. Tudo, como se a guerra que o mal move ao bem, a falsidade à verdade, não seja um fato universal que a religião verdadeira sempre enfrentou.

O fazem, como se fosse supérflua a necessidade de oposição ao sistema global de tirania do homem e de seus cultos mundanos. Pior, como se a oposição católica a esse mundo fosse a causa mesma de guerras e conflitos. E hoje, o tope dessa bestialidade mental é posta em ato no andante con moto ecumenista do anticristo de turno: JM. Bergoglio SJ.

Desta forma, os modernistas de todos os tempos e modos impingem hoje a “fé” que toda oposição pode ser superada com encontros beócios e incríveis compromissos. Neles os poderes do mundo se concentraram para o golpe final que acabe com as certezas da Igreja católica AMDG.

Por causa dessa deserção continua o curso da degradação religiosa que engendrou a igreja conciliar – já com mais de meio século – explode lamentavelmente com Bergoglio. A este prócer da grande babilônia compete agravar a decomposição dessa igreja popular para que desça completamente ao ossuário malcheiroso das falsas religiões deste mundo.

Nesse sentido veremos em Roma a sequência de 3 eventos patrocinados pelo dito cujo.

1 – O sínodo conciliar sobre a nova família para o qual os bispos alemães já prepararam suas teses para pregar nas portas romanas;

2 – O encontro «Mundial dos Movimentos Populares, que terá a participação de 30 bispos libertários “de fortes vínculos com o trabalho social” dos movimentos de base, já com o acolhimento garantido em Roma para a sua teologia da libertação;

3 – A permanente abertura bergogliosa à URI » (United Religions Initiative).

O PRIMEIRO MOTO diz respeito em especial ao caso preparado pelos bispos da terra de Lutero, na onda da tese de seu inspirador atual, Kasper, sobre a comunhão aos divorciados re-casados.

Diante da posição deste “grã teólogo” de Bergoglio, parece evidente que valerá de bem pouco a resistência de alguns, entre os quais o mesmo «emérito» e o prefeito Müller, a quem Kasper já havia retrucado: “Não a segundas núpcias, mas um bote de salvação. Há que haver misericórdia”.

Sobre tal “guerra preventiva” em vista do Sínodo já saiu um novo livro de Müller com contribuição de Burke, Caffarra, Brandmuller, De Paolis que declaram inadmissível a proposta de abrir à comunhão dos divorciados recasados. («La speranza della famiglia», edizioni Ares, e o ensaio coletivo «Permanere nella verità di Cristo», já publicado nos EUA e na Itália pela Cantagalli, e de conteúdo anticipado pelo «Corriere della Sera»).

Para neutralizar essa resistência Bergoglio já ordenou o afastamento do card. Burke da Prefeito da «Segnatura apostolica» em Roma, para o museu de cera que é hoje a Ordem em Malta.

O SEGUNDO MOTO REVOLUCIONÁRIO consiste na consagração da abertura sem precedentes do ano passado (18 de dezembro de 2013) no Vaticano, quando o dito cujo mandou acolher os tais «movimentos sociais» inspirados na teologia da libertação. O evento deu-se na Pontifícia Academia de Ciências, com o encontro intitulado: “A emergência dos Excluídos”, coordenado pelo chanceler da Academia, mons. Marcelo Sanchez Sorondo, seguindo instruções do mesmo Bergoglio. O fato é que esses evento vai repetir-se e reforçado em Roma este mês, do 27 ao 29. Para descrevê-lo antecipadamente vamos ver aqui a carta reverente do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança sobre os Movimentos que combatem obstinadamente a propriedade privada, inclusive por meio de ações violentas, mas são convidados a participar de reuniões em organismos da Santa Sé e um deles é recebido pelo «papa».

“Dirijo-me a Vossa Santidade em meu duplo caráter de Príncipe da Casa Imperial do Brasil e ativo participante da vida pública de meu País, para lhe externar uma grave preocupação concernente à causa católica no Brasil e na América do Sul em geral.

“É bem conhecido dos brasileiros o fato de que foi a instâncias do Papa Leão XIII, e apesar dos previsíveis inconvenientes políticos que daí adviriam, que minha bisavó, a Princesa Isabel, regente do Império, assinou a 13 de maio de 1888 a Lei Áurea, abolindo definitivamente a escravatura no Brasil. Custou-lhe o trono, mas valeu-lhe passar à História como a Redentora, e receber das mãos do Papa a Rosa de Ouro, em recompensa pela sua abnegação em favor da harmonia social e dos direitos dos mais desvalidos. Movido pelo mesmo senso de justiça e devotamento ao bem comum de meus antepassados, honro-me em ter dado início e animado durante 10 anos a campanhaPaz no Campo, a qual promove a harmonia social no agro brasileiro. Tarefa tanto mais imperiosa quanto, nas últimas décadas, o meio rural do País vem sendo notoriamente conturbado por uma sequência de invasões de terra, assaltos, destruição de plantações, desapropriações confiscatórias, exigências ambientalistas descabidas e insegurança jurídica. No cerne dessa agitação agrária — que é o principal empecilho para o pleno desenvolvimento da agricultura e pecuária brasileiras, responsáveis por 37% dos empregos no Brasil e por cerca de metade dos novos empregos criados no primeiro semestre de 2013 — encontram-se o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra, mais conhecido pela sua sigla MST, e a organização internacional «La Via Campesina».

