Pro Roma Mariana

Fátima e a Paixão da Igreja

A ATUAL DEMOLIÇÃO BERGOGLIANA JÁ ERA PREVISÍVEL EM 1960


Bergoglio legitima o Islã a par do Cristianismo

Na Itália temos o caso de um conhecido jornalista que era muçulmano, Magdi Allam, que se converteu ao Cristianismo e precisa de guarda armada para não ser executado pelos seus ex correligionários.
Onde a perseguição atinge um aspecto ainda mais feroz e patente é no mundo islâmico.

Magdi Cristiano Allam, eurodeputado e ex-muçulmano convertido ao catolicismo, denunciou a pusilanimidade dos cristãos onde eles são maioria, e a perseguição onde são minoria.

Allam mostrou que na China, na Índia e na Coréia do Norte a perseguição tem fundamentos ideológicos. Mas que nos países islâmicos ela é estritamente religiosa. “O Islã considera o judaísmo e o cristianismo como desvios heréticos, sendo que o Islã se acha a única religião verdadeira”.

“Hoje – continuou Allam –está se repetindo o que sucedeu no século VII, quando a submissão ao Islã por parte de populações e territórios cristãos aconteceu em virtude da agressividade dos exércitos islâmicos, mas sobretudo pela pusilanimidade interior das comunidades cristãs”.

No quê consiste essa pusilanimidade?

“Na base de nossa fraqueza – sustentou Allam – está a desvalorização de nossas raízes, de nossa fé, dos valores não negociáveis de nossa identidade, de nossa civilização. Nós nos tratamos como se fôssemos uma terra deserta e, em conseqüência, acabamos sendo vistos como uma terra de conquista. Ou nós nos elevamos a ponto de reconquistar a certeza de quem somos, ou acabaremos inexoravelmente desaparecendo como civilização, porque queiram ou não nossa civilização está fundamentada no cristianismo” – advertiu.

“Nossa missão é dar uma nova alma à Itália, à Europa, ao Ocidente, ao mundo”, exortou finalmente o ex-muçulmano e eurodeputado católico.

Pois bem, de recende ele fez saber que se des-convertia diante da posição do Francisco/Bergoglio e agora escreve sobre «Il Giornale» (2014/ 11/30) sobre a viagem «papal» à Turquia: «Se Francisco legitima o Islã»: “As declarações feitas pelo Papa na Turquia representam uma Igreja Católica perdida irremediavelmente no relativismo religioso… são declarações que necessariamente resultam na legitimação de outras religiões, independentemente da avaliação racional e crítica do seu conteúdo, incorrendo no erro de sobrepor pessoas e religiões, de pecadores e pecado. Quando o Papa diz com razão “a violência que busca uma justificativa religiosa merece a mais forte condenação, porque o Todo-Poderoso é o Deus da vida e da paz”, esquece que o Deus Pai, que vê os seres humanos como crianças, que por amor homens se encarnou em Jesus, que escolheu a cruz para redimir a humanidade, não tem nada a ver com Alá, que vê os homens como servos que lhe sejam submissos, legitimando a matança de judeus, cristãos, apóstatas, infiéis, adúlteros e homossexuais («Incutirei o meu terror nos corações dos infiéis! golpearei o pescoço e cortarei as pontas de seus dedos … os incrédulos terão o castigo do fogo! … Você tenha certeza que não foi você que os matou: foi Alá quem os matou “(Sura 8: 12-17). Quando o Papa na Mesquita Azul se pôs posto a rezar em direção a Meca, em conjunto com o Grande Mufti, a mais alta autoridade religiosa islâmica turca, este descreveu a bondade de alguns versículos do Corão, uma oração que o Papa chamou de “adoração silenciosa”, afirmando duas vezes “devemos adorar a Deus”, legitimando assim a mesquita como um lugar de culto onde eles compartilham o mesmo Deus e legitimou o Islã como uma religião de igual significado do cristianismo. Porque o Papa não confia em seus próprios bispos que sofrem na pele as atrocidades do Islã, como o arcebispo de Mosul, Emil Nona, que em entrevista ao “Avvenire de 12 de Agosto disse que “o Islã é uma religião diferente de todas as outras religiões”, deixando claro que a ideologia dos terroristas islâmicos” é a religião do próprio Islã: no Alcorão, há versos que dizem que matar cristãos, e todos os outros infiéis, e argumentando sem rodeios que terroristas islâmicos “representam a verdadeira visão do Islã”.

 

Hoje são muitos os que reconhecem que Jorge Bergoglio de papa católico não tem nada, porque é um demolidor do Cristianismo. Mas há novidade nisto em relação aos «papas conciliares» que o antecederam? Só na forma, isto é no acréscimo do deboche visto acima que, porém, já era patente nos predecessores João Paulo 2º e Bento 16.

