Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

NEM O OLAVO DE CARVALHO DESFEZ O NÓ DO FORO DE SÃO PAULO

iNVERSÃOO direito à liberdade religiosa perante Deus da «Dignitatis humanae» do V2 é a dignidade humana projetada no assoluto pelo Vaticano2º!

É A REIVINDICAÇÃO ABSOLUTA, mãe de todas as outras na mentalidade reivindicatória revolucionária que destroi a ordem social. Ela está poluindo toda a mentalidade humana. E no Brasil se manifesta através do PT e da Dilma!

“Quand l’insolence de l’homme, obstinément, rejette Dieu,

Dieu dit enfin à l’homme: – que ta volonté soit faite!

Et le dernier fléau est lâché: ce n’est pas la famine, la guerre, la peste… c’est l’homme!

Et quand l’homme est livré à l’homme on peut connaître ce qu’est la Colère de Dieu!

Louis Veuillot 

Arai Daniele

Já foi bem explicado o que seja o Foro de São Paulo, como matriz ideológica dessas forças da esquerda comunista que tem chegado ao poder na América Latina. Mas há um seu aspecto de fundo religioso que ainda não foi destrinchado, e que é para os católicos o principal: o lugar da Religião e do Culto a Deus na sociedade dos homens.

Para entendê-lo vejamos as conversações que levaram à formação do Foro de São Paulo, nas eventuais ligações que esse possa ter tido com elementos religiosos.

Como se sabe, Fidel Castro desde o início de seu governo comunista quis estendê-lo ao mundo Latino americano. Teve um contato com a Venezuela de Douglas Bravo, que falhou, só retomando depois com Hugo Chávez. Depois da queda do Muro de Berlim em 1989 e da derrubada do comunismo na ex-União Soviética, Fidel Castro decidiu substituir o apoio que recebia do Bloco Oriental pelo de uma transnacional latino-americana. Entretanto Fidel seguia no Brasil o crescimento do PT de Lula da Silva que, apoiado pelo cardeal Paulo de Evaristo Arns, nos Cursilhos de Cristandade e nas Comunidades eclesiais de base, era para a esquerda, o de crescimento mais promissor.

Fidel Castro convocou então, em 1990, junto com Luis Inácio “Lula” da Silva, grupos guerrilheiros da América Latina a uma reunião na cidade de São Paulo. Além do próprio PT e do Partido Comunista de Cuba, acudiram ao chamado o Exército de Libertação Nacional (ELN) e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC); a Frente Sandinista de Libertação Nacional (FSLN) da Nicarágua; a União Revolucionária Nacional da Guatemala (URNG); a Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional (FMLN) de El Salvador; o Partido da Revolução Democrática (PRD) do México; e várias dezenas mais de grupos guerrilheiros e partidos de esquerda da região que iam se juntando ao longo dos anos, como o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) do México.

Alí decidiram formar uma organização que se auto-denominou Foro de São Paulo. Para dirigi-lo centralizadamente, criaram um Estado Maior civil, dirigido por Fidel Castro, Lula, Tomás Borge e Frei Betto, entre outros, e um Estado Maior militar, comandado também pelo próprio Fidel Castro, o líder sandinista Daniel Ortega, e no qual tem um papel importante o argentino Enrique Gorriarán Merlo, fundador do Exército Revolucionário do Povo (ERP) e posteriormente do Movimento Todos pela Pátria (MTP). Gorriarán Merlo é o autor do ataque terrorista de janeiro de 1989 ao regimento de infantaria La Tablada, em Buenos Aires, no qual morreram 39 pessoas, e foi quem encabeçou a esquadra que assassinou Anastasio Somoza em Assunção, Paraguai, em setembro de 1980. Gorriarán Merlo também organizou a maquinaria militar do Movimento Revolucionário Tupac Amaru (MRTA), o mesmo que tomou a residência do embaixador japonês em Lima.

Para adaptar o marxismo à América Latina, os diretores do Foro de São Paulo decidiram animar próprias ideologias, como seja o «indigenismo», do «ecologismo radical» e dos sem terra, e tudo apoiado numa nova «teologia» da libertação. E aqui aparece o seu aspecto religioso em que figuram Frei Beto, Leonardo Boff, Paulo Evaristo Arns, com o objetivo de obter apoio na Igreja Católica, nas pegadas de dom Helder Câmara.

Ai temos então o aspecto religioso que liga o Foro, Lula e Dilma a membros do clero e hierarquia de denominação católica. Mais tarde viu-se que as atividades revolucionárias do Foro demandavam mais recursos financeiros e este recorreu ao narcotráfico, seqüestro, assalto a banco e roubo de gado, como denunciado por Alejandro Peña Esclusa*, presidente da Força Solidária – que organizou as passeatas-monstro contra Hugo Chávez. Esclusa denunciou também que as FARC da Colômbia formam parte do chamado Foro de São Paulo.O Foro de São Paulo tem um sistema de comunicação permanente, e até produz uma revista trimestral própria, denominada América Livre. Estabeleceu uma forma sólida e de financiamento nas atividades ilegais que rotineiramente praticam os grupos guerrilheiros na América Latina. Segundo um informe da AP, datado em Montevidéu, Hugo Chávez se inscreveu no Foro de São Paulo em 30 de maio de 1995.