“O Dirigente nacional do MST aproveita-se de seminário convocado por organismo da Santa Sé como tribuna para insuflar a luta de classes. Por isso, foi com consternação que tomei conhecimento do convite enviado pela Academia Pontifícia de Ciências ao Sr. João Pedro Stédile, coordenador nacional do MST e representante da Via Campesina, para participar como observador de um seminário organizado pela referida Academia, em Roma, no dia 5 de dezembro de 2013, sobre A emergência das pessoas socialmente excluídas, com as despesas de viagem pagas pelo Vaticano, segundo declarou o próprio favorecido. Essa consternação difundiu-se nos mais variados meios católicos, pois, como era previsível, o conhecido agitador do MST aproveitou-se do evento como tribuna para promover, uma vez mais, seus princípios errôneos e falsas soluções, ambos baseados na premissa marxista da luta de classes e na utopia de uma sociedade coletivista. Com efeito, apenas dois dias após o simpósio realizado nas dependênciasda Santa Sé, o Sr. João Pedro Stédile proferiu uma palestra para os militantes da ultra-esquerda altermundialista italiana, num antigo teatro de Roma por eles ocupado. Na palestra, reproduzida pela Agência de Notícias Adista, ele faz apologia de seus métodos ilegais. Segundo disse, “a estrada das mudanças pela via institucional parece decisivamente bloqueada”; e até gabou-se de que “tudo o que o MST tem conquistado no decurso de seus 30 anos de vida é devido à prática das ocupações de massa”, ou seja, da violação sistemática da propriedade privada no meio rural. A necessidade desse recurso à ilegalidade e até à violência por parte do MST decorreria, segundo Stédile, do fato de que “no atual contexto histórico, a correlação de forças a nível de luta de classes é bastante desfavorável às classes trabalhadoras” — ou seja, às esquerdas que usurpam a representatividade do setor operário. Stédile admite inclusive que “o mundo vive um período de refluxo do movimento de massa” que afeta ao próprio MST, devido a que “as condições da luta de classes resultam mais difíceis: as massas percebem a impossibilidade de uma vitória, e se voltam para trás”.

“A luta de classes será mundial … e a terra tremerá”

Estranho è que candidatos dessas idéia, baseadas na teologia da libertação, foram Lula e depois Dilma, sindicalista e guerrilheira, eleitos como presidentes do Brasil com o Partido dos trabalhadores (PT). Este «governa» o País já há muito tempo e foi envolvido em grandes escândalos em questões de dinheiro. De qualquer modo, ainda domina o cenário político que fez-se turvo e violento. Eis os frutos. Apesar disso, tais camaradas do conflito e do caos, são convidados para difundir sua idéias no seio da Roma conciliar e modernista sem refrear suas ameaças populistas misturadas a um sumário ecologismo, «ligado oportunamente à «Exortação apostólica Evangelii Gaudium, “que contem esclarecidos conceitos da situação dos excluídos e da sua relação com a matriz excludente da economia global”. Com tiradas desse jaez não podiam deixar de ser recebidos em audiência privada por Bergoglio, que exprimiu solidariedade e apoio à luta deles pelo trabalho, pela terra, pela la vida comunitária e pelo ambiente. Stédile participou também à uma série de reuniões com outras organizações do espaço autogestito STRIKE, entre as quais do «Teatro Valle» Ocupado, diante a um grande número de «militantes sociais italianos» (neologismo de comunista). Eis a claque predileta do Vaticano hodierno, do outubro vermelho em Roma.

O TERCEIRO MOTO DESOLADOR CONCERNE A URI (United Religions Initiative)

Esta adianta-se numa cadência constante. Por exemplo com o apoio dado à assim chamada “Aliança bíblica universal” para a tradução inter-confessional da Bíblia, questão desde sempre combatida pela Igreja, única verdadeira interprete da Tradição escrita e oral. mas naquela ocasião Bergoglio concluiu uma audiência rezando um Pater em comum com os evangélicos.

São aberturas que representam um preâmbulo para aquele vertiginoso abismo das «religiões unidas», na emulação das nações unidas da ONU (veja http://www.agerecontra.it/public/press40/?p=10148 «Quando il tempo delle nazioni è scaduto… (Lc 21, 24)». De fato, não só o incrível recente convite de Shimon Peres foi acolhido, mas tudo isto se acorda com o velado plano secreto conciliar que dura desde os primórdios do Vaticano 2º, com Paulo 6º, João Paulo 2º e em Buenos Aires com Bergoglio, como ilustra o artigo da americana Cornelia Ferreira (veja «ONE-WORLD CHURCH STARTS UP NOW WITH URI (United Religions Initiative) WELCOMED BY BERGOGLIO https://wordpress.com/post/13927649/5730.

Se com isto não se entende que a abominação da desolação da apostasia final no Lugar santo está em ato, o que mais será preciso ver para saber a que chegou a Roma atual?

A Igreja certamente vive, mas não no Vaticano. Sobrevive em pequenos «restos» atentos às palava apocalípticas: “Saiam dela Meu povo, para não participar de seus pecados, nem ser merecedor de seus flagelos” (Ap 18, 4).

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

Uma resposta para “MOTOS ECUMENISTAS BERGOGLIOSOS CONTRA TODA GUERRA, MENOS UMA: À TRADIÇÃO!

  1. Zoltán Batiz outubro 3, 2014 às 7:05 pm

    O que o papa São pio X disse sobre a prensa católica:

    “IN VAIN you will build churches, give missions, found schools –

    “All your work, all your efforts will be destroyed if you are not able to wield the offensive and defensive weapon of a loyal and sincere Catholic Press …

    “I would make any sacrifice, even to pawning my ring, pectoral cross and soutane, in order to support a Catholic paper …”

    – Pope St. Pius X

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