O primeiro beijou pública e ostensivamente o Alcorão. O segundo, precedeu Bergoglio na Turquia e na medonha oração conjunta da mesquita. Mas e os anteriores, pensavam e agiam de modo diferente destes apóstatas? Vejamos.

Roncalli, eleito em 1958, que assumiu o nome do anti-papa João XXIII, porque João foi o nome que já lhe havia atribuído a Maçonaria, que conhecia seu avançado estado de febre ecumenista. Pode bem descrevê-lo o P. Ricardo Lombardi, tanto no tempo de sua pregação de 1949 em Paris, onde Roncalli era núncio, como depois no Vaticano. Ele relata o episódio do beneditino que foi ao Núncio para interceder por uma bênção sobre a «Cruzada da Bondade». Resposta: ‘Nunca pronuncie essa palavra na minha frente’ disse Roncalli zangado. “Eu venho de Constantinópolis e sei da lembrança das Cruzadas que dividem” (MD, p. 411). Ora, o espírito do movimento de expansão da Fé e da civilização cristã no mundo, sob o signo da Cruz, e defesa contra o Islã sempre formou a obra da Igreja. A Cruzada Eucarística floresceu no tempo de Pio XII. O que aborrecia Roncalli era o nome Cruzada ou o seu espírito? Que era o espírito se conheceu com o Vaticano 2º, pois o espírito ecumenista deste se demonstrou oposto ao do Catolicismo. Basta saber quem João 23 convocou para escrevê-lo e ler o texto da «Nostra aetate»!

Este foi aprovado e depois promovido como cavalo de batalha pelo sucessor Montini, que assumiu o nome de Paulo 6º e fechou o Vaticano 2º abrindo ao «culto do homem».

De Karol Wojtyla, aliás João Paulo 2º, já se falou acima e inútil repetir as estripulias ecumenistas que operou pelo mundo afora e jamais contestadas pelo seu «prefeito para a doutrina da fé», ou seja, Joseph Ratzinger que o sucedeu também nessas abominações.

De modo que a continuidade conciliar dessa turba é fato consumado em Bergoglio.

A tramóia das 3 grandes religiões monoteístas

Também é questão largamente documentada que os «papas conciliares» falam a todo hora que nas 3 grandes religiões monoteístas, temos o mesmo Deus como revelou o Livro abraâmico, o que legitimaefetivamente o Islãcomo uma religião devalor igualao judaísmoe ao cristianismoe, portantodeslegitimao Cristianismo como única religião verdadeira, porque as outras também o reivindicam sem compromissos e o Islãé concebido com o selo da profecia eo cumprimentoda revelação divina.

Assim a miserável estratégia de convivência e não apenas de tolerância com as outras religiões revela-se fonte de dissídios se a idéia é reconhecer e desenvolver uma espécie de comunidade espiritual através do diálogo inter-religioso. Porque para tanto seria preciso deixar de lado a verdade sobre a Santíssima Trindade e a mesma natureza divina de Jesus Cristo. Talvez assim pensam que essa apostasia ajuda a promover e defender os valores na «sociedade moral», da paz e da liberdade; liberdade de apostasia!

Eis o apavorante equívoco do diálogo inter-religioso, que representa diálogo de suicídio religioso, ou melhor dizendo, da apostasia que grassa livre desde os dias do Vaticano 2º e do famigerado «culto do homem», comum a esses falsos cristos de tenebrosa memória!

Sim porque são eles que justificam indiretamente os militantes islâmicos envolvidos na islamização da Europa, da América, do Brasil e de toda a humanidade, reconhecendo os «valores fundantes de nossa humanidade comum»”. Sim, da sharia!

Se isto não é traição, o que mais precisam para reconhecer a peçonha inerente à esta igreja conciliar e portanto a total ilegitimidade de sua autoridade católica.

A esquecida profecia de Fátima sobre o ano 1960

Como lembrei, e é no domínio das notícias, são cada vez mais os ditos católicos que reconhecem a total ilegitimidade de autoridade católica de Jorge Bergoglio. Mas o fazem por razões diferentes e nem sempre coerentes. Já tratamos aqui da posição assumida pelo escritor Antonio Socci. Com ela parece concordar o de outro escritor conhecido o rv. Paul Kramer, com quem já falei para lembrar que Ratzinger, que eles consideram ainda papa, professa a mesma fé conciliar e ecumenista bergogliona. Mas parece que isto é difícil de aceitar porque pelo menos Bento 16 revela um nível intelectual bem mais apresentável que do atual ocupante do Vaticano.