  •  *Alejandro Peña Esclusa é o presidente da Fuerza Solidaria, a ONG que organizou protestos populares contra o culto do governo Hugo Chávez na Venezuela.

O sentido do apoio do cardeal Evaristo Arns

Para destrinchar essa questão vejamos os antecedentes de Arns no artigo do Dr. Arnaldo Xavier da Silveira (11-10-2013) “Cinco Cardeais e a nouvelle théologie”.

Deste pode-se logo estabelecer uma relação com o Vaticano 2º, de caráter heretizante (1) porque em ruptura com a Tradição (2), e de cujo caráter (ou desculpa) “pastoral” surgiram os tais cursilhos e comunidades eclesiais de base, de clara abertura para o mundo socialista. O artigo sobre os cinco cardeais quer estabelecer a origem disso pois:

«o Concílio se inspirou na nouvelle théologie, corrente de orientação inconfundivelmente modernista, condenada por Pio XII em 1950 na Encíclica Humani Generis. Minha argumentação nesse sentido fundava-se, em parte, em artigo publicado em 12 de abril último no Osservatore Romano pelo Cardeal Walter Kasper, intitulado “Um Concílio ainda em Caminho”. Amigos e leitores me pedem que esclareça melhor o papel da nouvelle théologie na atual crise da fé. Nas presentes linhas não pretendo esgotar a matéria sob o ponto de vista doutrinário, histórico ou qualquer outro. Quero apenas pôr em realce o modernismo extremado que imperava em certos círculos teológicos quando da publicação da Encíclica Humani Generis, bem como o seu desenvolvimento nas décadas seguintes, e até nossos dias. Para isso me valho de depoimento do Cardeal franciscano Paulo Evaristo Arns, Arcebispo de São Paulo por mais de 27 anos, de 1970 até 1998, em seu livro “Da Esperança à Utopia – Testemunho de uma Vida” que veio a lume em 2001 (3).

«Um frade franciscano estuda em Paris – 3] Nesse livro, o autor relata que, em fins de 1947, já ordenado sacerdote, foi estudar em Paris, onde permaneceu até 1952, quando se doutorou na Sorbonne. Dentre os escritores da época, refere Sartre, de quem diz que era “considerado” [sic!] de esquerda ou comunista (p. 80); e refere também os futuros cardeais Daniélou e de Lubac, e ainda “grandes autores dominicanos, entre eles o futuro cardeal Yves Congar” (p. 80).

«O purpurado prossegue: “A única coisa que nos feriu profundamente foi a intervenção do Papa Pio XII, ou seja [sic!], da Cúria Romana, na chamada nouvelle théologie. Eu frequentava, sem inscrever-me, todos os cursos e conferências de Daniélou, de Congar e dos demais dominicanos. Devo dizer que os admirava, pensando até em imitá-los ao voltar para a pátria” (p. 80). “Um dia se contou – narra ele – (…) que o mestre Daniélou e os demais colegas da Nova Teologia haviam sofrido rude admoestação e até restrições em suas publicações, porque a nouvelle théologie estava sob suspeita. Assisti à reunião dos alunos (…) e verifiquei que a maioria iria abandonar o estudo sistemático da teologia para consagrar-se a outras tarefas, ou simplesmente à pastoral, que vinha sendo renovada aos poucos na França” (pp. 80-81). “Também os padres operários e as Missões da França – escreve o Cardeal Arns – receberam diversas admoestações que feriram nosso espírito de jovem e diminuíram nosso entusiasmo, que era grande, pela ação de Roma no pós-guerra. Só mais tarde, no Brasil, quando foi posta em discussão a Teologia da Libertação, é que (…) vim a sentir o mesmo temor e a manifestar a mesma apreensão ao secretário de estado de Sua Santidade João Paulo II, cardeal Agostinho Casaroli” (p. 81).