Agora encontro uma palestra do meu conhecido rv. Nicholas Gruner, o fatimita com quem organizei a apressada mas marcante conferência de 1985 no centro de Roma no Augustinianum (a 100 metros do Santo Ofício). Ora quem seguiu esse clérigo ativista nessa empresa, por vezes meritória sobre Fátima, sabe que o seu vício era o de apoiar sempre a sua recolha de donativos na eminente invasão da América pelo comunismo. Os problemas religiosos derivados do peçonhento Vaticano 2º eram lembrados de passagem. Eis que agora ele, falando sobre a entrevista da Irmã Lúcia com o Padre Agostino Fuentes, começa por lembrar que em 1960 o pior das guerras e revoluções já tinham acontecido, portanto quando Nossa Senhora fala do castigo eminente, que já seria mais claro em 1960, como a Irmã disse até ao Cardeal Ottaviani, tem valência eminentemente religiosa e não pode ser outra coisa que a devastação na Igreja.

Note-se como foi preciso chegar a meio século depois para dizer isto e ainda de modo velado. E para não admiti-lo claramente, dizem que o Terceiro Segredo de Fátima, do Papa católico eliminado com todo o seu séquito fiel é truncado porque Nossa Senhora não explicou o que significa.

Até quando será que estes ativistas das próprias conclusões vão insistir na própria miopia. Não é por acaso que Nosso Senhor no Apocalipse admoestando as Igrejas fala de colírio para os olhos obscurecidos. Esperemos que breve sejam muitos os católicos que diante das abominações conciliares e ecumenistas dos «papas conciliares», que têm em Bergoglio o exemplar mais escandaloso, acordem para a realidade e iniciem uma verdadeira reação para banir essa gente e obter do Alto a vinda de um Papa verdadiero. Que ao menos comecem a ver e ouvir com cuidado o que foi profetizado por Nossa Senhora para o nosso tempo de após Pio XII.

8 Respostas para “A ATUAL DEMOLIÇÃO BERGOGLIANA JÁ ERA PREVISÍVEL EM 1960

  1. Jacob dezembro 5, 2014 às 11:56 pm

    Andei lendo uma postagem antiga neste blog a respeito das diferenças entre a Irmã Lúcia anterior à década de 60 e a “Irmã Lúcia” que apareceu daí em diante, e sigo sem compreender como pode haver quem não veja nas fotos evidência de que se tratem de pessoas diferentes.

    Só as fotos já bastariam, mas há a diferença nos comportamentos também. Foi dito em outra postagem, neste blog, que a Irmã Lúcia poderia ter sofrido uma manipulação de consciência. Isso sim eu considero hipótese descabida. Estamos falando de uma mulher que viu e falou com ninguém menos que a Santíssima Virgem Maria. É concebível que uma pessoa que tenha recebido tal graça se pudesse converter ao engano facilmente? É possível imaginar o tamanho da tortura psicológica, e possivelmente física, necessária para alterar a mente de uma pessoa como a Irmã Lúcia, sem deixar outras sequelas visíveis?

    Disseram que os parentes se riam quando apresentavam-lhes a questão das duas “Irmãs Lúcias”. Quanto a isso, não sei. Eram esses parentes próximos ou distantes? Tais parentes mantiveram contato relativamente frequente com a Irmã Lúcia entre os anos 50 e 60? Em épocas pré-internet, teriam os seus parentes acesso a fotos “recentes”, do seu tempo, da Irmã para recordar-se constantemente de sua aparência? Enfim, não sei: pode-se aventar muitas hipóteses para explicar a reação dos parentes ante a questão das duas “Irmãs Lúcias”.

    O que não se pode é negar a tremenda diferença entre a Irmã Lúcia e aquela que apresentam como tal da década de 60 em diante.

    • Pro Roma Mariana dezembro 6, 2014 às 10:00 am

      De fato, aqui, devido a nossa posição de residentes em Aljustrel, na vila dos Pastorinhos, aliás na Rua dos 3 Pastorinhos muma casa de pedra que foi dos parentes da Irmã Lúcia, tivemos e temos esse contato com os parentes. O que sei já relatei e não encontrei ninguém que fosse mais a fundo. Quanto às feições alteradas da Irmã, já propuz a questão a dentistas, que acharam isso possível. Publiquei fotos de parentes próximos que têm feições parecidas ás de Lúcia.
      De modo que, só resta um enigma na diferença de comportamento da mesma pessoa que, cronológicamente segue o da colossal alteração na atitude das «novas autoridades conciliares». O fato da obediência cega a estas pode ser a causa de muitas alterações, que de outra forma não se explicam. Ora, caem neste caso milhares de consagrados, desde cardeais a bispos e a padres que mudaram radicalmente de doutrina depois de João 23 e sucessores. E desde fenônemo se fala menos, quase fosse normal. Talvez porque o mesmo aconteceu com a multidão dos fiéis que hoje não distinguem mais a direita da esquerda, o justo e o errado o verdadeiro e o falso, ao ponto de aceirarem aberrações papais e clericais de arrepiar os cabelos. Disto talvez seja figura a mudança de uma pobre irmã que ainda mais que um povo imenso foi beneficiada pelas graças da irtenvenção de Nossa Senhora, enviada por Deus Pai para o bem dos homens.

      • Jacob dezembro 6, 2014 às 2:05 pm

        Prezado,

        Pergunto se foi publicada neste blog uma postagem que trate das “Irmãs Lúcias” mais detalhadamente do que a publicada em 13 de agosto de 2011 (à qual fiz referência antes).

        Isto é importante para mim. Sinto-me um desvairado ao contemplar tanta gente à minha volta considerando, com seriedade, serem as duas “Lúcias” a mesma pessoa – ainda mais se tratando de pessoas que estudam e “vivem” Fátima muito mais do que eu, como é o caso dos autores deste blog.

        A hipótese de que a Irmã Lúcia – pessoa que viu e falou com Nossa Senhora – tenha sofrido manipulação de consciência é muito mais aterrorizante do que a alternativa que diz ter ela desaparecido e trocada por uma impostora.

  2. Pro Roma Mariana dezembro 6, 2014 às 2:36 pm

    Foi publicado sobre o assunto neste blog postagens sob os títulos: A PAIXÃO DE JESUS E O SEGREDO DA IRMÃ LÚCIA DE FÁTIMA. outubro 31, 2012 Edit;
    ECLIPSE OU COLAPSO DA CONSCIÊNCIA CATÓLICA?.
    O Segredo de Fátima e o interregno da paixão cristã. agosto 26, 2010 Edit
    Alem das fotos. Mas também em italiano no http://www.agercontra.it
    Ora o Terceiro Segredo de Fátima diz respeito a dois longos interregnos. Revelado em 13 de julho de 1917, foi redigido pela Irmã Lúcia em janeiro de 1944 e arquivado por João XXIII em 1959, para ser finalmente publicado em 2000, com o quadro que hoje parece incompreensível à maioria dos fiéis. Os fatos indicam que a Irmã entra neste quadro para escândalo de muitos, que provavelmente vivem no mesmo quadro final – como a imensa multidão – sem ainda perceber que é o castigo do mundo alheio ao Seu Criador.

  3. Jacob dezembro 6, 2014 às 5:37 pm

    Agradeço pela resposta. Se você souber de mais materiais que lancem luz a esta questão, ficaria grato em tomar conhecimento deles.

    Houve um humorista que dizia: “vai acreditar e mim ou nos seus próprios olhos?”

    Nunca vi qualquer pessoa que mudasse tanto de aparência em tão pouco tempo sem cirurgia plástica. Tampouco alguém que tivesse a forma toda dos lábios, da boca e do queixo alterada por um simples acréscimo de dentadura.

    Apenas 21 anos de diferença:

    http://www.salvemariaregina.info/SalveMariaRegina/SMR-158/Third%20Secret%20Part%20V.htm

    http://www.traditioninaction.org/HotTopics/g12htArt2_TwoSisterLucys.htm

    • Pro Roma Mariana dezembro 6, 2014 às 9:24 pm

      Há outras fotos de família que não mentem, tanto pelas feições semelhantes como pela estatura e pelo modo de ser. O defeito dentário foi corrigido e deve ter mudado a posição do queixo. Mas aqui se fala de outras mudanças que tem seu momento crucial quando a Irmã Lúcia foi obrigada a desmentir vagamente quanto disse na entrevista ao Padre Fuentes, que é certamente autêntica, porque depois a aceitou, como penso ter a prova enviando-lhe o meu livro que a contem.

      • Jacob dezembro 6, 2014 às 10:35 pm

        Essas outras fotos estão disponíveis?

        Quanto ao livro, refere-se a “Entre Fátima e o Abismo”? Tenho-o, mas ainda não o li.

  4. Pro Roma Mariana dezembro 8, 2014 às 9:32 am

    Sim, trata-se desse livro que lhe enviei em mãos através de sua sobrinha Maria do Fetal. Esta no mês seguinte voltou com um recado da Irmã Lúcia, para dizer que o livro estava certo, mas pena porque era polêmico, e nós devemos aceitar o que os nossos superiores nos ordenam!
    Voltarei ao assunto com as fotos dos parentes já este mês, se Deus quiser!

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