«Comunismo e Teologia da Libertação

«A visão do mundo e da Igreja que o Cardeal Arns revela tem uma lógica interna pela qual se estende a todos os campos do pensar e do agir humanos. Assim, não é de admirar que ele qualifique como “jovens idealistas” (pág. 302), e como “a juventude idealista e a intelectualidade mais esclarecida” (pág. 436), os comunistas e comunistóides que em 1964 preparavam confessadamente um golpe para tomar o poder no Brasil, e que posteriormente passaram à clandestinidade, praticando assaltos a bancos, sequestros, assassinatos. E, igualmente, não é de admirar que em 1984, em Roma, ele haja defendido o frade franciscano Leonardo Boff, paladino da Teologia da Libertação, perante a Congregação para a Doutrina da Fé, fato que teve grande repercussão na imprensa mundial. Qualificando o acusado como “um de meus mais queridos ex-alunos”, “cuja ação só favorecia o nosso trabalho pastoral em São Paulo e na América Latina”, o Cardeal Arns informa o resultado do que chama de “diálogo” então havido com o Cardeal Ratzinger, Prefeito da Congregação, com um lamento profundo: “infelizmente o silêncio foi imposto a Leonardo Boff” (pág. 253).

«Cardeal Kasper, nouvelle théologie e Vaticano II

«Não se pode deixar de relacionar o que diz o Cardeal Arns sobre a nouvelle théologie, com passagens do Cardeal Kasper no Osservatore Romano de 12 de abril, manancial inesgotável de sugestões para análise do Concílio. Ali se lê que a grande maioria dos Padres conciliares abraçou o otimismo do aggiornamento de João XXIII, e “quis acolher as demandas dos movimentos de renovação bíblica, litúrgica, patrística, pastoral e ecumênica, surgidos entre as duas guerras mundiais”. Ora, os textos do Cardeal Arns retro citados mostram à farta o que é sabido por todos os estudiosos da matéria, e por ninguém negado: que o principal desses movimentos de entre-guerras é a nouvelle théologie, condenada por Pio XII.

«Lê-se ainda naquele artigo do Cardeal Kasper que a maioria dos Padres Conciliares, acolhendo as “demandas” dos referidos movimentos de renovação, quis “entrar em diálogo com a cultura moderna”, o que constituiu “o projeto de uma modernização, que não queria nem podia ser modernismo”. Ora, é igualmente sabido e incontestado, à luz da Tradição católica, que a nouvelle théologie nada mais é do que uma das versões do modernismo. É o que mostra o ínclito Pe. Garrigou-Lagrange no texto sobre o conceito modernista de verdade transcrito em anterior artigo deste site (4), onde fica claro que a nouvelle théologieredunda no próprio modernismo”. Portanto, o chamado “projeto de modernização” do Concílio, que conta com viva aprovação do Cardeal Kasper, é pleno modernismo.

«Dos cinco referidos Purpurados

«O padre jesuíta francês Jean Guénolé Louis Marie Daniélou (1905-1974) foi perito conciliar, criado Cardeal por Paulo VI em 1969.

«O frade franciscano brasileiro Paulo Evaristo Arns nasceu em 1921. É Arcebispo emérito de São Paulo. Foi elevado ao Cardinalato em 1973, pelo Papa Paulo VI.

«O padre jesuíta francês Henri de Lubac (1896-1991) difundia suas doutrinas novas já antes da segunda guerra mundial. Teve sua atividade docente restringida por Roma nas vésperas da publicação da Encíclica Humani Generis, com sanções mais graves em seguida. Sob João XXIII, foi perito na preparação do Vaticano II, e depois perito conciliar. Foi elevado ao cardinalato por João Paulo II em 1983. O Papa Francisco o tem como um de seus pensadores franceses contemporâneos prediletos (5).

«O frade dominicano francês Yves Congar (1904-1995) defendia, logo depois da segunda guerra mundial, doutrinas novas sobre o ecumenismo, a colegialidade e outras matérias, o que levou o Vaticano a impor-lhe, em 1947, restrições na atuação docente. Seu livro “Verdadeira e Falsa Reforma na Igreja” foi proibido por Roma em 1952. Foi afastado do ensino em 1954. Em 1960, João XXIII o convidou para perito da comissão teológica preparatória do Vaticano II. Foi, depois, perito conciliar. De 1969 a 1985 fez parte da Comissão Teológica Internacional. Foi nomeado Cardeal em 1994, por João Paulo II.

«O sacerdote Walter Kasper nasceu em 1933 na Alemanha. Foi assistente de Hans Küng. João Paulo II o nomeou Bispo de Rottenburg-Stuttgart em 1989, e Cardeal em 2001. Em 2010 foi aceito seu pedido de renúncia, por limite de idade.

Nouvelle théologie e Vaticano II

«A influência profunda da nouvelle théologie no Concílio Vaticano II é pacificamente admitida pelos autores. Jurgen Mettepenningen, por exemplo, da Faculdade de Teologia e Estudos Religiosos da Universidade Católica de Louvain, cujos trabalhos sobre o assunto, de orientação progressista, têm tido ampla divulgação internacional, declara: “A nouvelle théologie (…) foi o nome de um dos movimentos mais dinâmicos e fascinantes na teologia católica no século XX. Embora inicialmente condenada pelo Papa Pio XII em 1946, e posteriormente em sua Encíclica Humani generis, de 1950, tornou-se influente na preparação do Concílio Vaticano II”. Esse texto consta em livro cujo título já fala por si, indicando que a nouvelle théologie é herdeira do modernismo e precursora do Vaticano II: “Nouvelle Théologie – New Theology – Inheritor of Modernism, Precursor of Vatican II(6).

«O papel dos peritos da nouvelle théologie no Concílio foi decisivo, especialmente o do Pe. Congar. Segundo a revista progressista francesa Informations Catholiques Internationales , ele inspirou diretamente dez dos dezesseis textos(7).

«O eminente historiador Roberto de Mattei escreve que, em seu Diário, “Congar reivindicou a paternidade da redação parcial ou total de muitos documentos: Lumen Gentium, De Revelatione, De ecumenismo, Dichiarazione sulle religioni non cristiane, Schema XIII [Gaudium et Spes], De Missionibus, De Libertate religiosa, de presbyteris(8).

Podem Olavo De Carvalho e P. Paulo Ricardo Ignorar a Suma Revolução? (https://wordpress.com/post/13927649/3652)

Nossa conclusão parcial está no artigo (12.8.2013). Nele se diz que as setas demoníacas mais letais que as do liberalismo e do comunismo são ignoradas por muitos, mas são as mais fatais porque seu veneno concentra todos os outros: raptar o Culto devido a Deus. Por isto todo problema político tem no fundo uma matriz religiosa incontornável.

Ora, a gnose da «nova teologia» é condenada por reivindicar o direito ao sobrenatural de uma dignidade da natureza humana, que cancelaria a gratuidade da Graça (Pio XII); em nome dessa dignidade toda liberdade seria um direito e mesmo diante de Deus e de Sua Palavra. Ela manifestou-se no V2 com o direito à liberdade religiosa perante Deus da «Dignitatis humanae». 

O direito à liberdade religiosa perante Deus da «Dignitatis humanae» do V2 é a dignidade humana projetada no assoluto pelo Vaticano2º! É A REIVINDICAÇÃO ABSOLUTA, mãe de todas as outras na mentalidade reivindicatória revolucionária que destroi a ordem social. Ela está poluindo toda a mentalidade humana. E no Brasil se manifesta através do PT e da Dilma!

Para o fim dos tempos, o Apóstolo prevê na segunda Epístola aos Tessalonicenses (II Ts 2, 4) a repetição dessa operação de engano, para os que não tendo amado a verdade cairam na apostasia e creiam na mentira do culto do homem, que causa a elevação do homem do pecado ao trono do poder espiritual, que abre Igreja a fim de que o espírito anticrístico governe no mundo. A degradação na sacralidade do Culto divino, resultando no culto de tudo o que é meramente humano e fugaz, leva à abertura mais ampla para toda desordem! É a ilusão cultora de falsos cristos e falsos profetas, que se revela preparatória para o culto do Anticristo na suprema Sé!

Foi Jesus mesmo a advertir: «Cuidai que ninguém vos engane, porque virão falsos Cristos e falsos profetas…”, o falso culto censura os avisos salvadores para tempos extremos em que um homem ímpio é guindado à posição suprema, à Cátedra apostólica, apesar de suas palavras refletirem sinais objetivos de uma clara ruptura doutrinal.

Eis a realidade histórica hodierna, que já começava a ser clara a todos em 1960.

E o culto geral à autoridade desviada já se manifesta na desordem civil até a dos falsos Cristos, corresponde à apostasia geral, que abre o caminho a todo falso culto ecumenista.

Eis a Revolução culminante na sua suprema reivindicação: o culto do homem no lugar de Deus.

O Foro de São Paulo é mais uma operação que reivindica o culto do homem implicado na «nova teologia», que determina a «teologia da libertação»; libertação «religiosa» de toda Lei divina, e eue tem por fim um reino humano neste mundo, emancipado de Deus!

  • 1  Ver site Bonum Certamen o artigo “Da qualificação teológica extrínseca do Vaticano II”, postado em 29.06.2013.
  • 2  Ver site Bonum Certamen o artigo “Sentir com a Igreja é sentir com o Vaticano II?”, postado em 02.09.2013.
  • 3  Editora Sextante, São Paulo, 2001, 480 pp.
  • 4    Ver site Bonum Certamen o item 15 do artigo “Sentir com a Igreja é sentir com o Vaticano II?”, postado em 02.09.2013.
  • 5   Cf. Civiltà Cattolica nº 3.918, ano 164, 19.09.2013, Entrevista com o Papa Francisco, pp. 449/477.
  • 6  T&T Clark, London/New York, 2010.
  • 7  N. 336 – May 15, 1969, p. 9.
  • 8  “Il Concilio Vaticano II, Una Storia mai scritta”, Lindau, Torino, 2010, p. 522.

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